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sábado, 18 de abril de 2015

A ESPECTACULAR COSTA SUDUESTE DO ALGARVE

Já é possível descobrir quem te liga em privado - Todos recebemos chamadas em privado que nos recusámos a atender. Mas algumas das vezes o assunto até pode der importante. Existem aplicativos que ajudam a resolver o problema mostrando quem nos está a ligar.

Já é possível descobrir quem te liga em privado

Todos recebemos chamadas em privado que nos recusámos a atender. Mas algumas das vezes o assunto até pode der importante. Existem aplicativos que ajudam a resolver o problema mostrando quem nos está a ligar. 1.Trap Call Esse aplicativo está disponível para Android e iOS. Foi desenvolvido pela companhia americana Tel Tech, de Nova Jersey, Estados Unidos. Ele funciona da seguinte maneira: quando se recebe uma chamada de número desconhecido, é possível recusá-la apertando duas vezes um botão de bloqueio. Em seguida o app envia uma mensagem de texto com o telefone de quem fez a chamada e se ele está vinculado a um endereço específico. “Todo mundo odeia receber chamadas de números ocultos. Todos querem ter a opção de saber quem está chamando e ter a opção de atender ou não”.

2. True Caller A empresa sueca True Software Scandinavia AB, afirma que o app tem mais de 85 milhões de usuários em todo o mundo. A aplicação está disponível para iOS, Android, BlackBerry OS e Windows Phone, entre outros. Também se pode usar o serviço por meio de sua página na internet.

 3. Contative Esse app gratuito foi idealizado pelo espanhol Iñaki Berenguer, que em 2013 fundou a start up Klink – que recentemente comprou a companhia britânica ThinkingPhones. Ele serve para identificar números desconhecidos e seus criadores dizem que ele pode revelar mais de 600 milhões de números. O que ele faz é automatizar e agilizar uma busca que qualquer usuário poderia fazer, mas que levaria tempo. Qualquer pessoa poderia buscar um número de telefone na internet e possivelmente encontraria um nome vinculado a ele. Com o nome seria possível buscar mais informações no Facebook, no LinkeIn, ou na Wikipedia. O Contactive faz isso em segundos. 

4. Track Caller Location Criado pela desenvolvedora de softwares Smartlogic, com sede nos Estados Unidos e no Reino Unido, esse app pode ser baixado gratuitamente desde outubro do ano passado. Para utilizá-lo não é preciso estar conectado à internet. Além de ter as mesmas funções dos aplicativos descritos acima, o Track Caller Location permite descobrir a localização do autor da chamada, desde que o celular dele use sistema GSM. 

5. Whoscall Empresa desenvolvedora de aplicativos diz filtrar meio milhão de ligações problemáticas por dia A empresa que o desenvolveu, a Gogolook, de Taiwan, diz que o aplicativo gratuito filtra 20 milhões de chamadas por dia e identifica meio milhão delas como problemáticas ou desonestas. Da mesma forma que o Contactive, o Whoscall identifica as ligações a partir de uma base de dados de 600 milhões de números, segundo a empresa. Uma vez identificados os números não desejados, o app permite bloqueá-los.


 6. Whos Calling? O aplicativo do desenvolvedor BadAix é similar ao anterior da lista, Whoscall. Porém, ele é capaz de detectar quem está por trás de um texto de WhatsApp, inclusive quando o usuário não se identifica por um nome no serviço de mensagens electrónicas. Ele também permite reconhecer a origem dos textos enviados pelo Messenger da rede social Facebook e oferece a possibilidade de configurar smartphones para que filtrem as chamadas em função dos contactos . Com esses aplicativos você pode configurar sua própria lista negra de números de telefone não desejados e evitar assim um aborrecimento. 

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Rota da Seda: Onde caravanas transportavam mercadorias e idéias - Poucas aventuras humanas instigam tanto a nossa imaginação quanto aquela que aconteceu ao longo da Rota da Seda

Rota da Seda: Onde caravanas transportavam mercadorias e idéias

Poucas aventuras humanas instigam tanto a nossa imaginação quanto aquela que aconteceu ao longo da Rota da Seda


A rede de estradas conectava o Extremo Oriente ao Mediterrâneo, por seus caminhos passaram, entre o século 2 antes de Cristo até meados do século 16, milhares de caravanas de camelos que transportavam mercadorias do Oriente para a Europa e o mundo árabe, e vice-versa. O itinerário principal da Rota se estendia por 12 mil quilômetros, atravessando montanhas, desertos e estepes, da China até os portos de Antioquia, na Síria, e os de Bursa e Constantinopla (a moderna Istambul), na Turquia. Desses portos, a Rota prosseguia por via marítima, até Veneza.

