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domingo, 9 de agosto de 2015

(inclúi fotos) Mais 2 mortos na E.N. 125, num acidente mortal em Lagoa e o governo teima em portajar a Via do Infante(A22)!

Mais 2 mortos na E.N. 125, num acidente mortal em Lagoa e o governo teima em portajar a Via do Infante(A22)!

Hoje por volta das 13h mais um acidente mortal na super entupida E.N.125.
Não devia o governo do PSD/CDS ser responsabilizado por mais essas 2 mortes?
Será que os governantes e os caciques desses 2 partidos dormem descansados com mais essa 2 mortes a acrescentar à enorme lista de mortos e feridos na E.N.125 desde que começaram a portajar a Via do Infante?
olhaolivre.blogspot.pt


Dois mortos e quatro feridos graves em colisão frontal na EN125 em Lagoa (com fotos)

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Uma colisão frontal entre dois veículos na EN125, a um quilómetro de Lagoa, causou esta tarde dois mortos e quatro feridos graves. O acidente ocorreu às 12h57 deste domingo na saída desta localidade, em direção a Porches, junto ao Garden Center ali existente e perto da Curva do Carmo, segundo o CDOS Faro.
A mesma entidade revelou ao Sul Informação que todos os feridos foram transportados de ambulância para o Hospital de Portimão. Neste momento, «o trânsito está cortado nos dois sentidos, naquele local» e a ser desviado para vias alternativas.
Contactado pelo nosso jornal, o porta-voz do Comando Territorial de Faro da GNR Tenente-Coronel Azevedo Palhau revelou que as duas vítimas mortais eram os únicos ocupantes de uma das viaturas envolvidas no acidente e que, «provavelmente, serão ambos de nacionalidade portuguesa». Ambos os carros «tinham matrícula portuguesa», adiantou.
A repórter do Sul Informação no local apurou, junto do adjunto do Comando dos Bombeiros de Lagoa Nuno Barros, que os quatro feridos graves são cidadãos franceses de férias na região. Todos eles estavam fora da viatura quando os bombeiros chegaram ao local, momentos depois do acidente. Já as vítimas mortais estão, neste momento, a ser desencarceradas.
Apesar de ter sido criado um circuito alternativo, em virtude do fecho deste troço da EN125, é aconselhável usar a Via do Infante, para evitar filas de trânsito.
A resposta a este acidente envolveu 24 operacionais, apoiados por 11 veículos, nomeadamente uma viatura de desencarceramento, dos Bombeiros de Lagoa e Portimão, do INEM, da GNR e da concessionária Rotas do Algarve Litoral.

Fotos: Elisabete Rodrigues/Sul Informação







Câmara de Lisboa demoliu mural de Saramago e Pilar para construir parque de estacionamento

O edifício em que figurava um mural que homenageava o Prémio Nobel da Literatura português e Pilar del Rio foi demolido pela Câmara Municipal de Lisboa. No seu lugar, será construído mais um parque de estacionamento da EMEL.
O mural era “uma forma de homenagear Saramago”, Prémio Nobel da Literatura em 1998.

O mural, até há uma semana situado no Campo das Cebolas, em Lisboa, foi inspirado no documentário José e Pilar, realizado em 2010 por Miguel Gonçalves Mendes.
O edifício devoluto, que se situava a poucos metros da Casa dos Bicos, sede da Fundação José Saramago, foi demolido por ordem da Câmara Municipal de Lisboa (CML) para ser construído mais um parque de estacionamento da EMEL, a empresa municipal que gere o estacionamento em Lisboa.
A pintura na parede, inaugurada nos finais de 2010 e que não deixava quem por lá passava indiferente, é da autoria dos writers Ayer, Nomen e Pariz. A ideia, que partiu da produtora do filme sobre o casal José Saramago e Pilar del Rio, contou, curiosamente, com o apoio da própria Câmara Municipal de Lisboa, por via da Galeria de Arte Urbana (GAU).  
Na altura, o realizador do documentário afirmou que o mural era “uma forma de homenagear Saramago”, Prémio Nobel da Literatura em 1998.
Contactada pelo jornal Público, a GAU justifica-se dizendo tratar-se de “um projeto efémero”. A Câmara de Lisboa, liderada pelo socialista Fernando Medina, informou ainda que a demolição do edifício estava prevista “no âmbito do Plano de Valorização e Requalificação do Campo das Cebolas, que inclui a construção de um parque de estacionamento por parte da EMEL”.

www.esquerda.net

Tensão em Évora por causa de Sócrates - Manifestações a favor e contra o ex-primeiro-ministro.

