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terça-feira, 7 de abril de 2015

Câmara aprova solução da CDU para renovação do campismo da Praia de Faro

Câmara aprova solução da CDU para renovação do campismo da Praia de Faro

Parque Campismo Praia_Foto PSDO Parque de Campismo da Praia de Faro vai mesmo ser renovado e deverá estar aberto ao público já em 2016. No entanto, a renovação não vai acontecer nos moldes propostos por Rogério Bacalhau, mas sim de acordo com a proposta apresentada pela CDU. A principal diferença: o contrato de comodato com a Associação de Utentes e Amigos do Parque de Campismo mantém-se válido até perto do início das obras.
Na reunião de Câmara realizada ontem à tarde, que durou perto de quatro horas, e que contou com a presença de cerca de 40 utentes do parque, a proposta do presidente da Câmara foi apresentada primeiro, mas foi chumbada com os votos contra do PS e da CDU. Já a proposta da CDU foi aprovada com os votos dos vereadores socialistas e do vereador comunista e com o voto contra do PSD.
Outro ponto de discórdia entre as duas propostas, para além do timing da denúncia do contrato de comodato é o papel que a Associação de Utentes e Amigos do Parque de Campismo pode vir a ter na gestão do parque renovado e a possível existência de um espaço reservado para quem ocupa atualmente o local.
António Mendonça, vereador da CDU, considera que «é importante contar com a experiência [da associação] para o futuro» e que poderá existir uma área reservada para os atuais utentes.
Uma situação que não agrada particularmente a Rogério Bacalhau. Em declarações ao Sul Informação, o autarca diz não poder aceitar «que quem lá está agora tenha direitos assumidos para o futuro».
Em relação à rejeição da proposta por si apresentada em reunião de Câmara, o presidente assumiu que «na prática, todos estávamos de acordo com a forma como será utilizado o espaço, o futuro é que é diferente nas duas propostas […] a CDU acha que a Associação de Utentes deve ser ouvida…».
O facto de o contrato de comodato não ser denunciado para já, coloca problemas, mas não vai atrasar o início das obras: o parque de campismo é para abrir no verão de 2016.
«Temos tempo para fazer a obra com esse timing, apesar de ser um constragimento ter que fazer o projeto com o espaço ocupado», afirma.
Já as regras de rotatividade do futuro parque, serão levadas a votação em reunião de Câmara e, depois, a Assembleia Municipal.
Já Luís Graça vereador do PS, em declarações ao Sul Informação explicou que os socialistas estavam «contra a manutenção do uso atual daquele espaço. Pessoalmente até defendia que ali devia ser criada uma zona de lazer, mas havendo maioria na Câmara a defender esta solução tínhamos que votar a favor. E esta solução é bem melhor do que fazer lá um parque de estacionamento, transformando a Praia de Faro num “stand de automóveis”».
Os motivos que levaram os socialistas a votar contra a proposta do edil farense e a favor da proposta da CDU basearam-se no «comportamento dúbio» do autarca neste processo e pelo facto de a proposta que foi levada primeiro a votação ter surgido depois da que foi apresentada pela CDU. «[Rogério Bacalhau] veio propor esta solução a reboque», considerou.
No entanto, Luís Graça tem reservas sobre a execução deste projeto. «Tenho algumas dúvidas se é possível fazer naquele espaço um parque de campismo que cumpra todas as regras atuais. Esperamos que não seja uma proposta “para inglês ver”», conclui.

O pesadelo de Yarmouk caiu para os “níveis mais baixos da desumanidade” - A ONU exige a entrada de missões humanitárias em Yarmouk, que caiu na semana passada para o controlo do autoproclamado Estado Islâmico. Sem comida ou água potável, o campo de refugiados palestinianos está cada vez mais isolado.

