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domingo, 5 de julho de 2015

REFERENDO EM PORTUGAL SERÁ EM SETEMBRO

REFERENDO EM PORTUGAL SERÁ EM SETEMBRO

DOMINGO, 5 DE JULHO DE 2015


Duas correcções face ao título: Cavaco ainda não marcou, mas final de Setembro/início de Outubro haverão eleições legislativas em Portugal, para eleger os deputadas na Assembleia da República; e não será um referendo como na Grécia com uma pergunta. Mas essas eleições comportam várias perguntas que devemos fazer-nos a nós próprios e aos programas das forças partidárias. E face ao carácter crescentemente federalista da União Europeia (UE), cabe-nos nestas eleições nacionais perguntar também que UE queremos, e qual a postura que queremos que o nosso governo nacional tenha perante as instituições internacionais, como a UE e o FMI. Queremos um governo submisso, que acatadamente procure cumprir o que lhe é exigido, subordinando a vida da maioria dos Portugueses e o futuro do país a regras que servem interesses do grande capital (estrangeiro e nacional)? Ou queremos um governo que seja capaz de ser assertivo e de defender os interesses nacionais? Queremos um governo que capitule a soberania nacional ou um governo patriótico?

A trabalho está-nos facilitado. O actual governo PSD/CDS-PP já demonstrou que governo quer ser: o menino bem comportado, que até vai além do exigido pelo professor, que levanta a mão antes de ir à casa de banho. Comportamentos aceitáveis por um pupilo, mas não entre Estados soberanos e independentes. O PS também já demonstrou que postura terá no Governo, pelas votações que tem feito relativamente à proposta de renegociação da dívida, elemento fundamental para garantir desenvolvimento a curto prazo em Portugal e evitar ainda mais degradação das funções sociais do Estado. Aliás a Troika nacional (PS, PSD, CDS-PP) tem sido clara na sua visão sobre a soberania nacional ao convergirem na sua aprovação, promoção e cumprimento dos múltiplos tratados e acordos da UE, incluindo na sua recusa de sujeitar ao escrutínio popular~quaisquer decisões supra-nacionais que têm vindo a destroçar a independência de Portugal. Recordem-se apenas o mais recentes:
- o Tratado de Lisboa e os decorrentes pacotes legislativos da Governação Económica (Six Pack e Two Pack)
- Tratado sobre a Estabilidade, Coordenação e Governação na União Económica e Monetária – também conhecido como Tratado Orçamental;
- o «Semestre Europeu»;
- a «União Bancária»;
- o Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (o TTIP: «Transatlantic Trade and Investment Partnership»)
Tal é o colete de forças em que a troika nacional nos meteu, que pouco podem os seus partidos diferir nas suas propostas legislativas. Cavalo ou jumento, produzem muita merda e a de ambos cheira mal. Na campanha que se avizinha há que direccionar o debate político sobre fundamentos, e não nos deixarmos distrair com questões ilusórias, promessas que não tencionam ser cumpridas. É o futuro do país que está em jogo.

manifesto74.blogspot.pt

RESCALDOS (2)


DISCURSO DIRECTO - NÃO




“Agora o Governo português vai ter de explicar ao seu povo porque não lutou por ele” - Bandeira portuguesa junta-se às muitas gregas nos festejos do “não” na Praça Sintagma

“Agora o Governo português vai ter de explicar ao seu povo porque não lutou por ele”

Bandeira portuguesa junta-se às muitas gregas nos festejos do “não” na Praça Sintagma, em Atenas, onde se festeja com frases fortes: “As pessoas quiseram dizer 'não', mesmo que venham a ficar sem comer”. E há observações sobre o Governo de Passos

