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domingo, 2 de agosto de 2015

ALGARVE - O “Café Calcinha” de Loulé, integra a Lista dos Cafés com História

O “Café Calcinha” de Loulé, integra a Lista dos Cafés com História

Nicola em Lisboa
Café Nicola – Lisboa
Café Calcinha 1934
Café Calcinha – Loulé
Cafe-Majestic-Porto
Café Majestic – Porto
Em 2014 foi lançada em Coimbra no Café Santa Cruz “ A rota dos Cafés com história em Portugal “.
Reunindo mais de duas dezenas de cafés históricos, a rota pretende “preservar e divulgar o património” constituído por cafés que, pela sua história e características, se assumem frequentemente como “âncoras” das zonas ou mesmo das cidades ou vilas em que se localizam.
A ‘Rota dos Cafés com História de Portugal’ também quer contribuir para a preservação deste tipo de estabelecimentos ou promover a sua reabilitação ou criar novos cafés em espaços e conferir-lhes o ambiente que os tornam “históricos” e “diferentes”.
Posteriormente, será editada uma edição na qual, além das fotografias também será contada a história e as histórias de cada estabelecimento, revelou Vítor Marques, sublinhando que os cafés da nova Rota também estarão online tendo já sido lançado o projecto no Facebook.
Estes cafés são “depositários de décadas, por vezes séculos, de hábitos, gostos, convívios, vivências de gerações”, defende Rodrigo Silva, do Café São Gonçalo, de Amarante, que foi frequentado por figuras como o escritor e poeta Teixeira de Pascoaes (que dedicou um poema ao próprio café), os pintores Mário Cesariny e Cruzeiro Seixas ou os militares Mário Delgado e Sousa e Castro, que ali conspiraram.
Entre muitos outros, integram a Rota a Versailles, Martinho da Arcada, Brasileira do Chiado, Nicola, Bérnard, Pastéis de Belém e Confeitaria Nacional, de Lisboa, o Milenário e o Teto de Mercúrio (Guimarães), o Brasileira e o Vianna (Braga), a Pastelaria Gomes (Vila Real), o Aviz e o Piolho (Porto), o Paraíso (Tomar), o Alentejano (Portalegre), o Cadeia Quinhentista (Estremoz), o Arcada (Évora) e o Calcinha (Loulé).

FONTE : “LUSA” – Jornal Público -
www.louletania.com

SAIBA MAIS SOBRE A FAMOSA MARCA HUGO BOSS - HUGO BOSS O ALFAIATE DE HITLER


HUGO BOSS
Hugo Ferdinand Boss nasceu dia 8 de julho de 1885 e nem pensava em ser um dos grandes nomes no mundo da moda. Hugo Boss começou sua carreira como um simples alfaiate. Após a Primeira Grande Guerra, aos 33 anos de idade, ele fundou sua própria confecção em Metzingen(1923). Nesta época, a produção contava apenas com 30 funcionários. Faleceu em 1948, em Metzingen, sua cidade natal com 63 anos.

Hugo Ferdinand Boss
alfaiate alemão, abriu a sua pequena empresa em 1923 com o objetivo de fabricar roupas para trabalhadores. Os seus planos quase que não deram certo com o inicio de uma crise na Alemanha no periodo da Primeira Guerra Mundial.

Hugo Boss durante a Alemanha Nazista confeccionou as roupas para SS entre 1933 e o final da Segunda Guerra Mundial. Além disso, era afiliado ao partido nazista. Hugo Boss faleceu em 1948.

Fato - O passado nebuloso

O empresário, após o término da guerra, foi tachado de “oportunista do Terceiro Reich“, multado em 80 mil marcos, e privado de seus direitos civis. “A fábrica de roupas fundada pelo senhor Hugo Boss produziu roupas de trabalho e achamos que também uniformes da SS. Até agora, nós não temos arquivos na companhia e nós estamos tentando descobrir o que aconteceu“, declarou Monika Steilen, porta-voz da empresa, em 1997, quando a notícia foi divulgada por uma revista austríaca.

A outra marca que foi instituída é a Baldessarini. O nome veio do designer italiano, que produziu fatos de alta qualidade para Hugo Boss. Esta linha de vestuário foi o homem destinado a executivos, que poderiam pagar mais por seus ternos. Estes fatos de alta qualidade foram criados com alta qualidade de tecidos italianos. Foi quando a empresa foi adquirida pelo grupo de moda italiano Marzotto.


