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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

CICLISMO - 77ª VOLTA A PORTUGAL EM BICICLETA - EDUARDO PRADES FOI O VENCEDOR DA 8ª ETAPA





NOTAS - RECIBOS VERDES DA ROSA MURCHA



O Caráter do Trabalho sob o Socialismo




O estabelecimento das relações de produção socialistas implica radical modificação do caráter do trabalho. A força de trabalho deixou de ser mercadoria. Os trabalhadores utilizam meios de produção que lhes pertencem, trabalham para si, para a sua sociedade. O trabalho, sob o socialismo, é trabalho livre da exploração.
“Após séculos de trabalho para outros, de trabalho forçado para os exploradores, surge a possibilidade de trabalhopara si, e, ao mesmo tempo, de trabalho que se apoia em todas as conquistas da mais nova técnica e cultura.”
Ao tempo em que, sob o capitalismo, o trabalho do produtor se apresenta, de modo direto, como trabalho privado e o seu caráter social só se manifesta no mercado, as costas do produtor da mercadoria, sob o socialismo, porém, o trabalho do operário individual já se apresenta como parte de todo o trabalho social de modo direto e não através de um rodeio. Isto significa que, sob o socialismo, o trabalho possui um caráter diretamente social, sendo planificadamente organizado em escala de toda a economia nacional. A libertação do trabalho da exploração e a sua planificada organização em escala social criam a possibilidade da mais plena utilização dos recursos de trabalho e o seu alívio através do rápido e incessante crescimento do equipamento dos trabalhadores.
Sob o socialismo, modifica-se radicalmente a situação do homem trabalhador na sociedade. Em oposição ao capitalismo, onde a situação do homem se determina pela origem social e pela riqueza, a situação do homem na sociedade socialista se determina somente pelo trabalho e pelas faculdades pessoais.
A libertação da exploração e a modificação da situação do homem trabalhador na sociedade provocam uma reviravolta nos pontos de vista dos homens sobre o trabalho, engendram uma nova atitude diante do trabalho. Enquanto o regime de exploração fez com que, durante séculos, inumeráveis gerações de trabalhadores encarassem o trabalho como pesada carga, o socialismo converte o trabalho numa questão de honra, de valor e de heroísmo, atribuindo-lhe caráter sempre mais criador. Na sociedade socialista, o homem trabalhador, se trabalha bem e demonstra iniciativa no melhoramento da produção, é cercado de apreço.
Tudo isto engendra novos estímulos para o trabalho, desconhecidos sob o capitalismo.
O socialismo cria um profundo interesse material do trabalhador no seu trabalho. Como é sabido, o capitalismo utiliza diferentes formas de pagamento do trabalho e de estímulo material, visando o aumento da exploração dos trabalhadores e a apropriação da maior quantidade possível de mais-valia, ao passo que, sob o socialismo, o estímulo material para o trabalho conduz ao crescimento da produção, no interesse do melhoramento da situação material e da elevação do nível cultural dos trabalhadores.
A enorme importância do estímulo material do trabalho, no estádio do socialismo, é condicionada pelo fato de que o trabalho, neste estádio, ainda não se tornou a primeira necessidade vital para todos os membros da sociedade, um hábito de trabalhar em benefício geral.
Sob o socialismo, ainda não foram superadas até o fim as sobrevivências do capitalismo na consciência dos homens. Ao lado da massa fundamental de trabalhadores, que cumprem honradamente suas obrigações diante da sociedade e manifestam iniciativa criadora no trabalho, existem trabalhadores, que encaram de má-fé as suas obrigações, violando a disciplina do trabalho. São pessoas que se esforçam para dar a sociedade socialista o quanto menos e receber dela o quanto mais.
Conservam-se ainda, na sociedade socialista, consideráveis vestígios da velha divisão do trabalho, como são as diferenças essenciais entre o trabalho intelectual e o trabalho manual, entre o trabalho do operário e o do camponês, entre o trabalho qualificado e o simples, entre o trabalho pesado e o leve. Estes vestígios da velha divisão do trabalho só gradualmente são superados, na medida do desenvolvimento das forças produtivas do socialismo e da criação da base técnico-material do comunismo. Embora seja trabalho diretamente social e altamente mecanizado, ao mesmo tempo, o trabalho, sob o socialismo, ainda não possui, nos diversos setores da produção, um nível idêntico de socialização e de mecanização.
