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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Desfile do "Imortal Regimento" em São Petersburgo. Hipnotizante.










Desfile do "Imortal Regimento" em São 


Petersburgo. 



Hipnotizante.


















PRESIDENTE DA ÁFRICA DO SUL : O OCIDENTE TRATA A ÁFRICA COMO VASSALO, CHINA É O CAMINHO

Presidente de Sudáfrica: "Occidente trata a África como vasallo, China es el camino"

Los Estados de Occidente no están interesados en el desarrollo de Sudáfrica, sino en tomar sus recursos naturales sin devolver nada a cambio, ha dicho el presidente sudafricano, Jacob Zuma, a RT. En su opinión, la inversión de China es el camino hacia la prosperidad.
El mundo occidental llegó a África en el siglo XIX para colonizarla y apoderarse de sus recursos. A pesar de haber sido descolonizada en el siglo XX, la actitud de EE.UU., el Reino Unido, Francia y otros países sigue siendo la misma, ha dicho el presidente de Sudáfrica, Jacob Zuma a RT.
El presidente lamenta que se vea a Sudáfrica como un país del Tercer Mundo y a los africanos como a un tipo de gente que debe estar relacionada para siempre a su pasado. Zuma se refiere no solo a la política de Occidente respecto a sus excolonias, sino también a la esfera de la economía. "Nunca intentaron desarrollar sus excolonias", explica.
Sepa más: Expertos: Los BRICS van a acabar con el actual "sistema económico de casino"
Sin embargo, Zuma considera que las cosas no son iguales con China, que ha estado invirtiendo en África desde principios de 2000. "Los chinos han llegado de manera diferente. Han venido para hacer negocios con nosotros. Están dispuestos a ayudarnos… Como resultado, veremos fortalecerse los países", considera Zuma.
Los chinos enseñan a los niños africanos en los colegios y construyen carreteras en muchos países, mientras que los países de Occidente "sólo construían caminos desde las zonas mineras hasta los puertos", añadió el presidente.
Los Estados de Occidente no están interesados en el desarrollo de Sudáfrica, sino en tomar sus recursos naturales sin devolver nada a cambio, ha dicho el presidente...
ACTUALIDAD.RT.COM

Já se chora pela perda de Palmira ainda antes de o Estado Islâmico a destruir Palmira era uma cidade-oásis no deserto sírio, uma paragem obrigatória na rota da seda. Hoje, os combatentes do Estado Islâmico (EI) estão apenas a um quilómetro destas ruínas com 2000 anos