Fornecedor exclusivo dos uniformes negros das SS (Schutzstaffel), da Juventude Hitlerista e de outras agremiações nazistas (sempre muito preocupadas com a elegância), ganhou milhões entre 1934 e 1945 e para dar conta das encomendas, a solução foi apelar para a mão de obra - compreensivelmente baratíssima – dos prisioneiros de guerra.

De início, paralelamente à fabricação de uniformes, que era compartilhada com outras alfaiatarias, a Hugo Boss também produzia roupas normais para trabalhadores e camisas. 
Em 1938, a situação mudou com o reinício do recrutamento militar na Alemanha. O foco passou a ser exclusivamente a confecção de uniformes para as forças nazistas. 

A empresa chegou a contar com 300 funcionários nesta época. Como era difícil encontrar mão de obra durante a guerra, a fábrica se beneficiou de 140 trabalhadores forçados, à maioria deles, mulheres. Outros 40 prisioneiros de guerra franceses trabalharam para a Hugo Boss de outubro de 1940 a abril de 1941.

Após a Segunda Guerra Mundial, Hugo Ferdinand Boss foi processado e multado por sua participação no nazismo.

Durante o período de desnazificação, com o fim do regime, em 1945, Boss foi considerado como "responsável". Apesar disso, ele foi autorizado a continuar tocando sua fábrica. Mas, não viveu tempo suficiente para ver sua empresa virar uma grife mundialmente famosa, morrendo aos 63 anos.

Sinônimo de elegância e luxo, a HUGO BOSS é um produto “Made in Germany” altamente respeitado no mundo da moda. No entanto, a tradicional marca alemã carrega um passado de envolvimento nazista. Hugo Ferdinand Boss teve uma relação muito estreita com o nazismo. Em 1931 se filiou ao Partido Nacional-Socialista (NSDAP), de Adolf Hitler. 

Antes e durante a Segunda Guerra Mundial, a empresa desenhou e produziu uniformes de tropas e oficiais da Wehrmacht e SS. Além disso, a empresa foi acusada de usar mão-de-obra forçada, onde os trabalhadores tinham uma carga diária de 12 horas, com um curto período de intervalo. 

Simplificação grosseira:
Após a derrota do III Reich, foi levado aos tribunais mas pegou penas brandas, condenado a indenizar as famílias dos trabalhadores forçados.

Mais detalhes da marca:
Em 1993, os dois netos de Hugo Boss, que fez a empresa e sua linha de roupas masculinas de alta qualidade, aposentaram-se. Sessenta e quatro por cento das ações foram vendidas a Leyton House.
Na primeira marca criada, Hugo, era dirigida para homens mais jovens. Esta linha de roupas foi mais chique que o adapte às originais e ao custo do consumidor, bem menor. Em 1998, com o lançamento da Hugo Woman, pela primeira vez a marca criou peças para o público feminino.

No início dos anos de 1990 a coleção cresceu e surgiram camisas, gravatas, malhas e casacos de pele. Além das roupas, também os cosméticos, óculos e perfumes passaram a fazer parte do catálogo da marca alemã.

A Hugo Boss recuperou prestígio e os resultados financeiros de 2010 e 2011 foram record para a marca.

PASSADO NAZI:
A marca alemã Hugo Boss emitiu um pedido formal de desculpas dia 22 de setembro de 2011, por ter usado mão de obra escrava na produção de uniformes nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. No comunicado, a empresa expressa o seu profundo pesar às vítimas que sofreram na fábrica dirigida por Hugo Ferdinand. “Nós nunca escondemos nada e sempre buscamos trazer clareza ao que aconteceu no passado. É nossa responsabilidade com a empresa, com nossos funcionários, nossos clientes e com todos os interessados na história da Hugo Boss.”
O pedido de desculpas foi realizado após o lançamento de um novo livro que revela a ligação do estilista alemão com o nazismo. Segundo a publicação, Hugo Boss, não somente era o estilista preferido de Hitler como também um fervoroso adepto do partido nazista.

