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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Coligação propõe que funcionários públicos trabalhem além dos 70 anos


O programa eleitoral apresentado hoje pela coligação Portugal à Frente (PSD/CDS) propõe que os trabalhadores da função pública possam trabalhar, se o desejarem, para lá dos 70 anos, tal como acontece no setor privado.

Global Imagens
A medida faz parte do programa eleitoral apresentado em Lisboa pelo líder do CDS, Paulo Portas, e pelo líder do PSD, Pedro Passos Coelho e insere-se num conjunto de medidas que têm como finalidade promover o envelhecimento ativo da população.
De forma a facilitar o prolongamento da vida laboral "de forma voluntária", a coligação Portugal à Frente propõe "equiparar o regime do sector privado, em que é permitido a quem o pretender, continuar a trabalhar depois dos 70 anos, ao sector público, onde esta possibilidade está totalmente vedada", lê-se no documento.
Para além desta medida, a coligação propõe ainda a criação de um regime de reforma a tempo parcial como forma a estimular o envelhecimento ativo e, assim, atenuar o impacto da entrada na reforma.
"Será criado um mecanismo que permita moldar o ritmo da reforma pela combinação de soluções de reforma parcial e de reforma gradual - por exemplo, 25%, 50% e 75% - introduzindo liberdade de escolha na esfera da decisão individual e coletiva e flexibilidade no mercado de trabalho", especifica-se no documento.
O Presidente da República marcou as legislativas para 04 de outubro e apelo a uma campanha eleitoral serena e com elevação, considerando que, no momento que Portugal atravessa, é essencial preservar "pontes de diálogo" entre os partidos.

Grécia avisa que poderá ter mesmo de sair do euro - Alexis Tsipras anunciou que, se no final do ano não houver um novo perdão parcial da dívida, o país terá de regressar a uma moeda própria.

Alexis Tsipras anunciou que, se no final do ano não houver um novo perdão parcial da dívida, o país terá de regressar a uma moeda própria.

O Primeiro-Ministro Alexis Tsipras anunciou que, se no final do ano não houver um novo perdão parcial da dívida, o país terá de regressar a uma moeda própria.

No último relatório sobre a Grécia o Fundo Monetário Internacional alertava para a necessidade duma reestruturação significativa da dívida.

Agora, de viva voz, a directora geral do FMI volta a insistir na ideia.
Christine Lagarde só não explica se o alívio também se aplica ao Fundo que dirige ou será apenas suportado p'los credores europeus.

O FMI fala em alívio mas o que o primeiro ministro grego quer é um perdão parcial da dívida, e até marcou um prazo.

Alexis Tsipras diz que Novembro será a altura ideal, quando for feita a primeira avaliação dos compromissos do resgate.

Se isso não acontecer, Tsipras avisa que a Grécia terá de sair da zona euro - um cenário partilhado por muitos gregos.

CLIQUE NO LINK A AZUL PARA VER O VÍDEO

Grécia avisa que poderá ter mesmo de sair do euro

ESTA ILUSÃO DE ÓTICA É MESMO INTERESSANTE


Esta ilusão de ótica está chocando a todos


Ilusões de ótica sempre quebram nossa cabeça, nesta ao olhar fixamente para a cruz entre duas imagens os rostos que estão passando parecem estar líquidos e começam a derreter a medida que estão passando.

Entenda o que acontece por trás desse fenômeno. Funciona assim:

O cérebro seleciona e uni algumas características das das pessoas da esquerda com os da direita, porque você está cruzando os olhos forçando o cérebro a remontar o que está vendo.
Mantenha os olhos focados no cruz entre as duas imagens.