Já se chora pela perda de Palmira ainda antes de o Estado Islâmico a destruir

Palmira era uma cidade-oásis no deserto sírio, uma paragem obrigatória na rota da seda. Hoje, os combatentes do Estado Islâmico (EI) estão apenas a um quilómetro destas ruínas com 2000 anos, onde se misturam influências gregas, romanas, persas e islâmicas. “É preciso proteger Palmira e fazer tudo para impedir a sua destruição”, apela a desesperada directora da UNESCO.
A aviação do Presidente Bashar al-Assad bombardeou os arredores da cidade, cujas ruínas arqueológicas foram inscritas na lista de património da Humanidade em 1980. Foram também “enviados reforços militares para a cidade para Tadmor” – o nome da cidade em árabe –, disse à AFP Abdel Rahmane, director do Observatório Sírio dos Direitos do Homem, uma organização com informadores no terreno.
O grupo jihadista estará a apenas um quilómetro de Palmira, famosa pelas suas colunas romanas, os seus templos e torres funerários que são testemunha de um passado glorioso, quando os seus palmeirais de tâmaras a tornavam um ponto de paragem obrigatório para as caravanas entre o Golfo Pérsico e o Mediterrâneo e os viajantes que faziam a longa rota da seda, para Oriente. Era então conhecida como “a pérola do deserto”. Com a conquista romana, atingiu o seu auge, mas, com o declínio do império, ousou mesmo desafiar o domínio de Roma: no século III, a rainha Zenóbia declara a independência e conquista toda a Síria, uma parte do Egipto e até à Ásia Menor. Mas o imperador Aureliano retoma Palmira e leva Zenóbia como refém.
Petróleo e gás natural
Só que, hoje, a cidade tem valor como alvo militar. Naquela zona existem importantes depósitos de armas e aquartelamentos de forças governamentais e possivelmente também iranianas, além de um aeroporto militar. Por outro lado, acrescenta o site Syria Direct, uma organização jornalística sem fins lucrativos sírio-americana, para dominar os campos de exploração de gás natural e petróleo vizinhos, é importante controlar a cidade de Palmira – onde vivem cerca de 35 mil pessoas, 100 mil contando com os seus subúrbios, segundo Talal Barazi, o governador da província de Homs, este citado pela AFP.
O avanço sobre Palmira dá ao Estado Islâmico um maior controlo sobre a via rápida que passa nesta cidade e conduz até à província de Deir al-Zour, a Oriente, e ao campo de extracção de gás natural, diz ainda o New York Times.
Os combates já fizeram pelo menos 138 mortos – 73 soldados e 65 jihadistas, segundo Abdel Rahmane – e 26 sírios foram executados pelo EI sob a acusação de serem colaboradores do regime.
Para além da violência sobre as pessoas, teme-se uma repetição das destruições que o grupo terrorista já fez no Iraque, a golpes de marreta ebulldozer, nas cidades da antiga Mesopotâmia de Hatra (uma cidade do período romano com cerca de 2000 anos) e Nimrud (uma cidade do Império Assírio, com 3000 anos).
Na Síria, os jihadistas já fizeram estragos noutros sítios arqueológicos, enumera a AFP: destruíram dois leões assírios em Raqqa, a cidade da qual o grupo fez sua capital, e fizeram escavações clandestinas, por vezes combulldozers, em Mari, Doura Europos, Apamé, Ajaja e Hamam Turkoman. Apesar de considerarem a arte pré-islâmica como idólatra – e por isso a destruírem –, os terroristas do EI pilham os sítios arqueológicos para venderem clandestinamente os objectos mais pequenos e assim financiarem as suas actividades e a guerra contra o regime de Assad.
“Se o Estado Islâmico entrar em Palmira, será a sua destruição”, disse à AFP Maamoun Abdelkarim, director das Antiguidades e Museus Sírios, que apela à mobilização da comunidade internacional para impedir o que seria “uma catástrofe internacional”.
Os artefactos que estão guardados num museu no sítio arqueológico de Palmira, que foram sendo escavados ao longo dos anos, serão colocados num sítio seguro. “Podemos proteger estátuas e artefactos, mas não a arquitectura, os templos”, afirmou Abdelkarim.
Mas o Governo de Damasco não tem grande crédito nesta área: o avanço dos jihadistas está acontecer ao mesmo tempo que decorre no Cairo uma conferência internacional sobre a destruição já feita pelos jihadistas, em Nimrud e Hatra. Abdelkarim reconheceu ao Guardian que não tinha sido convidado nem contactado por ninguém ligado à conferência, onde estava a directora da UNESCO e vários países árabes da região, nem sequer para falar sobre os riscos que Palmira corre.
No Iraque, Ramadi está quase a cair
Os jihadistas do grupo EI tomaram o principal complexo governamental em Ramadi, garantindo assim o controlo quase total da capital da província de Anbar no Oeste do Iraque.
“O Daech (acrónimo árabe do EI) ocupa o complexo governamental de Ramadi e já içou a sua bandeira no quartel-general da polícia de Anbar”, disse à AFP um alto responsável da polícia que não se quis identificar.
Do lado dos jihadistas, o EI difundiu um comunicado em que afirma que os seus combatentes tinham “tomado de assalto o complexo governamental no centro de Ramadi, morto os renegados e feito explodir os edifícios do Governo de Anbar e do quartel-general da polícia safávida” antes de assumir o controlo.
“Safávida” é um termo pejorativo utilizado pelos sunitas do EI que subentende uma ligação entre as forças governamentais e as forças militares do Irão xiita. Por “renegados”, o grupo designa os combatentes das tribos sunitas que se aliaram ao Governo. A comunidade xiita é maioritária no Iraque.
Um chefe tribal que fazia a coordenação entre as forças locais e o exército iraquiano disse que “as únicas forças governamentais que continuam a combater estão confinadas a pequenas bolsas em Ramadi e já sem nenhum posto de comando”. A BBC refere que pelo menos 50 combatentes governamentais terão sido feitos reféns e que o complexo foi tomado pelos jihadistas depois de terem feito explodir seis carros-bomba com suicidas ao volante.
Se os radicais do EI conseguirem manter as suas posições em Ramadi, passam a controlar as capitais das duas maiores províncias do Iraque. Mossul, a capital da província de Níneve, vizinha de Anbar, está nas mãos os jihadistas desde Junho.

 Fonte: Público

Teatro na cidade de Palmira, numa foto de arquivo 


estoriasdahistoria12.blogspot.pt

Demolições na Ria Formosa as ilusões foram-se! A luta continua!

Demolições na Ria Formosa as ilusões foram-se! A luta continua!



Como sempre fomos alertando a reuinão do Ministro foi mais que estudada:
 1º foi anuciada a limpeza do recovo da Culatra expulsando os estrangeiros sem fazer os fundeadores previstos no POOC, e ao mesm tempo  fazendo a limpeza que a ambifaro devia fazer, pois é para isso que os filhos da Ilha da Culatra pagam a taxa de residuos sólidos.

