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segunda-feira, 4 de maio de 2015

A Rendição de Berlim - documentário vídeo (50 minutos)

A Rendição de Berlim


Carta Aberta à Embaixada Alemã sobre o "Caso dos Submarinos" - O grupo de cidadãos que entregou na PGR a Carta Aberta contra o Arquivamento do Caso dos Submarinos

Carta Aberta à Embaixada Alemã sobre o "Caso dos Submarinos"

Para: Cidadãos da República Portuguesa

O grupo de cidadãos que entregou na PGR a Carta Aberta contra o Arquivamento do Caso dos Submarinos
e que em Abril foi recebido no Parlamento

Vai entregar, em Maio, na Embaixada da República Federal da Alemanha, em Lisboa, a seguinte lista de perguntas sobre i envolvimento de empresas e do governo germânicos no "Caso dos Submarinos" e questionando este país da União Europeia sobre a falta de cooperação das suas autoridades judiciais na investigação portuguesa deste processo.

Se concorda, subscreva!

1
Porque é a justiça alemã recusou colaborar na investigação do processo dos submarinos, não fornecendo os elementos que foram pedidos em várias ocasiões, nomeadamente informações bancárias sobre indivíduos ou empresas que intervieram no processo negocial? Quem beneficiou com esta recusa? Que motivos teve a Alemanha para não colaborar?

2
O cônsul honorário de Portugal em Munique, Jürgen Adolff (condenado na Alemanha por ter sido “contratado” pela Ferrostaal para promover encontros com decisores políticos portugueses a troco de uma comissão) ficou com o dinheiro das “luvas” para si próprio ou dividiu-o com mais alguém? É verdade que a sentença que condenou Adolff, na Alemanha, no caso dos submarinos, dá como provada uma “conversa a quatro olhos, a sós” entre o referido cônsul e Paulo Portas?

3
Onde estão os 27 milhões de euros que a Ferrostaal assumiu ter pago, relativos a contratos com a ESCOM Limited, e que se perderam numa miríade de fundos e offshores? O que sabe a Justiça alemã destes fluxos? Partilhou esta informação com a Justiça portuguesa? Se não, porquê?

4
Porque é que os submarinos do consórcio alemão foram subindo de classificação nas preferências da Marinha e do Ministério – primeiro estavam em último lugar, depois em segundo – até serem, finalmente, escolhidos?

5
Porque razão a investigação às contrapartidas da compra dos submarinos e depois de DEZ buscas a vários escritórios de advogados (3 alemães e 7 portugueses) produziu ZERO condenações de burla qualificada e falsificação de documentos? Estes advogados alemães também não foram julgados e condenados na Alemanha?

6
Na Alemanha, dois ex-gestores da Ferrostaal – Johann-Friedrich Haun e Hans-Peter Muehlenbeck – foram julgados e condenados por suborno de funcionários públicos estrangeiros, na venda de submarinos U-209PN a Portugal e à Grécia: Os próprios admitiram ao tribunal terem pago “luvas” e o ex-cônsul honorário Jürgen Adolff, foi um dos beneficiários (1,6 milhões de euros), isto segundo a sentença do Tribunal de Essen. Quanto deste dinheiro chegou a portugueses? E se chegou quem são eles?

7
Brevemente, o grupo de cidadãos que entregou na PGR a Carta Aberta contra o Arquivamento do Caso dos Submarinos vai entregar, em mãos, esta pergunta (em anexo) a esta Carta Aberta, na Embaixada alemã:
Porque é os tribunais alemães nunca deram à investigação portuguesa a “documentação que lhes foi rogada e que era indispensável à reconstituição dos circuitos financeiros dos eventuais pagamentos de luvas” (despacho de arquivamento da PGR)? É verdade que esta documentação foi produzida por uma equipa conjunta de procuradores alemães e portugueses trabalhando durante semanas nas instalações da Ferrostaal?


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SCIPIÃO E A ENTRADA NO CÉU

Scipião














Scipião e a entrada no céu...










Uma história muito moderna, apesar de 


datada de 1928,contada por Bernardo 


Marques.














SCIPIÃO


GRANDE COMBATIVO


NO JORNALISMO


POLITICO

















Uma ilusão para Portugal - José Gusmão , Mariana Mortágua e Marisa Matias, membros da Comissão Política do Bloco de Esquerda, assinam, no Público de hoje, um texto crítico do documento «Uma década para Portugal», núcleo central do futuro programa do PS.

