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terça-feira, 12 de maio de 2015

HÁ 154.0000 FAMÍLIAS COM O CRÉDITO DA CASA EM INCOMPRIMENTO - O número de famílias que falharam o pagamento dos empréstimos da casa voltou a aumentar nos três primeiros meses do ano, a um ritmo de 71 novos casos por dia.



O número de famílias que falharam o pagamento dos empréstimos da casa voltou a aumentar nos três primeiros meses do ano, a um ritmo de 71 novos casos por dia. No final de Março, havia 154 mil famílias em incumprimento no crédito à habitação, mais 6406 situações do que no final do trimestre anterior.
Dados actualizados pelo Banco de Portugal (BdP) mostram que o crédito vencido abrange 6,7% dos 2.304.547 famílias com empréstimos à habitação junto da banca. Nos valores trimestrais que divulgou nesta terça-feira, o supervisor bancário refere-se a este universo de particulares como “famílias”.

Os empréstimos à habitação concedidos aos agregados familiares totalizavam, no final de Março, 105.948 milhões de euros. Deste montante, 2,8% era considerado crédito vencido, ou seja, dizia respeito às situações em que os clientes não cumpriram ou não conseguiram cumprir os prazos de pagamento. Esta percentagem manteve-se igual à dos dois últimos trimestres de 2014, apesar do aumento do número de devedores no início do ano.
Os dados do banco central indiciam que, quando uma família se vê confrontada com dificuldades financeiras e falha a amortização de uma prestação, deixa primeiro de pagar os créditos ao consumo e outros fins (onde se incluem, por exemplo, os empréstimos para a compra de carros e electrodomésticos).
Aqui, o rácio de crédito vencido é de 14,7% dos 23.813 milhões de euros de empréstimos. A percentagem de devedores, que também aumentou em relação aos dois trimestres anteriores, é de 16,8%, correspondendo a 598 mil de 3,56 milhões de famílias.
Esta evolução coincidiu com um período em que a confiança dos consumidores estava a melhorar - subiu nos três primeiros meses do ano, mas suspendeu essa trajectória em Abril, registando-se nesse mês uma queda ligeira deste indicador. Não só as perspectivas sobre a evolução do desemprego se agravaram, como os consumidores se mostram agora menos optimistas em relação à situação financeira futura do agregado familiar e à oportunidade de realizar poupanças ao longo dos 12 meses seguintes.
Os dados mensais do banco central confirmam um ligeiro agravamento dos níveis do crédito malparado, tanto nos empréstimos à habitação, como no consumo. Nos dois casos, as situações em que os créditos não foram pagos dentro do prazo também aumentaram em Março face ao mês anterior.
De um total de 100.739 milhões de euros de empréstimos à habitação registados no balanço dos bancos, 2526 milhões correspondem a crédito em situação de incumprimento, ou seja, 2,51% do total. Um ano antes, este rácio era de 2,33%. Desde então, a curva do crédito vencido foi aumentando de mês para mês, até atingir um pico de 2,54% em Novembro do ano passado, altura a partir da qual se registou um recuo e uma estabilização neste rácio.
No caso dos créditos ao consumo, 10,91% são crédito vencido – 1302 milhões de euros num universo de 11.939 milhões de euros. A subida é muito ténue, mas representa o terceiro mês consecutivo de agravamento. O rácio do crédito vencido atingiu um pico de 12,02% em Maio do ano passado, foi caindo progressivamente nos meses seguintes até ficar em 10,72%, aproximando-se agora de novo dos 11%.
No total dos empréstimos aos particulares – que englobam não apenas os créditos à habitação e consumo mas também a restante fatia dos empréstimos concedidos para outros fins – a percentagem dos créditos vencidos estabilizou. Em Janeiro, Fevereiro e Março, este rácio foi de 4,4%.
Do lado das empresas, o incumprimento praticamente estabilizou, mantendo-se em níveis historicamente altos. O malparado representa 15% dos créditos concedidos, ou seja, 12.906 milhões de euros num universo de empréstimos de 85.547 milhões de euros.

Terceiro blogger secularista morto à catanada no Bangladesh

Terceiro blogger secularista morto à catanada no Bangladesh

Um polícia inspecciona o local onde foi assassinado o blogger Ananta Bijoy Das. Foto: EPA





Ananta Bijoy junta-se a Avijit Roy e Washiqur Rahman. Os três 

homens foram mortos por defenderem a liberdade de religião e a 

tolerância num país onde o fundamentalismo é uma ameaça.

