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segunda-feira, 6 de julho de 2015

OXI Não! Não, os gregos não querem morrer de pé! Querem viver de pé!

OXI

Não! Não, os gregos não querem morrer 

de pé!
Querem viver de pé!
OXI
Grande lição de dignidade e de democracia que a Grécia deu a uma Europa pantanosa que vende honra, dignidade e princípios na mesa do orçamento, na contagem dos euros!
Em que um país, a Alemanha, o maior incumpridor de dívidas no século XX, que tem dívidas por saldar a vários países que saqueou, destruiu e roubou, dá ordens a uma Europa Connosco submissa e sem vergonha!
No dia seguinte ao OXI, não vamos fazer grandes divagações políticas, registe-se a perplexidade e a estupidez contumaz dos mangas-de-alpaca europeus. A Grécia, o povo grego resistiu a todas as miseráveis chantagens, ao aperto do garrote que durante uma semana aumentaram exponencialmente.
As declarações que se ouvem, alguns de tão engulhados ainda nem sequer abriram a boca, desnudam a abjecção que os corrompe como um vírus. Entre todos ouça-se com desprezo as declarações do periquito e da pinguim reunidos de emergência em Paris, enquanto Varoufakis sai de cena de pé e pelo seu pé.
Por cá, muitos dos nossos comentadores alinham com aquele contabilista anão que debita números e inanidades (um tal José Gomes Ferreira, quando escrevo este nome fica à beira da maior náusea em memória desse enorme intelectual, escritor e poeta de cujo nome ele se apropria, devia ser proibido de o usar com tal propositada coincidência!) e os nossos governantes, primeiro-ministro e vice primeiro-ministro, na primeira linha, iguais a si-próprios e ao “seu” Portugal


Ó Portugal, se fosses só três sílabas,

linda vista para o mar,

Minho verde, Algarve de cal,

jerico rapando o espinhaço da terra,

surdo e miudinho,

moinho a braços com um vento

testarudo, mas embolado e, afinal, amigo,

se fosses só o sal, o sol, o sul,

o ladino pardal,

o manso boi coloquial,

a rechinante sardinha,

a desancada varina,

o plumitivo ladrilhado de lindos adjectivos,

a muda queixa amendoada

duns olhos pestanítidos,

se fosses só a cegarrega do estio, dos estilos,

o ferrugento cão asmático das praias,

o grilo engaiolado, a grila no lábio,

o calendário na parede, o emblema na lapela,
ó Portugal, se fosses só três sílabas

de plástico, que era mais barato!

                             Doceiras de Amarante, barristas de Barcelos,

rendeiras de Viana, toureiros da Golegã,

não há “papo-de-anjo” que seja o meu derriço,

galo que cante a cores na minha prateleira,

alvura arrendada para ó meu devaneio,

bandarilha que possa enfeitar-me o cachaço.


Portugal: questão que eu tenho comigo mesmo,

golpe até ao osso, fome sem entretém,

perdigueiro marrado e sem narizes, sem perdizes,

rocim engraxado,

feira cabisbaixa,

meu remorso,

meu remorso de todos nós…(*)


Não, basta! Não seremos feira cabisbaixa, nem Portugal será o nosso remorso!
Seremos tão gregos, quanto os gregos são portugueses!


(*) Ó Portugal se fosses só três sílabas, Alexandre O’Neil

pracadobocage.wordpress.com

UMA CASA QUE ATROPELA UM CARRO

BGIRL TERRA 2013 ( the best BGirl of the world ) - A pequena garotinha apelidada de Terra foi destaque de uma batalha de 'breakdance' para crianças no subúrbio de Paris, na França. No vídeo a garota vence seu adversário que parecia ser mais velho e experiente.

TÁ BEM JASUS ! EU ACREDITO MESMO EM TI QUANDO DIZES QUE NÃO DISCUTISTE VERBAS !


«Não hesitei. Não discuti nada, 

nem verbas» - Jorge Jesus




O treinador do Sporting diz que teve em mãos propostas mais tentadores financeiramente mas que optou por rumar a Alvalade devido ao projeto desportivo do clube.

