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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Estado Islâmico “à beira de se tornar um Estado a sério”, alerta especialista

Estado Islâmico “à beira de se tornar um Estado a sério”, alerta especialista

Foto: DR
Grupo terrorista 

controla 

metade da Síria e um 

terço do Iraque. 

Beneficia de uma 

estrutura hierárquica 

sólida, uma 

administração que gere 

escolas, hospitais e 

impostos, além de 

ter recursos vastos, 

incluindo campos 

petrolíferos e refinarias.










Com a recente conquista de Ramadi, no Iraque, e de Palmyra, na Síria, o autoproclamado Estado Islâmico está cada vez mais próximo de se tornar verdadeiramente um Estado. O alerta é de um especialista que colaborou com o governo norte-americano para combater a insurreição no Iraque, entre 2005 e 2008.

Num ensaio publicado numa revista australiana, e citada pela agência Reuters, David Kilcullen diz que “o Estado Islâmico é, ou está à beira de se tornar, aquilo que afirma ser: um Estado”.

“O Estado Islâmico luta como um Estado”, afirma, “coloca mais de 25 mil homens no terreno, incluindo uma ala dura de veteranos da Al-Qaeda e de ex-soldados profissionais do partido Baath [que comandava o país nos tempos de Saddam Hussei]. Tem uma organização hierárquica povoada por ex-oficiais das forças armadas de Saddam Hussein”, acrescenta.

O analista, que foi estratega principal do Gabinete do Coordenador de Contraterrorismo do Departamento de Estado dos Estados Unidos em 2005 e 2006 e, depois, conselheiro responsável por estratégia de contra-insurreição do general David Petraeus, em 2007 e 2008, recorda ainda que o grupo fundamentalista sunita controla território que inclui várias grandes cidades, tem as suas próprias forças armadas e de segurança, uma administração que gere escolas, serviços básicos, hospitais e impostos e um sistema judiciário que se orienta pela lei islâmica.

Para além disso tem recursos vastos, incluindo campos petrolíferos, refinarias e território agrícola, para além de uma sofisticada máquina de propaganda, campos de treino e redes de recrutamento.

Na opinião de Kilcullen, para se derrotar o Estado Islâmico é necessário mudar urgentemente de estratégia, uma vez que a participação das forças internacionais, que se têm limitado a levar a cabo ataques aéreos e a mandar conselheiros para as forças armadas iraquianas, não está a alcançar resultados práticos no terreno.

Apesar de alguns meses de recuos, tendo sido expulsos de Tikrit e de vários pontos da planície de Nínive, por exemplo, os militantes do Estado Islâmico conseguiram conquistar Ramadi, uma importante cidade iraquiana e, do outro lado da fronteira com a Síria, a cidade de Palmyra. As duas conquistas levaram a uma nova onda de dezenas de milhares de refugiados.

Com estas vitórias o grupo controla agora metade da Síria e consolida o seu controlo sob um terço do Iraque. Os planos das forças iraquianas e internacionais para reconquistar a cidade de Mossul, ocupada no Verão de 2014, ainda este ano parecem agora uma miragem.

O ENIGMA DA MULHER QUE DESCONGELOU

O enigma da mulher que descongelou
Em ocasiões, a natureza do corpo humano surpreende-nos superando com sobras os limites do que consideramos normal, e este caso é um exemplo perfeito do que estou falando. Imaginem, Lenby, Minnesota, EUA. Em uma tremendamente fria manhã de inverno de 1981, um garoto de 19 anos descobre sua vizinha adolescente Jean Hilliard tombada na neve. Todo seu corpo está rígido e congelado, já que permaneceu à intempérie toda a noite a uma temperatura de até 25ºC abaixo de zero.

O enigma da mulher que descongelou
Aparentemente Jean teve um acidente em seu carro, que patinou no gelo, e tentou desesperadamente atingir acasa de seu vizinho em busca de ajuda. Quando este encontrou seu corpo, chamou imediatamente os paramédicos que levou-a rapidamente ao hospital local, onde seu estado assombrou aos médicos. Uma das enfermeiras afirmou que Jean estava tão fria, que era como se tivessem tirado-a de um congelador" e que "seu rosto estava absolutamente branco, tinha a palidez dos mortos”. Jean sofria de hipotermia severa e os médicos não conseguiam mover ou dobrar nenhuma de suas articulações.

O pessoal do hospital fez todo o que pôde, mas sua situação era extrema. Ainda no caso de que Jean viesse a recuperar a consciência, muito provavelmente seu cérebro teria sofrido danos severos. Ademais, o grau de congelamento era tal, que os médicos pensavam em amputar ambas pernas. Sua família não podia fazer nada, salvo esperar um milagre. 