Um homem foi morto à catanada esta terça-feira no Bangladesh, por quatro atacantes encapuzados. 

Ananta Bijoy Das tinha 33 anos e era autor de um blogue em que defendia o secularismo, criticando o fundamentalismo islâmico.

Com este ataque sobe para três o número de bloggers secularistas assassinados no Bangladesh no espaço de três meses.

O primeiro caso registou-se em Fevereiro e vitimou Avijit Roy, um activista sedeado nos Estados Unidos que foi morto durante uma visita ao Bangladesh. Em Março um novo caso deixou sem vida Washiqur Rahman, que entre outras coisas tinha manifestado a sua revolta pela morte de Roy.

Os ataques a bloggers que advogam o secularismo têm sido reivindicados por grupos fundamentalistas islâmicos, nomeadamente a Al-Qaeda no Subcontinente Asiático.

Ex-mulher de Sócrates insulta PGR no Facebook - FORTE E FEIO !

Ex-mulher de Sócrates insulta PGR no Facebook

Sofia Fava, ex-mulher de José Sócrates, insultou a procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, através do Facebook, noticia esta terça-feira o Observador.

A publicação, apenas visível para os amigos de Sofia Fava, surge em reacção à notícia com o título «Joana Marques Vidal defende procuradores que fizeram troça da prisão de Sócrates» publicada pelo Diário de Notícias.
«Esta pega, feia, gorda, invejosa, nojenta, salazarenta, cretina e complexada acha que dizem mal dos outros no FB não tem mal nenhum. Mesmo os que são presos só para fazer o favor à irmandade dela...», escreveu a ex-mulher do primeiro-ministro.
Após a notícia do Observador, a página de Sofia Fava no Facebook ficou indisponível e, entretando, o seu perfil foi apagado daquela rede social.

Com a Troika e o Governo PSD/CDS Destruição de 471.700 empregos, exclusão do mercado de trabalho, baixa de salários

Com a Troika e o Governo PSD/CDS Destruição de 471.700 empregos, exclusão do mercado de trabalho, baixa de salários

A desenfreada demagogia pré-eleitoral do governo pretende que a “austeridade valeu a pena”. Passos Coelho falou na criação de 130 mil empregos. Pretende fazer crer que está a assistir à recuperação de emprego, ou mesmo que se inverteu ciclo de destruição de emprego em Portugal. A verdade – que os números do INE mostram – é que com este governo foi destruído quase meio milhão de empregos, quase um milhão de trabalhadores foi expulso do mercado de trabalho, e os salários baixaram. A verdade é que “austeridade” é desemprego, exploração e exclusão.







Via: ODiario.info http://ift.tt/1G2K0n8

o que tu queres sei eu!

o que tu queres sei eu!

http://www.portugal.gov.pt/
"O ciclo de reformas que levámos a cabo não deve ser interrompido", escreve Coelho no portal do governo, esse grande veículo propagandístico pago por todos nós. Ou seja, Coelho quer ser reeleito. Para aprofundar "o maior e mais ambicioso programa de reformas para o País das últimas décadas". Coelho não está contente. Acha que os trabalhadores ainda ganham demais, que os reformados têm pensões chorudas sonegadas ao Estado, que as leis laborais ainda são demasiado inflexíveis, que os impostos para as empresas não são tão baixos como deveriam ser. Portugal ainda não é a China da Europa. Mas está quase. Votem nele. Ele quer continuar. Não está cansado. Nem sente o ódio que por ele nutrem cada vez mais portugueses.

Em plena campanha eleitoral, voltaram os exageros dos publicitários ao serviço de Coelho. Voltaram as promessas, as mentiras, os engodos com amanhãs cantantes.

