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terça-feira, 28 de abril de 2015

É oficial: cientistas modificaram o ADN de embriões humanos

É oficial: cientistas modificaram o ADN de embriões humanos

Corriam rumores de que várias equipas estariam a utilizar uma nova técnica para alterar os genes de embriões humanos. Os primeiros resultados acabam de ser oficialmente publicados, confirmando as suspeitas.

Até há poucos anos, a ideia de alterar a cor dos olhos – ou qualquer outro atributo genético – de um futuro bebé não era praticável. Mas com a invenção, em 2012, de uma técnica simples e rápida (chamada CRISPR/Cas9) que permite “editar” o ADN – alterando e corrigindo genes-alvo previamente escolhidos –, este objectivo ficou de repente muito mais próximo.
Há uns meses, começaram a surgir rumores de que várias equipas no mundo estariam a testar esta hipótese com embriões humanos – pondo novamente na ordem do dia o debate em torno da obtenção de bebés “feitos à medida". E no mês passado, duas cartas foram publicadas por dois grupos de cientistas, respectivamente nas revistas Nature Science, contra as tentativas de utilização da nova técnica para esse tipo de manipulação genética, dita da linha germinal, que afectaria não apenas o próprio embrião, mas a sua descendência. Na Nature, os cientistas iam mais longe, apelando a uma moratória voluntária sobre quaisquer investigações deste tipo até se debaterem as questões éticas.
Porém, até há dias, ninguém sabia ao certo se essas investigações estavam efectivamente a ser realizadas. Mas agora, já não há margem para dúvidas: uma equipa de cientistas chineses acaba de publicar, na revista Protein & Cell, um artigo onde é descrita, pela primeira vez, a manipulação genética experimental, graças à referida técnica, de dezenas de embriões humanos.
“Penso que esta é a primeira publicação de resultados sobre a aplicação da técnica CRISPR/Cas9 a embriões humanos numa fase de pré-implantação e, como tal, este estudo constitui um marco e ao mesmo tempo um alerta”, diz George Daley, especialista em células estaminais da Universidade de Harvard (EUA), co-signatário da carta na Science, citado numa notícia da Nature. “Este estudo deve servir como um aviso muito sério para qualquer profissional que ache que a tecnologia está pronta a ser testada para erradicar genes causadores de doenças.”
Diga-se já agora que, segundo o seu autor principal – Junjiu Huang, da Universidade Sun Yat-sen em Guangzhou (China) –, o artigo fora rejeitado tanto pela Nature como pela Science, em parte devido a considerações éticas. Quanto à Protein & Cell (que a Science qualifica de "obscura revista online chinesa")tê-lo-á publicado, segundo a revista New Scientist, apenas um dia após o ter recebido. Ou seja, sem que tenha havido tempo para detectar possíveis falhas de metodologia.
Seja como for, estes autores tomaram diversas precauções para não ser acusados de transgredir as regras éticas internacionais em vigor. Nomeadamente, utilizaram embriões que não eram viáveis porque tinham sido fecundados por dois espermatozóides, possuindo portanto um número anormal de cromossomas. Os embriões provinham de uma clínica de fertilidade e iriam ser descartados.
Todavia, esses embriões conseguem desenvolver-se até um estádio muito preliminar, mas suficiente para os fins do estudo. Recorrendo à nova técnica – que, quando utilizada para fins terapêuticos em células humanas adultas ou em modelos animais, tem demonstrado grande potencial para a medicina personalizada –, a equipa de Huang decidiu tentar “editar” um gene, chamado HBB, cujas mutações provocam uma doença do sangue, a beta-talassemia, potencialmente mortal.
Como relata ainda a Nature, injectaram para isso, utilizando a técnica CRISPR/Cas9, os fragmentos genéticos necessários para localizar e “corrigir” o gene em questão. E a seguir, esperaram 48 horas – o tempo suficiente para a técnica agir e os embriões chegarem a  ter oito células. Dos 71 embriões que sobreviveram à operação, a equipa testou os genes de 54 e constatou que apenas 28 tinham sido “editados” no sítio certo. E que desses, apenas quatro embriões tinham integrado o gene HBB no seu ADN.
Para estes autores, isso significa que a técnica ainda está muito longe de ser aplicável a embriões humanos. Não só a taxa de sucesso é muito baixa, como os cientistas detectaram um grande número de mutações noutros locais do ADN embrionário, literalmente “fora do alvo” – o que coloca claramente em dúvida a segurança da técnica em embriões para fins de procriação.
Huang disse ainda à Nature que ele e a sua equipa quiseram “mostrar os seus resultados ao mundo para que as pessoas soubessem o que se passaria realmente, em vez de continuarem a falar da questão sem informação concreta”. Agora, estes cientistas tencionam melhorar a eficácia da técnica recorrendo, a partir daqui, a células adultas e experiências com animais, algo que em si não levanta considerações éticas imediatas. O que não impede que, na opinião de todos, a publicação dos resultados só venha reforçar a urgência de abordar as implicações éticas futuras.

