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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Comissão não encontrou candidato com "mérito" para direção do Fisco

Comissão não encontrou candidato com "mérito" para direção do Fisco

A Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública não encontrou três candidatos com mérito entre os 20 que se candidataram a diretor-geral da Autoridade Tributária e Aduaneira.

Ao concurso para diretor-geral da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) candidataram-se 20 pessoas, mas "concluído todo o processo, o júri não encontrou três candidatos com mérito" e, por isso, "o concurso terá de ser repetido", disse fonte da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP) contactada pela agência Lusa.
 .
"A CReSAP informou hoje o membro do Governo [o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio] do resultado do concurso, pelo que o aviso de abertura do concurso terá de ser repetido, para se dar oportunidade para encontrar três candidatos com mérito", disse a mesma fonte.

Em dezembro de 2011, com a publicação da lei 64/2011, os concursos para cargos de direção da Administração Pública passaram a ser conduzidos pela CReSAP, que tem de apresentar um conjunto de três candidatos, que o júri conclui serem os melhores para o cargo, para que o membro do Governo (da área) escolha o novo dirigente. A mesma lei define que, caso não seja encontrado esse grupo de três candidatos, "a Comissão deve proceder à repetição de aviso de abertura referente ao mesmo procedimento concursal".

Depois da demissão do anterior diretor-geral, António Brigas Afonso, na sequência do caso da 'lista VIP', o Governo nomeou no final de março a então diretora da Direção de Finanças de Lisboa, Helena Borges, para assumir em substituição a liderança da AT e solicitou a abertura do concurso para aquele cargo.

A lei 64/2011 determina que a substituição cessa "passados 90 dias sobre a data da vacatura do lugar, salvo se estiver em curso procedimento tendente à designação de novo titular".

Entre os candidatos estará, segundo noticiou o "Diário Económico", Helena Borges, o que não quer dizer que não tenha mérito para o cargo, uma vez que a CReSAP até pode ter encontrado apenas um candidato com mérito neste concurso, mas a lei obriga a que sejam apresentados três candidatos e, por isso, o procedimento volta ao início, levando agora mais cerca de "um mês e meio, dois meses" para concluir o processo de escolha do novo diretor-geral do Fisco.

Esta é a segunda vez que a CReSAP repete o concurso para o cargo de diretor-geral da AT por não ter encontrado três candidatos com mérito para o lugar, reiniciando o processo. Em maio do ano passado, o processo decorreu para substituir o então 'homem forte' do Fisco, Azevedo Pereira, e teve de ser repetido também porque a CReSAP não encontrou três candidatos com mérito.

Também nessa altura, Helena Borges apresentou a sua candidatura (segundo confirmou o presidente da CReSAP à comunicação social), mas acabou por não constar da lista final que foi entregue ao Governo e que levou à escolha de António Brigas Afonso para o cargo.

Ainda na sequência do caso da 'lista VIP', também apresentou demissão o subdiretor-geral da área da Justiça Tributária e Aduaneira, sendo que neste caso a CReSAP já apresentou ao Governo três nomes para o cargo: Acácio Carvalhal Costa, Ana Cristina de Oliveira Carmona Bicho e Joaquim Manuel Pombo Alves.

* Isto é uma vergonha para os trabalhadores da Função Pública, que níveis de competência . . . pasme-se.


apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

Forças Armadas vão fazer vigilância dentro das escolas

Forças Armadas vão fazer vigilância dentro das escolas

Hoje às 17:39
Os militares das Forças Armadas na reserva vão fazer vigilância dentro das escolas, essencialmente nos recreios, com missões como impedir agressões entre elementos da comunidade escolar, explicou o Ministério da Educação e Ciência.
 
Forças Armadas vão fazer vigilância dentro das escolas
FOTO PAULO JORGE MAGALHÃES / GLOBAL IMAGENS
Militares na reserva farão segurança no interior das escolas
O Conselho de Ministros aprovou, na passada quinta-feira, alterações a um diploma que permite agora o recrutamento de elementos das Forças Armadas na reserva para fazer vigilância nas zonas escolares.

Estes militares deverão "assegurar as funções de vigilância relativas ao ambiente do espaço escolar, com especial incidência nos recreios e junto das imediações da vedação escolar", explicou à Lusa fonte do gabinete do Ministério da Educação e Ciência (MEC).


