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quarta-feira, 10 de junho de 2015

ESTÁDIOS DE FUTEBOL - ESTÁDIO BORG EL ARABE - ALEXANDRIA - EGIPTO











querosaber.sapo.pt

O Google hoje é verde e vermelho. E tem calçada portuguesa

O Google hoje é verde e vermelho. E tem calçada portuguesa

Motor de busca com símbolo em homenagem ao Dia de Portugal.
Este é o doodle desta quarta-feira DR
Os utilizadores portugueses do motor de busca Google são nesta quarta-feira brindados com uma imagem (o “doodle” que encabeça a página) dedicada ao dia de Portugal.Em vez do habitual logótipo da empresa norte-americana, surge um doodlecom letras a verde e vermelho. Um dos “o” de Google é ilustrado com calçada portuguesa.
doodle foi criado pela designer Ana Ramírez, uma mexicana que trabalha na Pixar.
Esta não é a primeira vez que o Google homenageia o Dia de Portugal. Já em 2013 tinha acontecido o mesmo, então com um doodle em que se destacava um Galo de Barcelos.

Este é o doodle de 2013
"Os Doodles são versões divertidas, surpreendentes e, por vezes, espontâneas do logótipo da Google criadas para comemorar feriados, aniversários e as vidas de artistas, pioneiros e cientistas famosos", explica a empresa norte-americana no seu site.
A equipa da Google já criou mais de 2000 doodles. O primeiro surgiu em 1998, ainda antes de o motor de busca se ter transformado em sociedade comercial, quando os fundadores da empresa, Larry Page e Sergey Brin, brincaram com o logótipo para a sua participação no festival Burning Man no deserto do Nevada. Dois anos depois, "pediram ao actual webmasterDennis Hwang, um estagiário na altura, que criasse um doodle para o Dia da Bastilha: "Foi tão bem recebido pelos nossos utilizadores que Dennis foi nomeado o doodler principal da Google e os doodles começaram a aparecer cada vez mais regularmente na página inicial do Google", explica o site do motor de busca.

QUE REMÉDIO ! Lesados do BES manifestam-se longe da cerimónia militar do 10 de junho

Lesados do BES manifestam-se longe da cerimónia militar do 10 de junho

SIC

Mais de 100 lesados do papel comercial do BES estavam hoje de manhã a manifestar-se em Lamego, mas longe do local das cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

A cerimónia começou às 10:00 no Largo da Feira e, pouco depois, os manifestantes chegavam junto à estátua do soldado desconhecido, a cerca de 300 metros, na presença de um forte dispositivo policial.



Com buzinas, sirenes e bombos, os manifestantes gritavam "Justiça" e "Queremos o nosso dinheiro", tendo ficado dentro de uma cerca previamente colocada junto à estátua, a meio da Avenida Dr. Alfredo de Sousa.

"Nós estamos enjaulados. Em vez de enjaularem as pessoas certas enjaulam as erradas. A nós, que somos pessoas honestas e que fomos roubados, é que metem dentro das grades", criticou Ricardo Ângelo, da Associação dos Indignados e Enganados do Papel Comercial do BES.

Segundo Ricardo Ângelo, os manifestantes foram escoltados desde a autoestrada A24 até à avenida, sendo impossibilitados de assistirem à cerimónia.

"Estamos aqui enjaulados e não podemos demonstrar a nossa indignação a quem de direito", lamentou.

Ricardo Ângelo garantiu que os manifestantes só querem entregar uma carta ao Presidente da República, pedindo-lhe que interceda por eles. 

"Esperamos da parte dele atos reais, não fictícios, porque fictícios estamos nós fartos de ver. É fundamental que haja atitudes de forma a que isto se resolva, porque estas pessoas não têm culpa da falta de honestidade dos nossos governos", afirmou. 

Na sua opinião, "é fundamental que isto se resolva o mais rapidamente possível, porque as pessoas estão a perder a cabeça".

"Não queremos ser violentos, a questão aqui é só de controlar as pessoas", acrescentou.