Os lugares mais extremos do planeta

Os lugares mais extremos do planeta

Desde o mais quente ao mais frio, passando pelos lugares mais remotos ou mais poluídos do mundo. Conheça os ambientes mais extremos do planeta Terra.












O lugar mais frio: montanha da Antárdida

Há uma montanha na Antártida que foi considerada pelo Centro de Dados Americano de Neve e Gelo o lugar mais frio do mundo. Segundo noticiou o The Sunday Times, a temperatura desta montanha chega a ser de -91ºC, quase treze graus abaixo do ponto em que o dióxido de carbono passa do estado gasoso para gelo seco.
Entre os locais habitados da Terra, o mais frio está na Rússia. Numa vila chamada Oymyakon, já foram registadas temperaturas de -71 ºC, de acordo com o Daily Mail. Aqui só vivem quinhentas pessoas, os telemóveis não funcionam e as casas continuam a ter casas de banho exteriores.


O lugar mais quente: Vale da Morte

Há cem anos, o Vale da Morte nos Estados Unidos da Américachegou a registar 56,7 ºC. Os sinais à entrada da região avisam para as altíssimas temperaturas que se fazem sentir neste deserto californiano. Segundo o LiveScience, este lugar é assim tão quente por estar abaixo do nível do mar.
A Serra Nevada californiana bloqueia as brisas vindas do mar do Pacífico e por isso o ar circula muito pouco nesta área. Como a vegetação é muito escassa, a terra absorve os raios solares e retém o calor.


O lugar mais seco: deserto do Atacama

Estamos a falar de um deserto chileno onde o volume de chuva anual é de 0,01 centímetros. Há áreas no deserto do Atacama onde não chove há quatrocentos anos. E o mais irónico é que se estende mesmo ao lado do maior oceano do mundo. Mas não se deixe enganar pela aridez deste local: segundo o site Extreme Science, o intervalo das temperaturas é de zero a 25ºC.
Embora a precipitação no deserto do Atacama seja muito fraca, existem lugares com água, como os lagos de sal, neve, que cai nos pontos mais altos, nevoeiro e géisers.



O lugar mais húmido: Mawsynram

São autênticos dilúvios que fazem de Mawsynram, na Índia, o lugar mais húmido da Terra. Conforme conta o Daily Mail, este território do norte indiano recebe em média 12 mil metros cúbicos de chuva por ano, graças às correntes de ar que varrem as regiões adjacentes aos rios do Bangladesh e que acumulam a humidade por cima de Mawsynram.
Mas há outro lugar que disputa o título de lugar mais chuvoso do mundo: chama-se Lloró, na Colômbia e tem um volume de chuva semelhante a Mawsynram.



O lugar mais alto: Evereste

Está tão alto que nunca deixa de estar coberto por neve: o Monte Evereste, na cordilheira dos Himalaias, tem cerca de 8850 metros. De acordo com o site do Turismo do Nepal, o monte está localizado por cima da fronteira entre a placa eurasiática e a placa tectónica indiana há 30 milhões de anos. No pico do Evereste sentem-se temperaturas na ordem os -40ºC e o vento sopra a 162 km/h.



O lugar mais profundo: fossa das Marianas

É um lugar inóspito, mas que abriga vida marinha que ainda não se conhece. A Fossa das Marianas tem uma profundidade estimada em 11 mil metros e foi criada pela subdução de duas placas tectónicas.
O ponto mais profundo chama-se “Challenger Deep” em homenagem ao barco-laboratório que investigou o local. É um local com temperaturas muito baixas, a pressão é impossível de suportar pelo Homem e são poucos os veículos subaquáticos capazes de lá chegar. O realizador James Cameron prepara um documentário sobre o local.