2º foi anuciado as dragagens que só servem os interesses turisticos e não o ambiente e as populações piscatórias da Ria Formosa, pois na Barra da Armona é onde gastam menos dinheiro sendo que a Barra da Armona é a que de longe está mais assoreada, também a Barra da Fuzeta continua sem dragagens até que morra algum pescador!

3º Vejam lá  há ultima hora  até aceitaram  a petição do Manel da Culatra, que num dos pontos defende precisamente o mesmo que o governo a implantação do turismo sustentavél, petição essa que vai ser discutida em segredo longe das vistas do povo,  na A.Republica,onde os terroristas da Ria Formosa  estão em maioria.

4º A seguir  veio o artigo feito pela revista Visão artigo esse feito à conta do erário publico pois foram usados nessa reportagem a embarcação do Parque Natrual da Ria Formosa foi gasta a gasolina paga por todos nós,  assim como foram utilizados recursos humanos (Vigilantes da Natureza) que são pagos por todos nós!
Será legal uma revista  de um grupo privado, que tem como objectivo o lucro, utilizar os bens do estado para proveito proprio?
Porque razão a Visão não alugou um Táxi Maritimo dos que há com fartura em Olhão e em Faro para fazer essa reportagem? Gostava quem  alguém questionasse o ministro ou  os deputados da nação sobre esse uso indevido de bens do estado em proveito próprio.

Sobre a reuinão nada que não se estivesse à espera sempre alertamos as pessoas para não embarcarem em cantigas de embalar e só foi pena não se ter convocado uma grande manifestação para mostrar a essa gente do Poder que a Luta continua e para os ver fugir pelas traseiras do local da reuinão!
A Luta pela Defesa da Ria Formosa tem de continuar, pois é a Poluição que Mata a Ria Formosa e não as casas dos desfavorecidos!


olhaolivre.blogspot.pt

Valeu a pena? - Quatro de anos de ajustamento mereciam um balanço. Valeu a pena?

Valeu a pena?

Fonte: Banco de Portugal, boletim estatístico
Quatro de anos de ajustamento mereciam um balanço. Valeu a pena?

Quem releia as crónicas dos directores de jornais de economia de há quatro anos a esta parte, fica com uma estranha sensação. Como foi possível que a sua maioria tivesse enveredado por um 25 de Abril ao contrário, pleno de esperanças de que o Memorando da Troika fosse o melhor programa de Governo - e a troika o melhor Governo - que Portugal jamais tivera? Ía-se arrumar a casa, era urgente arrumar a casa! Parecia o ambiente do PREC em 1975, um PREC conservador.  

Estavam tão contentes. Havia uma lógica simples. Um consumo desenfreado e doentio, baseado na quebra da poupança e no endividamento, tanto público e privado, alimentava um desequilíbrio externo e um desequilíbrio orçamental. Atacando na raiz, ia melhorar-se tudo. As contas orçamentais seriam o espelho do défice externo e vice-versa. A austeridade era o instrumento para levar a cabo um novo pensamento sobre as funções do Estado. Mais parco, claro. E a libertação de recursos - com estas mesmas palavras, "libertação" - iria estar na base de um modelo económico mais saudável, assente na competitividade e nas empresas. Lembram-se? 



Mas um ano depois, pleno de peripécias e casos da espuma dos dias, já estavam desiludidos. Afinal, era só impostos e não havia reestruturação da despesa. Afinal, eram PECs sucessivos, sem uma visão de conjunto, recessivos que, por sua vez, frustravam as metas traçadas e autojustificavam novas medidas, o dobro do que estava previsto. A poupança forçada não se transformava em crédito, asfixiando as empresas e deixando a economia sem instrumentos para crescer. O modelo tinha sido sabotado pelos seus próprios pais. O desemprego subiu, a desesperança espalhou-se.

Estavam tristes e desgostosos. Até se enraiveceram com o caso da TSU em Setembro de 2012! Até foram à manifestação...  Era o povo, de esquerda e direita, a protestar por motivos diferentes.

Mas em 2013/14, eis que a melhoria dos indicadores os anima outra vez. Voltam a acreditar, voltam a ficar contentes. Mas não se questionaram sobre o que acontecera ao modelo novo prometido, ao regresso do desequilíbrio externo, ao que vai acontecer no futuro orçamental, aos seus diagnósticos de há três anos. O argumento é que, afinal, as mudanças estruturais levam muito tempo. Parecem dizer: crescimento e baixa do desemprego já não é mau. Afinal resultou, dizem. 
Resultou? Aparentemente, o que está a acontecer é que a poupança criada até 2013 está a ser usada. O Estado aligeirou o esforço de austeridade e - indirectamente - "libertou" recursos. As famílias reduziram as suas poupanças. Maior consumo? Por causa de baixos rendimentos? Mais optimismo? O mesmo se passou com as empresas não financeiras. Tudo deve ter animado alguma coisa. Mas de forma insuficiente para absorver a montanha de desempregados criada pelo ajustamento. No fundo, algo parecido com aquilo que o "melhor" Governo de Portugal queria mudar em 2011. Só que um ou vários buracos abaixo no cinto.