A Rota da Seda não era apenas um itinerário comercial: era sobretudo um importante canal de comunicação entre os povos do Oriente e do Ocidente, pelo qual ocorria a transmissão, em mão dupla, de tecnologias, artes e religiões. Da China, através da Rota, chegaram invenções que revolucionaram a Europa: a tecnologia do papel, a impressão, a pólvora. Da Europa, foram para o Extremo Oriente os conhecimentos ocidentais das matemáticas, da medicina e da astronomia. Percorrendo-a, o Islão, nascido no Oriente Médio, se difundiu na Ásia Central e na Índia; o budismo, por seu lado, se propagou da Índia à China e ao Japão.


 Cena de rua e mercado ao ar livre em Istambul. Chamada Constantinopla na época da Rota da Seda, essa antiga cidade devia boa parte da suaprosperidade ao fato de ser um dos principaisentrepostos de comércio entre a Ásia e a Europa.
A Rota da Seda – expressão cunhada no século 19 pelo estudioso alemão Ferdinand von Richthofen – tornou-se assim o maior eixo comercial e cultural de todos os tempos. Até hoje, seu nome é sinônimo de exotismo, aventura, viagens a terras distantes. A seda – objeto por excelência do desejo dos ricos e poderosos da Europa e do mundo árabe –, da qual os chineses dominavam os segredos de fabricação, foi escolhida como símbolo dessa imensa rede de comunicação terrestre. Mas a seda estava longe de ser o único produto a transitar por ela. Sobre seus lombos, os camelos carregavam também enormes fardos de especiarias em direção aos mercados europeus: cravo, canela, ginseng, coentro, sândalo, noz-moscada, cardamomo, mirra, incensos, bem como outros tecidos, sobretudo o linho, e tapetes, ervas medicinais, chás, jóias, artefatos de metal e madeira, cerâmicas e porcelanas, obras de arte. Em direção à China seguiam produtos de beleza e maquilagem, diamantes, pérolas, corais e vidros de manufatura ocidental. O diamante era utilizado sobretudo como pedra de corte, enquanto os objetos de vidro eram vendidos como artigos de alto luxo até o século 5, quando os chineses aprenderam a arte da sua fabricação.

Junto às as caravanas, caminhando ao lado dos camelos nessas viagens que duravam meses e até mesmo anos, um número enorme de pessoas se movia. Eram comerciantes e mercadores das mais diversas procedências e nacionalidades, homens de guerra com seus exércitos, sacerdotes, exploradores, embaixadores e emissários, peregrinos religiosos, artistas. Foram eles que possibilitaram o intercâmbio não apenas de mercadorias mas também aquele outro, mais duradouro e fecundo, das idéias, das crenças religiosas, dos estilos artísticos, das escolas de pensamento. A Rota da Seda funcionou assim como um gigantesco caldeirão cultural no qual se encontravam e se fundiam as mais diversas expe- riências culturais – chinesa, indiana, iraniana, árabe, turca, egípcia, a grega e a romana clássicas.


 Em Kashgar, no Noroeste da China, o mercado, a economia e a vida cotidiana não são muito diferentes do que eram nos tempos em que esse oásis era um dos pontos mais importantes da Rota da Seda.
Os itinerários seguidos pelos viajantes ao longo da Rota da Seda mudaram com o tempo, segundo sobretudo a situação política dos vários Estados atravessados pelas caravanas. Mas aquela que é hoje chamada de rota principal permaneceu a mesma ao longo dos séculos. Ela partia da China (da sua antiga capital, Chang’na) e se estendia em direção noroeste, penetrando na Ásia Central, onde, nas imediações do oásis de Dunhuang, se bifurcava em dois percursos principais. O primeiro seguia pela borda sul do deserto de Taklamakan, o segundo pela vertente norte desse mesmo deserto. Ambos os percursos se reuniam depois na cidade de Kashgar. Daí, a Rota atravessava as montanhas da cordilheira do Pamir, e passava pelas cidades de Samarcanda, Bucara e Merv, situadas no atual Usbequistão. Seguia depois pelas margens do Mar Cáspio e atravessava o Norte do atual Irã, antes de entrar no atual Iraque. Bagdá, a capital, era uma das cidades mais importantes da Rota. O trecho final chegava finalmente a Alepo e Antioquia, na Síria. Um outro braço atravessava a Anatólia turca até os portos de Bursa e Constantinopla (atual Istambul). Nesses portos, as mercadorias eram embarcadas em navios em direção a Veneza: entreposto definitivo onde as mercadorias eram armazenadas e as negociações aconteciam. De Veneza, via terra, os bens eram distribuídos para toda a Europa.