Lusa

Empresa de diamantes angolana quer indemnização de 6 mil milhões de dólares do Estado português

Empresa de diamantes angolana quer indemnização de 6 mil milhões de dólares do Estado português

Em causa, segundo um documento da empresa a que a Lusa teve hoje acesso, está a queixa formalizada este mês pela concessionária da actividade diamantífera em Angola junto do Tribunal Provincial de Luanda, responsabilizando a estatal Sociedade Portuguesa de Empreendimentos (SPE) pela falência técnica e financeira da Sociedade Mineira do Lucapa, no interior norte, exigindo ser ressarcida dos danos.
A empresa nacional de diamantes angolana (Endiama) exige ao Estado português e a duas empresas públicas nacionais uma indemnização de seis mil milhões de dólares, no diferendo que opõe a concessionária angolana à portuguesa SPE.

Contactada pela Lusa, fonte oficial da administração da Endiama limitou-se a confirmar que "há um pedido indemnização", sem avançar com mais pormenores, alegando que o processo está a correr nos tribunais.

Além do Estado português (por tutelar a empresa) e da SPE, também a Parpública (detém 81% do capital social da SPE) é alvo do pedido de indemnização, equivalente a 5,2 mil milhões de euros, alegando a Endiama - no documento a que a Lusa teve acesso - que não foram mobilizados os investimentos necessários para o projecto daquela exploração diamantífera, nem disponibilizados conhecimentos e tecnologia, a formação de quadros angolanos no âmbito da parceria ou indemnizados os cerca de 1.200 trabalhadores (à data de 2011) da mina.

Na origem deste caso está o litígio anterior que opõe a SPE à Endiama, por esta ter avançado em Novembro de 2011 com o encerramento da exploração diamantífera do Lucapa, alegando incumprimento contratual da empresa portuguesa, que então detinha 49% da sociedade que explora a mina.

Os restantes 51% pertencem à Endiama, que, a 06 de Dezembro de 2011, anunciou a passagem dos direitos de exploração anteriormente atribuídos à SPE à Sociedade Mineira Kassypal, uma unidade da "holding" angolana Grupo António Mosquito.

A SPE avançou para os tribunais, contestando a revogação da licença de exploração que a tornava parceira da Endiama, mas em Setembro último o ministro da Geologia e Minas de Angola, Francisco Queiroz, mostrou-se convicto da resolução extrajudicial deste conflito.

"O sentimento que tenho neste momento é que isso vai acabar na mesa das negociações", disse o ministro, em entrevista exclusiva à agência Lusa, em Luanda.

No processo agora movido contra a SPE - que coloca as duas empresas públicas com acções judiciais e pedidos de indemnização sobre a mesma matéria -, a Endiama refere que foi a parte portuguesa que levou à paralisação da Sociedade Mineira de Lucapa, pela falta de investimento, vivendo então (até 2011) greves constantes, operando com equipamentos obsoletos, esgotando as reservas de diamantes e dívidas a rondar os 90 milhões de dólares (79 milhões de euros).

"Processo com o Estado é melhor negociar. Porque o Estado é perene, está aqui para sempre. E os investidores precisam do Estado, não vale a pena criar clivagens, criar conflitos e hostilizar o Estado, onde se tem necessidade de investir", afirmou, na entrevista de Setembro, à Lusa, o ministro angolano Francisco Queiroz.

Putin culpa a la OTAN de la desaparición de Libia como Estado

Putin culpa a la OTAN de la desaparición de Libia como Estado

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La destrucción de Libia como Estado es el resultado de la intervención militar de la OTAN en 2011, declaró Vladímir Putin.
 “Resulta evidente que lo que ocurre actualmente en Libia es una consecuencia directa de la catástrofe económica y social y de los incesantes ataques de grupos radicales. No cabe duda de que somos testigos de una verdadera desintegración de Libia como Estado, lo que es resultado de la intervención militar de 2011″, dijo Putin en la conferencia de prensa tras su encuentro con el primer ministro de Italia, Matteo Renzi.
El mandatario ruso añadió que Moscú apoya una solución exclusivamente pacífica del conflicto libio con la participación de actores regionales y organizaciones internacionales
La Cancillería de Rusia ha expresado reiteradas veces que la situación actual en Libia es otra muestra de que la retórica occidental sobre los derechos humanos y los valores democráticos es tan solo una cortina de humo para ocultar su estrategia agresiva hacia otros países.
Después de la caída del régimen de Muamar Gadafi en 2011, Libia sigue sumida en una profunda crisis política. En el país operan numerosas milicias regionales y tribales que en algunas zonas cuentan con mejor armamento que la policía local.
Existe actualmente una dualidad de poder: por un lado, el Parlamento elegido en las elecciones generales con sede en Tobruk (este de Libia) y el Gobierno de transición dirigido por Abdalá al Thani; por otro lado, el Congreso General de la Nación de tendencia islamista con sede en Trípoli y el primer ministro elegido por este Congreso, Omar al Hasi.
Una serie de regiones de Libia no está bajo control de estas autoridades centrales.
Asimismo, actúan en Libia múltiples grupos armados entre los que se incluyen los islamistas radicales.
Una parte de estos grupos juraron fidelidad al Estado Islámico, que controla territorios considerables en Siria e Irak y realiza ejecuciones públicas de rehenes.


