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domingo, 19 de abril de 2015

Veja este vídeo alemão sobre a privatização da água em Portugal (LEGENDADO)

Gostava que vissem esta reportagem de uma televisão Alemã, mas se não virem azar o vosso, numa televisão Portuguesa não vão ver de certeza


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NOTAS - OS SEM VERGONHA



HOJE REUNIU-SE A SEITA SEM VERGONHA DE TRAIDORES DE CORRUPTOS DE GATUNOS DE ACUSADOS DE PEDOFILIA COM ALGUNS DELES A CONTAS COM A JUSTIÇA E OUTROS AINDA ESCONDIDOS.

DEPOIS DE TANTA FALCATRUA PARECE QUE AINDA NÃO ESTÃO SACIADOS DE ENCHER AS ALGIBEIRAS À CUSTA DE UM POVO SEM TRABALHO E NA MISÉRIA ENQUANTO ELES ESCONDEM A MASSA NO ESTRANGEIRO E ASSEGURAM UMA VELHICE CHEIA DE MORDOMIAS E LUXOS.

CAMBADA DE BURGUESES SEM CARÁCTER SERVIDORES DO GRANDE CAPITAL E VENDEDORES A RETALHO DUM PAÍS QUE TANTO LUTOU PARA SE AFIRMAR E QUE CAÍU NAS MÃOS DESTA GENTALHA XUXA E LARANJA SEM QUALQUER PINGO DE VERGONHA NA CARA, SEM DIGNIDADE E HONRADEZ.
António Garrochinho

IMAGENS DA COMUNNA DE PARIS 1871































VÍDEO - COMBUSTÍVEIS BARATOS ! LOW COST ? TUDO UMA ALDRABICE COMPLETA - Gasolina e gasóleo mais caros 2,5 cêntimos a partir de segunda-feira

Gasolina e gasóleo mais caros 2,5 cêntimos a partir de segunda-feira



O preço da gasolina e do gasóleo aumenta na segunda feira, 2,5 cêntimos. Em poucos dias deixará de se sentir o efeito dos novos combustiveis low cost, porque este aumento vai cobrir a redução conseguida.


VÍDEO

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19 de Abril de 1943: Início do Levantamento do Gueto de Varsóvia

19 de Abril de 1943: Início do Levantamento do Gueto de Varsóvia

Os 60 mil judeus que ainda sobreviviam no gueto de Varsóvia, Polónia, iniciaram um levantamento no dia 19 de Abril de 1943 contra as tropas nazis, que tinham recebido ordens de Hitler para exterminá-los. O combate, desesperado e desproporcional, duraria até 16 de Maio. Sete mil judeus morreram com as armas em punho. Os demais foram conduzidos a campos de extermínio. 

As forças nazis tentavam eliminar o gueto judaico da cidade quando se depararam com o fogo dos resistentes judeus, liderados por Mordechai Anielewicz, Iosef Levartowski, Andrej Schmit e Michal Klepisz, de diferentes orientações políticas, que se uniram para enfrentar o inimigo. “Estamos limitados, mas não caídos. Dos nossos esconderijos, ataquemos o inimigo. Se for para morrer, morramos como heróis, para permanecermos vivos à posteridade.”, dizia o manifesto que dava vida ao Levantamento do Gueto de Varsóvia. 

Pouco depois da invasão da Polónia pela Wehrmacht em Setembro de 1939, perto de 500 mil judeus polacos foram confinados em deploráveis condições numa área de cinco quilómetros quadrados, onde normalmente poderiam viver 200 mil. O gueto foi cercado por um muro de três metros de altura e arame farpado vigiado por soldados das SS. Quem quer que fosse apanhado a tentar fugir era fuzilado. Os nazis controlavam também a quantidade de alimentos levada ao gueto, obrigando os judeus a viveram basicamente de um prato de sopa por dia. Doenças e inanição mataram milhares todos os dias. 

A partir de Julho de 1942, cerca de seis mil judeus eram transferidos a cada dia para o campo de concentração de Treblinka. Diziam os nazis que eles estavam a ser transferidos para campos de trabalho, mas logo se soube que na verdade levá-los para campos de trabalho significava a morte. 

Ante este quadro, uma resistência subterrânea  formou-se: a OJC (Organização Judaica de Combate). Armas de porte reduzido eram adquiridas a alto custo a organizações polacas antinazis. A resistência, armada com armas ligeiras, foi capaz de resistir à continuidade da deportação, atacando os nazis do alto dos telhados e dos sótãos. Um inverno severo e a falta de comboios também contribuíram para a redução das deportações. 

Quando chegou a Primavera, em 19 de Abril de 1943, o líder nazi Heinrich Himmler anunciou que o gueto deveria ser esvaziado à força em homenagem ao aniversário de Hitler, que seria no dia seguinte. Cerca de dois mil soldados SS atravessaram as barreiras com tanques, obuses, lança-chamas e metralhadoras, contrapondo-se aos cerca de mil judeus que portavam pistolas, fuzis, granadas caseiras e coquetéis Molotov. 