Nem tudo foram flores na longuíssima história da Rota da Seda. Pela prosperidade que ela engendrava, e por causa do acesso que proporcionava a um grande número de riquezas muito cobiçadas, ela atraiu um grande número de imigrantes e de invasores. No século 6, tribos turcas originárias da Ásia Central lançaram uma onda de migrações bem sucedidas em direção ao Oeste que levaram a língua e os costumes turcos até as margens do Mediterrâneo. Os árabes muçulmanos, por seu lado, fizeram o caminho contrário, migrando em direção ao Leste, alterando de maneira decisiva o equilíbrio de forças e a distribuição das grandes religiões mundiais na Ásia Central e na Índia.


 Ao atravessar as zonas limítrofes entre a China eo Sul da Mongólia, a Rota passava por váriossantuários budistas mongóis, como o da foto acima. Nesses lugares havia intenso intercâmbio cultural, com troca não apenas de informações científicas e culturais mas também filosóficas e religiosas.
Em meados do século 13, chegou a vez dos mongóis de Gengis Khan e seu filho Kublai Khan. As hordas bárbaras dos mongóis invadiram a China, toda a Ásia Central, e prosseguiram depois a leste até o centro da Europa. Pela primeira e única vez na história, a Rota da Seda ficou sob o domínio exclusivo de um vasto império, o mongol. Graças a isso mercadores e emissários europeus como Marco Polo puderam viajar, sob a proteção dos mongóis, até a China, estabelecendo contato direto entre essa nação e a Europa.

Na segunda metade do século 14, o poder passou para as mãos do líder tribal Timur (Tamerlão), mongol de língua turca, que estabeleceu sua capital em Samarcanda. Guerreiro impiedoso, Timur dominou boa parte da Ásia Central, estabelecendo um reinado baseado no terror e na violência. As tribos se revoltaram contra ele, e uma situação de instabilidade política se instalou, seguida de uma crise econômica e de declínio cultural. A Ásia Central, enfraquecida e desorganizada, não mais pôde assumir o controle de intermediação que era vital para o comércio regular entre o Oriente e o Ocidente.


 A arte islâmica dos azulejos está bem representada neste detalhe de uma cúpula de edifício religioso situado no centro histórico de Samarcanda, no Usbequistão.
A China se aproveitou dessa situação para se livrar dos longos anos de dominação mongol e para restabelecer valores chineses tradicionais. Em meados de 1426, a dinastia Ming fechou as fronteiras da China. Depois de ter sido a principal artéria de comunicação entre o Oriente e o Ocidente, a Rota da Seda foi cortada. Seu fechamento durou 1.500 anos, e foi um dos principais motivos que levaram os europeus a descobrir rotas marítimas para manter o comércio com as nações do Oriente. Foi também responsável pelo grande declínio sofrido nos séculos seguintes pelos países e populações situados ao longo da Rota. Cada uma daquelas cidades e oásis, devido às suas naturezas particulares e colocação geográfica, tinha se beneficiado em modo e medida diversa dos estímulos e influências provenientes do intenso tráfego internacional que por elas passava. Cada uma tinha desenvolvido não apenas uma história, mas também uma fisionomia cultural, artística e religiosa próprias, constituindo sínteses únicas. Todas essas extraordinárias experiências se dissolveram com a falta dos mercadores, peregrinos, religiosos e artistas que durante séculos as tinham promovido, deixando sinais tangíveis da sua presença. Essas cidades e oásis pouco a pouco foram sendo despovoadas, algumas foram inteiramente abandonadas, transformando-se em ruínas. O deserto, finalmente, se apossou da maior parte dos monumentos, escondendo-os sob uma camada de areia.










Foi apenas no final do século 19 e início do século 20 que esses lugares quase esquecidos começaram a ser redescobertos, graças ao trabalho de numerosos exploradores e arqueólogos, em sua maioria europeus. Suas atividades, no entanto, nem sempre eram ditadas por puro espírito científi- co: muitos estavam ali como agentes de seus respectivos go- vernos para explorar estradas e percursos utilizáveis para fins comerciais e militares. Foi, por exemplo, o caso típico da Rússia, que organizou inúmeras expedições à Ásia Central, sobretudo, à zona do deserto de Taklamakan com o objetivo – por sinal bem sucedido – de instaurar protetorados ou simplesmente de anexar nações. Tudo isso faz parte da história da criação do vasto império que se chamou União Soviética. Muitos desses agentes não se contentaram em ser pontas-de-lança de projetos de dominação da região: dedicaram-se também à pilhagem dos tesouros artísticos e culturais nela guardados.


