Os emigrantes portugueses estão sendo escravizados na Alemanha e emLuxemburgo. Quem o está afirmando é o presidente português do Sindicato de Construção Civil, Albano Ribeiro que confessa que os portugueses que estão indo trabalhar para esses países são tratados como escravos, em entrevista a uma rádio portuguesa, a “Antena 1”. Além de receberem três vezes menos que os locais, apesar de estarem fazendo as mesmas funções, muitas vezes se vêm abandonados para abrigos, os mesmos lugares onde estão os drogados e alcoólicos das cidades. Para Albano Ribeiro, algo terá que ser feito o mais rapidamente possível.
A crise econômica que se vive na Europa está afetando muito Portugal e os portugueses, que se vêm obrigados, todos os dias, a rumar para novos locais, procurando assim melhores condições para suas vidas e também para suas famílias, que muitas vezes ficam no país. Porém, ultimamente, os emigrantes estão sendo alvos de um nível moderno de escravatura como nunca antes visto, principalmente em países que recebem muitos portugueses todos os anos, a Alemanha e Luxemburgo.
O Presidente do Sindicato de Construção Civil português, Albano Ribeiro, disse hoje à rádio portuguesa “Antena 1”, que o que estes milhares de portugueses estão vivendo é um atentado aos direitos humanos. Muitos emigrantes ou estão recebendo muito abaixo do que deveriam receber, tal como seus colegas de trabalho alemães, ou então não estão recebendo absolutamente nada durante vários meses, levando a que esses fiquem hospedados em abrigos de ajuda, nos mesmos lugares onde estão vivendo muitos drogados e alcoólatras, em condições miseráveis.
Albano Ribeiro e o Governo Português estão lutando o máximo possível para mudar de imediato estas condições para com os emigrantes portugueses, mas para isso eles estão contando com a contribuição decisiva do Governo Alemão e Luxemburguês, para que os direitos dos trabalhadores sejam minimamente cumpridos e que eles não sejam comparados a drogados. A escravidão em solo da União Europeia tem que terminar o mais rapidamente possível, visto que essas condições miseráveis estão sendo um atentado aos direitos dos emigrantes, bem como aos pilares da União Europeia.

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