Uma ilusão para Portugal



José Gusmão , Mariana Mortágua e Marisa Matias, membros da Comissão Política do Bloco de Esquerda, assinam, no Público de hoje, um texto crítico do documento «Uma década para Portugal», núcleo central do futuro programa do PS. Quem tiver acesso pode lê-lo na íntegra, aqui, mas ficam alguns excertos.

«Desde que assumiu a liderança do Partido Socialista, António Costa foi acusado por diversas vezes de ocultar as suas propostas para o país. O documento “Uma década para Portugal” é o núcleo central do futuro programa do PS e a sua apresentação contribui para um debate público que se quer esclarecedor. Vamos a ele.

Apesar da tentativa de realizar uma autêntica quadratura do círculo, prometendo o fim da austeridade enquanto perpetua cortes salariais e de pensões, uma leitura atenta deste relatório do PS mostra ao que vem António Costa.

O cenário macroeconómico é a primeira surpresa. O PS trabalha sobre o quadro das instituições europeias, considerando-o credível, apesar de, no passado recente, ter ridicularizado (e bem) o sistemático optimismo dessas instituições. Por outro lado, desenha dois cenários alternativos: uma viragem à esquerda na Europa ou a continuação da dinâmica actual. E presume, contra todas as evidências, que se concretizará o primeiro. (...)

O contrato para a equidade laboral representa a extinção prática do conceito de justa causa consagrado na Constituição. Com efeito, aquilo a que o PS chama provocatoriamente um "regime conciliatório" consiste na introdução do despedimento unilateral com base em razões económicas, ou seja, livre. (...)

O PS parte de um diagnóstico interessante, centrado nos níveis de desemprego, que é rapidamente despachado em benefício da redução da TSU dos patrões em 4 p.p. Esta medida é compensada em 200 milhões pela reintrodução do imposto sucessório e pela penalização das empresas que mais despedem. (...)

Na realidade, a cavalo dos supostos efeitos de "dinamização do mercado de trabalho" desta redução dos encargos sobre os empregadores (...), o PS procede a mais uma operação de descapitalização da segurança social. Não será portanto um acaso que se anuncie o "reforço dos instrumentos de apoio à complementaridade com instrumentos individuais de poupança" (os PPR). Resumindo, o PS propõe-se retirar dinheiro ao sistema público de segurança social, ao mesmo tempo que gasta dinheiros públicos para incentivar os trabalhadores de rendimentos mais elevados a sair desse sistema. Um sistema público miserável para miseráveis.

O exemplo derradeiro deste socialismo da miséria é o do "imposto negativo" para trabalhadores pobres. (...) Do que se trata é de um subsídio público ao emprego precário e/ou a salários baixíssimos. Através desta medida, o Estado apoia não as empresas inovadoras, não as empresas que apostam nas qualificações, mas sim as empresas que apostam no modelo chinês e na selvajaria laboral.

Foram muitos os que à esquerda alimentaram a esperança de que António Costa pudesse representar um corte com a deriva liberal da social-democracia europeia. Infelizmente (é mesmo infelizmente), a desilusão repete-se aqui, e com estrondo. O PS já tem o seu Hollande.»

 entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt

Georges Moustaki - os vídeos de mais destaque e uma entrevista (em francês) - Giuseppe Mustacchi nasceu em 3 de Maio de 1934, em Alexandria, filho de judeus gregos. Instalou-se em Paris desde os 17 anos, adoptou o nome «Georges» em honra de Brassens, apaixonou-se por Edith Piaf, compôs para Yves Montand, Juliette Gréco, Serge Reggiani e muitos outros. Morreu há dois anos.

Georges Moustaki, 81




Giuseppe Mustacchi nasceu em 3 de Maio de 1934, em Alexandria, filho de judeus gregos. Instalou-se em Paris desde os 17 anos, adoptou o nome «Georges» em honra de Brassens, apaixonou-se por Edith Piaf, compôs para Yves Montand, Juliette Gréco, Serge Reggiani e muitos outros. Morreu há dois anos.