A isto estão ligadas importantes diferenças nos gastos de trabalho para a elaboração do produto. O trabalhador, possuidor de mais elevada qualificação ou mais aplicado e dotado de iniciativas, cria, numa unidade de tempo, sendo iguais as demais condições maior quantidade de produtos. Isto significa, porém, que tampouco o pagamento dos trabalhadores pode ser igual. O pagamento deve corresponder tanto a quantidade, como a qualidade do trabalho. Em caso contrário, os trabalhadores não terão estímulo para a elevação da qualificação e o crescimento da produtividade do trabalho.
De tudo isto decorre que, no estádio do socialismo, o interesse material pessoal do trabalhador nos resultado do seu trabalho é um dos estímulos decisivos para o desenvolvimento da produção. Este interesse é assegurado pelo fato de que a remuneração do trabalhador se realiza na dependência da quantidade e da qualidade do seu trabalho e de que a sociedade socialista, no terreno da distribuição, se dirige pelo princípio de cada um segundo sua capacidade, a cada um segundo seu trabalho.
O socialismo gerou também poderosos estímulos sociaismorais, para o trabalho. Os homens, que trabalham sob o socialismo, manifestando iniciativa criadora e abnegação, guiam-se não somente por considerações de ordem pessoal material, mas também pela preocupação com o bem de todo o povo, pelos interesses de toda a sociedade. A importância dos estímulos sociais, morais, para o trabalho, se eleva na medida em que se desenvolvem as relações de produção socialistas e gradualmente se dá a transição do socialismo ao comunismo.
O socialismo pôs fim a escandalosa contradição do regime capitalista, no qual a cúpula exploradora dominante da sociedade leva uma vida parasitária, enquanto as massas operárias estão submetidas ao jugo de um trabalho estafante, apenas periodicamente interrompido pelo ócio forçado, por motivo de desemprego. Liquidando a propriedade dos capitalistas sobre os meios de produção, o socialismo destruiu, com isto as condições sob as quais uma classe — a dos possuidores dos meios de produção — pode viver a custa do trabalho de outra classe — a dos homens desprovidos dos meios de produção. A implantação da propriedade social dos meios de produção impõe a igual obrigação dos cidadãos de participar no trabalho social, uma vez que somente o trabalho social constitui, sob o socialismo, fonte de existência dos homens. O trabalho, na URSS, é obrigação e questão de honra para cada cidadão capaz de trabalhar.
Pela primeira vez na história da humanidade, o regime socialista efetivou não somente a obrigação igual de trabalhar para todos os cidadãos aptos, como também o direito igual de todos os cidadãos para o trabalho. Concretizou-se, desta maneira, sob o socialismo, o sonho secular das massas trabalhadoras. O direito ao trabalho está condicionado pela propriedade social dos meios de produção, que dá a todos os cidadãos idêntico acesso ao trabalho na terra socializada, nas usinas e fábricas socializadas. O direito ao trabalho é o direito de cada membro válido da sociedade a obter um emprego garantido com um pagamento de acordo com a quantidade e a qualidade do trabalho. O direito ao trabalho está realmente assegurado pela organização socialista da economia nacional, pelo incessante crescimento das forças produtivas da sociedade, pela eliminação da possibilidade de crises econômicas e a liquidação do desemprego.
O desemprego — esta praga dos trabalhadores no capitalismo — foi liquidado na URSS, motivo por que não paira sobre o operário o perigo de ser lançado para fora da empresa e privado dos meios de existência. A liquidação do desemprego e da intranquilidade dos operários com relação ao dia de amanhã, bem como o aniquilamento do pauperismo no campo, constituíram grandes conquistas do povo soviético.
A libertação dos trabalhadores da exploração, a planificada organização do trabalho em escala social, a ininterrupta elevação do seu equipamento técnico, tudo isto cria as condições necessárias para o sistemático e rápido crescimento da produtividade do trabalho. A conquista de uma produtividade do trabalho superior a do capitalismo é uma tarefa radical da construção comunista.

