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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

A CAMPANHA ELEITORAL E A POLITIZAÇÃO


João Vilela
Pode parecer contraditório que o principal momento de participação política do proletariado na democracia burguesa, as eleições burguesas, seja um momento em que se tenta por todos os meios que a política não esteja presente. Mas a contradição é apenas aparente: no momento, único e sem exemplo, em que a burguesia finge que entrega poder sobre o seu aparelho de Estado ao proletariado, dizendo-lhe que com uma cruz num papel pode mudar a sua vida, ela garante, através de um esforço paciente e diário, que a decisão tomada tem seja que conteúdo for, menos um conteúdo político.

Algumas palavras devem ser ditas sobre a real importância das eleições burguesas. Palavras tanto mais importantes quando vivemos um contexto histórico em que uma vitória eleitoral da esquerda, na Grécia, se saldou na aplicação, por essa mesma esquerda, do mesmíssimo plano que os partidos burgueses gregos teriam aplicado no seu lugar. A eleição não tem poderes mágicos, não é uma varinha de condão que transforma a sociedade, não é a chegada ao poder. Um Governo saído de eleições burguesas tem acesso à chefia do Estado burguês. E o Estado burguês é uma máquina cuidadosamente construída, oleada, afiada, configurada, para garantir a dominação burguesa sobre os trabalhadores. Um Governo anticapitalista que tente usar o Estado burguês contra a burguesia, ou é sacudido com uma patada (como foram Allende, Zelaya, Mossadeqh, entre tantos outros) ou é compelido pela força das coisas a aplicar o projecto político da burguesia (como aconteceu ao Syriza na Grécia, ao PT no Brasil, e a tantos outros em tantos lugares). Só a montagem, a mobilização, a organização, e a força do movimento de massas do proletariado pode libertá-lo. E libertá-lo não tomando o Estado da burguesia para si – mas desfazendo esse mesmo Estado, até não sobrar pedra sobre pedra, e pondo no seu lugar um Estado dos trabalhadores, agora montado, construído, cuidadosamente oleado e afiado, para servir quem trabalha e derrotar quem quer a exploração de volta.

Ainda assim há um motivo forte para esvaziar de qualquer conteúdo político as eleições burguesas: só para o proletariado organizado é que o pior analfabeto, nas palavras de Brecht, é o analfabeto político. Para a burguesia, o analfabeto político é o seu melhor amigo. É a sua principal base de apoio. É a garantia de que continuará a explorar e a oprimir por muito tempo, com uma larga e pesada capa de chumbo, de crosta bruta, a soterrar os trabalhadores conscientes. Essa crosta é a da alienação, da cegueira imposta, da estupidez cultivada, da imersão em toneladas de lixo que distraem, embasbacam, prostram, e impedem de pensar os trabalhadores. Fala-se amiúde da intoxicação ideológica, e ela existe: mas mais forte – e sinceramente, mais política – que essa intoxicação é o esforço permanente e cuidadoso para que o trabalhador não pense em nada de político, tenha, de resto, a atenção demasiado ocupada com assuntos exteriores à política para que ela possa contar para os seus interesses.

Assim, quando as eleições chegam, é com os critérios de toda a massa de lixo intelectual que foi forçado a engolir que o proletariado escolhe um candidato: com base em critérios clubísticos escolhe o seu partido; com base em critérios de oratória, de fluidez, de boa aparência,com uma lógica de programa televisivo de talentos misturada com entrevista de emprego, decide em quem vai votar. A política está em absoluto ausente desta decisão. Quando muito assomam à sua (sempre vaga) tradução da escolha em palavras alguma linguagem moralista (busca seriedade, honestidade) ou técnica (procura candidatos competentes, determinados). Candidatos para gerir o sistema adequadamente, com boas palavras para os enganar e diligência em fazê-lo. Os candidatos que a burguesia lhe ensinou a escolher.