O lugar mais abaixo do nível médio da água do oceano: mar morto

Na verdade, o Mar Morto tem mais que uma classificação nesta lista: além de ser o local em placa litosférica terrestre mais abaixo do nível médio da água do oceano, é também o lugar mais denso do mundo. De acordo com o site Extreme Science, o mar localizado entre a Jordânia e Israel está 427 metros abaixo do nível do oceano e tem uma salinidade de 35%. A densidade é tão alta – em algumas zonas há 300 gramas de sal por cada quilograma de água – que nenhum ser vivo consegue sobreviver no Mar Morto.
Porquê? Acontece que o mar recebe água vinda dos rios ao seu redor, mas a água não corre para o mar. Em consequência, e devido ao calor que se faz sentir nesta região, a água evapora e deixa permanecer os minerais vindos dos rios.



O lugar mais tóxico: Chernobyl

Chernobyl tornou-se o lugar mais tóxico do mundo a 26 de abril de 1986, quando uma explosão numa das máquinas da central nuclear fez libertar quantidades exorbitantes de material radioativo para a atmosfera. Além das mortes provocadas, milhares de pessoas continuam a sentir na pele o efeito das radiações. E continua a ser um local de acesso limitado até hoje, de acordo com a World Nuclear Association.



O lugar mais poluído: Linfen

Segundo a revista Time, o lugar mais poluído do mundo é Linfen, na China. As partículas que pairam no ar contaminam três milhões de pessoas. Tudo por causa dos resíduos libertados pelos automóveis e pela indústria da cidade.
Há um outro lugar preocupante: o rio Citarum, na Indónesia, está completamente coberto por lixo, prejudicando a vida das regiões que dependem do seu fluxo para se abastecerem com água.



O lugar mais remoto: ilha Tristão da Cunha

Chama-se Ilha Tristão da Cunha e tem origem vulcânica. Está localizada num arquipélago do Oceano Atlântico e faz parte do território britânico juntamente com Santa Helena e Ascensão.
Nesta ilha vivem menos de 300 pessoas e a língua oficial é o inglês. Só existe uma escola, um hospital, um restaurante e museu e uma piscina.
O nome é português porque quem descobriu a ilha foi o lusitano Tristão da Cunha. A ilha esteve inabitada entre 1961 e 1963 por causa de uma erupção vulcânica que obrigou a evacuar todas as pessoas.




observador.pt

O Terrorismo Implementado pelos Drones dos EUA

O Terrorismo Implementado pelos Drones dos EUA


Ataques de drones são um instrumento de tática de terror, que dizimam a população civil.

Agora sabemos exatamente quantos membros da Câmara dos Representantes dos EUA que realmente se importam com o terrorismo norte americano, a ponto de participar de uma audiência no Congresso sobre um ataque de drones feito pelos EUA que seguiram um padrão de terrorismo clássico, ao matar uma avó e ferindo nove crianças no Paquistão.
São cinco (5)
Cinco membros da "casa do povo" se apresentaram para a reunião e apenas um deles permaneceu lá por todos os 90 minutos previstos.
Quando uma das testemunhas expressou decepção com a pouca participação, um congressista assegurou-lhe: foi até melhor do que esperávamos. Todos os que foram eram democratas.
Nenhum outro Deputado Americano juntou-se ao público de pouco mais de 100 pessoas, eles teriam ouvido o que alguns dos sobreviventes descrevem como um ataque inexplicável ( e inexplicável , porque a CIA não explica ), em que o primeiro míssil robô explodiu uma velha parteira de 67 anos de que estava colhendo quiabo e feriu dois de seus netos. Os outros saíram correndo de uma casa vizinha para ver o que tinha acontecido, quando então o segundo míssil do Drone explodiu e feriu mais sete crianças.
Esta é uma tática terrorista clássica, às vezes chamada de "double tap ", em que é usada a primeira explosão para atrair uma multidão de socorristas e curiosos, para que sejam usados como alvos para a segunda explosão . Normalmente estes ataques duplos atingem uma efetividade significativa.
Em um mundo mentalmente sadio, deveriam ter ocorrido mais protestos contra a única superpotência do mundo, que está usando táticas terroristas sobre as populações civis em uma meia dúzia ou mais de países, com base na lógica de uma guerra global contra o terror ( não obstante este é o nome oficial ), que até agora parece apenas ter provocado morte e o caos em um cenário mundial já mortal e caótico, porque ninguém no governo parece ser capaz de se apresentar com uma forma menos destrutiva de defender a pátria , em detrimento de qualquer outro país que escolherem.
 