 A Grande Mesquita de Bucara, no Usbequistão,chegou intacta até os nossos dias. Ela é umdos mais impressionantes monumentos da arte e da arquitetura islâmica de todos os tempos.
A Rússia não esteve sozinha no grande processo de pilhagem que ocorreu naqueles anos. Pinturas murais, esculturas, manuscritos e tantos outros tesouros que testemunham a pujança das antigas civilizações da Rota da Seda foram simplesmente embarcados “para casa” pelos exploradores estrangeiros. Para se ter uma idéia da quantidade de tesouros centro-asiáticos pilhados basta visitar hoje os acervos de dezenas de museus especializados no Japão, China, Índia, Estados Unidos, Inglaterra, França, Rússia, Suécia, Finlândia, Taiwan, Coréia do Sul e Alemanha.

Hoje, lentamente, as nações da Rota da Seda abrem suas portas aos visitantes estrangeiros, e procuram recuperar o que sobrou do magnífico patrimônio que o comércio da seda gerou.

Marco Polo, o grande aventureiro da Rota da Seda


 Durante séculos, o império mongol controlou a totalidade da Rota da Seda, possibilitando a viagem de grandes aventureiros como Marco Polo. Na foto à esquerda, um velho monge budista mongol. À direita, uma garota mongol.
Em 1271, os comerciantes venezianos Nicolau e Mateus Polo partem para a China, através da Rota da Seda, para uma viagem que irá durar cerca de 20 anos. Com eles está o jovem Marco, destinado a passar para a história como um dos mais célebres viajantes de todos os tempos. Suas aventuras são descritas no livro O Milhão, e farão sonhar muitas gerações de leitores ocidentais.

A Rota está novamente aberta

A desintegração da União Soviética assinala um novo capítulo na longa história da Rota da Seda. Com ela, as antigas repúblicas soviéticas da Ásia Central situadas na Rota da Seda – Casaquistão, Usbequistão, Guirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão – conquistaram a sua independência e reabriram suas fronteiras, fechadas ao mundo ocidental durante a dominação soviética. Hoje, é possível visitar livremente essas nações – todas elas de riquíssimo passado cultural – para conhecer o que sobrou dos grandes monumentos erigidos nos séculos em que a Rota se manteve ativa. Samarcanda e Bucara, no Usbequistão, por si sós valem a visita. Ambas possuem um patrimônio arquitetônico islâmico de tirar o fôlego.

A Roda da Seda e o Patrimônio Mundial


 A partir de Chang’an, a antiga capital da China, a Rota da Seda se estendia em direção noroeste, acompanhando o traçado da Grande Muralha.
O Centro do Patrimônio Mundial da Unesco trabalha ativamente para inscrever a Rota da Seda na lista do Patrimônio Mundial dos bens culturais. Em agosto de 2003 e em julho de 2004, a organização enviou expedições de especialistas para investigar sobretudo a parte da Rota que se encontra em território chinês. Essas missões da Unesco na China concluíram que uma rota cultural pode ser definida em termos de espaço (a Rota passava por centenas de sítios, de monumentos, de construções, de edifícios) e de tempo (é possível estabelecer o início e o fim da sua utilização). Completada a investigação do trecho chinês da Rota (cerca de 4.450 quilômetros), a Unesco dará início a uma fase ulterior, ligada aos demais países da Rota, situados na Ásia Central até o Mediterrâneo.



.:: Revista Planeta

universodahistoria.blogspot.pt

ORA AQUI ESTÁ MAIS UMA COLECTÂNEA DE 15 VÍDEOS SOBRE ANIMAIS

Vídeos animais 59
Big Cat Rescue  é uma organização que se encarrega de resgatar, cuidar, proteger e ajudar grandes felinos que por algum infortúnio não podem mais levar uma vida normal na natureza. Neste lugar encarregam-se de ajudá-los e reabilitá-los e, em caso de necessidade, dar-lhe os cuidados médicos apropriados. Ademais, estudam os animais para conhecê-los sticos, os grandes felinos melhor e fizeram uma grande descoberta que decidiram compartilhar com o mundo neste divertido vídeo: assim como os pequenos gatos dométambém gostam de caixas de papelão.