É por isso fundamental que as forças da esquerda entendam a sua tarefa central junto dos trabalhadores: a de os mobilizar, de os organizar, e de os politizar. Sem o desenvolvimento de uma consciência política profunda, sem a compreensão dos problemas de uma forma clara e plena, o proletariado não poderá assumir as suas tarefas de transformação a sociedade e derrubar a burguesia, edificando uma sociedade socialista, em que finalmente seja livre. Toda a cedência, nessa matéria, à política das vedetas, do espectáculo, da demagogia, do sentimentalismo ou de qualquer outra forma de tentar contornar esse dever de politização, será paga bem caro, e bem cedo. O exemplo do Syriza, bem como o do assumidamente eleitoralista e populista Podemos, que no Estado Espanhol já começa a retirar-se das (poucas e tímidas) posições progressistas que assumiu, são comprovação absoluta disso mesmo.

A luta dos trabalhadores pela liberdade não se resolverá nas urnas, nem em nenhum outro passo de mágica que faça com que o capitalismo exista às 8h da manhã e cesse pelas 21h, depois de contados os votos e divulgados os resultados oficiais. Essa tese, oportunista e social-democrata, deixemo-la aos Syrizas da vida. Os revolucionários sabem que o seu trabalho é árduo, diário, difícil, espinhoso – sinuoso, sim, mas com um horizonte vermelho. Não vendem ilusões. Não se servem de vedetas nem de estrelas, não tentam contornar resistências da hegemonia burguesa com exploração emocional e demagógica, não mentem, não manipulam. E um dia vencem. E quando vencem, na frente das massas, intimamente ligados com elas e assegurando que estas desempenham as suas tarefas históricas de forma empenhada e consciente, trazem à luz a única liberdade pela qual vale a pena viver. 
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ 

SERÁ QUE QUER LEVAR OS CARETAS E OS CABEÇUDOS PARA O GOVERNO ! AINDA MAIS ? - António Costa quer mais três ministros

António Costa quer mais três ministros


António Costa esteve ontem nas Festas da Senhora da Agonia acompanhado pelo presidente da Câmara Municipal, José Maria Costa, e Tiago Brandão, cabeça de lista do PS pelo círculo de Viana do Castelo
António Costa esteve ontem nas Festas da Senhora da Agonia acompanhado pelo presidente da Câmara Municipal, José Maria Costa, e Tiago Brandão, cabeça de lista do PS pelo círculo de Viana do Castelo


Se o PS ganhar as eleições, a Cultura e o Mar voltarão a ter ministérios. O líder socialista quer ainda dar estatuto "superior a secretário de Estado" ao responsável pelos Assuntos Europeus.

A orgânica governamental vai mudar se o PS ganhar as eleições. A Cultura voltará a ter um ministério, o Mar também - e provavelmente os Assuntos Europeus.
Quanto à Cultura isso está explicitamente admitido no programa eleitoral do partido: "O PS assumirá como prioridade neste domínio o restabelecimento do Ministério da Cultura como primeiro promotor de uma política cultural coerente e sustentada e como interlocutor privilegiado com as demais tutelas, promovendo, em simultâneo, o trabalho em rede com os centros de decisão locais e regionais e reforçando a sua iniciativa e capacidade."
Uma das primeiras tarefas de um futuro ministro (ou ministra) da Cultura num governo liderado por António Costa será "integrar o audiovisual, imprensa, rádio e novos media" na sua esfera. Dito por outras palavras: colocar a RTP sob a tutela deste ministério e tirá-la de onde está atualmente (ministro adjunto do primeiro-ministro, no caso Miguel Poiares Maduro).
Os outros dois prováveis novos ministérios não constam no programa eleitoral mas o líder do PS já os referiu explicitamente. Um será do Mar, matéria que nas suas diversas variantes - turismo, negócios portuários, pesca, investigação científica - ocupa uma parte importante do documento eleitoral dos socialistas.

PISCINAS OCEÂNICAS Nestas piscinas nunca fica bandeira vermelha


São à prova de marés vivas, mas quem mergulha nelas também sai salgado. Com vista para o mar e pranchas para saltos, reunimos sete piscinas oceânicas imunes às ondas grandes.

Uma conhecida metáfora para uma tarefa irrealizável consiste em esvaziar o mar com um copo de água. As piscinas oceânicas não estão no mesmo nível de impossibilidade — até porque existem — mas são o mais perto que pode haver de agarrar o oceano.
Cheias de água salgada e às vezes tão perto da praia que estão entaladas nas rochas, não têm ondas mas têm pranchas de saltos, balneários e espreguiçadeiras. Não dão para fazer castelos de areia mas, em tempo de marés vivas — ou em zonas de mar agitado — são uma bela opção para garantir que a expressão “ir a banhos” passa mesmo por dar alguns mergulhos.






































 observador.pt

Em 1972, fundou a Frente Nacional. Em 2015, a Frente Nacional expulsa-o.


