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sábado, 4 de julho de 2015

Zorba the Greek

NOTAS - A GRÉCIA DÁ-LHES JEITO




VAROUFAKIS ~ CÁ É MESMO IGUAL ! ELES ANDAM NO MEIO DO POVO SEM GUARDA COSTAS NUMA QUALQUER RUA E SÃO RECEBIDOS COM ABRAÇOS.













VÍDEO
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Sondagem da Católica confirma tese comunista: tremenda derrota de PSD e CDS-PP...

Sondagem da Católica confirma tese comunista: tremenda derrota de PSD e CDS-PP...
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Nos dias 19 e 20 de Junho foi publicada uma sondagem realizada pelo CESOP (Centro de Estudos e Sondagens de Opinião - Universidade Católica) para a Antena 1, a RTP, o Jornal de Notícias e o Diário de Notícias.
No seu tratamento jornalístico TODA (jornais, rádios, revistas, televisões) a comunicação social dominante pós o acento em duas teses fundamentais quanto às previsíveis intenções de voto dos portugueses:
  • empate técnico entre o PS (37%) e a coligação PSD/CDS-PP (38%)
  • o facto de em relação à anterior sondagem (Outubro de 2014) o PS ter descido 8 pontos percentuais e a coligação de direita ter subido 6.
No entanto...
Autores, comentadores e analistas parecem não ter percebido o óbvio:
PSD e CDS-PP juntos obtiveram nas eleições legislativas de 2011 50,35% dos votos. De acordo com esta sondagem agora andam pelos 38%.
Logo, a coligação PSD/CDS-PP em 4 anos perderia 12 pontos percentuais. Ou seja, perderia a maioria absoluta de deputados e não estaria em condições de formar governo.
Nenhum destes senhores e destas senhoras, profissionais da informação e da comunicação, deu por este facto? A sério?!...
Eu cá não sou de «teorias da conspiração» (a maioria das quais, sublinhe-se, mais cedo ou mais tarde se vêm a revelar verdadeiras). Mas a verdade é que também não se aperceberam destes factos nas eleições para oParlamento Europeu em Maio de 2014:
  • PPD/PSD + CDS/PP = O PIOR RESULTADO de todas as 38 eleições já realizadas em Portugal desde o 25 de Abril.
  • PS = O  mais baixo resultado de sempre em eleições para o Parlamento Europeu.
  • PS + PPD/PSD + CDS/PP = Cerca de 60% dos votos (o mais baixo resultado de sempre do chamado «arco da governação»)
Acresce que a referida sondagem não cumpre cabalmente com os critérios científicos referidos no meu artigo que segue.

   SONDAGENS: PREVISÕES E RESULTADOS
As eleições já se realizaram. Os votos foram contados. Os resultados são conhecidos. É tempo de análise objectiva de algumas questões. A das sondagens é uma delas.
Uma breve observação aos diversos «estudos de opinião» revela uma «realidade» bem diferente da que acabou por acontecer no dia 22 de Janeiro. Mudança repentina das escolhas dos eleitores? Falta de rigor? Incompetência? Manipulação? Ou…?