NUNCA TIRE OS OLHOS DA CRUZ QUE DIVIDE AS DUAS IMAGENS E DE SOSLAIO VAI VENDO OS ROSTOS DEFORMADOS
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Depois de olhar para a cruz, os rostos tão familiares ficam bastante estranhos, não é?
As imagens começam a derreter e se contorcer de maneiras bizarras. Ver os rostos assim pode ser bastante perturbador . Olhe outra vez !!!
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DOIS PINTORES DOIS ESTILOS - ZACK ZDRALE E ANTÓNIO GUZMÁN CAPEL (ARTE HIPER REALISTA)

 A arte hiper-realista - pintor Antonio Guzmán Capel


Antonio Guzmán Capel (nascido em 19 de janeiro de 1960 em Tétouan) é um pintor espanhol. Desde 1961, ele reside na cidade de Palencia, Espanha. Artista autodidata desde a infância ele mostrou  qualidades inatas para desenho e pintura.  Fez sua primeira exposição quando  tinha apenas 11 anos de idade. A partir de então, a cada ano realizou mais exposições. Aos quatorze anos de idade, ele expôs seu trabalho na Suíça, onde  foi considerado pelos críticos locais como um gênio da pintura, porque, como afirmou, não havia nenhum artista conhecido na época com a capacidade de realizar obras naquela  tenra idade.










Painter Zack Zdrale


Zack Zdrale (b. 1977) tem uma abordagem tradicional no seu trabalho apesar de seus temas e 
composições se colocarem no  clássico,  ele está rendido ao  presente. Conhecido principalmente por seu 
trabalho figurativo muitas vezes, descrevendo uma 
relação com o self, ou sua percepção da condição humana, suas pinturas são imbuídas 
de uma quietude e silêncio 


Zdrale é originalmente de Wisconsin. Ele freqüentou a Universidade de Wisconsin-Madison, 
ganhando um grau de Bacharel em Ciência-Art em 1999. Sua formação culminou com um mestrado 
licenciatura em pintura figurativa da Academy of Art University, em San Francisco. Ele 
se formou com honras e agora leciona no departamento de Pós-Graduação de Belas Artes.  









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Luta ideológica e reforma do sistema burguês - Resolução Política do 19º Congresso do KKE

Luta ideológica e reforma do sistema burguês

Luta ideológica e reforma do sistema burguês
Resolução Política do 19º Congresso do KKE



"Os comunistas devem popularizar ainda mais a posição coerente do KKE de que não vai cooperar ou participar num governo de gestão promovido pelo SYRIZA e outras forças de gestão burguesa que existem ou que possam surgir. 
Temos de popularizar a nossa posição sobre as alianças e o papel do KKE no poder e num governo operário-popular. 
Através da sua actividade sistemática e multi-facetada, o KKE deve contribuir para as batalhas eleitorais (eleições para o Parlamento, eleições para o Parlamento Europeu e para a Administração Local), para que o voto no KKE de sectores operários e populares pobres expresse não só a vontade de apoiar a força política que luta consequentemente pelos problemas do povo, como também seja uma opção de classe destinada a debilitar o sistema burguês, a governação burguesa. Cada abertura na governação burguesa deve ser utilizada para reforçar a perspectiva de derrube do poder burguês e da propriedade capitalista. Deve-se colocar mais largamente perante o povo a proposta realista do KKE de saída da crise a favor do povo, a única proposta que se opõe às posições de todos os partidos burgueses, neo-liberais, social-democratas e do chamado “governo de esquerda”."