Tensão em Évora por causa de Sócrates
Manifestações a favor e contra o ex-primeiro-ministro.
A PALHAÇADA CONTINUA




Polícia teve de intervir para evitar que apoiantes e críticos de Sócrates se agredissem
Tensão em Évora entre apoiantes de Sócrates e membros do PNR
Duas manifestações marcadas para o mesmo dia, em frente ao Estabelecimento Prisional de Évora, geraram confusão.

A presença de apoiantes de José Sócrates e de membros do Partido Nacional Renovador, que organizou uma contramanifestação em frente ao Estabelecimento Prisional de Évora, deu lugar a momentos de alguns momentos de tensão e confrontos verbais, obrigando mesmo à intervenção da PSP.
Recorde-se que a manifestação de apoio a José Sócrates, que se encontra detido desde finais de novembro do ano passado, já estava prevista há mais de um mês. Entretanto, o PNR marcou uma contramanifestação, como demos conta ontem no Notícias ao Minuto, “em protesto contra o apoio ao recluso 44 que tanto dano causou a Portugal e aos portugueses”, podia ler-se na página do Facebook do partido de extrema-direita.
No loca, conta a SIC que cerca de três dezenas de pessoas do PNR chegaram mais cedo, por volta das 12h30. Cerca das 15h30, com a chegada de apoiantes do antigo primeiro-ministro, o encontro entre os dois grupos deu lugar a momentos de tensão.
Alguns apoiantes do PNR chegaram inclusive a subir para uma carrinha de manifestantes que estavam ali para apoiar o ex-primeiro-ministro, colocando-se à frente do slogan “José Sócrates Sempre”. Entretanto, a carrinha arrancou e os membros do PNR que ali se encontravam foram projetados para o chão, adianta a Lusa, mas ferimentos a registar.
Neste momento, as duas manifestações estão separadas, com elementos do PNR a ocuparem o espaço junto à porta de entrada do Estabelecimento Prisional de Évora.
Conta ainda a agência Lusa que de um lado se houvem gritos de "Nacionalismo Sempre" e "Sócrates ladrão", enquanto apoiantes de Sócrates entoavam "25 de Abril Sempre, fascismo nunca mais".

O programa da coligação: um Estado Social que não combate desigualdades





O programa da coligação: 



um Estado Social que 


não combate desigualdades

A coligação está a mostrar-nos como o seu discurso é, na verdade, falacioso.

Os discursos de Pedro Passos Coelho e Paulo Portas na apresentação do programa eleitoral da coligação levar-nos-iam a esperar que PSD e CDS propusessem, neste documento, uma série de medidas que visassem combater as desigualdades, de tal modo esta meta foi sublinhada pelos dois líderes nessa ocasião.

Algumas passagens do programa apresentado ajudariam a reforçar esta ideia: é-nos dito, logo no início, que a coligação “Portugal à Frente” (PàF) irá ter “como preocupação primeira o combate, sem tréguas, às desigualdades sociais” (p. 6). No entanto, as principais medidas propostas neste mesmo manifesto eleitoral não se coadunam com a retórica utilizada previamente, pois muitas delas, não só não irão combater as desigualdades, como irão até contribuir para as acentuar.
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A coligação propõe, por exemplo, o plafonamento das contribuições para a Segurança Social, podendo os trabalhadores com salários (e contribuições) mais elevados passar a descontar o montante acima de um determinado tecto para seguros privados de protecção social (p. 35). Isto significa passar do actual sistema de repartição, que assenta numa filosofia solidária e redistributiva – na medida em que se pretende que as prestações contributivas, nomeadamente as pensões, embora mais elevadas para quem mais descontou e vice-versa, contribuam para diminuir o fosso remuneratório entre beneficiários – para um sistema com uma componente de capitalização, que apenas garante prestações sociais públicas mínimas e a manutenção, em situação de velhice, desemprego, ou outra, das desigualdades que marcaram a vida laboral.