Os militares na reserva vão fazer a segurança escolar no interior das escolas e terão funções complementares ao trabalho que é atualmente desenvolvido pela PSP, ou seja, "não se substituem ao do Programa Escola Segura, pelo contrário vem complementá-lo".


Os vigilantes serão colocados nos estabelecimentos escolares que, "devido à sua localização, população, dimensão e problemáticas associadas, necessitem dos mesmos para garantir a tranquilidade da comunidade escolar", acrescenta o ministério.


As principais missões serão a de zelar pelo cumprimento dos regulamentos das escolas, "requerendo o auxílio de forças de segurança, sempre que for justificado".


Sensibilizar os alunos para a conservação e gestão dos equipamentos das escolas e "impedir a prática de qualquer tipo de agressão, verbal ou física, entre os membros da comunidade escolar" são outras das tarefas atribuídas.


O MEC sublinha ainda que as escolas poderão contar com os militares para "defender os direitos das crianças e jovens da escola onde prestam serviço, protegendo-as de qualquer forma de abuso" e para detetar ilegalidades e infrações às regras da escola.


"Fiscalizar e informar do estado de conservação das infra -estruturas e equipamentos da escola, sempre que verifique que o mesmo se encontra deteriorado, danificado ou a funcionar defeituosamente" é outra das missões referidas pelo ministério.

abuso de menores - proclamam, com toda a impudicícia, que estão na liderança do combate à obesidade dos mais novos,

abuso de menores


A SIC vai transmitir um PESO PESADO com participantes adolescentes, entre os 14 e os 19 anos. No anúncio ao programa proclamam, com toda a impudicícia, que estão na liderança do combate à obesidade dos mais novos, jovens expostos como peças de carne num talho visitado por milhões, jovens esquartejados na sua dignidade em troco de nada.  É assim a televisão e não só cá: são as audiências que importa cativar, são os investidores em publicidade que interessa atrair, é o fito político de manter um público embrutecido e acrítico, dado à música pimba e a ratar na vida alheia.

Isto é abuso de menores em prime time, para toda a gente ver. Abjecta ideia.


ouropel.blogspot.pt

QUAL JUSTIÇA NEM O RAIO QUE OS PARTA, ELES DIGLADIAM-SE PELOS TACHOS, PELO DINHEIRO, PELO LUXO, PELAS MORDOMIAS !





















a justiça



deles



é



dinheiro





ALIVIADO


VEJA AQUI O EIXO DO MAL DE 13 DE JUNHO 2015 - JÁ GOSTEI MAIS DE VER (vídeo)

VEJA AQUI O EIXO DO MAL DE 13 DE JUNHO 2015 - JÁ GOSTEI MAIS DE VER (vídeo)


Caso queiram assistir ao referido Eixo do Mal, deixo aqui o 

vídeo do programa. A intervenção de Clara Ferreira Alves 

sobre este assunto começa para aí aos 25 minutos. E daí 

para a frente é o que se verá.

O Eixo do Mal - vídeo  de 13 Junho 2015



umjeitomanso.blogspot.pt

ele aliviado, nós preocupados












http://terradosespantos.blogspot.pt/

VÍDEO - Filme “Yami no Ichinichi – O crime que abalou a Colônia Japonesa no Brasil” (Mario Jun Okuhara, 2012, 1h22min.), que relata um episódio dramático cujas consequências marcaram profundamente a colônia japonesa no Brasil.

Filme “Yami no Ichinichi – O crime que abalou a Colônia Japonesa no Brasil” (Mario Jun Okuhara, 2012, 1h22min.), que relata um episódio dramático cujas consequências marcaram profundamente a colônia japonesa no Brasil.

No mês da comemoração dos 107 anos do início da imigração japonesa no Brasil, o Sábado Resistente apresentará o filme “Yami no Ichinichi – O crime que abalou a Colônia Japonesa no Brasil” (Mario Jun Okuhara, 2012, 1h22min.), que relata um episódio dramático cujas consequências marcaram profundamente a colônia japonesa no Brasil.


