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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Hollande quer apenas seis países num Governo da zona euro

Hollande quer apenas seis países num Governo da zona euro

Revigorado com o seu recente papel determinante para a continuação da Grécia na zona euro, o Presidente francês François Hollande desenvolveu este domingo as suas propostas para “relançar a Europa” – a criação de um Governo da zona euro, com um orçamento comum e um Parlamento específico.
O chefe de Estado – que se exprimiu através de um artigo publicado no semanário “Journal du Dimanche” – falou no nascimento de uma “vanguarda” na zona euro “com os países que o decidirão”, mas sem desenvolver os contornos exatos das suas ideias.
Acabou por ser Manuel Valls, primeiro-ministro francês, que se encarregou disso, falando em Avignon, à margem de um festival de teatro a que assistiu na tarde deste domingo. Para ele, a “vanguarda” será composta pelos “países fundadores da União Europeia: França, Alemanha, Itália, Bélgica, Luxemburgo e Holanda”.
A Alemanha, com quem, segundo François Hollande, a França deve trabalhar para reforçar esta proposta, ainda não reagiu mas a ideia dos franceses é clara e polémica: trata-se de formalizar de novo a antiga fórmula da chamada Europa “a duas ou várias velocidades”.
Valls garante que os objetivos definidos por Hollande não são apenas palavras lançadas para o ar. “Nas próximas semanas, a França, através do Presidente da República, terá a ocasião de lançar iniciativas, fazer propostas concretas que alimentem esta pista, os elementos dados pelo Presidente”, acrescentou o primeiro-ministro.
É a primeira vez que François Hollande evoca um orçamento e um Parlamento comuns aos países que integrarão um eventual Governo de alguns dos países mais influentes da zona euro. O novo Parlamento, que seria uma espécie de segunda câmara em relação ao já existente Parlamento Europeu, servirá para, segundo Hollande, exercer o “controlo democrático” do novo executivo transnacional e seria composto por parlamentares dos países envolvidos, vindos desta assembleia europeia de Estrasburgo ou das assembleias nacionais.
No Palácio do Eliseu, fontes citadas pela imprensa em Paris sublinham o “grande alcance e ambição” das novas propostas complexas - e certamente muito controversas - de François Hollande.

Socialismo e comunismo, existem diferenças?

Socialismo e comunismo, existem diferenças?

Socialismo e comunismo são termos que possuem divergências pontuais graças às formas de compreensão da realidade e às propostas de transformação política.

