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segunda-feira, 13 de abril de 2015

PCP condena acção anti-comunista e de promoção do fascismo na Ucrânia - O PCP condena firmemente a aprovação pelo Parlamento ucraniano, no passado dia 9 de Abril, de uma lei que visa condicionar e, mesmo impedir a actividade do Partido Comunista da Ucrânia, assim como de outras forças democráticas

PCP condena acção anti-comunista e de promoção do fascismo na Ucrânia

O PCP condena firmemente a aprovação pelo Parlamento ucraniano, no passado dia 9 de Abril, de uma lei que visa condicionar e, mesmo impedir a actividade do Partido Comunista da Ucrânia, assim como de outras forças democráticas – lei que não pode deixar de merecer o repúdio de todos os democratas e anti-fascistas.
PCP condena acção anti-comunista e de promoção do fascismo na Ucrânia
Trata-se de um novo e gravíssimo passo na escalada anti-comunista, que é acompanhado pela recuperação e promoção do fascismo na Ucrânia, como testemunha a decisão do Parlamento ucraniano de, no mesmo momento, ter reconhecido os membros da denominada Organização de Nacionalistas Ucranianos-Exército Rebelde Ucraniano – colaboradores das SS nazis durante a Segunda Guerra Mundial e responsáveis por inúmeras atrocidades cometidas contra as populações da URSS e da Polónia –, atribuindo aos seus veteranos regalias sociais.
Quando se comemora no próximo dia 9 de Maio o 70º aniversário da Vitória sobre o nazi-fascismo, as ultrajantes decisões do Parlamento ucraniano representam um insulto à memória dos milhões de comunistas que com outros democratas e anti-fascistas – em que se incluem vários milhões de ucranianos – deram as suas vidas para libertar o mundo da barbárie nazi-fascista, assim como uma tentativa de ocultar o papel determinante da União Soviética nesta Vitória.
O PCP denuncia e rejeita a ignóbil tentativa de equiparar o comunismo com o nazi-fascismo, através da qual se procura branquear a natureza exploradora, opressora e brutal do nazi-fascismo e esconder o papel dos comunistas na luta pela liberdade, pela democracia, pela emancipação social e nacional, pela construção de uma sociedade mais justa, livre da exploração do homem pelo homem.
O PCP salienta que a decisão do Parlamento ucraniano se insere na campanha de repressão política e anti-democrática desencadeada com o golpe de Estado de Fevereiro de 2014, em Kiev, que foi fomentado e apoiado pelos EUA, a UE e a NATO.
O PCP recorda que as forças golpistas – que integram organizações que reivindicam abertamente a herança nazi-fascista – são responsáveis pela violação de direitos, liberdades e garantias e por brutais actos de violência, de que são exemplo a chacina perpetrada a 2 de Maio de 2014 na Casa dos Sindicatos, em Odessa, e a guerra desencadeada contra as populações da região do Donbass.
O PCP repudia os actos de perseguição e de violência – incluindo agressões físicas e assassinatos – contra os comunistas e outros democratas e anti-fascistas ucranianos e denuncia as inaceitáveis tentativas de criminalizar a ideologia comunista e de ilegalização do Partido Comunista da Ucrânia e de outras forças democráticas na Ucrânia.
O PCP considera que o Governo português – de um país que sofreu 48 anos de ditadura fascista – não pode deixar de condenar esta medida do Parlamento ucraniano.
Alertando para o carácter anti-comunista e anti-democrático da decisão do Parlamento ucraniano – que visa não só os comunistas, mas igualmente todos os democratas que resistem e se erguem em defesa dos seus direitos e contra a opressão e a ameaça neofascista dos oligarcas e do grande capital na Ucrânia –, o PCP apela à solidariedade com o Partido Comunista da Ucrânia e as forças democráticas e anti-fascistas ucranianas.

Fundos da CIA financiaram ações da Al Qaeda, revela The New York Times - Dinheiro foi usado pelo grupo de Osama bin Laden para comprar armas e outros equipamentos; líder extremista disse temer que notas estivessem envenenadas


Fundos da CIA financiaram ações da Al Qaeda, revela The New York Times


Dinheiro foi usado pelo grupo de Osama bin Laden para comprar armas e outros equipamentos; líder extremista disse temer que notas estivessem envenenadas
Fundos da CIA (Agência norte-americana de inteligência) financiaram a organização Al Qaeda, que comprou armas e outros equipamentos com o dinheiro, como informou neste domingo (15/03) o jornal norte-americano The New York Times.
Os Estados Unidos não pagam resgate de prisioneiros em poder de grupos considerados pelo governo norte-americano como terroristas, seja da Al Qaeda, seja do Estado Islâmico. Mas, em 2010, o dinheiro destinado pela CIA ao governo do Afeganistão foi utilizado para libertar Abdul Khaliq Farahi, ex-cônsul geral na cidade paquistanesa de Peshawar, sequestrado em 2008 pelo grupo de Osama bin Laden.