O que ele quer sei eu. Vamos-lhe fazer a vontade


ouropel.blogspot.pt

MIGUEL SOUSA TAVARES (VÍDEO) - QUANDO A TAP COMEÇAR A DESPEDIR TEM QUE SER POR ESTES PILOTOS - A greve dos pilotos da TAP, o futuro da Grécia e as eleições no Reino Unido em análise no comentário de Miguel Sousa Tavares, no Jornal da Noite, da SIC

"Quando a TAP começar a despedir, tem que começar por estes pilotos"


A greve dos pilotos da TAP, o futuro da Grécia e as eleições 


no Reino Unido em análise no comentário de Miguel Sousa 


Tavares, no Jornal da Noite, da SIC.


video
sicnoticias.sapo.pt

75 ANOS DE ELVIS PRESLEY - Há artistas que transcendem a sua arte e se convertem em lenda. Há músicos que brilham ainda após sua morte e se transformam em mito. Há pessoas que ficam na lembrança e no coração do público para sempre.

Há artistas que transcendem a sua arte e se convertem em lenda. Há músicos que brilham ainda após sua morte e se transformam em mito. Há pessoas que ficam na lembrança e no coração do público para sempre.

75 anos de Elvis Presley
Gladys, Elvis e Vernon Presley em 1937.
A história oficial conta que Elvis Aaron Presley nasceu há 75 anos em Tupelo, Mississipi. Muitos creditam a data de suas primeiras gravações, nos anos cinquenta, como o início do rock. Também sabem que gravou 150 discos e vendeu mais de 1 bilhão de cópias de seus álbuns.
75 anos de Elvis Presley
Elvis na piscina, com sua mãe em Memphis, 4 de julho de 1956.
No entanto, todos esses dados são anedóticos para descrever o que significou Elvis Presley para a história da música. Intimamente associado com o rockabilly, o Rei do Rock, tal como é conhecido, conseguiu impor um estilo particular que foi imitado mil e uma vezes por artistas de todo mundo, que ainda hoje lhe rendem tributo.
75 anos de Elvis Presley
Elvis Presley no estúdio de gravação da RCA em Nashville, 1958.
Com canções que se tornaram eternas definiu-se como um extraordinário cantor de canções que apaixonaram a milhões de pessoas pelo mundo.
75 anos de Elvis Presley
Casamento de Elvis e Priscilla em Las Vegas, 1967.
Tudo o que as estatísticas e as listas de sucessos possam dizer, marcam só parte do que a figura de Elvis proporcionou nas várias gerações de fãs.
75 anos de Elvis Presley
Elvis e Ann Margret durante as filmagens de Viva Las Vegas, 1964.
Hoje e sempre, sua figura supera toda análise musical e, como os maiores artistas de todos os tempos, tem um lugar preferencial na devoção de seu público. Não são muitos os que conseguiram esse laço tão especial que Elvis estabeleceu com seus fãs. Um verdadeiro vínculo de afeto incondicional, de admiração e de amor infinito pelo ídolo./p>
75 anos de Elvis Presley
Elvis Presley e o presidente Richard M. Nixon. Dezembro 1970.
É precisamente ali, onde Elvis Presley cruzou a barreira que o converte em algo bem maior que um excelente cantor.
75 anos de Elvis Presley
Elvis no auge de sua carreira.

75 anos de Elvis Presley
Elvis no fim de sua carreira, um arremedo dele próprio.

75 anos de Elvis Presley
Aos 42 anos, em 16 de agosto de 1977, Elvis Aaron Presley morria no banheiro de sua suíte.
Bem, pelo menos isso é o que conta a história oficial, mas independente disso, seus fãs pelo mundo comemoraram no último dia 8 o aniversário de 75 anos de Elvis the Pelvis, confirmando que o rock está mais vivo do que nunca.

Elvis não morreu!

Vida longa ao rei!
"A imagem é uma coisa e o ser humano outra... É muito difícil viver como uma imagem."


 http://www.mdig.com.br

As «instituições» e a Grécia: entreter até derrubar - Com o decorrer do tempo, a estratégia das «instituições» para vergar o governo grego foi-se tornando cada vez mais evidente. Logo de início, numa acção concertada com Mario Draghi, tratou-se de apertar na dose certa o torniquete do BCE, por forma a limitar o acesso da banca a financiamento

As «instituições» e a Grécia: entreter até derrubar

Com o decorrer do tempo, a estratégia das «instituições» para vergar o governo grego foi-se tornando cada vez mais evidente. Logo de início, numa acção concertada com Mario Draghi, tratou-se de apertar na dose certa o torniquete do BCE, por forma a limitar o acesso da banca a financiamento, para desse modo estimular a fuga de capitais e assim fragilizar ainda mais a economia grega.