Duas horas mais tarde, Jean sofreu violentas convulsões e recuperou a consciência. Encontrava-se perfeitamente tanto mental como fisicamente, ainda que um pouco confusa. Inclusive o congelamento foi desaparecendo lentamente de suas pernas, para assombro dos médicos. Quarenta e nove dias depois recebeu alta sem perder nem uma unha, e com apenas algumas manchas pelo corpo.





http://www.mdig.com.br

Varoufakis corta salários dos administradores do fundo de estabilidade financeira

Varoufakis corta salários dos administradores do fundo de estabilidade financeira

Varoufakis
O corte nos salários dos administradores do Fundo Helénico de Estabilidade Financeira é uma medida simbólica que permitirá poupar 300 mil euros por ano e é uma medida que precisa do acordo das instituições internacionais. “O ministro entende que os altos cargos de responsabilidade devem ser recompensados em conformidade. Mas numa altura em que o rendimento dos trabalhadores, tanto no público como no privado, encolheu, estes salários são uma provocação à sociedade grega”, afirmou o Ministério das Finanças em nota à imprensa.
O próprio Varoufakis anunciou a medida no Twitter, perguntando se alguém teria objeções a ela:

Afinal, despesas com receita médica têm de ser confirmadas no site das Finanças

Afinal, despesas com receita médica têm de ser confirmadas no site das Finanças

Parlamento aprovou ajuste nas deduções de saúde no IRS.
A reforma do IRS entrou em vigor em Janeiro PAULO PIMENTA
As falhas no registo informático das facturas de saúde que dão direito a deduções no IRS levaram o Governo a forçar uma alteração legislativa ao código do IRS, cinco meses depois de estar de pé a reforma deste imposto. O diploma, apresentado no Parlamento pelos partidos da maioria, foi aprovado nesta sexta-feira por unanimidade, passando a incluir no IRS a dedução das despesas de saúde com IVA a 23% quando acompanhadas por receita médica. Mas, agora, o contribuinte fica obrigado a confirmar estas facturas no Portal das Finanças.O PSD e o CDS-PP tentaram que esta alteração ao código do IRS fosse feita num aditamento a um projecto de lei que altera o código do imposto sobre veículos, mas, sob protesto da oposição, os partidos da maioria acabaram por aceitar levar a plenário um diploma autónomo.
Na base desta alteração legislativa está um problema prático relacionado com o registo no e-factura das despesas de saúde emitidas com NIF. Tudo porque, até agora, só contavam para dedução de IRS os medicamentos e outras despesas de saúde isentas de IVA ou taxadas a 6%. No entanto, quem pedisse uma factura com número de contribuinte numa farmácia arriscava-se a perder a dedução no IRS se na mesma factura estivessem registadas despesas de saúde taxadas com IVA a 6% e a 23%, porque o sistema informático do fisco não está a conseguir separar as despesas. O Ministério das Finanças só reconheceu a falha cinco meses depois de entrar em vigor a reforma do IRS, acautelando agora os efeitos destas alterações a 1 de Janeiro deste ano.
No diploma que o PSD e CDS-PP apresentaram, também passam a estar incluídas na dedução as despesas com óculos e outro material óptico. Quando é passada receita médica relativa a medicamentos taxados com IVA a 23%, o contribuinte tem obrigatoriamente de indicar no site da AT quais são essas facturas, caso contrário, arrisca-se a perder a dedução. Esta alteração foi agora introduzida no diploma, onde se lê “que os sujeitos passivos estão obrigados a indicar no Portal das Finanças quais as facturas que titulam aquisições devidamente justificadas através de receita médica”.
O PÚBLICO pediu mais esclarecimentos ao Ministério das Finanças sobre como ficam acauteladas as situações em que um contribuinte não tenha possibilidade de aceder ao site das Finanças, uma vez que a alteração à lei nada prevê nesse sentido.
Medicamentos sem receita
Por esclarecer está ainda a forma como ficam salvaguardadas as situações em que um contribuinte compra um medicamento taxado a 6% (que lhe dá direito à dedução), tendo no mesmo documento as despesas de saúde a 23% sem receita médica (que não podem ser deduzidas). Isto porque a AT já reconheceu, em esclarecimentos dados a contribuintes, que a sua aplicação não está a conseguir separar facturas de saúde que incluem simultaneamente gastos de saúde com taxas diferentes – e a alteração legislativa refere-se apenas às despesas de 23% aviadas com receita médica.
A resposta que o Ministério das Finanças deu ao PÚBLICO continua sem esclarecer a questão: “Os dados das facturas comunicadas pelos agentes económicos à AT nunca contêm a descrição dos bens adquiridos ou dos serviços prestados aos consumidores finais, no estrito cumprimento da legislação de protecção de dados pessoais e do sistema e-factura. Assim, no caso de a factura ser emitida de modo a titular operações de um único sector com benefício, o consumidor poderá seleccionar qual o sector de actividade a que respeita”.
Numa circular emitida em Abril com perguntas e respostas sobre a reforma do IRS, a AT refere que “as facturas apenas ficam pendentes na página pessoal do sistema e-factura quando são emitidas por um agente económico que exerce várias actividades económicas (detém vários CAE). Neste caso, é necessário que o consumidor consulte a respectiva página pessoal do sistemae-factura e seleccione qual o sector de actividade a que respeita cada uma das facturas, de forma a que as mesmas sejam imputadas correctamente para efeitos de dedução à colecta

