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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

O estranho assassinato de Jiménez










Jiménez fundou em 2013 um grupo de 

autodefesa que se encarregava da 

segurança de muitas localidades à 

mercê do crime organizado


HENRY ROMERO/ REUTERS

O mexicano Miguel Ángel Jiménez, cuja ação levou à descoberta de quase 130 cadávares anónimos, foi assassinado quando conduzia o seu táxi, perto da localidade de onde era natural

Morreu, assassinado, um dos líderes comunitários mais estimados no México, conhecido por criticar as autoridades e ter dinamizado uma busca paralela pelos 43 estudantes mexicanos desaparecidos em Iguala no final do ano passado. Miguel Ángel Jiménez, de 45 anos, foi alvejado enquanto conduzia o seu táxi próximo da localidade de onde era natural, Xaltianguis, a 50 quilómetros de Acapulco.
Graças à ação de Jiménez, que em 2013 fundou e coordenava um grupo de autodefesa conhecido como União dos Povos e Organizações do Estado de Guerrero (UPOEG), muitos territórios à mercê das leis ditadas pelo crime organizado passaram a contar com os elementos desta associação para garantir a segurança local e a ordem pública.
Dias depois de terem desaparecido os estudantes, Miguel Ángel Jiménez reuniu cerca de meia centena de voluntários e acamparam no centro da cidade de Iguala. Munidos de ferramentas várias, percorreram as cercanias em busca dos corpos. Nunca os descobriram, mas graças às buscas efetuadas regularmente, perto de 130 cadáveres, anónimos, foram descobertos.
As muitas pessoas com familiares desaparecidos ou assassinados ganharam coragem para denunciar os seus casos e outras encontrarem em Jiménez o apoio para não desistir de encontrar explicações. Elogiavam-lhe a coragem, a perseverança e o bom humor.
Segundo o jornal “Reforma”, Jiménez fora ameaçado de morte depois de o UPOEG ter sofrido uma cisão. O ativista acusava a nova fação de estar sob a alçada dos narcotraficantes, o que lhe pode ter estado na origem do crime, admitem os familiares.

Expresso

Praia do Almograve - Odemira - Distrito de Beja










Praia do Almograve - Odemira - Distrito de Beja









A praia situa-se a cerca de 500 metros da localidade de Almograve. 

É uma praia com um areal pouco profundo mas extenso, sendo igualmente um destino predilecto de milhares de turistas. 

A maré baixa proporciona autênticas piscinas naturais para satisfação dos banhistas de todas as idades. 

Ao contrário, a maré-cheia costuma apresentar alguma rebentação. É uma praia vigiada e apresenta boas condições para a prática de bodyboard. ‪#‎Odemira‬ ‪#‎Portugal‬ ‪#‎Beach‬
Mais Portugal




















O CLUBE DO IMPERADOR - FILME COMPLETO EM PORTUGUÊS
















O CLUBE DO IMPERADOR

UM FILME SOBRE ÉTICA E TRANSPARÊNCIA











VÍDEO

















VÍDEO - BOMBEIROS PORTUGUESES RECEBIDOS COMO HERÓIS EM ESPANHA



Bombeiros portugueses recebidos como heróis em Espanha
Diversos bombeiros portugueses estão em Espanha a ajudar a combate um grave incêndio. A população local não podia estar mais agradecida e recebeu-os com aplausos.
Nas imagens, a população espanhola de Moraleja dá as boas vindas aos diversos veiculos portugueses destacados para ajudar a combater um violento incêndio que já consumiu mais de 6,5 mil hectares de floresta e levou à evacuação de mais de duas mil pessoas.
O dispositivo português conta com mais de cem operacionais e 30 veículos, destacados para ajudar no combate ao fogo florestal que lavra há três dias sem controlo na província espanhola da Extremadura.
Ao chegarem à localidade, os bombeiros foram recebidos como heróis: "Obrigada!", ouve-se vezes sem conta durante a gravação. "Ânimo, para que apaguem isto", incita outro, enquanto os diversos veículos passam pela rua, junto a uma esplanada pejada de gente. Todos se levantam para os receber com palmas e agradecer a ajuda.

Fernando Manuel(facebook)

vídeo

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Instituto alemão conclui que Alemanha ganhou mais de 100 mil milhões com a crise grega

Lusa

O instituto, sem fins lucrativos, considerou que aquele valor representa a poupança garantida pela Alemanha através de baixas taxas de juro sobre as suas obrigações, resultantes da atracção da sua economia sobre investidores assustados com a instabilidade grega.
A Alemanha "beneficiou claramente com a crise grega", em mais de 100 mil milhões de euros, segundo um estudo divulgado hoje pelo Instituto de Investigação Económica Leibniz, citado pela agência France Presse (AFP).