O nome "Pugs de Westeros" resume tudo o que você precisa saber sobre o conteúdo deste vídeo seriamente fofo. Nele, Roxy, Blue e Bono, os Pugs da Terra Média mostram toda a nobreza dos personagens de Game of Thrones.

Ainda que são animais fascinantes, os peixes não estão entre as mascotes mais carinhosas. No entanto, este vídeo pode nos dar outro ponto de vista a respeito. Este peixe é acariciado por seu dono, com grande receptividade por parte do animal, que não só deixa, senão que volta pedindo mais caricias repetidas vezes.

Nos últimos anos os pitbulls foram estigmatizados por supostas falhas das quais os únicos culpados foram os donos irresponsáveis. Por isso gostamos de aproveitar qualquer oportunidade para recordar que são cães tão carinhosos, obedientes, honestos, nobres e disciplinados quanto qualquer outro, e que só uma má e irresponsável pode gerar problemas de comportamento, assim como ocorre com qualquer outro tipo de raça.
Muflões são um tipo de ovelha de grande porte que habita lugares montanhosos. Os machos podem chegar a pesar 50 kg e têm enormes cornos que crescem em forma de espiral. Devido a seu forte temperamento, é considerado um animal perigoso. Ou seja, é um desses animais que é melhor passar ao largo, sobretudo se ele se sentir ameaçado. 

O corredor do vídeo, no entanto, decidiu arriscar-se porque a situação assim o requeria: quando estava correndo pela trilha, encontrou um muflão preso a um tronco de uma árvore. O animal estava muito nervoso e, apesar da perigosa situação, o corredor não duvidou um instante em que devia ajudar o carneiro.

São bem conhecidos os vídeos de ursos pescando na piracema do salmão no Alasca, mas a abundância é tamanha que até os lobos vão fazer uma boquinha, como podemos ver nessas cenas gravadas nas cachoeiras Brooks no Parque Nacional de Katmai.

Ayleen O'hanlon é uma cantora cujos vídeos do YouTube se tornaram famosos por seu grande talento musical. Mas, quando quis que seu gato George participasse, o vídeo acabou da única maneira possível: com o felino tomando toda a atenção e convertendo-se na estrela absoluta do vídeo em o que a cantora tenta cantar "Loveness".

Esses dois caras em um barquinho a remo descobriram uma nova razão para ficarem aterrorizados: - "OMG elas estão chegando muito perto..." Mais tarde, antes de descerem do barco os dois jogaram a cueca fora.

Este é um grande exemplo da importância que tem a inserção de um microchip em nossos queridos mascotes. Jasper foi encontrado vagando pelas ruas e levado por pessoas que ficaram com pena dele à clínica veterinária Hurstpierpoint, no último 12 de março. Após comprovar que o cão se encontrava em perfeitas condições, analisaram o microchip descobrindo que estava denunciado como desaparecido ou roubado, desde setembro de 2014.

No seguinte vídeo vemos o emotivo encontro entre dois grandes amigos que jamais deviam ter se separado e que, graças às novas tecnologias, podem estar juntos de novo.
Graças a internet estamos descobrindo que certos animais que aparentemente eram de uma maneira, são, para nossa grata surpresa, de outra. Temos o exemplo dos cavalos que não têm fama de inteligentes mas, a internet está demonstrando pouco a pouco o contrário. No seguinte vídeo vemos a maneira tão terna que tem de recompensar o beijo que lhe dá seu humano.

A Princesa Leia, uma filhote de boxer de 8 meses de idade, cai no sono enquanto chupa sua chupeta. Tão bonitinha!

Neste vídeo veremos como uma preciosa cadela golden retriever, raça que se caracteriza por sua grande inteligência e bondade, cuida com muito mimo e carinho de um grupo de pintinhos que não tinham mãe.

O mundo do futebol gera todo tipo de conteúdos. Alguns mais lógicos que outros, mas sem dúvida todos deixam imagens curiosas para os fãs do esporte. Neste caso, o protagonista é Purin, o beagle, que, ao que parece, adora jogar o futebol. Seu humano, ao lançar-lhe bolas, deu-se conta que tinha um mascote com uma curiosa habilidade de aparar as bolas.

Mas se Purin se mostra um bom goleiro, Sid, o gato, não fica nada a dever. "Como um gato" ele faz espetaculares defesas que deixariam Taffarel no chinelo.