Os paquistaneses continuam nos pedindo para pararmos de matar a sua gente
 
Até mesmo o organizador da audiência, o Republicano Alan Grayson da Flórida, que mostrou grande simpatia à família da avó assassinada, de alguma forma na verdade acredita que os assassinatos são, em última análise, culpa do Paquistão. Em uma aplicação estranha da tática de culpabilização da vítima, Grayson disse à BBC que os ataques com drones não seriam possíveis sem a aprovação do governo paquistanês.
"O Paquistão tem uma força aérea forte, que tem o poder de impor uma vigilância em suas fronteiras sempre que assim decidir", disse Grayson , deixando livres aos ouvintes a inferir que ele não tinha nenhuma objeção a aviões paquistaneses abatendo drones Americanos. Ele também alegou que o exército paquistanês de um milhão de soldados possa ser capaz de controlar centenas de militantes facilmente , talvez esteja considerando o “grande sucesso” Americano em suas batalhas contra os insurgentes em outras partes da região.
O ministro da Informação do Paquistão , Pervez Rashid, prontamente refutou Grayson e reafirmou a rejeição do governo paquistanês sobre os ataques com drones, como violações da soberania do Paquistão, que apenas fazem com que mais revoltados se juntem aos militantes . Ele falou da unanimidade Paquistanesa na oposição ao ataques com drones, da crescente oposição internacional aos ataques com drones, e de sua esperança de que seu governo consiga acabar com ataques de drones em breve.
 
 
Como Grayson, Rashid evitou tocar no ponto central sobre ataques de aviões não tripulados ao redor do mundo: os Estados Unidos são uma nação fora da lei que continua a violar o direito internacional com impunidade, é um Estado pária que outros não podem controlar, a um custo que não estão dispostos a suportar. (Outros países que atualmente fazem guerra com drones incluem a Grã-Bretanha no Afeganistão e Israel em Gaza.)
O dia após a audiência de de Grayson sobre o ataque terrorista, o primeiro-ministro paquistanês Nawaz Sharif se reuniu com o presidente Barack Obama na Casa Branca, e reiterou a oposição do Paquistão aos ataques com drones em seu país. Publicamente, o primeiro-ministro colocou a questão no contexto mais amplo da guerra contra o terror:
"O Paquistão e os Estados Unidos têm uma forte cooperação de contra-terrorismo em andamento. Concordamos em fortalecer ainda mais esta cooperação. Eu também levantei a questão dos drones no nosso encontro, enfatizando a necessidade de colocar um fim a esses ataques."
Obama não fala sobre as guerras secretas, mesmo quando todo mundo sabe sobre elas
 
O presidente Obama não mostrou respeito suficiente para com Sharif para reconhecer publicamente que a guerra de drones da América “pode ser” um problema para aqueles que estão sendo atacados.
Esta foi a mesma falta de resposta que o presidente anteriormente deu a um outro emissário do Paquistão, Malala Yousafzai , uma vítima do Talibã de 16 anos. Malala visitou a Casa Branca em 11 de outubro para uma conversa com o presidente e uma oportunidade de foto com suas filhas. A única declaração pública sobre a guerra americana de drones  veio na entrevista de Malala após a reunião:

"Eu agradeci ao presidente Obama pelo trabalho dos Estados Unidos no apoio à educação no Paquistão e no Afeganistão e pela ajuda aos refugiados sírios. Eu também expressei a minha preocupação de que estes ataques com drones estão incentivando o terrorismo. Vítimas inocentes estão sendo mortas nesses ataques, e isso pode levar ao ressentimento entre o povo paquistanês".
O que está por traz desta atitude do presidente é que é a CIA quem comanda as guerras de drones da América, por isso elas são definidas como secretas, independente de quantas pessoas saibam sobre elas. Esta é uma postura de “duas caras” que foi assumida pela administração Bush , quando começou a guerra dos Drones, que foi iniciada em 2004. Qualquer sentimento de auto-respeito do tribunal de crimes de guerra, poderia explorar esta questão em detalhes e atribuir responsabilidade nesse sentido. Até lá, os drones americanos podem matar indiscriminadamente em uma campanha de bombardeio que oficialmente não existe, mesmo que todo mundo sabe que ela existe e muitos funcionários falam sobre isso publicamente (mas anonimamente).
O resultado pode ser às vezes não intencionalmente hilário, como quando o presidente, em seus comentários não esclarecedores sobre a conversa com primeiro-ministro Sharif, disse que tinha falado sobre "violência sem sentido, o terrorismo e o extremismo", o que certamente é um eufemismo que descreve a guerra de drone dos EUA, entre outras atividades terroristas. O presidente exibiu este humor negro ao dizer com uma cara séria que "é preciso encontrar formas construtivas para... respeitar a soberania do Paquistão".
Respeitar a soberania de outras nações realmente não é o Jeito Americano