O pesadelo de Yarmouk caiu para os “níveis mais baixos da desumanidade”

A ONU exige a entrada de missões humanitárias em Yarmouk, que caiu na semana passada para o controlo do autoproclamado Estado Islâmico. Sem comida ou água potável, o campo de refugiados palestinianos está cada vez mais isolado.
O campo de refugiados tinha cerca de 170 mil habitantes antes da guerra, mas dezenas de milhares fugiram 

Desde que, há uma semana, o autoproclamado Estado Islâmico invadiu Yarmouk e se colocou a apenas seis quilómetros do centro de Damasco que a situação da população palestiniana no campo de refugiados se tornou “mais desesperada do que nunca”. A ONU não sabe ao certo qual é a área do território actualmente sob o controlo dos jihadistas, nem quantos grupos armados combatem nas ruas, mas sabe que há milhares de palestinianos presos em suas casas a morrerem à fome e sem acesso a água potável ou medicamentos.
O Conselho de Segurança da ONU exigiu nesta terça-feira que fosse concedida a entrada de missões humanitárias em Yarmouk “para a protecção de civis” e que se conceda “passagem segura para a retirada [dos habitantes]”. Foi a resposta à reunião de emergência de segunda-feira com Pierre Krähenbühl, o comissário-geral da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinianos (UNRWA), que afirma que se vive em Yarmouk “uma situação completamente catastrófica em termos humanos”.
Yarmouk está severamente cercado há quase dois anos pelo exército de Bashar al-Assad. Desde então que a única entrada de alimentos e água tem sido feita através das missões da ONU na localidade, intermitentes e sem capacidade para responder às necessidades dos cerca de 18 mil palestinianos, entre os quais 3500 crianças. Agora, com a entrada em cena do Estado Islâmico e a escalada nos combates e bombardeamentos, tornou-se impossível levar ajuda à população no campo. “É simplesmente demasiado perigoso entrar em Yarmouk”, disse na segunda-feira Krähenbühl numa conferência de imprensa.
Antes da guerra, Yarmouk era uma das zonas mais populosas de Damasco, onde chegaram a viver cerca de 170 mil refugiados palestinianos. Dezenas de milhares fugiram à medida que o conflito evoluiu e que a zona se tornou numa das mais importantes frentes de combate entre o regime sírio e os grupos de oposição, onde se incluem os islamistas da Frente al-Nusra, a filial síria da Al-Qaeda e, agora, o autoproclamado Estado Islâmico.
Não se conhece ao certo o número de palestinianos que neste momento ainda se encontram em Yarmouk. De acordo com a agência de notícias síria, 2000 pessoas conseguiram fugir do campo desde que o EI entrou pelo flanco sul. A ONU não confirma este número e limita-se a dizer que poucas centenas conseguiram sair do campo ao longo dos últimos dias, estando o número oficial de residentes ainda perto dos 18 mil.
A população de Yarmouk tem sobrevivido com uma média de 400 calorias por dia, menos de um quarto do que é recomendado pela Organização Mundial de Saúde, afirmou Pierre Krähenbühl. Desde que se iniciou o cerco a Yarmouk que já morreram pelo menos 200 palestinianos à fome. E esta é uma situação que vai piorar, agora que o autoproclamado Estado Islâmico se apoderou de grande parte do terreno – 90%, de acordo com os relatos que surgem do campo – e que a assistência humanitária está impedida de entrar no campo.
Al-Nusra e Estado Islâmico
Nunca o EI esteve tão perto de Damasco. De acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, com sede em Londres, o Governo sírio respondeu à entrada dos jihadistas com dezenas de bombas-barris, que explodem com estilhaços e munições no interior. Até ao momento, diz o Observatório, já caíram 25 destas bombas no campo de Yarmouk. Por causa da escalada nos conflitos, os refugiados palestinianos estão praticamente isolados em casa, como explicou na segunda-feira Christopher Gunness, da UNRWA. “A situação em Yarmouk desceu aos mais baixos níveis da desumanidade”, disse ao New York Times.
A surpreendente chegada do EI aos arredores de Damasco obrigou Bashar al-Assad a fortificar as suas posições militares em torno da capital e deixou ao Governo sírio um novo cenário a equacionar: a possível aliança da Frente al-Nusra, aliados da Al-Qaeda, e dos jihadistas do autoproclamado Estado Islâmico. Os dois grupos islamistas sempre se opuseram desde o início do conflito sírio.
Os relatos que surgem do terreno avançam que os dois grupos têm combatido em conjunto contra os rebeldes em Yarmouk. O Governo sírio diz que foi a filial da Al-Qaeda quem facilitou a entrada do Estado Islâmico em Yarmouk, na tentativa de sabotar um eventual processo de cessar-fogo com algumas milícias armadas em troca do levantamento parcial do cerco ao campo. Mas a al-Nusra nega uma aliança com o EI e afirma que mantém a sua postura de "neutralidade" face aos confrontos no campo de refugiados palestinianos. Algo que as imagens publicadas pelo grupo armado nas redes sociais parecem desmentir, como avança o jornal The Guardian.