Na Praça Sintagma há uma bandeira vermelha e verde que sobressai entre as muitas azuis e brancas. Stavros Stellas, de 60 anos, saiu à rua para festejar a vitória do "não", segurando na mão as cores de Portugal - porque os dois países, diz, atravessam o mesmo problema. "A nossa dívida é o lucro do países do norte da Europa."
Stavros ainda está incrédulo com o resultado do referendo. Mesmo ele, militante do Syriza, confessa nunca ter acreditado que fosse possível o "não" ganhar com uma margem confortável, como apontam as projecções oficiais (61%). "Foi uma vitória contra tudo e contra todos - contra os media privados, que fizeram propaganda pelo 'sim', contra os grandes empresários, contra a UE, que fez connosco uma chantagem intolerável. Mas ganhámos. As pessoas quiseram dizer 'não', mesmo que venham a ficar sem comer", diz, de lágrimas nos olhos.
Agora, afirma, os outros países do Sul vão ter muito em que pensar sobre a atuação que os seus governantes têm seguido até aqui. "O governo português vai ter de explicar ao seu povo porque não lutou pelos direitos das pessoas, como lutou o nosso aqui na Grécia. Vai ter de explicar porque disse que sim a tudo, porque nunca fez frente à UE."

rescaldo



Sobre o referendo realizado na Grécia - INTERVENÇÃO DE JOÃO FERREIRA, MEMBRO DO COMITÉ CENTRAL DO PCP, LISBOA



INTERVENÇÃO DE JOÃO FERREIRA, MEMBRO DO COMITÉ CENTRAL DO PCP, LISBOA



Sobre o referendo realizado na Grécia



O resultado do referendo hoje realizado na Grécia, com a vitória do «Não», constitui uma clara afirmação de rejeição dos inaceitáveis ditames e imposições da União Europeia e do FMI pelo povo grego e a reafirmação da vontade de mudança de política que expressou nas eleições realizadas a 25 de Janeiro.
Um resultado que, independentemente da evolução que se venha a verificar naquele país, afirma a rejeição da continuação da política de exploração e empobrecimento que a União Europeia e o FMI têm procurado impor, continuadamente e de forma acrescida nos últimos cinco meses, aos trabalhadores e povo grego.
Um resultado que é tão mais significativo, quando alcançado sob a pressão de uma inadmissível e colossal operação de ingerência e desestabilização promovida pela União Europeia e o FMI contra o povo grego, que em Portugal contou com a activa participação do Governo PSD/CDS e do Presidente da República.
Uma vergonhosa operação que, para salvaguardar o autêntico saque do capital transnacional, do directório de potências que comandam a União Europeia, não hesita em afrontar a soberania e a democracia, o direito de um povo decidir soberanamente do seu destino.
O que a realidade mostra, a começar pelo nosso país, é que as políticas e instrumentos de dominação da União Europeia – do Euro ao Tratado Orçamental – são contrários ao desenvolvimento e ao progresso económico e social e constituem inaceitáveis obstáculos ao desenvolvimento de políticas em favor dos legítimos interesses e aspirações dos povos, respeitadoras da sua vontade e soberania.
O resultado do referendo na Grécia constitui uma importante derrota para a União Europeia e o FMI, para todos aqueles que representam e actuam em função dos intentos e interesses dos grandes grupos económicos e financeiros.
A inaceitável postura do Governo PSD/CDS e do Presidente da República traduz a sua clara opção de procurar impor de qualquer maneira a política de direita e branquear as responsabilidades pelas suas brutais consequências económicas e sociais, nomeadamente, as do pacto de agressão – assinado pelo PS, PSD e CDS com a União Europeia, o BCE e o FMI.
O PCP alerta para o prosseguimento das manobras daqueles que, como a União Europeia e o FMI, desrespeitando a vontade do povo grego, procurarão impor à Grécia – como impõem a Portugal – a dependência e o desastre económico e social. O que se impõe é o respeito da vontade, uma vez mais, expressa pelo povo grego.
O PCP reafirma a sua exigência ao Governo e ao Presidente da República que, abandonando a sua atitude de submissão, adopte uma atitude de defesa intransigente dos interesses nacionais.
Saudando os trabalhadores e o povo grego, o PCP reafirma a sua solidariedade com a sua resistência e luta contra os ditames e imposições da UE e do FMI e em defesa dos seus direitos e aspirações.
A evolução na União Europeia comprova que é o caminho da resistência e da luta – e não o da submissão e subordinação –, que defende os direitos e interesses do povo português e do País.
Em Portugal, esse caminho exige a ruptura com a política de direita e a concretização de uma alternativa patriótica e de esquerda – pela qual o PCP se bate.
Uma alternativa patriótica e de esquerda que, confrontando os constrangimentos e condicionalismos da União Europeia e do Euro – que comprometem o direito de Portugal a um desenvolvimento soberano –, opta claramente pelos direitos e interesses do povo e do Pais, pela justiça e progresso social, pela soberania e independência nacionais, por uma Europa de cooperação entre Estados soberanos e iguais em direitos, de progresso e de paz.
Está nas mãos do povo português, na sua confiança, na sua determinação e vontade, dar expressão à construção de uma real alternativa que assegure um Portugal com futuro.