Achispa

DOIS PINTORES DOIS ESTILOS - FRANÇOIS MARTIN - KAVEL e PETER WORSWICK

Painter Francois Martin-Kavel


François Martin-Kavel (Paris 1861-1931) escola francesa. Pintor de figuras, nus, paisagens,  e flores. Ele era um expositor regular no Salon des Artistes Français, da qual ele era um membro e foi premiado com uma medalha por seu trabalho em 1881.















pintor Peter Worswick


Nascido em 1960 em Blackburn, Peter Worswick é um artista autodidata .

trabalho duro e a determinação de Pedro Worswick lhe renderam uma reputação como um artista cujo
 trabalho é cada vez mais procurado. Ele ganhou vários prémios e foi recentemente feito
 Membro Honorário da "Aliança Internacional de Artistas '.
  

  
 Peter acredita na experimentação constante, porque, diz ele, o trabalho de um artista  para se manter fresco
 ele precisa constantemente novas ideias. A evolução acontece naturalmente quando você se esforça para melhorar. 








dancewithcolors.blogspot.com

VÍDEOS - UNA FURTIVA LÁCRIMA - ENRICO CARUSO - TRÊS CANÇÕES TRÊS SUCESSOS




Enrico Caruso

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Biografia

Começou a carreira em 1894, aos 21 anos de idade, na cidade natal. Recebeu as primeiras aulas de canto de Guglielmo Vergine. Atuou, entre outras óperas, na estréia de Fedora e La Fanciulla del West, do compositor italiano Giacomo Puccini. As mais famosas interpretações foram comoCanio na ópera I Pagliacci, de Leoncavallo e como Radamés, em Aida, deGiuseppe Verdi. Na metade da década de 1910 já era conhecido internacionalmente. Era constantemente contratado pelo Metropolitan de Nova Iorque, relação que persistiu até 1920. Caruso foi eternizado pelo agudo mais potente já conhecido, e por muitos considerado o melhor cantor de ópera de todos os tempos.
O compositor lírico Giacomo Puccini e o compositor de canções popularesPaolo Tosti foram seus amigos e compuseram obras especialmente para ele.
Caruso apostou na nova tecnologia de gravação de som em discos de cera e fez as primeiras 20 gravações em Milão, em 1895. Em 1903, foi para Nova Iorque e, no mesmo ano, deu início a gravações fonográficas pelaVictor Talking Machine Company, antecessora da RCA-Victor. Caruso foi um dos primeiros cantores a gravar discos em grande escala. A indústria fonográfica e o cantor tiveram uma estreita relação, que ajudou a promover comercialmente a ambos, nas duas primeiras décadas do século XX. Suas gravações foram recuperadas e, remasterizadas, encontraram o meio moderno e duradouro de divulgação de sua arte no disco compacto, CD.
O repertório de Caruso incluía cerca de sessenta óperas, a maioria delas em italiano, embora ele tenha cantado também em francês, inglês, espanhol e latim, além do dialeto napolitano, das canções populares de sua terra natal. Cantou perto de 500 canções, que variaram das tradicionais italianas até as canções populares do momento.
Sua vida foi tema de um filme norte-americano, permeado de ficção, intitulado O Grande Caruso (The Great Caruso), de 1951, com o cantor lírico Mario Lanzainterpretando Caruso. Devido ao seu conteúdo altamente ficcional, o filme foi proibido na Itália.
No filme Fitzcarraldo de Werner Herzog, com Klaus Kinski no papel de Fitzcarraldo, aparece, no início da projeção, uma entrada de Caruso na Ópera de Manaus, no Brasil, onde Caruso de fato nunca se apresentou.
Os últimos dias da sua vida são narrados de forma romantizada na canção Caruso, de Lucio Dalla (1986).