Socialismo e comunismo, existem diferenças?
Marx e Engels foram os intelectuais responsáveis pela elaboração do socialismo científico
Apesar de possuírem sentidos semelhantes, os termossocialismo e comunismo passaram, desde o século XIX até os dias de hoje, a guardar diferenças pontuais que precisam ser elucidadas.
Desde o século XVIII, com o desenvolvimento dasideias iluministas, sobretudo as de Rousseau, que discutia o problema da desigualdade entre os homens e procurava elaborar, em seus tratados, caminhos que pudessem propor transformações políticas e sociais, que a questão da igualdade faz-se presente em discussões filosóficas e políticas.
Sabemos que as ideias iluministas tiveram grande peso ainda no século XVIII com o processo revolucionário que se desencadeou na França, cuja bandeira levou o lema iluminista: “liberdade, igualdade e fraternidade”. Foi dessa corrente de pensamento que, logo no início do século XIX, nasceram o liberalismo e o socialismo. As noções de liberdade e igualdade foram o objeto principal de discussão desse período. O socialismo, a princípio, apareceu como uma corrente de pensamento que se propunha a pensar um modelo ora cooperativista, ora harmônico de sociedade, buscando uma conciliação das perspectivas liberais e as igualitaristas do iluminismo. Foi o caso, por exemplo, dos pensadores Saint-Simon (1760-1825), Charles Fourier (1772-1837) e Robert Owen (1771-1858).
A proposta desses autores acabou sendo classificada, posteriormente, como socialismo utópico, pois eles não propunham uma ação efetiva de transformação da realidade. Esse termo “socialismo utópico”, isto é, uma forma de socialismo que nunca se realizaria, foi elaborado pela tradição de pensamento associada ao socialismo científico — modelo de socialismo elaborado por Karl Marx(1818-1883) e Friedrich Engels (1820 – 1895) que ficou conhecido também como marxismo.
Do marxismo nasceu, a um só tempo, um método de compreensão do processo histórico chamado materialismo histórico e materialismo dialético que foi profundamente inspirado na filosofia hegeliana. Esta pode ser entendida como um método de compreensão das relações de produção econômicas, sobretudo expresso na teoria da mais-valia e da exploração, e, por fim, como uma proposta revolucionária de implantação de uma sociedade socialista por meio da “ditadura do proletariado”, cuja fase última seria o comunismo – termo que já havia sido usado por Robert Owen, mas que só se tornou popular com a tradição marxista.
A primeira experiência revolucionária socialista foi a Comuna de Paris ocorrida em 1871, na qual convergiam várias correntes do socialismo que circulavam até então. A proposta comunista de viés estritamente marxista só veio a ser executada pela primeira vez com os bolcheviques na Rússia. Lênin, um dos líderes da Revolução Russa de 1917, foi um dos principais responsáveis pela implantação da perspectiva revolucionária do socialismo científico, que aspirava a implantação da sociedade comunista. Dessa forma, com a Revolução Russa, o termo comunismo disseminou-se pelo mundo.
Fonte:
http://www.mundoeducacao.com/geografia/socialismo-comunismo-existem-diferencas.htm

blogdocarlosmaia.blogspot.pt

Socialismo e comunismo, existem diferenças?

Socialismo e comunismo, existem diferenças?

Socialismo e comunismo são termos que possuem divergências pontuais graças às formas de compreensão da realidade e às propostas de transformação política. 


Socialismo e comunismo, existem diferenças?Marx e Engels foram os intelectuais responsáveis pela elaboração do socialismo científico
Apesar de possuírem sentidos semelhantes, os termossocialismo e comunismo passaram, desde o século XIX até os dias de hoje, a guardar diferenças pontuais que precisam ser elucidadas.
Desde o século XVIII, com o desenvolvimento das  ideias iluministas, sobretudo as de Rousseau, que discutia o problema da desigualdade entre os homens e procurava elaborar, em seus tratados, caminhos que pudessem propor transformações políticas e sociais, que a questão da igualdade faz-se presente em discussões filosóficas e políticas.
Sabemos que as ideias iluministas tiveram grande peso ainda no século XVIII com o processo revolucionário que se desencadeou na França, cuja bandeira levou o lema iluminista: “liberdade, igualdade e fraternidade”. Foi dessa corrente de pensamento que, logo no início do século XIX, nasceram o liberalismo e o socialismo. As noções de liberdade e igualdade foram o objeto principal de discussão desse período. O socialismo, a princípio, apareceu como uma corrente de pensamento que se propunha a pensar um modelo ora cooperativista, ora harmônico de sociedade, buscando uma conciliação das perspectivas liberais e as igualitaristas do iluminismo. Foi o caso, por exemplo, dos pensadores Saint-Simon (1760-1825), Charles Fourier (1772-1837) e Robert Owen (1771-1858).
A proposta desses autores acabou sendo classificada, posteriormente, como socialismo utópico, pois eles não propunham uma ação efetiva de transformação da realidade. Esse termo “socialismo utópico”, isto é, uma forma de socialismo que nunca se realizaria, foi elaborado pela tradição de pensamento associada ao socialismo científico — modelo de socialismo elaborado por Karl Marx(1818-1883) e Friedrich Engels (1820 – 1895) que ficou conhecido também como marxismo.
Do marxismo nasceu, a um só tempo, um método de compreensão do processo histórico chamado materialismo histórico e materialismo dialético que foi profundamente inspirado na filosofia hegeliana. Esta pode ser entendida como um método de compreensão das relações de produção econômicas, sobretudo expresso na teoria da mais-valia e da exploração, e, por fim, como uma proposta revolucionária de implantação de uma sociedade socialista por meio da “ditadura do proletariado”, cuja fase última seria o comunismo – termo que já havia sido usado por Robert Owen, mas que só se tornou popular com a tradição marxista.
A primeira experiência revolucionária socialista foi a Comuna de Paris ocorrida em 1871, na qual convergiam várias correntes do socialismo que circulavam até então. A proposta comunista de viés estritamente marxista só veio a ser executada pela primeira vez com os bolcheviques na Rússia. Lênin, um dos líderes da Revolução Russa de 1917, foi um dos principais responsáveis pela implantação da perspectiva revolucionária do socialismo científico, que aspirava a implantação da sociedade comunista. Dessa forma, com a Revolução Russa, o termo comunismo disseminou-se pelo mundo.
Fonte:
http://www.mundoeducacao.com/geografia/socialismo-comunismo-existem-diferencas.htm
blogdocarlosmaia.blogspot.pt