Fortalecimento da Confrontação ideológico-política

Deve intensificar-se a luta ideológica e política sobre todos os assuntos que abrangem os documentos do 19º Congresso. Em especial, é necessário confrontar imediatamente:
 A ofensiva do inimigo de classe e em geral dos oponentes do KKE que têm como objectivo a sua marginalização. 
 O anti-comunismo, a propaganda anti-socialista caluniosa que constitui a ideologia oficial da União Europeia. 
 Os ataques de “amizade” com a finalidade de arrastar o KKE para a linha chamada “anti-memoradum” apoiando uma fórmula diferente de gestão política burguesa, dentro ou fora da zona euro. 
 O plano elaborado pelo Estado burguês e pelo sistema político, para atacar a autoridade moral do Partido incidindo principalmente nas suas finanças. 
 A denúncia e confronto do “Amanhecer Dourado”, do seu carácter como organização nacional-socialista fascista, gerado pelo sistema capitalista que o utiliza para atingirem o KKE e o movimento operário-popular. 
 A tentativa de apresentar o KKE como um Partido “sistémico”, quer dizer, como um Partido comprometido, subordinado ao sistema capitalista, assim como a tentativa de equiparar o KKE com os partidos burgueses, com base na opinião de que “todos são iguais”. 
 As opiniões reaccionárias que fomentam na consciência do povo o racismo e xenofobia. 
 A versão alternativa da linha reformista das forças alternativas na procura dum acordo político baseado no chamado “programa político de transição”, cuja base é a cessação da dívida pública regressando à moeda nacional, sem entrar em conflito e ruptura com os monopólios, a propriedade capitalista, o poder burguês. 
 As ilusões parlamentares e a expectativa duma saída a favor do povo através dum governo burguês continuam a ser muito fortes, mesmo entre as forças que participam na luta junto com o Partido, mesmo entre uma parte dos votantes do Partido. 
 A retórica hipócrita sobre a perda da independência nacional da Grécia e da sua ocupação pela Alemanha. Trata-se duma linha política que pretende ocultar o facto de que a posição subordinada dum país numa aliança capitalista, da qual derivam relações desiguais entre os seus membros, não invalida os seus interesses estratégicos comuns sobre os quais se forma a aliança. 
 A necessidade de aumentar a circulação dos meios do Partido para a intervenção ideológica e propaganda, o diário “Rizopastis” a revista comunista (KOMEP), os livros políticos, assim como a necessidade de aumentar as visitas no portal do KKE e a audiência da Rádio “9.02 à esquerda dos FM” (estação de rádio do KKE).
A Reforma do Sistema Político Burguês

Durante o conflito pela alternância de governos burgueses, expressaram-se as diferenças entre o modelo liberal e o Keynesiano que foram utilizadas para prender as massas populares “dentro do quadro do sistema” na tentativa de reformar o sistema político burguês para que se possam formar, com variedade, partidos burgueses alternativos ao governo, com base na cooperação entre estes.

A burguesia está a ajustar as suas opções. Tem em conta qual o governo que pode controlar o movimento operário, evitar o aparecimento da luta de classes e assegurar que o ataque intensificado contra a entrada dos operários e do povo e, no geral, as consequências da crise, que se caracterizam principalmente pela alta taxa de desemprego, avançam com as menores reacções possíveis, tanto através de memorandos na zona euro, como com a quebra controlada ou incontrolada e a saída do euro.

As tentativas de reformar o sistema político burguês continuarão até à formação de dois pólos: o pólo centro-direita com base na ND [2] e o pólo de centro-esquerda com base no SYRIZA.

O SYRIZA está a converter-se num partido social-democrata e é mais conservador em comparação com o PASOK [3] social-democrata tradicional, do período chamado pós-ditatorial. No SYRIZA procuram e encontram a sua expressão política, alguns sectores importantes da burocracia operária e governamental, sectores da classe média que gozavam de imunidade como aliados da burguesia e dos seus partidos, com benefícios, evasão fiscal e participação na gestão dos fundos da União Europeia. A particularidade do SYRIZA consiste em ter uma composição de forças oportunistas que romperam com o movimento comunista, mantendo algumas siglas e métodos de trabalho.

O SYRIZA aparece como um partido de esquerda que agrupa nas suas fileiras tanto a sociais-democratas do “3 de Setembro” [4] como a comunistas “renovadores” que defendem o “Estado de Bem-Estar”. A sua estratégia no que respeita ao poder e à União Europeia é social-democrata, favorável aos monopólios. Na sua proposta ou de “salvação da Grécia”, o SYRIZA conta com o apoio de sectores da burguesia e procura a cooperação com forças políticas como os Gregos Independentes (ANEL) [5] e a Esquerda Democrática (DIMAR) [6]. Procura desenvolver relações com os Estados Unidos, Grã-Bretanha, Brasil e a Rússia.