O documentário, fruto de intensa pesquisa, retrata a brutal repressão contra os estrangeiros que, iniciada no Estado Novo (1937 – 1945), prosseguiu no ano de 1946 sobre a população japonesa. As restrições impostas pela ditadura impediram qualquer forma de comunicação em língua japonesa, impedindo que os imigrantes tivessem conhecimento da situação do Japão durante a Segunda Guerra Mundial. Desta forma, uma violenta discórdia foi desencadeada dentro da comunidade japonesa no Estado de São Paulo, provocando mortes e ferimentos.
“Yami no Ichinichi” traz a saga de Tokuichi Hidaka que, em 1946, aos 19 anos de idade, foi um dos autores do assassinato do coronel Jinsaku Wakiyama, em crime atribuído à entidade Shindo Renmei (Liga dos Caminhos dos Súditos). Hidaka, que vive hoje na cidade de Marília, entregou-se à polícia com o restante do grupo e cumpriu 18 anos de prisão. Em liberdade, sofreu a punição da colônia japonesa: foi discriminado, condenado ao ostracismo, sem oportunidade para contar a sua versão.
Décadas mais tarde, Hidaka retornou ao presídio da Ilha de Anchieta, no Litoral Norte de São Paulo, para reconstruir a memória da época e encontrar o sentido da sua vida no Brasil.


VÍDEO
www.dialogosdosul.org.br

Bancos obrigados a fiscalizar transferências de mil euros



PARA QUEM GOSTA DE DESPISTES ! Nordschleife 2014 Big Crash & Fail Compilation Nürburgring Touristenfahr...

 

VÍDEO

Tango - (COMIC)

50 países costuram tratado ainda mais antidemocrático e neoliberal que o TTIP - O TiSA obrigará os governos que o assinem a promover e ampliar a desregulação e liberalização especulativa.

50 países costuram tratado ainda mais antidemocrático e neoliberal que o TTIP

O TiSA obrigará os governos que o assinem a promover e ampliar a desregulação e liberalização especulativa.
Carlos Henrique Bayo, diretor de Publico.es

"Além disso, o TiSA é impulsado pelos mesmos governos (EUA e os da UE) que impuseram o fracassado modelo financeiro desregulado da Organização Mundial de Comércio (OMC), e que provocaram a crise financeira global de 2007-2008 (o crash do cassino especulativo mundial simbolizado pela quebra do banco Lehman Brothers), que arrastrou as economias ocidentais e pela qual ainda estamos pagando após quase uma década inteira de austeridade empobrecedora, cortes de gastos sociais e resgates bancários. E o que este pacto neoliberal mundial tenta impor precisamente é a continuidade e intensificação desse sistema, em benefício das grandes companhias privadas transnacionais e atando as mãos dos governos e instituições públicas.




Esses objetivos são evidentes na intenção de manter o tratado secreto durante anos, visto que, assim, impede que os governos que o executam tenham que prestar contas diante de seus parlamentos e cidadãos. Também é clara a intenção fraudulenta dessa negociação clandestina por sua descarada violação da Convenção de Viena sobre a Lei de Tratados, que requer trabalhos preparatórios e debates prévios entre especialistas e acadêmicos, agências não governamentais, partidos políticos e outros atores… uma série de obrigações impossíveis de serem cumpridas quando a elaboração de um acordo se efetua sob segredo total e escondido da opinião pública."



O Wikileaks vazou o conteúdo das negociações clandestinas de meia centena de governos que buscam estabelecer um acordo mundial secreto de comércio internacional de serviços, que passará por cima de todas as regulações e normativas estatais e parlamentárias, em benefício das corporações.

O sigiloso tratado de libre comércio TTIP, entre os Estados Unidos e a União Europeia parecia imbatível, uma espécie de Cavalo de Troia das multinacionais, mas a verdade é que serve apenas de cortina de fumaça para ocultar a verdadeira aliança neoliberal planetária: o Trade in Services Agreement (TiSA), um acordo ainda mais antidemocrático de intercâmbio de serviços entre cinquenta países, incluindo a Espanha, que não só está sendo negociado sob o mais absoluto segredo senão que deverá continuar escondido da opinião pública durante mais cinco anos, quando já tenha entrado em vigor e esteja condicionando 68,2% do comércio mundial de serviços.

O nível de confidencialidade com o que elaboram os artigos e anexos do TiSA – que cobrem todos os campos, desde telecomunicações e comércio eletrônico até serviços financeiros, seguros e transportes – é muito superior ao do Trans-Pacific Partnership Agreement (TPPA) entre Washington e seus sócios asiáticos, que prevê quatro anos de vigência na clandestinidade. Entretanto, a reportagem de Público.es teve acesso – graças a sua colaboração com Wikileaks – aos documentos originais reservados da negociação em curso, onde fica claro que se está construindo um complexo emaranhado de normas e regras desenhadas para evadir as regulações estatais e burlar os controles parlamentários sobre o mercado global.

