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domingo, 12 de abril de 2015

CATARATAS VITÓRIA - HISTÓRIA E FOTOGALERIA

Cataratas Vitória



O rio Zambeze é o quarto maior rio da África e o maior dentro daquele continente que deságua no Oceano Índico. Com 2.574 quilômetros de comprimento, sua bacia hidrográfica tem uma área aproximada de 1,39 milhões de km². Nasce na Zâmbia a cerca de 1.500 metros de altitude, passa pela província angolana do Moxico, estabelece fronteira entre a Zâmbia e o Zimbábue e atravessa o Moçambique de oeste para leste até chegar ao oceano, num gigantesco delta.



Entre os limites da Zâmbia e Zimbábue estão localizadas as Cataratas Vitória, uma das quedas de água mais espetaculares do mundo. David Livingstone (1813-1873), um missionário escocês e explorador da África, foi quem as descobriu, em 17 de novembro de 1855, durante sua jornada seguindo o curso do rio Zambeze, que aconteceu entre 1852 e 1856. Ele tinha como objetivo apresentar aos povos do interior da África o cristianismo e libertá-los da escravidão. Mas antes de Livingstone, os nativos já conheciam as cataratas.

Sítios arqueológicos em torno da cachoeira revelaram artefatos de pedra que pertenceram ao Homo habilis, descendente da nossa espécie (Homo sapiens) que viveu há 3 milhões de anos atrás. Isso sem falar em artefatos que foram construídos no Paleolítico Médio e no Paleolítico Superior. Os bantos, um grupo étnico subsaariano, habitou a região há aproximadamente dois mil anos e chamou as cataratas de Shungu na mutitima. Os Matabele, futuros moradores, as nomearam como aManz’ aThunqayo. Os Batswana e os Makololo, cujas tribos podem ser encontradas até hoje naquela região, nomearam a queda de água como Mosi-oa-Tunya. Todos esses nomes aparentemente sem sentido tinham um único significado: “a fumaça que troveja”.

Vou explicar. Apesar de possuir 107 metros de altura, o que é relativamente pequena para quedas de água, as Cataratas Vitória possuem 1.737 metros de largura, fazendo dela o maior lençol de água em queda do mundo: são, em média, 1.088 metros cúbicos de água por segundo, ou seja, 1,088 milhões de litros de água despencam por segundo das cataratas. O som, sem a menor dúvida, é estrondoso e uma boa parte do grande volume de água se transforma em inumeráveis gotículas, como numa espécie de garoa. Essa garoa ás vezes pode ser vista a até 20 quilômetros de distância, além de formar, juntamente com a luz fornecida pelo Sol, um arco-íris eterno.

Impressionado, David Livingstone nomeou a queda de água como Cataratas Vitória, em homenagem à Rainha Vitória I do Reino Unido (1819-1901), cujo governo foi marcado pela Revolução Industrial e incorporação da Índia ao Império Britânico (1877). O nome permaneceu e a fama se estabeleceu. Cecil John Rhodes (1853-1902), colonizador e homem de negócios britânico, idealizou a Ponte das Cataratas Vitória, mesmo sem nunca visitar a região e morrer antes do início da construção de sua obra. Construída em apenas 14 meses, a ponte foi aberta oficialmente por George Darwin, filho de Charles Darwin, em 1905. Foi feita em aço, com 198 metros de comprimento e é suportada por um arco com um alcance de 156,5 metros a uma altura de 128 metros, acima da parte mais rasa do rio no desfiladeiro abaixo. Atualmente, é utilizada para tráfego de automóveis e para a prática de bungee jumping.