OUTROS PASSADOS:
A Hugo Boss não é a única empresa a encomendar estudos independentes para resgatar os laços com o nazismo no passado. Em 2011 também, a Quandts, família de industriais e acionistas majoritárias da BMW, quebrou seu silêncio. Ela admitiu ter feito uso de milhares de trabalhadores forçados e de terem fechado vários negócios com o governo nazista.
Em 1999, Deutsche Bank encomendou uma investigação interna sobre as práticas de empréstimo da companhia durante o período nazista. Foi revelado que créditos do banco foram usados para erguer o campo de concentração de Auschwitz.

O Ministério alemão de Assuntos Estrangeiros também fez uma busca sobre seu passado e descobriu que muitos de seus diplomatas dos anos 1950 e 1960 tiveram passado nazista.

Segundo estudos, cerca de 90% das empresas alemãs se beneficiaram do trabalho escravo ou semiescravo durante a Segunda Guerra Mundial. Calcula-se que no final de 1944 havia, em toda a Alemanha, 7,7 milhões de trabalhadores forçados em todo o país.

Para compensar as vítimas, o governo alemão estabeleceu um fundo de reparação no final dos anos 1990. Empresas com passado nazista disponibilizaram recursos para o fundo, entre elas a Hugo Boss.
A marca no mundo

Os produtos da HUGO BOSS, como coleções de roupas, óculos, perfumes, sapatos e relógios, divididos em três sub-marcas principais, estão disponíveis em 124 países através de 1.500 lojas da grife (somadas as unidades próprias, franqueadas e parcerias) e em mais de 5 mil lojas de departamento e multimarcas. Aproximadamente 62% de suas vendas são geradas no continente Europeu, com a América respondendo por outros 22%. 

A linha BOSS BLACK corresponde a 68% do faturamento da empresa alemã. Os produtos da marca são fabricados em vários locais, como por exemplo, em Izmir na Turquia (sua fábrica mais importante); Radom na Polônia (sapatos); Morrovalle na Itália (sapatos e artigos de couro); Cleveland nos Estados Unidos (ternos); e Metzingen na Alemanha.


Pesquisa/Montagem e Edição de texto e foto: JF Hyppólito
oblogdojf.blogspot.com.br

TWIST A DANÇA DOS ANOS 60




Em 1959,  Hank Ballard, compôs uma música chamada The Twist e daí se extraiu uma dança um tanto quanto estranha na Flórida. Na altura era uma dança um pouco popular entre os jovens da época, mas ridiculamente desconhecida. 


Hank Ballard, então, produziu um compacto com essa música, mas o problema foi que ninguém gostou dessa música, então o compacto passou despercebido, não teve tanto sucesso. Ele fez até alguns shows, mas realmente ninguém gostou da música, principalmente da dança.

Foi aí que em 1960 que essa maravilhosa música e estupenda dança chegou aos olhos e ouvidos de Dick Clark.Ele ficou extremamente interessado, com isso e procurou o mais rápido possível por um cantor que quisesse regravar a música. 



Ele encontrou o cantor Chubby Checker, que logo de início não mostrou interesse algum pela música e logo de caras disse que seria uma catástrofe, mas ele se enganou, a música fez sucesso, um espectacular e estrondoso sucesso, com isso, ele começou ir a programas de televisões e apresentou a dança que foi maravilhosamente recebida, por incrível que pareça. Por mais que não tenham gostado da maneira que Hank Ballard tinha apresentado todos gostaram da maneira que Chubby Checker a cantou e  dançou.  Sim a dança  e a música viraram um estupendo sucesso e êxito nos anos 60 que atingiu o topo na Billboard Hot 100.

Mas, a dança já foi designada como imprópria. Foi designada sabe por quem? Pela Igreja Católica.

A dança em si, é extremamente fácil, mas por acharem muito fácil, as pessoas dançam de qualquer maneira e depois vão ao médico com dores nas costas e joelhos. Por incrível que pareça isso foi uma coisa que ocorreu muito na época, pois as pessoas dançavam de uma maneira própria e acabavam se dando mal, por essa questão de depois de dançar ficar com dores, o mais recomendado é fazer alongamentos antes e depois da dança, mas claro, o melhor é você procurar dançar da maneira certa e agradável, que nunca ficará com dores.


Os princípios básicos do TWIST são simples: uma rotação com as pernas juntas e flexionadas com o peso apoiado em uma parte do pé, nos balanços do corpo para frente e para trás e no movimento dos braços contrários ao movimento dos quadris e das pernas.