A resistência judaica mostrou-se capaz de rechaçar os ataques durante 28 dias. Milhares foram massacrados à medida que as tropas alemãs avançavam,  fazendo explodir os edifícios um a um. Os combatentes da OJC foram aos esgotos para continuar a luta. Em 8 de Maio o bunker de comando caiu diante dos nazis.
Finalmente, em 16 de Maio, o general SS Jurgen Stroop assume o controlo total do gueto. Teve então início uma maciça deportação para Treblinka. Durante o levantamento cerca de 300 soldados alemães foram mortos e cerca de mil feridos. Mais de 56 mil judeus foram massacrados. Virtualmente todos os sobreviventes do levantamento levados a Treblinka foram exterminados até o fim da guerra. 
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)
File:Stroop Report - Warsaw Ghetto Uprising 06b.jpg
Fotografia de Maio de 1943  
File:Stroop Report - Warsaw Ghetto Uprising - 26552.jpg
Destruição de casas no gueto 



estoriasdahistoria12.blogspot.pt

Planos secretos da UE para privatização da água "Água - Operação Secreta": UE Promove a Privatização da Água (legendas em português)

Planos secretos da UE para privatização da água


"Água - Operação Secreta": UE Promove a Privatização da Água (legendas em português)


Planos secretos da UE-comissão para privatização da água



Transcrição do Programa de TV alemão "ARD MONITOR: Geheimoperation Wasser - EU fördert Wasserprivatisierung"

As mais importantes mudanças políticas aparecem por vezes em letras minúsculas. Secretamente, a Comissão Europeia tenta realizar um mega projecto. Trata-se de nada menos do que uma privatização à escala europeia do abastecimento de água. Caso a Comissão da UE seja bem sucedida, um bem público poderá tornar-se objecto de especulação, com o qual também a Alemanha poderia ganhar biliões. É a vitória das grandes empresas multinacionais, que lutaram desde há anos pela privatização. As consequências para nós, consumidores, poderiam ser imensas. O que vamos enfrentar aqui, será agora apresentado por Stefan Stuchlik e Nicolas Steiner. Água não é apenas H2O, água é vida. O acesso a água foi declarado um direito humano pelas Nações Unidas.

