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quinta-feira, 9 de abril de 2015

UM VILAREJO SIMPÁTICO EM ITÁLIA

 vilarejo da Itália que, apesar de ser conhecido como il pause che muore (a cidade que está morrendo), ainda é cheio de vida:


italia
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Capitães vão falhar sessão solene de aniversário do 25 de abril

41º Aniversário 


Capitães vão falhar sessão solene de aniversário do 25 de abril

Apesar de ainda não terem recebido convite formal, os capitães de abril não irão às comemorações do aniversário do fim da ditadura, dá conta o SOL.
PAÍS
Capitães vão falhar sessão solene de aniversário do 25 de abril
DR

Afastado está também a possibilidade de se juntaram a uma iniciativa paralela que o ano passado teve lugar no Largo do Carmo, e onde esteve, inclusivamente, o ex-Presidente da República Mário Soares.
“Só depois de recebermos o convite tomaremos uma decisão. Mas as condições não se alteraram e, como tal, não estou a ver que possam existir alterações”, sublinha Vasco Lourenço ao SOL.
Os capitães deverão assim juntar-se às comemorações populares, que partem da avenida da Liberdade rumo ao Terreiro do Paço, onde é habitual discursar um capitão de Abril. 
Vasco Lourenço garante que a associação não vai promover uma celebração autónoma como a decorreu no ano passado no Largo do Carmo.

Tráfico de influências por SMS entre altos quadros do Estado - Conteúdo de várias mensagens trocadas entre o ex-presidente IRN e a ex-secretária-geral da Justiça mostram como ambos terão manipulado concursos da CRESAP.

Administração Pública 


Tráfico de influências por SMS entre altos quadros do Estado

Conteúdo de várias mensagens trocadas entre o ex-presidente IRN e a ex-secretária-geral da Justiça mostram como ambos terão manipulado concursos da CRESAP.
PAÍS
Tráfico de influências por SMS entre altos quadros do Estado
DR

O conteúdo das mensagens trocadas indiciam um acordo de troca de favores entre dois altos quadros, suspeitos de manipularam concursos da CRESAP – entidade que seleciona e recruta candidatos para cargos de direção superior na Administração Pública.
Segundo o acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, a que o i teve acesso, António Figueiredo e Maria Antónia Anes terão violado as regras do concurso em que o primeiro era candidato a presidente da IRN e de outro em que colegas seus concorriam ao cargo de vice-presidente daquele instituto.
A ex-secretária-geral da Justiça forneceu informações sigilosas a António Figueiredo que o favoreceram no concurso e ambos pediram um ao outro que exercessem a sua influência para favorecer determinados candidatos a cargos de na Administração Pública.
Maria Antónia Anes chegou a pedir ao ex-presidente do IRN que pedisse ao então ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, que ajudasse o “amigo” Humberto Meirinhos a chegar a secretário-geral do MAI.
Detidos no caso Vistos Gold, António Figueiredo está em prisão preventiva e Maria Antónia Anes em prisão domiciliária.

EU NÃO SOU PARTIDÁRIO DA CANDIDATURA DE SAMPAIO DA NÓVOA MAS DEIXO AQUI UM TEXTO E UMA NOTÍCIA DE COMO ELES SÃO MESTRES NO APUNHALAR

EU NÃO SOU PARTIDÁRIO DA CANDIDATURA DE SAMPAIO DA NÓVOA MAS DEIXO AQUI UM TEXTO E UMA NOTÍCIA DE COMO ELES SÃO MESTRES NO APUNHALAR ! 

-Marcelo também chumbou Sanches no júri presidido por Nóvoa

Marcelo Rebelo de Sousa também integrou o júri académico, presidido por António Sampaio da Nóvoa, que em 2007 chumbou o fiscalista Saldanha Sanches em provas de agregação para professor catedrático.
O papel do putativo candidato presidencial Sampaio da Nóvoa nesse júri da Universidade de Lisboa (de que era então reitor) foi hoje recordado num artigo de opinião no DN assinado por João Taborda da Gama (ex-aluno que Saldanha Sanches na Faculdade de Direito daquela universidade).
No final, recorda que em junho de 2007 o fiscalista foi, de "forma vil", chumbado na Universidade de Lisboa quando se apresentou a provas de agregação. E remata recordando: "O júri que reprovou José Luís Saldanha Sanches tinha António Sampaio da Nóvoa como presidente". "Nos júris académicos, como nos países, há um presidente, alguém cimeiro que normalmente não deve intervir, só apenas em casos-limite, para impedir a injustiça. Alguém que tem de ter coragem para repor a ordem justa das coisas, sempre que esta falte. Uma espinha dorsal e moral sobressalente, de reserva."
Ora, segundo uma notícia então da "Visão", esse júri integrava também uma outra personalidade envolvida no atual jogo presidencial, Marcelo Rebelo de Sousa. A decisão foi por voto secreto mas a revista consegui restituí-la. Marcelo fez parte do grupo de seis professores que chumbaram a agregação (os outros foram Diogo Leite de Campos, Jorge Braga de Macedo, Menezes Cordeiro, Fausto de Quadros e Paz Ferreira). Três professores terão votado a favor: Jorge Miranda, Teixeira de Sousa e Paulo Otero.
Na altura, por ser uma decisão muito rara (para não dizer inédita) e por estar em causa um fiscalista com elevada notoriedade pública e prestígio profissional, o caso tornou-se bastante polémico.
Saldanha Sanches - que morreria três anos depois, com 66 anos, vítima de cancro - disse que a decisão foi política e que a maior parte dos membros do júri não tinham conhecimentos para lhe avaliar a tese (sobre os limites do planeamento fiscal).
ABAIXO O ARTIGO DE OPINIÃO