«Tinha propostas de fora de Portugal e não há comparação possível. Propostas de bons clubes, mas não daqueles que normalmente lutam para ganhar a Champions, que é um dos meus sonhos. Ganhei tudo em Portugal, estive em duas finais da Liga Europa e nunca numa final da Champions, posso sonhar. Se tivesse de olhar por carreira financeira tinha ido para o estrangeiro», disse em entrevista à SIC Notícias.

Questionado se treinar o Sporting era um sonho que tinha para a carreira, Jesus atirou: «Nunca foi um sonho. Claro que se me perguntassem quando estava no SC Braga se era um sonho treinar um ‘grande’, claro que sim. Depois de ter chegado ao Benfica, não sabia que podia ter esta possibilidade (de treinar o Sporting) mas ela surgiu, e vi tanto desejo em me contratarem que não hesitei. Não discuti nada, nem verbas, nada.»

«Senti o entusiasmo, que era este o treinador que queriam, que iam fazer tudo para me ter no Sporting e resolvi em dois dias», prosseguiu.

O facto de o pai ser sportinguista ter influência não mas não decisiva: «É óbvio que sim. O lado sentimental também teve alguma influência mas foi mais uma escolha profissional do que sentimental.»

The day after

The day after

Um dia após serem conhecidos os resultados do referendo grego, a especulação sobre o futuro do país continua a ser a questão dominante. Não é caso para menos, agora que o país fundador da democracia ousou votar maioritariamente contra as medidas de austeridade propostas pelos credores internacionais. Ao contrário do que (maliciosamente) sugerem alguns fazedores de opinião, a Grécia (os gregos) não votaram contra a Europa, ou contra o Euro, mas contra o programa de austeridade que há cinco anos lhes vem sendo imposto, sem qualquer resultado positivo. Mais, a situação na Grécia é, agora, muito pior que em 2010, com indicadores que não mentem, quanto ao drama humano e social que o país enfrenta: uma dívida pública equivalente a 166% do PIB, uma quebra de 25% do Produto Interno Bruto, 27% de desemprego estrutural nos adultos, 60% de desemprego jovem e emigração em massa para fugir à miséria. Paralelamente, e como resultado de tudo isto, um aumento exponencial da pobreza no país, devido aos cortes nos apoios sociais e subsídios de desemprego, que deixaram milhões de gregos sem qualquer seguro de saúde. Uma catástrofe humanitária de proporções desconhecidas na União Europeia, que levou o presidente do Parlamento Europeu a apelar a um programa especial de apoio urgente à população mais carente e, à presidente do FMI, a reconhecer o falhanço do programa de austeridade imposto pela Troika. Perante este cenário catastrófico, não devem ser considerados surpreendentes os resultados de ontem. Colocados entre a espada e a parede, os gregos escolheram a espada, preferindo combater pela sua dignidade e dando ao governo de Syriza, democraticamente eleito, a legitimidade que este necessitava para (re)negociar em Bruxelas uma nova proposta, que tenha em conta a situação-limite a que está sujeita a Grécia.
Independentemente de ter ganho o "não", a situação social e económica grega não melhorará substancialmente. Este é um dado adquirido, que os eleitores devem ter ponderado na hora da votação. Apesar de tudo, ousaram desafiar o poder financeiro, dando uma lição de coragem e democracia ao Mundo. Nada ficará como dantes, nesta Europa decadente submetida ao diktat alemão. À Grécia, o devemos. Não é coisa pouca.

 faceocultaterra.blogspot.pt

CICLISMO - TOUR DE FRANCE - VÍDEO COM MAIS PORMENORES DA QUEDA COLECTIVA NA ETAPA DE HOJE






VÍDEO

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CICLISMO - TOUR DE FRANCE 2015 - VEJA AQUI VÍDEO E IMAGEM DA QUEDA DE MUITOS CICLISTAS - Rui Costa deu "valente cambalhota" em acidente com vários ciclistas no Tour

Rui Costa deu "valente cambalhota" em acidente com vários ciclistas no Tour

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A terceira etapa da Volta à França foi interrompida, esta segunda-feira, aos 159,5 km, devido a uma queda que envolveu perto de 20 ciclistas, incluindo os portugueses Rui Costa e José Mendes. Veja o vídeo.
REUTERS/ERIC GAILLARD