VÍDEOS








Crime do imperialismo no coração da Europa


Crime do imperialismo no coração da Europa
por Rui Namorado Rosa
"Sob a direção do imperialismo norte-americano, com a cumplicidade interesseira de parceiros europeus, mormente Alemanha e França, com o concurso subversivo de redes criminosas, e mediante sucessivas intervenções militares ilegais (aéreas e terrestres) da força bruta da NATO"
"Este ano, para «celebração» do 20.º aniversário desse trágico episódio da longa guerra de desmembramento da República Federal Socialista da Jugoslávia, o ex-presidente dos Estados Unidos da América Bill Clinton – actor, promotor e decisor à época – atravessou o Atlântico até ao coração da Europa para participar – como compungido «histórico» líder político e moral – na «comemoração» do aniversário do massacre de Srebrenica (Bosnia-Herzegovina). Cena de teatro que procura escamotear os grossos interesses e os maiores crimes, e igualmente dissimular os seus mais altos responsáveis."
"O imperialismo não respeita os povos nem a verdade. É criminoso e mentiroso."
O desmembramento da República Federal Socialista da Jugoslávia foi um objectivo continuado do imperialismo desde 1990 até à sua «conclusão» em 2008. O que fora um país soberano e insubmisso, com recursos humanos e econômicos e posicionamento invejáveis, que resistira heroicamente e se libertara da agressão nazi-fascista ao longo e até ao fim vitorioso da II Guerra Mundial, um exemplo sucedido de organização federal de um complexo xadrez sócio-cultural, foi destroçado em sete estados diferentes e naturalmente mais frágeis no plano internacional.
Sob a direção do imperialismo norte-americano, com a cumplicidade interesseira de parceiros europeus, mormente Alemanha e França, com o concurso subversivo de redes criminosas, e mediante sucessivas intervenções militares ilegais (aéreas e terrestres) da força bruta da NATO – o que sucedeu então pela primeira vez e já posteriormente à dissolução do Pacto de Varsóvia! A justificação hipocritamente propagada era «culpa» das próprias vítimas, a sua diversidade étnica e religiosa, a procura e evolução do quadro constitucional do seu país, a acomodação das respectivas diferenças.
Para iludir quem foram e são os primeiros responsáveis pelos crimes cometidos contra a ordem internacional e contra os direitos humanos, no que mais do que guerra civil foi sobretudo uma agressão militar estrangeira arquitectada e prosseguida em grande escala, foi então constituído em 1993 pela ONU um certo ad hoc Tribunal Criminal Internacional para a Antiga Jugoslávia para julgar, não os agressores externos e o consequente aniquilamento da soberania de um estado membro da ONU, mas antes as partes nos diferendos internos – sinistra ironia. Depois, também para iludir o que de mais relevante esteve e está em causa, repetem-se rituais de evocar, louvar ou achincalhar atores ou incidentes internos daquele país.
Este ano, para «celebração» do 20.º aniversário desse trágico episódio da longa guerra de desmembramento da República Federal Socialista da Jugoslávia, o ex-presidente dos Estados Unidos da América Bill Clinton – actor, promotor e decisor à época – atravessou o Atlântico até ao coração da Europa para participar – como compungido «histórico» líder político e moral – na «comemoração» do aniversário do massacre de Srebrenica (Bosnia-Herzegovina). Cena de teatro que procura escamotear os grossos interesses e os maiores crimes, e igualmente dissimular os seus mais altos responsáveis.
Sete estados ocupam agora a área da antiga Jugoslávia; destes, Eslovénia, Croácia e Sérvia mantêm economias viáveis, sendo Alemanha, Itália e Áustria os seus principais parceiros comerciais na Europa, laços de circunstância geográfica e que remontam a antecedentes históricos; pelo contrário, Macedónia, Montenegro e Kosovo têm dimensão económica irrelevante – alvos vulneráveis úteis como paraísos fiscais, entrepostos militares e espionagem, esconderijo de criminosos. Hoje, o campo Bondsteel no Kosovo é a maior base construída pelos EUA desde a Guerra do Vietname; 500 hectares «apropriados» em 1999, aquando da «libertação do Kosovo», junto à fronteira com a República da Macedónia, chave e cancela do imperialismo norte-americano no coração da Europa.
O imperialismo não respeita os povos nem a verdade. É criminoso e mentiroso.
Fonte: Avante

Mãe vê filho desaparecido em Portugal num jogo do Chelsea


 O escocês Jon Anderson Edwards desapareceu há 11 meses quando trabalhava em Lagos, no Algarve. A mãe diz tê-lo visto num jogo do Chelsea em Stamford Bridge e pede ajuda para encontrá-lo.
 