VÍDEO



ZORBA


A EUROPA ESTÁ A MUDAR





em dia NÃO - O que se está a passar na Europa excede os sonhos mais delirantes de um qualquer candidato a Hitler e, desta vez, não comparo Merkel a Hitler para não irritar os democratas de pacotilha que pululam na web e a poluem com a sua verdade única, a sua posição irredutível, a sua insofismável pureza, arautos que são da sinceridade (nota-se isso em Passos Coelho, o seu adorado líder),

em dia NÃO


O que se está a passar na Europa excede os sonhos mais delirantes de um qualquer candidato a Hitler e, desta vez, não comparo Merkel a Hitler para não irritar os democratas de pacotilha que pululam na web e a poluem com a sua verdade única, a sua posição irredutível, a sua insofismável pureza, arautos que são da sinceridade (nota-se isso em Passos Coelho, o seu adorado líder), da boa governança (vê-se isso em Passos Coelho, o grande obreiro da Pátria), do capitalismo selvagem como ideal de uma sociedade livre e feliz (é isso que tem feito Passos Coelho, o salvador que nos livrou da bancarrota). O que se está a passar na Europa ultrapassa os mais negros pesadelos de um pessimista como eu. A direita e a moderadíssima, morigerada esquerda - por cá representada pelo PS dos que querem aportar a costa segura sem ondas nem vagas que lhes afecte o casco -, não querem, para bem da democracia, que um qualquer Syriza ganhe num qualquer outro país da Desunião Europeia. Por isso mentem, fazem chantagem, tentam amedrontar os gregos que tiverem a aleivosia de votar NÃO no referendo de hoje. Os patrões ameaçam com o fecho das empresas se ganhar o NÃO. O Financial Times avisa que os depósitos bancários vão desvalorizar 30%. As televisões privadas gregas fazem campanha aberta pelo SIM. O cerco à Grécia, e sobretudo ao Syriza, aperta-se como um torniquete, faz com que os bancos tenham que fechar e as filas que se formam para os multibancos sejam outro motivo de propaganda anti-governamental. Os líderes desta destroçada Europa, Angela, Wolfgang, Jean-Claude, François, Matteo, Jeroen, Martin tudo têm feito para assustar os gregos, com a saída do euro, com o caos económico, com a derrocada de um país milenar. Passou a valer tudo para derrubar um governo democraticamente eleito e sufragar (se calhar nem isso é preciso) o regresso da direita, e da moderadíssima, morigerada esquerda, ao poder. Para que se voltem a impor, democraticamente, e outra coisa não podia ser, os mandamentos da Santa Aliança europeia onde Portugal faz de criado mudo a não ser que seja para, democraticamente, ajudar, com entusiasmo e vigor, a matar toda e qualquer deriva da esquerda "radical". Agora já sabemos como salvar a democracia: matando-a. Adolfo não faria melhor do que Angela. António melhor do que Pedro, Francisco melhor do que Mariano, Benito melhor do que Matteo. Caminhemos para o cadafalso. De fato preto, como nos funerais, porque é de um féretro, de muitos féretros que falamos. Aguardando-nos, estará o cadáver da democracia. Jazendo na mesma vala comum onde, todos os dias, se enterram direitos e liberdades, qualidade de vida e desejos de um futuro melhor. O dobre de finados, o coro dos escravos, o choro das carpideiras já se fazem ouvir. O cortejo fúnebre está a passar, agora mesmo, diante da sua porta. Já deu por isso? Ou vai continuar a refugiar-se entre os seus fantasmas, os que lhe meteram em casa à força de mentiras e propaganda?