Na Alemanha, a água é geralmente propriedade das cidades e dos municípios, assim como para todos nós – até agora. Mas tudo isto mudará em breve. Com drásticas consequências para a Alemanha. A intenção da Comissão Europeia começará aqui, em Portugal. Bruxelas exigiu que o país venda o abastecimento da sua água. Aqui, em Paços de Ferreira, a privatização da água já começou. Contra a vontade dos cidadãos, como estes nos comunicam. “No passado podia-se beber água daqui. Água fresca, água boa! Agora já não!” “Tenho 66 anos e sempre bebi desta água.” “Agora, até nem da água do poço público poderemos beber.” “Sim, agora a água pública não é potável.” O município de Pacos de Ferreira obteve lucro apenas no momento da venda, e agora os seus cidadãos terão de viver com as consequências. As pessoas mostram-nos as suas contas: e estas são, de facto, horrendas. Muitos cidadãos têm agora dificuldade em pagar a sua água potável. Humberto Brito, Movimento cívico 6 Novembro “As consequências da privatização aqui em Paços de Ferreira foram devastadoras. Verificámos um aumento de 400% nos preços, durante poucos anos. E por cima disso, a cada ano o preço aumenta 6%. Isto é um desastre.” Os países em crise, tais como Portugal e Grécia, precisam de dinheiro. Desta forma, a Troika em Bruxelas força-os agora secretamente a venderem o seu abastecimento de água. No anexo dos contractos da Troika, obtivemos o seguinte: Na Grécia, o sistema hidráulico de Atenas e Thessaloniki deverá ser vendido. No caso de Portugal, no anexo consta a privatização da companhia de águas públicas “Águas de Portugal” deverá ser promovida. Em Portugal, os protestos crescem contra a privatização da água, por medo do aumento dos preços e da diminuição da qualidade. Mas os países em crise são apenas o início. A Comissão da UE leva agora a cabo o grande golpe. A nova proposta para a directiva de concessão, na verdade, escondeu a exigência de que o mercado de fornecimento de água deveria ser aberto. O que é que isto significa? Heide Rühle, a perita em água dos Verdes Europeus, estudou cuidadosamente a proposta. Ela acredita que a Comissão está perto de atingir o seu objectivo – privatização da água. “A política de concessão não o faz directamente, não abre a directamente a porta para à privatização da água – esta fá-lo pelas traseiras. Esta abre, milímetro a milímetro, a possibilidade empresas privadas entrarem no mercado, para que o mercado se abra e os privados ganhem acesso ao mercado. Ele até nega que a Comissão da UE quer privatizar a água de todo: o poderoso Comissário Europeu Barnier diz que esta política pretende apenas reorganizar o mercado. “Vai ficar tal como está." Sim, e para que precisamos da directiva então? “Porque precisamos de regras. Cada município alemão continuará a decidir sobre a sua água, mas agora nós damos-lhe a possibilidade para entregar a água água a uma empresa privada, que será também regulada, para o benefício do consumidor.” Aqui está, portanto. A ideia da Comissão: as licenças da água têm de ser aligeiradas através da UE. Mas depois segue-se a vez dos parceiros privados. Porque contra os preços dumping das grandes empresas, os municípios não conseguem competir. Isto, enquanto 82% dos alemães querem que o abastecimento de água seja organizado pelas cidades e municípios. Aqui, cidades e municípios até recuam nas privatizações individuais. Vejamos o exemplo de Berlim. Em 1999, a empresa da água foi parcialmente privatizada. Após protestos em massa, a cidade começou a comprar de volta as suas acções. O caminho foi caro, mas constituiu o primeiro sucesso para esta iniciativa de cidadãos. Mas a nova estratégia da Comissão Europeia pôde negar esta ideia. “A nova directiva da UE irá colocar tudo sob pressão para a privatização. E a experiência de Berlim demonstra que mesmo apenas a privatização parcial, os denominados negócios de parcerias público-privadas, na realidade, beneficiam apenas as empresas privadas. Estas têm um lucro garantido, e nós pagamos.” Para os investidores privados, a água é um bem tal como o ouro ou a electricidade. Porque a água é um objecto de especulação, a água é um bem económico. Os analistas estimam que o valor do mercado da água na UE, se encontra na casa das centenas de biliões (milhares de milhões). E estes assim o querem: as grandes empresas, tais como Thames Water e Veolia, assim como as empresas alemãs RWE e Gelsenwasser esperam ansiosamente pela privatização. A privatização da água raramente atinge os efeitos prometidos, como confirma um estudo realizado em 2010 pela Universidade de Barcelona. Nesse estudo, existem provas de que a qualidade da água acabou por diminuir em alguns locais, após a privatização. Mas acima de tudo: não se tornou mais barata. “Não podemos provar que a produção de água privada é mais barata.” Olivier Hoedeman, “Corporate Europe Observatory”: “As promessas permanentemente associadas com a privatização da água, melhor serviço, preços mais baixos, não são cumpridas. Pelo contrário, existe uma tendência para o aumento de preços, e o prometido investimento na rede de abastecimento de água raramente se torna realidade.” O dinheiro necessário para as dispendiosas construções na rede não combina com a necessidade de lucro imediato. Exemplos tais como o de Londres ou de Bordéus mostram: tubos que apodrecem, terra que contamina a água potável, empresas que frequentemente adicionam cloro ou produtos semelhantes para manter os requisitos de higiene.

Por que decide a UE contra a vontade da população europeia? Em que estudos se baseiam? A quem é que esta se dirige por trás das janelas? Por exemplo, com eles, com o “Steering Group” – Um grupo de peritos que fornece consultoria à Comissão Europeia nas questões de políticas de água. A lista de participantes é incrível. Esta inclui, na sua maioria representantes, da indústria da água e sectores relacionados. Desculpe, mas na lista estão: Michel Barnier, Comissário Europeu para o Mercado Internacional: Michel Barnier, Comissário Europeu para o Mercado Internacional: “Não fui eu pessoalmente que reuni este grupo de especialistas, mas se me quer dizer que o nosso grupo de especialistas deveria ser mais equilibrado, concordo consigo.” Christian Ude, Presidente da Associação Alemã de Cidades: “É realmente infeliz que alguns comissários concorrentes apenas conheçam as necessidades dos seus Administradores, e não as necessidades da população.”

Água – um direito humano? Ou água – um negócio bilionário? Bruxelas já decidiu: no futuro, a água deverá pertencer às empresas, e não a todos nós.

 http://noticiatuga.blogspot.com

O Papa Francisco e a chegada de um Governo Mundial centralizado

O Papa Francisco e a chegada de um Governo Mundial centralizado










A conferência do Vaticano intitulada “Proteger a Terra, dignificar a humanidade” que ocorrerá no próximo 28 de abrilcontará com a presença do secretário geral da ONU Ban Ki-Moon e tem como objetivo “elevar o debate sobre as dimensões morais na proteção do meio ambiente” e construir “um movimento global através de todas as religiões, para o desenvolvimento sustentável e a respeito das mudanças climáticas“.
Thomas Horn, co-autor junto com Cris Putnam do livro “Petrus Romanus: o último Papa já está aqui”, assinala que a conferência do Vaticano antecipa a encíclica sobre o aquecimento global e o meio ambiente escrita pelo Papa Francisco e que têm prevista sua publicação em junho ou julho.