Jean-Marie Le Pen, fundador da Frente Nacional, foi expulso do partido depois de entrar em conflito com a filha e atual líder do partido, Marine Le Pen.
ALAIN JOCARD/AFP/Getty Images
Jean-Marie Le Pen foi expulso do partido que ajudou a fundar em 1972. O afastamento do veterano de 87 anos da Frente Nacional foi decidido pelo comité-central do partido, que determinou este desfecho depois de uma disputa pública com a líder do partido (e filha de Jean-Marie), Marine Le Pen.
Embora ainda não tenha sido formalmente notificado desta decisão, o ancião já reagiu: “Quando me notificarem oficialmente contestarei a decisão junto das autoridades judiciais e acredito, que mais uma vez, vou voltar a ganhar”, disse a um canal de televisão. Disse ainda que a sua filha “não tolera a mínima oposição”. “Sou pai e quando estas agressões injustas vêm da minha família, da minha filha, afetam-me ainda mais que quando são feitos por um adversário desconhecido.”
Antes deste desfecho, Jean-Marie Le Pen exprimiu o seu “desejo de que este episódio um pouco polémico abra um caminho para a reunificação da Frente Nacional”. Além disso, disse que já tinha “dado todas as explicações a todas as pessoas que não compreenderam corretamente aquilo que se disse e que se escreveu”.
O último incidente entre pai e filha deu-se no tradicional desfile do 1º de maio deste partido de extrema-direita. Marine Le Pen estava prestes a discursar perante um grupo de apoiantes e militantes quando, sem aviso, o seu pai subiu ao palco e interrompeu o momento. De costas viradas para a filha, e com um sorriso largo na cara, ergueu os braços para o público, que o aplaudiu.
Pouco tempo antes disso, Jean-Marie Le Pen reiterou uma afirmação polémica que fez numa entrevista em 1996, onde disse que as câmaras de gás que a Alemanha nazi usou para matar judeus no Holocausto foram “um mero detalhe em toda a história da Segunda Guerra Mundial”.
Na altura, foi instaurado um processo disciplinar na Frente Nacional contra o seu co-fundador — que redundou na expulsão decidida na quinta-feira.

Varoufakis: “O povo foi traído e abandonado”


Muito duro com Tsipras e com o seu Governo, Varoufakis garante ainda que não fará parte de qualquer Governo ou partido que tenha mandato para aplicar o programa da troika.

AFP/Getty Images
Yanis Varoufakis acusa Alexis Tsipras de ter traído o povo grego e garante que não fará parte de um Governo ou de um partido que receba um mandato popular para aplicar o acordo da Grécia com a zona euro. “O povo foi traído e abandonado”, diz o ex-ministro das Finanças de Alexis Tsipras.
Numa entrevista dada um dia antes de Alexis Tsipras anunciar o seu pedido de demissão e a convocação de eleições antecipadas, Yanis Varoufakis deu uma entrevista ao francês Le Nouvel Observateur onde tece duras críticas ao primeiro-ministro a ao Governo do qual fez parte até ao início de julho.
“Penso que traímos a grande maioria do povo grego”, diz Yanis Varoufakis, que lança ainda farpas a Tsipras dizendo que o primeiro-ministro lhe disse que se demitiria se não cumprisse as promessas eleitorais. “A poucos dias do referendo disse que se o Sim ganhasse eu demitir-me-ia imediatamente. Não tenho capacidade para fazer coisas nas quais não acreditava. Pensava que era a nossa linha comum…”
Questionado sobre para que serviu o referendo à proposta dos credores, realizado no início de julho, Varoufakis é perentório: “para a Grécia, não serviu de nada”.
Na análise do ex-governante, o referendo não ajudou o Governo e não ajudou quem votou Não. “Os gregos deram um exemplo aos outros povos europeus. Mas a liderança política grega, eu incluído, não conseguimos usar essa resistência popular e transformá-la numa força para colocar um ponto final no autoritarismo e no absurdo do sistema”.
No final, uma avaliação dura do tempo do Syriza no Governo: “O povo foi traído e abandonado”.