De Volta ao Flagelo do Desemprego - Estou cansado de ler e de ouvir patetices a comentadores e aldrabices ao Governo, sobre a realidade dura e crua do desemprego em Portugal.

De Volta ao Flagelo do Desemprego


(Imagem do Relatório de Janeiro de 2015 do FMI sobre Portugal)
- clicar na imagem para ampliar -

Estou cansado de ler e de ouvir patetices a comentadores e aldrabices ao Governo, sobre a realidade dura e crua do desemprego em Portugal. 
Ao consultar hoje o site do Instituto Nacional de Estatística (INE) não pude deixar de retomar aqui o tema do “post” anterior: O Flagelo do Desemprego.
Constatei que nas estatísticas referentes a fevereiro, o INE publicou um número ao qual poucos cidadãos dão importância, mas que na realidade, quando comparado com os valores dos meses e anos anteriores tem a maior importância, porque através da sua evolução se poder avaliar a capacidade de criação e de destruição de emprego do país. Refiro-me ao número que expressa a “População Empregada”.

A “População Empregada” representa o número de pessoas que possuem um trabalho remunerado, número que em Portugal, apesar da propaganda do Governo em contraciclo, continua a descer situando-se agora nos 4.399.900 indivíduos. Ou seja, depois de em 2008 termos atingido os 5.116.600 cidadãos empregados, e em 2011 esse número ter descido para os 4.740.100, voltámos agora a valores da década de 1980, quando em 1983 esse número era de 4.352.500. Recuámos 32 anos.

O número de 2015, se comparado com o de 2011, significa tão só isto: - em 4 anos de austeridade pela austeridade, os nossos governantes, com as suas politicas do “ir além da Troika” conseguiram destruir 340.200 postos de trabalho líquidos (diferença entre os que criaram e os que destruíram). É obra, embora uma obra de muito má qualidade.

Mas a grande questão que este número coloca, não é apenas a de um número mau, nem a do diferencial dele para a população ativa representar desemprego. A grande questão são as consequências que dele resultaram, estão a resultar e irão continuar a resultar durante décadas, tais como:
- Desastre social (não havendo empregos grassa a pobreza, a miséria e o desespero);
- Baixa significativa das receitas fiscais (não havendo massa salarial critica para sobre ela cobrar impostos, as receitas fiscais baixam);
- Sobrecarga brutal de impostos sobre os que ainda possuem trabalho remunerado (para eliminar a quebra de receitas o Governo deitou mão do tal “aumento brutal de impostos” que nos catapulta para a faixa das mais altas cargas de impostos sobre os cidadãos, a nível mundial);
- Degradação da população ativa devido à fuga do capital humano jovem e bem preparado (sem alternativas no país, os jovens são forçados a procurar colocações no estrangeiro);
- Desestabilização do equilíbrio demográfico (com a fuga de jovens as faixas etárias da população residente descompensam-se). 