Tabaco, circos e beatas - A cruzada contra o tabaco satisfaz a obscura necessidade humana de expor e humilhar os seus semelhantes: os vencidos nos triunfos romanos, os aleijados nas feiras do século XIX e, agora, os fumadores

TABAGISMO

Tabaco, circos e beatas


A cruzada contra o tabaco satisfaz a obscura necessidade humana de expor e humilhar os seus semelhantes: os vencidos nos triunfos romanos, os aleijados nas feiras do século XIX e, agora, os fumadores.

Churchill dizia que não havia nada mais fácil do que deixar de fumar e que ele próprio já o tinha feito diversas vezes. Eu também deixei de fumar, pelo menos, três vezes. Andei com selos nas costas, contei os dias, comprei um porco-mealheiro para pôr lá dentro o dinheiro que não gastava em tabaco, fiz meditação (o desespero justifica tudo) e desisti. Pelo caminho engordei vários quilos, o que reduziu a minha auto-estima e a minha carteira (tive que comprar calças, camisas, casacos maiores). Isto para dizer que sou parte interessada no que se segue.
As primeiras campanhas de prevenção e de protecção dos não fumadores foram lançadas nos EUA e no Reino Unido nos anos 1960, dez anos depois de serem publicados os primeiros estudos sérios sobre a associação entre o fumo e o cancro do pulmão (ver aqui e aqui). As poderosas companhias tabaqueiras ripostaram e até a emancipação das mulheres serviu para vender cigarros, retomando uma campanha do princípio do século, “Torches of Freedom”. Mas é evidente que as campanhas de informação e prevenção e as medidas de defesa dos não fumadores são inteiramente justificadas.
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A campanha feminista “Torches of Freedom”
O que me custa a engolir é a forma das campanhas e a atitude que lhes subjaz. Da proibição de fumar em espaços públicos fechados (fácil de compreender) está a passar-se progressivamente para a proibição de fumar em todos os espaços públicos – como se um fumador fosse um pervertido que deve ser, pelo menos, escondido dos olhares das pessoas normais, das crianças, dos inocentes. E boa parte dos avisos escritos nos maços de tabaco são ridículos. Já os leram com atenção? Os meus preferidos são os orientados por género: “fumar causa o envelhecimento precoce da pele” e “fumar provoca impotência”. Agora são as fotografias mórbidas: tudo isto ultrapassa claramente a defesa do bem público.
Quando comecei a tomar notas para esta crónica, a minha ideia era tratar o tema como mais um exemplo da intrusão do Estado na vida privada, ou como exemplo da propensão das elites para ditar normas ao povo ignaro. Pensei convocar de novo o fundador da saúde pública, Johann Peter Frank(de quem já falei aqui, a propósito dos internamentos compulsivos) e Jeremy Bentham, para quem uma acção se justifica quando promove a maior felicidade para o maior número. Mas, enquanto escrevia, percebi que nada disso podia explicar o fenómeno. O nosso Estado é intrusivo mas não é totalitário. As elites são arrogantes mas raramente persistentes. A saúde pública esteve na base de muitos abusos nos últimos dois séculos mas parece-me que, neste assunto, é mais pretexto que motivo, mais assistente que autora.
Tratar-se-ia então do regresso a uma moral punitiva? Mas pode acreditar-se que nesta nossa sociedade toda liberal, arco-íris, multiculturalista e mais não sei quê, é uma ideia moral que guia os castigadores dos viciados no tabaco?
A verdade é mais simples: circo. A cruzada contra o tabaco satisfaz a obscura necessidade humana de expor e humilhar os seus semelhantes: os vencidos nos triunfos romanos, os aleijados nas feiras do século XIX e, agora, os fumadores. Só isso explica as “zonas de fumo” dos aeroportos, que oscilam entre a jaula e o esgoto, e onde se verificam religiosamente dois princípios: expor os “anormais” ao gáudio da populaça (as paredes são sempre transparentes) e obrigá-los a asfixiar no seu próprio fumo (as ventilações são sempre péssimas). O que é que isto me faz lembrar?
Claro que o circo exige caução, seja ela a lei de Deus, o costume ou a evidência científica. Os argumentos contra o tabaco (de resto, verdadeiros) servem à perfeição.
À sede de circo soma-se a beatice e, de uma forma geral, o gosto que a maioria das pessoas sente em espreitar a vida dos outros, censurar-lhes (depois de os conhecer e esmiuçar) os vícios. A beatice é o cruzamento entre o puritanismo e a cusquice. Do adro da igreja da paróquia e das frestas das janelas da aldeia transportou-se para o espaço público, dosreality shows às redes sociais.
Qualquer fumador sabe que, mesmo sem puxar do cigarro e só porque é fumador, é sistematicamente sujeito pelos “outros”, os que não fumam, a uma minuciosa discussão dos vícios e debilidades associados ao tabaco. Ainda não consegui perceber se é para edificação moral do relapso se, pura e simplesmente, para gozo pio dos não fumadores.
Médico patologista