Wikicommons

Al-Zawahiri e Bin Laden em 2001 durante entrevista com Hamid Mir em Kabul
No total, o governo paquistanês destinou US$ 5 milhões à organização. Destes, US$ 1 milhão foi proveniente da CIA. O restante, foi procedente, entre outros países, do Irã e do Golfo Pérsico, que também contribuíam com o caixa do presidente afegão.
“Deus nos abençoou com um bom montante de dinheiro este mês”, escreveu Atiyah Abd al­Rahman, alto funcionário da Al Qaeda, em uma carta destinada a Osama bin Laden em junho de 2010.
Al­Rahman ressaltou na correspondência, que o dinheiro poderia ser usado para comprar armas e outros equipamentos necessários pelo grupo.
Na ocasião, Bin Laden pediu cautela com relação ao dinheiro, por considerar que ele poderia estar envenenado pela CIA que tentava capturá-lo.  
A troca de correspondências revelam os detalhes das transações e foi revelada como prova utilizada contra Abid Naseer, um integrante do grupo, julgado no mês passado nos Estados Unidos.



De acordo com o jornal, não se tratou de uma armadinha, mas de um dos exemplos de que a falta de controle e os problemas de supervisão financeira fizeram com que Washington financiasse organizações contra as quais lutava.
Desta forma, os Estados Unidos gastaram centenas de bilhões de dólares na última década na guerra no Iraque e Afeganistão, alguns dos quais foram desviados para os combatentes inimigos, ressalta o jornal.
O texto diz ainda que o governo de Karzai recebia mensalmente da CIA um milhão de dólares. Tal ajuda foi utilizada para “comprar a lealdade” dos legisladores e outros afegãos de destaque que ajudavam o ex-mandatário a financiar uma rede de clientelismo que garantiu sua base de poder.
O dinheiro segue chegando para o novo presidente, Ashraf Ghani, que assumiu o cargo em setembro. Um funcionário da segurança afegã disse à publicação que se trata de dinheiro em efetivo. Assim, “não é possível se fazer nada sobre a forma em que é gasto”.

http://operamundi.uol.com.br/

As 5 vilas mais bonitas de Portugal

As 5 vilas mais bonitas de Portugal

Será sempre complicado escolher as vilas mais bonitas de Portugal. Existem centenas delas, cada uma com a sua beleza e características próprias. O tipo de vilas varia mesmo de região para região, sendo de granito a Norte e caiadas a Sul.


Óbidos
Terá sido tomada aos Mouros em 1148, e recebido a primeira carta de foral em 1195, sob o reinado de D. Sancho I. Óbidos fez parte do dote de inúmeras rainhas de Portugal, designadamente Urraca de Castela (esposa de D. Afonso II), Rainha Santa Isabel (esposa de D. Dinis), Filipa de Lencastre (esposa de D. João I), Leonor de Aragão (esposa de D. Duarte), Leonor de Portugal (esposa de D. João II), entre outras.



Monsaraz
A vila medieval de Monsaraz, protegida pelas suas muralhas é uma pequena povoação, com as suas ruas de xisto e as paredes caiadas de branco. Com ruas estreitas e repleta de recantos tem como pano de fundo uma vista deslumbrante sobre a paisagem alentejana e a albufeira de Alqueva.



Marvão
Bem próxima com a fronteira de Espanha, situada entre Castelo de Vide e Portalegre, no ponto mais alto da bonita Serra de São Mamede, na região Alentejana, encontra-se a encantadora Vila de Marvão. Num ambiente de paz de espírito e tranquilidade, rodeada por muralhas do século XIII e do século XVII, Marvão ergue-se bem alta esta histórica vila de ruas sinuosas e branco casario, mostrando que o tempo não é tão rápido e veloz como tantas vezes parece.



Dornes
Terra muito antiga, será mesmo anterior à fundação da nacionalidade, como o atestam os monumentos e os vestígios arqueológicos que por aqui se têm encontrado. Já na primeira dinastia alguns documentos que lhe fazem referência, sendo documentada a presença de um religioso de Dornes no Foral de Arega, em inícios do século XIII.