Horn vê a tentativa do Vaticano de unir forças com as Nações Unidas sobre os problemas do aquecimento global e as mudanças climáticas como uma evidência de que o Vaticano está seguindo um plano mestre que busca “estruturar as autoridades políticas e econômicas do mundo para criar um governo mundial centralizado“.

Assinala também que o cardeal Peter Turkson, presidente do Conselho Pontífice para a Justiça e a Paz, ajudou a escrever o primeiro discurso da encíclica do Papa e que também escreveu um documento em 2011 em nome da Santa Sé, pedindo o estabelecimento de uma autoridade mundial que elimine as desigualdades econômicas e redistribua a riqueza.

Se espera que na conferência do Vaticano compareça o economista americano Jeffrey Sachs, diretor da Earth Institute da Universidade da Colúmbia e assessor especial do chefe da ONU sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Sachs também é diretor da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Thomas Horn sustenta que as pessoas deveriam tomar nota deste evento, baseando-se num documento publicado em 24 de outubro de 2011 pelo cardeal Peter Turkson, intitulado: Rumo à reforma dos sistemas financeiro e monetário internacional, no contexto de uma autoridade pública mundial.

Horn disse que o documento “falava de uma chamada do Vaticano para o estabelecimento de uma autoridade política, ambiental e financeira mundial, que seria estabelecida em virtude das Nações Unidas“.

No documento, Turkson reconheceu que:

“Ainda há um longo caminho que recorrer antes de chegar à criação de uma autoridade pública com competência universal”.

“Pareceria lógico que o processo de reforma tivesse como referência as Nações Unidas, devido ao alcance mundial das responsabilidades da ONU, sua capacidade de reunir as nações do mundo e a diversidade de suas funções e as de seus organismos especializados”.

Turkson descreve como deveria ser um desenvolvimento econômico mundial que o Vaticano considera aceitável.

“De todas as políticas a implementar, as relativas à justiça social global são as mais urgentes: estabelecer políticas financeiras e monetárias que não prejudiquem os países mais débeis; políticas dirigidas à consecução de mercados livres e estáveis e uma distribuição justa da riqueza mundial, que poderiam derivar de formas inéditas de solidariedade fiscal mundial, que se tratarão mais adiante”

Uma autoridade pública mundial


Em seu livro “Petrus Romanus”, Horn e Putnam sustentam que a diretiva do Vaticano tenta alcançar um mandato “moral” para estabelecer “uma autoridade pública mundial” e “um banco central mundial”.

Horn também chamou a atenção sobre “Caritas in Veritate”, a terceira e última encíclica publicada pelo Papa Bento XVI antes que renunciasse ao papado, que advogava por uma “autoridade política mundial”.

Um dos objetivos desta autoridade mundial, segundo Bento XVI, deveria ser o de “gerenciar a economia global; reativar as economias afetadas pela crise; evitar qualquer piora da presente crise e dos maiores desequilíbrios posteriores; conseguir um oportuno desarmamento integral, uma segurança alimentaria e a paz; garantir a proteção do meio ambiente e regular os fluxos migratórios”.

Bento XVI, disse que: “Diante do imparável aumento da interdependência mundial, há uma necessidade óbvia, inclusive em meio de uma recessão global, de reformar a Organização das Nações Unidas, assim a arquitetura econômica e financeira internacional, para que o conceito de família de nações possa alcançar uma concretização real“.

Segundo Horn: O considerado pelos católicos como representante pessoal de Jesus Cristo, se converteu num defensor de uma das organizações mais corruptas da face da Terra: as Nações Unidas. Estes fatos têm implicações proféticas para todos os cristãos que temem que uma ditadura global tome o poder na Terra nos últimos dias.

Fontes:

WND EXCLUSIVE - AUTHOR: VATICAN ALIGNS WITH U.N. ON 'WORLD GOVERNANCE'
- EL ROBOT PESCADOR: EL PAPA FRANCISCO Y LA LLEGADA DE UN GOBIERNO MUNDIAL CENTRALIZADO

 http://www.anovaordemmundial.com

RIA FORMOSA: NOVA ETAR COM DECISÃO ILEGAL! POLUIÇÃO LEGALIZADA! - Tentando enganar as populações da Ria formosa com a construção de um nova ETAR, os políticos ligados ao actual governo, muito se têm vangloriado de uma obra que no futuro pode traçar um destino muito sombrio para os produtores de bivalves.

RIA FORMOSA: NOVA ETAR COM DECISÃO ILEGAL! POLUIÇÃO LEGALIZADA!