Aos céticos das estatísticas, mas  fiéis seguidores das “teorias da redenção” do Governo e do FMI, recomendo que leiam neste “link” o Relatório de Janeiro do FMI, para poderem confirmar, na página 22, que o desemprego real, mesmo sem emigração e sem “biscateiros” se situa na casa dos 20,5%. É só fazer as contas.

Alguém que me explique como (com números) e onde (em que setores) é que o país está melhor.



pralixados.blogspot.pt

VOCÊ DEIXARIA DE ANDAR DE CARRO SE LHE PAGASSEM POR CADA KM PERCORRIDO DE BICICLETA ?

O Ministro dos Transporte da França, Thierry Mariani, anunciou uma surpreendente medida para fomentar o uso da bicicleta no país: pagar aos cidadãos 21 centavos de euro  por cada quilómetro percorrido entre sua casa e o local de trabalho. Ainda que a França não seja o primeiro país da Europa a fomentar o uso da bicicleta, sim será o primeiro que vai pagar por isso. Mas como pode assumir essa despesa? Compensa? Descubra lendo o artigo.

Você deixaria de usar o carro se pagassem por cada km percorrido de bicicleta? Na França vão fazer isso
Os governos gastam milhares de milhões ao ano tentando melhorar a saúde de seus cidadãos ou em medicamentos para tratar os efeitos da idade ou do sedentarismo. Também gastam verdadeiras fortunas corrigindo a poluição, incentivando o uso de energias renováveis e cuidando da qualidade das ruas e estradas do desgaste produzido pelos veículos.

Não seria ideal que existisse uma solução integral que nos permitisse atalhar todos esses problemas e poupar muito dinheiro público? Pois existe, é a bicicleta.
Você deixaria de usar o carro se pagassem por cada km percorrido de bicicleta? Na França vão fazer isso
A sabedoria popular faz tempo que já identificou os múltiplos benefícios do uso da bicicleta. Este meio de transporte nos mantém saudáveis, fisicamente ativos, reduz os congestionamentos de trânsito e o consumo de combustíveis fósseis.
Você deixaria de usar o carro se pagassem por cada km percorrido de bicicleta? Na França vão fazer isso
No entanto, os governos pareciam não ter percebido isso até há pouco. A maioria das cidades não estão adaptadas para que a maior parte de seus habitantes escolham este transporte como opção.

Acontece que após tantos anos de crescimento e urbanização desmedida, a situação nas grandes cidades se tornou insustentável. O trânsito e o smog  começam a atingir níveis preocupantes e com a despesa pública pelos nuvens, construindo obras faraônicas, tais como túneis subterrâneos, rodovias de 6 pistas, porto em Cuba... enfim, não é uma boa opção.
Você deixaria de usar o carro se pagassem por cada km percorrido de bicicleta? Na França vão fazer isso
Em um primeiro momento, os governos optaram pela via fácil, transporte público para todos. Um par de campanhas de conscientização do uso do transporte público, alguma linha de serviço a mais e a espera que o problema todo se resolvesse.
Você deixaria de usar o carro se pagassem por cada km percorrido de bicicleta? Na França vão fazer isso
Só que não! O ritmo de vida atual não permite que todo mundo se ajuste a um transporte público parco, porco, caro e com horários rígidos e limitados. A individualidade, a vida noturna e a economia de tempo e dinheiro, continuaram impulsionando o uso do automóvel.

Chegamos em um ponto onde continuar investindo em transporte público não é uma opção eficiente e nem inteligente. É necessário realizar grandes obras, alargar ruas, desapropriar imóveis, projetar carros mais eficientes, contratar mais pessoal, mais manutenção... enfim, opções que só vão ao encontro de geração de novos impostos e que encarecem o preço final das passagens e que não solucionam o problema.
Você deixaria de usar o carro se pagassem por cada km percorrido de bicicleta? Na França vão fazer isso
Adaptar uma cidade para que a bicicleta possa ser usada de forma segura e por uma grande quantidade de cidadãos é bem mais barato, e é a única solução que além de corrigir os problemas de trânsito, nos ajudaria a melhorar nossa saúde e condição física.
Você deixaria de usar o carro se pagassem por cada km percorrido de bicicleta? Na França vão fazer isso
É por isso que a França colocou em marcha este ambicioso projeto para impulsionar o ciclismo, recompensando monetariamente àqueles que vão trabalhar de bicicleta.