Outra coisa que revolucionou na dança, foi que a partir dessa dança, as pessoas poderiam dançar sozinhas, as mulheres não precisavam mais esperar serem convidadas para dançar e cada pessoa poderia mostrar suas habilidades na tal dança.


Finalizando o Twist foi uma dança que participou, revolucionou e influenciou muito no cenário artístico do mundo, não só na área de dança, mas até na moda, pois foram criadas certas calças, saias e camisas, para que dessem um ar mais vibrante aos nossos olhos quando víssemos uma pessoa dançando Twist. 

E também, influenciou na parte de educação física, pois não era qualquer um que conseguia dançar o twist, tinha que ter bom condicionamento físico, com isso, muitas pessoas se preocuparam com o seu físico para poderem fazer seus pequenos passinhos de dança no twist. 

Muitas pessoas usavam o twist como um meio de emagrecer, pois trabalhava uma boa parte do corpo (pernas e quadris)

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:) O CIDADÃO VULGAR NÃO PODE COMPRAR UMA BASUKA PELO MENOS NAS LOJAS - LA Apenas Baniu armas de grande capacidade

LA Apenas Baniu armas de grande capacidade 




Foto via Wikimedia Commons
uma loja de armas na terra do tio Sam
O Conselho Municipal de Los Angeles votou hoje a proibição de armas de fogo que possuem mais de dez rodadas de munição.
Já é ilegal na Califórnia  fabricar, vender ou importar armas de grande capacidade  mas que não é ilegal possuí-las. Legisladores em LA vêm tentando fechar essa brecha há perto de dois anos, culminando na votação de hoje. Los Angeles residentes terão 60 dias após a portaria entra em vigor para remover,  ou legalmente vender suas armas de grande capacidade, ou encargos rosto de contravenção.
O decreto-lei isenta os agentes policiais em serviço, os proprietários de armas militares, traficantes de armas de fogo licenciados, e aqueles que legalmente tenham obtido as há mais de 15 anos atrás. O sindicato que representa a polícia de Los Angeles também está esperando para obter uma isenção para os policiais aposentados.

EUA - Se inicia marcha de 40 días hasta Washington contra el racismo

Se inicia marcha de 40 días hasta Washington contra el racismo

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La marcha comienza apenas unos días antes del primer aniversario de la muerte de un joven afroamericano a manos de un policía blanco en Ferguson (Misuri), el 9 de agosto de 2014, que estuvo seguida por otros casos similares en varios puntos del país y despertó un debate sobre la brutalidad policial contra las minorías, reporta telesur.
El objetivo es llamar la atención sobre las injusticias raciales y reclamar cambios rotundos en las políticas de derecho al voto, educación y empleo.
Este sábado, activistas por los derechos de los afroamericanos iniciaron la marcha de 40 días hasta Washington, con el fin de llamar la atención sobre las injusticias raciales y reclamar cambios rotundos en las políticas de derecho al voto, educación y empleo, además de directrices sobre el uso de la fuerza policial.
Con un acto formal dieron inicio a la marcha en Selma (Alabama) frente al puente Edmund Pettus, el mismo lugar donde hace 50 años, en marzo de 1965, decenas de activistas afroamericanos fueron duramente reprimidos por la policía en el llamado “Domingo Sangriento”.
La llamada “Travesía por la Justicia” (“Journey for Justice”) recorrerá a pie más de mil 380 kilómetros a través de cinco estados del sur de Estados Unidos hasta llegar a la capital, y está organizada por la principal asociación del país para la defensa de los derechos de los afroamericanos, la NAACP.
Los activistas atravesarán los estados de Alabama, Georgia, Carolina del Sur, Carolina del Norte y Virginia, para llegar el próximo 11 de septiembre a Washington, informó la NAACP (siglas en inglés de Asociación Nacional para el Avance de los Pueblos de Color).
El organizador de NAACP para la región del suroeste, Quincy Bates, expresó que marchan por sus vidas, sus votos,empleos y escuelas. “Pedimos reformas políticas reales y necesitamos el apoyo de todo el país”.
La declaración de intenciones de la marcha precisa lo siguiente “Pedimos que el Congreso restaure, fortalezca e impulse la Ley del Derecho al Voto de 1965 con la adopción de una Ley de Avances en el Derecho al Voto”.
De igual manera piden “acción federal para asegurar que cada estudiante tiene acceso a una educación segura y de calidad, independientemente de donde resida o los ingresos de su hogar”, y la aprobación de medidas para elevar el salario mínimo y “priorizar la creación de empleo y la formación laboral”.
Los manifestantes reclaman la creación de “estándares nacionales sobre el uso de la fuerza para todos los agentes de seguridad” y la aprobación de una ley contra las prácticas policiales que persiguen a unas personas u otras en función de su raza.
periodicodigitalwebguerrillero.blogspot.pt