História
Recorde-se que a importância das sondagens como fonte de informação para os media é um fenómeno relativamente recente. Só a partir dos anos trinta do século XX, G. Gallup e E. Roper iniciaram um novo tipo de sondagens, com amostras estruturadas. O aperfeiçoamento do método de auscultação levou à expansão das sondagens “científicas” a partir de 1936.
Os avanços técnicos, científicos e tecnológicos vieram tornar mais fácil a auscultação da opinião pública, nomeadamente, através da entrevista telefónica.
As sondagens tornaram-se uma prática corrente durante e entre os períodos eleitorais. E não só.
Os diferentes meios de comunicação noticiosos estabeleceram parcerias entre si. Partilhando os custos e rentabilizando os resultados através de processos combinados de divulgação na TV, na rádio e nos jornais. As sondagens institucionalizaram-se como fonte de informação. 
Teoria
Pedro Magalhães nas páginas do “Público” e Carlos Gonçalves, Jorge Cordeiro e Vítor Dias no “Avante!”, entre outros, fornecem-nos importantes elementos de reflexão.
Importa, desde logo, lembrar que as sondagens só permitem uma previsão aproximada da realidade eleitoral, ou outra. Em todos os casos no intervalo de valores determinado pela margem de erro. E isto se for utilizado o método aleatório, amostras estratificadas, criteriosamente seleccionadas e de dimensão adequada. E métodos de inquirição fiáveis. E se os procedimentos de estimação complementares – relativos à abstenção e à distribuição dos não respondentes e indecisos – estiverem conforme à realidade em análise. 
Divulgação
O tratamento jornalístico de sondagens requer conhecimentos específicos e reveste-se de bastante sensibilidade.
Os seus resultados prestam-se a várias interpretações. Uma análise incompleta e pouco rigorosa dos dados de uma sondagem pode ter consequências graves e imprevisíveis, para a imagem das pessoas, ou instituições, submetidas a escrutínio. Além de enganar ou confundir aqueles que não tenham a curiosidade de verificar, em pormenor, esses dados.
Prática
A esmagadora maioria das sondagens relacionadas com as eleições para a Presidência da República, vindas a público entre 28 de Outubro e 22 de Janeiro, não preenchiam estes requisitos.
Não os cumpriam quanto aos parâmetros elementares de credibilidade. Nem quanto ao critério das amostras consideradas. Nem quanto à fiabilidade dos métodos de inquirição. Nem quanto aos procedimentos complementares de estimação. Nem finalmente quanto à forma como foram apresentadas por quase todos os meios de comunicação. 
Realidade
Foram as sondagens e a comunicação social, que as encomenda, quem manteve acesa a chama da candidatura de Cavaco Silva, durante os quase dez anos que o ex-primeiro-ministro esteve «retirado da vida política». Foram umas e outra quem o catapultou para a posição de, mais que favorito, vencedor antecipado. 
Estatística
Analisemos duma forma objectiva dois casos. Por um lado, a sequência das 24 sondagens registadas, entre 27 de Outubro e 20 de Janeiro, no âmbito das eleições presidenciais. Por outro, o caso particular representado durante 12 dias pela sondagem da Marktest.
Sobre a primeira, sublinhem-se três constatações:
Em primeiro lugar, o facto de nas 24 sondagens publicadas ter sido sempre atribuído a Cavaco Silva valores bem superiores ao seu resultado. Sendo que em 17 delas as previsões estiveram sempre mais de 5 pontos percentuais acima do que obteve.
Depois, o pormenor de em 15 destas 24 sondagens Francisco Louçã aparecer sempre com valores superiores (alguns bem superiores) àquilo que mostrou valer nas eleições.
Finalmente, a proeza de em 24 das 24 sondagens Jerónimo de Sousa aparecer sempre com valores inferiores ao que os que decidem lhe quiseram dar.
Quanto à da Marktest.
Registe-se o facto de, a exemplo do primeiro caso, Cavaco Silva aparecer desde sempre com valores bem acima do que veio a obter.
Saliente-se a curiosidade científica de em 12 das 12 sondagens publicadas pelo DN/TSF Louçã ter sido sempre bafejado com resultados superiores aos que veio a obter.
E de, inversamente, ter sido possível atribuir a Jerónimo de Sousa em 12 das 12 sondagens valores bem inferiores aos que veio a obter.
Por fim, refira-se a delirante sondagem de 14 de Janeiro em que se atribuía a Louçã quase o dobro das intenções de voto de Jerónimo e um quase empate técnico com Mário Soares. 
Notas finais
Não se pense que estas questões se restringem ao âmbito político-eleitoral. Também nas audiências televisivas e radiofónicas, por exemplo, se manifesta a imprecisão, a falta de rigor e profissionalismo, a incompetência, a manipulação. De que outra forma se explica que se afirme, sem pudor, que o programa A foi visto por 2 milhões 456 mil 324 portugueses? Ou que a rádio Z tem uma audiência de 7,5%?
Para concluir, alguém nos explica este curioso fenómeno de nas noites das eleições, as empresas de sondagens e os órgãos de comunicação social publicitarem resultados das sondagens à boca das urnas sempre com margem de variação ou incerteza(por exemplo, partido tal entre 38 e 42% ou partido tal entre 6 e 8%). Mas já nunca o fazem durante os outros 364 dias do ano... 
Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação
In jornal "Público" - Edição de 6 de Fevereiro de 2006