Sampaio da Nóvoa Presidente

JOÃO TABORDA DA GAMA (EX-ACESSOR POLÓITICO DA CASA CIVIL
DE ANÍBAL CAVACO E SILVA )
Um grande homem, um homem livre, um homem bom. Professor brilhante, homem de liberdade, a sabedoria em pessoa. Quero falar-vos do homem mais culto, homem mais inspirador, o homem sempre ouvido e por todos respeitado pela sua independência e pela integridade de carácter. Um homem que pensou Portugal e desprezou mordomias. Quero falar-vos de um homem a quem a Universidade de Lisboa tanto deve, um académico que inspirou colegas, estimulou alunos, deixou discípulos. Um académico que fez escola e escreveu ciência. Um intelectual público, um cidadão inteiro. Falo-vos do professor Saldanha Sanches.
Numa altura em que uma retórica vazia e rímica sobre a liberdade procura substituir gestos e passados de liberdade ausentes, é bom recordarmos Saldanha Sanches. Foi um homem da liberdade, da liberdade-ação e não da liberdade-canção. Saldanha Sanches inicia cedo, adolescente, o seu caminho de liberdade, em 57 - não aos 57. Uma vida constantemente pautada por esse valor. Daquela liberdade, a única que existe, em que as conquistas do espírito se pagam com as privações do corpo. Em ditadura pagou-as com prisões, várias, uma delas seis anos de uma assentada - talvez por isso, por ter sido liberdade, Saldanha Sanches quando dizia "duma assentada" não tinha necessidade de acrescentar "que eu pago já. Do branco ao tinto...". A nobreza do carácter e a liberdade do espírito não lhe vinham de ancestrais apalaçados ou iluminados.
Na prisão, Saldanha Sanches conseguiu estudar, muito, parecendo de certa forma agradecido aos pides que o prenderam e torturaram (eram uns pobres-diabos, dizia). E os juízes do tribunal plenário, que o condenaram, perguntei-lhe. Esses, dizia, não eram verdadeiros juízes. Quem não impede o arbítrio serve a tirania, não faz justiça, não é, por definição, juiz, nem árbitro, é o mal vestido de lei.
Teria havido porventura exílios académicos mais idílicos e neutrais, mas a fuga não lhe estava no sangue. Para Saldanha Sanches, não se fugia da prisão, muito menos da universidade, muito menos do país. Antes e depois do 25 de Abril foi um bom aluno na Faculdade de Direito de Lisboa, vingou numa faculdade exigente e ligada ao antigo regime e não fugiu das convulsões da alvorada da democracia.
A Universidade de Lisboa era a sua casa, aí estudou e conheceu a mulher, aí se licenciou, mestrou, doutorou, ensinou - uma alma mater verdadeira. À Universidade de Lisboa deu tudo, deixou o melhor que tinha - um exemplo real de luta pela liberdade, e as bases de uma escola moderna de Direito Fiscal. Não se atrasava nem faltava às aulas - de que tanto gostava e via como a essência do professor -, não temia os alunos, publicou centena e meia de obras, entre livros e artigos. Foi, de forma constante, relevante: mudou formas de pensar, influenciou jurisprudência, abriu caminhos na fiscalidade e nas finanças públicas. Ensinava com liberdade, deixava aprender em liberdade.
Saldanha Sanches nunca abandonou o país, nunca se alheou do bem dos outros, e por ele correu riscos. Quando muitos viviam despreocupados, ensimesmados à sombra de outros que iam tratando da nossa democracia, Saldanha Sanches foi o primeiro a falar sobre corrupção. Mas não numa pregação onanística da transparência, pastiche redondo de lugares-comuns de uma pretensa ética - apontou nomes, setores, denunciou casos nas autarquias, na universidade, na construção, no futebol, nomeou ministros. Também por essa liberdade pagou: foi perseguido, difamado, processado. A liberdade em concreto dói, por isso tantos preferem cantá-la a fazê-la.
Foi sempre no espaço público que Saldanha Sanches interveio, por si, republicano sem-cerimónia e sempre presente - e não presença constante nas cerimónias da república, ou sequer mestre de cerimónias de presidentes da república. Saldanha Sanches esteve sempre nas discussões sobre o Portugal concreto, participou, discutiu, lutou, indicou caminho. Preferiu sempre dar a cara por ideias suas a emprestar a pose a aforismos de outros.
No trato era verdadeiro, direto, desafiador. Tinha a característica inata de repelir a mediocridade, o lambebotismo e a cobardia - outros têm o dom exatamente inverso - e a particularidade de acreditar que a universidade deve apenas obedecer a critérios de mérito na atribuição de graus - e não a graus de outras obediências.
Em finais de junho de 2007, Saldanha Sanches apresentou-se a provas de agregação na Universidade de Lisboa. A composição do júri não deixava dúvidas sobre o que se ia julgar, não era o seu currículo académico nem as suas obras, ambos irrepreensíveis - era a sua liberdade. Talvez devesse ter ficado em casa, ir passar uma semana à Suíça, tão agradável no início do verão. Mas Saldanha Sanches não fugia. Chumbaram-no. De forma vil. Nos júris académicos, como nos países, há um presidente, alguém cimeiro que normalmente não deve intervir, só apenas em casos-limite, para impedir a injustiça. Alguém que tem de ter coragem para repor a ordem justa das coisas, sempre que esta falte. Uma espinha dorsal e moral sobressalente, de reserva. O júri que reprovou José Luís Saldanha Sanches tinha António Sampaio da Nóvoa como presidente.