O presidente não teria que rolar na lama sobre respeitar a soberania do Paquistão -, ele poderia começar com um gesto, uma pequena oferta de boa-fé, como proibindo a CIA de exercer a pura técnica de terrorismo do duplo ataque. Médicos e enfermeiros paquistaneses e bons samaritanos podem não ficar agradecidos, mas estariam vivos.
Ou o presidente poderia fazer menos ainda, ele poderia simplesmente proibir a CIA de explodir os enlutados, nos funerais de vítimas de ataque de mísseis feitos anteriormente. Isso mostraria respeito, pelo menos de uma forma que até a Máfia tradicional respeita.
Os Estados Unidos não admitem que empreguem essas táticas terroristas em sua guerra de terror contra o terrorismo. Mas tem pelo menos um lado bom nisso - o presidente não teria que admitir que parou de fazer estas coisas.


Leia mais: http://www.anovaordemmundial.com

Por que Tantos Cientistas Morrem Assassinados ou 'Se Suicidam' em Todo o Mundo? - Desde 2004, um número anormal de cientistas tem morrido, muitos deles em circunstâncias misteriosas e em alguns meios de comunicação alternativos começam a se perguntar o por quê. O caso mais recente foi o Dr. Martin Jonh Rogers, especialista em doenças tropicais, que foi encontrado morto após um estranho desaparecimento.

Por que Tantos Cientistas Morrem Assassinados ou 'Se Suicidam' em Todo o Mundo?



Desde 2004, um número anormal de cientistas tem morrido, muitos deles em circunstâncias misteriosas e em alguns meios de comunicação alternativos começam a se perguntar o por quê.

O caso mais recente foi o Dr. Martin Jonh Rogers, especialista em doenças tropicais, que foi encontrado morto após um estranho desaparecimento.

Dr. Martin John Rogers

Dr. Martin trabalhava para o governo dos EUA no National Institutes of Health em Maryland e era especialista em malária.

Segundo relatos, Rogers foi encontrado morto em 4 de setembro próximo ao seu carro danificado que havia saído da estrada e caído em um barranco; Rogers havia desaparecido em 21 de agosto, após sair de sua casa até o trabalho no centro de investigação do NIH, próximo a Washington, DC.

Uma notícia informou que a busca por Rogers não começou até poucos dias depois de não aparecer para trabalhar. No entanto, o dia de seu desaparecimento, os investigadores descrevem "Rogers suado... vestido com uma camisa e uma calça de cor cáqui. Foi visto em um vídeo de vigilância e utilizando um cartão e crédito em um motel, poucas horas após de sair de casa. Outras câmeras de vigilância capturaram o Dr. Rogers registrando-se em um hotel em La Valle, Maryland, com atitude claramente estressada".


Alguns dias mais tarde, outro relato disse que Rogers foi visto em uma 'trilha local', a qual a polícia descreveu como 'provavelmente credível'.

Segundo Rob Conner, seu cunhado: "Havia um detetive em seu caso que já encontrou 583 pessoas desaparecidas ao longo de sua carreira. Ele nos disse que a razão pela qual a pessoa decide ir ou desaparecer muitas vezes ajuda a descobrir onde ela foi. Mas quando o detetive repassou todas as razões normais que podem levar uma pessoa a fazer algo assim, como problemas econômicos, problemas no trabalho, problemas em casa, com um parceiro, etc... nada se encaixava com a situação do Dr. Rogers"

A morte de Rogers, embora misteriosa, não é nada incomum. Durante a última década,microbiólogos, virólogos e outros cientistas de várias disciplinas tem morrido em circunstâncias estranhas ou violentas.

Glenn Thomas

Por exemplo, neste mesmo de 2014, Glenn Thomas, especialista em AIDS e Ebola e porta voz da Organização Mundial de Saúde (OMS) morreu junto a 297 pessoas no voo MH-17 da Malaysia Airlines, que foi derrubado na Ucrânia em circunstâncias ainda não esclarecidas. Thomas era um dos mais de 100 pesquisadores que viajavam a bordo do voo à caminho de uma conferência internacional sobre a AIDS na Austrália. Entre os outros delegados à bordo do avião estava Joep Lange, um pesquisador da equipe sobre a AIDS e es presidente da Sociedade Internacional da AIDS.