ouropel.blogspot.pt

TEM 14 ANOS E UM FUTURO COMO MÁGICO - VEJA VÍDEO

VÍDEO



ENTÃO E AS GRANDES MEDIDAS TÃO PROPAGANDEADAS !? - Incêndios. Área ardida mais do que triplicou este ano

Incêndios. Área ardida mais do que triplicou este ano

Incêndios. Área ardida mais do que triplicou este ano
A área ardida este ano mais do que triplicou em relação ao mesmo período de 2014, tendo os incêndios consumido 17.808 hectares de floresta, segundo o Instituto da Conservação da Natureza das Florestas (ICNF). 
O relatório provisório de incêndios florestais do ICNF adianta que, entre 01 de janeiro e 30 de junho, registaram-se 7.244 ocorrências de fogo, mais 4.294 do que em idêntico período do ano passado, quando tinham ocorrido 2.950.
Os 7.244 incêndios resultaram em 17.808 hectares de área ardida, entre povoamentos (8.395 hectares) e matos (9.413 hectares), mais 12.007 do que em 2014, quando as chamas consumiram 5.801 hectares, refere o mesmo documento.
"Comparando os valores do ano de 2015 com o histórico dos últimos 10 anos, destaca-se que se registaram mais 15 por cento de ocorrências relativamente à média verificada no decénio 2005-2014 e que ardeu mais 44% do que o valor médio de área ardida nesse período", indica o ICNF, acrescentando que 2005, 2009 e 2012 são os que registaram valores de área ardida superiores ao deste ano.
De acordo com o relatório, até 30 de junho há registo de 351 reacendimentos, mais 35 do que a média dos últimos 10 anos.
O ICNF indica também que os distritos do Porto (1.559), Braga (913) e Vila Real (732) são os que registaram, até 30 de junho, mais ocorrências de fogo, sendo a maioria de reduzida dimensão.
Já, os distritos de Viana do Castelo, Viseu e Braga foram os mais afetados pela área ardida, com 3.418, 2.698 e 2.413 hectares, respetivamente.
O relatório indica também que o maior número de ocorrências de fogo registou-se em junho (2.047), seguindo-se março (1.992), enquanto os meses com mais área ardida foram em abril (6.614) e março (4.872).
"Depois de uma primavera com valores de ocorrências mensais superiores às médias" dos últimos dez anos, o mês de junho registou também um número de incêndios superior em 15% ao último decénio, adianta o ICNF, sublinhando que "o valor da área ardida no primeiro mês do verão (3.243 hectares) é idêntico" dos últimos dez anos.
O segundo relatório deste ano do ICNF sobre os fogos indica ainda que se registaram 24 grandes incêndios que queimaram 7.407 hectares de espaços florestais, ou seja, cerca de 41,6 por cento do total da área ardida até 30 de junho.
O maior incêndio ocorreu a 02 de abril em Pessegueiro do Vouga, distrito de Aveiro.


OXI


BANDEIRA GIGANTE DA GRÉCIA NO CASTELO DE SÃO JORGE EM SOLIDARIEDADE COM O POVO GREGO


Carvalho da Silva : "Análise de Cavaco lembra discursos anedóticos de Américo Tomás"

"Análise de Cavaco lembra discursos anedóticos de Américo Tomás"Carvalho da Silva considera que, após a Grécia, “no corredor das vítimas são os portugueses que se seguem”.Foi com duras palavras que Carvalho da Silva descreveu a postura do Presidente da República perante o diferendo que opõe Grécia e credores: “A análise contabilístico-aritmética de Cavaco Silva sobre o que se passa na Grécia e na União Europeia [UE] e suas implicações em Portugal está ao nível anedótico dos discursos de Américo Tomás”.