Durante os próximos 6 meses que durará o projeto piloto, os mais de 10.000 empregados de 20 empresas e instituições poderão ser beneficiados com o pagamento de 21 centavos por km percorrido desde sua casa até o lugar de trabalho.
Você deixaria de usar o carro se pagassem por cada km percorrido de bicicleta? Na França vão fazer isso
Segundo as contas oficiais, o governo francês gastará 20 milhões de euros para sustentar esta medida, com o objetivo de aumentar significativamente tanto a qualidade de vida quanto a do ar, gerando por sua vez uma poupança aproximada de 5,6 bilhões de euros na saúde.
Você deixaria de usar o carro se pagassem por cada km percorrido de bicicleta? Na França vão fazer isso
Um projeto que se confirmar as estimativas, não só terá demonstrado melhorar significativamente a saúde dos franceses senão que será uma das medidas de despesa mais rentáveis da história.

No nosso país as iniciativas públicas com a construção de ciclovias ainda são tímidas e nos lugares onde elas existem ainda temos que confrontar com o espírito de porco e a falta de civilidade do brasileiro que acha que ciclovia é estacionamento (ou acostamento).
Você deixaria de usar o carro se pagassem por cada km percorrido de bicicleta? Na França vão fazer isso
Na minha cidade nós resolvemos este problema de uma maneira bem simples e exemplar: deixou o carro estacionado em cima da ciclovia sem um motivo emergencial aparente? Pois vai encontrá-lo com os 4 pneus vazios. Funciona que é uma beleza!
Você deixaria de usar o carro se pagassem por cada km percorrido de bicicleta? Na França vão fazer isso


http://www.mdig.com.br/

trocam de roupa em segundos

A globalização da guerra e os silêncios da “ciática” comunicação social controlada - O Médio Oriente está no caos. Quem se recordo de ouvir os comentadores do costume perorarem sobre a “democracia ” que iria ser instituída pelos EUA.

A globalização da guerra e os silêncios da “ciática” comunicação social controlada

O Médio Oriente está no caos. Quem se recordo de ouvir os comentadores do costume perorarem sobre a “democracia ” que iria ser instituída pelos EUA. Como “não há amor como o primeiro” os EUA e toda a reação europeia (em que os PS participam por omissão ou como parte ativa no caso do PSF…) voltam a aliar-se à Al-Qaeda ou sucedâneos. Criada para destruir o regime progressista do Afeganistão, ei-los aliados na Líbia, na Síria, no Iraque, agora no Iémen. Mais um “intervenção humanitária” com matanças que os SS nazis não desdenhariam.
Na Síria, no norte, a cidade sunita de Idlib está cercada pelas milícias ligadas ao Al-Qaeda. usam armas americanas, incluindo mísseis TOW contra o exército sírio e as forças populares que defendem a sua cidade e as suas terras. Um dos comandantes do Al-Qaeda em Idleb é Abdullah al Mouhaisni referido como xeque Saudita. No sul, a cidade de Bosra al Cham acabou de cair nas mãos de jihadistas da Al-Qaeda. O ocidente intensifica a entrega de armas à Al-Qaeda.
No Iêmen, a Arábia Saudita atacou com os seus bombardeiros a resistência contra o ditador Daesh. Daesh massacrou quase 200 xiitas num ataque a mesquitas sexta-feira passada, enquanto no terreno a Al-Qaeda massacra sem piedade a população e luta contra os rebeldes do Iêmen. (1)
Como escreve Andre Vltchek (2)  “No Oriente Médio a terra está cansada; chora de exaustão, marcada pelas guerras. Pontilhada com poços de petróleo e carcaças de veículos blindados. Há corpos por toda parte; enterrados, reduzidos a pó, mas ainda presentes nas mentes dos sobreviventes. Existem milhões de cadáveres, dezenas de milhões de vítimas, em sua maneira a gritar em silêncio, recusando-se a descansar em paz, apontando seus dedos acusadores.”
O imperialismo ocidental orquestrou golpes de estado, voltou irmãos contra irmãos, bombardeou civis, invadiu quando todos os outros meios para atingir as metas hegemônicas tinham falhado. O resultado é atroz: uma das mais avançadas civilizações da terra  no passado, foi convertida num espaço dos mais retrógrados.
Perante o terrorismo genuíno a ONU não é encontrada. De vez em quando, manifesta 'preocupação' e às vezes até mesmo "condena" os agressores. Mas nunca tem sanções ou embargos impostos contra Israel, os Estados Unidos ou mesmo a Arábia Saudita. Entende-se que o Ocidente e seus aliados estão "acima de leis". Até nos campos de refugiados os sírios são discriminados: somente aqueles que expressam seu ódio a Al - Assad foram autorizados a permanecer.(2)
Na Líbia os pobres é como se não existissem, ninguém fala deles. Os defensores da intervenção humanitária devem estar satisfeitos, agora que a Líbia completou sua “metamorfose democrática e humanitária” de um país que tinha o mais alto nível de vida da África, para um espaço sem fé nem lei de fanatismo religioso e confrontos sangrentos. Uma Líbia imersa no caos, guerra civil e diktats ocidentais; terreno fértil para o jihadismo. (3)