O Oceanário de Lisboa foi considerado o melhor aquário do mundo pelo Traveler’s Choice do TripAdvisor.
























Oceanário de Lisboa foi considerado o melhor aquário do mundo pelo Traveler’s Choice do TripAdvisor. O site de viagens e de turismo reuniu os 25 melhores aquários, tendo como base a qualidade e quantidade de opiniões deixadas pelos utilizadores.
Só no último ano, o Oceanário, localizado no Parque das Nações, em Lisboa, recebeu turistas originários de mais de 180 países diferentes. Muitos deles escolheram partilhar a experiência da visita no TripAdvisor onde, das 10.835 avaliações disponibilizadas, 7.153 têm a classificação “Excelente”. Esta avaliação coloca o Oceanário em primeiro lugar nos destinos mais populares de Lisboa no site de viagens.
Para João Falcato, administrador do Oceanário de Lisboa, o “reconhecimento atribuído” pelos visitantes é “um grande orgulho”. “Sentimos que a nossa missão de promover a literacia azul e de sensibilizar para a conservação dos ecossistemas marinhos, atravessa todos os oceanos e é reconhecida mundialmente”, referiu em comunicado o administrador do aquário.
Com 17 anos de existência e mais de 19 milhões de visitantes, o Oceanário de Lisboa é um dos espaços culturais mais visitados de Portugal. Na lista dos 25 dos melhores aquários do mundo, partilha o top cinco com os norte-americanos Georgia Aquarium, Monterey Bay Aquarium, Ripley’s Aquarium of the Smokies Exterior e o espanhol Oceanografic. Em número 17, surge ainda um outro português — o Aquário Vasco da Gama.
Top 25 dos melhores aquários do mundo:
1. Oceanário de Lisboa, Lisboa (Portugal)
2. Georgia Aquarium, Atlanta (EUA)
3. Monterey Bay Aquarium, Monterey (EUA)
4. Oceanografic, Valência (Espanha)
5. Ripley’s Aquarium of the Smokies Exterior, Gatlingurb (EUA)
6. Ripley’s Aquarium of Canada, Toronto (Canadá)
7. Aquaworld Aquarium & Reptile Rescue Centre, Hersonissos (Grécia)
8. Tennessee Aquarium, Chattanooga (EUA)
9. Okinawa Churaumi Aquarium, Motobu-cho (Japão)
10. Vancouver Aquarium, Vancouver (Canadá)
11. Mundomar, Benidorm (Espanha)
12. S.E.A. Aquarium, Sentosa Island (Singapura)
13. Genoa Aquarium, Genoa (Itália)
14. Parque Explora, Medellin (EUA)
15. Mote Marine Laboratory and Aquarium, Sarasota (EUA)
16. Two Oceans Aquarium, Cidade do Cabo (África do Sul)
17. Aquário Vasco da Gama, Algés (Portugal)
18. Shedd Aquarium, Chicago (EUA)
19. National Aquarium, Baltimore (EUA)
20. Dallas World Aquarium, Dallas (EUA)
21. Aquarium La Rochelle, La Rochelle (França)
22. Voronezh Oceanarium, Voronezh (Rússia)
23. Cretaquarium Thalassocosmos, Heraklion (Grécia)
24. Dubai Aquarium & Underwater Zoo, Dubai (Emirados Árabes Unidos)
25. Marine Habitat at Atlantis, Ilha do Paraíso (Bahamas)