HISTÓRIA - A CONQUISTA DE CEUTA - O que terá levado o rei a arriscar tanto numa aventura africana? O espírito de Cruzada; a procura do ouro e dos cereais; a vontade de um país maduro mostrar poder aos castelhanos e à Europa; a necessidade de combater o corso marroquino. Há várias explicações antigas para as causas da conquista.










HISTÓRIA







A AVENTURA DE CEUTA





Há mais de cem anos que os historiadores procuram uma resposta para as causas que levaram um reino pobre, com menos de um milhão de habitantes e a braços com um grave surto inflacionário a ousar uma expedição que visava a conquista de uma cidade que, nos seus tempos áureos, tinha a dimensão de Lisboa (uns 30 mil habitantes no final do século XIV).











D.JOÃO I









CEUTA NUMA GRAVURA DA ÉPOCA

O único ponto de consenso neste debate é que não houve certamente uma única causa, mas muitas causas. O que esteve seguramente longe de acontecer foi uma acção impulsiva, voluntarista ou irreflectida. Raras vezes na história de Portugal uma acção desta envergadura foi objecto de tanta meditação, de tanto planeamento e de tanto zelo na guarda dos segredos do Estado. Ceuta é por isso um atestado de maioridade política do país, interpretada por uma geração que chegou e se firmou no poder após uma revolução de cariz popular, em 1383, e uma longa guerra com um vizinho mais poderoso que atingiu o seu zénite na vitória de Aljubarrota, a 14 de Agosto de 1385.
No início do século XV, a guerra com a Espanha ficou suspensa e Portugal estava condenado a viver o que o historiador Bernardo Vasconcelos e Sousa designou na História de Portugal dirigida por Rui Ramos como o “impasse ibérico do reino”. “D. João I conseguiu estabilizar o país depois de vencer a ameaça castelhana e percebeu que tinha de projectar a capacidade de intervenção militar do reino até às suas fronteiras estratégicas”, nota o historiador João Paulo Oliveira e Costa. “Exibindo os músculos”, Portugal impunha respeito a qualquer veleidade de conquista vinda de Castela, escreve Luís Miguel Duarte, historiador da Universidade do Porto. Como sublinha João Paulo Oliveira e Costa, os portugueses “ganhavam um novo protagonismo nas relações entre o Mediterrâneo e o Atlântico norte por criarem uma nova escala para a navegação cristã num ponto crítico das rotas navais”. No mesmo contexto, Jorge Borges de Macedo sublinhava a conquista como uma forma de garantir o equilíbrio com Castela e Aragão no contexto peninsular.
Depois de atravessar as interrogações de várias gerações de historiadores, a tese de que a dinastia de Avis se procurava consolidar no quadro peninsular e europeu através de uma acção militar capaz de amainar as ambições da nobreza parece assim ter ganho avanço sobre todas as outras causas esboçadas em quase cem anos de debate historiográfico. Mas neste debate nenhuma dos argumentos anteriores foi liminarmente rejeitado. Investigadores como Oliveira Marques, João Paulo Oliveira e Costa ou Luis Filipe Reis Thomaz reconhecem que, de alguma forma, Ceuta é um capítulo tardio da Reconquista Cristã, embora com matizes que os separam dos argumentos espirituais de Joaquim Bensaúde e, numa outra dimensão, Jaime Cortesão. “A conquista de Ceuta é um segundo episódio da “Reconquista” – com aspas, como diz o José Mattoso – cristã da Península Ibérica”, sublinha o historiador Amândio Barros.   
Se há teses que, sem se extinguirem, perderam fôlego foram as que apontam Ceuta como uma Cruzada destinada a impor o império da fé ou como uma operação destinada a obter proveitos económicos. Já no século XIX Oliveira Martins indicava que Ceuta abria a Portugal “as portas douradas do Oriente vago e misterioso”, onde havia cristãos perdidos mas também ouro, tecidos preciosos e especiarias. António Sérgio mencionava a necessidade de controlar os cereais de Ceuta, como se Ceuta fosse uma zona produtora e não apenas um mercado de destino que podia ser facilmente substituído. Da mesma forma, as rotas do ouro ou das sedas estariam condenadas a extinguir-se quando os portugueses dominassem a praça. As causas económicas, que também atraíram Jaime Cortesão ou Vitorino Magalhães Godinho, deixaram de ter o ascendente no debate que tiveram na segunda metade do século XX.  
Certo é que Ceuta nasce de um impulso interno, de uma necessidade de encontrar “uma saída” para um impasse, na reflexão de Bernardo Vasconcelos e Sousa. Não é ainda um impulso movido pela necessidade de abertura ao mundo, de conhecimento ou de qualquer instinto progressista que determinaram o espírito do Renascimento. “A expansão portuguesa em Marrocos antes de D. João II é muito mais um derradeiro episódio da história medieval do que o primeiro episódio da moderna”, nota Luis Filipe Reis Thomaz nessa obra extraordinária da História portuguesa contemporânea que é o livro “De Ceuta a Timor”. Até porque, como escreveu em 1985 Alexandre Lobato (citado no livro de Paulo Drumond Braga), o móbil principal da aventura foi o espírito de cavalaria na sua vertente de honra e proveito. “Não há razão imperativa alguma, nacional, peninsular ou internacional para se conquistar Ceuta. Trata-se de uma inutilidade grandiosa, qualquer coisa como o feito da construção de Mafra no século XV”, escreveu este autor.