A hora do banho é uma das mais importantes para os gatos, de fato, são tão limpos que grande parte das horas que passam acordados dedicam a seu asseio pessoal. Conquanto é verdade que são auto-suficientes, ninguém reclama de uma ajudinha de vez em quando, e a gatinha do vídeo encontrou um cervo que está disposto a lhe dar um banho com a maior delicadeza.

A inocência e ingenuidade das crianças pode dar lugar a momentos divertidíssimos que são difíceis de esquecer. A sorte é que nos tempos que correm, todos os pais têm a mão uma câmera para registrar este tipo de acontecimentos. No seguinte vídeo vemos a reação de uma garota quando recebe um lindo presente sua mãe. Sua confusão ao identificar o presente vai fazer com ria bastante. Ela ganha um cãozinho, mas pensa que é um hamster.
Dois dias após seu nascimento, esta cabrita pigmeia começou a dar seus primeiros passinhos e a descobrir que seu corpo está cheio de possibilidades com as quais se expressar. A emoção e a alegria de estar junto a sua família e seus amigos humanos fazem com que esta adorável bebê se ponha a dar saltinhos no que parece uma dança de felicidade.
Fritz, o adorável e desajeitado cão, que tem um inegável talento de não ter talento, está de volta e desta vez ele está tentando pegar algumas delícias caninas em Nova Iorque. Vamos ver se ele está aprendendo com a prática.

O Serviço de Vida Selvagem do Quênia, em colaboração com a associação Amboseli Trust For Elephants, por sorte conseguiram resgatar este pequeno elefante de cinco dias de idade que tinha ficado preso no barro de um lamaçal, do de onde não podia sair, nem sua mãe podia tirá-lo. Para resgatá-lo primeiro tiveram que afastar à mãe do lugar, e depois tirar o pequeno. Quando mãe e filho se reúnem de novo, suas reações não têm preço, e podemos apostar que ficaram um bom tempo sem separar a uma distância maior de alguns centímetros.

Didga é o gato de um conhecido skatista que tomou gosto de se deslocar por toda a cidade de skate, ante surpresos transeuntes que cruzam com o felino sobre rodas. Não nos estranha que este vídeo tenha superado os 5 milhões de visitas, porque sua habilidade é incrível.


http://www.mdig.com.br

Programa Nacional de Reformas esmaga trabalhadores e pensionistas - O pacote de medidas avançadas pelo Governo do PSD/CDS, denominado de Programa Nacional de Reformas para 2016-2019, confirma que, depois do Memorando, continua a política de esmagamento dos rendimentos dos trabalhadores e pensionistas, e de deterioração dos serviços públicos e das funções sociais do Estado.

Programa Nacional de Reformas esmaga trabalhadores e pensionistas

crushO pacote de medidas avançadas pelo Governo do PSD/CDS, denominado de Programa Nacional de Reformas para 2016-2019, confirma que, depois do Memorando, continua a política de esmagamento dos rendimentos dos trabalhadores e pensionistas, e de deterioração dos serviços públicos e das funções sociais do Estado.
Mais uma vez fica claro que este Governo não se conforma com a Constituição da República, nem com as inconstitucionalidades expressas nos Acórdãos do Tribunal Constitucional e opta por apostar na confrontação com a legalidade democrática. É de sublinhar que algumas das medidas agora avançadas, já foram chumbadas pelo Tribunal Constitucional, como é o caso da manutenção das reduções remuneratórias na administração pública para além de 2015.
A opção de classe do Governo é clara, quando depois da redução acelerada da taxa de IRC para os patrões, persiste em adiar para o “dia de são nunca à tarde” a reposição dos salários e a extinção da sobretaxa de IRS para os trabalhadores.
Ao anunciar tectos contributivos e limitações ao valor das pensões a pagar, nomeadamente aos mais jovens, o Governo está ainda a provocar uma divisão intergeracional e a tentar transfigurar a Segurança Social pública, universal e solidária, num sistema assistencialista e caritativo. Este é um processo que urge travar, sob pena de se estar a pôr em causa um dos alicerces da coesão social.
Apesar de procurar camuflar o significado destas medidas, afirmando representarem um “alívio na austeridade”, o Governo não consegue esconder que a política de futuro que tem para os trabalhadores e pensionistas é rigorosamente a mesma que até hoje lançou centenas de milhar de trabalhadores para o desemprego, a precariedade, a emigração forçada, a pobreza e condena Portugal à estagnação económica permanente.
O “Programa Nacional de Reformas”, decorrente do Tratado Orçamental e do PEC, constitui um ataque aos interesses do povo e do país e aos princípios mais elementares da democracia, da soberania política e independência nacionais.
No momento em que se aproximam as eleições para a Assembleia da República, é inadmissível que um Governo, que sabe que vai ser derrotado nas urnas, queira amarrar os trabalhadores e a população a mais quatro anos de exploração, sofrimento, desigualdades e empobrecimento, condicionando, por esta via, o voto popular e uma alternativa política.
Colocar um ponto final à política de direita e ao Governo do PSD-CDS é um direito e um dever de todos quantos acreditam que é possível um futuro melhor para Portugal. No 1º de Maio, vamos fazer do Dia Internacional do Trabalhador, um momento alto da luta convergente, por melhores condições de vida e de trabalho e por uma política de esquerda e soberana, alicerçada nos valores e direitos de Abril.
DIF/CGTP-IN
Lisboa, 17.04.2015
Via: Entrada – CGTP-IN http://ift.tt/1Q1Lphx