Joaquim Rodriguez (Katusha) acabou por vencer a terceira etapa da Volta à França, entre Anvers e Huy, num total de 159 quilómetros. Chris Froome (Sky) seguiu o corredor espanhol e ascendeu à liderança da prova. Alexis Vuillermoz (AG2R) completou o pódio.
Chris Froome (Sky) gere apenas um segundo de vantagem sobre Tony Martin (Etixx-Quickstep) e 13 sobre o norte-americano Tejay Van Garderen (BMC).
Esta terça-feira o pelotão entra finalmente em França, com a ligação entre Seraing e Cambrai. O principal foco da etapa serão os troços em pavé (paralelepípedo).


VÍDEO

video



"Hoje foi o caos", diz Rui Costa


No rescaldo da corrida, Rui Costa (Lampre-Merida) admitiu ter ficado com várias mazelas, na sequência da aparatosa queda que marcou a terceira etapa da Volta a França.
"Obrigado por se preocuparem. Estou com dores na anca e no joelho. Algum mal-estar, mas não é grave", escreveu o campeão nacional na sua página do Facebook. "Esta Volta a França não está a começar nada bem para mim. Hoje foi o caos", lamentou, posteriormente, no seu blogue pessoal, contando que deu "uma valente cambalhota" e levou com "uma bicicleta a grande velocidade" em cheio nas costas.


Apesar da queda, o cilcista poveiro conseguiu regressar ao pelotão quando a corrida foi neutralizada pela organização, uma vez que não existiu assistência médica disponível para todos os afetados. Terminou a etapa na 38.ª posição, a 1.13 minutos do vencedor, Joaquim Rodríguez, e subiu ao 30.º posto da geral, a 3.10 minutos do líder Chris Froome (Sky).
"O pior é que amanhã temos uma etapa importantíssima e super dura, a etapa do 'pavé'. Uma autêntica Paris-Roubaix em pleno Tour. O trepidar do paralelo a juntar às mazelas... é melhor não pensar e simplesmente focar-me no objetivo. Vamos ver como acordo. Espero estar melhor e conseguir passar bem a dificuldade", completou.
José Mendes (Bora-Argon 18) foi 162.º na etapa, a 11.02 minutos do vencedor, e desceu à 163.ª posição da geral. "O que me está preocupar mais é um hematoma que tenho no músculo acima do joelho, que me dificultou imenso a tarefa de terminar a etapa. Neste momento, não parece ser nada de grave, mas vamos ver como evoluem as lesões provocadas pela queda", disse à agência Lusa o vimaranense.
Nélson Oliveira (Lampre-Merida) escapou incólume à queda - completou a tirada no 107.º lugar, a 6.13 minutos, e é agora 79.º, a 08, 13 do britânico da Sky -, bem como Tiago Machado
.

SOMOS PARCEIROS. Tu assumes encargos e prejuízos e eu ... os lucros

SOMOS PARCEIROS. Tu assumes encargos e prejuízos e eu ... os lucros

Uma auditoria conduzida pelo Tribunal de Contas às parcerias-público privadas (PPP) do sector ferroviário conclui que existe uma “inadequada gestão” e falta de fiscalização destes contratos, alertando ainda para o incumprimento “do objectivo de redução de encargos” por parte do Estado. As duas PPP em causa, a Fertagus e a Metro Sul do Tejo, custaram aos cofres públicos 202,5 milhões de euros até 2013. A instituição diz que “não encontrou evidências de que o Estado tenha sido diligente para a obtenção de acordos que sejam mais favoráveis para os interesses públicos”.