Tentando enganar as populações da Ria formosa com a construção de um nova ETAR, os políticos ligados ao actual governo, muito se têm vangloriado de uma obra que no futuro pode traçar um destino muito sombrio para os produtores de bivalves.
A nova ETAR será dotada de um nível de tratamento secundário com desinfecção, precisamente igual ao que é praticado nas ETAR ainda em funcionamento, pelo que está condenada à contestação dos produtores. 
Em principio, as ETAR serviriam para eliminar a contaminação microbiologica, por metais pesados mas também dos nutrientes como o fosforo e o azoto.
Quanto á contaminação por metais pesados devemos dizer que os avanços tecnológicos da industria permitiu a sua redução substancial, para alem de que as novas industrias estão obrigadas a instalar ETAR próprias antes de mandar os efluentes nos sistemas de saneamento, o quer permite dizer que nesse aspecto as ETAR até cumprem minimamente  seu papel.
Já a contaminação microbiologica pode e deve ser substancialmente reduzida, não só pela classificação das zonas de produção de bivalves como também pela qualidade das águas da Ria Formosa. Os actores políticos do arco da governação tentam fazer crer que acabando com a contaminação microbiologica está resolvido o problema da mortandade dos bivalves quando isso não corresponde à verdade.
A verdade é que, e nada garante que no futuro seja diferente, a matéria orgânica (caca) em suspensão turva as águas, impede a passagem da radiação solar para as plantas de fundo, determinando a sua morte por anoxia, como são o meio adequado á proliferação do Perkinsus Atlancticus, o parasita que ataca o aparelho respiratorio dos bivalves, que com a subida das temperaturas precisa de mais oxigénio, e acaba por sucumbir.
Mas as ETAR funcionam como autênticos centros de produção de algas microscopicas potencialmente toxigenas, como as diatomaceas, cianobacterias e dinoflagelados, com nos revelam as monitorizações e estudos sobre as descargas das águas residuais. Estas micro algas em determinadas condições climáticas, degeneram em biotoxinas. Embora existentes no meio natural, mas em quantidades que não constituem ameaça, elas são acrescidas pelas que diariamente são libertadas pelas ETAR.
E como se isso não bastasse, as águas residuais tratadas são ricas em nutrientes como o fosforo e o azoto, que como se sabe são utilizados como fertilizantes agrícolas, e que no libertadas no meio aquático, têm um efeito multiplicador das micro-algas, que para alem de poderem degenerar em biotoxinas, consomem  oxigénio presente nas águas da Ria Formosa.
Por todas essas razões era da máxima importância uma audição publica sobre a localização da nova ETAR pelos efeitos negativos que pode ter no ambiente e no desenvolvimento económico e social das populações.
A Lei 83/95 assegura o Direito de Participação Procedimental e de Acção Popular. Nela está previsto que este tipo de intervenções sejam submetidos a discussão publica, publicitada por editais afixados nos lugares de estilo, publicada em dois jornais diários de grande circulação e ainda num jornal regional.
A Águas do Algarve e a Agência Portuguesa do Ambiente não fizeram qualquer publicitação da discussão publica, pelo que o processo de construção da nova ETAR pode estar ferido de nulidade ou seja ilegal.
Porque vivem no obscurantismo as entidades publicas?
No fundo, aquilo que se prepara, é aos poucos e através da degradação económica e social de quem vive da Ria Formosa, levar ao abandono das suas actividades tradicionais, para introduzir um elemento novo,  turismo dos grandes interesses imobiliários.



REVOLTEM-SE, PORRA!

olhaolivre.blogspot.pt


TRANQUIBÉRNIA - Por 2,6 mil milhões de euros, a TAP encomendou doze novos aviões Airbus A350-900, os quais, se nada de extraordinário acontecer, começam a ser entregues em 2017

TRANQUIBÉRNIA


Por 2,6 mil milhões de euros, a TAP encomendou doze novos aviões Airbus A350-900, os quais, se nada de extraordinário acontecer, começam a ser entregues em 2017. Segundo Fernando Pinto, presidente da TAP, a encomenda teria sido uma pechincha, declarando à SIC: «Os aviões novos estão adquiridos, esses aviões têm um valor muito mais alto no mercado do que foi pago, foram valorizados... muitas vezes, uma forma de fazer a sustentação da empresa é ir buscar essas mais-valias que já se conseguiram.» Nesta linha de raciocínio, se a privatização falhar, propõe-se vender os aparelhos. Propõe-se vender o que ainda não tem na sua posse. Adiante.

Enquanto isso, no Parlamento, reagindo à anunciada greve (mais uma) dos pilotos da TAP, o primeiro-ministro declarou não estar excluída a possibilidade de despedimento colectivo e venda da frota.

Comentários para quê?



daliteratura.blogspot.pt

0Tugaleaks: quem o quer destruir e porquê? - O meu nome é Rui Cruz e sou o diretor de informação do Tugaleaks. Criei o Tugaleaks em finais de 2010 para divulgar informação que o mainstream media não divulga.

0Tugaleaks: quem o quer destruir e porquê?