MILHARES DESFILAM EM ISRAEL CONTRA ASSASSINATO DE CRIANÇA - Miles de personas se manifiestan en Israel contra el terrorismo judío


Miles de personas se concentraron este sábado en ciudades como Tel Aviv, Haifa y Jerusalén para expresar su repulsa a la violencia y exigir al Gobierno de Benjamín Netanyahu el fin de la instigación extremista, tras dos días de ataques contra la comunidad gay y la familia palestina Darawsha, que han conmocionado al país.


En la madrugada del viernes un bebé palestino murió y otros tres miembros de la misma familia resultaron heridos críticos en un incendio premeditado contra una vivienda en la localidad cisjordana de Duma y atribuido, según todas las sospechas, a radicales judíos. El suceso se producía pocas horas después de que el jueves seis participantes en la marcha del orgullo gay en Jerusalén resultaran heridos al ser apuñalados por un judío ultraortodoxo que había salido de prisión recientemente tras cumplir una pena por un ataque similar hace una década.
La mayor de estas concentraciones tuvo lugar en Tel Aviv, convocada por la organización pacifista Paz Ahora (Shalom Ajshav), en la que se dieron cita miles de personas que abarrotaron la céntrica plaza Rabín poco antes de concluir la jornada sabática. Bajo el eslogan de “el odio asesina”, los asistentes portaban banderas y pancartas en las que se leía “La incitación de la derecha asesina”, “Este es el precio del terrorismo” o “Cuando no hay paz, viene la guerra”.
En la concentración se guardó un minuto de silencio para recordar al bebé Alí Darawsha, muerto el viernes, mientras su hermano de 4 años se debate entre la vida y la muerte, según dijeron hoy médicos del hospital Shiva, próximo a Tel Aviv, donde también se encuentra ingresada la madre, mientras que el padre se encuentra en otro hospital de Beersheva (sur de Israel).
El jefe de la oposición israelí y líder laborista, Isaac Herzog, calificó los hechos de “pogromo judío” y aseguró: “Lloramos por el bebé y lloramos por la familia y rezamos al dios que todos compartimos. El terrorismo es terrorismo y punto. Los terroristas son terroristas y punto. Tiendo la mano al pueblo palestino y a sus dirigentes (…) y les pido que hagamos la paz”.
“Si yo estuviera en la posición del primer ministro le diría al Shabak (servicio de Inteligencia interno) y los organismos de seguridad que luchen contra el terrorismo judío como lo hacen con el islamista”, prosiguió. La dirigente del partido de pacifista de izquierdas Meretz, Zehava Galón, coincidió en que lo ocurrido era obra del “terrorismo judío, el Estado Isámico (EI) judío”.
El discurso más emotivo del evento fue el pronunciado por Nasser Dawasha, tío del bebé fallecido, recibido con aplausos y que causó profunda conmoción al describir el incidente y narrar como Rihan, la madre del pequeño, “vio como su bebé se quemaba sin poder hacer nada para salvarle” y pedir al gobierno de Israel que “el suceso de Duma no vuelva a ocurrir”.
“Somos un pueblo bajo ocupación, queremos que den con los responsables y les lleven ante la Justicia. Queremos seguridad para Duma y todas las aldeas palestinas”, dijo antes de agradecer las muestras de apoyo recibidas. “Antes de Ali también estuvo Mohamed Abu Jdeir (el adolescente palestino raptado y asesinado hace un año por tres radicales judíos), y no sabemos quién será la próxima víctima”, dijo.
“La instigación a la violencia comienza por el Gobierno, el primer ministro que dice que los árabes van en masa a las urnas, el de Educación que apoya a los delincuentes que atacan a soldados, rabinos que escriben libros que dicen porqué hay que matar a árabes”, dijo a Efe Dafna Shajar, una participante en Tel Aviv con una bandera del arcoiris al hombro.
En paralelo se produjo otra concentración en el parque Meir de esta ciudad en protesta por el apuñalamiento en Jerusalén, que conmemoró otro ataque ocurrido hace seis años contra un centro juvenil de la comunidad gay de Tel Aviv en el que murieron dos jóvenes y una quincena resultaron heridos. Entre los oradores intervino el expresidente israelí Simón Peres, quien aseguró: “Nos hemos concentrado aquí para salir a una guerra de Independencia. La independencia de Israel de la enfermedad”.
El centro de Haifa se concentraron medio millar de personas bajo el eslogan “Contra los crímenes de la ocupación” y “Haifa indignada con orgullo”, la plaza Sión de Jerusalén albergó otra manifestación a la que acudieron más de mil personas. En esta última el principal orador fue el presidente israelí, Reuvén Rivlin, que dijo “Las llamas se están extendiendo por nuestra tierra, llamas de violencia, de odio de falsedad, creencias distorsionadas y retorcidas. Llamas que conducen al derramamiento de sangre en nombre de la Torah, de la ley, la moralidad y en el nombre del amor a la tierra de Israel”.
EFE