Enquanto ganha força como partido governamental social-democrata, intensificam-se os processos de formação de novas barreiras, compostas por forças da chamada esquerda extra-parlamentar (ANTARSYA-NAR) [7] e outros grupos (“Plano B” [8] – de Alavanos) assim como forças que estão à volta do SYRIZA, da chamada renovação de esquerda ou comunista, que operam no sentido dos chamados “objectivos de transição” e nos governos transitórios de gestão.

Os comunistas devem popularizar ainda mais a posição coerente do KKE de que não vai cooperar ou participar num governo de gestão promovido pelo SYRIZA e outras forças de gestão burguesa que existem ou que possam surgir.

Temos de popularizar a nossa posição sobre as alianças e o papel do KKE no poder e num governo operário-popular.

Através da sua actividade sistemática e multi-facetada, o KKE deve contribuir para as batalhas eleitorais (eleições para o Parlamento, eleições para o Parlamento Europeu e para a Administração Local), para que o voto no KKE de sectores operários e populares pobres expresse não só a vontade de apoiar a força política que luta consequentemente pelos problemas do povo, como também seja uma opção de classe destinada a debilitar o sistema burguês, a governação burguesa. Cada abertura na governação burguesa deve ser utilizada para reforçar a perspectiva de derrube do poder burguês e da propriedade capitalista. Deve-se colocar mais largamente perante o povo a proposta realista do KKE de saída da crise a favor do povo, a única proposta que se opõe às posições de todos os partidos burgueses, neo-liberais, social-democratas e do chamado “governo de esquerda”.

Uma componente da reforma do sistema político burguês é o partido fascista Amanhecer Dourado. O povo deve isolá-lo, responder sem hesitações aos seus ataques, ao seu nacional-socialismo, à sua demagogia. O KKE e a KNE devem desempenhar um papel preponderante para que as organizações de massas, os sindicatos nos centros de trabalho, sobretudo nos comités dos bairros, das escolas, das associações de estudantes das faculdades tomem sem hesitações a iniciativa de organizar e mobilizar o povo contra o Amanhecer Dourado e os seus ataques criminosos.

Além disso deve-se confrontar a actividade de outras forças de tendências fascistas nas fileiras do movimento, que têm como objectivo eliminar ou travar a ascensão da luta de classes.

O movimento operário deve estar preparado para aproveitar, na perspectiva da ascensão da luta de classes, as condições duma mudança significativa na correlação de forças. Ao mesmo tempo, os sectores mais avançados do movimento operário devem estar atentos à possibilidade de qualquer desenvolvimento negativo, dum enfraquecimento na luta de classes ou de um retrocesso, para que seja possível, com base nas novas condições, a preparação de nova ascensão da luta de classes que, indubitavelmente, surgirá.

O movimento operário e os seus aliados devem estar preparados e ter a capacidade de actuar, para fazer face à crescente violência e repressão estatal, “para-estatal” e patronal, à actividade do novo sindicalismo governamental que o SYRIZA pretende formar em cooperação com as antigas forças da aristocracia operária, do sindicalismo patronal.

O 19º Congresso responde à pergunta de como se organizará a luta para fazer frente às bárbaras medidas anti-laborais e anti-populares de qualquer governo que gere a crise, sendo o seu núcleo formado pela ND ou pelo SYRIZA ou se é um governo do chamado arco de governação contra o memorando da “direita populista”, à esquerda parlamentar, como proclamou ultimamente o SYRIZA ou a posição do “Plano B”. Concretamente:

É necessário organizar o conta-ataque popular, para que através da luta diária, se determine claramente o caminho da luta e da queda do poder dos monopólios. É necessário reunir as forças anti-monopolistas, anti-capitalistas com base na actividade comum, de acordo com as suas tarefas em cada sector, centro de trabalho ou bairro.