O CARROSSEL DA POLITIQUICE - O CARROSSEL DA POLITIQUICE



O CARROSSEL DA POLITIQUICE


carrs
Assim que se anunciou a possibilidade de Sampaio Nóvoa ser candidato ás próximas eleições presidenciais, soaram as campainhas de alarme. Do lado dos trauliteiros direitinhas, que tinham sido simpáticos para Henrique Neto, logo começaram nas redes sociais as piadolas de mau gosto, como é de bom tom para aqueles lados. Os mais civilizados, com destaque para os comentadores que fazem disso um modo de vida, franzem o sobrolho, iniciaram a busca de sinais mais avermelhados em Sampaio Nóvoa para os expor e assustar o bom povo português. Fariam isso com Sampaio da Nóvoa ou com qualquer outro que fosse candidato a candidato a Presidente da República, com perfil idêntico.
Mais preocupantes e reveladoras do clima daquelas bandas foram as reações de socialistas mais ou menos conhecidos da opinião pública. Saltaram a terreiro em vários estilos e tons. Vera Jardim olha com distanciamento para o cargo de Presidente da República, reclamando a falta de perfil, por o ex-reitor da UL se mostrar muito interventivo e um Presidente da República deve, na sua opinião, ser um “poder moderador”(::.)”árbitro supremo do sistema, da constituição e dos equilíbrios do sistema”
Podia ter dado como exemplos o pai de todos os socialistas, Mário Soares, sempre sentado em Belém, a mitigar pachorrentamente os conflitos institucionais que não foram poucos durante os seus mandatos. Ou o seu amigo e ex-colega de escritório, Jorge Sampaio, que tudo fez para que o governo de Santana Lopes cumprisse o mandato. A falta de memória dessa gente é notável. Cautelarmente, Vera Jardim, vai dizendo que se o seu partido apoiar Sampaio da Nóvoa, ele será naturalmente o seu candidato. Uma nota a registar, embora não seja de excluir que estivesse a fazer figas enquanto fazia tal proclamação.
Outros “notáveis” socialistas são mais assertivos. Francisco Assis, estilo sorna, estofo de político mediano, reclama um candidato“genuinamente de centro-esquerda”. Para um militante de um partido que enche a boca a afirmar-se de esquerda, para um homem que se diz de esquerda, que foi candidato a secretário-geral, não está nada mal. Não nomeia, mas percebe-se que o seu Dom Sebastião é o beato Guterres ou o direitinha Gama.
Sérgio Sousa Pinto foi mais, longe, se calhar com receio que um qualquer preclaro Lello se antecipasse. Desata a zurzir em Sampaio da Nóvoa, “Não lhe basta a sublime virgindade de, em 60 anos, nunca se ter metido com partidos” e como estávamos na época pascal acrescenta“também parece agradecer a Deus a graça de ser pobre” . Conclui com mais umas tantas javardices do mesmo jaez sobre as esquerdas latino-americanas e europeias, para rematar “esta não é a minha esquerda”. Não é a esquerda dele pela razão mais simples e óbvia: ele não é nem nunca será de esquerda, por mais que queira travestir a realidade.
Todo o texto é bem revelador dos sérgios sousas pintos que andam como piolhos pelas costuras da política. É atravessado pela raiva, contra quem sendo de esquerda e tendo um currículo intelectual e profissional considerável, por opção, não se filiou num partido. É a raiva roxa de quem em toda a sua vida, só soube e sabe lustrar os fundilhos pelas cadeiras de diversas assembleias, fazendo pela vidinha, com os olhos postos nos vitorinos e passos coelhos que, à pala da política, se tornaram em facilitadores de negócios. De quem cheira o perfume fétido dos corredores da política que também o pode, na graça de Deus, fazer ficar riquinho. Não está sozinho. Pelo contrário, está bem mal acompanhado por aquela maralha que se mete muito jovem na política por cálculo, a acotovelar-se para fazerem carreira nos partidos que lhes abrem as portas do chamado arco da governança.
Sérgio Sousa Pinto não aguenta. Solta o sócrates que tem dentro de si. Estoira com grande alarido rugidos de leão de aviário. Sabia, bem sabia, que iria ter os seus quinze minutos de glória socialite-politiqueira. Para ele é insuportável que um homem, Sampaio Nóvoa ou outro, com um percurso intelectual reconhecido, que sempre tenha tido uma intervenção cidadã de esquerda, que sempre tenha mostrado ter consciência social, se intrometa nas escolhas do aparelho partidário, daquele aparelho partidário  que concede aos sérgios deta terreola. uma teta em que mama desde que se conhece, com afinco, ainda que sem grande talento. Advinha-se que o seu candidato é António Vitorino, se concorreres e ganhares dás-me um lugarzito em Belém? Em segunda escolha, os que Assis leva em andor.
Essa gente, e outra que deve andar a arrastar os pés com ardor nas alcatifas do Largo do Rato rosnando em surdina, saltam a terreiro para demonstrar, como se isso fosse necessário, que renegam a esquerda até ao fim do mundo.
Há ainda quem acredite na possibilidade de um governo de esquerda com este Partido Socialista. Essa é outra questão, magna questão, em que se deve insistir, mesmo contra todas as evidências.

pracadobocage.wordpress.com

DISCURSO DIRECTO -MESMO SEM VONTADE POR VEZES DÁ-ME VONTADE DE RIR DA PALHAÇADA QUE EXISTE DENTRO DO PARTIDO XUXA.