ARTIGO RETIRADO DO SITE TUGALEAKS
O meu nome é Rui Cruz e sou o diretor de informação do Tugaleaks. Criei o Tugaleaks em finais de 2010 para divulgar informação que o mainstream media não divulga.
Hoje, vítima de uma perseguição pela Polícia Judiciária e pela sede de vingança do Ministério Público, impedido de aceder à Internet por uma juíza de instrução que não percebia absolutamente nada do tema que julgava, venho esclarecer alguns pontos que ficaram de fora do que foi dito pelo mainstram media em relação à operação caretos.
Em suma, venho enumerar, através desta mensagem escrita neste órgão de comunicação social por mim, mas publicada pela minha irmã (já que eu não posso aceder directamente à rede das redes), quem quer destruir o Tugaleaks e os motivos para tal.
Assim, sem ordem particular, as entidades e pessoas que querem ver o Tugaleaks acabado são:

1 – POLÍCIA JUDICIÁRIA

A PJ tem desde 2012 tentado “calar” o Tugaleaks e, especificamente, eu. Conforme descrito neste site, o Inspector-Chefe Rogério Bravo sempre foi um assíduo visitante ao meu domicílio e da minha vida. Em relação à busca de 2012, onde eu achei terem existido indícios de não cumprimento legal e formal de algumas medidas, apresentei meses mais tarde uma queixa contra o referido inspetor. Essa queixa foi arquivada recentemente, mas o inspetor quando inquirido disse desejar “procedimento criminal”. O processo NUIPC é 832/14,2TASTB foi arquivado porque era a palavra deste inspetor contra a minha.
Mas em Janeiro desde ano, dias depois de saber que o meu processo de 2012 onde existiu a primeira busca tinha sido arquivado, o Inspector-Chefe que presidiu ás duas buscas efetuadas à minha casa (a de 2012 e a da operação C4R3T0S) escreveu isto numa resposta minha neste grupo do Facebook e neste post: “worta sempre”.
rogerio-bravo-pj
O que considerei um “mau perder” quando foi sado o slogan da Worten, hoje considero uma ameaça. Até porque segundo se diz o processo C4R3T0S estava em investigação há vários meses, e ele saberia já da intenção de uma nova busca. Ainda assim, o “worta sempre” deixa muito a desejar.
Além de deixar muito a desejar, mas sobretudo no que toca ao brio profissional e na perseguição a um cidadão, é o facto de que a mesma pessoa que tinha uma queixa contra ele, que pediu um processo-crime contra mim, que me dise para “voltar sempre”, ter ido novamente à minha residência fazer uma busca quando existiam 70 pessoas altaqmente especializadas para o fazer. Só podia vir ele? Não há conflito de interesses? Ninguém vê aqui um grave conflito de interesses?
Já agora que ficou o link para o comunicado de imprensa, notem que o título diz “pela prática de”. Outros comunicados como este no dia seguinte diz “fortemente indiciado”. Eu, pelos vistos, sou condenado antes de ser julgado. Foi “pela prática de” e nunca “pela presumível prática de”. O reflexo disso fez com que eu, o único arguido conhecido, tivesse uma visibilidade negativa. Julgado pela PJ, portanto.
Já nem sequer vou falar nos pares de estalos que deram a pelo menos um menor de idade, sem a presença do advogado, para obterem o código do telemóvel dele e obterem provas absolutamente circunstanciais contra mim porque isso sim seria descer muito baixo se fosse verdade. O problema é que é verdade. E tudo isto feito alegadamente pela equipa do referido inspector.
O tal inspetor é uma pessoa tão idónea que até anunciou a operação, com uma imagem de caretos, no seu perfil pessoal antes dos comunicados de imprensa. Quando me mostraram isso dias depois, eu fiz as contas e tendo em conta uma ida de Lisboa ao Pinhal Novo, isso foi “anunciado” antes de ir para a minha casa.
rogerio-bravo-policia-judiciaria
Deve ser tudo coincidência. Não há perseguição alguma… eu estou sempre a imaginar coisas.
Em suma, a PJ é a primeira interessada em perseguir e destruir o Tugaleaks, fruto, em parte, do referido inspetor que chefia a área do cibercrime nesse órgão de polícia criminal.

2 – O MINISTÉRIO PÚBLICO

Vamos imaginar que eu sou assaltado. Tenho o direito de pedir ao juiz a pena que eu quiser para o meu assaltante? Passa-se o mesmo com o Ministério Público.
O Procurador Pedro Verdelho teve os seus dados expostos no dia 25 de Abril de 2014, fruto de ataque informático à Procuradoria Geral da República. Não tem, por isso, distanciamento suficiente para poder pedir uma medida de coação, que é gravíssima no meu caso, e só no meu caso porque sou a única pessoa que trabalha com Internet (todos os outros, os que trabalham, não o fazem com recurso à Internet).
Ele sabe, e a PGR sabe, que foram embaraçados e humilhados aos olhos da opinião pública. O Tugaleaks deu a notícia, nada mais. Alias, vale a pena citar que “Repórteres sem Fronteiras relembra que a divulgação de actos supostamente ilegais não constitui por si só um delito passível de detenção”.
A falta de distanciamento, aliados ao facto de, como a juíza não percebia absolutamente nada do tema Internet, existir uma certa pressão abstrata sobre quem efetivamente sabia (e, efetivamente, o Procurador percebe), tornam o MP num peso procesual demasiado grande.