periodicodigitalwebguerrillero.blogspot.pt

OS MITOS, AS RELIGIÕES - Os 10 deuses mais poderosos

Os 10 deuses mais poderosos


Odin

Ele não foi o primeiro ser a surgir do nada. Segundo a mitologia dos vikings, Odin é filho dos gigantes Bor e Bestla e tem dois irmãos Vili e Vê, que juntos com ele foram os primeiros deuses nórdicos. Mas foi Odin quem tornou-se o chefão no Asgard, o lugar onde vivem os deuses, e o mais poderoso e respeitado deus nórdico. Criador da humanidade que vive no Midgard (a Terra), ele é alto, forte e tem somente um olho, já que o outro arrancou com as próprias mãos em troca de sabedoria. Tem um cavalo vermelho de oito patas e uma lança que nunca erra o alvo, gosta de mágicas e é considerado o detentor supremo do conhecimento. Um de seus poderes vem do fato de ter se sacrificado para obter as runas, uma forma de escrita que foi usada em partes da Europa e na Escandinávia, entre os séculos 2 e 11. 

Amon

De deus do caos a da criação, Amon é um dos todo-poderosos deuses da mitologia egípcia. O papel, o nome e a importância dos deuses na narrativas do Egito antigo variavam de região para região. Amon era o rei dos deuses principalmente para os habitantes de Karnak, onde ficava o maior e mais importante dos templos egípcios. Um templo luxuoso a dedicado a um deus com uma barbicha falsa que mais tarde "fundiria-se" com Rá, o deus Sol, o grande deus da criação, que fez surgir o mundo a partir de um oceano primitivo. Amon-Rá tinha os sacerdotes mais poderosos do Egito, responsáveis pelos templos mais ricos e influentes junto aos faraós e aos generais. A região de Tebas concentrava esse poder político exercido em nome desse rei dos deuses. 

Osíris

A rigor, talvez Osíris não tenha sido tão poderoso como Amon, mas ele foi e continua a ser muito mais popular. Deus da fertilidade e do amor familiar, ele casou-se com outra estrela das divindades egípcias: sua irmã gêmea Ísis. Apesar de poderoso, Osíris acabou assassinado e esquartejado pelo seu irmão Seth. Segundo a mitologia egípcia, as lágrimas que Ísis derramou pela morte do irmão e marido deram origem ao rio Nilo. Mas ela também reconstruiu o corpo do marido e o enterrou. Após sua morte, Osíris passou a ser o deus do submundo, mas visto pelos egípcios de forma positiva, como um guia luminoso para a vida deles após a morte. Havia a crença de que os faraós quando morriam transformavam-se numa encarnação de Osíris. 

Ísis

A única deusa nesta lista, Ísis é ao lado de Osíris, seu irmão gêmeo e esposo, uma das mais conhecidas divindades da mitologia egípcia. Deusa da maternidade, de suas lágrimas nasceu o rio Nilo. Assim como Osíris, ela era uma das poucas divindades adoradas em todas as regiões do antigo Egito. Os poderes de Ísis vêm de um golpe que aplicou em Amon-Rá, o senhor dos deuses egípcios. Uma das versões da história conta que, metamorfoseada em uma cobra venenosa, ela o mordeu e falou que só o curaria se ele revelasse seu nome secreto. Velho e em agonia, Amon-Rá fez isso, o que significou transferir todos os seus poderes para a deusa. Deusa protetora de Cleóptara, a mais famosa rainha do Egito, o culto a Ísis extrapolou as fronteiras egípcias e alcançou outros impérios, com templos dedicados à deusa em várias cidades ao longo do Mediterrâneo.