A frase do antigo líder da CGTP surge num texto de opinião publicado este domingo no Jornal de Notícias, no qual Carvalho da Silva lança críticas ainda a Passos Coelho por manter a sua “mensagem” enquanto “o país permanece num beco apertado e lamacento na UE”.
Américo Tomás, recorde-se, foi Presidente da República durante o Estado Novo, altura em que ganhou a alcunha de ‘corta-fitas’, nome que os portugueses lhe deram em surdina pelo facto de a sua liderança estar sujeita ao poder de Salazar. Américo Tomás foi também o beneficiário da fraude eleitoral de 1958, ano em que venceu Humberto Delgado, conhecido como o ‘General sem medo’.
No seu texto de opinião, o ex-líder sindical escreve ainda que hoje em dia é mais claro que “o problema não é a Grécia”. O problema, na verdade, é “o projeto europeu tornado em monstro, onde hoje não há espaço para a democracia”, critica.

As pinturas hiper-realistas de Charles Bierk

As pinturas hiper-realistas de Charles Bierk


Charles Bierk é um artista do Canadá que produz pinturas hiper-realistas ou foto-realistas. Especializado em retratos, o artista cria pinturas que confundem o olhar, deixando o espectador na dúvida se o que vê é uma fotografia ou uma pintura.

Charles Bierk aprendeu desde cedo a arte da pintura, com seu pai, que era um pintor de paisagens. Usando tinta a óleo sobre tela, o artista cria incríveis pinturas hiper-realistas em tons monocromáticos, como se fossem fotos em preto e branco. Como referência, o artista usa fotos de seus amigos que ele tira em seu estúdio.




Charles Bierk pinturas hiper-realistas retratos preto e branco

Charles Bierk pinturas hiper-realistas retratos preto e branco

Charles Bierk pinturas hiper-realistas retratos preto e branco

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Charles Bierk pinturas hiper-realistas retratos preto e branco

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Charles Bierk pinturas hiper-realistas retratos preto e branco

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Charles Bierk pinturas hiper-realistas retratos preto e branco

Charles Bierk pinturas hiper-realistas retratos preto e branco

Charles Bierk pinturas hiper-realistas retratos preto e branco

Charles Bierk pinturas hiper-realistas retratos preto e branco

Charles Bierk pinturas hiper-realistas retratos preto e branco

Imagens via site de Charles Bierk. Dica via Supersonic Art - Charles Bierk, Paintings.
estou-sem.blogspot.pt

EXÉRCITO NAS ESCOLAS: COMO SE VAI FORJANDO A MILITARIZAÇÃO DA SOCIEDADE

EXÉRCITO NAS ESCOLAS: COMO SE VAI FORJANDO A MILITARIZAÇÃO DA SOCIEDADE

1 – O Conselho de Ministros de Portugal aprovou, recentemente, um documento, que permite o recrutamento de elementos das forças armadas, na reserva, para fazer tarefas policiais de *vigilância escolar*.

"Esta alteração visa facilitar a contratação de elementos para o desempenho das funções de chefes de equipa de zona e de vigilantes para integrarem as equipas de vigilância, bem como permitir a renovação das comissões de serviço, de modo a assegurar a continuidade da actividade de vigilância das escolas", lê-se no comunicado emitido no final da reunião do Governo.


Aparentemente, pode parecer um atitude bem pensada de segurança, mas a iniciativa nasce, justamente, numa ocasião em que se verifica uma divórcio crescente entre as forças guardiãs do actual regime e os seus mentores e promotores – políticos e económicos.

Tal como sucede em quase todos os países do Mundo, os representantes do capital financeiro no poder estão a forjar «exércitos mercenários», que disfarçam sob a pacata  supercialidade de «seguranças privadas«, (a ESEGUR era ou é dos BES) que, paulatinamente, procuram enquadrá-las, militarmente, e armá-las com material letal.

Uns já o fazem abertamente, como os Estados Unidos da América, outros, como Portugal usam artimanhas para chegar a esse objectivo.

Vão buscar, desta vez, militares reservistas, com o o argumento de *bom samaritano* de segurança para preparar o futuro.

2 – Mas, qual a razão desta procura da «militarização» e controlo castrense da sociedade?