O PàF também sugere que se introduzam mecanismos de “liberdade na escolha do projecto educativo” (p. 18). Esta ideia degeneraria inevitavelmente num sistema diferenciado, com escolas para os filhos dos mais pobres e outras para as famílias mais ricas – aquelas que teriam recursos para garantir que os seus filhos teriam acesso a uma série de condições que lhes permitiriam lutar pelos lugares nas “melhores escolas”. O mesmo se verificaria com a ideia de “liberdade de escolha” no sector da saúde (p. 41), uma vez que esta acabaria por se traduzir numa situação em que o acesso aos serviços fica dependente dos seguros privados de saúde dos beneficiários, os quais estão relacionados com as situações económicas individuais. Aumenta-se a liberdade de escolha para apenas uma pequena parte da população, mas eternizam-se desigualdades.

Até a proposta emblemática de “aumentar as pensões mínimas, sociais e rurais” (p. 36) em nada contribui para reduzir as desigualdades (nem sequer a pobreza). Sobre o CSI ou o RSI, pelo contrário, nada é dito. No fundo, no programa do PàF, é-nos apresentado um cardápio de medidas que, em vez de inverter a trajectória de aumento das desigualdades dos últimos quatro anos, irá aumentar o fosso entre os mais ricos e os mais pobres.

Aquilo que a coligação nos propõe é um aprofundamento do modelo de Estado Social liberal que tem vindo a desenvolver na última legislatura: um modelo de protecção social pública que visa apenas garantir condições mínimas de subsistência aos indivíduos – cabendo ao sector privado prestar outros bens e serviços sociais a quem tiver recursos para os adquirir no mercado. Na verdade, e também em linha com a sua actuação governativa, PSD e CDS defendem até elementos típicos de um modelo conservador de Estado Social, uma vez que consideram que muitas destas funções de protecção social básica devem ser cada vez mais retiradas da esfera de execução do Estado e delegadas nas “instituições da economia social” (p. 33) – instituições particulares que actuam com uma lógica assistencialista e caritativa dirigida apenas aos grupos mais pobres.

O que o PàF nos sugere é acentuar o corte com o modelo de Estado Social social-democrata que o país construiu. Este paradigma de Estado Social entende que há bens e serviços que, por serem essenciais à vida humana, devem ser prestados a todos os cidadãos igualmente pelo simples facto de serem cidadãos, independentemente da sua condição social e económica. É um modelo de Estado Social que entende as funções sociais que presta (escolas, hospitais, prestações sociais, etc.) como garantes de direitos sociais universais e gratuitos (à educação, à saúde, à protecção nas várias situações de risco, etc.). É, por isso, o único modelo de Estado Social que assume ter a redução das desigualdades como seu objectivo. E é impossível querer afastar-se desta visão de direitos sociais, seguindo um caminho de assistência social que não encara o prestador público como garante de igualdade no acesso a bens e serviços sociais, e pretender simultaneamente reduzir o fosso económico-social.

Com as medidas concretas que nos apresenta no seu programa, a coligação está a mostrar-nos como o seu discurso é, na verdade, falacioso. O modelo que o PàF deseja continuar a expandir não irá procurar reduzir desigualdades, simplesmente porque não é possível atingir este fim através dos meios que preconiza.

Politóloga, IPP TJ-CS e UBI
(Publico)

COM O MODELO COMUNISTA VIVIA-SE MELHOR ! - 66% DOS ROMENOS VOTARIA CEAUSESCU


66 por cento dos romenos votaria  Nicolae Ceausescu  (1918-1989), na próxima eleição presidencial em novembro de acordo com uma pesquisa divulgada no princípio do mês.
O "Gênio dos Cárpatos", como ele chamou a si mesmo Ceausescu, estaria na frente do social-democrata atual primeiro-ministro  Victor Ponta  (31 por cento) e do chefe de Estado,  Traian Basescu  (10 por cento), apurou um estudo do Instituto privado Romeno de Avaliação e Estratégia (IRES).