ocastendo.blogs.sapo.pt

carta irada aos europeus de cima - Caros Europeus do Norte, Chega de insultos. Estou farto de que muitos de vocês, aí em cima, nos considerem gente menor, cidadãos de baixa categoria

carta irada aos europeus de cima

Caros Europeus do Norte,

Chega de insultos. Estou farto de que muitos de vocês, aí em cima, nos considerem gente menor, cidadãos de baixa categoria, habitantes da periferia, suburbanos enfim. Escrevo em meu nome mas, tenho a certeza, milhões de pessoas em Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha subscreveriam as palavras que aqui vos deixo. Nós não somos PIIGS, sigla de mau gosto que os senhoritos da alta finança e baixa moral inventaram para melhor nos achincalhar, a nós, os do Sul, e à Irlanda a Norte. Estudamos, se nos for dada essa oportunidade, tanto quanto vocês. Trabalhamos, se nos for dada essa possibilidade, tanto ou mais do que vocês. Não somos mais, não somos menos.

Metam isto nas vossas cabecinhas de uma vez por todas: não andámos a gastar acima das nossas possibilidades e os nossos salários foram sempre muito inferiores aos vossos, ganhamos abaixo das possibilidades dos nossos patrões. Essa atoarda, de que gastámos para além do que podemos, mais não foi do que um pretexto que engendraram para nos fazerem expiar os desmandos, os erros, as vigarices de alguns banqueiros de pescada do alto, máfia e praga que, agora, deu em mandar no mundo, faz de deus poderoso e omnipotente, especula com dinheiro que não há e, sempre que as coisas correm mal, nos manda a factura para pagarmos. A vocês também, não se iludam, embora nós, os do Sul, sejamos os seus clientes favoritos, alvos preferenciais da sua gula.

Acham bem a ingerência dos vossos políticos na vida das nações a Sul? Concordam com as chantagens, as mentiras, os insultos sobre os gregos que chegam ao ponto de, descaradamente, sem qualquer respeito pelas funções que exercem, gozar abertamente com os dirigentes de um país soberano, pares dos vossos governantes e não, nunca subalternos?

Claro que nem todos se comportam como os governantes gregos. Os do meu país, desgosta-me muito ter que dizê-lo, são meras criadas de servir, moços de estrebaria ou de fretes, ridiculamente mesureiros, cegamente obedientes, subservientes até ao embaraço. Se Portugal está como está, a eles e a outros como eles o deve. Culpem os nossos políticos primeiro e, depois, podem apontar-nos o dedo também porque os elegemos. Eles governam para proveito de uma casta, mentem-nos a torto e à direita, usam o Estado como instrumento de agitação e propaganda a seu favor. Temos gente a comandar-nos os destinos que, fosse este outro país, há muito teriam sido demitidos por um presidente que se visse.

Eles sim, merecem o nosso e o vosso desprezo. Mas, pelo contrário, acolhem-nos, aí pelos vossos países, com o respeito que nos vão negando a nós. Assim não, não podemos ser amigos.


ouropel.blogspot.pt

65 mil com dupla cidadania - Crise leva migrantes a pedir nacionalidade.