Quando os investidores enfrentam dificuldades procuram tipicamente um mercado seguro para o seu dinheiro, e a sólida economia alemã "beneficiou desproporcionalmente" desse facto durante a crise da dívida na Grécia, lê-se noestudo, acrescentando que as poupanças "excedem os custos da crise, mesmo se a Grécia não pagasse todas as suas dívidas".

"Nos anos recentes, cada vez que os mercados financeiros souberam de notícias negativas sobre a Grécia, as taxas de juro sobre as obrigações do governo alemão caíram, e cada vez que as notícias foram boas, estas subiram", defende o documento.

O Instituto de Investigação Económica Leibniz defende que o equilíbrio orçamental alemão só foi possível graças às poupanças em taxas de juro por causa da crise de dívida grega.

Os estimados 100 mil milhões de euros que a Alemanha poupou desde 2010 constituíram cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Outros países como os Estados Unidos, a França e a Holanda também beneficiaram, mas "a um nível muito mais reduzido".

O dinheiro investido pela Alemanha em pacotes de resgate internacionais chegou a cerca de 90 mil milhões de euros.

Mas segundo o instituto alemão, "mesmo que a Grécia não devolva nem um cêntimo, a bolsa pública alemã beneficiou financeiramente da crise".

Camisolas amarelas, recibos verdes


NUNO VEIGA


A Volta a Portugal acabou, mas eles vão andar por aí. Eles que pedalam e sofrem durante o ano inteiro e não somente neste agosto que parece o único mês em que nos lembramos deles. Porque o ciclimo é feito por gente que ganha mal e paga em dor por um espetáculo de sacrifício: manda a União Ciclista Internacional (UCI) que o ordenado mínimo de um corredor seja de mil euros por mês, mas esse valor nem sempre é cumprido. “Muitos vivem com o ordenado mínimo”

Cândido Barbosa é de dois tempos: do tempo em que se podia ser ciclista, já lá vai uma vida, e do tempo em que deixou de se poder ser. E esse tempo foi há tão pouco que Cândido consegue emparedá-lo em duas datas com quatro ou cinco anos dentro delas. Entre 2007 ou 2008 — Cândido não sabe precisar — e 2011, as coisas mudaram para pior, porque nisto das crises não se avança para melhor, por mais histórias de boa vontade que se contem. E, voltando a Cândido, entre 2007 ou 2008 — num desses dois anos que não sabe precisar — e 2011, passou a levar para casa metade do que costumava levar. “Houve um corte de 50% na média dos salários”, diz o antigo corredor.
Cândido ganhava bem para a época, 50 mil euros brutos por ano, o que dava 4 mil euros brutos por mês durante os 12 meses. E tinha contrato, como outros que tivera antes e que lhe haviam permitido sair da casa dos pais aos 23 anos, casar-se, ser ele próprio pai de dois filhos e construir a sua casa em Paredes. Hoje, diz Cândido, um ciclista sub-30 não pode ter família e contrair um empréstimo para comprar um apartamento. Hoje, o ciclista vai ficando pela casa da família, enquanto esta o sustenta e ele espera pelo dia em que se poderá financiar — acontece que esse dia pode nunca chegar.

A GERAÇÃO MIL

O ciclismo em Portugal não é a cor que se vê na RTP na Volta, que acabou este domingo em Lisboa. É um lugar cinzento, de salários baixos e sacrifícios altos, como a Senhora da Graça ou a Torre. Manda a União Ciclista Internacional (UCI) que o ordenado mínimo de um corredor seja de mil euros por mês, mas esse valor nem sempre é cumprido, ora porque se paga por recibos verdes e a retenção na fonte e a contribuição para a Segurança Social o cortam às postas, ora porque... a equipa nem sempre paga. “Eu cheguei a ter conhecimento de corredores que tinham acordado ganhar mil euros e depois só recebiam 750”, lembra Cândido Barbosa.
Nestes dias, as coisas não estão diferentes, e Marco Chagas fala delas com a distância de um comentador televisivo que já foi ciclista. Fá-lo comedido, porque o dinheiro é uma coisa íntima, como a roupa coçada que se usa debaixo da farpela de domingo e que se mostra apenas a quem se confia. “Do que sei, sei que muitos vivem com o ordenado mínimo. E esta é uma profissão de risco, uma carreira curta. Mais do que isto, os ciclistas jovens vivem em casa dos pais e adiam a emancipação, porque não conseguiriam viver sozinhos.”
Os profissionais pagam a alimentação, os suplementos de nutrição, muitas vezes os treinos — e recebem em dor. Para Chagas, é como voltar às bicicletas de ferro no tempo das ligas leves de carbono ou kevlar. “Eu também passei por muito e precisei dos meus pais durante algum tempo. O meu primeiro ordenado foi de 700 escudos por mês, veja lá bem. A modalidade está em risco”, lamenta Marco Chagas.
Rui Costa, nome maior do ciclismo português - teve de se emancipar e salvar além-fronteiras
Rui Costa, nome maior do ciclismo português - teve de se emancipar e salvar além-fronteiras
HUGO DELGADO / LUSA