CARLOS SANTOS SILVA FOI PARA CASA COM PULSEIRA ELECTRÓNICA - VEJA VÍDEO

video

RETIRADO AGORA MESMO DE UM TWETT DO WIKILEAKS UM OFICIAL QUE SE VÊ NA FOTO E QUE ESTÁ AGORA SOBRE CUSTÓDIA MILITAR DIZ QUE QUALQUER PSICOPATA TEM ACESSO A ARMAS NUCLEARES


RETIRADO AGORA MESMO DE UM TWETT DO WIKILEAKS

UM OFICIAL QUE SE VÊ NA FOTO E QUE ESTÁ AGORA SOBRE CUSTÓDIA MILITAR DIZ QUE QUALQUER PSICOPATA TEM ACESSO A ARMAS NUCLEARES


William McNeilly engenheiro de armas, que tinha servido de janeiro a abril deste ano a bordo do HMS Victorious diz que um número significativo de deficiências técnicas e de segurança da transportadora de mísseis Trident torna vulnerável as forças de dissuasão nuclear da Organização das Nações Unidas contra ataques terroristas que seriam potencialmente capazes de "matar nosso povo e destruir o nosso país."

DA EXCLUSÃO - Cerca de 100 alunos surdos que frequentam o 9º ano não puderam realizar o Preliminary English Test no âmbito da PPT estabelecida entre o MEC e Cambridge

DA EXCLUSÃO

Cerca de 100 alunos surdos que frequentam o 9º ano não puderam realizar o Preliminary English Test no âmbito da PPT estabelecida entre o MEC e Cambridge contando com o apoio desinteressado de um conjunto de empresas e da Fundação Bissaya Barreto.
É verdade que o PET tem pouco préstimo mas foi o MEC que determinou a sua obrigatoriedade para os alunos do 9º ano.
Os alunos surdos não podem realizar a parte da prova que obriga a utilizar um CD audio, algo de impossível, e assim viram-se excluídos.
O problema teria solução se os alunos fossem examinados em leitura e escrita o que carece de autorização.
O MEC foi alertado mas o MEC pensa na norma, não pensa na diferença. Nada que se estranhe nos tempos que vamos vivendo.
A educação, a escola, está cada vez mais normalizada onde a diferença, qualquer tipo de diferença, não pode ser acomodada.
Vão-se criando sucessivos guetos, curriculares e/ou físicos e inibe-se participação de milhares de alunos nas actividades regulares das suas comunidades.
Sempre em nome da inclusão, da excelência, da competência, blá, blá, blá, ..
.




atentainquietude.blogspot.pt

Disponibilidade de Cristas para substituir Portas irrita centristas - CRISTAS JÁ HOJE DISSE QUE A SUCESSÃO É " UM NÃO ASSUNTO"


Disponibilidade de Cristas para substituir Portas irrita centristas

CDS não gostou dos sinais da ministra para avançar para a liderança. "O partido não pode ser condicionado", assume um deputado.
Assunção Cristas DANIEL ROCHA