Dois parques nacionais abrangem as Cataratas Vitória. O Parque Nacional Mosi-oa-Tunya, com 66 km² de área está no lado da Zâmbia e apresenta como bioma o biombo, uma espécie de savana com árvores caducifólias, isto é, perdem a folhagem em uma determinada estação do ano, bastante comum na África Subsaariana. Várias espécies de aves podem ser encontradas nesse parque, além de animais como a girafa, a zebra, o javali-africano, a palanca-negra, o antílope, a impala, o elefante, o hipopótamo, e o crocodilo. A região onde se localizam as Cataratas Vitória no Parque Nacional Mosi-oa-Tunya incluem uma floresta tropical extremamente importante e delicada, por guardar espécies vegetais muito raras. Do lado do Zimbábue, está o Parque Nacional das Cataratas Vitória, com 23,4 km². A chuva de gotículas causada pela queda de água fez com que uma floresta tropical também crescesse neste lado do rio. Algumas árvores, como o mogno, são comuns neste parque e não podem ser encontradas em outro local em um raio de vários quilômetros. Para visitar qualquer um dos parques, são necessárias precauções contra o mosquito Anopheles, que transmite a malária, uma doença infecciosa que afeta cerca de meio bilhão de pessoas todos os anos.

Devido a sua beleza cênica e importância dos ecossistemas próximos, as Cataratas Vitórias foram classificadas pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade em 1989, juntamente com os parques nacionais próximos. Realmente, estamos falando de uma das grandes maravilhas do nosso planeta, que recebe quase meio milhão de visitantes anualmente.

civilizacoesafricanas.blogspot.pt

FOTOGALERIA

fotos retiradas da net por:António Garrochinho







 MERCADO DAS CATARATAS






UMA FILARMÓNICA MUITO SIMPÁTICA

CLIK NO LINK ABAIXO QUE O(A) LEVARÁ A UMA SIMPÁTICA FILARMÓNICA. DEPOIS É IR CLIKANDO NOS MÚSICOS DA ESQUERDA PARA A DIREITA E CURTA A SIMPHONIA


Fanfare - Aude Picault

www.audepicault.com/fanfare/fanfare.htm

Obrigados a pagar vestuário nas Finanças - Compras podem ter de ser pagas diretamente ao Fisco.






Obrigados a pagar vestuário nas Finanças 

Compras podem ter de ser pagas diretamente ao Fisco.  

O novo sistema de controlo das guias de transporte da Autoridade Tributária consegue identificar quais os prestadores de serviços que têm dívidas fiscais. Daí à penhora de todas as receitas vai um passo. Quem está a ser penalizado com esta atuação são os contribuintes (empresas ou empresários em nome individual) que pedem faturas daquilo que compram e depois são confrontados com notificações da Autoridade Tributária para irem pagar às Finanças. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos, Paulo Ralha, trata-se de "uma situação inaceitável e perigosa". Para o responsável, "este esquema é aplicado em todas as atividades económicas. Pode acontecer a um contribuinte ir a uma loja de roupa, sapataria ou tabacaria, e, se essa loja tiver dívidas, o contribuinte é notificado para ir pagar à repartição de Finanças". Trata-se de uma situação que de momento está a acontecer com várias empresas do setor da restauração, mas que se deve entretanto estender a outras atividades. 

 http://www.cmjornal.xl.pt

SIM ! RESPEITO A VOSSA OPINIÃO MAS...EU É QUE SEI, EU É QUE DECIDO , EU É QUE MANDO !



SIM ! RESPEITO A VOSSA OPINIÃO MAS...EU É QUE SEI, EU É QUE DECIDO , EU É QUE MANDO !



HÁ GENTE QUE SÓ AFIRMA E NÃO ADMITE QUALQUER CONSIDERAÇÃO, HÁ GENTE QUE SÓ APARECE PARA PUBLICAR MAS NÃO ADMITEM DISCUTIR, HÁ GENTE QUE SÓ "GOSTA" DAQUILO QUE PUBLICA E NUNCA DO QUE OUTROS OPINAM, HÁ GENTE QUE PERANTE DETERMINADAS PUBLICAÇÕES DESAPARECE, ESFUMA-SE, ESQUIVA-SE SÓ PARA NÃO DAR OPINIÃO, HÁ GENTE QUE É DE TAL MANEIRA EGOCENTRISTA, SECTÁRIA, E CONVENCIDA QUE AINDA NÃO VIRAM QUE NÃO TER VONTADE PRÓPRIA, NÃO ABORDAR OS ASSUNTOS, NÃO DISCUTIR AS IDEIAS É UMA MANEIRA DE DEIXAR PASSAR A MENSAGEM DO INIMIGO.