Ficámos melhores? Fica apenas o regresso aos mercados, um regresso coxo ainda com os títulos ao nível de "lixo" e que poderia ter acontecdo há quatro anos, se o BCE tivesse feito o que faz hoje. E ficámos com uma dívida pública ainda maior, o que, aritmeticamente, torna a dívida insustentável. Sobretudo à luz do Tratado Orçamental.

Valeu a pena tudo isto?


ladroesdebicicletas.blogspot.pt

Jovem de 16 anos já tem 2 filhos Crianças são fruto da relação com o primo.

Jovem de 16 anos já tem 2 filhos

Crianças são fruto da relação com o primo.

Tinha 12 anos quando engravidou pela primeira vez. Aos 14 anos, Maria – nome fictício – deu à luz o segundo filho, fruto da relação com o primo, alegadamente promovida pelos pais de ambos. 
.
Recentemente, a jovem completou 16 anos e consumou o casamento com o pai dos seus filhos. A situação chegou ontem a julgamento, em Aveiro. Em causa, um suposto casamento combinado segundo rituais ciganos.

No banco dos réus estão os pais da jovem, os sogros e o marido, hoje com 20 anos, acusados de abuso sexual de criança agravado. "Nunca houve casamento combinado, não fui obrigada a ter relações com o meu marido e estou muito feliz porque tenho dois filhos lindos." O caso foi denunciado pelo hospital de Aveiro. A jovem foi institucionalizada com os dois filhos. Quando completou 16 anos, casou-se. 

*  Casos como este, as violações de menores, as agressões de jovens contra jovens, as calúnias que levam inocentes à prisão, a brutalidade da violência doméstica têm dois vectores de culpa, a família que não educa, o Estado que forma analfabetos e se mostra como genuíno exemplar da corrupção.



apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

poesia: António Garrochinho



Após rendição e prisão de líderes golpistas, Burundi tem mais de 150 mil deslocados - Mais de 40 soldados rebeldes foram detidos pelas forças leais ao presidente

Após rendição e prisão de líderes golpistas, Burundi tem mais de 150 mil deslocados

Mais de 40 soldados rebeldes foram detidos pelas forças leais ao presidente


Refugiados do Burundi chegam ao campo de Mahama Foto: KATE HOLT / Acnur
Refugiados do Burundi chegam ao campo de Mahama - KATE HOLT / Acnur
BUJUMBURA — Os líderes do golpe de Estado frustrado no Burundi anunciaram nesta sexta-feira sua rendição. Vários foram detidos pelas forças leais ao presidente Pierre Nkurunziza, que conseguiu retornar ao país. Os ânimos na capital, Bujumbura, acalmaram e muitas ruas estavam desertas durante o dia. Mais de 150 mil pessoas acabaram deslocadas pelos conflitos.
— Decidimos nos render. Espero que não nos matem — disse por telefone o general Godefroid Niyombare, líder dos golpistas, mas que acabou escapando.
Segundo o Exército, pelo menos 12 soldados que apoiaram o golpe foram mortos durante a tentativa de tomar a rádio estatal. Outros 35 foram feridos, e 40 acabaram presos.
— O general Niyombare não foi encontrado até o momento, mas sabemos que está escondido em um bairro a sul da capital — afirmou uma fonte policial.
Já foram detidos o número 2 da tentativa de golpe, Cyrille Ndayirukiye, o porta-voz dos golpistas, Vénon Ndabaneze, e um terceiro líder. O próprio Ndayirukiye havia admitido na quinta-feira o fracasso do golpe contra o presidente Pierre Nkurunziza.
Nkurunziza, que ficou retido na Tanzânia por dias após ter sido informado da tentativa de golpe enquanto participava de uma cúpula, está em Bujumbura.
Meninos acompanham soldados em Bujumbura na tarde de sexta-feira - GORAN TOMASEVIC / REUTERS
A tentativa de golpe aconteceu após várias semanas de protestos contra a intenção do presidente de disputar um terceiro mandato. A medida é considerada inconstitucional pela oposição, já que Nkurunziza está no fim de seu segundo mandato. Ele ocupa a presidência desde 2005.
Nyombare foi destituído em fevereiro, depois de recomendar a Nkurunziza que não disputasse um novo mandato presidencial.
Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, pelo menos 105 mil pessoas fugiram do Burundi para Tanzânia (70 mil), Ruanda (26 mil) e República Democrática do Congo (9 mil) desde a tentativa. O número de deslocados internos pode superar os 50 mil.