Os sócios jornalísticos do Wikileaks, que participam junto com Público.es nesta exclusiva mundial, são: The Age (Austrália), Süddeutsche Zeitung (Alemanha), Kathimerini (Grécia), Kjarninn (Islândia), L’Espresso (Itália), La Jornada (México), Punto24 (Turquia), OWINFS (Estados Unidos) e Brecha (Uruguai).

Além disso, o TiSA é impulsado pelos mesmos governos (EUA e os da UE) que impuseram o fracassado modelo financeiro desregulado da Organização Mundial de Comércio (OMC), e que provocaram a crise financeira global de 2007-2008 (o crash do cassino especulativo mundial simbolizado pela quebra do banco Lehman Brothers), que arrastrou as economias ocidentais e pela qual ainda estamos pagando após quase uma década inteira de austeridade empobrecedora, cortes de gastos sociais e resgates bancários. E o que este pacto neoliberal mundial tenta impor precisamente é a continuidade e intensificação desse sistema, em benefício das grandes companhias privadas transnacionais e atando as mãos dos governos e instituições públicas.

Esses objetivos são evidentes na intenção de manter o tratado secreto durante anos, visto que, assim, impede que os governos que o executam tenham que prestar contas diante de seus parlamentos e cidadãos. Também é clara a intenção fraudulenta dessa negociação clandestina por sua descarada violação da Convenção de Viena sobre a Lei de Tratados, que requer trabalhos preparatórios e debates prévios entre especialistas e acadêmicos, agências não governamentais, partidos políticos e outros atores… uma série de obrigações impossíveis de serem cumpridas quando a elaboração de um acordo se efetua sob segredo total e escondido da opinião pública.

Por enquanto, os governos implicados na negociação secreta do TiSA são: Austrália, Canadá, Chile, Colômbia, Coreia do Sul, Costa Rica, Estados Unidos, Hong Kong, Islândia, Israel, Japão, Liechtenstein, México, Nova Zelândia, Noruega, Paquistão, Panamá, Paraguai, Peru, Suíça, Taiwan, Turquia e a Comissão Europeia, representando os 28 países-membros da UE, apesar de ser um organismo não eleito por sufrágio universal. Entre esses sócios há três paraísos fiscais declarados, que participam ativamente da elaboração dos artigos, especialmente a Suíça.

Os textos da negociação secreta do TiSA, agora revelados pelo Wikileaks, mostram que a ideia é eliminar todos os controles e obstáculos para a liberalização global dos serviços financeiros, suprimindo todos os limites a suas instituições e qualquer restrição aos seus produtos inovadores, apesar de que foram precisamente esses inventos financeiros, como os CDS (credit default swaps) – autênticas apostas sobre possíveis quebras –, os que geraram a bolha especulativa mundial que quando estourou, em 2007-2008, destruiu os fundamentos econômicos das potências ocidentais e obrigou os governos a resgatar essas entidades, usando centenas de bilhões em recursos públicos.

Há um ano atrás, Wikileaks já havia vazado uma pequena parte da negociação do TiSA (o anexo em referência a Serviços Financeiros, com data de 19 de junho de 2014), mas até hoje nenhum meio teve acesso às atas das reuniões onde ocorreram as negociações secretas, menos ainda sobre o conteúdo dos encontros, incluindo todos os aspectos que o futuro acordo cobrirá: finanças (cujo acordo se deu no dia 23 de fevereiro de 2015), telecomunicações, comércio eletrônico, transporte éreo e marítimo, distribuição e encomendas, serviços profissionais, transparência, movimentos de pessoas físicas, regulações nacionais internas, serviços postais universais…

O site Público.es teve acesso também às notas internas sobre as negociações com Israel e Turquia, para que os países aderissem ao tratado secreto, algo que, por outro lado, foi negado a China e Uruguai quando ambos o solicitaram, provavelmente temendo que filtrariam os conteúdos do pacto quando compreendessem o alcance do que se pretende.

A lista de nações latino-americanas que participam do TiSA é reveladora. Todas elas fiéis aliadas dos Estados Unidos, como Colômbia, México e Panamá (paraíso fiscal bastante ativo na negociação), assim como a exclusão não só dos países bolivarianos mas também do Brasil e outras potências regionais que Washington não confia. Na realidade, todas as potências emergentes do chamado BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) ficaram de fora do tratado secreto, precisamente porque serão as que mais perderiam ao se aplicar as condições pactadas.