Brahma

Ele criou o Universo segundo o hinduísmo, mas não apenas um e sim os vários universos cíclicos previstos naquela religião. Brahma, Shiva e Vishnu são os deuses mais cultuados pelos hindus, numa mitologia composta por milhares de divindades. Brahma teve o papel de ser o senhor da criação, de acordo com o Vedas, conjunto de poemas com narrativas sagradas sobre os deuses indianos, que surgiu há quatro mil anos. Em sua primeira tentativa, durante uma meditação, surgiu a noite e com ela vários demônios. Brahma resolveu então ir até o fim na próxima tentativa e fez surgir o Sol, os deuses hindus, o mundo e todas as espécies animais, incluindo o homem e a mulher. Brahma é um deus de quatro cabeças, que simbolizam os pontos cardeais, os livros do Vedas e as quatro castas hindus.

Urano

Conta a mitologia grega que antes dos titãs e dos deuses, ele era o ser supremo de um Universo que surgiu após o caos primordial. Filho de Gaia, a mãe Terra, Urano manteve com ela uma relação incestuosa que gerou como filhos os titãs, os cíclopes e os hecatonquiros. Urano, no entanto, os odiava e fazia com que voltassem sempre para o ventre da mãe, onde os mantinha aprisionados. Assim, ele reinou todo-poderoso e de forma cruel sobre tudo e todos. Considerado o deus primordial para muitos gregos, Urano acabou destronado por um dos titãs. Incentivado pela mãe, que não aguentava mais os maus tratos do todo-poderoso, Cronos, o mais novo dos titãs, aceitou matar o pai com uma foice que Gaia havia forjado. Cronos atacou Urano enquanto este estava adormecido e lhe cortou os testículos. Esse episódio fez com que o céu e a Terra se separassem e elevou o titã caçula à posição de senhor do mundo. 

Cronos

Após destronar o pai, Cronos temendo a profecia de sua mãe Gaia - que previu que, como Urano, ele também seria morto por um de seus filhos - passou a devorar todos os rebentos que teve com sua esposa-irmã, a titã Réia. Incestos e filhos que matavam os pais eram fatos corriqueiros na mitologia grega. Cronos era o deus do tempo e durante seu reinado sobre o mundo a humanidade recém-criada viveu sua "idade dourada", uma época de grande prosperidade, harmonia e fartura. Os filhos que Cronos devorou eram deuses que continuaram a crescer em seu ventre. No entanto, nem todos estavam lá, já que um deles, numa astuta manobra de Réia, foi enviado imediatamente após o nascimento para a ilha de Creta, onde foi criado por ninfas. Quando cresceu, e soube que era filho de Cronos e que ele havia devorado seus irmãozinhos, esse deus partiu em busca de vingança contra o pai. Seu nome era Zeus e sua luta levou à derrota de Cronos e ao fim do reino dos titãs. Começava a era dos todo-poderosos deuses gregos. 

Zeus

O mais popular, temido e promíscuo dos deuses ocidentais cresceu na ilha de Creta, longe dos pais e rodeado por ninfas. Zeus ao ficar adulto soube que tinha de usar uma poção mágica para resgatar seus irmãos da barriga de Cronos, seu pai. Após enganá-lo e fazer sair pela sua boca os deuses Posêidon, Heras, Hades, Héstia e Deméter, Zeus inicia uma guerra contra os titãs, com a ajuda dos cíclopes, que ele havia liberado do submundo. A vitória dos deuses marca o início do reinado de Zeus, que elege o Olimpo como sua nova morada. Deus supremo, Zeus tinha poderes sobre os céus, os raios e os trovões. Posêidon ficou com os mares e Hades com o mundo dos mortos. O reinado de Zeus foi marcado por suas infidelidades a Hera, sua esposa-irmã, e pelas constantes conspirações, intrigas e revoltas protagonizadas por deuses, semi-deuses e heróis. Deus vingativo, Zeus foi responsável por condenar o ser humano ao sofrimento e por protagonizar algumas das melhores narrativas mitológicas de todos os tempos. 