A disponibilidade de Assunção Cristas para ser futura candidata à liderança do CDS deixou muitos dirigentes irritados. Como um coro afinado, os centristas repetem a tese oficial de que este não é o momento para falar da substituição de Paulo Portas. Até porque isso pode levar os eleitores a concluir que a coligação já assume que perdeu as legislativas e que o actual líder termina este ciclo político.A sucessão de Paulo Portas como líder do CDS (está no cargo há 17 anos, com uma interrupção de dois anos, entre 2005 e 2007) é quase tabu no partido. Poucos falam abertamente sobre o assunto, mas dão sinal de incómodo quando alguém tenta quebrar essa regra silenciosa. Foi o caso da vice-presidente Assunção Cristas, que disse esta semana, ao jornal digital Observador, estar ao serviço do partido para o que for necessário. E “se for necessário para isso [liderança] também estarei”, afirmou a ministra da Agricultura.
Muitos centristas não gostaram. Hélder Amaral, vice-presidente da bancada, foi um dos que reagiu publicamente com mais violência. “O partido não pode ser condicionado. Quando o doutor Paulo Portas quiser sair, sairá. Nesse momento, o partido tem de estar livre e estou certo de que haverá um leque de candidatos”, afirmou o deputado, que é considerado um homem de dentro do partido.
Mais moderado é Filipe Lobo D’Ávila, deputado e porta-voz do partido. A disponibilidade de Assunção Cristas “é bem-vinda, mas é extemporânea”, reagiu. O antigo líder do CDS, José Ribeiro e Castro, não quis comentar a posição assumida pela minista, mas não deixa de lamentar o que considerou ser um debate antecipado sobre a sucessão. “Quando nos círculos mais próximos dos líderes tanto no CDS como no PSD se fala na sucessão, isso significa o cenário da derrota. Isso anda nos corredores há bastantes meses e acho triste”, afirmou o deputado.
O CDS – muito impulsionado pelo seu actual líder - quer alimentar a ideia de que o partido foi capaz de gerar quadros com valor e com capacidade para substituir Portas. Na linha do ‘portismo’, que domina o partido há anos, há pelo menos outros dois nomes fortes para candidatos a líder: Pedro Mota Soares e Nuno Melo.
O eurodeputado é muito popular no partido e visto como aquele que é capaz de conquistar a liderança sem sobressaltos. Mas há quem o aconselhe a não avançar na próxima disputa para evitar tornar-se num líder de transição. Para essa fase há quem veja mais o perfil de Assunção Cristas. É considerada a “protegida” de Paulo Portas e quase a “preferida” para lhe suceder.
Num ponto quase todos estão de acordo: a ministra tem muito boa imprensa, mas falta-lhe a ligação às estruturas do CDS. “Falta-lhe partido”, comenta um centrista. Essa ligação às bases do CDS sobeja tanto a Nuno Melo como ao ministro Pedro Mota Soares. Este foi presidente da Juventude Popular, foi secretário-geral, foi líder parlamentar e tornou-se num dirigente em quem Portas confiou, tanto para as negociações com o PSD para a coligação de Governo em 2011, como para a coordenação da aliança com os sociais-democratas para as próximas legislativas.
Neste trabalho partidário, Mota Soares tem-se resguardado na sombra. Visto como ideologicamente mais próximo de Paulo Portas, o ministro é apontado como um forte candidato à liderança. Mas tem um handicap: o desgaste de ser ministro de uma pasta tão difícil como a da Segurança Social.
Há ainda um outro nome que muitos vêem como forte: João Almeida, actual secretário de Estado da Administração Interna. Liderou a Juventude Popular, foi secretário-geral do partido, deputado e o rosto da contestação do CDS ao ministro Vítor Gaspar. Tem agora uma pasta que para o CDS é crucial: a da comunicação.
“O João tem partido e tem tropas com ele”, observa uma fonte partidária. Resta saber se avançará na próxima disputa pela liderança do partido, que pode ser já em Outubro. No CDS acredita-se que o próximo líder sairá do ‘portismo’, mas a linha do Filipe Anacoreta Correia também poderá ter uma palavra a dizer. E resta a incógnita em torno de José Ribeiro e Castro, o líder que sucedeu a Portas após a derrota da coligação PSD/CDS em 2005.

Iraque. Espanha é quem dá notícias sobre militares portugueses

Iraque. Espanha é quem dá notícias sobre militares portugueses

Militares portugueses no Iraque estão sob comando espanhol e foi o site do Estado-Maior de Defesa de Espanha que noticiou o hastear da bandeira. Portugueses são identificados como "secção Viriato".
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    Há militares portugueses a servir no Iraque, mas as notícias estão a chegar de Espanha. A bandeira portuguesa foi hasteada no Iraque no domingo e como é que sabemos? Através do site do Estado-Maior de Defesa de Espanha.
    A bandeira foi hasteada na base “Gran Capitán”, em Besmayah, Iraque, e o contingente português que integra a base espanhola é identificado como “Secção Viriato”. No site espanhol do organismo, que é equivalente ao Estado-Maior General das Forças Armadas, lê-se que os 30 membros do exército português chegaram à base para reforçar o contingente espanhol, a 13 de maio.
    “Os soldados portugueses vieram reforçar os legionários espanhóis, tanto nos trabalhos de treino como nas tarefas operacionais, logísticas ou relacionadas com serviços como assistência médica”, lê-se no site espanhol.
    De acordo com o Operacional, site que se debruça sobre temas relacionados com a Defesa Nacional e as Forças Armadas e de Segurança, os militares portugueses ficaram a saber da cerimónia de hastear da bandeira portuguesa através deste site do Estado-Maior de Defesa espanhol.
    O Operacional assinala ainda “três aspetos no mínimo curiosos”: a referência a Nossa Senhora de Fátima no texto espanhol, o detalhe com que os espanhóis identificam as diferentes especialidades dos militares portugueses – “algo sempre mantido em segredo por cá” – e a designação pela qual o contingente português é conhecido: “Secção Viriato”.
    “A comandar o grupo, que na sua maioria são membros da Unidade de Comandos de Portugal, está o comandante Manuel António Paulo Lourenço, um militar com uma ampla formação e experiência em missões internacionais. É completado por cinco paraquedistas, dois artilheiros e dois de operações especiais e um de cavalaria”, lê-se no site espanhol.
    A missiva portuguesa partiu para integrar a Coligação Internacional de Combate ao Estado Islâmico (DAESH) a 6 de maio, para ajudar a treinar o Exército iraquiano. Contudo, vai fazê-lo sob as ordens de um militar espanhol. É a primeira vez que militares portugueses respondem diretamente a Espanha.
    Antes da partida, fonte oficial do Exército confirmou ao Observador que os militares portugueses vão “trabalhar em conjunto com um grupo de formadores que inclui militares espanhóis e americanos, enquadrado por Espanha”.