MAS QUE SE HÁ-DE FAZER A QUEM NASCE ASSIM....


António Garrochinho

DE ONDE VEM A MISTERIOSA FROTA DE TOYOTAS DO ESTADO ISLÂMICO ?



Observando a propaganda que os apoiantes do auto-proclamado Estado Islâmico (EI) partilham nas redes sociais, com os desfiles vitoriosos a cada nova conquista do grupo, é fácil perceber que elegeram a Hilux, uma pick-up da Toyota, como mais uma forma de exibir poder. Mas de onde vêem todos esses carros?
A versão oficial é que os 43 jipes Toyota Hilux que os Estados Unidos forneceram em 2014, a título de ajuda não letal, aos rebeldes da Frente al-Nusra (também chamado al-Qaeda da Síria) que combatiam o regime do Presidente Bashar al-Assad, integrados no Exército Livre da Síria, acabaram nas mãos do EI. Ou seja, os contribuintes americanos acabaram por patrocinar o transporte aos mesmos fundamentalistas que querem ser os seus carrascos.

Uma pergunta que se impõem é: se eram só 43, como se explicam as paradas quase intermináveis desses veículos, com que se exibem não só na Síria, mas no Iraque, na Líbia e em todos os locais onde conseguiram implantar-se.
Podia dizer-se que são sempre os mesmos, mas então como se explicam as diferentes cores,  acessórios e até modelos? Há beges, dourados, brancos, encarnados, pretos e prateados, com ou sem o logótipo do grupo, uns têm suportes para metralhadoras, outros sirenes. A variedade é impressionante, as explicações nem por isso.

E como conseguem mantê-los sempre com o aspecto imaculado de um carro que acabou de sair do stand? Afinal, são usados como veículos de guerra ou só aparecer nos desfiles?

Uma coisa é certa, o Toyota Hilux tem sido o transporte escolhido pelos grupos de insurgentes em África e na Ásia - os talibãs usavam-nos, os piratas na Somália também e até os líderes da al-Qaeda o escolhiam como meio de transporte no Paquistão.
Há várias razões para que estas pick-ups estejam em toda a parte onde há um conflito. Em primeiro lugar, a sua resistência – como provou o famoso programa da BBC, Top Gear, é quase impossível destruí-las.

Depois, a versatilidade. Embora não sejam de origem, nem a marca os fabrique, é possível instalar acessórios que os transforma em máquinas de guerra, suportes para metralhadoras e lança-granadas são os mais comuns.
A força, o espaço para carga e passageiros, e a capacidade de andar em quase todos os tipos de terreno, assim como a longevidade, são outros dos motivos para a sua popularidade entre os insurgentes.

Diz-se que não há má publicidade, mas será que a Toyota vai querer continuar a ver a sua marca associada a todas as atrocidades praticadas pelo EI, ou acabará por sacrificar o Hilux, retirando-o do mercado? Afinal, o modelo original pretendia ser recreativo, servir para que as pessoas se divertissem e não para fins militares.

Eles rezam, rezam, mas não fazem nada!

Eles rezam, rezam, mas não fazem nada!


A oração no PSD funciona  como terapia de grupo, antes de abrir portas para negócios


No CDS reza-se, reflecte-se  e comunga-se, para pedir perdão pela hipocrisia

Na Madeira as orações são uma forma de diversão

Na pasta da Economia reza-se pela boa saúde dos banqueiros

O  primeiro ministro reza fervorosamente a Satanás

Falta a foto  de Assunção Cristas, a ministra que abriu as hostilidades com a oração pela chuva a Nossa Senhora, mas o momento ficou gravado para a posteridade nesta bela pintura da autoria, devidamente assinada pelo autor a quem agradeço o empréstimo.