65 mil com dupla cidadania 

Crise leva migrantes a pedir nacionalidade. 
Desde 2009, ano em que rompeu a crise financeira internacional, 65 mil portugueses em 13 países pediram dupla nacionalidade. França, Suíça e Estados Unidos da América são os destinos de emigração onde mais querem ter dupla cidadania. Neste período, em França foram mais de 25 mil os portugueses a adotar a cidadania francesa. O passaporte com carimbo da Suíça levou mais 11 019, entre 2009 e 2013, a adotarem esta nacionalidade, revela o organismo de estatística da União Europeia – Eurostat. Por sua vez, nos Estados Unidos, foram 8027 a garantirem a cidadania americana. No conjunto dos 13 países mais representativos em 2013, foram 12 173 os portugueses a ficar com duplo passaporte. Um valor ligeiramente superior a 2012, no qual os emigrantes portugueses obtiveram 11 955 passaportes estrangeiros. Em 2009, os novos registos atingiram os 15 137. Em 2010 foram 13 418 e no ano seguinte 12 310. Nestes cinco anos houve, portanto, 65 mil portugueses que concretizaram o projeto de obter outra nacionalidade. Os dados do Eurostat revelam ainda que no Luxemburgo, com 982 passaportes obtidos, os portugueses são o primeiro grupo de estrangeiros que quer obter a cidadania do país. O Luxemburgo tem o nível de vida mais elevado da Europa. Em França, à frente dos portugueses estão os marroquinos, argelinos, turcos e tunisinos. Já na Suíça, mais do que os portugueses apenas estão os naturais de Itália, Alemanha, Kosovo e Sérvia.

 http://www.cmjornal.xl.pt

Atropelamentos. Passadeiras são pontos críticos em Lisboa e Porto







Atropelamentos. Passadeiras são pontos críticos em Lisboa e Porto

Importância dada aos carros empurrou os peões para passeios “desconfortáveis e perigosos”.

Desde 2011 que o número de mortes entre peões tem vindo a diminuir, mas ainda há muito a fazer. Sobretudo nas cidades. A maioria dos acidentes acontece nas ruas e as principais vítimas são os idosos acima dos 75 anos, segundo os dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. 

As estatísticas mais recentes mostram que em 2013 foram atropelados 5499 peões e os casos verificados na capital concentraram mais de 12% do total nacional. Em Lisboa, as principais vítimas são as mulheres e os atropelamentos aconteceram entre as 16h e as 19h. Segundo o Plano de Acessibilidade Pedonal, quase um terço destes acidentes ocorreram nas freguesias de Alvalade, Avenidas Novas, Arroios e Benfica. 

Boa parte da explicação para este fenómeno está nas “alterações do espaço público, que têm sido extremamente penalizadoras para os peões”, defende Mário Alves, da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados. Nas últimas décadas, as faixas de rodagem empurraram os peões para as margens da rua, “encostando- -os às fachadas dos edifícios em passeios estreitos, desconfortáveis e perigosos”, denuncia.

A maioria dos atropelamentos no Porto ocorreram nas passadeiras e, em Lisboa, os acidentes também aconteceram enquanto o sinal estava verde para os peões: “Os tempos dos semáforos foram calibrados de forma a favorecer o tráfego automóvel, muitas vezes não cumprindo os mínimos aceitáveis de verde para o atravessamento de peões”, acrescenta, deixando um alerta: “Há muito trabalho a fazer. É óbvio que Lisboa e Porto não estão a ser pensadas para os peões.” 

A prioridade passa por verificar quais as condições objectivas nos locais mais perigosos, explica ao i o vereador João Afonso. E é esta a tarefa que a Câmara de Lisboa diz a estar a fazer em articulação com as juntas de freguesia e outras entidades, “se as passadeiras se mantêm e como estão os sinais”. Mas “os acidentes ocorrem nos locais de maior segurança. Logo, é preciso mais do que isto”. O plano passa por alterar as condições estruturais: “Não basta ter um sinal, são precisas medidas como estreitar as vias, medidas de acalmia de tráfego e de abrandamento de velocidade”, que podem passar pela utilização de lombas sonoras.
mentalidades O objectivo é facilitar a vida de quem anda a pé na cidade. “Não penso que haja nenhuma cidade contemporânea que esteja preparada para peões”, diz o vereador com o pelouro dos Direitos Sociais, acrescentando que “houve uma inversão no século XX em que a prioridade passou a ser os carros e não os peões, que somos todos nós.” 

É então precisa uma mudança de mentalidade. “Quando reclamamos, a tendência é fazê-lo enquanto automobilistas”, enfatiza João Afonso. Tem de se começar por intervir “em pontos onde há mais pessoas a andar a pé e onde já se verificaram acidentes”. 