BPN custou mais 132 milhões ao défice de 2014

BPN custou mais 132 milhões 


ao défice de 2014

Estado teve de fazer nova injeção de capital no Banco Efisa, uma das unidades do BPN, e assumir perdas com créditos na sequência da venda do BPN Crédito.

A herança do Banco Português de Negócios (BPN) custou mais cerca de 130 milhões de euros ao défice do ano passado, devido a mais um aumento de capital do Banco Efisa, um dos bancos comprados pelo BPN e que passaram para as mãos do Estado com a nacionalização do banco.
 .
No Programa de Estabilidade entregue esta sexta-feira ao Parlamento, o Governo inscreve mais 38 milhões de euros de aumento de capital do Efisa no registo do défice do ano passado como operação extraordinária.

Por cima destes 38 milhões de euros, são incluídos ainda mais 94 milhões de euros, que já eram conhecidos, de perdas assumidas com imparidades no âmbito do processo de venda do BPN Crédito no ano passado. No total, só com estas duas unidades, o BPN custa mais 132 milhões de euros ao défice de 2014.

Restam ainda vários ativos que o Estado tem de gerir e que ainda pode assumir perdas, nas sociedades veículo criadas na sequência da nacionalização do BPN.

* Tudo isto por causa do desgoverno de Socrates, a conivência de Teixeira dos Santos e a balda de Vitor Constâncio, estamos phodidos, perdoem o calão porque ph......, estamos à mesma!


  1. apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt


Eleições de 1975: um segredo bem guardado - Na Revista do Expresso de hoje, José Pedro Castanheira divulga «um segredo» guardado durante mais de 40 anos

Eleições de 1975: um segredo bem guardado

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Na Revista do Expresso de hoje, José Pedro Castanheira divulga «um segredo» guardado durante mais de 40 anos: em Dezembro de 1974, foi feito um inquérito a 6.629 pessoas, interrogadas, entre muitos outros temas, sobre o posicionamento quanto à realização de eleições e sobre escolhas que fariam nas primeiras a serem realizadas em liberdade. Os resultados terão sido decisivos para Costa Gomes manter a convocatória do acto eleitoral (que veio a realizar-se, como é sabido, em 25 de Abril de 1975, com uma participação de 91,7%) e revelaram-se praticamente iguais àqueles que se verificaram, na realidade, quatro meses mais tarde.

Num momento em que a possível expressão eleitoral dos diferentes partidos era uma enorme incógnita, a sondagem foi realizada, sem fins lucrativos, por uma empresa ligada ao grupo CUF e concretizou-se num extenso questionário com 33 perguntas feitas em entrevistas pessoais, sobre muitas questões fundamentais da vida do país. A 33ª pergunta era a seguinte: «Finalmente, para terminar, que partido gostaria que ganhasse as eleições?». Eis os resultados: 


Impressionante: as conclusões do estudo foram coligidos em 17 volumes de 500 páginas cada e nunca foram divulgados (aliás, a lei eleitoral proibia publicação de resultados de sondagens nos dois meses anteriores a sufrágios). Terá sido muito reduzido o número de pessoas, mesmo elementos do governo, que terão tido acesso ao documento e poucos exemplares restam do mesmo. Por exemplo, o coronel Costa Brás, que ocupava então a pasta da Administração Interna, responsável por montar toda a estrutura para o acto eleitoral, disse agora ao Expresso que nunca ouvira falar de tal coisa.