                                                    

Tenho pena de não vos poder mostrar o momento em que Nossa Senhora de Fátima apareceu a Maria Cavaco Silva a comunicar-lhe o milagre da troika, mas as aparições são sempre difíceis de retratar.
Já o esposo é mais dado a rezar ao Espírito Santo


Ou a adorar animais como as vacas e as cagarras


Mas o resultado é sempre o mesmo e, no final,  quem se lixa é o 




cronicasdorochedo.blogspot.pt

PCP apresenta um conjunto de projectos sobre a natalidade (INCLÚI VÍDEO)



PCP apresenta um conjunto de projectos sobre a natalidade





VÍDEO





O baixo número de nascimentos em Portugal constitui uma grande preocupação do ponto de vista da evolução demográfica, essencial para o desenvolvimento e o futuro do país.
Há décadas que o nascimento de crianças tem vindo a diminuir, tendo acentuado essa diminuição nos últimos anos.
A redução do número de crianças que nascem não se deve a uma vontade deliberada das famílias, antes é consequência do contexto económico e social e da crescente degradação das condições de vida. As famílias querem e desejam ter mais filhos, mas existem constrangimentos que as impede de tomarem essa decisão.
A intervenção eficaz para inverter a baixa natalidade que perdura no país obriga a identificar com rigor as reais causas do problema.
As causas da redução da natalidade são abrangentes e multifatoriais, entre as quais se destaca o desemprego, a precariedade laboral, os baixos rendimentos, a desregulamentação e o aumento dos horários de trabalho, o desrespeito pelos direitos laborais e pelos direitos de maternidade e paternidade, o corte nas prestações sociais em especial do abono de família, os elevados custos com as creches, as crescentes dificuldades no acesso à saúde, o aumento dos custos com a educação ou as dificuldades no acesso à habitação condigna.
Podemos concluir que a responsabilidade da baixa natalidade não é das famílias mas sim dos sucessivos governos, em particular do atual, que impuseram políticas de empobrecimento e exploração. As famílias não têm filhos não porque não queiram, mas porque não podem.
Para o PCP, a questão da natalidade é inseparável da função social da maternidade e da paternidade e da concretização de uma maternidade e paternidade consciente, livre e responsável; da protecção das crianças e jovens e da promoção do seu desenvolvimento integral, que garanta o direito da criança ser desejada e amada, assim como as condições económicas e sociais para que lhe sejam asseguradas todas as oportunidades e o seu desenvolvimento integral; do emprego com direitos e da garantia das condições de vida das famílias, assegurando à mulher um papel activo na sociedade no plano profissional compatível com o plano familiar e pessoal.
É preciso encontrar soluções transversais e duradouras. Soluções que eliminem os condicionalismos que mais determinam a quebra da natalidade, que apostem em soluções que respondam aos vários factores que afectam a natalidade e que assegurem a confiança, a segurança e a estabilidade de que as famílias precisam para decidirem o momento e o número dos filhos que desejam ter sem constrangimentos.
O PCP agendará as seguintes iniciativas no quadro do debate sobre a natalidade no próximo dia 15 de abril na Assembleia da República:
- Projeto de Resolução que recomenda soluções integradas de incentivo à natalidade, dando uma visão global das medidas multissetoriais;
- Projeto de Lei que alarga as condições de acesso e atribuição do abono pré-natal e do abono de família assegurando a sua universalidade;
- Projeto de Resolução que reforça os meios da ACT para a fiscalização do cumprimento dos direitos dos trabalhadores e dos direitos de maternidade e paternidade;
- Projeto de Resolução que recomenda medidas para a efetivação dos direitos sexuais e reprodutivos;
- Projeto de Lei que reforça dos direitos de maternidade e paternidade;
- Projeto de Lei que institui o programa Nacional de Combate à precariedade;
- Projeto de Resolução que cria uma rede pública de equipamentos de apoio à infância;
- Projeto de Resolução que reforça a acessibilidade aos tratamentos de infertilidade;
- Projeto de Resolução que reforça os cuidados de saúde primários na prestação de cuidados de saúde às crianças e jovens;
- Projeto de Lei que garante a gratuitidade dos manuais escolares;
- Projeto de Resolução que recomenda ao Governo a tomada urgente de medidas de apoio ao arrendamento por jovens com vista à sua efetiva emancipação;
- Projeto de Lei que cria o passe escolar.
Sublinha-se a proposta que alarga as condições de acesso e atribuição do abono de família, assegurando a sua universalidade, pela sua importância na proteção de crianças e jovens, repondo os 4º, o 5º e o 6º escalões assim como a majoração de 25% nos 1º e 2º escalões. No nosso entendimento, cabe ao Estado garantir, respeitar e promover o exercício pleno dos seus direitos, com vista ao seu desenvolvimento integral e à efectivação dos seus direitos económicos, sociais e culturais.
Se a baixa natalidade é reflexo da política de direita que vigora há 38 anos no país, prosseguida por PS, PSD e CDS-PP, então é preciso romper com este rumo, é preciso uma política alternativa que corresponda às aspirações e reivindicações do povo. Não é possível ultrapassar o problema da redução da natalidade, fazendo apenas pequenos acertos, para manter a mesma política que conduziu à degradação das condições de vida de milhares e milhares de famílias.
É preciso uma política que encare frontalmente o problema da baixa natalidade e que tome as medidas necessárias para garantir as condições de que os casais necessitam para constituírem a família que desejam.
É preciso uma política que valorize e reconheça a função social da maternidade, enquanto elemento essencial para o futuro das gerações.
É este o contributo que o PCP dá com este conjunto de propostas.