Na cidade do Porto, as estatísticas da câmara mostram que, de Janeiro de 2011 a Maio de 2015, registou-se um total de 1302 atropelamentos dos quais resultaram 1325 vítimas. Os atropelamentos fora das passadeiras fizeram sete mortos. Existem mais vítimas de atropelamentos em passadeiras, mas o número de mortes é apenas uma. As ruas onde ocorreram mais acidentes foram a Estrada da Circunvalação (55) e a Avenida de Fernão de Magalhães (50).
Ponto crítico A vereadora da Mobilidade explica ao i que a Fernão de Magalhães “é uma avenida de saída da cidade e tem uma largura muito grande”. O atravessamento das passadeiras nesta rua “é feito com pouca segurança porque têm muita área de exposição”. Há duas passadeiras mais problemáticas e, apesar de a câmara ter colocado sinalização LED, “são consideradas um ponto negro no plano da sinistralidade”. Cristina Pimentel afirma que a actuação ainda é reactiva: “Procuramos intervir nos pontos críticos quer pela colocação de sinalização LED, quer pela introdução de medidas de acalmia de tráfego.”

Contudo, assume que é necessária uma transição para medidas pró-activas. A câmara está a preparar um Plano Municipal de Segurança Rodoviária que espera fechar até ao final do ano e que pressupõe medidas mais generalistas que acautelem os acidentes. “Temos de ser mais preventivos e menos reactivos. Essa tem de ser a batalha, o passo que temos de tomar a seguir”, remata.

PORTAS FECHOU PASSOS ABRE - Passos reabre embaixada para colocar adjunto

Passos reabre embaixada para 

colocar adjunto



Chefe de Gabinete do PM vai para a Embaixada 

na UNESCO 
que tinha sido encerrada por Paulo Portas. 

Machete reabre 
Bruxelas e coloca chefe de Gabinete como 

cônsul em Paris

O chefe de gabinete do primeiro-ministro, o diplomata Gilberto Jerónimo, vai ser colocado como embaixador na UNESCO em Paris depois de o atual Governo cessar funções. A embaixada de Portugal na Organização das Nações Unidas para a Educação e Cultura havia sido encerrada pelo então ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Portas no início de 2012, a pretexto de poupança de custos. A representação passou desde então a ser assegurada pelo embaixador na capital francesa.

Catarina Martins critica "beija-mão" do Governo a Miguel Relvas

Catarina Martins critica "beija-mão" do Governo a Miguel RelvasA porta-voz do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, acusou hoje o Governo de ter dado um espetáculo de "beija-mão" a Miguel Relvas e de fazer tudo menos defender o interesse público."Ontem [quinta-feira] vi um espetáculo de todo um Governo ao beija-mão a Miguel Relvas", afirmou Catarina Martins, aludindo à presença de vários membros do executivo na apresentação do livro "O Outro Lado da Governação", da autoria do ex-ministro social-democrata e do ex-secretário de Estado Paulo Júlio.
"Um primeiro-ministro que tem uma tal deferência para Miguel Relvas e tem em Dias Loureiro o seu exemplo como empresário, como já afirmou publicamente, é um primeiro-ministro de um Governo que faz tudo menos defender o interesse o público", acrescentou.
Exemplo disso é, para a deputada do Bloco de Esquerda, "o relatório do Tribunal de Contas à primeira auditoria a uma privatização [da EDP e da REN], a dizer-nos que a energia foi vendida ao desbarato, sem garantias de interesse público, com o BESI a trabalhar no Estado para avaliar e depois a assessorar os contratos financeiros dos privados, sem que tenha existido a mínima transparência".
E este, acrescentou, é apenas "o primeiro relatório das privatizações que este Governo fez, sempre com as mesmas características".
A dirigente bloquista recordou que o relatório foi conhecido "num momento em que o Governo quer vender a TAP exatamente da mesma forma em que o oceanário também é entregue a privados, em que os transportes coletivos de Lisboa e do Porto estão também a ser concessionados a privados".
Neste sentido, considerou ser "o momento para o país exigir explicações muito claras a um Governo que tem feito tudo para desbaratar os recursos do país". E para que "nos levantemos a dizer que Portugal não está à venda", concluiu.
Catarina Martins falava em Torres Vedras onde hoje visitou a Feira de S. Pedro que decorre no pavilhão de exposições da Promotorres até domingo.