SIS sabia desde 2012 que havia portugueses na jihad - Relatório Anual de Segurança Interna divulgou em 2014 o que o SIS já sabia dois anos antes: havia portugueses nas fileiras da jihad. Esta é uma das revelações do livro do jornalista Nuno Tiago Pinto.

SIS sabia desde 2012 que havia portugueses na jihad

Relatório Anual de Segurança Interna divulgou em 2014 o que o SIS já sabia dois anos antes: havia portugueses nas fileiras da jihad. Esta é uma das revelações do livro do jornalista Nuno Tiago Pinto.

Há, pelo menos, 15 portugueses a combater no Estado Islâmico

As primeiras informações oficiais de que havia portugueses em “regiões” com forte presença da Al-Qaeda surgiram no Relatório Anual de Segurança Interna de 2014, mas a Polícia Judiciária foi alertada para esse facto logo em 2012 — na sequência do rapto e posterior libertação dos fotojornalistas John Cantlie e Jeoren Oerlemans. O caso motivou uma investigação das autoridades britânicas, que concluíram haver portugueses entre o grupo suspeito. Depois de a Scotland Yard ter avançado com várias detenções, alguns dos portugueses alegadamente pertencentes ao grupo regressaram mesmo a Portugal, onde permaneceram durante 2013 e fizeram várias transferências bancárias de milhares de euros para países africanos e do Médio Oriente.
Esta é uma das informações que consta no livro “Os Combatentes Portugueses no Estado Islâmico”, assinado pelo jornalista da revista Sábado, Nuno Tiago Pinto, e que será esta quinta-feira apresentado na FNAC do Colombo.
“Na época o fenómeno não suscitava grande preocupação. Era visto como uma repetição do que já tinha ocorrido no passado: primeiro no Afeganistão, depois na Bósnia e na Chechénia, por fim, no Iraque”, escreve Nuno Tiago Pinto. “O problema, ainda pouco percetível, é que já então havia grupos a atuar com um segundo objetivo: a instauração de um califado islâmico na região”.
Foi um destes pequenos grupos radicais que, em julho de 2012, “se atravessou no caminho” dos fotojornalistas (um britânico e outro holandês) acabados de atravessar a fronteira turca, rumo a uma zona que desconheciam ter sido tomada por rebeldes. Foram capturados, feitos prisioneiros e vendados após uma tentativa de fuga. Ouviam vozes, que mais tarde descreveram como sendo de homens que eram “jihadistas estrangeiros”. De entre as 30 pessoas que distinguiram, 12 falavam inglês, nove delas com “sotaque londrino”.
As autoridades do Reino Unido puseram-se em campo e perceberam que havia cidadãos britânicos a juntarem-se à jihad (guerra santa). Passaram a pente fino a lista de passageiros que tinham apanhado o avião de Londres para a Turquia e concluíram que, entre eles, havia vários emigrantes portugueses. Alguns deles, segundo as informações do Reino Unido, tinham regressado à Europa, outros não. Nuno Tiago Pinto diz que há, neste momento, pelo menos 15 portugueses a combater para o Estado Islâmico (EI).
E foi exatamente por esta altura que as autoridades portuguesas foram informadas da existência de cidadãos nacionais nas fileiras do EI e lhes foi pedido que passassem informações adicionais sobre as pessoas em questão. O Polícia Judiciária apurou que eram emigrantes, tinham origens africanas e viviam na linha de Sintra, onde ainda têm familiares. Desde então, o Serviço de Informações e Segurança (SIS) segue as suas famílias discretamente, para não perder de vista os alvos. Concluiu-se, também, que estes homens não se tinham convertido ao Islão em Portugal. Isto mesmo mostra o vídeo que se segue, onde se vê Steve Duarte na Argélia, numa cerimónia durante a qual se converte ao Islão e adota o nome de Aboul Halim ou Abd-Al Halim.