DISCURSO DIRECTO



MESMO SEM VONTADE POR VEZES DÁ-ME VONTADE DE RIR DA PALHAÇADA QUE EXISTE DENTRO DO PARTIDO XUXA.
É DE TAL MANEIRA O OPORTUNISMO, A SEDE DE PODER, A CORRIDA AOS LUGARES DE UM FUTURO GOVERNO E A CORRIDA PARA AS PRESIDENCIAIS GERANDO ÓDIOS INTERNOS MAL DISFARÇADOS SOBRE A POSSIBILIDADE DE LÁ CHEGAR, QUE A PEIXARADA DO DIA A DIA NO PS É UMA NOVELA DE MAU GOSTO, UM CARNAVAL FOLEIRO, UMA ZARAGATA DE CÃES ESFAIMADOS DE MORDOMIAS E PROTAGONISMO.
CLARO QUE TUDO ISTO É FEITO COM A DIPLOMACIA FINGIDA DOS QUE USAM GRAVATA PARA DISFARÇAR O TRAJE DE VERDADEIROS ASSALTANTES AOS INCAUTOS VIAJANTES DAS ESTRADAS DESTE PORTUGAL ASSOLADO POR GANGSTERS E BANDIDOS DAS MAIS VARIADAS ORGANIZAÇÕES TODAS ELAS COM UM PATRÃO COMUM, O CAPITAL.
A PERGUNTA TERÁ LUGAR....SE ENTRE ELES SE DEVORAM, SE ENTRE ELES NÃO SE ENTENDEM, COMO PODERÃO ESTES TRAFULHAS AGRADAR A QUEM PEDEM O VOTO ?
A RESPOSTA É FÁCIL....ELES NÃO ESTÃO NA POLÍTICA PARA AGRADAR AO AOS PORTUGUESES, ELES ESTÃO LÁ PARA SE SERVIREM DA POLÍTICA COMO INSTRUMENTO DE ASSALTO ÀS ALGIBEIRAS DOS CONTRIBUINTES E NO MENOS TEMPO POSSÍVEL ENCHEREM AS ALGIBEIRAS MESMO QUE DE FORMA ILÍCITA SABENDO DE ANTEMÃO QUE SAIRÃO SEMPRE GANHADORES E COM O ESPÓLIO ESCONDIDO E ASSEGURADO


António Garrochinho

Caos - Como na Líbia, Iraque ou Síria, o objectivo – depois do fracasso das intervenções directas dos EUA – é outro: gerar o caos para, face à inexistência de estados soberanos capazes de afirmar a independência, abrir caminho à pilhagem imperialista. Os bandos terroristas fundamentalistas patrocinados pela Arábia Saudita contribuem para esse objectivo. Os sauditas têm sido fiéis serventuários do imperialismo e em 2011 tropas suas esmagaram a revolta popular no vizinho Bahrain

Caos

Caos
por Jorge Cadima


"Como na Líbia, Iraque ou Síria, o objectivo – depois do fracasso das intervenções directas dos EUA – é outro: gerar o caos para, face à inexistência de estados soberanos capazes de afirmar a independência, abrir caminho à pilhagem imperialista. Os bandos terroristas fundamentalistas patrocinados pela Arábia Saudita contribuem para esse objectivo. Os sauditas têm sido fiéis serventuários do imperialismo e em 2011 tropas suas esmagaram a revolta popular no vizinho Bahrain"

"Mostrando que não há limites para a demência, outro conhecido colunista do NYT, Thomas Friedman, publicara dias antes (18.3.15) a seguinte prosa: «Não devíamos estar a armar o ISIS? [...] Porque estamos pela terceira vez desde o 11 de Setembro a combater uma guerra favorável ao Irão? Em 2002 destruímos o principal rival sunita do Irão no Afeganistão (o regime talibã). Em 2003 destruímos o principal rival sunita do Irão no mundo árabe (Saddam Hussein). [...] Porque será do nosso interesse destruir o último bastião sunita ao controlo completo iraniano do Iraque?». 'Guerra contra o terrorismo', ou guerra através do terrorismo? O 'dividir para reinar' está a transformar-se em 'destruir para reinar'."

Mais um país árabe está a ser destruído. O Iêmen, um dos países mais pobres, é vítima das bombas da Arábia Saudita e outros países árabes do Golfo – dos mais ricos do planeta. A responsável pelos assuntos humanitários da ONU diz que «pelos menos 519 pessoas foram mortas e quase 1700 feridas nas duas últimas semanas, e mais de 90 por cento das vítimas são crianças» (Deutsche Welle, 3.4.15). Segundo a mesma fonte, «cerca de 40 pessoas, na maioria civis, foram mortas numa incursão aérea sobre um campo de refugiados». 

O governo dos EUA declarou o seu apoio aos bombardeamentos e prometeu «auxílio logístico [...] às operações militares conduzidas pelo Conselho de Cooperação do Golfo» (Comunicado da Casa Branca, 25.3.15). O envolvimento militar dos EUA no Iémen não é novo. A 10 de Setembro de 2014 o presidente Obama citava aquele país como exemplo de êxito na sua política de drones para «eliminar os terroristas que nos ameaçam, ao mesmo tempo que apoiamos parceiros nas linhas da frente». Segundo a emissora oficial alemã Deutsche Welle (3.4.15) agora a «Al Qaeda controla a maior parte da terceira maior cidade iemenita», Mukalla. Mas não são esses os alvos dos bombardeamentos sauditas, apoiados pelos EUA...

Como na Líbia, Iraque ou Síria, o objectivo – depois do fracasso das intervenções directas dos EUA – é outro: gerar o caos para, face à inexistência de estados soberanos capazes de afirmar a independência, abrir caminho à pilhagem imperialista. Os bandos terroristas fundamentalistas patrocinados pela Arábia Saudita contribuem para esse objectivo. Os sauditas têm sido fiéis serventuários do imperialismo e em 2011 tropas suas esmagaram a revolta popular no vizinho Bahrain (sede da V Esquadra Naval dos EUA). Parecem apostar num confronto com o Irão. Mas deveriam acautelar-se. Uma vez cumprido o seu papel, seriam descartáveis. Também Saddam Hussein aceitou combater a guerra dos EUA contra a revolução iraniana de 1979 para vir mais tarde a ser levado ao cadafalso por aqueles mesmos que serviu.

Não será o anunciado acordo sobre o programa nuclear do Irão um acontecimento de sinal contrário, de diálogo e solução pacífica de conflitos? É cedo para avaliar ainda todo o seu significado. Todas as cautelas são poucas. Antes de Junho não existirá acordo assinado. E convém lembrar que as assinaturas dos EUA são de escasso valor: há muitos antecedentes (Iraque, Líbia, Jugoslávia) de acordos que serviram apenas aos EUA para criar melhores condições para um ataque posterior. Pode existir o objectivo de criar clivagens entre futuras vítimas. Podem existir também reais divergências no seio da classe dominante dos EUA (e desta com Israel), mas parecem incidir sobretudo nas prioridades da estratégia de guerra daquele poderoso país em declínio. 