Júpiter

Júpiter Optimus Maximus foi a versão romana do deus grego Zeus. Chefão do panteão dos deuses da mitologia de Roma, Júpiter, assim como Zeus, foi criado por ninfas, para escapar de ser devorado pelo seu pai Saturno (a versão romana do titã grego Cronos). No sincretismo que envolveu o deus dos deuses gregos, Júpiter incorporou também traços que vinham da mitologia dos etruscos, povos que viveram no centro da atual Itália. É possível identificar nas características de Júpiter algumas que vieram de Tinia, deus etrusco dos céus. Apesar das muitas semelhanças com Zeus, inclusive no poder, no temperamento e na promiscuidade, Júpiter também tinha suas particularidades, notadamente no culto religioso feito a ele. Muitos imperadores romanos incorporaram traços das representações de Júpiter para identificarem seus poderes com os do deus todo-poderoso. 

Deus
Três das maiores religiões ocidentais são monoteístas e para elas só há um deus. Independente de ser chamado de Deus, Jeová ou Alá, para os cristãos, judeus e muçulmano somente ele é o todo-poderoso. Criador do Universo e de todas as coisas que nele existem, Deus é onipotente, onisciente e onipresente, isto é, ele pode tudo, sabe tudo e está em todos os lugares ao mesmo tempo. Apesar de ser considerado incorpóreo, algumas religiões monoteístas, como as cristãs, têm representado Deus em seus templos geralmente como um ser semelhante a um homem forte, de cabelos e barbas brancas e, na maior parte das vezes, com uma aparência severa. Epítome da benevolência e da justiça, o Deus das principais religiões monoteístas é todo-poderoso, infinito e perfeito, mas também tem seus momentos de fúria e vingança.


fonte: How Stuff Works
blogdocarlosmaia.blogspot.pt

A LUTA GLOBAL PARA FAZER FACE À PIOR CRISE DE REFUGIADOS EM GERAÇÕES








A LUTA GLOBAL 



PARA FAZER FACE À PIOR CRISE 



DE REFUGIADOS 



EM GERAÇÕES












ATENÇÃO TIVE MUITA DIFICULDADE EM CAPTURAR ESTA PUBLICAÇÃO
O SITE É INTER ACTIVO E TIVE QUE FAZER SCREEN
A TRADUÇÃO É DO GOODLE MAS DÁ PARA ENTENDER





































UMA LUZ ENTRE AS TREVAS

UMA LUZ ENTRE AS TREVAS.


1 – A reunião cimeira Comunidade de Estados Latino Americanos e Caribenhos (CELAC) – União Europeia (UE), realizou-se num momento distinto para a humanidade:
- As tensões globais de essência capitalista agudizam-se entre os que se propõem ao exercício duma hegemonia unipolar e os emergentes que cuidam de seguir a trilha da multipolarização, recorrendo a painéis filosófico-doutrinário-ideológico-políticos e geo estratégicos distintos;
- As culturas orientadas para a hegemonia unipolar, socorrem-se de capacidades que se inscrevem em processos neo liberais e especulativos, fórmulas exacerbadas que acabam por subverter os parâmetros de liberdade, de democracia e até de vida;
- As culturas orientadas para a emergência, cultivam duma forma geral e com algumas excepções assumidamente socialistas, orientações de carácter capitalista (de economia de mercado), com amortecedores para as suas políticas sociais e estímulos visando maior justiça e equilíbrio nos relacionamentos internacionais, abrindo-se à participação alargada de cada vez mais organizações sociais de base;
- As situações respectivas entre os componentes da CELAC e da União Europeia, reflectem também essas tensões e essa dicotomia de processos, com a CELAC a integrar o campo dos emergentes (multipolarização) e a União Europeia a ser cada vez mais condicionada ao “diktat” da hegemonia unipolar.
- As cimeiras entre ambas as organizações regionais (eta é a segunda), elevam assim a fasquia do diálogo norte-sul a um nível que antes seria muito difícil alcançar, até por que a emergência só pode ocorrer em função das recíprocas correias de transmissão e a consequente perda de potencialidade daqueles que se propõem ao domínio absoluto de 1% sobre o resto da humanidade, algo que obriga ao risco dos relacionamentos poderem não avançarem de forma pacífica e recorrendo ao diálogo e à concertação.
Há contudo uma plataforma comum para todos eles, sem apesar disso se constituir numa síntese definitiva entre contrários: a aceitação de que vastas regiões do globo fazem valer-se mais por via das organizações regionais reconhecidas internacionalmente, do que por via individual de cada país, o que cria um espectro inovador de responsabilidades, pois tacitamente todos vão aceitando a irreversibilidade da globalização.