    Teoria económica da pobreza - Nas primeiras décadas do capitalismo o princípio económico em relação ao valor do trabalho era simples, quanto menos ganhasse o trabalhador mais ganharia o patrão, quanto mais ganhasse o patrão mais capital estaria ao seu dispor e quanto mais capital fosse investido mais cresceria a economia de um país. Em conclusão, quanto mais pobres houvessem mais cresceria a riqueza de uma nação.

    Teoria económica da pobreza



    Nas primeiras décadas do capitalismo o princípio económico em relação ao valor do trabalho era simples, quanto menos ganhasse o trabalhador mais ganharia o patrão, quanto mais ganhasse o patrão mais capital estaria ao seu dispor e quanto mais capital fosse investido mais cresceria a economia de um país. Em conclusão, quanto mais pobres houvessem mais cresceria a riqueza de uma nação.
      
    Nesses tempos não se exigia a qualificação dos trabalhadores, o horário de trabalho era aquele que os trabalhadores aguentassem, a alimentação e as horas de descanso deveriam ser as suficientes para assegurar a manutenção dos trabalhadores com um mínimo de saúde. Pouco importava a mortalidade, a alta taxa de natalidade dos pobres e os recursos humanos ilimitados dos impérios coloniais garantiam que a simpática lei da oferta e da procura estivesse sempre contra os trabalhadores. E se algo falhasse recorria-se à polícia que tinha o direito de reprimir e agredir sem limites.
      
    É este o modelo económico que está sendo implementado pela Dra. Maria Luís, a assistente, e por Passos Coelho, o jovem promissor em que a assistente apostou. É um modelo económico abandonado em todo o mundo e que na Europa actual conduzirá o país ao colapso económico. Apesar de já serem evidentes as consequências nefastas deste retrocesso civilizacional imposto pelos que acham que o país evoluiu em demasia no domínio dos direitos e bem-estar sociais, os partidos do governo e algumas das elites da treta hoje bem representadas no Observador insistem neste modelo. Pouco lhes importa que a miséria aumente ou que o país empobreça, este modelo garante equilíbrio financeiro ao Estado e enriquecimento fácil a uma classe empresarial preguiçosa.
      
    O problema deles é que ignoram uma realidade que lhes nega o sucesso, o país não vive em autarcia, não é aceitável reduzir os direitos sociais dos trabalhadores portugueses aos dos criados de Passos Coelho na sua juventude, já não se pode recusar a instalações de estações da CP em localidades do Alentejo para impedir a fuga dos trabalhadores locais e muito menos proibir a emigração. Aliás quem promove este modelo económico e ao mesmo tempo sugere aos portugueses que emigrem evidencia uma total ignorância.
      
    Dentro de menos de uma década Portugal não terá jovens quadros que renovem os que entretanto alcançarão a idade da reforma e a combinação da aposta em trabalho não qualificado com a redução dos impostos sobre o capital conduzirá à bancarrota do Estado e à destruição de qualquer intervenção social do Estado, o dinheiro mal dará para financiar as polícias e o exército. 
      
    Passos Coelho e a sua ministra das Finanças ainda não entenderam que as suas teorias são inviáveis no quadro da actual EU, das suas regras económicas, dos seus valores e do seu padrão e bem-estar social. Os que defendem este modelo com o argumento de que sem ele teríamos de sair do euro escondem que o sucesso desta estratégia apenas é viável no curto prazo, no médio e longo prazo Portugal obriga à reposição de fronteiras sem as quais será impossível impedir os portugueses de emigrarem em massa.
      
    Passos Coelho pode sonhar que com muita miséria humana o nosso modelo de capitalismo continuará a ser viável, mas não pode obrigar os portugueses a viver num país sem direitos laborais ou sociais, sem regras e onde se aumentam brutalmente os impostos ou se cortam indiscriminadamente os salários cada vez que seja necessário libertar riqueza para assegurar a manutenção do estatuto dos mais ricos.

    A regra das sociedades é procurar que haja mais riqueza e que esta seja melhor distribuída, mas por cá alguns imbecis descobriram que era o contrário, aumentar a pobreza, tornar o mercado interno exíguo e exportar produtos de baixo valor acrescentado e produzidos com matérias-primas importadas. Descobriram que a fiscalidade não serve para redistribuir a riqueza mas para complementar a desvalorização do trabalho conseguida com a promoção da lei da selva nas relações laborais e à exploração pura e dura acrescentaram a desvalorização fiscal dos trabalhadores. Vales de tudo para promover a pobreza de forma a aumentar a riqueza de uns quantos.



    jumento.blogspot.pt

    atirar a matar! - Na verdejante Penha Longa, em assombroso hotel de luxo, reúne-se o lixo, a nata se se quiser, do BCE.

    atirar a matar!