"viveu-se melhor no sistema comunista"

A pesquisa destaca que 69 por cento dos cidadãos acreditam que a vida era melhor sob o comunismo, enquanto 35 por cento disseram que sua situação seria melhor se não tivesse caído Cortina de Ferro em 1989.
Além disso, os entrevistados disseram que o desemprego é superior ao do tempo comunista. 
O barómetro aos cidadãos também indica que 73% por cento dos cidadãos acreditam que a Roménia está indo mal em comparação com 23% por cento que pensam o contrário.
Uma pesquisa similar realizada  em 2010  indicava então que 41 por cento dos romenos votariam Ceausescu como presidente.
A pesquisa foi realizada entre 3 e 6 de Abril e 1.349 cidadãos foram entrevistados pessoalmente em casa, com uma margem de erro de 3 por cento.
Roménia,  o segundo país mais pobre da União Europeia  (UE) depois  da Bulgária e um dos mais atingidos pela crise, fez em julho um novo acordo com o FMI, o terceiro desde 2009 para um empréstimo de 4.000 milhões de euros euros. Nos últimos quatro anos o país tem vindo a implementar um plano de ajuste  com cortes nos gastos públicos, aumento de impostos e reduções nos salários do sector público e pensões, o que causou grande agitação social.

 As gerações que já viveram nos dois modos de produção têm atraído uma conclusão clara: o socialismo é melhor.

YERKA Uma bicicleta impossível de roubar? - Três chilenos dizem ter resolvido um problema demasiado frequente e que assombra os sonhos dos ciclistas. Criaram a YERKA, uma bicicleta que, dizem, é impossível de roubar.



Três chilenos dizem ter resolvido um problema demasiado frequente e que assombra os sonhos dos ciclistas. Criaram a YERKA, uma bicicleta que, dizem, é impossível de roubar.
Os roubos de bicicletas são tão frequentes que é provável que já tenha acontecido a si ou a um amigo. Por ser um problema global, três empreendedores chilenos conceberam, a YERKA, uma bicicleta que garantem ser a primeira bicicleta impossível de roubar. Para que um malfeitor consiga levar consigo a bicicleta, garantem os criadores, terá de a serrar ao meio, deixando-a inutilizável.
Um dos inventores da YERKA viu a sua bicicleta ser roubada não uma, mas duas vezes. Antes que acontecesse pela uma vez, aliou-se a dois colegas da universidade e criou o design e um protótipo de uma bicicleta cuja parte inferior do quadro se abre e é usado o alumínio do selim para bloquear a bicicleta a um poste ou árvore. Sem necessitar de cadeados, a bicicleta fica presa em menos de 10 de segundos, dizem os criadores, citados pela CNN. Também é rápido desbloquear o sistema para poder utilizar a bicicleta.
Funciona assim:

VÍDEO
Cristóbal Cabello, Andrés Roi Eggers e Juan José Monsalve, com idades entre 22 e 24, começaram com um investimento de 100 mil dólares por parte de um fundo estatal para o empreendedorismo e, para produzir em quantidade, recorreram ao crowdfunding através do site Indiegogo.
Durante a campanha já foram vendidas 197 bicicletas, metade das quais encomendas provenientes dos EUA. As primeiras 100 bicicletas foram vendidas a 400 dólares e, depois, o preço aumentou para 500 dólares por unidade. A ideia é aumentar o preço para 600 dólares, incluindo alguma tecnologia bluetooth para associar a uma app no telemóvel e um sistema reforçado para evitar o roubo das rodas.
“Nos próximos quatro anos, o nosso objetivo é vender quase 300 unidades por mês, em todo o mundo”, dizem os fundadores da startup. “Mas o mais importante é que os nossos clientes digam a bicicleta é fantástica. Gostámos dela e vamos passar palavra“.
Clique na imagem para ver uma 
animação de como funciona a 
YERKA.
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PACHECO PEREIRA EMBORA DA MESMA FAMÍLIA PSD NÃO DEIXA DE SER UM INCÓMODO NO SEU PRÓPRIO PARTIDO. JÁ APOIOU MANUELA FERREIRA LEITE NAS MEDIDAS DE AUSTERIDADE MAS TEM INIMIGOS PODEROSOS NO SEIO LARANJA - De kalashnikov na mão, cartazes mostram Pacheco Pereira como candidato às presidenciais (VÍDEO)