2 – Com a CELAC a América Latina deu um passo mais no sentido duma integração que está intimamente associada à independência e soberania duma região com capacitação sócio-cultural comum cada vez mais forte, próximo do ponto ideal (e utópico) de não retorno, 200 anos depois das independências formais, “de bandeira”.
As culturas latino americanas têm por via da CELAC, uma excelente fórmula de afirmação de sua unidade, o que distingue mesmo a região em relação a outras organizações regionais de emergentes e a coloca numa posição singular no contexto global.
Com uma base sócio-cultural e histórica comum que se vai fortalecendo, integrando um pacote de organizações de espectro similar, a CELAC é uma das organizações que pode assim, a sul, assumir um papel mais progressista em termos da própria emergência, algo que está inteligentemente a ser aproveitado pelos seus dirigentes mais lúcidos, destacando-se nesse aspecto os componentes da ALBA, a Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América.
A CELAC (e particularmente os progressistas que reflectem as posições de vanguarda dos membros da ALBA) está portanto disposta a defender a Venezuela e o seu amplo projecto Bolivariano como um dos seus mais esclarecidos fundamentos, ao mesmo tempo que procura assegurar a distensão em relação a Cuba, assim como a questão de justiça devida para com toda a América Latina, tudo sem esquecer as reparações históricas que a UE deve assumir para com as pequenas nações insulares das Caraíbas, tornadas há séculos acantonamento de escravos de origem africana, condenadas ainda hoje ao subdesenvolvimento típico das periferias e, por esse modo, à dependência.


3 – Com a União Europeia seguiu-se uma trilha de capitalismo neo liberal que valorizou a concentração exponencial de capital (incluindo o capital financeiro especulativo), subvalorizando cada vez mais as conquistas sociais dos seus povos, uma trilha agravada pela deslocalização de investimentos e de indústrias que, se não for urgentemente reequacionada, poderá influir no sentido da crise que entretanto nesse campo se instalou.
Por essa razão, a essa trilha não resta outra alternativa senão procurar concertações que nada tendo a ver com os relacionamentos passados, enfrentam emergentes cada vez mais decisórios no carácter polarizado da globalização e, no caso do relacionamento com a CELAC, uma organização que assume sob os pontos de vista ético, moral, sócio-cultural e sócio-político, um papel inconfundível e já incontornável no contexto global.
Na base dos fundamentos da UE, está uma história de construção de impérios que não se podendo mais ressuscitar, marcam no subconsciente humano as trilhas a que jamais se poderá voltar, o que pode pesar negativamente nas possibilidades de diálogo com outras organizações regionais, ou com as potências maiores ao nível dos Estados Unidos, da China, ou mesmo da Federação Russa transcontinental.
Para quem se submete, ou se avassala, aos processos típicos do campo da hegemonia unipolar, a deriva conservadora e ultra conservadora do poder das oligarquias pesa também nas possibilidades desse diálogo e da necessidade de incessante busca de consensos; não ocorrem por acaso as “revoluções coloridas”, nem as “primaveras árabes”, muito menos o “abcesso” capitalista levado ao extremo na Ucrânia.


4 – A cimeira CELAC-UE traz-nos assim redobradas expectativas:
- Até que ponto a América Latina, auto declarada “zona de paz, cooperação em matéria demeio ambiente, desarme nuclear, tráfico de drogas e migrações”, poderá fazer valer, em socorro duma UE que representa de certo modo o ocaso dos impérios, as enormes potencialidades de sua emergência, que recorre à história, à densidade de processos sócio-culturais cada vez mais homogéneos e a uma cada vez mais ampla participação democrática popular?
- Até que ponto se poderá equacionar maior equilíbrio entre uns e outros, alcançar maior justiça humana, mais educação, mais saúde e maior respeito pelo Planeta, hoje em dia um conjunto enorme de soluções tão indispensáveis para a vida da e na Mãe Terra?
A União Europeia debate-se intestinamente na velha fórmula shakespiriana, do “to be, or not to be” e é a América Latina que assume a luz entre as trevas:
… É dela que se esperam as melhores opções e soluções, que todavia terão de perseguir os caminhos da inclusão e afastar os da exclusão; por isso é nela e a partir dela que recaem as mais construtivas expectativas, em nome de toda a humanidade, apesar das trocas comerciais entre as duas regiões estarem longe de serem significativas!
Ainda com a CELAC a vanguarda cubana está disposta a “não ter medo de conversar sobre qualquer assunto” manifestado por qualquer das partes: é ainda Cuba que dá a maior potência ao enfoque da luz sobre as trevas!
Martinho Júnior.
Luanda, 10 de junho de 2015.
Foto:


El Presidente de la Comisión Europea, Jean-Claude Juncker, izquierda, y el presidente del Consejo Europeo, Donald Tusk, derecha, dan la bienvenida al Primer Vicepresidente de Cuba Miguel-Canel Bermúdez a su llegada a la Cumbre UE-CELAC en Bruselas el miércoles 10 de junio de 2015. Foto: Virginia Mayo/ AP -

C D U COM CONFIANÇA - DOMINGOS SILVA VIDEOS

Mais uma vez é o emprego

Mais uma vez
 
é o emprego
 

Os discursos catastrofistas são, além de manifestamente exagerados, perigosos. Quer isto dizer que tudo vai bem no reino da Segurança Social? Não, nem por isso. O caminho é duro e os ventos não sopram a favor. Separemos os problemas, para que não nos percamos na confusão - quase sempre propositada - do debate.

Foquemo-nos no sistema previdencial, responsável pela distribuição de rendimentos com base profissional - as pensões (velhice, invalidez, sobrevivência) - assente em dois princípios, solidariedade e coesão intergeracional. Quem hoje trabalha paga a reforma dos seus pais, esperando que os seus filhos paguem a sua.

Vários fatores pressionam este esquema. O aumento da esperança média de vida faz com que paguemos hoje mais anos de pensões. Mas também é verdade que o aumento tendencial dos salários deveria tornar essa tarefa mais fácil. Depois há a mudança estrutural do funcionamento da economia, em que a produção é tendencialmente mais intensiva em tecnologia e capital que em trabalho. Por isso o Bloco defende, há anos, que parte do financiamento da segurança social deveria provir de uma taxa sobre o valor acrescentado das empresas, e não apenas sobre o número de trabalhadores. E chegamos, finalmente, à pedra de toque da discussão. A sustentabilidade do sistema pressupõe que tenhamos hoje um número de pessoas a trabalhar e contribuir que seja suficiente para compensar aqueles que estão reformados.

Durante os últimos 4 anos nenhum dos pressupostos acima mencionados foi cumprido. A média dos salários para novos trabalhadores é de 581 euros, brutos. Havia, em 2014, menos pessoas empregadas que em 1988, e nada foi feito para diversificar as fontes de financiamento do sistema.

Enquanto estes três problemas se mantiverem, a discussão será sempre como cortar hoje para compensar os cortes de ontem. Não é retirando 600 milhões às pensões de hoje, penalizando ainda mais as condições de vida, que se resolve o problema de amanhã.

O verdadeiro objetivo da proposta é safar o défice de agora, mesmo que isso custe rasgar o contrato entre gerações. Diz muito sobre as escolhas de quem invoca o seu (e nosso) bom nome para cumprir à letra o contrato de pagamento de dívida pública, custe o que custar.

O efeito colateral é ir abrindo caminho para o sistema alternativo: um sistema de capitalização, parecido a um PPR, gerido por fundos privados, em que cada um poupa para a sua velhice. E quem não teve salário para isso? Bom, para esses há sempre a caridade. Para os outros, resta a esperança que a bolsa nunca desça e não arruíne a reforma de milhões de trabalhadores.


JN

SÓ FLORES ou “Os Sopranos”

SÓ FLORES ou “Os Sopranos”

Paisagem idílica!… Grandes espaços floridos, o bucolismo que empresta tranquilidade ao espírito; os senhores do mundo que fomentam guerras e espalham sofrimento, num enquadramento promocional. Não se julgue que estas imagens são fruto do acaso ou que a descontração e bonomia das personagens, tal como nos são apresentadas, não foram meticulosamente fabricadas.
Em todos os continentes, estes rostos aparecem como espectros, no fundo das malgas vazias.
Além da proteção natural das montanhas e meios sofisticados de segurança, foi formado um perímetro de 16 quilómetros para impedir a aproximação de alguém alheio ao conclave. Bem guardados e de consciência tranquila tomaram decisões que se estendem até ao ano 2100.
“OS TIRANOS FAZEM PLANOS PARA MIL ANOS”
“Os Sopranos”




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