Paralelamente, depois de um momento inicial em que se cultivou a ideia de que as negociações assentariam no empenho mútuo em conciliar legitimidades e interesses distintos, passou-se para o entreter do governo grego numa sequência infindável de reuniões técnicas e políticas, postergando sempre para o encontro seguinte a possibilidade de chegar a acordo. Isto é, de celebrar o compromisso necessário para que a Grécia possa aceder à tranche que a troika lhe deve desde Agosto do ano passado (7,2 mil milhões de euros).

Nos termos desta estratégia, que tem como objectivo ir deixando que o Estado e a economia grega se esvaiam em falta de liquidez, o governo acabará - cedo ou tarde - por ter que fazer a escolha entre ceder ou cair, sucumbindo em qualquer dos casos à frustração e revolta do eleitorado pelas promessas não cumpridas. Depois da demissão ou do derrube, basta então substituir o executivo de Tsipras por um governo de mangas de alpaca, devidamente liderado por um qualquertecnocrata obediente. Neste quadro, o único dado que tem falhado na equação das «instituições» para o «problema grego» é justamente o do apoio popular ao governo do Syriza, que não só se manteve como viria até a robustecer a sua base social de apoio.

Ninguém sabe hoje até quando - e como - poderá a Grécia resistir. Sobretudo quando se considera o volume de liquidez necessário para gerir a dívida nos próximos meses e todas as pressões e constrangimentos que pendem sobre a economia grega (Estado incluído). Não é por isso improvável que o governo de Alexis Tsipras, de uma forma ou de outra, acabe por sucumbir.

Desengane-se contudo quem pensa que as «instituições» saem incólumes deste processo. São demasiadas as perplexidades que se foram acumulando: da ausência de qualquer explicação para o fracasso colossal da receita da austeridade, na Grécia como aqui, à evidência cada vez maior de que apenas o governo grego foi cedendo (até chegar ao osso intransponível das suas linhas mais vermelhas), passando pela percepção de que as divergências deixaram há muito de ser «técnicas» para se circunscreverem a uma esfera puramente política (como demonstra, com clareza, o comunicadoda reunião de ontem do eurogrupo). A máscara de respeito pela democracia e pela legitimidade das escolhas dos povos e dos seus governos foi portanto caindo aos poucos. Para quem tivesse dúvidas, as «instituições» europeias foram revelando a sua verdadeira face.


ladroesdebicicletas.blogspot.pt

NOTAS - ERA UMA VEZ A PESTE SUÍNA



NORUEGA, a visita ou enterro do bacalhau ?

NORUEGA, a visita ou enterro do bacalhau ?


97% de Portugal é mar. “Tanto mar, tanto mar…”

Como importamos metade do peixe que consumimos, o presidente que pagou para abater barcos de pesca foi à Noruega saber como se pesca à cana, mas essa cana não a temos.
Como recordação da presidencial visita Cavaco ofereceu ao seu homólogo um livro que atesta a nossa imaginação e capacidade de desenrascanço, as “Mil maneiras de cozinhar bacalhau” assinalando a vermelho a receita que mais aprecia e que faz o regalo dos seus convidados nos banquetes oficiais: “bacalhau à comunista” – ver (aqui).
Como importamos bacalhau da Noruega e os noruegueses não pertencem ao tal “mercado comum da felicidade alheia” e, obviamente, não têm euros, nós em troca do fiel-amigo enviamos-lhes eurões que pedimos por empréstimo à tróica.
Finda a passeata presidencial, ficou tudo em águas de bacalhau, à despedida o presidente estendeu o bacalhau ao seu homólogo norueguês que retribuiu com um, para quem é bacalhau basta.
O presidente é um tipo patusco que por vezes parece andar alzheimado, principalmente quando se ausenta, lança umas postas de pescada ou bacalhau como se Portugal se resumisse à Quinta da Coelha ou a Quitarola da Marinha em que todos se entendem adentro de tão idílicas muralhas a dividir o espólio do saque.
O que eles precisam é do que o Bacalhau quer…
Via: as palavras são armas http://ift.tt/1RALQ2Z