E SE OS COLOCÁSSEMOS EM ÓRBITA!?

E SE OS COLOCÁSSEMOS EM ÓRBITA!?

CARTA DE MARINHEIRO
«…da valorização da pesca à promoção da aquacultura, da liderança na biotecnologia azul ou nas energias renováveis oceânicas, à possibilidade de todos os alunos do ensino obrigatório obterem progressivamente a carta de marinheiro.»
[Do «Programa eleitoral Coligação Portugal à Frente PSD/CDS» p.64]
Mantem-se um cheirinho a peixe podre na cartada dos submarinos por estes dois marinheiros de águas turvas no lamaçal do BES. O programa que nos apresentam tresanda a fénico, mas a publicidade na TV para o conseguir vender está garantida.
E os nossos jovens com a carta de marinheiro, seguindo a rota dos seus egrégios avós, irão à descoberta de outras paragens, e se não as encontrarem pelo menos fazem baixar nas estatísticas o número de desempregados.

FLASH DO CASAMENTO DA ALTA ! (VÍDEO)





VÍDEO

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AS MODERNICES PARA GASTAR A NOTA ! Vai à praia? Veja se encontra estas 10 tendências

Vai à praia? Veja se encontra estas 10 tendências

As bolas de Berlim mantêm-se e as geleiras também, mas o surf anda a sofrer ligeiras declinações, assim como a cerveja. Saiba o que fazer para estar na crista da moda de praia.
Valery Hache/AFP/Getty Images
Autor
  • Catarina Moura

    1. Stand up paddle

    Tal como Cristo a caminhar sobre as águas, também os veraneantes andam a ver o areal de cima do mar. O stand up paddle (SUP) pratica-se de pé, com um remo na mão e em cima de uma prancha aparentemente semelhante à de surf. Inventado no Havai, dizem os praticantes e as escolas que pode ser feito por qualquer pessoa, com ou sem prática habitual de exercício físico. Pode passear-se em águas calmas ou dominar umas ondas e ainda pode servir de tapete de yoga — o paddle yoga está a ganhar adeptos sobretudo no Algarve.
    Alunos praticam yoga em pranchas de paddle surf, desafio inovador para a época de verão, em Alvor, Portimão, 13 de julho de 2015. (ACOMPANHA TEXTO) LUÍS FORRA/LUSA
    Alunos a praticarem paddle yoga na praia do Alvor, em Portimão. © Luís Forra/ Lusa

    2. Biquínis criativos

    O único problema vão ser as marcas onde não apanhou sol a fazer desenhos corpo fora. Desde os fatos de banho a fazer lembrar as estrelas de Hollywood dos anos 50 aos triquínis cheios de fitas a unir o soutien às cuecas, a roupa de ir a banhos tem perdido o lado funcional de possibilitar um bronzeado na maior área de pele possível, para se tornar criativa e surpreendente, dando até para usar fora da praia. Este é da marca portuguesa Bohemian Swimwear e já dá para perceber a ideia do adeus aos clássicos triângulos.
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    © Bohemian Swimwear

    3. Dad bod

    Acabaram os dias de privação e exercícios para entrar em ponto de betão. Pelo menos para os homens. O dad bod é o corpo que apresenta um compromisso entre a barriga de cerveja e a vaga presença de exercício físico. Com Leonardo DiCaprio ou Adam Sandler como exemplos, rapidamente este estilo foi convertido em moda, e se lhe juntar uma outra, a do lumbersexual, não vai precisar de fazer nada durante as férias: beba cerveja, não faça a barba uma única vez, entregue-se à inatividade. E as senhoras? Tal como os direitos civis tardaram para as mulheres, o look dad bod no feminino (mom bod?) ainda não se tornou moda.