pcp.pt

O ESTADO *ISLÂMICO* CATÓLICO

O ESTADO *ISLÂMICO* CATÓLICO

1- Os católicos fazem questão de afirmar que estão a léguas da prática do fanatismo *islâmico*, mas a realidade da actual época, embora sustentem que é só um mero ritualismo, demonstram na realidade que eles estão em perfeita sintonia com as prática de horror dos muçulmanos radicais. 

As imagens dizem, aliás tudo.

O Papa Francisco - esse argentino formado pela ditadura militar - procura +ensarilhar* a realidade da Igreja Católica com uma manipulação de bondade, de sensatez, de amor ao próximo. Pura palhaçada.

Eis um aspecto do mesmo: pode ver-se na foto seguinte a beijar uma boneca de trapos, que intitula de Santa.



2 - Reparem nas imagens seguintes das chamadas procissões da semana santa na democrática e civilizada Espanha: centrem-se nas roupagens que os seguidores da Igreja Católica vestem -nada mais, nada menos que os horrendos resquícios da Inquisição monstruosa que ainda domina a estrutura da Igreja Católica, a começar no dia a dia, pela prática da sua mais importante congregação o «OPUS DEI», fanáticos nascidos e formatados pelo fascismo franquista.

Depois vejam o que se passa nas regiões colonizadas pela Igreja Católica mais poderosa do tempo: a espanhola, nos países que hoje se dizem independentes, mas, na realidade, continuando colonizados pelo fanatismo religioso de Roma. 


















Como a tradição se transmite às próprias crianças, exactamente tal como às crianças do Médio-Oriente.


semana






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Sem mais palavras. Para meditar apenas.


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O MUNDO MULTIPOLAR ESTÁ AÍ. O QUE VIRÁ DEPOIS? - O que se movimenta por detrás da persistente crise económica-financeira da lumpem grande burguesia capitalista mundial, as divergências acentuadas de potências burguesas, conclaves forjados para impor sanções económicas, visando obter vantagens políticas, o fomento por interpostos Estados menores em guerras sangrentas locais?