A luta contra os efeitos da crise, a fim de evitar maiores perdas para o povo, para uma saída da crise a favor do povo, pode constituir uma plataforma de lançamento para a organização do contra-ataque operário-popular. Isto depende da extensão da medida que constituirá o ponto de partida para a participação massiva na luta pela queda do poder dos monopólios, em combinação com a luta contra a guerra imperialista e a participação, de qualquer jeito, da burguesia grega.



Notas: [2] ND – “Nova Democracia”, foi fundado em 1974 e tem um programa liberal conservador.

[3] PASOK – “Movimento Pan-Helénico Socialista”, foi fundado em 1974 e foi o principal partido social-democrata até às eleições de 2012. A partir de 1981 administrou o poder governamental, em alternância com o ND. Em 2012 formou uma aliança governamental com a ND.

[4] ”3 de Setembro” – a declaração da fundação do PASOK foi assinada em 3/9/1974.

[5] ANEL – “Gregos Independentes”, surgiu em 2012 sustentado por alguns deputados que se separaram do ND e se juntaram, sendo também apoiado por alguns quadros do PASOK. Tem um programa conservador e utiliza fraseologia nacionalista.

[6] DIMAR – “Esquerda Democrática”, foi criado em 2010 por quadros que saíram do SYRIZA e tem um programa social-democrata. Levanta com prioridade a manutenção do país na União Europeia e na zona euro e participa juntamente com o ND e o PASOK no governo tripartido que surgiu depois das eleições de 2012.

[7] ANTARSYA – “Cooperação da Esquerda Anti-Capitalista para o Derrube”. Formado em 2009 pela Nova Corrente de Esquerda (NAR). É constituído por um conjunto de grupos políticos oportunistas de diferentes matizes influenciados por ideias trotsquistas, maoístas, eurocomunistas. Mantém uma postura anti-KKE e está disposto a cooperar com forças social-democratas.

[8] Plan B – Organização política fundada em 2013 pelo ex-presidente do SYRIZA, Alekos Alavanos, que destaca como problema principal e causa da crise capitalista na Grécia, a participação do país na zona euro. Considera que se a Grécia saísse da zona euro mantendo a sua posição na composição da União Europeia, podia tirar o país da crise.






REI DA ARÁBIA SAUDITA FECHA PRAIA EM FRANÇA

O Rei Salman da Arábia Saudita chegou no dia 25 de julho à Riviera Francesa para passar três semanas de férias. 
Para que não fosse incomodado, Salman da Arábia, que viajou com uma com uma comitiva de cerca de 1.000 pessoas, decidiu encerrar a praia em frente à sua casa de campo, causando polémica entre os habitantes locais.  

Mas a polémica não se ficou por aqui. Segundo noticia o Telegraph, no sábado, o rei pediu à polícia francesa que não destacasse nenhuma mulher polícia para patrulhar a área onde se encontra e que as que ali se encontravam fossem retiradas. Tudo porque os homens ultraconservadores que integram a comitiva não querem ser vistos a banhos pelas mulheres. 

Dezenas de agentes foram destacados para aquela praia para assegurar a segurança do monarca e da sua comitiva.  
Segundo o porta-voz da polícia, Sylvain Martinache, depois de ser conhecido o pedido do rei, nenhuma mulher foi destacada para aquela praia. 

Por sua vez, Marcel Authier, chefe da segurança pública, afirmou ter recebido qualquer pedido para retirar as mulheres polícia da praia, revelando no entanto que pediu “aos agentes que se virassem de costas quando o rei e a família fossem nadar para proteger a sua privacidade”.







Português com camisola do General Franco causa polémica

Português com camisola do General Franco causa polémica

Nuno Silva trocou os açorianos do Santa Clara pelos espanhóis do Jaén, da 2.ª divisão B.
DR

Um lapso? Um descuido? Apenas desconhecimento. Nuno Silva trocou o Santa Clara, formação açoriana que joga na II Liga, pelo Jaén, da 2.ª divisão B espanhola. Até aqui tudo bem. O problema surgiu no facto de o extremo português de 29 anos ter surgido na apresentação pelo novo clube com uma camisola, no mínimo, polémica.
A t-shirt que o jogador envergava reproduzia a figura do ditador espanhol Francisco Franco. Situação que fez estalar a polémica em Espanha. Dada a proporção que o caso tomou, Nuno Silva veio a terreiro pedir desculpas pelo sucedido.