3 – COMISSÃO DA CARTEIRA PROFISSIONAL DE JORNALISTA

Enquanto os Repórteres sem Fronteiras e outras instituições estrangeiras vieram em minha defesa em poucas horas, a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista e também o Sindicato dos Jornalistas (contra estes nada tenho, mas é importante inclui-los nesta frase) mantiveram-se calados. Isto é fruto da classe de jornalistas que existe atualmente e que, esmagada pela indústria do “agora” e do “momento”, recusam-se a investigar o que estás por trás da operação C4R3T0S porque leva tempo e dinheiro.
Mas o que não se pode admitir é que o Presidente da CCPJ tenha feito, a julgar pelo que está escrito no artigo, falsas e insultuosas declarações nomeadamente aqui quando diz que “Pedro Mourão não revela por que razão havia suspendido a carteira a Rui Cruz, mas refere-se ao seu comportamento como sendo quezilento e um pouco estranho”. A minha carteira encontra-se válida, e estranho é o comportamento da CCPJ que no último ano teve duas queixas na Comissão de Acesso a Documentos Administrativos por recusa na divulgação de dados públicos que eu iria usar em investigação jornalística, faltando à transparência a que uma instituição do estado é obrigada. As queixas podem ser vistasaqui aqui.
Sobre esta matéria, no mesmo artigo pode ler-se que o presidente da CCPJ não vê com bons olhos os equiparados e que sendo o equiparado mais “conhecido” serei por analogia um alvo a abater. Pena que tenham que recorrer a ilegalidades para o fazer.
Por fim, foi a queixa da CCPJ que motivou em grande parte a minha detenção. A PGR não foi, no entanto, capaz de identificar um IP, uma data ou um método do meu alegado ataque.
Assim, posso apenas concluir que a queixa da CCPJ, que demorou apenas um mês a ser “resolvida” (tempo record!) foi feita com a noção, errada, de que eu os ataquei e que esta entidade não vê com bons olhos os equiparados a jornalistas.

E AGORA?

Estou a receber 14EUR por dia do subsídio de desemprego. Na Internet (fora o meu outro trabalho por conta de outrem) ganhava mais do que isso por dia e como disse não estou sequer a contar com o outro trabalho que tinha. Os meus fundos que tinha de reserva estão, a pouco e pouco, a acabar. Já são várias as instituições europeias que apoiam jornalistas a quem pedi ajuda no sentido legal e económico. Algumas, como a European Federation of Journalists, já ajudaram na defesa legal. Outra ajuda, humana, tem sido a do escritório de advogados Jaime Roriz que me defende e que está (e eu também) à espera do recurso sobre a medida de coação. Mas isso ainda demora mais dois meses, e quantos mais meses demorar, mais preocupante se torna a minha situação.
O Tugaleaks vai voltar? Vai. Não sei é quando. Mas que vai voltar não pode haver dúvida alguma.
Nunca fiz ataques informáticos. Estou acusado de fazer ataques informáticos. Mas sem provas de tal facto.
Pela verdade da informação.
Rui Cruz
+351 96 827 1502 (provavelmente sob escuta)
PS: e isto tudo num ano de eleições onde o Tugaleaks iria dar a conhecer algumas informações que não estão a ser passadas no mainstream media… mais outra coincidência
— Publicado por Patrícia Morais Cruz

ANATOMIA DO PSEUDO INTELECTUAL








ANATOMIA





DO PSEUDO




INTELECTUAL


















A morte segundos os etruscos - Um dos povos italianos mais misteriosos de que se tem notícia, cuja maioria das informações obtidas não vem das ruínas de suas cidades-Estado, mas sim de seus túmulos e arte funerária

A morte segundos os etruscos




Um dos povos italianos mais misteriosos de que se tem notícia, cuja maioria das informações obtidas não vem das ruínas de suas cidades-Estado, mas sim de seus túmulos e arte funerária




A parte central da Itália é uma das mais procuradas pelos arqueólogos. Isso porque foi lá que, entre os anos 700 e 400 a.C., floresceu a civilização etrusca, que logo ganharia a alcunha de "povo misterioso". Também ficaram conhecidos por terem uma certa obsessão com a morte, já que a maioria do que conhecemos hoje sobre eles veio principalmente de seus túmulos.

O mistério ao redor desse povo também se agravou com a crença de que sua língua era peculiar e ilegível. Na verdade pode ser lida, mas de uma maneira bastante limitada. Isso significa que grande parte do que se sabe vem de escritos de seus inimigos.