Não há porque duvidar da intenção de impedir o debate sobre a crise ainda vigente desde crash financeiro, as razões que a provocaram e as soluções para que não volte a acontecer, que muitos países solicitaram desde o estouro da bolha, principalmente o Equador. Estados Unidos, Canadá, Austrália, Suíça e a União Europeia se opuseram frontalmente até mesmo às conclusões da Comissão Stiglitz da ONU, em 2009, se negando a aceitar a evidente relação entre a desregulação bancária/especulativa e a crise. Em 2013, bloquearam todas as tentativas de discutir essas mesmas conclusões na OMC.

A parte mais risível do conteúdo do TiSA, que foi publicado agora, é exigência de transparência total às autoridades nacionais, que deverão anunciar de antemão e abrir a discussão prévia todas as regulações e normativas que deverão se aplicar, assegurando assim que as grandes corporações e os lobbies comerciais internacionais tenham tempo e recursos para contra-atacar, modificar ou inclusive impedir essas decisões soberanas em função dos seus interesses.

Uma imposição aos aparatos públicos exigida pelos que não só elaboram ocultamente o seu próprio modus operandi, mas que também pretendem que seus acordos já em vigor permaneçam durante anos como top secret, negando aos órgãos que resguardam a soberania popular a informação sobre as regras que serão aplicadas pelos governos de cada país em suas relações internacionais.

Por outro lado, os acordos do TiSA – que se negociam de costas para o Acordo Geral de Comércio de Serviços (GATS) e a OMC – tomam em conta todas as exigências de Wall Street e da City londrina, assim como os interesses das grandes corporações multinacionais, para as quais o tratado não só não é secreto, é quase íntimo, sua própria criação. Como há meses alertou Jane Kelsey, catedrática de direito da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia: “o maior perigo é que o TiSA impeça os governos de fortalecer as regras do setor financeiro”.

Desenhado em cumplicidade com o setor financeiro mundial, o TiSA obrigará os governos que o assinem a promover e ampliar a desregulação e liberalização especulativa, fatores causantes da crise de 2007-2008; O tratado tirará dos países-membros o direito de manter e controlar os dados financeiros dentro de seus territórios, os forçará a aceitar CDS´s tóxicos e os deixará de mãos e pés amarrados caso pensem em adotar medidas para impedir ou responder a outra recessão induzida pelo neoliberalismo. E tudo isso será imposto através de acordos secretos, sem que a opinião pública possa conhecer os verdadeiros motivos que empurrarão sua sociedade em direção à ruína.

A menos que os órgãos da soberania popular impeçam esse golpe de Estado econômico mundial.

Carlos Henrique Bayo, diretor de Público.es, foi redator-chefe da editoria Internacional da versão impressa deste diário. Foi correspondente em Moscou (1987-1992) e em Washington (1992-1996). Ademais, foi subdiretor de La Voz de Asturias, diretor de publicações do Grupo Joly, subdiretor e criador do Diário de Sevilla, redator-chefe do Diário 16 e El Periódico de Catalunya, e diretor adjunto da Rádio ADN.

Tradução de Victor Farinelli.

Créditos da foto: Wikileaks


Fonte: Irã News



PARA DETERMINADO JORNALISMO AS FARC SÃO TERRORISTAS AQUI OS ELN SÃO GUERRILHEIROS -Morre em combate o comandante de grupo guerrilheiro na Colômbia

Morre em combate o comandante de 

grupo guerrilheiro na Colômbia

     
O enfrentamento armado em que morreu José Amín Hernández, conhecido como "Marquitos", comandante da frente de guerra Darío Ramírez Castro do Exército de Libertação Nacional (ELN), ocorreu em uma zona rural do município de Segovia, no departamento de Antioquia.

O ELN mantém há 17 meses contatos com o governo, com quem busca iniciar uma negociação de paz similar à que ocorre em Cuba com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), para por fim ao conflito que já deixou mais de 220 mil mortos.

Nascido em 1964 inspirado pela revolução cubana, o ELN teve em suas fileiras sacerdotes católicos que se somaram à luta para implantar um sistema socialista. O grupo já havia tido contatos com o governo em 2002 e 2007, mas as conversas não prosperaram.