DE PEQUENINO É QUE SE TORCE O DESTINO

DE PEQUENINO É QUE SE TORCE O DESTINO

A imprensa de hoje faz referência a um Programa da responsabilidade da Universidade de Coimbra, “Anos Incríveis”, que envolverá 60 jardins-de-infância implantados em meios sociais desfavorecidos e que, através do envolvimento dos pais, educadores e técnicos de saúde, visa prevenir problemas de comportamento e promover competências sociais nas crianças.
Assenta na chamada parentalidade positiva, disponibilidade e tempo para os pais interagirem com os filhos, privilegiar o elogio em detrimento da crítica, definição consistente de regras e limites, envolvimento dos educadores e técnicos de saúde no trabalho com as famílias, etc.
O Programa, já ensaiado em Portugal e com origem nos Estados Unidos revela bons resultados na prevenção do “mau comportamento” das crianças bem como no minimizar de “problemas de comportamento” já instalados.
Este tipo de iniciativas é essencial, deve ser estudado e, desejavelmente generalizado, a grande falha de múltiplas acções que oferecem bons resultados mas que só se mantêm enquanto dura o “Projecto” ou o “programa”.
Algumas notas sobre pais e crianças pequenas.
Acontece com razoável frequência quando se assiste ou se comentam alguns comportamentos dos miúdos, sobretudo quando se trata de birras ou a imposição de desejos ou vontades aos adultos, quase sempre os pais, surgirem explicações como “é dos mimos”. Neste tipo de diálogos, “mimos” é entendido quase como sinónimo de “afecto”, “amor”, “gostar”, etc.
Tal justificação costuma depois servir para se afirmar a ideia de que as crianças hoje em dia têm muitos mimos que as estragam, dito de outra maneira, têm “afecto” a mais ou ainda “gosta-se de mais” das crianças. Estes discursos parecem-me sempre muito curiosos estes discursos pois assentam, do meu ponto de vista, num enorme equívoco.
As crianças, de uma forma geral, não terão afecto ou elogios a mais, pode existir “afecto a mais” "elogio excessivo" mas se for excessivo é mau afecto é mau elogio. Não é mau por ser muito, é mau porque asfixia, oprime, não deixa que os miúdos cresçam, distorce a percepção da criança de si própria. Mas não é este o tipo de situações que leva as pessoas a falar dos mimos ou dos elogios a mais.
Insisto, as crianças não têm elogios ou mimos a mais, têm nãos de menos, os adultos sendo quase sempre capazes de dar os mimos e os elogios, muitas vezes mostram-se incapazes de dar os nãos, de estabelecer os limites e as regras que, como sempre digo, são tão necessárias às crianças como respirar e alimentar-se.
Esta dificuldade dos adultos em oferecer os nãos aos miúdos, decorre muitas vezes de alguma desconforto culpabilizante sentido com as circunstâncias e estilos de vida que inibem o tempo e a disponibilidade que desejariam ter para os filhos. Ficando sem nãos, muitas crianças, a coberto do afecto ou dos elogios dos pais, transformam-se em pequenos ditadores que infernizam a vida de toda a gente, a começar por si próprios.
Mas não têm mimos, afecto, elogios a mais. Têm, repito, nãos a menos.
Por outro lado, também é muito frequente falar dos comportamentos das crianças constatando que “não páram”, são “agitadas”, “só gritam”, etc.
Por vezes digo que as crianças gritam muito e agitam-se porque nós, por várias razões, ficamos mais surdos, só quando gritam as ouvimos e só quando se agitam” reparamos nelas. E os miúdos são inteligentes, percebem que assim é e agem em conformidade.
Neste contexto fomentar e ajudar os pais a desenvolverem comportamentos de disponibilidade escuta dos miúdos, a assumirem com firmeza e sem culpa a necessidade de definir regras e limites, de elogiar mostrar afecto sem que se sintam a dar “mimos” a mais e que “estragam” as crianças só pode ser um bom trabalho.
De pequenino é que se torce o destino.


atentainquietude.blogspot.pt

A DITADURA ACENTUA-SE ! A LÍNGUA PORTUGUESA AGONIZA ! - Acordo Ortográfico A partir de amanhã escrever com novo acordo é obrigatório

Acordo Ortográfico A partir de amanhã escrever com novo acordo é obrigatório

A existência de uma forma oficial de escrever implica uma obrigatoriedade de a usar em certos domínios.
PAÍS
A partir de amanhã escrever com novo acordo é obrigatório
DR


O Diário Económico lembra que estas normas se aplicam ao sistema educativo (incluindo manuais escolares), ao Governo e a todos os serviços, organismos e entidades na sua direção, superintendência ou tutela, assim como aos diplomas legislativos publicados no Diário da República.
Poderão ser previstas sanções na regulamentação de profissões em que o uso da ortografia oficial seja obrigatório, aponta o mesmo jornal.
Esta quarta-feira cumprem-se os seis anos do período de transição para a aplicação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, tendo em conta a data de 13 de maio de 2009, que marca a entrada em vigor em Portugal.