É sempre um prazer recordar esse grande compagnon de route de tantos de nós .
vídeos





Gosto muito desta entrevista, de 1970, em que Moustaki recorda a infância em Alexandria, a ida para Paris aos 17 anos, o início de carreira a cantar pelos cafés, os encontros com Henri Crolla e Edith Piaf. Fala de liberdade... e canta.

vídeo





.http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt/

Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores - Jerónimo de Sousa secretário geral do Partido Comunista Português







Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores

Ao terminar esta Audição que decorreu sob o lema “Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores” deixar uma palavra de agradecimento pela aceitação do nosso convite e sobretudo pela análise, propostas e contributos que aqui foram trazidos.
Esta Audição integra-se num processo de construção do Programa Eleitoral que apresentaremos às eleições para a Assembleia da República. O PCP ouve e recolhe contributos daqueles que, neste caso, organizam no dia-a-dia a luta dos trabalhadores em defesa dos seus direitos e interesses de classe e que bem conhecem os seus problemas, os seus anseios e reivindicações.
As intervenções aqui produzidas mostraram bem os efeitos da política de direita prosseguida nos últimos 38 anos e, mais recentemente, das políticas dos PEC e do Pacto de Agressão subscrito por PS, PSD e CDS, que à vez ou em conjunto têm desgovernado este País e deram conta da brutal ofensiva de agravamento da exploração em curso contra os trabalhadores, traduzida nas alterações às leis laborais, no ataque à contratação colectiva, na desvalorização dos salários, no aumento e desregulamentação dos horários, na generalização da precariedade e no alastramento do desemprego e da pobreza.
É, por ventura, o que melhor identifica a marca de água da política de direita, o que melhor exemplifica a natureza de classe das opções que marcaram a acção dos governos nos últimos 38 anos.
A política de direita, a política de aumento da exploração e do empobrecimento é a responsável:
- Pela destruição de postos de trabalho – 470 mil, entre 2009 e 2014 – só na Administração Pública, entre 2011 e 2014 foram destruídos mais de 70 mil.
- Pelos níveis de desemprego sem paralelo no nosso País, com uma taxa oficial de desemprego a atingir os 14,1% em Fevereiro passado, mas com o desemprego real e a sub-ocupação a atingir mais de 1 milhão e 200 mil portugueses.
- Pelo aumento do desemprego entre os jovens que passou de 20,9% em 2009, para 34,8% em 2014 e que actualmente atingirá mais de 35%, razão primeira da emigração massiva dos jovens trabalhadores.
- Pelo aumento do desemprego de longa duração (mais de um ano) que passou de 46,5% em 2009 para 65,5% em 2014, o que significa que cerca de dois terços dos desempregados estão nessa situação há mais de um ano.
- Pela precariedade e baixos salários que empurram os jovens trabalhadores para a emigração forçada.
- Pela redução massiva dos rendimentos do trabalho através dos cortes salariais e das progressões profissionais, do aumento da duração semanal de trabalho na Administração Pública, pela redução de dias de férias e feriados, pela redução do pagamento do trabalho extraordinário, de tal modo que o salário médio em Portugal corresponde, actualmente, apenas a 51% dos salários praticados nos países da Zona Euro.
- Pelo aumento brutal do IRS, enquanto o IRC baixou para as grandes as empresas e os lucros dos grupos económicos atingem níveis muito elevados.
- Pela pobreza atingir 11% da população empregada e 40,5% dos desempregados.
- Pela ofensiva permanente contra a contratação colectiva para “acertar contas” com as conquistas laborais alcançadas com a Revolução de Abril.
- Pela promoção do aumento do tempo de trabalho e a desregulação da organização dos tempos de trabalho, no sentido de impor mais tempo de trabalho e menos salário.
- Pela elevada precariedade nos vínculos laborais, pelo trabalho sem direitos.
- Pelo ataque sistemático aos direitos dos trabalhadores pela via das alterações à legislação laboral.
Estas são algumas das consequências da política de exploração e empobrecimento que evidenciam a absoluta necessidade da ruptura com estas políticas e a construção de uma alternativa patriótica e de esquerda.
Porque apesar da avalanche de propaganda que se abate sobre os trabalhadores e o povo português de que “o pior já passou” as intenções dos partidos do “arco da troika” são de prolongar por décadas esta mesma política em prol da acumulação da riqueza do capital financeiro e dos grandes grupos económicos.
As suas mais recentes posições aí estão a confirmá-lo.
Do lado do Governo do PSD/CDS-PP o Programa de Estabilidade e o Programa Nacional de Reformas que apregoou a todos os ventos que as medidas, que eles apelidam de austeridade, durariam apenas enquanto durasse o Pacto de Agressão, vem agora afirmar que os roubos são para manter pelo menos até 2019.
Afirma que não tem folga orçamental - embora também afirme que tem os cofres cheios - para devolver aos trabalhadores e ao povo aquilo que lhes roubou nos últimos anos, mas tem folga orçamental para reduzir, durante 6 anos consecutivos, a taxa do imposto que incide sobre os lucros das empresas e ainda para eliminar a contribuição sobre o sector energético.