E a lista é muito mais longa.

Mark Ferri

Neste mesmo ano de 2014, também morreu Mark Ferri, um prestigiado engenheiro nuclear americano que foi encontrado morto em um hotel em Salford. Sua morte foi atribuída pelo estresse do trabalho.

Abaixo estão alguns casos que ocorreram durante 2013:

Caron Ambruster

Caron Ambruster, professora universitária de astronomia e astrofísica, foi encontrada morta na cozinha de seu apartamento com uma faca em seu pescoço. Também havia sido apunhala em seu peito. Fonte.

2013


Anne Szarewski

Anne Szarewski, de 53 anos, pioneira no campo das vacinas contra o câncer cervical e que descobriu a relação entre o papiloma vírus  humano e o câncer cervical. Szarewski foi encontrada morta com altos níveis de um fármaco contra a malária em sua corrente sanguínea em sua casa no norte de Londres, apesar de médicos terem informado que isto não teria sido a causa de sua morte. Fonte. Sua descoberto acabou levando a criação da vacina, teria se matado pelo peso na consciência ao saber dos perigos da vacina contra HPV?


Shane Todd

Shane Todd, de 31 anos, Ph.D em engenharia elétrica e especialista em nitreto de gálio. Segundo se sabe, o Dr. Todd se sentia cada vez mais incomodado com o trabalho que estava fazendo para empresa chinesa Huawei, até o ponto de que ele disse à sua família que estavam pedindo que comprometesse a segurança dos EUA e isso o levou a temer por sua vida. Pelo visto, Shane estava trabalhando em uma máquina única em sua categoria, com um comercial e militar. Pelo visto, Shane se negou a fazer o que lhe pediram e anunciou que deixaria seu trabalho na China. Shane encontrou um bom emprego em uma companhia na Virgínia, EUA e comprou um passaporte para voltar aos EUA. Mas Shane foi assassinado justo após seu último dia de trabalho na China. Fonte.


Dr. Richard Holmes, de 48 anos de idade. Especialista em armamento. Alegadamente, se suicidou. Acredita-se que o Dr. Holmes estava trabalhando na produção de trajes de proteção química para as tropas. Em 1991 foi coautor de um artigo científico sobre um sistema de proteção química e biológica da RAF. O mais curioso do caso é que Holmes trabalhou com outro especialista no campo, chamado David Kelly, em um laboratório de guerra química secreto do governo britânico, e ambos morreram em circunstâncias similares; ambos disseram a suas esposas que iria dar um passeio, e seus corpos foram encontrados em um campo próximo, tendo aparentemente se suicidado.Ambas as mortes aconteceram com 9 anos de diferença.


Melissa Ketunuti

Dra. Melissa Ketunnuti. Trabalhava no Hospital Infantil da Filadélfia e dedicou toda a sua vida a ser médica e a ajudar as crianças com câncer. Trabalhou em uma bolsa de pesquisa da AIDS em Botswana através do National Institutes of Health. Ela também realizou práticas no Hospital Jonhs Hopkins e na Universidade de Nova York. Os bombeiros encontraram seu corpo carbonizado no sótão da sua casa e as provas indicam que havia sido amarrada e estrangulada.







Ano 2012:



Gelareh Bagherzadeh, estudante de tecnologia genética molecular no MD Anderson Cancer Center em Houston e lutadora ativa pelos direito das mulheres iranianas. Assassinada a tiros em frente à sua casa.













Ano 2011:

James S. Miller

James S. Miller, de 58 anos, Ph. D em bioquímica médica pela Universidade Estatal de Ohio. Assassinado durante um assalto em sua própria casa.


Zachary Greene Warfield, de 35 anos, co-fundador e membro do Conselho de Administração da Omnis Inc., uma firma de consultoria estratégica para as comunidades de inteligência, defesa e segurança nacional. Antes de fundar a Omnis, Zack foi engenheiro e analista para o governo dos EUA e avaliou os sistemas de mísseis e investigou o programa de armas de destruição em massa do Iraque como membro do Grupo de Investigação do Iraque. Como engenheiro, trabalhou para a NASA e para a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA), assim como na indústria privada. Morreu em um acidente de barco no rio Potomac.


Fanjun Meng, 29, e Chunyang Zhang, de 26 anos. Ambos casados e de origem chinesa, trabalharam no laboratório de anatomia patológica da Universidade de Missouri-Colômbia. Meng, a esposa, estava trabalhando em uma pesquisa que pretendia fazer uma possível relação entre os pesticidas e o mal de Parkinson.