Há quem prefira dedicar-se 'a tempo inteiro' à Rússia e China. O que é indiscutível é que importantes forças nos EUA (e Israel) se opõem ao acordo, como ficou claro na posição pública de 47 senadores republicanos. John Bolton, ex-embaixador dos EUA na ONU, assinou um artigo no New York Times (26.3.15) de título «Bombardear o Irão para travar a bomba do Irão». Mostrando que não há limites para a demência, outro conhecido colunista do NYT, Thomas Friedman, publicara dias antes (18.3.15) a seguinte prosa: «Não devíamos estar a armar o ISIS? [...] Porque estamos pela terceira vez desde o 11 de Setembro a combater uma guerra favorável ao Irão? Em 2002 destruímos o principal rival sunita do Irão no Afeganistão (o regime talibã). Em 2003 destruímos o principal rival sunita do Irão no mundo árabe (Saddam Hussein). [...] Porque será do nosso interesse destruir o último bastião sunita ao controlo completo iraniano do Iraque?». 'Guerra contra o terrorismo', ou guerra através do terrorismo? O 'dividir para reinar' está a transformar-se em 'destruir para reinar'.



Fonte: Avante



FMI já lucrou 2500 milhões com os empréstimos à Grécia - As contas são da ONG britânica Jubilee Debt Campaign. Atenas paga 450 milhões ao FMI esta quinta-feira e vai substituir o seu representante no Fundo. Na véspera, Tsipras esteve em Moscovo para tentar relançar as relações comerciais com a Rússia.

FMI já lucrou 2500 milhões com os empréstimos à Grécia

As contas são da ONG britânica Jubilee Debt Campaign. Atenas paga 450 milhões ao FMI esta quinta-feira e vai substituir o seu representante no Fundo. Na véspera, Tsipras esteve em Moscovo para tentar relançar as relações comerciais com a Rússia.
Foto Jubilee Debt Campaign/Flickr
As contas são da ONG britânica Jubilee Debt Campaign e foram divulgadas esta quarta-feira. Se a Grécia pagar todos os empréstimos e juros dos empréstimos da troika ao FMI, a instituição vai lucrar 4300 milhões nos próximos nove anos.
Com uma taxa de juro efetiva de 3,6%, bem acima da taxa de 0.9% com que o FMI se financia hoje em dia, a instituição sedeada em Washington embolsou mais de 2500 milhões de euros em lucros. Se lhes juntarmos os outros países sujeitos ao "resgate" da troika entre 2010 e 2014, o lucro dispara para 8400 milhões, revela a Jubilee Debt Campaign.
"Os empréstimos do FMI à Grécia não só serviram para salvar os bancos que emprestaram imprudentemente, mas levaram à saída de ainda mais dinheiro do país. Os juros usurários pesam ainda mais sobre a dívida injusta a que o povo da Grécia foi submetido", afirmou Tim Jones, da Jubilee Debt Campaign.
Central sindical ADEDY manifesta-se pela suspensão do pagamento do serviço da dívida
Esta quinta-feira, dia do pagamento da tranche de 450 milhões ao FMI, a central sindical ADEDY, que representa os trabalhadores gregos do setor público, organiza um comício pela restruturação da dívida e pela suspensão dos pagamentos do serviço da dívida.  
Para a central sindical, a restruturação da dívida "é a condição para a sobrevivência do país, do povo e dos trabalhadores". "Exigimos que nem um cêntimo seja gasto no pagamento do serviço da dívida", conclui o comunicado publicado no site da ADEDY.
Representante da Grécia no FMI deixa o cargo em julho
Segundo a imprensa grega, o representante da Grécia no Fundo Monetário Internacional vai deixar o cargo em julho. A notícia surge na semana em que Varoufakis foi a Washington conversar pessoalmente com Christine Lagarde sobre as negociações que decorrem em Bruxelas e quando a Grécia se prepara para reembolsar o FMI em cerca de 450 milhões de euros.
O agora demissionário Thanos Catsambas fez carreira enquanto funcionário do FMI ao longo de 29 anos, antes de ser nomeado em 2012 pelo governo de Lucas Papademos.
Tsipras em Moscovo: “A Grécia não é uma colónia de dívida, é um Estado soberano”
Com a situação financeira da Grécia e as negociações com os credores a dominarem a atenção da imprensa, Alexis Tsipras afirmou aos jornalistas que a Grécia não tinha vindo pedir ajuda financeira à Rússia. “A Grécia não é um pedinte que anda de país em país a pedir-lhes que resolvam o seu problema económico, uma crise que não diz apenas respeito à Grécia mas é uma crise europeia”, afirmou Tsipras, acrescentando que o seu país “não é uma colónia de dívida, é um Estado soberano”.
A visita do primeiro-ministro grego a Moscovo teve na agenda as relações comerciais entre os dois países, bastante afetada pela resposta da Rússia às sanções impostas pela União Europeia. A Grécia é dos países que mais sofreu com as sanções aos produtos agrícolas, mas Putin afastou o levantamento de sanções país a país.  “Infelizmente não podemos fazer excepções”, disse o presidente russo, apelando ao levantamento das sanções europeias ao seu país. Mas segundo o diário Avgi, citando fontes do governo, será possível exportar esses mesmos produtos agrícolas criando parcerias entre empresas dos dois países.
A construção do gasoduto na Grécia a partir da fronteira turca foi outro tema da reunião, com Putin a afirmar que o país se pode tornar um dos grandes centros de distribuição do gás russo para a Europa. Segundo o Avgi, foi colocada a hipótese de Moscovo pagar a Atenas um adiantamento dos lucros futuros. Para Alexis Tsipras, o gasoduto é fundamental para as necessidades e a segurança energética do país, permitindo baixar o preço do gás para a indústria e os consumidores gregos e o desenvolvimento do projeto deverá respeitar as leis gregas e europeias para o setor.


www.esquerda.net

O CIRCO

REALMENTE HÁ VIRTUOSOS ! EIS AQUI UM...COM AS CARTAS.