    Na verdejante Penha Longa, em assombroso hotel de luxo, reúne-se o lixo, a nata se se quiser, do BCE. 

    À porta fechada.

    O vulgo não pode saber que maroscas se preparam, que apertões a tempo se vão dar à Grécia, que chantagens se vão exercer sobre os povos de Portugal ou de Espanha para que não votem em quem contrarie a austeridade, se revolte contra a espoliação dos povos em nome de um capital de roleta russa a quem, se houver justiça no mundo. há-de calhar a bala.

    Aquela grande criatura da política internacional, que para nosso orgulho é português, o José Manuel, o Durão, o Barroso, ainda ontem disse, a propósito da Grécia, que as políticas (más, entenda-se) do governo grego têm as suas consequências, sendo a saída do euro uma forte possibilidade.

    Vou-lhe propor um exercício de imaginação, uma mera fantasia: e se o PCP + BE + Tempo de Avançar, e este é só um exemplo, conseguissem formar governo porque os portugueses, finalmente, decidiram dar razão a quem sempre a teve, com um ou outro deslize que agora não vêm ao caso? Já pensou nas consequências? Como reagiriam a execrável Merkel e o seu não menos abominável ministro das Finanças? E Draghi? E o homem com nome de esquentador? E a bonitota do FMI? E por cá? Já imaginou o que seria? Cavaco definitivamente escavacado, destroçado, destronado. Passos, Marco António, Relvas, Montenegro, Portas, Albuquerque e outros e outras a zarparem, a fazerem oposição no estrangeiro, dizendo-se exilados políticos, buscando aliados entre as hostes mais sinistras da direita para derrubar o governo português o mais rápido possível e se possível à força. Portugal boicotado, cercado, para que a mudança não vingue, para que o povo se agache.

    Já pensou?

    O melhor será deixar tudo como está. Votar na coligação Passos/Portas. Ou no Costa, que desse o capital também gosta, do mal o menos.

    Vá lá, submeta-se. Resigne-se. Rasteje. Lamba a mão de quem lhe rouba o pão. Depois não diga que não o avisei.