O ELN

 AS FARC


Portugal do pequenito




FOGO DESTRUIU O TELHADO DA BASÍLICA DE SAINT DONATIEN











Frédéric Leguiller, responsável pelas operações, afirmou que há ainda o risco de a estrutura que suporta o telhado poder ruir e, por isso, ninguém, nem mesmo os bombeiros, podem entrar na igreja para tentar resgatar as obras de arte lá encerradas.
Segundo a imprensa internacional, o fogo terá sido provocadao acidentalmente por dois operários que trabalhavam no restauro do telhado. Fontes oficiais confirmam que tudo não passou de um acidente.
A basílica de São Donaciano e São Rogaciano foi construída no século XIX e inaugurada em 1901.


Stiglitz: A Europa brinca à beira do abismo - Exigências absurdas à Grécia revelam governantes incapazes tanto de agir solidariamente quanto de compreender riscos de sua ambição e cegueira.

Stiglitz: A Europa brinca à beira do abismo

Exigências absurdas à Grécia revelam governantes incapazes tanto de agir solidariamente quanto de compreender riscos de sua ambição e cegueira. Por Joseph Stiglitz, Prémio Nobel da Economia.
Os governantes da União Europeia continuam a brincar à beira do abismo com a Grécia. Atenas atendeu a bem mais de metade das exigências dos seus credores. Mas os governos da Alemanha e de outros países continuam a exigir que Atenas assine um programa que comprovadamente fracassou, e que poucos economistas acreditam que poderia, deveria ou seria implementado.
A mudança na situação fiscal da Grécia, de um grande défice primário para um superávit, foi quase inédita, mas a exigência de que o país obtivesse o superávit primário de 4,5% do PIB foi insana. Infelizmente, no momento em que a “troika” – Comissão Europeia, Banco Central Europeu-BCE e Fundo Monetário Internacional – incluíram esta reivindicação irresponsável no programa de financiamento internacional para a Grécia, as autoridades do país não tinham escolha, exceto aceitá-la.
A loucura de continuar a perseguir este programa é particularmente aguda agora, depois que o PIB da Grécia caiu 25%desde o início da crise. A troika avaliou muito mal os efeitos macroeconómicos do programa que impôs. Segundo as suas previsões oficiais, acreditavam que, após a redução de salários e outras medidas de austeridade, as exportações gregas cresceriam e o país logo retomaria o crescimento. Também supunham que a primeira reestruturação dos débitos levaria a uma dívida sustentável.
As previsões da troika fracassaram repetidamente. E não por pouco, mas por uma margem enorme. Os eleitores gregos estavam certos quando exigiram uma mudança de trajetória, e o seu governo está certo quando se recusa a assinar um programa profundamente falhado.
Isso dito, é importante lembrar que há espaço para um acordo. A Grécia deixou clara a sua vontade de realizar reformase saudou o possível apoio da Europa na implementação de algumas delas. Uma dose de realismo por parte dos credores – sobre o que é alcançável e sobre as consequências macroeconómicas de diferentes tipos de reforma fiscal e estrutural – poderia criar as bases para um acordo bom não apenas para a Grécia, mas para toda a Europa.
Mas na Europa, e especialmente na Alemanha, alguns parecem indiferentes quanto a uma possível saída da Grécia da zona do euro. O mercado, dizem eles, “já precificou” tal ruptura. Alguns até sugerem que ela seria útil à união monetária.
Estou convencido que tais pontos de vista subestimam gravemente os riscos envolvidos – tanto presentes, quanto futuros. Um grau similar de alienação era evidente nos Estados Unidos, antes do colapso do banco Lehman Brothers, em setembro de 2008. A fragilidade dos bancos norte-americanos era conhecida há muito – pelo menos desde a quebra do Bear Stearns, meses antes. Mas, dada a falta de transparência (devida em parte à frágil regulação), tanto os mercados quanto os políticos não enxergaram completamente os laços e o risco de contágio entre as instituições financeiras.
Ocorre que o sistema financeiro mundial ainda sofre os choques derivados do colapso do Lehman. Os bancos permanecem opacos, e portanto sob risco. Não sabemos a extensão real dos vínculos entre as instituições financeiras, inclusive aquelas mergulhadas em derivados e operações de troca de dívida vencida não transparentes.
Na Europa, já é possível ver algumas das consequências da regulação inadequada e do desenho torto da própria zona do euro. Sabemos que a estrutura da zona euro encoraja a divergência, não a convergência: quando o capital e pessoas talentosas deixam as economias atingidas por crises, estes países tornam-se menos capazes de pagar as suas dívidas. Quando os mercados percebem que uma espiral descendente viciosa está estruturalmente associada ao euro, as consequências da próxima crise tornam-se profundas. E outra crise é inevitável: isso está na própria natureza do capitalismo.
O truque de confiança do presidente do BCE, Mario Draghi – na forma da sua declaração de 2012, segundo a qual as autoridades monetárias farão “o que fosse necessário” para preservar o euro – funcionou até agora. Mas a percepção de que preservar a zona euro não é um compromisso pétreo, entre os seus membros, tornará este truque muito mais frágil, da próxima vez. Os juros impostos aos títulos dos países devedores poderiam disparar, e nenhuma declaração de conforto do BCE ou dos líderes europeus seria suficiente para baixá-los de níveis estratosféricos, porque o mundo agora saberia que tais autoridades não farão “o que for necessário”. O exemplo grego teria demonstrado que elas farão o que os cálculos de curto prazo da política eleitoral demandarem…
Temo que a consequência mais importante seja o enfraquecimento da solidariedade europeia. Esperava-se que o euro pudesse fortalecê-la. Ele provocou o efeito oposto.
Não é do interesse da Europa – ou do mundo – afastar um país periférico europeu dos seus vizinhos, especialmente agora, quando a instabilidade política é tão evidente. O Médio Oriente está em chamas. O Ocidente tenta conter a Rússia. A China, já hoje a maior fonte mundial de poupança, o país com maior comercio externo e a maior economia (se tido em conta o poder de compra das moedas) confronta o Ocidente com novas realidades económicas e estratégicas. Não é hora de uma Desunião Europeia.
Os líderes europeus viam-se como visionários, quando criaram o euro. Pensavam ver além das exigências de curto prazo que normalmente ocupam os líderes políticos.
Infelizmente, a sua compreensão sobre Economia foi menor que a sua ambição; e a política daquele momento não permitiu criar uma estrutura institucional que tivesse permitido ao euro funcionar como se esperava. Embora se acreditasse que a moeda única traria prosperidade inédita, é difícil detectar um efeito positivo para a zona do euro como um todo, no período anterior à crise. Quando ela sobreveio, os efeitos adversos foram enormes.
O futuro da Europa e do euro dependem agora de uma pergunta. Os seus governantes serão capazes de combinar algum conhecimento de Economia com sentido visionário e preocupação com a solidariedade europeia? Provavelmente, começaremos a descobrir a resposta desta questão existencial nas próximas semanas.
Tradução: Antonio Martins
Artigo publicado em Outras Palavras.
www.esquerda.net