O PS no seu documento “Uma década para Portugal” vem dizer-nos que os roubos que PSD e CDS-PP pretendem manter até 2019 são para manter até 2017, quer na sobretaxa do IRS quer nos cortes salariais dos trabalhadores da Administração Pública.
Mantém as medidas mais gravosas do Código do Trabalho, bem como os benefícios fiscais aos grandes grupos económicos e financeiros em sede de IRC.
Compromete a sustentabilidade da Segurança Social admitindo o aumento da idade da reforma e o estímulo ao plafonamento. Não diz uma palavra sobre o fim dos despedimentos encapotados na Administração Pública por via da chamada requalificação. Quer facilitar os despedimentos em geral. Perspectiva uma perda que pode atingir os 6 % no valor das remunerações de trabalho em termos reais entre 2016 e 2019.
Mantém os cortes impostos pelos sucessivos PEC anteriores a 2012, nomeadamente nas prestações sociais e nos chamados mínimos sociais (complemento solidário para idosos, rendimento social de inserção, etc.).
Agora fica mais claro o que é a ”leitura inteligente” que António Costa tem afirmado ser necessário fazer do Tratado Orçamental.
Uns e outros, farinha do mesmo saco, perspectivam só facilidades para os senhores do dinheiro, a continuação do aumento da exploração e do empobrecimento para os trabalhadores e para o povo.
Portugal, pela mão do PS, do PSD e do CDS, desde que passou a integrar a Zona Euro ficou obrigado ao cumprimento do limite de três por cento do PIB para o défice orçamental e de 60 por cento do PIB para a dívida pública.
E com a aprovação do tratado Orçamental (também com os votos do PS, PSD e CDS) passou ainda a estar obrigado a cumprir o objectivo de médio-prazo para o saldo estrutural de 0,5 por cento do PIB.
Em suma PS, PSD e CDS propõem manter em primeiro lugar o cumprimento dos compromissos do País com a União Europeia e os seus credores e só depois, caso haja condições, repor alguns, apenas alguns compromissos com os trabalhadores e o povo português.
Razão tem o PCP que há muito vem dizendo que com troika ou sem troika, com PEC ou Pacto de Agressão, as opções de integração capitalista na União Europeia e a adesão ao Euro com todos os seus instrumentos de dominação política, económica e financeira continuariam a impor e aprofundar uma política de exploração e empobrecimento, que impede o desenvolvimento do País e limita a soberania e independência nacionais.
É perante esta realidade que se torna imperativa a necessidade de ruptura com o rumo de declínio nacional prosseguido pelos partidos do arco (e do ciclo) da política de direita e impõe a opção por uma política patriótica e de esquerda. Alternativa que tudo faremos para tornar possível com o alargamento da expressão eleitoral da CDU, já nas próximas eleições legislativas.
Naturalmente que não estamos a partir para a elaboração do nosso Programa Eleitoral, como se estivéssemos a partir do zero. Estamos ancorados numa avaliação aprofundada e consolidada da realidade portuguesa, das causas que conduziram à actual situação, uma vasta intervenção na realidade do País e um vastíssimo e muito reflectido património de soluções que temos apresentado.
Soluções que consubstanciam uma verdadeira política alternativa – uma política patriótica e de esquerda - e que são a nossa própria perspectiva de solução dos problemas do País – a resposta necessária e inadiável para inverter o curso de declínio nacional a que temos vindo a assistir.
A valorização do trabalho e dos trabalhadores é um eixo essencial de uma política alternativa, objecto e condição do desenvolvimento e do progresso social.
A sua concretização exige: criar postos de trabalho, travar a sua destruição e combater os despedimentos; assegurar a protecção no desemprego; melhorar o poder de compra dos salários; acabar com os bloqueios à negociação colectiva e repor os direitos postos em causa pelo Código do Trabalho e pela legislação laboral da Administração Pública; assegurar a estabilidade e a segurança, combater a desregulação dos horários e eliminar a precariedade; garantir condições de trabalho dignas, incluindo a qualidade do emprego, a redução dos horários de trabalho e a formação profissional; promover o investimento num perfil económico assente em mão-de-obra qualificada; ter direitos individuais e colectivos desenvolvidos e efectivos; combater as políticas anti-laborais da União Europeia.
A sua concretização exige entre outros aspectos:
- Uma política de desenvolvimento e de crescimento económico sustentado, como garantia da criação de postos de trabalho que permitam combater o desemprego;
- Que seja retomado o investimento público e privado, para aumentar a produção nacional, assim como a aposta nos sectores produtivos, a expansão e alargamento dos serviços à população, com qualidade, e a valorização do sector social e cooperativo;
- O aumento real dos salários e a elevação da sua participação no Rendimento Nacional;
- A subida do salário mínimo nacional para os 600 euros no início de 2016 e a sua evolução progressiva para responder às necessidades básicas dos trabalhadores e suas famílias;
- O fim dos cortes salariais e a reposição integral dos salários, subsídios e pensões roubados na Administração Pública, bem como o descongelamento das progressões salariais e profissionais;