Castelo de Vide
Castelo de Vide é uma bonita Vila alentejana, sede de concelho, localizada numa colina da Serra de São Mamede, num local bafejado pela beleza. O casario branco florido da Vila que sobe e desce a colina, encimado pelo Castelo, cruza-se com anos de história e ocupação bem remota, uma vez que na zona existem diversos legados megalíticos, como o Menir da Meada. Castelo de Vide, pela beleza que orgulhosamente exibe, com uma vegetação rica, é conhecida por “Sintra do Alentejo”, tal é o seu encanto e esplendor, uma das localidades mais românticas da região Alentejana.



http://www.vortexmag.net/
portugalglorioso.blogspot.pt

"É tempo de ajustar contas e pagar dívida do país a quem trabalha ou já trabalhou" diz Catarina Martins

"É tempo de ajustar contas e pagar dívida do país a quem trabalha ou já trabalhou"

“A quem é que interessa, estar a discutir, um ano antes, as presidenciais, em vez de estar a discutir o desemprego, a dívida que não pára de subir ou os hospitais que estão em colapso, em vez de estar a discutir as escolhas para o país que são feitas nas legislativas?”, questionou este domingo a porta-voz do Bloco, Catarina Martins.
“Estamos a fazer o balanço dos anos de austeridade e parece que há quem não queira falar do que aconteceu ao país”, avançou a dirigente bloquista durante a sessão pública “A austeridade é um roubo”, que teve lugar em Braga este domingo, e que contou ainda com a participação de Pedro Soares, membro da Comissão Permanente do Bloco de Esquerda.
“Bem sabemos que quem tem Cavaco Silva na presidência da República já percebeu que a questão das presidenciais é muito importante, porque ter um mau presidente é péssimo para o país, mas entenda-mo-nos: a quem é que interessa, um ano antes das presidenciais, estar a discutir as presidenciais em vez de estar a discutir o desemprego, a dívida que não pára de subir ou os hospitais que estão em colapso, em vez de estar a escolher as escolhas para o país que são feitas nas legislativas, bem antes das presidenciais?”, questionou Catarina Martins.
"Precisamos de ajustar contas"
Segundo a porta voz do Bloco, é preciso ajustar contas e perceber como é que o país ficou depois de tantos anos de austeridade: a dívida pública subiu como nunca - estava em 90% do PIB agora está em 130% -; os setores que perderam mais importância na riqueza do país foram a Agricultura e Indústria e o que mais ganhou foi a Finança.
Lembrando que “as empresas do PSI20 distribuíram lucros como nunca”, a dirigente bloquista referiu que “o dinheiro não desapareceu, foi mal distribuído”, sendo que ao mesmo tempo que os impostos sobre quem trabalha subiram 30%, os impostos sobre o capital desceram duas vezes e Pedro Passos Coelho já prometeu nova descida do IRC e veio anunciar que quer cortar mais nos custos do trabalho.
“A austeridade tem sido um roubo”, frisou Catarina Martins, defendendo que “é preciso dar nome às coisas, ter coragem de o fazer”.
“Não estamos em tempo de querer mentiras novas. Estamos em tempo de chamar o nome certo às coisas”, reforçou.
Lembrando que a alternância dos últimos anos entre PSD/CDS-PP e PS representa sempre menos salário, mais privatizações, mais desregulação do trabalho, a porta voz do Bloco afirmou que é preciso “acabar com o roubo para reconstruir o país”.
“É preciso “respeitar quem trabalha, ajustar contas, acabar com o privilégio à finança e ter salários dignos, acabar com o desmando das parcerias público privadas e ter investimento que crie emprego, acabar com as rendas aos grupos privados da saúde à educação, a todas as áreas em que crescem, para termos uma escola e uma saúde que dê oportunidades iguais a todos”, avançou

www.esquerda.net

ATENÇÃO ! vídeo chocante - Este vídeo foi removido ontem pelo facebook, porque o facebook e seus usuários não conseguiram lidar com a verdade.

Este vídeo foi removido ontem pelo facebook, porque o facebook e seus usuários não conseguiram lidar com a verdade. Os ucranianos orientais são os únicos que sofrem com esta guerra, não os Quieve-ucranianos. Uma guerra iniciada pelos Estados unidos e seus parceiros em Bruxelas, o parlamento europeu. Culparam a Rússia, enquanto a Rússia é o único país que enviou comboios humanitários. Nem UE,EUA ou Quieve estão preocupados com a saúde, insegurança alimentar e o abate de civis praticados por Poroshenko e seus companheiros. Sempre a destruir a paz mundial, os eua-governo desde o ww2 ficaram mais agressivos. Uma nação na terra, o que se torna tão perigosa e que controla a maior parte da mídia mundial. Bombardeam o mundo com desinformação, isso foi uma ferramenta muito eficaz para esconder seus crimes e esconder as suas guerras agressivas e furtos como as falsas " missões humanitárias ". Não há limites para a América para controlar o mundo, para  eles só há interesses.

video
ATENÇÃO ! vídeo chocante

O IMPERADOR JAHANGIR

O imperador do Império Mogol , Jahangir    (1569-1627) tinha hum harém de 300 Mulheres, Além de dispôr de 5.000 concubinas um e 1.000 Rapazes A SUA disposição. Entre SEUS animais de estimação , tinha 12.000 elefantes, 10.000 bois, 2.000 camelôs, 3.000 Veados, 4.000 CAES, 100 Leões, 500 bubalinos e 10.000 Pombos. 