Andrei Tropinov, Sergei Rizhov, Gennadi Benyok, Nicolai Tronov e Valery Lyalin. Os cinco cientistas eram empregados na fábrica Hydropress, membros da corporação nuclear estatal russa e haviam intervido no desenvolvimento de uma usina nuclear no Irã, na central nuclear de Bushehr. Morreram em um acidente aéreo que matou 45 pessoas.

Rodger Lynn Dickey, de 56 anos. Engenheiro nuclear de alto nível com mais de 30 anos de experiência, especialista em desenho, construção, comissionamento e operação de instalações nucleares comerciais e governamentais. Aparentemente, se suicidou após saltar da ponte Gorge Bridge.

Gregory Stone

Gregory Stone, de 54 anos. Cientista de prestígio internacional em ciência marinha. Stone foi citado amplamente em muitas publicações a nível internacional após o vazamento de petróleo da BP no golfo do México e foi criador e diretor de um sistema de estações de detecção em alto mar, encarregadas de monitorar o vento, as ondas e as correntes. Morreu de uma doença desconhecida.


Massoud Ali Mohammadi

Dr. Massoud Ali Mohammadi, de 50 anos. Professor de física nuclear na Universidade de Teherán. Ele morreu quando uma bomba de controle remoto foi detonada em uma motocicleta perto de seu carro. Segundo as autoridades iranianas, Israel e EUA estiveram por trás do assassinato de vários cientistas iranianos de alto nível para frustar o programa nuclear do Irã. Por outro lado, a Newsweek (conhecida por suas reportagens pró-EUA) reportou que ocidentais culparam  as próprias autoridades iranianas pelo assassinato do Dr. Massoud Ali Mohammadi , por mostrar-se publicamente como opositor e crítico ao regime do presidente Ahmadinejad.

Ano 2010:

John (Jack) P. Wheeler III

John (Jack) P. Wheeler III, licenciado em direito pela Universidade de Yale e licenciado em Business por Harvard. Graduado em West Point, sua carreira militar incluiu servindo no escritório do secretário de defesa e escrever um manual sobre a eficácia das armas biológicas e químicas, que recomendava os EUA não utilizassem armas biológicas. Seu corpo foi encontrado morto em um aterro sanitário em Newark, Delaware.



Mark A. Smith

Mark A. Smith, 45 anos. Professor de patologia na Universidade Case Western Reserve e renomado pesquisador da doença de Alzheimer. Morreu após ser atropelado por um carro em Ohio.

Chitra Chauhan

Dra. Chitra Chauhan, 33 anos, Bióloga molecular. PH.D no Instituto de Genoma e Biologia Integrativa de Nova Deli, Índia, em seguida, estudou como os mosquitos intervinham na transmissão de doenças na Universidade de Notre Dame. Foi achada morta em aparente suicídio com cianeto em um hotel em Tampa, Flórida.

Franco Cerrina

Franco Cerrina, 62 anos. destacado estudioso no campo da ótica,  litografia e nanotecnologia. Foi co-fundador de cinco empresas: NimbleGen Systems, Genetic Assemblies, Codon Devices, Biolitho e Gen9. Foi encontrado morto por causas desconhecidas em um laboratório no Centro de Fotônica da Universidade de Boston.

Vajinder Toor, de 34 anos. Toor trabalhou em Kingsbrook Jewish Medical Center em Nova York antes de entrar na Universidade de Yale. Foi assassinado a tiros em frente à sua casa em Branford, Connecticut.

Joseph Morrisey

Joseph Morrissey, 46 anos. Professor de imuno-farmacologia na Universidade Northeastern State. Faleceu vítima de um assalto de residência após ser ferido por uma faca.

Maria Ragland Davis, 52anos, Ph.D em bioquímica e especialista em patologia vegetal e aplicações da biotecnologia, havia trabalhado como pesquisadora pós-doutorada na companhia Monsanto em Sr. Louis. Morreu assassinada pela neurobióloga Amy Bishop, de 45 anos, após um conflito no trabalho, juntamente com Gopi K. Podila, de 54 anos, biólogo especialista no campo florestal e Adriel D. Johnson, de 52 anos, especialista em aspectos da fisiologia gastrointestinal e na função específica do pâncreas em vertebrados.

Maria Ragland Davis, Gopi K. Podila, Adriel D. Johnson e a mulher que os assassinou, Amy Bishop

Estes são os casos de cientistas mortos entre os anos de 2010 e 2014.