IR PARA FORA

Um homem só pede ajuda a outro homem se não tiver outro remédio. A Joaquim Andrade, presidente da Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais, não lhe chegam pedidos, apenas rumores. “É o diz que disse”, diz ele, que vai ouvindo algumas histórias por aí. Como aquela do diretor desportivo que fugiu com o dinheiro antes de uma grande prova ou a dos ciclistas que vão às poupanças para pagar contas correntes quando não recebem o que lhes é devido. “600 ou 700 euros por mês para gente que tem família e filhos... Não está fácil, como há de perceber. Estamos um bocadinho melhor nestes últimos dois anos, mas o que se ouve por aí é isto: ‘Ah, isto está mau, isto está mau...’”
Os ciclistas mais velhos sujeitam-se porque não têm outra coisa e os mais novos porque querem outra coisa. Querem ser como o Rui Costa, que está na Lampre, ou o Tiago Machado, da Katucha, ou o Sérgio Paulinho, da Tinkoff. “É isso que lhes dá motivação e os faz competir e arriscar o futuro.” Mas nem todos podem ser o Rui ou o Tiago ou o Sérgio, e Portugal caminha para o fim da classe média. “Antigamente”, relembra Cândido, “os ciclistas medianos ou mesmo os fracos, que estavam lá só para ajudar o chefe de fila [o líder da equipa], conseguiam ter o seu dinheirinho e poupar. Agora, só mesmo a elite aguenta, e essa quer logo ir para fora de Portugal.”

SÓ A VOLTA INTERESSA

Para o português comum, o ciclismo em Portugal é a Volta. É e não é. No calendário da Federação Portuguesa de Ciclismo estão 60 provas de estrada, que se disputam entre fevereiro e outubro (novembro é uma espécie de Entrudo, onde vale tudo; dezembro e janeiro é o momento de cortar gordura), mas o que realmente interessa é a Volta. Para quem compete e para quem vê. “E nessa altura”, ironiza Joaquim Andrade, “aparecem sempre uns iluminados com mil e um projetos e ideias que desaparecem logo que a corrida acaba”.
A crise e o doping afastaram os patrocinadores, e o ciclismo, que não é capaz de gerar receitas, afasta-se de si próprio — desacelera e trava. Andrade avança na conversa com soluções que vê no estrangeiro. “Já se exploram os direitos de imagem dos ciclistas e paga-se um ‘x’ pelas câmaras nas bicicletas.” Andrade não parece muito convicto. O problema português é que o ciclismo não aguenta os Cândidos, os Chagas ou os Joaquins Gomes destes tempos. Dantes, mesmo sem luzes, havia estrelas; agora, nem umas nem outras.

O FMI não saiu daqui



«Estamos dependentes do que os outros pensam de nós. Antigamente tínhamos de suportar apenas o que os viajantes românticos descobriam por aqui. Agora vivemos obcecados com o que pensam os alemães de nós ou, pior, os homens de negro.

Os Men in Black que não foram convocados para actores de filmes de série Z e acabaram como mensageiros do FMI. A redacção do FMI, chamada "segunda avaliação" depois de a troika ter fingido que se tinha ido embora, é um conjunto de recados. Ou de flechas envenenadas. Umas para este Governo e outras para o que há-de vir. De "medidas credíveis" para cortar despesa até ao "adiamento" ou "cancelamento parcial" do alívio da sobretaxa do IRS há de tudo para todos. (...)

Os partidos sabem que prometer não arruína ninguém. Os cidadãos precisam de sonhos. De outra forma para que é que servem os continuados sacrifícios? É essa sensibilidade que não existe no FMI ou em Berlim. Os Men in Black que por aí andam como fantasmas errantes conseguiram que com a "desvalorização interna" se atirasse a maioria dos portugueses para a indigência ou para a emigração. E não se calam.»

Fernando Sobral
entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt
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13 segredos bizarros sobre o corpo humano

13 segredos bizarros sobre o corpo humano

Sem contar que, ao longo dos anos, muito mais estudos e descobertas são divulgadas todos os dias com relação ao corpo humano e suas funções e partes. Isso, obviamente, faz com que seja preciso estudar muito e estar completamente atualizado a respeito do mundo científico para afirmar, com certeza, que se sabe alguma coisa sobre essa máquina perfeita que é o corpo humano.
É por isso, aliás, que preparamos essa matéria de hoje, que você confere logo abaixo. Na seleção, como você vai ver, estão alguns segredos e curiosidades sobre o corpo humano que você não sabe ou que, provavelmente, não se lembra mais.
Quantidade de vezes que o coração humano bate por minuto, quantos litros de sangue, em média, uma pessoa adulta tem no corpo, quantas vezes você pisca, onde sua língua costuma descansar e assim por diante. Esses são alguns assuntos sobre o corpo humano que vamos tratar abaixo e que você, com certeza, vai gostar de descobrir, por serem bastante curiosos e, não raro, um tato bizarros. Preparado?