A Etruria, nome da região por eles habitada, equivale à moderna Toscana. Lá havia cidades-Estado independentes baseadas em 12 lugares, como Tarquinia e Cerveteri, ambas partes da comuna italiana da região do Lácio, província de Roma. Essas regiões formavam a Liga Etrusca, uma espécie de confederação.

Não se sabe muito sobre essas cidades, mas as escavações arqueológicas provaram que eram bem fortificadas e em geral ficavam em posições elevadas como no topo de colinas. Com o tempo, a área de influência desse povo se expandiu consideravelmente, o que lhes concedeu bons contatos internacionais, em especial com os povos do Mediterrâneo, como os gregos, além dos egípcios e muitos outros. Um ponto que é debatido até hoje é sua verdadeira origem, mas as pesquisas mais recentes parecem indicar que sua civilização era local e não herança de imigrantes.


Detalhe do Sarcófago dos Esposos, entre 520 e 510 a.C.

O curioso é que os arqueólogos resolveram se concentrar nos cemitérios e praticamente relegaram as cidades para segundo plano. Não é para menos, uma vez que lá foram encontrados muitos objetos feitos de metais preciosos e outros materiais exóticos. Também foram encontrados por lá vasos gregos em tons vermelho e preto, que haviam em vários túmulos. Durante a década de 1830, foram descobertos cerca de 3.400 unidades, recuperadas nesses locais durante um único ano. No século XIX, esses itens terminaram em muitos museus europeus, que estavam nos estágios iniciais de desenvolvimento de seus acervos.

Os Cemitérios

Tais sítios de pesquisa são considerados como um bom ponto de partida para se desvendar os mistérios etruscos. Sabe-se por eles que sua sociedade era fortemente de cunho hierárquico, com uma aristocracia ou classe superior, cujo status refletia nas práticas funerárias. As tumbas desses homens tiveram diferentes formas com o passar do tempo, de formato circular a fileiras de edifícios retangulares. As câmeras de túmulos circulares no cemitério de Cerveteri foram originalmente cavadas em tufa vulcânica, uma rocha de densidade mole, e cobertas com montes de terra. Possuem em média 39,62 metros de diâmetro.

Numa tumba, conhecida como Túmulo dos Alívios (Tomba dei Rilievi) há cenas que representam uma sala de banquetes com objetos como copos "pendendo" das paredes. Ela possui também uma série de descansos (completos com almofadas), também escavados na rocha. Os corpos dos mortos eram colocados lá.

Muitos túmulos são belamente decorados com pinturas de parede. Esses afrescos comemoram os prazeres da vida de uma maneira que parece curiosa quando associada à morte, um dos fatores que levam à curiosidade natural em cima dos etruscos. Já foi sugerido que essas cenas representariam banquetes funerários, embora alguns aleguem que isso poderia ser um sinal de que aquele povo via o além-vida como um banquete.


Parede do Túmulo dos leopardos, na Tarquínia.

O Túmulo dos Leopardos (Tomba dei Leopardi,) na Tarquínia, possui cenas ainda mais belas, com os convidados reclinados enquanto os comes e bebes são servidos e dançarinos se movem em todos os cantos da câmara. É possível notar um músico tocando uma flauta dupla, um instrumento que aparece em diferentes túmulos.

Competições e Mulheres

Além dos banquetes, é comum encontrar também cenas de competições esportivas. No Túmulo dos Augures (Tomba Dei Augures), também na Tarquínia, pode-se ver dois homens engajados numa luta. Ao lado está uma pilha de vasos de metal, possivelmente o prêmio, e numa ponta há um juiz que observa a contenda. Novamente os arqueólogos acreditam que se trata da representação de uma cerimônia em honra ao falecido, neste caso, jogos funerários.

Uma curiosidade em relação a esse povo parece estar no papel da mulher em sua sociedade. Elas parecem ter conquistado uma posição liberal quando comparadas com as gregas ou romanas. Em certos afrescos, como no Túmulo dos Leopardos, são mostradas jantando com os homens, algo simplesmente não aceitável no mundo grego. As esposas pareciam também desfrutar da mesma posição que seus maridos a julgar pelos sarcófagos encontrados nos túmulos.

Como método para lidar com os mortos, parece haver uma predileção clara pela cremação em alguns períodos. Os restos incinerados eram enterrados nos Columbaria, nichos escavados na rocha. Os enterros tiveram grande impacto na posterior interpretação desse povo e seus sarcófagos, feito de terracota, foram um fator importante. São considerados, até hoje, como exemplos belos da arte funerária mundial, cujas tampas eram reproduções dos corpos que guardavam, alguns de um alto nível de realismo. E com o passar do tempo essas esculturas ficaram cada vez mais realistas, o que prova que aquele povo tinha um interesse nas pessoas como indivíduos a ponto de muitas tampas de sarcófagos parecerem mais retratos do que uma representação idealizada do morto.





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