- A reposição do pagamento dos complementos de reforma em empresas do Sector Empresarial do Estado;
- A promoção da contratação colectiva, reconhecendo o seu papel insubstituível enquanto fonte de direitos e instrumento de desenvolvimento e progresso social;
- A publicação dos ACEP subscritos pelos sindicatos representativos dos trabalhadores dos sectores da Administração Pública Central, Regional e Local;
- A reposição do horário de 35 horas semanais na Administração Pública;
- A redução progressiva dos horários de trabalho para as 35 horas semanais, sem perda de remuneração nem de outros direitos, no sector privado;
- O fim do regime da chamada requalificação/mobilidade especial;
- A garantia de que os contractos de trabalho de duração determinada sejam limitados a necessidades temporárias de trabalho, devidamente comprovadas;
- A regularização da situação dos trabalhadores com falsa prestação de serviços: falso trabalho independente e falsos recibos verdes;
- A revogação da legislação que integra o Código de Trabalho e a legislação laboral da Administração Pública com prioridade para as normas gravosas e a reposição dos direitos individuais e colectivos que foram retirados;
- Tornar a justiça de trabalho mais célere e mais acessível.
A política alternativa, patriótica e de esquerda, que o PCP defende, exige uma ruptura com a política de exploração e empobrecimento que foi seguida ao longo de muitos anos pelos sucessivos Governos do PS, do PSD e do CDS-PP e que é a causadora dos graves problemas que afligem os trabalhadores.
É nossa profunda convicção que Portugal não está condenado ao atraso.
É possível e necessário realizar outra política, invertendo o caminho que tem sido seguido. Da nossa parte temos soluções e muitas, aqui, hoje, apresentadas, evidenciando a existência de uma política alternativa à política de direita. Opiniões que teremos em conta, tal como todos os contributos dos convidados presentes, aos quais mais uma vez renovo os nossos agradecimentos.
A intensificação da luta dos trabalhadores e do povo – que enfraqueceu e isolou o Governo – é essencial para derrotar a política de direita e construir uma alternativa de progresso e justiça social. Valorizamos as grandes lutas e as mais modestas, afirmando que «é do pequeno que se faz grande, é pelos afluentes que o rio se alarga e avança».
Esta nossa Audição “Valorizar os Trabalho e os Trabalhadores” realiza-se a três dias do 1º de Maio – Dia Internacional dos Trabalhadores.
Comemorações que se vão realizar num quadro de forte agravamento das condições de vida e de trabalho mas, também num quadro de ascenso da luta de massas nos sectores, empresas, locais de trabalho e nas ruas, em torno das reivindicações concretas, pela ruptura com a política de direita e pela alternativa necessária.
1º de Maio que comemora os 125 anos do início das comemorações do Dia Internacional do Trabalhador.
Há 125 anos com a jornada do 1º de Maio pela consagração das 8 horas como horário de trabalho diário, tinha lugar a primeira grande acção internacionalista da classe operária.
A primeira grande acção internacionalista contra a opressão e a exploração.
A classe operária tinha então percorrido um longo e doloroso caminho no seu processo de organização e auto-consciencialização política como força social autónoma.
A palavra de ordem do Manifesto Comunista – “Proletários de todos os países, uni-vos” -, passava do campo dos apelos, ao campo das acções práticas.
Mas o 1º de Maio, embora ligado como símbolo à luta pela redução do horário de trabalho, tornou-se, com o desenvolvimento do movimento operário e sindical, numa plataforma da unidade da luta económica e política.
A Revolução de Abril, sendo a resposta do povo português à ditadura fascista e ao domínio do capital monopolista na vida dos portugueses, insere-se nesse amplo movimento que aspira a formas mais elevadas de emancipação social.
Isso foi bem evidente nesse grandioso 1º de Maio de 1974 que projectou a acção das grandes massas para o objectivo de profundas transformações políticas, económicas e sociais e ligou o projecto libertador ao da emancipação política e social dos trabalhadores, produzindo uma alteração qualitativa na natureza do 1º de Maio no nosso País e que irá ter profundas repercussões na evolução da revolução portuguesa.
Hoje, como há 125 anos, o 1º de Maio continua como jornada de luta pela exigência das reivindicações concretas dos trabalhadores, mas também como a grande manifestação de afirmação do projecto emancipador dos trabalhadores.
Como há 125 anos, em Portugal e no mundo projecta-se o apelo: Basta de Injustiças! Basta de Exploração! Todos ao 1º de Maio!
E no seguimento do 1º Maio coloca-se o desenvolvimento da luta de massas, coloca-se a mobilização para a Marcha Nacional “A força do povo” dia 6 de Junho, do Marquês de Pombal para os Restauradores, todos à rua por um Portugal com futuro, uma luta que continuará nas eleições para a Assembleia da República, em que cada trabalhador tem o voto na CDU, na Coligação Democrática Unitária, PCP/PEV, como forma de luta para a defesa dos seus interesses de classe. Está nas mãos dos trabalhadores dar mais força, com a sua luta e o seu voto, à concretização de uma política e de um governo patrióticos e de esquerda.
Este é cada vez mais o tempo de afirmar Abril e os seus valores!