Câmara de Cascais aprova compra do Autódromo do Estoril por 4,9 milhões de euros

Câmara de Cascais aprova compra do Autódromo do Estoril por 4,9 milhões de euros

A Câmara de Cascais aprovou a compra do Autódromo do Estoril pelo município por quase cinco milhões de euros, para potenciar a atividade económica local, atrair mais turistas e criar emprego.
Manuel Moura/LUSA
A Câmara de Cascais aprovou a compra do Autódromo do Estoril pelo município por quase cinco milhões de euros, para potenciar a atividade económica local, atrair mais turistas e criar emprego.
Na proposta, aprovada pela maioria PSD/CDS-PP com os votos contra da oposição (PS, CDU e movimento independente Ser Cascais) em reunião de câmara, a autarquia considera que a “atratividade do Autódromo do Estoril [gerido pelo Estado desde 2002] foi-se perdendo ao longo dos anos, seja pela falta de investimento, seja pela incapacidade de garantir as principais provas internacionais”.
A Câmara de Cascais adianta que tem vindo a receber propostas de interessados em desenvolver “os mais diversos investimentos naquele equipamento, todos eles potenciadores da atividade económica, aumentando a capacidade de atração turística, sendo desta forma geradores de riqueza e de emprego”.
Para o espaço (comprado por 4,921 milhões de euros), a autarquia admite a possibilidade de instalar um kartódromo e um autódromo virtual e incluí-lo num museu dedicado ao motor que integre oficinas especializadas em veículos clássicos e contemporâneos.
Além disso, acrescenta a proposta, é ainda possível instalar uma pista dedicada ao ensino, formação e capacitação em segurança rodoviária e testes de segurança, bem como criar um centro de investigação de desenvolvimento da indústria automóvel e das suas formas de interação com as cidades e o ambiente.
A autarquia informa ainda que tem já um entendimento com a Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, bem como com a Federação Motociclismo Portugal, para obter os seus contributos na futura programação e dimensão desportiva do autódromo.
A Câmara de Cascais considera ainda que o Autódromo do Estoril será “um potencial centro de excelência para a dinamização de testes para as principais equipas de motociclismo e automobilismo”, adiantando que há já várias personalidades dispostas a “fazer a ponte” com instituições internacionais para a captação de provas internacionais.
Para o PS, as intenções previstas pela câmara para potenciar o equipamento “não passam de uma série de sonhos que vai implicar investimentos significativos que não estão avaliados”.
De acordo com a CDU, a autarquia pretende “embrulhar um ‘flop’ que há dezenas de anos atormenta o município” e o negócio pertence à classe dos “negócios cristalinamente escuros”.
Já para a vereadora Isabel Magalhães, do movimento independente Ser Cascais, o investimento “em cima da mesa poderá rondar os 10 milhões de euros”, um valor “excessivo face a outras situações mais urgentes do concelho”.
O vice-presidente da Câmara de Cascais, Miguel Pinto Luz, admitiu que os valores poderão ainda variar até 2,5 milhões de euros e que a autarquia tem mais dois meses para confirmá-los.
O grande objetivo é tentar, de uma vez por todas, que o autódromo volte a ter a vida que teve no passado”, frisou.
O Autódromo do Estoril foi inaugurado em junho de 1972, como um equipamento que se queria de referência para o turismo em Cascais.
Teve o início do seu período mais dinâmico em 1982 com a inclusão deste circuito no Campeonato FIA F2, o que acabou por, em 1984, abrir as portas ao automobilismo internacional, com o Campeonato do Mundo de Fórmula 1, competição que recebeu até 1996.
Pelo local passaram as mais importantes provas internacionais do automobilismo como o Campeonato de Superturismo de Espanha, o Campeonato do Mundo de FIA GT, o European Le Mans Series, o Campeonato de Espanha de GT e de Fórmula 3.
Também no motociclismo, o Autódromo do Estoril recebeu os campeonatos nacionais de diversos países, bem como as provas internacionais referência na modalidade, incluído o Moto GP e o Campeonato do Mundo de SuperBikes.