O actual regime assente no domínio absoluto do lumpen-grande capital internacional está numa encruzilhada - são forças que já eram, sentem que surgem outras forças do progresso, da ruptura política, estão a emergir, e podem varrê-lo do panorama político num espaço, mais ou menos longo, dando origem, possivelmente, as novas formas de poder – que não consegue desfazer o *nó de pescador*.

Claro que esse poder antigo, ainda que apodrecido, não desaparecerá por si próprio.

As principais potências capitalistas modelam formas de actuação, que plasmaram em documentos internos, confidenciais, ou até já os estão a aplicar no terreno, quer a nível interno, quer em território exterior, sempre em nome da «defesa dos interesses nacionais».

Um documento emitido do Estado-Maior do Exército norte-americano, divulgado, em 2014, pelos meios de comunicação e intitulado *Megacities and the United States Army*, sublinha, sem qualquer rebuço, que as forças militares teriam de entrar e ocupar grandes cidades, para obstar que se formem levantamentos civis e revoltas politico-sociais.

No fundo, segundo o documento do Chefe do Estado-Maior, a actuação poderá dar-se sempre que estiver em perigo o poder político existente.

Foi, justamente, com esse receio que o governador do Estado de Missouri decidiu enviar unidades, fortemente armadas, da Guarda Nacional para conter o levantamento da população de Fergusson, que protestava contra a morte, obtida a sangue frio, de um negro da cidade por um polícia branco.

Que foi absolvido do crime...


Embora as autoridades norte-americanas tentem fazer crer que a Guarda Nacional é uma mera agremiação de voluntários com carácter quase caritativo, na realidade, é uma instituição armada dependente do Pentágono.

As unidades (Exército e Força Aérea) são treinadas e enquadradas como fazendo parte das Forças Armadas, e, em último caso, podem ficar mesmo na dependência do Presidente dos Estados Unidos. 

Comportam mais de 400 mil homens.

3 – Em Janeiro de 2015, vários indivíduos, que mais tarde o poder instituído associou ao chamado Exército Islâmico, atacou, em Paris, França, a sede do jornal satírico *Charlie Hebdo*, matando 12 dos principais e jornalistas do periódico e outras pessoas.

De imediato, o poder político +militarizou+ o país.

Tropas de elite da polícia e das Forças Armadas ocuparam várias cidades francesas e cercaram as fronteiras do país.

Aparentemente, os autores do atentado à sede do jornal “Charlie Hebdo” eram, somente duas pessoas – dois irmãos de apelido Kouiach – que actuaram, com plena naturalidade e com enquadramento militar.

Tiveram até oportunidade de parar o automóvel numa rua de um só sentido e mesmo assim conseguiram escapar.

Dias depois, segundo a imprensa oficial, dois homens teriam assaltado uma bomba de gasolina, com armas ak-47.

Uma movimentação militar e policial desenrolou-se por todo o norte, pois segundo as autoridades o assalto teria sido praticado a 70 Km a norte de Paris.


Surgiram detenções de vários +suspeitos+ de ligação aos fugitivos, que acabaram por ser abatidos.

Entretanto, um novo incidente surge quando um franco-argelino de nome Amedy Coulibaly, tido como antigo cadastrado e referenciado como militante activo do chamado *terrorismo* islâmico entra num talho judaico, onde faz vários reféns, alguns dos quais abateu, bem como um agente policial.

Após um cerco de centenas de polícias e exército foi, ele próprio, abatido.

Segundos os relatos das autoridades, e o sucedido tem sempre a chancela oficial, Amedy agiu em cumplicidade e sintonia com os irmãos Kouiach.

O curioso é que a mulher de Amedy de nome Hayat Boumeddiene, considerada, de imediato, como cúmplice daquele e *mais radical* do que ele próprio – tida como «a mulher mais procurado de França» conseguiu sair do país legalmente e foi referenciada, dias depois, como fazendo parte dos quadro do Estado Islâmico do Iraque e de Levante e já actuar na Síria.

(Uma pequena notícia da altura, que não foi explorada pela grande imprensa, é que a namorada de um dos suspeitos pertencia ao próprio corpo policial).