P.S. – Para quem tenha acesso ao jornal: vale muito a pena ter todo o texto, onde são apresentados resultados sobre muitos outros temas abordados no inquérito


entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt

ACAMPAMENTO RACISTA NA ÁFRICA DO SUL ESTÁ FAZENDO LAVAGEM DE CÉREBRO A ADOLESCENTES COM VISTA A UM ESTADO BRANCO SEPARADO


ÁFRICA DO SUL: Acampamento racista treina jovens para guerra racial
Um movimento de supremacia branca está fazendo lavagem cerebral em adolescentes na África do Sul. A Afrikaner Resistance Movement (AWB), de extrema-direita, está preparando milhares de jovens em campos de treino estilo militar, no noroeste de Joanesburgo, para lutar por um estado branco separado.
De dia, são empurrados para os seus limites físicos, com cursos de assalto e aulas de autodefesa e o tempo todo escutam afirmações sobre o perigo de "os milhões de negros que tentam matá-lo".
De noite, os adolescentes são submetidos à vil doutrinação racista que muitos esperavam que houvesse desaparecido na África do Sul, na viragem para o bem obtida com o sonho árduo de Nelson Mandela de uma nação multirracial
Para Dion Bernard, um garoto de 15 anos de idade, matriculado no último acampamento, as sementes do ódio racista estão já cimentadas na sua mente.— A Bíblia diz que as pessoas negras têm que viver com negros e brancos têm que viver com as pessoas brancas. Você não pode misturar as nações. Eu não tenho amigos negros. Se eles vêm para o meu lado e pedem para falar comigo, eu vou dizer não. Ou viro as costas para eles e vou embora.
Dion vem de uma família profundamente religiosa, que faz parte de uma minoria pequena, que ainda anseia pela política segregacionista da era do apartheid.
O acampamento é comandado pelo coronel Jooste, um veterano da era do apartheid sul-africano. Num programa de TV, declarou:— A África do Sul está sangrando. E é por isso que temos que treinar nosso povo a ser separatista.
Os membros do acampamento são filmados queimando a bandeira sul-africana, mantendo o africânder, idioma falado por grupos de brancos.
Eles se recusam a conviver com grupos de negros.
— Ninguém nos vai forçar a ficar sob esta bandeira. Nós, da Afrikaner queremos a nossa liberdade. Queremos o nosso próprio país.
Fonte: R7 TV

As famílias não têm filhos não porque não queiram, mas porque não podem

As famílias não têm filhos não porque não queiram, mas porque não podem

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O PCP propõe na Assembleia da República, às famílias e ao país, um conjunto vasto de soluções integradas e concretas sobre a NATALIDADE:
– Um programa nacional de combate à precariedade que ponha termo à instabilidade, à contratação ilegal e à exploração dos trabalhadores;
– O reforço dos direitos de maternidade e paternidade, designadamente quanto à livre escolha do casal no gozo da licença de maternidade e paternidade de 150 ou 180 dias, assegurando o seu pagamento a 100% da remuneração de referência; o alargamento de licença obrigatória da mulher de seis para nove semanas e da licença de paternidade de 10 para 20 dias; a criação da licença de prematuridade paga a 100% e o combate ao despedimento ilegal de trabalhadoras grávidas, puérperas e lactantes;
– Uma efetiva fiscalização do cumprimento dos direitos de maternidade e paternidade através do reforço dos meios da ACT;
– O alargamento dos critérios de atribuição do abono de família, assegurando a sua universalidade, através da reposição dos 4º, 5º e 6º escalões e da majoração em 25% dos 1º e 2º escalões;
– O alargamento dos critérios de atribuição do abono pré-natal;
– A criação de uma rede pública de equipamentos para a infância a preços acessíveis;
– A atribuição de médico de família a todos os utentes em particular às mulheres grávidas e às crianças e jovens;
– A efetivação dos direitos sexuais e reprodutivos;
– O acesso a cuidados de saúde para as crianças e jovens, assegurando a saúde infantil, a inclusão das vacinas antipneumocócica, antipneumocócica tipo B e antirotavírius no Plano Nacional de Vacinação, a promoção de saúde e da saúde mental;
– A acessibilidade aos tratamentos de infertilidade através do aumento dos centros públicos de procriação medicamente assistida, assim como da sua capacidade de resposta que permita a eliminação progressiva das listas de espera, o aumento do número de ciclos e a disponibilização gratuita dos medicamentos para o tratamento de infertilidade;
– A gratuitidade dos manuais escolares para todos os estudantes na escolaridade obrigatória e a criação do passe escolar gratuito para os estudantes com ação social escolar e comparticipado a 50% para os restantes estudantes;
– O acesso à habitação para os jovens.

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