No actual estado de consciência mental da humanidade, a manipulação/controlo/conformação funciona assim:

No actual estado de consciência mental da humanidade, a manipulação/controlo/conformação funciona assim:
A necessidade de informação é absoluta. A informação é elemento imprescindível para a promoção da pessoa humana. A sociedade necessita da informação para ter em cada momento o conhecimento da realidade que lhe permitirá actuar sobre ela. Suprima, a informação, o saber, o conhecimento e aí tem a manipulação através de verdades 'universais', prontas a usar.
Eis a manipulação, o controlo mental e emocional a que estamos sujeitos TODOS - a menos que ganhemos consciência profunda de que somos pessoas e que a nossa vida tem valor, o valor que lhe atribuímos e não aquele atribuído pelo monopólio que se estende sobre a informação, da mesma forma que abrange outros sectores da vida económica, social ou política.



Joe Wolf (facebook)

A VIDA DOS OUTROS

A VIDA DOS OUTROS | 

O que Passos Coelho disse de Dias 

Loureiro fez furor por aí. O que Passos fez, faz e diz só se leva 

a sério porque ele é primeiro-ministro. Infelizmente. O que 

ele fez profissionalmente anda próximo do estilo empresarial 

de Dias Loureiro. O sucesso empresarial deste estilo de 

"empreendedores" deve-se ao "safe-se quem puder". Ir ao 

pote faz parte da estratégia. Elogiar Loureiro faz todo o 

sentido. É a medíocre vidinha lá deles. Aguarda-se o justo 

reconhecimento a Oliveira e Costa, Duarte Lima e Miguel 

Relvas. Tudo empresários de alto gabarito. Deveria fazê-lo 

durante a campanha eleitoral. Para as coisas ficarem bem 

esclarecidas.


www.blogoperatorio.blogspot.pt

Triste privilegio: Iraq será el primer país del mundo en legalizar la pedofilia.

Triste privilegio: Iraq será el primer país del mundo en legalizar la pedofilia.


El proyecto del gobierno determina también el número de noches que un polígamo puede pasar con cada esposa
Once años después de la salida de las tropas norteamericanas de Irak, donde Estados Unidos se dejó 4.500 vidas con el objetivo de introducir la democracia, el gobierno de Bagdad ha presentado al Parlamento un proyecto de ley sobre la familia que pretende legalizar el matrimonio de los niños, siguiendo los preceptos más estrictos de la ley islámica, la Sharía.
Además de permitir que, en particular las niñas, puedan contraer matrimonio a cualquier edad (una cláusula autoriza que se puedan divorciar a los 9 años, para unirse a otro hombre), el polémico proyecto incluye otros artículos insólitos. Entre ellos, las condiciones en las que una mujer puede amamantar a su bebé, o el número de noches que un polígamo puede pasar con cada una de sus esposas.
Según los analistas, la concesión al integrismo islamista es una operación política del primer ministro Al Maliki, de confesión musulmana chií y considerado hasta hoy “moderado”, para atraerse el favor del partido chií radical Fadhila. Las elecciones legislativas previstas para el 30 de abril otorgan a Al Maliki, según los sondeos, una minoría en el Parlamento, por lo que su súbita conversión a la Sharía busca en realidad asegurarse el apoyo del partido fundamentalista.
Una eventual aprobación parlamentaria de esa legislación sobre la mujer y la familia aumentaría, no obstante, la violencia y la fragmentación religiosa del país, ya que la minoría suní defiende otra interpretación del Corán. La minoría cristiana de Irak, en su día una de las más importantes del mundo árabe, ya no cuenta; desde el comienzo de la invasión norteamericana y la posterior guerra civil, los cristianos iraquíes han sufrido una auténtica hecatombe, víctimas de los ataques terroristas y del exilio.