O Maior Colecionador do Mundo
Seu pai Akbar, o Grande , foi o Maior dos Imperadores Mughal. E Seu filho foi o Famoso Shah Jahan    conhecido Pela morte de SUA Esposa, Quando abandonou OS luxos Que gozava e dedicou o resto de SUA vida à Construção do templo / túmulo de SUA Esposa, o magnífico   Taj Mahal . Monumento em that trabalharam cerca de 20.000 Operários Indianos e Persas POR Aproximadamente 20 anos.
O Maior Colecionador do Mundo
Mausoléu Jahangir , não subúrbio de Lahore


Cinema Sua vida foi levada Ao no estilo de Bollywood , Onde mostram Todo o luxo do Império Mogol. Um Filme épico intitulado Mughal-e-Azam , um Clássico Que foi colorizado em 2004 e Que É considerado um Maior bilheteria da História do cinema indiano:    


VÍDEOS
AS MÚSICAS

VÍDEOS RETIRADOS DO YOUTUBE POR ANTÓNIO GARROCHINHO


http://www.mdig.com.br

O Partido, os católicos e a Igreja – questões de actualidade

O Partido, os católicos e a Igreja – questões de actualidade

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Em 24 de Março, uma delegação do Partido, que integrou o Secretário-geral, encontrou-se com o Cardeal D. Manuel Clemente. O encontro visou a troca de opiniões sobre a situação do País e resultou de uma convergência de vontades e acerto de agendas.
O encontro foi positivo. Jerónimo de Sousa situou-o nas «… relações normais e institucionais com a Igreja …», lembrou que «…não há um partido de católicos, todos os partidos têm católicos nas suas fileiras …», valorizou «… a convergência de opiniões em relação à necessidade de alterar o rumo desta política, que produz e reproduz tanta injustiça e … pobreza e, com as naturais diferenças que existem entre o Partido … e a hierarquia católica, foi possível encontrar … pontos de vista comuns, formas de intervenção, a valorização do sentimento de confiança e esperança numa mudança de rumo, o valor da solidariedade, particularmente com os que menos têm e menos podem …(e) a identificação do que … a Igreja e o Partido … procuram … um País melhor, com mais justiça social, com menos pobreza e desemprego, não ficando apenas na contemplação dos problemas, mas com intervenção concreta junto … dos cidadãos ….».
Estes são elementos importantes, no quadro da orientação geral do Partido para a construção de uma política e de uma alternativa patriótica e de esquerda, vinculada aos valores de Abril. Por isso, não se estranha a sua ocultação pelos mediadominantes, nem as mistificações que traduzem o «incómodo» com o eventual crescimento da influência do PCP entre trabalhadores e sectores católicos. Para uns o PCP entrou na «caça ao voto», para outros deixou cair a «denuncia da opção capitalista da hierarquia». Mas a verdade é que essas questões estão discutidas há muito, em posições que são a base da nossa intervenção.
Em 1943, no auge da barbárie nazi-fascista, Álvaro Cunhal escreveu: «… a Igreja… tem apoiado… as atrocidades fascistas… por isso combatemos… (a sua política) e os sacerdotes fascistas… Mas não os combatemos pela actividade religiosa… (mas) sim pela actividade contra o povo e o País…». E «… não esquecemos que muitos … são inimigos da Alemanha nazi … (e que) centenas de milhares de trabalhadores… são… influenciados pelo catolicismo, não podemos separar-nos dos nossos irmãos, operários e camponeses católicos…, ou (os) atraímos… para a luta contra o fascismo, ou deixamos que… se constituam em (sua) reserva… não fazemos a «guerra à religião» e não pretendemos atingir a liberdade de crença e de prática de culto…. Estendemos lealmente a mão aos católicos… para que participem no movimento nacional contra o fascismo…».
Em 1946, o IV Congresso do PCP apontou: «… Lutamos contra o sectarismo e incompreensão de muitos dos nossos militantes e …antifascistas republicanos. Houve erros de intolerância em 1910 que não devem… repetir-se...». Em «O Partido Comunista, os Católicos e a Igreja», de 1947, Álvaro Cunhal escreveu: «... As convicções religiosas, por si só, não são susceptíveis de afastar os homens na realização de um programa social e político,… comunistas e católicos podem e devem unir-se em defesa dos seus anseios comuns…».
O VI Congresso, em 1965, consolidou a orientação na relação com os católicos e outros crentes. A vida comprovou a sua justeza – com o papel de padres e católicos progressistas na unidade antifascista, na Revolução, no Portugal de Abril e na sua defesa.
Em 1974, com milhares de católicos militantes do PCP, Álvaro Cunhal afirmou: «…os comunistas defendem… boas relações do Estado com a Igreja. Esta… política não se baseia em critérios de oportunidade, mas numa posição de princípio.… O mundo evolui e a Igreja Católica… mostra também indícios de… evolução positiva…. Confiamos em que os homens mais esclarecidos da Igreja… compreendam… a sinceridade (e) as profundas implicações, para o presente e para o futuro, desta posição do Partido…».
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Nos dias de hoje, o PCP continua a considerar que as convicções religiosas não mudam a posição de classe de cada um, nem alteram um programa social e político progressista.
A Igreja Católica registou mudanças. Cresceu a fusão do Estado do Vaticano com o capital financeiro, que factos recentes não parecem ainda ter superado, mas avançou a secularização e emergiram novas realidades e dinâmicas. Alargou-se o fosso entre o novo diagnóstico do actual Papa, da «economia de exclusão e desigualdade», da «economia que mata» e a indefinição ou ocultação de uma resposta de facto transformadora.
Não existe uma «questão religiosa» em Portugal e o PCP intervirá para que assim continue. Mas a verdade é que há estruturas da Igreja cuja actividade serve os interesses do grande capital. Neste quadro o PCP não pode abdicar do direito de resposta, se isso for impreterível.
A Igreja deve ser respeitada na acção religiosa e ouvida com atenção no plano institucional. Nada move os comunistas contra a Igreja, não acompanhamos posições anticlericais, de génese anarco-maçónica. A experiência mostra que é positivo o relacionamento regular entre o PCP e a Igreja, apesar dos preconceitos.
Hoje, o relacionamento dos comunistas com amplos sectores sociais e de massas, sejam ou não crentes, tem de aprofundar-se, na defesa dos trabalhadores, nas instituições, na CDU, na luta por um Portugal soberano e desenvolvido.
A experiência prova que não é difícil a convergência. O humanismo, a proximidade aos pobres e oprimidos, os valores de paz, justiça e igualdade do «cristianismo primitivo», que resistiu à assimilação pelo Império Romano, e o acervo cultural dos trabalhadores e das massas católicas não estão longe dos ideais comunistas.
No caminho para uma alternativa patriótica e de esquerda há passos a consolidar, com os católicos mais próximos da «Teologia de Libertação» e da «Igreja dos Pobres», com sacerdotes e crentes que não militem na política de direita, que não manipulem a religião como «ópio do povo», que se comprometam com a sua fé por um Portugal com futuro.