NOTAS - TANTO TRABALHO, TANTA LUTA



TEVE O VIRIATO TANTO TRABALHO E DEPOIS A MORTE , TEVE SERTÓRIO QUE MORRER ÀS MÃOS DOS SEUS GENERAIS PARA QUE....

TEVE O D. AFONSO HENRIQUES QUE ATÉ BATEU NA MÃE TANTA LUTA PARA FUNDAR A PORTUGALIDADE PARA QUE....

TEVE A PADEIRA DE ALJUBARROTA QUE ANDAR À PAZADA COM OS MOUROS PARA QUE....

TEVE A MARIA DA FONTE DE ANDAR ÀS PISTOLADAS COM OS CABRAIS PARA QUE...

TEVE O PADRE ANTÓNIO VIEIRA E O MARQUÊS DE POMBAL DE ANDAR ÀS TURRAS COM A INQUISIÇÃO PARA QUE....

TIVERAM OS REPUBLICANOS QUE DERRUBAR A TIRANIA DOS MONARCAS PARA QUE....

TIVERAM HOMENS CORAJOSOS QUE TENTAR MANDAR PELOS ARES O DITADOR SALAZAR PARA QUE...

TIVERAM QUE PASSAR PELA TORTURA E MORRER ASSASSINADOS TANTOS COMUNISTAS E ANTI-FASCISTAS PARA QUE...

TIVERAM OS CAPITÃES DE ABRIL DE ARRISCAR A PELE PARA FAZER O 25 DE ABRIL PARA QUE....

ISTO TUDO DESCAMBASSE NA FUNDAÇÃO MÁRIO SOARES, NO ROUBO DO BPN, NOS SUBMARINOS DO PORTAS, NOS VISTOS GOLD, NA TECNOFORMA, NA FREEPORT, NA SUCATA DO GODINHO, NO EMPRESÁRIO DE SUCESSO (PALAVRAS DE PASSOS COELHO ) QUE É DIAS LOUREIRO, NO VARA, NO VALE DE AZEVEDO, NO RICARDO SALGADO

AI MARQUÊS ! O VERDADEIRO NÃO O SÓCAS ! VEM CÁ ABAIXO OUTRA VEZ
JÁ FOSTE SUPLANTADO POR GENTE MAIS DESPÓTICA DO QUE TU
APESAR DE ALGUMAS COISAS POSITIVAS QUE FIZESTE COMO ESSA DE CORRER COM A PADRALHADA E AS BELAS RUAS EM ESQUADRIA DAS NOSSAS CIDADES, VEM QUE A MALTA PERDOA !