De kalashnikov na mão, cartazes mostram Pacheco Pereira como candidato às presidenciais



Painéis publicitários em Lisboa e Guimarães mostram Pacheco Pereira como candidato às presidenciais, de kalashnikov na mão, avança a SIC Notícias. Uma campanha falsa que foi buscar, a 2012, uma imagem real


Pacheco a Presidente!", pode ler-se num dos cartazes, localizado na praça do Chile em Lisboa. O painel publicitário utilizou um design associado à extrema-esquerda, apresentando o antigo deputado do PSD como candidato às presidenciais de 2016.
"O povo não desarma e diz não aos capitalistas", pode ler-se no painel. Para além de Lisboa, existe pelo menos mais um cartaz falso em Guimarães.
Em declarações à SIC Notícias, Pacheco Pereira já reagiu, apelidando esta situação de "um caso raro de propaganda negra", que vê com curiosidade: "será interessante saber quem o fez, quem o pagou e quem o colocou", diz o comentador político, acrescentando que espera que não tenha sido feito "com dinheiros dos contribuintes".
Apesar de falsa, a campanha regressa ao passado e vai buscar uma imagem real. Em dezembro de 2012, durante o seu programa "Ponto Contraponto", na SIC Notícias, Pacheco Pereira apresentara uma kalashnikov como um dos objetos do século XX.

VÍDEO

video

Arte visual animada


PASME-SE ! Fantásticas esculturas de plantas vivas da Exposição de Mosaicultura de Montreal



Elas fazem parte de um concurso mundial de Mosaicultura realizado a cada três anos em uma cidade diferente, esta última foi realizada em 2013 no Jardim Botânico de Montreal, em Quebec, no Canadá. Cerca de 200 artistas dos mais talentosos do mundo participaram dessa competição internacional representando 20 países. As inscrições vieram de cidades e países tão distantes como Turquia e Uganda, com China e Japão fortemente representados. 
O festival começou em Montreal no ano de 2000 e hoje é uma prestigiada competição internacional com financiamento de governos e do sector privado.

Veja algumas imagens desses trabalhos maravilhosos:


As esculturas são criadas usando formas de aço ou alumínio embrulhadas em malha de metal e plantados com flores, heras e gramíneas, cujas folhagens proporcionam textura e cor.

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    Casas trogloditas e as cavernas de Les Roches de Tayac


     À primeira vista a cidade e as suas casas parecem ter sido esmagadas sob o penhasco. A cidade está repleta de inúmeras grutas, cavernas e habitações trogloditas, cuja história remonta a mais de 28000 anos. 
    As cavernas pré-históricas ao redor de Les Roches contém alguns dos achados arqueológicos mais significativos do paleolítico superior (de cerca de 40000 a 10000 anos atrás) e paleolítico médio (200000 a 40000 anos atrás), períodos que incluem, além de esqueletos, ferramentas, pingentes e joias e desenhos de paredes extensos. A área é visitada por milhares de turistas a cada ano.

    Há dezenas de cavernas e grutas em Les Roches, incluindo numerosas fortalezas medievais construídas nas rochas, uma igreja fortificada e muitos museus. Les Roches contém cerca de 150 sítios pré-históricos que datam do Paleolítico e cerca de 25 cavernas decoradas, que foram designadas coletivamente um patrimônio mundial pela UNESCO em 1979.





    Fonte: Amusing Planet
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