http://www.publico.pt/

POLÍTICA !!!!! NÃÃO !!!!! SÓ MÚSICA !


Balanço de 4 anos de governo PSD/CDS: mais de 1200 refeições sociais por dia só no distrito de Évora



A Segurança Social de Évora vai manter em funcionamento as cantinas sociais, até ao final do ano e aumentar o financiamento de 10 creches para que estas estejam abertas mais de 11 horas por dia.
São mais 500 euros mensais de comparticipação para que cada uma destas instituições contrate um funcionário, disse à DianaFm a Diretora do Centro Distrital de Évora da Segurança Social.
O acordo agora assinado prevê um pagamento retroativo desde maio de 2015. Já as cantinas sociais têm novos acordos válidos por seis meses. Em declarações à margem da cerimónia de assinatura dos acordos, Sónia Ramos revelou que este programa de apoio social já deveria ter terminado. No entanto as necessidades verificadas no terreno levaram o Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social a prolongar o funcionamento das cantinas sociais até ao final do ano.
Ao todo estão previstas 1205 refeições diárias em 23 cantinas do distrito. Este programa social no distrito de Évora representa um encargo de 70 mil euros mensais.


www.cincotons.com

HUMOR - No comboio da Beira


Num compartimento do comboio da Beira seguiam, numa bela tarde de Verão uma casal de namorados, um respeitável senhor dos seus 70 e tal e um rapazola em finais da adolescência.

A certa altura, aproxima-se um túnel daqueles em que nem sempre ligam as luzes do comboio e cada um dos passageiros tem um pensamento diferente.

O rapazola pensava: «Que belo beijo pregava nesta moça se as luzes do comboio não se acenderem!...»

A rapariga pensava: «Este rapaz está com vontade de se meter comigo no túnel, mas não há problema porque o meu namorado defende-me!»

O namorado da rapariga pensava: Este tratante está desejoso de se mandar à minha namorada, mas eu sei que, se ele tentar, ela sabe defender-se!»

O senhor pensava muito simplesmente: «Ou muito me engano, ou vai sair merda!»


(daqui)

O comboio entra no túnel, as luzes não se acendem e, ato contínuo, ouve-se o repenicar de um beijo e, logo de seguida, um estalo.


(daqui)

À saída do túnel, cada um dos passageiros volta aos seus pensamentos.

A rapariga: «Como eu pensava, o gandulo pregou-me um beijo, mas o meu namorado deu-lhe um estalo!»

O namorado: «Aquele anormal atreveu-se a espetar um beijo na minha namorada, mas ela, como eu esperava, pregou-lhe uma chapada!»

O velho senhor, muito enervado: «Eu não disse que ia sair merda?!»

O rapazola, entusiasmado: «Eh pá, isto correu melhor do que eu pensava! Dei um beijo na miúda e uma estalada no velho!!!»



picosderoseirabrava.blogspot.pt