15 Animais gigantes que já foram capturados

15 Animais gigantes que já foram capturados

Um britânico pescou um peixe albino de 94 quilos durante pescaria no rio Ebro, na Espanha, e espera reconhecimento pela quebra do recorde. O maior peixe da espécie já pescado tinha 88,9 quilos.
Peixe-remo de 4,27 metros é encontrado em praia perto de Oceanside, Califórnia (EUA). De acordo com especialistas, esta espécie pode chegar até 50 pés (ou pouco mais de 15 metros).
Oarfish gigante (Regalecus glesne), ou peixe-remo como é conhecido, de 5,5 metros foi encontrado morto na Toyon Bay, na costa da Califórnia.
   Peixe-lua foi capturado a 500 metros da praia de Boraceia, praia de Bertioga, no litoral de São Paulo.
Uma lula gigante apareceu morta em uma praia na Espanha. O animal tinha mais de 180 kg e 10 metros.
Hércules detém o recorde mundial de maior felino vivo do planeta. O grandalhão tem uma mistura interessante; sendo leão por parte de pai e tigre do lado materno.
Um peixe linguado de 150 anos e que pesa 196 kg foi pescado na costa da Noruega. O peixe gigante pesa 20 vezes mais do que a média da espécie e poderia alimentar mais de 500 pessoas. Ele foi enviado para Hull, em Yorkshire (Inglaterra).
Baleia gigante é transportada em caminhão, na Cidade do Cabo, na África do Sul. O animal, que estava morto, foi removido por policiais. Não se sabe a causa da morte.
Um pescador alemão quebrou o recorde mundial ao capturar um alabote gigante. Usando apenas linha e vara de pescar, ele capturou o peixe de mais de 234 kg. O pescador, Marco Liebenow, chegou a pensar que a linha tinha enganchado em um tipo de submarino.
Um morador do sul da Flórida se surpreendeu ao encontrar uma píton birmanesa de mais de quatro metros de comprimento enquanto limpava o barracão de sua casa. O homem acionou a polícia e a brigada de resgate de animais peçonhentos de Miami-Dade. Segundo a polícia, o dono da casa e um amigo estava limpando o galpão quando o réptil gigante saiu do esconderijo embaixo de algumas caixas. Foram necessárias cinco pessoas para remover a cobra que pesava aproximadamente 45 kg.
Um jovem de 18 anos capturou um aligátor [espécie de jacaré] de aproximadamente 362 quilos e 4,3 metros de comprimento durante sua primeira caçada realizada em Cotulla, no Texas (EUA). Ele usou uma isca de galinha para capturar o mais pesado réptil já encontrado no Estado norte-americano.
revista “National Geographic” publicou uma fotografia de um bagre gigante, tirada em novembro de 2007, no lago de Tonle Sap, no Camboja. Este tipo de peixe pode atingir três metros de comprimento e pesar até 300 quilos. Os governos do Camboja e do Vietnã pediram a suspensão das obras da barragem Xayaburi, no rio Mekong, até que os resultados de estudos aprofundados realizados sobre o impacto potencial do projeto sobre a migração de peixes e fluxos de sedimentos no rio sejam conhecidos.
Uma onça suçuarana foi resgatada em uma residência na cidade de Jesúpolis, a 114 quilômetros de Goiânia. O animal estava sobre uma árvore no quintal e foi retirada por uma equipe do Corpo de Bombeiros. A suçuarana, também conhecida como onça-parda, é a segunda maior espécie de felino do Brasil. Possui corpo alongado, medindo até 1,8 metro de comprimento. Um macho adulto pesa 70 kg. Os animais caçam a qualquer hora do dia.
Um tubarão-branco entrou para o livro dos recordes em 2005 após completar o mais longo nado migratório da natureza. A “maratonista” Nicole, como foi batizada pelos pesquisadores, navegou mais de 20 mil quilômetros entre a África e a Austrália, por nove meses.
O casal canadense Mark e Daw Dumas resolveu deixar a tradição de lado e inovaram ao adotar como ‘mascote da família’ um urso gigante, que recebeu o nome de Billy. O urso pardo de estimação pesa 115 kg e tem 2 metros de altura. O animal leva uma vida de ‘pet’, brincando livremente pela casa dos donos.
www.tolosco.com