“Face à polémica suscitada pela minha camisola, quero esclarecer que a adquiri há algum tempo em Portugal e em momento algum tive consciência da repercussão que tem esta personagem histórica na sociedade espanhola. Vivi em Portugal e em Angola e não conheço a história de Espanha, por isso desconhecia por completo o significado de usar esta camisola no vosso país", começou por explicar o jogador, em comunicado.
"Quero pedir desculpas a todas as pessoas que se sentiram ofendidas e às que viram ferida a sua susceptibilidade. Nunca pretendi ser apologista dos ideais propagados por essa personagem histórica. Não tenho quaisquer preferências políticas. Face a tudo isto gostaria de reiterar o meu pedido de desculpas e, a partir de agora ,espero que consigamos atingir os objectivos do Jaén”, justificou Nuno Silva, através da sua página oficial no Facebook.
Numa espécie de efeito dominó, as redes sociais encheram-se de comentários, com várias pessoas a pedirem ao Jáen para despedir o português. 

Polícias que vigiam Ricardo Salgado não sabem quem pode ou não entrar


Os agentes que fazem policiamento a Ricardo Salgado não sabem quem pode e quem não pode entrar na área da residência do antigo presidente executivo do BES. Continuam a ser necessários oito agentes no local, apesar da vigilância ter sofrido alterações.



VEJA AQUI O VÍDEO

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CICLISMO - VOLTA A PORTUGAL EM BICICLETA - GAETAN BILLE VENCE O PRÓLOGO EM VISEU E É O PRIMEIRO CAMISOLA AMARELA







VÍDEO


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NÃO ACHAS QUE JÁ CHEGA !?

VÍDEO

E VIVÓ LUXO ! - Serralves fecha jardins para casamento de Jorge Mendes


 
Os 18 hectares de jardins da Fundação Serralves, no Porto, estão a ser progressivamente encerrados ao público por causa do copo-d"água do casamento do empresário Jorge Mendes, que se realiza no domingo.
 
GERARDO SANTOS/GLOBAL IMAGENS
Superagente casa no domingo no Porto e à cerimónia devem ir 300 convidados

A Casa de Serralves, a Casa de Chá e o parque de estacionamento estarão também fechados no dia do evento - mas será possível visitar o museu, a livraria, a loja, o restaurante e a biblioteca, segundo informações divulgadas no site da Fundação de Serralves.

O casamento do agente com Sandra Mendes irá realizar-se este domingo numa igreja da Foz e a Imprensa tem avançado que na cerimónia deverão marcar presença cerca de 300 convidados, onde irá estar Cristiano Ronaldo, o escolhido para padrinho de casamento do dono da Gestifute, a empresa de Mendes que gere carreiras de profissionais desportivos.
A madrinha será Marisa, a filha mais velha do agente, fruto da união com a ex-mulher, Fernanda Farinha, com quem o empresário de 49 anos esteve casado pelo civil durante 11 anos. O momento irá acontecer numa tenda montada nos jardins de Serralves, de modo a poder albergar as três centenas de convidados. Recorde-se que Jorge Mendes e Sandra Mendes, que têm três filhos em comum, Beatriz, Bárbara e Jorge Júnior, já são casados pelo civil desde 2005.
Considerado um dos agentes com mais influência a nível internacional, o "superagente", como é conhecido na praça, gere a carreira dos mais importantes atletas da atualidade, como Cristiano Ronaldo. Espera-se por isso que à cerimónia não faltem grandes estrelas do mundo da bola, como o treinador José Mourinho, também agenciado pelo empresário, e figuras conhecidas de outros quadrantes.
Para já, não estão previstas medidas de segurança adicionais
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