DOIS PINTORES DOIS ESTILOS - TERJE ADLER MORK (AGUARELAS) e HORYPN LEE, PINTOR MODERNA (PUZZLING ERÓTICO)

Sir William Russell Flint


Sir William Russell Flint (04 de abril de 1880 - 30 de dezembro de 1969) era um artista escocês e
 ilustrador que era conhecido principalmente por suas pinturas em aquarela de mulheres. Ele também
 trabalhou em óleos, tempera, e gravura.


Ele nasceu em Edimburgo. A partir de 1894-1900 Flint foi aprendiz como desenhista litográfico
 Teve aulas na Royal Academy of Art, Edimburgo. De 1900-1902, ele trabalhou
 como ilustrador  e médico em Londres, enquanto estudava em tempo parcial na escola de arte de Heatherley. Ele
 promoveu a sua educação artística através do estudo de forma independente no Museu Britânico.

Flint foi presidente da Royal Society da Grã-Bretanha de Pintores em Aquarela (hoje 
Real Watercolour Society) 1936-1956, e nomeado cavaleiro em 1947.


Durante visitas a Espanha ficou impressionado com dançarinos espanhóis, e  descreveu-os
 frequentemente ao longo de sua carreira. Flint fez sucesso comercial considerável, mas  foi pouco
 o respeito dos críticos de arte, que ficaram perturbados por um quando perceberam a sua obra erotizada 
no tratamento da figura feminina


William Russell Flint pintou sempre até sua morte em Londres em 30 de dezembro de 1969.






 Puzzling Erótica - Pintor Horyon Lee


Horyon Lee nasceu em 1978 nasceu em Seul, Coréia. Em 2006 ele completou seu BFA da Univ Hannam, Daejeon, Coréia do Sul  e mais tarde em 2009, terminou com êxito os seus estudos na Master of Fine Arts com o foco principal em pinturas de Hong-Ik Univ, Seoul, Sul da Coreia. Ele tem o privilégio de ter feito Exposições individuais, mesmo durante o grosso de seus estudos. A primeira exposição individual foi no final de 2007 novembro Galeria AKA Seul, Seul, Coréia. Além disso fez mais exposições a solo  em galerias como Galerie bhak, Seoul, Coréia e  Galeria I em Londres, Reino Unido.
















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