Jornalistas estrangeiros no multibanco apresentados como “gregos em pânico”

Jornalistas estrangeiros no multibanco apresentados como “gregos em pânico”

Jornalistas no multibanco
Maria Malagardis diz que os jornalistas que tiram fotos e filmam as pessoas nos multibancos começam a ser recebidos com hostilidade pelos gregos, em particular pelos reformados, que os acusam de “julgarem que estão no jardim zoológico”.

Casal greco-português com "melhor padaria de Berlim" torce pelo "não"

Casal greco-português com "melhor padaria de Berlim" torce pelo "não"Paula e George partilham a vida profissional e pessoal em Berlim. Em comum, além de um filho, têm um projeto que se chama "Bekarei", uma padaria, eleita como a melhor de Berlim num programa de entretenimento televisivo alemão.


Paula Gouveia, 41 anos, é natural de Leiria mas vive na Alemanha há cerca de 20 anos, desde que veio para o país estudar ao abrigo do programa Erasmus. George Andreadis, 39 anos, é filho de emigrantes gregos na Alemanha.

"Apesar de não estar lá [na Grécia], os meus pais estão, a minha visão é muito interna. Os meus pais também fazem fila para levantar dinheiro e para receberem as suas pensões", conta George Andreadis ao explicar que se sente mais grego do que alemão.
Se votasse no domingo, George responderia "não" à pergunta do referendo grego que visa decidir se as novas medidas propostas pela Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional devem ser implementadas no país.
"Acho que finalmente há uma oportunidade para o país lutar pelo respeito que merece. A Grécia tem vindo a depender de ajuda financeira internacional, mas este dinheiro não é necessariamente uma ajuda, não é algo que tenha trazido as mudanças que o país precisa", explica George.
Paula Gouveia arrisca a comparação entre a Grécia e Portugal e considera que os portugueses não passarão pela mesma situação. "Acho que os portugueses fazem o que lhes dizem. Nós criticamos mas ninguém vai para as ruas protestar. Os gregos deram outra luta. Não vejo ninguém em Portugal como o Syriza", descreve Paula.
O casal greco-português prepara-se agora para passar férias na Grécia no mês de julho e considera que a melhor forma de contribuir para a sustentabilidade do país é ajudar um dos pilares da economia grega, o turismo.
O casal confessa que as reações dos amigos e colegas alemães, quanto ao destino de férias, foram bastante negativas. "Dizem que é uma péssima ideia, que não se pode levantar dinheiro em lado nenhum. De acordo com eles, o turista é um alvo porque viaja com a mala cheia de dinheiro. Estamos a falar da Grécia, Europa! Até parece que estamos a falar de terrorismo! Se nem um grego pode ir ao seu país, quem pode", indigna-se a portuguesa radicada na Alemanha.
George descansa ao pensar que, apesar da situação de miséria e fome que muitos gregos enfrentam, a população não perdeu a "identidade grega". "Ainda vemos as pessoas nas ruas, a serem elas próprias. Ninguém perdeu o seu sentido de cultura grega, as pessoas não ficam em casa", descreve George Andreadis.
Neste domingo, os gregos vão às urnas para responder, em referendo, se deverá ser aceite o projeto apresentado pela Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional no Eurogrupo de 25/06/2015.
A pastelaria "Bekarei" na capital alemã foi convidada no ano passado por um programa televisivo alemão para competir pelo título de "A melhor padaria da Alemanha". No final ganhou o título da melhor em Berlim.