OLHÓ AVANTE ! Mais de metade dos trabalhadores do sector está em situação precária - Turismo

OLHÓ AVANTE !


Mais de metade dos trabalhadores do sector está em situação precária
Turismo
Entre a propaganda e a realidade
O período de Páscoa deu o ponto de partida para a chamada época alta do turismo. Nos próximos meses, também com o aproximar das eleições legislativas, não faltarão as vozes, de Passos a Portas, passando por Cavaco, a enaltecer os números alcançados, apresentando-os como «êxitos» da governação destes últimos anos. Tal operação é mais um expediente – bastante recorrente, diga-se – das manobras de mistificação sobre a dura realidade económica e social para onde Portugal foi arrastado.
Na verdade, o peso relativo que este sector adquiriu nos últimos anos na economia nacional, representando actualmente cerca de seis por cento do PIB, empregando mais de 450 mil trabalhadores e valendo qualquer coisa como 15 por cento das exportações, é, em si mesmo, um reflexo de uma política de abandono e destruição do aparelho produtivo.
Portos de pesca transformados em marinas de recreio, explorações agrícolas convertidas no dito turismo rural, cidades inteiras com forte tradição industrial cujas fábricas deram lugar a hotéis e resorts, entre outras situações que a realidade do País profundo vai revelando e que mostram uma opção que foi ainda lubrificada pela deslocação do investimento para sectores de mais rápido retorno, alavancados no endividamento e financeirização desta actividade, nos fundos comunitários, na especulação imobiliária e, sobretudo, na intensificação da exploração dos trabalhadores.
Que futuro para o sector?
Significa isto que o turismo é hoje um sector sem problemas ou constrangimentos? Ou que a aposta no turismo é incompatível com um projecto de desenvolvimento do País? Não, nada disso!
O seu desenvolvimento está hoje claramente condicionado pelo agravamento da carga fiscal sobre as milhares de micro, pequenas e médias empresas; pela imposição do IVA a 23 por cento na restauração; pelo desinvestimento e degradação das infra-estruturas de transportes; pela forte sazonalidade e dependência de poucos mercados; pela imposição de portagens em praticamente todas as auto-estradas; pela degradação dos serviços públicos da saúde à cultura; pela ameaça da privatização da TAP e o apoio público dado às companhias chamadas de baixo-custo; pelo agravamento das condições de vida do povo português que atinge profundamente o chamado mercado doméstico.
De facto, o desenvolvimento do potencial turístico em Portugal – país com características ambientais, culturais e patrimoniais que são únicas – está longe de estar esgotado, mas tal como em todos os outros sectores, a sua promoção, em vez de estar sujeita aos interesses dos grupos monopolistas, deveria estar subordinada a uma estratégia de desenvolvimento, liberta do domínio monopolista, potenciadora da actividade das MPME, promotora do direito do povo português ao lazer e, sobretudo, assente na promoção do trabalho com direitos.
Ora, o que a realidade hoje nos diz é o oposto: por um lado, o agravamento das dificuldades das empresas de muito pequena, pequena e média dimensão, como mostram os dados divulgados pelo Banco de Portugal (2013), revelando que 55 por cento das empresas deste sector com dívida financeira não gerou EBITDA suficiente para pagar os juros; por outro lado, o agravamento substancial dos níveis de exploração, como mostram os dados do Ministério da Economia, que referem que o ganho médio mensal dos trabalhadores caiu em termos reais 7,5 por cento entre 2010-2013, que este sector pratica dos salários mais baixos de toda a economia (pior só o Têxtil, Vestuário e Calçado) e que 21 por cento dos trabalhadores recebem o salário mínimo nacional, enquanto a média nacional é de 12 por cento, sendo que entre contratos a termo (39,5 por cento), estagiários (7,5 por cento) e trabalhadores em situação informal, podemos dizer que mais de metade dos trabalhadores do sector tem uma situação profundamente precária.
A exigência de uma ruptura com o passado
É por isso que os dados do Turismo que são exibidos pelo Governo, dizendo pouco sobre a situação económica do País, dizem muito sobre o processo de intensificação da exploração e de concentração de riqueza que está em curso. Um processo que tem enfrentado de uma forma crescente a luta de milhares de trabalhadores que se vêem a braços com salários de miséria, desrespeito pelos horários de trabalho e dias de descanso, trabalho sazonal em função dos interesses dos grupos económicos, mas também, a situação de salários em atraso que se vai propagando como uma verdadeira praga e cuja recente luta dos trabalhadores do Club Praia da Rocha, em Portimão – que se concentraram durante 15 dias e 15 noites à porta do hotel até o patrão ceder e que contou com a solidariedade do PCP –, veio dar uma outra visibilidade.
A ruptura com a política de direita torna-se, assim, também neste sector, uma necessidade cada vez mais evidente. Uma ruptura que abra caminho a uma outra política, patriótica e de esquerda, que assuma que o desenvolvimento deste sector é inseparável dos direitos de quem trabalha, que coloque as exportações (onde este sector também se insere) não ao serviço dos grupos monopolistas mas ao serviço do País, que associe o desenvolvimento turístico à defesa e promoção do aparelho produtivo nacional, que promova o direito do povo português ao turismo e ao lazer, direito esse que é inseparável da recuperação dos rendimentos que foram roubados nos últimos anos.
Nos próximos meses, não faltarão aqueles que, como o PS, serão capazes de fazer promessas como a de baixar o IVA da restauração de 23 para 13 por cento, para assim esconder não só as suas responsabilidades passadas (foram eles que acordaram essa medida com a troika) mas também as intenções futuras. Da nossa parte, espera-nos um longo caminho de esclarecimento e mobilização, quer para a luta, quer para o voto, dos muitos milhares de homens e mulheres que têm neste sector o seu ganha-pão.
Vasco Cardoso
Membro da Comissão Política do PCP

Funcionário da Monsanto Admite que Existe um Departamento para Desacreditar Cientistas

Funcionário da Monsanto Admite que Existe um Departamento para Desacreditar Cientistas


Pela primeira vez um funcionário da Monsanto reconheceu que há um departamento dentro da empresa que tem por missão "desacreditar" os cientistas que se pronunciam contra os transgênicos.