O MUNDO MULTIPOLAR ESTÁ AÍ. O QUE VIRÁ DEPOIS?

1 – O que se movimenta por detrás da persistente crise económica-financeira da lumpem grande burguesia capitalista mundial, as divergências acentuadas de potências burguesas, conclaves forjados para impor sanções económicas, visando obter vantagens políticas, o fomento por interpostos Estados menores em guerras sangrentas locais?

Podemos analisar, este ou aquele caso concreto, este ou aquele caso de intervenção política desastrada, principalmente da potência política e económica dominante, mas a questão que se tem de observar, com rigor e perspicácia, é a evolução real da burguesia capitalista neste último século.

E a partir daqui discernir que o que é determinante  no estado da situação económica mundial e o que pode estar a mudar.

UCRÂNIA: uma guerra através de intermediários

2 – Ao analisarmos o que se está a passar nos diferentes Estados europeus, que enquadram a UE, os conflitos sangrentos em todo o Próximo e Médio Oriente, as divergências políticas dentro do sistema oligárquico norte-americano, os movimentos militaristas e pró-nazis quer em certos países do leste europeu e no Japão, a pescadinha de rabo na boca de um pretenso relançamento financeiro e cambial nos Estados Unidos, sem haver uma correspondência real no aumento da competitividade e incremento da economia real do país, temos de escalpelizar como se efectuou o processo histórico da evolução do capitalismo mundial desde a primeira crise do petróleo, situada, grosso modo, em 1973.

A crise petrolífera não nasceu, nem se diversificou, porque estiveram por detrás somente acções políticas como determinantes em toda a movimentação, muito dela já hoje histórica.

A crise petrolífera, aliada à desregulamentação total, propositada, do sistema monetário internacional capitalista, sob os auspícios de Wall Street, com mais duas crises sucessivas na área dos petróleos (179 e 1980), veio fazer alastrar uma crise económica mundial de grandes proporções, cujo beneficiário principal foi um sector específico dessa burguesia, a grande burguesia financeira especulativa.

Ela veio a dominar tudo, estando, todavia, ainda, em permanência, virtualmente, os acordos de Bretton-Woods, mas ganhou especial incidência após a desagregação da ex-URSS.

A moeda norte-americana tornou-se, na sequência da crise petrolífera, a principal unidade de troca internacional, e com este facto a lumpem grande burguesia norte-americana ditou, imperialmente, os seus ditames económicos de supremacia.

Ela dominou a bolsa, a especulação financeira, a produção e distribuição petrolíferas, os mercados (legais e ilegais) das matérias-primas, os complexos monumentais agro-pecuários, o enquadramento internacional dos instrumentos castrenses, através da sua dispersão por ocupações e lançamento de bases militares em mais de 180 países.

Claro com a protecção castrense da NATO, um instrumento de monstruosidade de força, mas que somente subsistiu, até agora, porque ela custou um balúrdio de dinheiro, não só, mas principalmente, ao povo norte-americano, mas também aos seus serviçais europeus e canadianos.

(O militarismo norte-americano, embora pareça que serve de alimento permanente  a uma parte da sua indústria, na realidade está a devorar os EUA – O Orçamento castrense visível do Pentágono para 2015 - existe um invisível para operações encobertas - é de cerca de 500 mil milhões de dólares, para manter uma estrutura militar e um corpo de soldados permanentes que ultrapassa os 520 mil.

Os EUA gastam mais com as suas Forças Armadas do que os outros 10 países considerados no escalão superior de despesas).