Então confira, agora, alguns segredos bizarros sobre o corpo humano:

1. A maioria das pessoas respiram entre 12 e 20 vezes por minuto;

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2. Um monte de pessoas, incrivelmente, respiram com uma narina de cada vez;

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Isso acontece graças a uma coisa chamada ciclo nasal. Isso faz com que entre 20% e 80% das pessoas tenham uma das narinas bloqueadas durante a respiração. Depois de um tempo, a narina dominante no processo muda e assim sucessivamente.

3. Você, assim como grande parte das pessoas, pisca cerca de 15 vezes por minuto

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Essa, na verdade, é uma média. Pode haver uma grande variação para mais ou para menos (estilo estatística do Ipobe, sabe?). Essa taxa de piscadas também tende a mudar dependendo do que a pessoa estiver fazendo, como conversando ou lendo.

4. Há ácaros vivendo em seus cílios (e no de todo mundo)

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E também em torno do seu nariz, nos ouvidos, nas glândulas sebáceas e assim por diante. Eles, de forma geral, têm 8 pernas curtas e seus corpos são alongados, como na foto. Além disso, eles são divididos pela ciência em dois tipos: os Demodex folliculorum, que vivem nos folículos pilosos e habitam os rostos humanos; e os Demodex brevis, que vivem em suas glândulas sebáceas.

5. Você é incapaz de respirar e engolir ao mesmo tempo;

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Em algum momento da evolução humana, todos nós perdemos essa capacidade.

6. Sua língua sempre “descansa” na parte superior ou inferior de sua boca;

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7. Há mais bactérias vivendo em sua boca que seres humanos no planeta Terra!

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Dr Bruce Paster , microbiólogo do Instituto Forsyth, em Boston, Massachusetts, provou em 2007 que há entre 10 e 50 bilhões de bactérias na boca dos seres humanos;

8. Em média, um adulto tem cerca de 10 litros de sangue no corpo;

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E durante uma doação de sangue, apenas 1 litro é retirado de suas veias.

9. A maioria dos corações adultos pelo mundo, batem entre 60 e 100 vezes por minuto;

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A cada batida, o coração consegue bombear em torno de 70 ml de sangue.

10. De forma geral, o coração humano tem capacidade de bombear, aproximadamente, 5 litros de sangue por minuto;

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11. De forma geral, as pessoas são suscetíveis ao bocejo, mesmo quando não estão cansadas;

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É comum, aliás, que o corpo humano responda com um boceja ao ver outra pessoa ou animal bocejando. Muita gente chega a boceja, inclusive, só de ler a palavra “bocejo”.

12. Coceira também pode ser contagiosa

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Tanto por se espalhar por outras partes do corpo humano, quanto por influenciar o mesmo comportamento em outras pessoas. De acordo com os neurocientistas da Universidade de Maryland, quando outro indivíduo é visto se coçando é comum que a mesma reação seja desencadeada na pessoa que observa a ação, uma vez que o corpo humano luta para se livrar das pragas, reais ou imaginárias.

13. E, finalmente, é assim que sua coluna fica quando você curva seu pescoço para usar o celular ou ler este post…

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De acordo com um trabalho publicado na Surgical Technology International Journal, ao olhar para o telefone, um livro, ou qualquer coisa, a envergadura que costumamos fazer com o pescoço força, em média, poderia estar 27 kg sobre nossa coluna.
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Assustador descobrir todos esse segredos bizarros sobre o corpo humano, não? Ainda sobre o assunto, leia também: Preços de 15 órgãos humanos no mercado negro.
Bônus: O que acontece se você beber sangue?
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Segundo especialistas, em quantidades muito pequenas e se o sangue não tiver nenhum agente patogênico (Doenças transmissíveis pelo sangue), a ingestão não deve prejudicar.
Mas, se ingerido em uma quantidade maior ele se torna tóxico, ou seja uma espécie de veneno, claro que uma pequena quantidade não é capaz de te matar, mas quanto mais sangue você ingerir maior risco de morte estará correndo. Como o sangue é rico em ferro, o corpo tem dificuldade em excretar o excesso de ferro, sendo assim você corre risco de ter uma overdose de ferro e acabar morrendo.
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