VÍDEO



Em janeiro de 2013, num aeroporto londrino, acaba por ser detido um dos portugueses, quando se preparava para partir para a Síria. Depois de ter havido seis detenções, alguns dos portugueses decidiram regressar a casa, na linha de Sintra. E foi durante esse ano que, apesar de “discretos”, se mantiveram “ativos”. Fizeram, pelo menos, dez transferências de milhares de euros “que tinham os irmãos como destinatários”. O dinheiro seguiu para vários países: Guiné, Somália, Iémen e Turquia. Houve ainda entregas de dinheiro em mãos “a jihadistas que pernoitaram na zona de Lisboa antes de embarcarem para a Síria”.
E só no Relatório Anual de Segurança Interna, relativo a factos ocorridos em 2013, mas publicado em março de 2014, seria revelada oficialmente a existência de portugueses em organizações terroristas. Sem entrar em pormenores.
No livro de Nuno Tiago Pinto, contam-se ainda histórias de vários portugueses que continuam nas fileiras do Estado Islâmico. Estima-se que neste momento sejam 15 os cidadãos com nacionalidade portuguesa que permanecem fiéis à jihad. Já terão sido mais, uma vez que alguns deles já morreram.
Nuno Tiago Pinto
Livro de Nuno Tiago Pinto, jornalista da Sábado

Jornalistas do Expresso também têm livro sobre o tema

“Mas o Fábio da Linha de Sintra já não existe. Agora só responde pelo nome de Abdurahman, tem 22 anos que parecem muito mais. E as mãos, antes tão talentosas para desenho, trocaram os lápis pelas armas”.
Em “Os jihadistas portugueses – a História de quem luta no Estado Islâmico”, publicado há dois meses, da autoria dos jornalistas do Expresso, Hugo Franco e Raquel Moleiro, também contam as histórias dos portugueses que partiram para a Síria para se juntarem à jihad. Contam ainda as histórias das famílias que cá deixaram e que assistem, incrédulas, às notícias que vão chegando através da comunicação social.
hugo franco
Livro de Hugo Franco e Raquel Moleirinho
Tanto neste livro como no de Nuno Tiago Pinto existem transcrições de diálogos tidos ao longo de várias semanas entre os jornalistas e estes jihadistas, via redes sociais. A última dezena de páginas do livro de Hugo Franco e Raquel Moleiro tem uma série de pistas que permitem compreender melhor o Estado Islâmico, a sua ideologia, os aliados, como se financiam ou como recrutam. Sabia que, antes de nascer em junho de 2014, o Estado Islâmico já existia, pelo menos desde 1999, com o nome de Jama’at al-Tawid wa-al-jihad?

HOJE NOVA SONDAGEM DO EXPRESSO


A ATRIBULADA HISTÓRIA DO TEMPLO DE SALOMÃO

Templo de Jerusalém também é conhecido como Templo Sagrado ou o Primeiro Templo . O templo está localizado na parte antiga da cidade de Jerusalém, no Monte do Templo. De acordo com a Bíblia hebraica, o Primeiro Templo foi construído em torno de 957BC pelo Rei Salomão. Existem vários contos relacionados com o primeiro templo, de acordo com o livro de Deuteronômio, o lugar de sacrifício israelita foi substituído pelo Tabernáculo. Em seguida, o templo foi saqueado por Sheshonk I, Faraó do Egito.
História do Site:
Em 10 th século aC, o primeiro templo foi construído pelo rei Salomão. O terreno foi adquirido pelo pai de Salomão, o rei Davi, que levantou a idéia de construir um grande templo. Segundo a Bíblia, o rei Davi foi demitido por lord devido a seus pecados e o trabalho de construção foi passado para seu filho.
A terra estava ligado com Moriá, onde O patriarca Abraão levou seu filho para o sacrifício. Foi feita uma referência menor na Bíblia, o que explica a razão por que Salomão construiu este templo. A razão principal pela qual o templo foi construído era marcar uma residência permanente para a Arca da Aliança.
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Solomon Templo: Templo de Jerusalém
Um Debate sobre Solomon Temple
Templo de Salomão ou o Primeiro Templo do Monte não é conhecido, nem temos quaisquer artefatos físicos existentes descobertos por arqueólogos. Existem inúmeros artefatos abaixo do solo preservados há anos e de acordo com a pesquisa dois santuários muçulmanos estão neste pedaço de terra - um a Cúpula da Rocha e outro a Al-Aksa
 Em 1999 Waqf, começou a construir Mesquita subterrânea adjacente à Al-Aksa. Foi nessa época, judaica que os arqueólogos descobriram muitos restos  e foram extraídos e despejados em Old City, no Vale do Kidron, eles começaram um projecto chamado "Monte do Templo Peneirar (descobrir) '.Durante este tempo, um grande número de objectos  foram encontrados, datados do Primeiro período do templo. templo.
O templo seria um lugar onde os  sacrifícios a Deus eram feitos e também o único lugar onde Deus habita.Segundo a Bíblia, quando a única monarquia foi dividida em Judá e Israel, o Filho de Roboão Salomão, fez a duplicação de templo com novos altares, que foram construídos em Israel em Dan.
jerusalem_temple
Solomon Templo: Templo de Jerusalém
Então, em 720BC, Israel foi conquistada e as suas 10-tribos foram para o exílio, foi  quando Jerusalém novamente se tornou o centro do culto solitário.
O templo de Salomão foi atacado por várias potências em 586BCit foi totalmente destruído pelo exército do rei babilônico, Nabucodonosor. E foi então queos moradores de Judá foram enviados para viver um curto exílio, no Iraque (de hoje).
Então, com a queda de Babilônia  o imperador persa Ciro tomou o poder e permitiu que os judeus pretornassem à terra de Israel. O templo foi reconstruído em 515BC, chamado templo de Herodes.
Segundo Templo: Templo de Herodes
O Segundo Templo foi atualizado da estrutura do primeiro templo, sua construção foi levada pelos meio judeus e por Edumean Herodes. Um rei da Judéia foi nomeado pelos romanos e que morreu em 4BC. A estrutura do Segundo Templo foi concluída em 20BC. Foi em 66BC que a primeira revolta judaica começou e, em seguida, em 70CE o general romano Tito saquearam o templo e demoliram-no.
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Solomon Templo: Templo de Jerusalém
A Primeira Revolta trouxe destruição do "Segundo Templo", e também a destruição de Jerusalém.Em seguida, durante a Segunda Revolta Judaica (132-135) o Judaísmo fez uma profunda revolução no culto baseada no templo para sacrifício diário ao seu respectivo deus. O lugar assumiu local de oração para o sacrifício animal. 
Judeus ainda lamentam a destruição do Templo a destruição de ambos Primeiro e do Segundo Templo fmarcado  como 'Zion' judaico está evoluiu a partir da perda deste centro ritual do templo. Por isso, o moderno re-estabelecimento de lar nacional judaico, a terra de Israel é chamado de " sionismo ".