Leia também:
Mais Um Microbiologista Morre em Circustâncias Suspeitas

Se voltarmos até o ano de 2004, encontraremos ao menos, mais 47 casos. muitos deles em circunstâncias altamente suspeitas.

Entre os cientistas mortos encontraremos bioquímicos, biólogos, médicos, imunólogos, epidemiólogos, virólogos, microbiólogos, engenheiros, físicos; especialistas em múltiplas disciplinas como a AIDS, Ebola, genética molecular, armas biológicas, químicas e nucleares, bioterrorismo, energia atômica ou biotecnologia.

As causas das mortes são diversas: podemos encontrar infectados pelo vírus H1N1, peste, pneumonia, vários casos de envenenamento, múltiplas mortes em acidentes de carros e avião, queimados no interior de suas casas e carros, e vários casos de suicídio, assim como uma notável quantidade de assassinatos violentos e morte por causas desconhecidas.

Provavelmente, a maioria deles sejam casos perfeitamente explicáveis e com causas das mais naturais.

Mas as circunstâncias turbulentas que rodeiam a política internacional nestes momentos, convidam a suspeitar...


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DISCURSO DIRECTO - PARA QUÊ CAMPANHA ELEITORAL COM OS IMPECILHOS JORNALISTAS

DISCURSO DIRECTO




NESTE PORTUGAL ABSURDO SÃO ELES OS QUE HÁ QUARENTA ANOS ANDAM A ENCHER A MULA, A ENRIQUECER À CUSTA DOS QUE AINDA TÊM TRABALHO, À CUSTA DE CORTES E ROUBO DE DIREITOS FUNDAMENTAIS QUE PROPÕEM A CENSURA A UMA CAMPANHA ELEITORAL LIVRE E ESCLARECEDORA.
JÁ NÃO PRECISAM DISSO PARA NADA ! O CHEGAR AO PODER AGORA "TRABALHA-SE" DE DE OUTRA MANEIRA
ESCLARECER QUEM !? O QUE ELES QUEREM É GOVERNAR COM AS SUAS POLÍTICAS ESCURAS E FASCISTAS ONDE O POVO QUE JÁ POUCO SABE DOS SEUS NEGÓCIOS E FALCATRUAS TERÁ AINDA DE SABER MENOS. O POVO FEZ-SE PARA OBEDECER, PARA COMPRAR O PRODUTO QUE ELES VENDEM SEM QUALQUER ATESTADO DE QUALIDADE OU DE VERDADE.
OS JORNALISTAS, OS POUCOS QUE AINDA EXISTEM HONESTOS E DIGNOS DESSE NOME JÁ NÃO TÊM FORÇA, OS OUTROS, AS ARARAS QUE ESTÃO AO SERVIÇO DOS MEDIA VENDEM O QUE O CAPITAL MANDA SEM QUALQUER PROBLEMA DE CONSCIÊNCIA PARA COM O SEU POVO. CHEGA-LHES AS MIGALHAS E A PROFISSÃO DE NÃO DOBRAR O COIRO E O RÓTULO DE JORNALISTAS VIVENDO À SOMBRA DE UMA PROFISSÃO QUE JÁ FOI DIGNA E LOUVÁVEL.
O POVO NÃO CONTA PARA NADA, ESTÁ DE RASTOS PERANTE A MENTIRA, A FALTA DE ESCRÚPULOS E A AUSÊNCIA DE RESPEITO.
SE ESTÁ, É ELE PRÓPRIO O PRINCIPAL CULPADO DA SITUAÇÃO A QUE CHEGOU.
António Garrochinho

Os cavalos gigantes da Escócia Os Kelpies são duas enormes esculturas de cabeças de cavalo, localizadas ao lado do Canal Forth e Clyde, no parque Helix, Falkirk, Escócia.

Os cavalos gigantes da Escócia

Os Kelpies são duas enormes esculturas de cabeças de cavalo, localizadas ao lado do Canal Forth e Clyde, no parque Helix, Falkirk, Escócia. As esculturas formam um portal na entrada leste do canal. As esculturas de 300 toneladas e cerca de 9 metros foram criadas pelo artista Andy Scott, inspirado em uma criatura mitológica local que assombrava os rios e córregos da Escócia e era conhecida por possuir a força e a resistência de 10 cavalos. Os Kelpies representam a linhagem do cavalo na indústria e economia escocesa, puxando as carroças, arados e barcos que moldaram a disposição geográfica da área de Falkirk.