Wall Street – que se foi aliando progressiva e sistematicamente com o capitalismo internacional do Vaticano – enquadrou nos anos 70 todo o sistema político europeu (em cumplicidade directa e criminosa com os partidos sociais democratas e, alguns que se apelidavam como comunistas – Itália, França, Espanha, Portugal, Suécia, entre outros),mas produziu e forçou, ao mesmo tempo, o fomento de uma evolução mundial da burguesia capitalista de raiz liberal a, praticamente, todo o planeta, desde a China (com início na parceria entre Mao Tse Tung e Richard Nixon) até à Rússia, com a ascensão da clique pró-soviética da troica liberal formada, nos primórdios entre Gorbatchov, Yeltsin e Romanov, passando, mais tarde pelos países que se libertaram do colonialismo em África e no Extremo-Oriente, com Angola, Moçambique, Vietname, Laos, Cambodja, etc.



3 – A crise económica larvar do grande capital financeiro foi-se agravando, pois ao mesmo tempo que se expandia a industrialização (a chamada deslocalização) a baixo preço e em quantidades *industriais* nos chamados países emergentes e de «terceiro mundo» comprimiu-se, melhor dizendo, travou-se, gradualmente, o crescimento nos grandes países industriais ocidentais, com destaque para os EUA.

Todavia, esta ascensão da grande burguesia capitalista e do seu aparente sucesso de conseguir *fazer medrar* um certo bem-estar ocidental, principalmente, entre os finais dos anos 60, todo a década seguinte e grande parte da de oitenta do século XX deu-se, porque na sua peugada estavam as classes laboriosas em fermentação.

Ou seja, esse lumpem de *ricaços* estava acossado – anos 60/70 - com uma ascensão de movimentos de libertação nacional e colonial, bem como de luta económicas e políticas das classes trabalhadoras, em particular na Europa (Maio de 1969 em França, com ramificações mais moderadas na Itália e Inglaterra, quedas dos regimes fascistas em Portugal, Espanha e Grécia, movimentações sociais nos EUA, luta anti-ditatoriais na América Latina, desde o Chile, ao Brasil, passando pelo Uruguai e Argentina).



Contudo, estes movimentos, embora por vezes radicais ou radicalizados, não pressupunham um programa revolucionário de ruptura económica e política, e foram sendo amarfanhados ou derrotados, não porque a Revolução tivesse desaparecido, mas porque, essencialmente, o que estava a ser contestado, nos seus programas, eram os resquícios pré-revolucionários que a Revolução Soviética (formada por uma movimentação popular maioritariamente camponesa e imbuída de ilusões quanto a uma destruição rápida do capitalismo a partir de *um só país*) erigiu, tal programa e +praxis+, como modelo único, sem contestação do que seria uma Revolução Socialista).

A expansão do capitalismo industrial a uma grande parte do planeta nestes 30 a 40 anos trouxe, naturalmente, consigo o incremento das classes laboriosas urbanas.

E tal facto, desenvolveu, ainda que lenta, mas progressivamente, o seu enraizamento social e reivindicativo nas sociedades que se tornaram, abertamente, capitalistas.

Não existiu, é certo, uma noção entre esses assalariados de que seria necessária uma revolução para transformar as relações de produção, mas fez aparecer e crescer a necessidade material de se empreender uma acção diferente, mais corajosa, em torno da defesa e conquista de bem-estar, e, acima de tudo, de começar a obter consciência da sua própria capacidade de lutar por si próprios.

No meio de um largo período, em que a grande burguesia financeira capitalista se impôs e efectivou, até à exaustão, a sua prática contra-revolucionária, deram-se dois acontecimentos que puseram em marcha um descontentamento generalizado que hoje se traduz num impasse na própria existência dessa lúmpen burguesia: 

a crise económica e financeira de 2001 e, principalmente a grande crise mundial financeira, primeiro, depois económica, de 2007/08.

4 – Com estas crises, os países em industrialização crescente em contra-ponto com a arrogância, atingida e desarticulada do grande capital financeiro norte-americano, criaram *focos de resistência* anti-imperialista norte-americana fazendo frente ao potentado capitalista de Wall Street.