Na verdade, a generosidade do Estado assumida por sucessivos Governos é extraordinária. Numa espécie de variante do Estado Social em modo “Só p’ra amigos”, o estabelecimento de parcerias entre instituições públicas e entidades privadas, as PPPs, tem sido uma excelente forma de distribuir riqueza. Por poucos, é certo.
É uma área de investimento diversificado, para além dos mais conhecidos sectores das obras públicas, estruturas rodoviárias, ferroviárias e da saúde, está a chegar também ao estratégico sector das águas.
Do que se conhece, e acho que não se conhece tudo, resulta quase invariavelmente um péssimo negócio para o estado, para os contribuintes, e um muito bom negócio para os concessionários.
De facto, as PPPs em modo português são, de uma forma geral, uma estranha e assimétrica parceria, um parceiro, o Público, assume os encargos, os riscos e os prejuízos e o outro parceiro, o Privado, recebe os lucros.
O que parece mais embaraçoso é que esta assimetria inaceitável entre quem se assume como “parceiro” tem vindo a ser sucessivamente denunciada mesmo de dentro do estado. Apesar disso, sucessivos governos têm apostado de forma despudorada, irresponsável e delinquente do ponto de vista ético, para ser simpático, no estabelecimento e fortalecimento ou manutenção destas Parcerias assentes em contratos jurídicos estabelecidos basicamente à medida dos interesses privados de empresas e grupos “amigos”, constituindo-se, assim,  como verdadeiros brindes à custa do erário público e dando um enorme contributo para a situação financeira que actualmente vivemos.
Mais grave, é continuar-se a assistir à defesa destes comportamentos, à impunidade dos responsáveis e ao aumento dos custos que esta ruinosa e irresponsável política envolve.
E não acontece nada de significativo.
É o Portugal dos Pequeninos.

atentainquietude.blogspot.pt

SER HISTORIADOR DE ARTE NO PAÍS DA AUSTERIDADE

SER HISTORIADOR DE ARTE NO PAÍS DA AUSTERIDADE

SEGUNDA-FEIRA, 6 DE JULHO DE 2015


Série "Ser no país da austeridade" 


vivo num país em austeridade desde 2002. não é coisa de hoje. não é profissão. não é tão pouco um país. nem faz parte de um ser.

não sou um empréstimo o caralho. andamos todos nisto e a viver disto. é um óxido. fiquemos quietos a escrever enquanto calamos. parabéns a nós.
quietos.

(estou a ser injusto. há muito quem não cale. mas não saco nem escrevo mais do que isto. podia espetar com números. com orçamentos. com o que ganhei nos últimos meses. é indiferente. o que importa é que é assim desde 2002. para muitos desde antes disso. nunca foi diferente. o resto é treta. um dado chega: um ordenado mínimo não é suficiente para alugar um t0 no centro de Lisboa, onde alguém limpa o sítio onde mijamos. o resto é ilusão. fiquemos quietos.)



*Autor Convidado
André Silveira, historiador de arte

Nota de referência:

A luta de classes é o motor da História, e por isso é preciso ir oleando a engrenagem. A luta do Manifesto74 é feita com palavras. É por isso que aqui não há colaboradores, empreendedores e empregadores. Escrevemos trabalhadores, empresários e patrões. Nesta luta temos o nosso lado bem definido. Estamos com os trabalhadores e as suas famílias, com os explorados e oprimidos. É para estas pessoas que escrevemos. São estas pessoas que queremos escutar. Publicaremos aqui uma série de textos de profissionais de várias áreas onde simplesmente lhes pedimos que nos falassem da sua profissão, do seu trabalho, do seu dia a dia. As palavras, as reflexões, as propostas, as denúncias, as exigências são de quem as escreve. Que os seus testemunhos sirvam para esclarecer e alimentar o debate. Que as palavras acrescentem força à luta e com eles se fortaleça.

manifesto74.blogspot.pt

PUBLICAÇÃO ESPECIAL NO DESENVOLTURAS & DESACATOS - ALGARVE INTERIOR (PARTE 1) - VÍDEOS E IMAGENS DO BARROCAL ALGARVIO






















pt.slideshare.net

VÍDEOS







INTERIOR DO CASTELO DE PADERNE

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PROJECTO CORTIÇA - SÃO BRÁS ALPORTEL













FOIA - MONCHIQUE - ALGARVE





ALTE




AMENDOEIRA




FONTE DE PADERNE
RIBEIRA DE PADERNE
ALTE


PEGO DO INFERNO - TAVIRA

FONTE DA BENÉMOLA

BARRAGEM DA BRAVURA

ARADE - CASTELO DE SÃO JOÃO

ZONA RIBEIRINHA DE SILVES

RIBEIRA DE ALTE

FONTE DA BENÉMOLA - QUERENÇA
CASTELO DE ALJEZUR


PADERNE FOTOS




FOTOGALERIA