arounddeglobe.com


A MULA AÉREA - Pode ser bem feio, mas este protótipo é bem curioso, sobretudo por sua tecnologia e pela capacidade de fazer o que promete. Trata-se da proposta para veículo aéreo polivalente, conhecido como Air Mule, apresentado pela empresa israelense Urban Aeronautics.

Pode ser bem feio, mas este protótipo é bem curioso, sobretudo por sua tecnologia e pela capacidade de fazer o que promete. Trata-se da proposta para veículo aéreo polivalente, conhecido como Air Mule, apresentado pela empresa israelense Urban Aeronautics.

A mula aérea
Em silêncio, e pouco a pouco, várias companhias de todo o planeta estão dando passos para que a ficção se converta em realidade. Esta é a proposta do AirMule, um veículo autônomo, controlável a distância, parente de outros UAV mas com características singulares e que está sendo testado atualmente em Israel.
A mula aérea
O Air Mule foi desenvolvido para transportar cargas de todo tipo, inclusive como ambulância urbana ou destinado ao campo de batalha. É capaz de permanecer estático no ar e conta com capacidades VTOL, isto é, decolagem e aterrissagem verticais.
A mula aérea
Pode transportar quase 300 quilos de carga e, com um único propulsor Turbomeca Arriel-1, pode deslocar-se agilmente entre edifícios, montanhas ou qualquer obstáculo imaginável. Seu sistema de navegação inercial conta com dispositivos GPS auxilares redundantes que garantem sua direção em áreas especialmente complicadas.

 http://www.mdig.com.br

GRANDES EMPRESAS MUNDIAIS QUE NASCERAM EM GARAGENS - Resulta curioso que várias das empresas mais importantes da atualidade tenham, surgido em uma garagem. Foi assim com a Microsoft, Apple, HP, Google e Youtube. Todas têm esta origem em comum.

Resulta curioso que várias das empresas mais importantes da atualidade tenham, surgido em uma garagem. Foi assim com a Microsoft, Apple, HP, Google e Youtube. Todas têm esta origem em comum. Todas estas grandes companhias compartilham este lugar de nascimento tão ordinário, conquanto têm histórias muito diferentes.

HP:

William Reddington Hewlett e David Packard
William Reddington Hewlett e David Packard conheceram-se na Universidade de Stanford. Depois de adquirir experiência em separado decidiram montar sua empresa na garagem de uma casa na Avenida Addison, em Palo Alto, Califórnia, propriedade que pertencia a uma senhora que recentemente tinha enviuvado. Os jovens Hewlett e Packard foram viver na casa vizinha ainda que separados, já que Dave estava casado.

Com um capital inicial de 538 dólares começaram a trabalhar em um osciloscópio, o primeiro produto da empresa, em 1938. Em seu início a garagem dispunha tão somente de uma mesa e um arquivo de aço.

Com o passar do tempo e devido ao sucesso do negócio mudaram-se para outro lugar e a casa original foi novamente dividida, passando a diferentes proprietários. Já em 1984 a empresa HP decidiu que essa garagem fazia parte de sua história e tratou de conseguir que fosse considerado edifício histórico de Palo Alto, coisa que conseguiram em 1985.