Tudo isto sucedeu em Janeiro, mas até hoje não houve um relato circunstanciado das *falhas dos serviços secretos* de que denuncioiu então o primeiro-ministro Manuel Valls.

4 – Não podemos considerar esta *militarização* da sociedade, como actos pontuais.

São planos preparados face à evolução descontrolada da lumpen burguesia no poder, que por um lado puxa o cobertor para cobrir a cabeça, por outro deixes os pés ao labéu, porque já não consegue dirimir suavemente a situação.

A luta de classes no mundo caminha para um terreno enxameado de descontentamento, que cresce e evolui, ainda sem um rumo programático definido.

As classes laboriosas querem mudança, mas a sua percepção de ruptura com o poder instalado ainda é difusa, e, por vezes, descrente de que possa irromper uma nova sociedade.


Mas, a mudança está em movimento, vai surgir. Poderá, muito em breve, a sociedade ser percorrido pela violência. 

O mundo está prenhe de algo novo. Está a forjar o parto.

tabancadeganture.blogspot.pt

FIQUEM SABENDO


Grécia: é difícil ajudar "alguém que não quer ser ajudado"

Ajudar???A política da Troika é avassaladora e insustentável numa economia que a ela recorra.

Alias...os negócios suicidas que se leva a recorrer àTroika foram negócios do Ministério da Defesa aonde não existem concursos públicos e aonde os intervenientes na venda de material absoleto são sempre as empresas alemães.

Temos os exemplos da Grécia com o maior poderio bélico da Europa e Portugal.Quem deu o despacho para tais compras???os Governos de então.

Andamos todos ainda a pagar com impostos...redução de pensões e de remuneração e ainda com os fundos da Segurança Social que se tornou insustentável...daí trabalharmos ate morrer...daí a imigração crescente e jovem...daí o decrescimento da nossa economia...daí uma população cada vez mais envelhecida...maior desemprego...maior mentira...tudo o que nos leva a estar endividados ate à morte das gerações futuras sem futuro algum.

Pobreza.
Predestinados a pobreza num país com tantos recursos perdidos.

Este homem é um idiota capacho dos interesses econômicos e financeiros estrangeiros.

Se alguém em tempos fugiu a impostos e contribuições...não foi um povo português mas esta classe que tão bem este vosso PM representa e de 4...para ser grosseiro.Incompetente e servil.

Cinico e falso.Desumano e anti-social.

Carlos Sottomayor E Tavora





Grécia: é difícil ajudar "alguém que não quer ser ajudado"

Passos Coelho afirmou que a Europa está agora mais forte porque em Portugal, tal como na Irlanda e em Espanha, fez-se o necessário para ultrapassar as dificuldades, numa alusão aos programas de ajustamento e às reformas aplicadas nos últimos anos

O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho afirmou que a Europa está agora mais forte porque em Portugal, tal como na Irlanda e em Espanha, fez-se o que era necessáriopara ultrapassar as dificuldades, numa alusão aos programas de ajustamento e às reformas aplicadas nos últimos anos. Declarações feitas este sábado no aniversário da JSD, em Portimão.
"Aqui, como na Irlanda e como na Espanha fez-se o que foi preciso. A Europa hoje está mais forte porque nós soubemos o caminho que tínhamos de percorrer."

Mais, na véspera do referendo na Grécia, o primeiro-ministro afirmou que não se pode ajudar alguém "quando esse alguém não quer ser ajudado", nem sequer "ajudar-se a si póprio", destacando os exemplos dos países que pediram ajuda, mas que tiveram coragem para aplicar reformas e "fazer tudo" para ultrapassar os problemas.
"Por mais que queiramos ajudar alguém, é muito difícil ultrapassar as dificuldades quando esse alguém não quer ser ajudado e não se quer ajudar a si próprio. Mas estamos cheios de exemplos de povos que pediram ajuda e que souberam fazer tudo para ultrapassar os seus problemas. Foi isso que aconteceu em Portugal"

O chefe do Executivo destacou ainda que os povos têm o direito de escolher os seus governos, mas que a Europa também "pode intervir" e "chamar a atenção dos governos" para as reformas que são necessárias.
"Os povos têm a faculdade de escolher em democracia os seus governos. Todos temos a possibilidade de cometer erros e é importante que ninguém seja castigado para todo o sempre. A Europa pode intervir chamando a atenção dos governos para as reformas que precisam de ter mais ambição, em nome justamente do futuro dos jovens desse país e dos jovens europeus.  Queremos levar mais longe a reforma da Europa."