VEJA O VÍDEO E RETIRE AS SUAS CONCLUSÕES - Imperialismo e o Comunismo no Mundo (Legendado)





VÍDEO

METÁFORAS COM BICHOS




FUTEBOL - É PRECISO TER UNHAS



UM ROLO PARA DESENHAR A MASSA DOS SEUS BISCOITOS

A designer polaca Zuzia Kozerska  utiliza a gravação a laser para criar rolos especiais de madeira que, por sua vez, transferem os desenhos para as massas de biscoito. Ela tem uma série de projetos disponíveis na sua loja do Etsy, mas também cria rolos personalizados conforme encomenda. Os rolos para massa de Zuzia permitem dar rédeas à imaginação e à criatividade na cozinha de forma divertida e lúdica. Dessa forma você pode decorar a massa com bichinhos, letras e as mais diferentes formas geométricas.

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Veja este criativo rolo de madeira que imprime padrões decorativos 01
Ademais, os rolos podem também encontrar aplicação em projetos artísticos como criações realizadas com cerâmica, argila e massinhas. Recentemente a designer começou a criar também mini-rolos decorativos, fazendo a alegria da criançada.

As peças custam, em média 30 E 40 EUROS (AQUI NESTE SITE) https://www.etsy.com/pt/shop/ValekRollingPins  (mais uns 30 de despesas de envio). Um presente especial para todos aqueles que adoram se aventurar na cozinha e no artesanato.
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Veja este criativo rolo de madeira que imprime padrões decorativos 02

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Veja este criativo rolo de madeira que imprime padrões decorativos 13
Fonte: greenMe

 http://www.mdig.com.br