Comunicado do Representante da Frente POLISARIO junto das Nações Unidas, Ahmed Boukhari

Comunicado do Representante da Frente POLISARIO junto das Nações Unidas, Ahmed Boukhari




Nova Iorque, 11 de abril de 2015

A Frente POLISARIO tomou conhecimento do relatório do Secretário-Geral das Nações Unidas sobre o Sahara Ocidental com data de 10 de Abril de 2015. Apesar das suas ambiguidades e lacunas sobre temas específicos, o relatório reitera os princípios fundamentais que regem as atividades das Nações Unidas para resolver um conflito de descolonização com base nos requisitos inequívocos e inegáveis do direito internacional em suas recomendações e observações.

A Frente POLISARIO destaca a importância que o Secretário-Geral concedeu, uma vez mais, à proteção dos direitos humanos no Sahara Ocidental, sistematicamente violados pelas forças de ocupação marroquinas e o papel independente e imparcial que deve ser desempenhado pelos mecanismos de observação e monitoramento da ONU. A Frente POLISARIO reiterou o seu compromisso de cooperar com estes mecanismos mas continuará a defender que a MINURSO, como todas as missões de manutenção da paz no mundo, deve ser responsável pelo acompanhamento dos direitos humanos no território do Sahara Ocidental.

A Frente POLISARIO também apoiou o apelo contido no relatório sobre a necessidade de se respeitar o direito internacional em relação à exploração dos recursos naturais de um território não-autónomo como o estabelece o artigo 73 da Carta das Nações Unidas.

A Frente POLISARIO destacou a importância do papel da União Africana. Este papel foi reafirmado nas recentes decisões adoptadas pelo Conselho de Paz e Segurança e oficialmente comunicado ao Secretário-Geral e ao Conselho de Segurança da ONU. Ignorar ou bloquear as iniciativas adoptadas pela União Africana para contribuir para a realização da descolonização da última colónia de África seria um grave erro que a ONU deve evitar.

A Frente POLISARIO está de acordo com a avaliação do secretário-geral de que nada pode justificar a manutenção do status quo de 40 anos desde o início do conflito, e de oito anos após a apresentação das duas partes das suas propostas para uma solução, e que a estabilidade e segurança regional exigem uma solução para o conflito que garanta o direito à autodeterminação do povo do Sahara Ocidental.