António Garrochinho

LOULÉ - ALGARVE - TERTÚLIA - ANTÓNIO ALEIXO UM LIVRE PENSADOR


ALGARVE - Alcoutim espera milhares de pessoas no segundo Festival de Caminhadas Três dias de caminhadas temáticas, observação astronómica e de aves, passeios de barco, música, cinema, exposições e degustação de produtos

Alcoutim espera milhares de pessoas no segundo Festival de Caminhadas

Três dias de caminhadas temáticas, observação astronómica e de aves, passeios de barco, música, cinema, exposições e degustação de produtos
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A segunda edição do Festival de Caminhadas de Alcoutim realiza-se de sexta-feira a domingo e volta a ter o objetivo de fomentar o turismo, através da promoção do património natural, histórico, gastronómico e cultural do concelho.
A iniciativa é organizada pela câmara municipal, terá participação gratuita e promete proporciona três dias de caminhadas temáticas, observação e interpretação da natureza, observação de aves, observação astronómica, passeios de barco, concertos, cinema e muita animação.
O sucesso da edição anterior levou a que a organização acrescentasse este ano mais um dia ao festival, que assim contará com três dias de atividades e um total de 11 percursos guiados, com dificuldades de vários níveis, a decorrer em todas as freguesias do concelho de Alcoutim e na margem espanhola do rio Guadiana.
Na sexta-feira, primeiro dia de festival, a programação da manhã tem como público-alvo a população escolar do município, com caminhadas ao longo de etapas da Via Algarviana, guiadas pela Associação Almargem, e com jogos e atividades para os mais pequenos. Durante a tarde decorrerá “A Rota da Felicidade”, percurso motivacional para os funcionários das várias instituições locais, orientado pelo Clube da Amizade.
Para o fim de semana estão programados percursos que tiveram grande sucesso na primeira edição do festival, como o “Manhãs com o pastor”, em que os grupos acompanharão o passeio do pastor com as suas cabras e poderão degustar um pequeno-almoço serrano.
Destaque ainda para o percurso “Algarve, com aroma a Alentejo e Espanha”, para os mais resistentes, que com um trajeto desde o Pomarão, concelho de Mértola, até Sanlúcar de Guadiana, em Espanha, oferece ao caminhante cenários de três regiões com o rio Guadiana como pano de fundo.
Outro dos destaques é a caminhada noturna dedicada à astronomia, com a designação “Olhar o Céu, Gravar na Pedra”, que este ano se realizará perto da povoação de Cortes Pereiras e que tratará o tema da arqueoastronomia.
Do programa do evento constam também caminhadas relacionadas com os temas do contrabando e da guarda-fiscal, da arquitetura local, das plantas aromáticas, do porco preto, entre outros.
A programação do festival inclui ainda um vasto leque de atividades, como a exposição de arte “My Fukushima”, realizada no caís de Alcoutim, um concerto pelo “Quarteto Concordis”, no sábado à tarde, projeções de cinema, o 8.º Grande Prémio de Atletismo, do Centro de Apoio aos Trabalhadores da Câmara Municipal de Alcoutim, ou degustação de produtos.
O Festival de Caminhadas de Alcoutim é uma organização do Município de Alcoutim em colaboração com os municípios de Sanlúcar de Guadiana e El Granado, das associações Odiana, Almargem, Cumeadas, Alcance, Amigos dos Farelos e Clarines, Amigos do Zambujal, Grito d’ Alegria, Grupo Desportivo de Alcoutim, Clube Desportivo de Vaqueiros, Alfa, Teatro Experimental de Alcoutim, Bombeiros Voluntários de Alcoutim, Clube do Optismo e Centro de Apoio aos Trabalhadores da Câmara Municipal de Alcoutim.
A participação nas caminhadas é gratuita mas condicionada a inscrição prévia até dia 6 de maio e deverá ser feita no serviço de turismo do Município de Alcoutim através de e-mail (julio.cardoso@cm-alcoutim.pt ) ou para os telefones (00351) 281 540 500, (00351) 922 276 728 e (0034) 622 120 572.