Adepto que poderá ser jovem desaparecido

Lesley Edwards, de 54 anos, acredita ter visto o seu filho, de 31 anos, entre os adeptos do Chelsea que assistiram ao jogo de pré-temporada em Stamford Bridge, frente ao Fiorentina, na passada quarta-feira (italianos venceram por 1-0).
Jon Anderson Edwards desapareceu em setembro de 2014 em Lagos, Algarve, Portugal, para onde viajou para procurar emprego e na altura trabalhava como cozinheiro.
As autoridades portuguesas e britânicas fizeram buscas para tentar localizar o paradeiro do jovem, natural de Arbroath, Escócia, mas sem qualquer resultado.
"Meu Deus, parece o John", disse a mãe ao ver a fotografia dos adeptos do Chelsea que um amigo lhe mostrou. "O meu coração saltou e quase não dormi" a noite passada, disse ao Mirror Online. "Mesmo que consigamos ter informações que nos permitam descartar esta possibilidade pelo menos avançamos, mas se não é ele é um duplo dele", acrescentou.
A mãe, que procura o filho há 11 meses, pede agora ajuda a quem possa identificar o jovem que parece ser Jon Anderson Edwards e o apelo já foi partilhado mais de 1500 vezes na rede social Facebook.
"Ele saiu numa sexta-feira à noite e sofreu uma queda, queixando-se mais tarde de que estava a sentir-se mal e com tonturas", explica a mãe no apelo. Depois "desapareceu sem levar o telemóvel, roupas ou passaporte".
"Estamos a contactar o clube e a polícia para tentar esclarecer esta pista mas esperamos que alguém que tenha estado no jogo e o reconheça nos possa ajudar", sublinha

Irmã de Osama bin Laden morre em acidente de avião com suspeitas de atentado



A irmã do falecido líder da Al Qaeda Osama bin Laden morreu  na passada sexta-feira com seu marido e sua mãe quando o avião particular  caiu no sul da Inglaterra disse a  cadeia de televisão saudita Al-Arabiya .  

Segundo varias fontes privados o jacto foi derrubado por um míssil num atentado contra a vida de Sana Bin Laden que faria testemunhos sobre a invasão do Iraque
O Embraer Phenom 300 com quatro pessoas a bordo, incluindo um piloto da Jordânia, voou do aeroporto de Milão Malpensa ao Blackbushe, no sul da Inglaterra, quando embateu  num centro de leilões de automóveis. 
Al-Arabiya identificou os três passageiros como Sana'Mohamed bin Laden, Hashem e seu marido mãe de Zuhair Sana, Raja 'Hashem.
A família Bin Laden é uma das mais importantes nas  dinastias empresariais do reino da Arábia Saudita.
Um porta-voz da polícia britânica confirmou à Reuters na sexta-feira que havia quatro pessoas no avião no momento do acidente, mas não revelou suas identidades.
Sem identificar as vítimas, o embaixador saudita na Grã-Bretanha ofereceu condolências à família bin Laden através da conta de Twitter da embaixada e disse que a embaixada estava trabalhando com as autoridades locais para investigar e organizar o incidente e preparando a rápida transferência dos corpos para serem sepultados na Arábia Saudita.
  



VÍDEOS - VEJAM COMO SÃO FEITAS AS MAQUILHAGENS EM CINEMA

CONFIRA VÍDEOS DE COMO SÃO FEITAS AS INCRÍVEIS MAQUIAGENS DO CINEMAIKE

Vemos o tamanho da importância da maquilhagem no cinema, quando nos deparamos com grandes transformações. O actor, pode ficar novo, velho, monstruoso.. não há limites para a maquilhagem, ela faz com que o personagens se tornem reais.  Nós só admiramos depois de pronto, e nem imaginamos o longo processo de composição.
Felizmente ou infelizmente, a cada dia técnicas mais avançadas nascem e o CGI (computação gráfica) desaparece com outras. Com o avanço da tecnologia traços e movimentos são capturados por computação gráfica e o trabalho do maquilhadores artísticos vai ficando no passado.
Separamos alguns vídeos que mostram como são feitas as maquilhagens transformadoras da telona. 
Em “O Planeta dos Macacos” de 1968, vemos o primórdio da maquilhagem. As Técnicas ainda eram grosseiras e os efeitos, não eram de boa qualidade. Mas para a época, era uma revolução.
Em um programa do Discovery Channel, mostra a maquilhagem desde o início, moldes, produtos e por último a montagem e caracterização no rosto da actriz.
A atriz Rebecca Romijn passava umas 8 horas, fazendo a caracterização de Mistica em “X- Men”, entre próteses e pinturas.
Essa super produção de cinema, se estende para as séries de tv, como no vídeo, que mostra a caracterização de uma personagem de “American Horror Story”.