    ouropel.blogspot.pt

    Mãe queixou-se de leite fora de prazo e ficou sem ajuda alimentar

    Mãe queixou-se de leite fora de prazo e ficou sem ajuda alimentar

    Andreia Branco reclamou do leite fora de prazo para o seu filho de seis meses, oferecido por um programa de ajuda alimentar na Quinta do Conde, em Sesimbra.
    NUNO FERREIRA SANTOS
    A mãe de uma bebé de seis meses queixa-se de ter sido “banida” do grupo de beneficiários da ajuda alimentar prestada por voluntários do Rotary E-Club de Sesimbra, no Casal do Sapo, depois de tornar público o seu descontentamento por lhe ter sido dado leite, para a criança, “fora de prazo” e em “más condições”.
    Os responsáveis do programa de ajuda e solidariedade social, que é uma iniciativa informal do Rotary E-Club de Sesimbra e que conta com a colaboração da câmara local, confirmam o diferendo com a beneficiária, Andreia Branco, mas apresentam uma versão diferente do caso.
    Teresa Mayer, coordenadora deste projecto, não quis falar ao PÚBLICO, mas delegou essa tarefa em dois dos três voluntários que a ajudam. Isabel Godinho e Emídio Mendes garantem que não são distribuídos alimentos fora de prazo e acusam a utente de “má-fé” e “ingratidão”.
    “Nós damos alimentos com pouco prazo de validade, que é assim que os hipermercados nos fazem as doações, mas não fora de prazo”, assegura Emídio Mendes, explicando que recolhem os bens nos estabelecimentos no mesmo dia, “poucas horas antes” da distribuição. Além disso, acrescenta Isabel Godinho, a beneficiária em causa “levou o leite há mais de dois meses e só agora levantou a questão”.
    A mãe da bebé, Andreia Branco, disse ao PÚBLICO que, de três latas de leite em pó para recém-nascidos, que lhe foram dadas, em Abril passado, “duas estavam fora de prazo de validade, que terminava em 26/11/2014, e a outra estava amassada e aberta” e que, “por receio”, não deu o produto ao filho. Na altura decidiu não reclamar para “não parecer pobre e mal-agradecida”.
    No entanto, Andreia Branco conta que, na semana passada, no local onde ocorria mais uma distribuição semanal de alimentos, os voluntários do projecto de ajuda confrontaram-na com comentários que fez a amigos, dizendo que o leite estava fora-de-prazo. Ainda de acordo com Andreia Branco, gerou-se uma discussão e os voluntários disseram-lhe que, a partir daí, ficava excluída da ajuda. “Por causa disto nunca mais cá vens buscar nada”, garante ter ouvido.
    Depois desse episódio, a utente relatou o caso no Facebook, numa mensagem que foi muito partilhada e comentada. “Perco aqui a vergonha de dizer que, por circunstâncias da vida, era mais uma pessoa que ia todas as quintas-feiras à sopa dos pobres no Casal do Sapo. Pedi à Doutora que está à frente do projecto, uma lata de leite para o meu bebé. Esta foi a doação que me deram. Claro que falei, e por isso fui banida como castigo. Podemos precisar mas não gozem”, escreveu.
    Os voluntários negam ter banido a mãe da criança. “Quando a senhora se despediu, na última distribuição, disse-nos ‘Até para a semana’ e eu respondi-lhe, no calor da discussão, em público, que dali já não levava mais nada”, reconhece Emídio Mendes, mas acrescenta que não se tratou de uma exclusão. “Para ser excluída teria de ser a Doutora [a decidi-lo], e talvez até por escrito, eu não tenho autoridade para isso. Por mim, na próxima distribuição, se a senhora cá aparecer, será atendida”, refere o mesmo voluntário.
    A “próxima distribuição” deveria ter acontecido nesta quinta-feira, como habitualmente, mas não se realizou, confirmou o PÚBLICO no local. Os voluntários, que fazem este trabalho há seis anos, garantem que o facto de não haver distribuição esta semana se prende apenas com questões de agenda da responsável Teresa Mayer, e não com a polémica em torno deste caso. Mas não escondem algum receio pelo futuro do projecto que, segundo os próprios, ajuda cerca de cem pessoas de 32 famílias. 
    A Câmara Municipal de Sesimbra diz não ter informação sobre este episódio, por a sua colaboração com o programa ser apenas logística. “A câmara apoia o projecto ao nível dos transportes, tal como faz com iniciativas semelhantes de outras entidades locais”, sendo “o modelo de distribuição de bens da responsabilidade da entidade" em causa, disse ao PÚBLICO a vereadora com o pelouro da Acção Social, Felícia Costa. “A autarquia tem em curso os seus próprios projectos de distribuição de bens alimentares pelas famílias mais carenciadas, que nos últimos anos têm sido reforçados, e neste momento são fundamentais para centenas de agregados familiares e, sobretudo, para muitas crianças do concelho”, referiu ainda a vereadora.
     
    Notícia corrigida às 10h30. A organização que promove o programa de ajuda alimentar no Casal do Sapo é o Rotary E-Club de Sesimbra. A diferença entre um Rotary Club e um Rotary E-Club é que os seus membros, que seguem as mesmas normas e são igualmente reconhecidos pelo Rotary Internacional, reúnem semanalmente no website do clube. 

    CUIDADO COM AS LUVAS, AS COMISSÕES, A TRITURADORA DE PAPEL ! - Portugal compra navios-patrulha por 28 milhões de euros

    Portugal compra navios-patrulha por 28 milhões de euros

    20/05/2015
    O ministro da Defesa Nacional disse, esta quarta-feira, que os quatro navios-patrulha comprados à Dinamarca vão ter um custo global de 28 milhões de euros e estarão operacionais em 2016 e 2017.
     
    JOÃO RELVAS/LUSA
    O ministro da Defesa, Aguiar-Branco (à direita), acompanhado pelo chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Luís Fragoso (segundo à direita)


    "Os quatro navios que custaram quatro milhões de euros têm agora um custo individual para serem adaptados de cerca de sete milhões, portanto significa um investimento global na ordem dos 28 milhões de euros, que é aquele que corresponderia à compra de um navio novo", afirmou à Lusa o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, no final de uma visita ao navio-patrulha Tejo, o primeiro destes navios a ser entregue na Base Naval de Lisboa, no Alfeite.
    "É previsto dois deles [navios-patrulha] estarem a poder ser operados no segundo semestre de 2016 e outros dois no segundo semestre de 2017", continuou o governante, acrescentando que esta aquisição permite "fazer um reequipamento e uma modernização que era necessária em condições muito interessantes, e com isto aumentar a capacidade de operação da Marinha Portuguesa".
    O ministro ressalvou também que os navios ainda têm uma "vida útil de cerca de 15 a 20 anos", estão "em excelentes condições" e "vão ficar como novos depois de serem restaurados e recuperados no Alfeite", o que, na sua opinião representa "uma oportunidade para a economia portuguesa e para a indústria portuguesa".
    Os navios-patrulha de classe "Stanflex 300" têm um comprimento de 54 metros e uma guarnição máxima de 29 militares. A sua operação está direcionada para os espaços marítimos costeiros sob jurisdição nacional, podendo ser chamados a atuar fora da área normal de operações caso seja necessário.
    Questionado acerca dos helicópteros Puma que Portugal vai voltar a tentar vender por ajuste direto, Aguiar-Branco afirmou: "é uma situação que já vem sendo tentada desde 2007, é uma situação que nós desejamos que possa ocorrer, não podemos é sujeitar-nos, como temos sujeitado, à lei da concorrência e da transparência no sentido de fazer isto por concurso público e por convite".
    "A verdade é que eles para serem reconfigurados para operarem nas Forças Armadas portuguesas não fazem sentido neste momento", concluiu o ministro da Defesa Nacional
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    MAKOKO - INDONÉSIA - A VENEZA DOS POBRES