A Frente POLISARIO reafirma a sua vontade de prosseguir as negociações diretas com o Reino de Marrocos, sob os auspícios do enviado pessoal do Secretário-Geral das Nações Unidas, e defender as responsabilidades que são confiadas à missão MINURSO de cumprir o seu mandato, organizando e supervisionando um referendo de autodeterminação para o povo do Sahara Ocidental escolher entre a independência ou a integração.

Neste contexto, a Frente POLISARIO condena a obstrução e as manobras dilatórias a que Marrocos recorreu para impedir qualquer progresso até o momento no processo levado a cabo sob os auspícios do enviado pessoal e apela ao Secretário-Geral e ao Conselho de Segurança a assumir plenamente as suas responsabilidades contra status quo insustentável e a intransigência do ocupante marroquino. O imobilismo não é sustentável quando é a paz que é posta à prova.


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Os BRICS e a ficção da "desdolarização" - "A Índia, África do Sul e Brasil decidiram não acompanhar um esquema de múltiplas divisas, o qual teria permitido o desenvolvimento de comércio bilateral e actividades de investimento entre países BRICS, a operarem fora do âmbito do crédito denominado em dólar. De facto eles não têm a opção de adoptar esta decisão em vista das estritas condicionalidades de empréstimos impostas pelo FMI.

Os BRICS e a ficção da "desdolarização"

Os BRICS e a ficção da "desdolarização"
por Michel Chossudovsky

"A Índia, África do Sul e Brasil decidiram não acompanhar um esquema de múltiplas divisas, o qual teria permitido o desenvolvimento de comércio bilateral e actividades de investimento entre países BRICS, a operarem fora do âmbito do crédito denominado em dólar. De facto eles não têm a opção de adoptar esta decisão em vista das estritas condicionalidades de empréstimos impostas pelo FMI. 
Pesadamente endividados e com o fardo dos seus credores externos, todos os três países são pupilos fiéis do FMI-Banco Mundial. Os bancos centrais destes países são controlados pela Wall Street e o FMI. Para eles, entrar num esquema de desenvolvimento bancário "não dólar" ou "anti-dólar", com múltiplas divisas, exigiria aprovação prévia do FMI. "
Os media financeiros, bem como segmentos dos media alternativos, estão a apontar um possível enfraquecimento do US dólar como divisa do comércio mundial devido à iniciativa dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul). 

Um dos argumentos centrais nestes debate sobre as divisas mundiais em competição repousa na iniciativa dos BRICS de criar um banco de desenvolvimento o qual, segundo analistas, desafia a hegemonia da Wall Street e de Washington baseada nas instituições de Bretton Woods.
O New Development Bank (NDB) do BRICS foi estabelecido para desafiar os dois principais gigantes ocidentais – o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. O papel chave do NDB é servir como um fundo (pool) de divisas para projectos de infraestrutura dentro de um grupo de cinco países com grandes economias nacionais a emergirem – Rússia, Brasil, Índia, China e África do Sul. (RT, 09/Outubro/2014, ênfase acrescentada).
Mais recentemente foi enfatizado o papel do novo Asia Infrastructure Investment Bank (AIIB), da China, o qual, segundo informações dos media, ameaça "transferir o controle financeiro global da Wall Street e da City de Londres para os novos bancos e fundos de desenvolvimento de Pequim e Shangai". 

Tem havido um bocado de exagero dos media quanto aos BRICS. 

Apesar de a criação do BRICS ter implicações geopolíticas significativas, tanto o AIIB como o proposto banco de desenvolvimento do BRICS (NDB) e seu Esquema de reserva de contingência (Contingency Reserve Arrangement, CRA) são entidades denominadas em dólar. A menos que sejam complementadas por um sistema de comércio e crédito com divisas múltiplas, não ameaçam a hegemonia do dólar. Muito pelo contrário, tendem a apoiar e estender empréstimos denominados em dólar. Além disso, replicam várias características da estrutura de Bretton Woods. 

Rumo a um esquema de divisas múltiplas? 

Contudo, o que é significativo de um ponto de vista geopolítico é que a China e a Rússia estão a desenvolver um swap rublo-yuan, negociado entre o Banco Central Russo e o Banco Popular da China. 

A situação dos outros três estados membros do BRICS (Brasil, Índia, África do Sul) em relação à implementação de swaps de divisas (real, rupia, rand) é bem diferente. Estes três países altamente endividados estão na camisa de força das condicionalidades do FMI-Banco Mundial. Eles não decidem sobre questões fundamentais de política monetária e reforma macroeconómica sem o sinal verde das instituições financeiras internacionais com sede em Washington. 