Roller skaters Billy and Emily are wheelie good! | Audition Week 1 | Bri...

Bogotá – Museu do Ouro: A Cara da Riqueza

Bogotá – Museu do Ouro: A Cara da Riqueza

Bogotá – Museu do Ouro: A Cara da Riqueza
Assim como o Louvre está para França, o Museu do Ouro está para a Colômbia. De longe é o museu mais importante do país, um dos mais bonitos da América do Sul e seguramente um dos que possui o acervo mais caro do mundo.
Entrado do museu.
Entrado do museu.
Situado na Candelária, centro histórico de Bogotá, todo nativo sabe onde ele se encontra, afinal se trata de um ícone emblemático da cidade, tanto que há uma estação de TransMilenio (transporte público similar ao de Curitiba) com o mesmo nome do museu, ou seja, impossível não encontrá-lo.


O que Tem lá?

“El Museo del Oro” tem uma vasta coleção de peças feitas por seus ancestrais usando o principal minério da terra: o ouro. Cada tribo, em cada região do país, trabalhava o ouro de forma diferente e com intenções distintas conforme a época.
Artefato de 400 antes de Cristo.
Artefato de 400 antes de Cristo.
Com peças datadas de antes do nascimento de Cristo, o museu deixa qualquer historiador de boca aberta. Já para os que não entendem patavinas de arqueologia ou de antropologia histórica, não tem problema, as peças por si só são tão bonitas que nem faz tanta falta saber as informações científicas.

museu do ouro peças colombia
Corujas.
museu do ouro peças bogotá
Divindades.
museu do ouro peças
Guerreiros.
A curadoria do museu é luxuosa. As peças estão penduradas em um painel dourado, protegidas por um vidro à prova de bazuca, pois o valor dos artefatos não estão apenas no material com o qual foram feitos, agrega-se a cada peça o valor histórico, o que faz com que muitas delas realmente não tenha preço. Como é o caso da miniatura “A Balsa da Oferenda”, representação em ouro do cerimonial do povo daquela época.
museu do ouro a barca
A Balsa da Oferenda.
Ao total, são 33 mil objetos, somando tudo isso, o valor deve se equiparar ao Museu do Vaticano e do Louvre, os maiores que conheço. Apesar desta minha estimativa não ter base nenhuma, pelo menos uma coisa é certa: em beleza, o museu não fica devendo em nada.
museo del oro adereços
Adereços em ouro e como eram usados.
museu do ouro enfeites
Adereços de outra tribo.








Olha a chiqueza. Os índios aqui usavam cocar de ouro.
Olha a chiqueza. Os índios aqui usavam cocar de ouro.

Com tantas coisas para ver e admirar, às vezes se faz necessária uma segunda visita. E ao que tudo indica, é exatamente isso que o museu quer. Antes de começar o recorrido, por exemplo, há uma sala de cinema, na qual de forma interativa, o público visitante escolhe até três peças para saber sobre elas, deixando as que não foram vistas para outra oportunidade.
Castiçal de ouro.
Castiçal de ouro.
Dentre tanto material, há alguns que se destacam, não pelo seu tamanho, mas pelo que eles representava naquela sociedade. Vários animais foram retratados em ouro, como por exemplo, a rã, pois ela representava a alma. Outros animai
museu do ouro rã
Rã em ouro.
museu do ouro borboleta
Corpo de homem em cabeça de borboleta.








museu do ouro pato
Pato colher. Datado de 640 d.C.
Na década de 80/90, muitas peças do acervo foram roubadas e só encontradas anos depois. Algumas delas chegaram a ser recuperadas na China. Não à toa que atualmente o museu conta com uma segurança de filme.
porta blindada museu do ouro.
Porta de bancos que guarda as peças.
Além das peças de ouro, o museu também apresenta peculiaridade dos povos. Como as estátuas de pedra que faziam ao seu deus, e há ainda uma parte muito interessante que mostra a pluralidadede raças da Colômbia.
SAM_6043
Selfie com San Agustin.
raças indigenas
Raças da Colômbia.
Em resumo: o Museu do Ouro é a cara da riqueza. Imperdível.
museu do ouro índios

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