    4. Almofadas

    Talvez lembre com saudade o ritual de chegar à praia, encher o peito de ar e soprar para dentro de um almofadinha de plástico que tinha frequentemente o nome de um remédio ou de uma marca de tintas. Agora já não precisa de repousar a cabeça na publicidade: há diversas marcas portuguesas a comercializar almofadas impermeáveis, com enchimento e padrões divertidos. Com um cordão na ponta, podem ir ao ombro, que nem um acessório de moda. Em alternativa, faça um montinho de areia personalizado, à medida da sua cabeça.
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    Uma das almofadas da marca portuguesa Caia. © Caia

    5. Tatuagens douradas que nem joias 

    Se não vai à água nem de aliança faça uma tatuagem destas: temporárias, em dourado ou prateado, muitas vezes a imitar joias. Fazem sucesso nas redes sociais e em fotos de festivais como o de Coachella, ou até no Instagram de Beyoncé ou Rihanna. Tal como as outras que apareciam nas batatas fritas, estas vêm num papel que se encosta à pele e se molha, e a partir daí aguentam-se entre quatro a seis dias, na maioria das marcas.

    6. Espreguiçadeiras que se levam ao ombro

    Há uma maneira de carregar uma toalha e uma chaise longue ao mesmo tempo, a caminho da praia e sem deixar cair tudo o resto. A marca portuguesa Origama desenvolveu um desenho que está a conquistar as praias ibéricas: duas estacas que se enterram na areia e onde se encaixa a ponta da toalha. Tudo isto é transportado ao ombro, embrulhado num rolo.
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    As toalhas são de fabrico português e custam 44,90€. © Origama

    7. O surf que salva

    Em certas praias é fácil enterrar o chapéu e ver logo no mar uma fila de pontos pretos à espera da próxima onda. A prática do surf em Portugal é uma tradição e não é de hoje que o país está nos circuitos internacionais. O projeto Surf Salva, promovido pelo Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) pela segunda vez, está a dar formação a estes desportistas para que consigam participar no salvamento de pessoas no mar sem que coloquem a sua vida em risco.

    8. “Kaftan”, o vestido do oriente

    Tecidos leves, fluidos, a esvoaçar com o vento, padronizados ou lisos. Os kaftans não custam nada a vestir, são frescos e estão de volta (também fora da praia). Compridos ou curtos, a marcar a cintura ou largos, sugerem mais do que mostram e são versáteis. A provar isso mesmo, Kim Kardashian usou um no Dubai com uns Louboutin de plataformas ostensivas para andar de camelo.

    nota de António Garrochinho:julguei não ser ela ! nunca a tinha visto vestida :) foi só piada pois é um bom torrão

    9. Cervejas como refrescos

    Beber uma cerveja no bar da praia está a ganhar nuances. As duas principais marcas portuguesas de cerveja têm apostado em misturas com outros aromas que promovem normalmente como mais refrescantes: a Sagres tem a Radler limão, lima-gengibre e a nova lima-maçã verde, para além da Radler limão sem álcool; a Super Bock Green é também uma cerveja com aroma a limão e há ainda a Super Bock Mix Caipirinha, que junta cerveja, cachaça e lima. Para alguns destes casos vale a pena recomendar cuidado: com um sabor mais leve e adocicado podem parecer refrescos.

    10. Muito chapéu ou pouco chapéu

    Se é uma estrela de cinema internacional e está a fugir dos paparazzi, esconda a cara numa capeline. Se não é, esconda também. Para além de elegantes e intemporais, as capelinessão eficazes a proteger a cara do sol e até mesmo os ombros e o peito se as abas forem mesmo exageradas. Em oposição, mas também na moda, estão os turbantes. Dão um ar mais exótico e, apesar de não lhe esconderem a cara das câmaras fotográficas, mantêm o cabelo no lugar. Este é da portuguesaHead-Ji.
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    © Head-Ji