Um funcionário da Monsanto admitiu publicamente que a empresa de transgênicos conta com um departamento encarregado de "desacreditar" os cientistas que se opõem aos seus produtos e advertem sobre os riscos para a saúde que carregam. A revelação deixa explícito o peso político e financeiro da Monsanto para pressionar os que falam contra, afirma Christina Sarich ao Natural Society.



Em uma recente reunião formada em sua maioria por estudantes, um deles perguntou o que a empresa faz para invalidar como "má ciência" o que prejudica o seu trabalho. O funcionário da Monsanto, William Moar, que faz palestras sobre os produtos da empresa, talvez se esqueceu que nesse momento o evento era público, revelou que a Monsanto possui um "departamento inteiro" que se dedica a "desacreditar" a ciência que não está de acordo com a sua, escreve o jornalista.



Sarich afirma que "em uma única frase formulada publicamente, Moar admitiu que a ciência financiada pela Monsanto é pura propaganda". Segundo a jornalista, a empresa vai continuar desacreditando e desvalorizando as contribuições dos organismos científicos internacionais daOMS.



Em março a International Agency for Research on Cancer (IARC) da OMS anunciou que o glifosato, ingrediente ativo do herbicida Roundup da Monsanto, foi classificado como possivelmente cancerígeno para os seres humanos.


 http://www.anovaordemmundial.com

Sabe mesmo descascar bananas? Aprenda este e outros 18 truques

Sabe mesmo descascar bananas? Aprenda este e outros 18 truques

Descascar alhos rapidamente. Tirar a pele a uma maçã com um berbequim. Dobrar a roupa como nas lojas. Ou mesmo comer um hambúrguer sem deixar cair nada. Sabe como fazer? Aprenda com estes vídeos.

Desde comer até ir à casa de banho. Mude o seu estilo de vida
AFP/Getty Images
Autor
  • Observador
    Este artigo serve para lhe dar a conhecer um facto algo duro: tudo o que tem feito ao longo da vida pode estar errado. O nosso quotidiano está repleto de asneiras. Mas não se preocupe: é possível dar a volta. Conheça a lista de coisas que está a fazer mal no dia-a-dia do El País e aprenda como fazê-las de forma diferente.
    • Tirar a pele da maçã à velocidade de um berbequim
    Basta pegar em dois engenhos tão simples como um berbequim e um descascador. Espete a maçã na ponta do berbequim e ponha-o a trabalhar. Enquanto a fruta gira, aproxime o descascador da pele e ela sairá muito mais depressa.

    video

    • Ovos perfeitos sem casca
    Bata duas vezes em ambas as extremidades de um ovo cozido, retire as cascas das pontas e sopre a partir de um dos buracos. Em dez segundos tem um ovo descascado, em vez de passar longos minutos a tirar pedaços.

    • Tirar a pele aos alhos…
    … pode também contribuir para libertar o stress. Separe grosseiramente os dentes de alho e coloque-os dentro de um recipiente. Tape o recipiente e agite-o velozmente durante vinte segundos. Quando o destapar, os dentes de alho estarão separados e descascados.

    • Não se deixe intimidar pelo tamanho do tomate cherry
    São pequenos e podem ser irritantes se os quiser cortar ao meio. Faça o seguinte: distribua-os num prato raso e coloque outro por cima deles. Passe a faca no espaço entre os dois pratos. Quando retirar o de cima vai encontrar os tomates cortados ao meio.

    • Vire a banana ao contrário
    Não, não é assim! As bananas não se devem descascar a partir do caule que as liga ao cacho. Em vez disso, pressione a ponta oposta: a casca do fruto vai quebrar-se em duas partes e pode puxá-las para baixo. E pode segurá-las muito mais facilmente.

    • Sugue a gema do ovo
    Se soubesse disto antes podia ter evitado pedaços de casca caídos ou gemas mal separadas da clara. Parta o ovo e coloque-o inteiro num prato. Depois pressione uma garrafa de plástico vazia, mas expanda-a junto à gema. Ela vai ser sugada para dentro da garrafa e pode depois ser libertada para outro lado.

    • A ciência em cortar uma fatia de bolo
    O bolo começa a secar, perde o sabor original e ganha odores esquisitos. Tudo porque não conhece o tutorial oficial para cortar um bolo como ele merece ser cortado. Em vez de o partir em pedaços triangulares tradicionais, corte-o ao meio de uma ponta à outra e faça um corte paralelo ao primeiro. Já tem uma fatia. Depois, junte as duas partes. E volte a fazer o mesmo até ao fim. Simples.

    • Ninguém sabe usar pacotes de sumo
    A abertura das embalagens de papel está normalmente próxima a uma das pontas. Por isso, partimos do princípio que a devemos aproximar do copo. Nada mais errado: o que deve fazer é pôr o copo do outro lado da abertura. Assim o sumo não salpica.