    Lamentavelmente seguem existindo lugares onde as palavras "precariedade" e "sobrevivência" adquirem uma conotação bem mais acentuada que o normal. Este é o caso da favela de Makoko, localizada em uma lagoa à beira do Oceano Atlântico, a poucos passos dos modernos edifícios de Lagos. Conhecida como Veneza da África, ainda que possa soar bonito, se trata de um dos subúrbios mais decadentes de toda a Nigéria, cujos residentes vivem na pobreza extrema e em condições que roçam a imundície.

    Assim é a vida na “Veneza dos pobres”, um bairro nigeriano chamado Makoko
    Makoko é um assentamento urbano de um quilômetro quadrado construído de forma ilegal, cujas moradias estão completamente rodeadas de águas imundas não aptas para a pesca. Sua população é composta principalmente por trabalhadores imigrantes de todas as partes da África Ocidental.
    Assim é a vida na “Veneza dos pobres”, um bairro nigeriano chamado Makoko
    Há aproximadamente 100 anos, Makoko era um tranquilo povoado pesqueiro construído por pescadores provenientes de Benin e Togo, que se assentaram ali para ganhar a vida, ainda que já pouco resta daquele tranquilo e saudável lugar:
    Assim é a vida na “Veneza dos pobres”, um bairro nigeriano chamado Makoko
    A população da favela de Makoko aumentou gradualmente. Apesar de que não existem registros oficiais do censo, a estimativa é que atualmente residem em Makoko entre 150.000 e 250.000 pessoas
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    As casas são construídas com madeira rústica ou de resto de construções, com o apoio de pilares do mesmo material. Cada moradia costuma acolher entre seis e dez pessoas que, em muitos casos, vivem de aluguel. Ou seja, há com certeza alguém abastado morando em uma boa casa em Lagos e alugando esses verdadeiros chiqueiros.
    Assim é a vida na “Veneza dos pobres”, um bairro nigeriano chamado Makoko
    As famílias de Makoko vivem principalmente da pesca e da coleta de madeira. O meio de transporte mais comum são estas instáveis e estreitas canoas, que ademais são utilizadas para a pesca e como pontos de venda onde as mulheres vendem alimentos, água potável e artigos para o lar.
    Assim é a vida na “Veneza dos pobres”, um bairro nigeriano chamado Makoko
    Durante décadas, os residentes de Makoko carecem de acesso à infra-estrutura básica como água potável, eletricidade e eliminação de resíduos.
    Assim é a vida na “Veneza dos pobres”, um bairro nigeriano chamado Makoko
    A favela tem latrinas comunais que são compartilhadas por umas 15 famílias mais ou menos. Todas as águas residuais, excrementos e sacos de polietileno vão parar na água da lagoa, que nada mais é que um esgoto a céu aberto.
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    Isto explica o fétido cheiro das águas e por que seus habitantes estão continuamente expostos a riscos ambientais e problemas de saúde
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    A única forma possível de obter água potável é comprando dos vendedores ambulantes, já que o governo não fornece água ou qualquer outro serviço em Makoko
    Assim é a vida na “Veneza dos pobres”, um bairro nigeriano chamado Makoko
    Seus habitantes demandam a abertura de mais escolas que ofereçam a possibilidade de que, com o tempo, muitas pessoas possam sair dali
    Assim é a vida na “Veneza dos pobres”, um bairro nigeriano chamado Makoko
    Atualmente só existem um punhado de pequenas escolas para atender às milhares de pessoas que vivem em Makoko. Uma delas é esta abaixo, construída sobre 250 barris de plástico reciclado, e que foi financiada pela ONU e uma ONG alemã
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    Em 2012, o governo demoliu um monte de casas flutuantes e outras estruturas ilegais, usando como justificativa os problemas de saúde e a falta de saneamento básico.
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    No entanto, muitos dos locais suspeitam que sempre existiu uma motivação subjacente: vender os terrenos a imobiliárias para obter uma farta soma de dinheiro
    Assim é a vida na “Veneza dos pobres”, um bairro nigeriano chamado Makoko
    Os numerosos protestos e a repercussão mediática, fizeram com que o governo lançasse um plano de reconstrução, no qual proporcionará acomodações a 250.000 pessoas e emprego para umas 150.000. Mas o plano ainda continua apenas no papel.
    Assim é a vida na “Veneza dos pobres”, um bairro nigeriano chamado Makoko

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