Swaps de divisas dos bancos centrais BRICS foram activados pela Rússia para:
"facilitar o financiamento do comércio e evitar totalmente o dólar. Ao mesmo tempo, o novo sistema actuará também como um substituto de facto do FMI, porque permitirá aos membros da aliança destinarem recursos para financiar os países mais fracos". (Voice of Russia).
Apesar de a Rússia ter levantado formalmente a questão de um esquema multi-divisas, a estrutura do Banco de Desenvolvimento actualmente não reconhece "oficialmente" uma tal estrutura:
"Estamos a discutir com a China e nossos parceiros BRICS o estabelecimento de um sistema de swaps multilaterais que permitirão transferir recursos para um ou outro país, se necessário. Uma parte das reservas de divisas pode ser destinada a isso [o novo sistema]". (Governador do Banco Central da Rússia, Junho de 2014, agência de notícias Prime)
A Índia, África do Sul e Brasil decidiram não acompanhar um esquema de múltiplas divisas, o qual teria permitido o desenvolvimento de comércio bilateral e actividades de investimento entre países BRICS, a operarem fora do âmbito do crédito denominado em dólar. De facto eles não têm a opção de adoptar esta decisão em vista das estritas condicionalidades de empréstimos impostas pelo FMI. 

Pesadamente endividados e com o fardo dos seus credores externos, todos os três países são pupilos fiéis do FMI-Banco Mundial. Os bancos centrais destes países são controlados pela Wall Street e o FMI. Para eles, entrar num esquema de desenvolvimento bancário "não dólar" ou "anti-dólar", com múltiplas divisas, exigiria aprovação prévia do FMI. 

O Esquema de Reserva de Contingência 

O CRA é definido como uma "estrutura" para proporcionar apoio através de liquidez e instrumentos cautelares em resposta a reais ou potenciais pressões de curto prazo na balança de pagamentos". ( Russia India Report , 07/Abril/2015). Neste contexto, o fundo CRA não constitui uma "rede de segurança" para países BRICS, ele aceita a hegemonia do US dólar a qual é sustentada por grandes operações especulativas nos mercados de divisas e de commodities. 

No essencial o CRA opera de um modo semelhante a um acordo de empréstimo cautelar do FMI (ex.: Brasil, Novembro de 1998) tendo em vista permitir países altamente endividados manterem a paridade da sua taxa de câmbio com o US dólar, pelo reabastecimento das reservas do banco central através de dinheiro emprestado. 

O CRA exclui a opção política do controle cambial por parte dos estados membros do BRICS. No caso da Índia, Brasil e África do Sul, esta opção está em grande medida afastada devido aos seus acordos com o FMI. 

O fundo CRA de US$100 mil milhões, denominado em dólares, é uma "bandeja de prata" para "especuladores institucionais" do Ocidente, incluindo o JP Morgan Chase, Deutsche Bank, HSBC, Goldman Sachs et al, os quais estão envolvidos em operações a descoberto (short selling) no mercado Forex. Em última análise, o fundo CRA financiará o ataque especulativo no mercado de divisas. 

Neoliberalismo firmemente entrincheirado 

Um esquema que utiliza divisas nacionais ao invés do US dólar exige soberania na política monetária do banco central. Em muitos aspectos, a Índia, Brasil e África do Sul são (do ponto de vista monetário) estados serviçais (proxy) dos EUA, firmemente alinhados com os ditames económicos do FMI-Banco-Mundial-OMC. 

Vale a pena recordar que desde 1991 a política macroeconómica da Índia estava sob o controle das instituições de Bretton Woods, com um antigo responsável do Banco Mundial, Dr. Manmohan Singh, a actuar como ministro das Finanças e posteriormente como primeiro-ministro. 

Além disso, apesar de a Índia ser um aliado da China e da Rússia no âmbito do BRICS, ela entrou num novo acordo de cooperação com o Pentágono o qual é (não oficialmente) dirigido contra a Rússia e a China. E também está a cooperar com os EUA na tecnologia aeroespacial. A Índia constitui o maior mercado (após a Arábia Saudita) para a venda de sistema de armas estado-unidenses. Todas estas transacções são em dólares. 

Analogamente, em 2010 o Brasil assinou com os EUA um acordo de defesa de longo alcance sob o governo de Luís Ignácio da Silva, o qual, nas palavras do antigo administrador-director do FMI, Heinrich Koeller, "É o nosso melhor Presidente". "...sou entusiasta [da administração Lula]; mas é melhor dizer que estou profundamente impressionado pelo Presidente Lula, realmente, e em particular porque penso que ele tem credibilidade" (IMF Managing Director Heinrich Koeller, Press conference , 10 April 2003 ). 