    • Dobrar roupa
    É quase um mistério a forma como as lojas de vestuário conseguem dobrar com toda a graciosidade a roupa que está em exposição. Em casa, sabemos que costuma arrumar as peças de vestuário com calma e dedicação. Ou então desiste e rende-se aos vincos. Descalce essa bota: aqui está a solução.

    • Arrefecer cerveja ou o que quiser
    “A quantidade de entropia de qualquer sistema isolado termodinamicamente tende a incrementar-se com o tempo, até alcançar um valor máximo”. Pode parecer difícil de interpretar, mas a 2ª Lei da Termodinâmica só ajuda a facilitar a sua vida. Quer arrefecer uma cerveja rapidamente? Veja este vídeo.

    • Vestir
    Há todo um mundo estilístico que tem passado ao lado das mulheres durante todos estes anos. É que, afinal, não é necessária muita roupa nova: há formas novas de usar a mesma peça de vestuário. Até a camisa do marido! Aprenda a não perder o fio à meada.

    Para os homens: conheça o modo mais correto de atar os sapatos. Mas antes disso, fica esta curiosidade: a ponta do atacador chama-se agulheta. Pronto, agora está em condições de aprender a calçar-se.
    • Tomar banho
    Os dermatologistas dizem que ninguém sabe tomar banho: fazemo-lo demasiadas vezes com demasiado gel de banho e água demasiado quente, aplicando demasiada força na esponja. E, no final, ainda utilizamos o tipo de toalha errada. Demasiados erros com os quais devemos ter mais precaução: estamos a prejudicar a saúde da pele e do cabelo.
    NEW YORK - JANUARY 13:  Bethenny Frankel hosts Porsha Williams (not pictured) and shares bathtub essentials on "bethenny" at CBS Broadcast Center January 13, 2014 in New York City.  The show will air January 16.  (Photo by Mike Coppola/Getty Images for "bethenny")
    • Tenha lata. Mas utilize-a bem
    Olhe para a lata de sumo que tem em cima da mesa. Atente na anilha: porque é que ela tem aquele buraco? É que se prender a palhinha na anilha, ela não se rasga na abertura da lata e fica imóvel. Mais: não vale a pena reclamar com os pacotes de batatas fritas cheias de ar: o ar serve para conservar as batatas e evitar que elas se partam. E em vez de meter a mão cada vez mais dentro do pacote à medida que as batatas vão desaparecendo, dobre a parte de baixo para que o conteúdo suba.
    batatas
    • Os hamburgueres que se desmontam
    E quando está decidido a degustar um belo hamburguer repleto de ingredientes e à primeira dentada eles caem todos no colo? Chateia, mas a culpa é mesmo sua. Veja este vídeo e aprenda a comer.

    • Aplicar maquilhagem
    São inúmeros os erros que as mulheres praticam enquanto se maquilham. Um deles é o de adquirir muitos artigos de beleza ao mesmo tempo. Às vezes, não vale a pena: até os produtos de higiene têm validade e aplicar excesso de maquilhagem pode maltratar a pele. Ponha-se na linha e aprenda a aplicar lápis nos olhos.

    • Limpar o frigorífico
    Há regras e facilitava-lhe a vida se as seguisse. O Observador deixa-lhe a receita:
    1 – Desligue o eletrodoméstico.
    2 – Retire todos os alimentos que sabe que não vai comer.
    3 – Lave a borracha que permite fechar o frigorífico.
    4 – Esvazie-o e lave estantes e gavetas.
    5 – Lave o interior e depois o exterior.
    6 – Descubra o sistema de drenagem.
    7 – Lave as traseiras do eletrodoméstico.
    8 – Agora, o oitavo ponto precisa de uma atenção especial: os alimentos têm uma organização no interior do frigorífico, para evitar que apodreçam mais depressa do que o normal. Não misture fruta da época, que amadurece enquanto liberta gás etileno, com a restante.
    SOUTHAMPTON - NY - AUGUST 13:  Socialite Helen Lee Schifter refrigerator contents photographed on August 13, 2005 in Southampton, NY. (Photo by Matthew Peyton/Getty Images)
    • Ir à casa de banho
    Há uma maneira correta de defecar: de cócoras. Ao que parece, o humano não foi programado para se sentar numa sanita para fazer as necessidades. E é por isso que surgem complicações físicas como as hemorróidas.
    circa 1950:  A one year old learns to use the lavatory with her own special toilet seat.  (Photo by Lloyd Yearwood/Three Lions/Getty Images)
    • Falar
    Vamos lá soletrar corretamente as coisas: a palavra Nike lê-se naiqui, a marca Reebok lê-se ribuk e a Primark diz-se praimarc. E não é Givenchy, mas antes lli-van-shi. O criador da série Simpsons chama-se Matt Groeing, mas leia-se Mat Greinin. Da próxima vez que se referir a Jane Austin, lembre-se de dizer Yein Ohstin. E saiba que o antropólogo Roland Barthes se pronuncia Rolán Bart.
    NEW YORK, NY - MAY 31:  A woman speaks on her mobile phone on May 31, 2011 in New York City.  In a new report by 31 scientists meeting at the World Health Organization's International Agency for Research on Cancer (WHO/IARC) it was found that using a mobile phone may increase your risk for certain kinds of brain cancers. While further scientific work will be conducted, the group of scientists from 14 countries classified cell phones in the carcinogenic category 2B, which is similar to the pesticide DDT and gasoline engine exhaust.  (Photo by Spencer Platt/Getty Images)

    Expressar sentimentos online

    Para alguns, já é suficientemente difícil na vida real. Mas nem os emojis, que servem para expressar sentimentos nas frases que lançamos online ou nos telemóveis parecem ser bem interpretados por todos. Sabe aquele smile que usamos para mostrar que estamos a chorar? Não, não representa isso: é o símbolo de uma pessoa aliviada, mas desiludida. E o boneco de duas mãos juntas com uma aura atrás não é um icon religioso: é só mesmo o símbolo de duas pessoas a chocar as mãos.