Deu-se, portanto, uma revolta – primeiro, estribada nas vantagens económicas que esses grandes países adquiriram no mercado mundial, e, em segundo, a sua capacidade de acumulação de Capital, que um período florescente anterior, primordialmente devido aos valores das matérias-primas e aos preços que conseguiram tornar competitivos no mercado comercial, a apostarem nos encargos e modernizações das estruturas castrenses.

E a nova relação de forças, que emergiu na sociedade planetária, está interligada a uma nova pujança multipolar militar, que, apesar de colocar as potências em compassos de espera no desenvolvimento industrial e comercial (por fraquezas várias), de buscas de novas alianças, de perspectivas de relançamento de novos sistemas de trocas cambiais e até de sistema financeiro, conduziu, isso sim, a uma entrada colossal de dinheiro nos complexos industriais-militares.

Mas, também, está a produzir o seu contrário: o sistema da grande burguesia capitalista está a ficar *estrangulado* com as dívidas monumentais.

Ora, a *desmatação* que a crise económica e financeira de 2007/08 causou nos sistemas de desenvolvimento industrial, agro-industrial e comercial em todo o mundo está a fazer vir ao de cima a impotência do domínio absoluto do lúmpem grande capital financeiro.

Na realidade, a fraqueza da burguesia, como classe, está a despertar uma nova consciência quer nas reivindicações das classes laboriosas internacionais, quer, inclusive, no insatisfação com as ultrapassagens anti-democráticas das culturas e sentimentos nacionais dos explorados.

Resultado de imagem para a fome no mundo actual

O que se deu, real e principalmente, desde a crise de 2007/08 foi –e é – a incapacidade da burguesia (e o seu sector mais rapace) de reformar um poder político que aprofunde uma nova base democrática.

Nota-se que vai haver um tempo ainda em que a burguesia poderá governar tendo nos calcanhares as reivindicações crescentes das classes trabalhadoras.

Mas, este tempo terá, todavia, um término, abrupto ou não, com a entrada de um furacão revolucionário.

O período actual de adormecimento subversivo poderá acordar. em breve, mas somente terá consequências se um progresso programático revolucionário começar a germinar internacionalmente.

E esta nova realidade não nascerá por geração espontânea, terá de ser conquistada, não só contra o capitalismo financeiro dominante, mas também contra as ilusões ultrapassadas de que a democracia revolucionária poderá nascer dentro do próprio regime actual.

Tem de ser construído um amadurecimento teórico para dar corpo a uma ruptura coerente, ruptura esta – com ou sem coerência – virá, no entanto, em tempos que não serão muito distantes.


tabancadeganture.blogspot.pt

Será que as borboletas que você vê voando por aí realmente são seres vivos?


Será que as borboletas que você vê voando por aí realmente são seres vivos?



O que é isso no céu? Pode ser uma grande borboleta ou um pequeno robô voador. De qualquer maneira, não é o tipo de coisa que se vê todos os dias.


A empresa Festo projetou um tipo de drone que parece e se move como uma borboleta. Os eMotionButterflies (como são chamados pelos seus criadores) tem uma aparência quase real. Durante o voo é muito difícil identificar as placas de circuitos entre suas asas.

vídeo

Você pode soltar varias delas e elas vão funcionar como um grupo interligado. Cada robô é controlado independentemente através de câmeras de infravermelho distribuídas no local e se movem com a ajuda de um sistema de GPS interno.

As asas de plástico permitem que o robô realize manobras no ar, sem os sistemas de voo que costumamos ver, como as hélices ou asas de avião, o que torna os insetos-robôs menos preciso mas, certamente, mais elegantes
.




A Festo é uma empresa de robótica alemã que busca inovação em seus produtos criando tecnologias baseadas nos movimentos de animais. Além da borboleta, ela já criou robôs baseados em outras especies como formiga, canguru, pinguim e até água-viva.

Infelizmente a proposta da Festo não é disponibilizar para o consumidor produtos baseados nessas TECNOLOGIAS


plezi.blogspot.com.br