No Brasil, as instituições de Bretton Woods e a Wall Street têm dominado a reforma macroeconómica desde o início do governo de Luís Ignacio da Silva, em 2003. Sob Lula, um executivo da Wall Street foi nomeado governador do Banco Central, o Banco do Brasil estava nas mãos de um antigo executivo do CitiGroup. Se bem que haja divisões dentro do partido dominante, o PT, o neoliberalismo prevalece. A economia e a sociedade no Brasil é em grande parte ditada pelos credores externos do país, incluindo o JPMorgan Chase, Bank America e Citigroup. 

Reservas do banco central 

A Índia e o Brasil (juntamente com o México) estão entre os mais endividados países em desenvolvimento do mundo. As reservas cambiais estrangeiras são frágeis. A dívida externa da Índia em 2013 era da ordem de mais de US$427 milhões, a do Brasil era de uns estarrecedores US$482 mil milhões ( World Bank, External Debt Stock, 2013 ). A dívida externa da África do Sul era da ordem dos US$140 mil milhões. 

Stock de dívida externa (2013)

Brasil US$482 mil milhões
Índia US$427 mil milhões
África do Sul US$140 mil milhões

Todos os três países têm reservas nos bancos centrais (incluindo ouro e haveres forexs) que são inferiores às suas dívidas externas. 

Reservas no banco central: 

Brasil US$359 mil milhões
Índia US$298 mil milhões
África do Sul US$50 mil milhões

A situação da África do Sul é particularmente precária, com uma dívida externa quase três vezes superior às reservas do seu banco central. 

Isto significa que estes três estados membros dos BRICS estão sob o domínio dos seus credores ocidentais. Suas reservas no banco central são sustentadas por dinheiro emprestado. Suas operações de banco central (ex.: tendo em vista apoiar investimentos internos e programa de desenvolvimento) exigirão tomadas de empréstimos em US dólares. Seus bancos centrais são essencialmente esquemas "currency board", suas divisas nacionais estão dolarizadas. 

O Banco de Desenvolvimento dos BRICS (NDB) 

Em 15 de Julho de 2014 o grupo de cinco países assinou um acordo para criar oBanco de Desenvolvimento BRICS com US$100 mil milhões, juntamente com um fundo em US dólares denominado "reserve currency pool" de US$100 mil milhões. Estes compromissos foram revistos ulteriormente. 

Cada um dos cinco países membros "espera-se que atribua uma fatia idêntica de US$50 mil milhões como capital inicial que será expandido para US$100 mil milhões. A Rússia concordou em proporcionar ao banco US$2 mil milhões, a partir do [seu] orçamento federal ao longo dos sete anos seguintes" ( RT, March 9, 2015) 

Por sua vez, os compromissos para o Contingency Reserve Arrangement são como se segue: 

Brasil US$18 mil milhões
Rússia US$18 mil milhões
Índia US$18 mil milhões
China US$41 mil milhões
África do Sul US$5 mil milhões
Total US$100 mil milhões

Como mencionado anteriormente, Índia, Brasil e África do Sul são países pesadamente endividados com reservas de banco central substancialmente abaixo do nível da sua dívida externa. A sua contribuição para as duas entidades financeiras BRICS pode ser financiada só: 

exaurindo suas reservas do banco central denominadas em dólar e/ou 

financiando suas contribuições para o Banco de Desenvolvimento e o CRA através da contratação de empréstimos, nomeadamente através do agravamento da sua dívida externa denominada em dólar.

Em qualquer dos casos, a hegemonia do dólar prevalece. Por outras palavras, aos credores ocidentais destes países será exigido "contribuírem" directamente ou indirectamente para o financiamento das contribuições denominadas em dólar do Brasil, Índia e África para o banco de desenvolvimento dos BRICS (NDB) e para o CRA. 

No caso da África do Sul que tem reservas do Banco Central da ordem dos 50 mil milhões de dólares, a contribuição para o NDB dos BRICS será inevitavelmente financiada por um aumento da dívida externa do país (denominada no US dólar). 

Além disso, em relação à Índia, Brasil e África do Sul, sua condição de membros no Banco de Desenvolvimento BRICS foi sem dúvida objecto de negociações a porta fechada com o FMI bem como de garantias de que não se afastariam do "Consenso de Washington" sobre a reforma macroeconómica.

Sob um esquema pelo qual estes países estivessem no pleno controle da política monetária do seus respectivos bancos centrais, as contribuições para o Banco de Desenvolvimento (NDB) seriam atribuídas na divisa nacional, ao invés de em US dólares, sob um sistema multi-divisas. É desnecessário dizer que sob um sistema multi-divisas o fundo de contingência CRA não seria necessário. 

As geopolíticas por trás da iniciativa BRICS são cruciais. Se bem que a iniciativa BRICS desde o seu arranque tenha aceite o sistema dólar, isto não exclui a introdução, numa etapa posterior, de um sistema de divisas múltiplas – o que desafiaria a hegemonia do dólar. 




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