Passos salientou também que Portugal não teria conseguido ultrapassar a crise sem auxílio externo e que o país ficou mais pobre, sim, mas para agora poder ganhar mais.
"Não se diz a um pobre 'o teu mal é não ter dinheiro'. Não se diz a ninguém que não tem dinheiro que o seu mal é não gastar mais. Todos ficamos mais pobres nestes anos de ajustamento para agora ganhar mais."

O desemprego foi outro dos temas abordados. O primeiro-ministro disse que o Governo está “inconformado” por ainda haver um nível de desemprego tão elevado em Portugal, mas salientou os progressos feitos neste âmbito.
 
"Progredimos muito ao nível do desemprego, mas continuamos a ter um desemprego muito elevado. Não estamos satisfeitos com os resultados que alcançamos. Estamos inconformados por ainda haver tanto desemprego em Portugal."
  
Passos considera que o desemprego não desaparece só porque se fala dele e que são necessárias políticas ativas de criação de emprego que passam pelo investimento.
 
"Precisamos de políticas ativas de emprego. Sabemos que o desemprego só se resolve quando a economia está a crescer e a economia só cresce quando há investimento."

7 factos que você deveria conhecer sobre o atentado contra Kennedy

7 factos que você deveria conhecer sobre o atentado contra Kennedy


Kennedy2
Você sabe que um dos presidentes mais conhecidos da história dos Estados Unidos foi John Fitzgerald Kennedy, e a maioria das pessoas conhece a forma como ele encerrou seu período de presidência, sendo morto por um tiro disparado por Lee Harvey Oswald. Veja agora, 7 fatos que você deveria saber sobre o atentado contra Kennedy
1. Kennedy foi até as cidades do interior do estado do Texas por sugestão do governador John Bowden Connally Jr. e do vice presidente Lyndon Johnson, a viagem tinha como principal objetivo o de aumentar a sua popularidade em um estado onde não venceria as eleições do ano seguinte;
2. Apesar de todos se lembrarem do tiro que matou Kennedy, na verdade foram disparados dois tiros naquele dia, o primeiro atingiu o governador Connally e o pescoço do presidente, o segundo atingiu-lhe a cabeça, matando-o instantaneamente;
3. O assassino Lee Harvey Osvald foi preso em um cinema no mesmo dia do crime, foi condenado ainda na mesma noite e apenas dois dias depois foi morto pelo dono de Cabaré Jack Ruby. Até hoje não se tem certeza sobre qual foi o real motivo que levou Ruby a matar Osvald, algumas pessoas dizem que na verdade se tratou de uma simples queima de arquivo, pois Osvald não seria o único assassino, ou que na verdade não seria o assassino. Outros dizem que foi apenas por raiva, outros para evitar que Jacqueline tivesse que presenciar o julgamento do assassino de seu esposo.
Kennedy
4. Lyndon Johnson foi declarado o presidente dos Estados Unidos ainda na viagem entre Dallas e Washington, na mesma tarde do atentado, o corpo do presidente Kennedy era transportado no mesmo avião.
5. O atirador Lee Harvey Osvald era um fuzileiro naval americano nascido na cidade de Nova Orleans, Louisiana. Ele havia retornado a pouco mais de um ano, de um período de moradia na União Soviética;
6. O carro onde Kennedy foi assassinado não foi retirado de serviço após o crime, na verdade ela permaneceu a serviço de outros presidentes por mais 13 anos.
7. Ao longo de sua vida, Kennedy recebeu por quatro vezes a extrema unção, em 1947 e 1951, por estar gravemente doente, em 1954 em uma cirurgia e após o atentado que causou a sua morte.

osabicao.com.br