Em 1989 ao fim conseguiram que fosse elevada a categoria de patrimônio histórico da Califórnia, acrescentando uma rocha com uma placa de bronze que indicava a propriedade como o local de nascimento da Silicon Valley.

No ano seguinte a HP comprou a propriedade e em 2005 terminaram sua restauração.

Microsoft:

Paul Allen e Bill Gates
Paul Allen e William Henry Gates III conheceram-se em uma escola particular de Lakeside. Esta instituição foi uma das primeiras em possuir um computador a disposição dos alunos no final dos anos 70. Bill Gates era quase o único que se aproximava daquela coisa, um PDP-10, onde passava muito tempo. Fruto deste vício contatou Paul que ainda que fosse dois anos velho também tinha se tornado viciado à informática.

Em 1969 Paul, Bill e mais dois estudantes formaram uma empresa que de certa forma seria a semente para o nascimento da Micro-soft em 1975. O início desta relação comercial entre Paul Allen e Bill Gates acontceu na garagem familiar dos Gate.

Apple:

Steve Jobs e Stephen Wozniak
A história da Apple mistura-se com a da HP desde seu começo. Surgiu também na Califórnia, desta vez no 2066 da Crist Drive. Um garoto de 12 anos chamado Steve Jobs ligou para William Hewlett para dizer que estava construindo um aparelho elétrico. Durante esta conversa que durou 20 minutos Jobs conseguiu as peças que precisava para terminar seu projeto e um trabalho de verão na HP. 

Alguns anos depois Steve conheceu Stephen Wozniak, um jovem super talentoso que aos 13 anos tinha construído uma sofisticada calculadora. Ambos rapazes foram se cruzando profissionalmente durante um tempo. Em 1975 Wozniak tinha melhorado sua calculadora até quase transformá-la no primeiro computador pessoal e levou seu projeto à HP, onde trabalhou de engenheiro e também à Atari, empresa onde Steve Jobs trabalhava naquela época. Ambas recusaram o conceito oferecido e os dois garotos fundaram uma empresa juntos. Começaram, como não, na garagem da família de Jobs, cujo pai teve que tirar suas ferramentas velhar para consertar carros e mobiliou a oficina com uma enorme mesa de madeira construída por ele próprio, onde foram construídos os primeiras equipamentos da Apple.

Youtube:

Chade Hurley e Steve Chen
Chade Hurley e Steve Chen foram em 2005 a uma festa do dia de São Valentim celebrado na Califórnia. Ali encontraram-se com muitos funcionários da empresa Paypal, onde eles haviam trabalhado e tinham se conhecido. O encarregado de fazer o vídeo da festa passou o tempo todo se queixando do quão difícil era compartilhar depois as imagens com o resto do pessoal através da Internet. Chade e Steve "grudaram" na ideia e junto a Jawed Karim, outro informático, puseram-se a trabalhar em um site que permitisse subir e compartilhar vídeos facilmente. Para isso se juntaram na garagem da casa de Hurley, em São Francisco onde se originou o que depois se tornou um dos negócios mais rentáveis da Rede.

Google:

Larry Page e Sergey Bri
A universidade de Standford, bem perto da já mítica cidade de Palo Alto, foi onde se conheceram os criadores do maior buscador da Rede, Google. Larry Page, um de seus fundadores, estava enganchado à informática desde os 6 anos. Na universidade tinha construído inclusive uma impressora com peças de Lego. Ali encontrou-se com Sergey Brin, outro garoto de sua idade (pouco mais de 20 anos) e a partir dos projetos que cada um tinha começaram a trabalhar em um buscador. Seus progressos foram relativamente rápidos e em 1996 tinham em marcha o "Backrub", que em 1997 se converteria em Google, nome derivado da palavra "googol" que por sua vez significa 10 elevado a 100, em clara alusão ao algoritmo tão complexo que tinham criado.

Realmente o primeiro lugar onde desenvolveram sua atividade plenamente foi na casa de Larry Page ainda que depois se mudaram para uma garagem para ter uma sede social e poder cobrar um cheque que tinham recebido como "Google Inc.". Para isso escolheram a propriedade, garagem, da senhora Susan Wojcicki, situada na Avenida Santa Margarita 232.

A relação entre os garotos e a senhora Wojcicki era tão boa, que ela terminou fazendo parte da empresa no ano de sua fundação. Atualmente é vice-presidente de gerenciamento de publicidade da Google, entre outras coisas porque foi ela que também criou o Adsense.

Fica claro que as garagens têm sido muito importantes no desenvolvimento de grandes empresas atuais. Ainda que não há que esquecer que não é só o local que faz a mágica, senão também que mentes pensantes atrevidas e inovadoras como as destes personagens.


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