Ver mais em: 

Presidenciais: quando um certo PS chama por Jaime Gama...ou querer subsituir uma múmia por outra semelhante!

Presidenciais: quando um certo PS chama por Jaime Gama...ou querer subsituir uma múmia por outra semelhante!

A ala mais à direita do PS, José Lelo, Vera jardim e outras avestruzes que estão no PS só para não estarem no PSD começaram o tiro ao bonéco. O boneco é Sampaio da Nóvoa...o homem tem ideias claras à esquerda e fala em defender a constituição...E agora chamam por outra múmia para substituir a que está em Belém : chamam por Jaime Gama! Tenham dó!  O tempo é mesmo de loucura e abrir caminho para eleição do comentador TVI para o cargo...



Demolições na Ria Formosa é para continuar diz um Ministro mentiroso que diz que a manifestação dos Barcos era de pessoas em férias!

Demolições na Ria Formosa é para continuar diz um Ministro mentiroso que diz que a manifestação dos Barcos era de pessoas em férias!




 S.O.S. Ria Formosa, à  atenção do ministro do ambiente Moreira da Silva :
Todos os dias veneno corre directo para as aguas protegidas da Ria Formosa em Faro,autarquia presidida pelo mentiroso Bacalhau  eleito pelo PSD, que diz que em Faro não há esgotos directos para as aguas protegidas da Ria Formosa.
Esgoto directo para a Ria Formosa em Faro na Ribeira das Lavadeiras
Foto retirada da página do f.b de Henrique André 





Hoje no Parlamento esse mesma aventesma, que é o  Ministro do Ambiente,  Moreira da Silva  teve a ousadia de afirmar,  que a grandiosa manifestação dos mais de 200 barcos realizada no Sábado passado, só foi possível porque aproveitaram as pessoas que estão de férias.
Ou o ministro anda mal informado ou é um autêntico ALDRABÃO!
Mas o ministro do ambiente só anda mal informado porque quer, pois na embarcação Ria de Faro que encabeçava essa grandiosa manifestação,de grandeza tal que abriu quase todos os telejornais, iam dois destacados membros do PSD local e regional de seu nomes Daniel Santana e Alberto Almeida ex director da Educação do Algarve.
Daniel Santana  presidente da Assembleia Municipal de Olhão e também  presidente da UGT  Algarve, aquando da passagem  em frente ao Cais do nucleo de moradores dos  Hangares até botou discurso, pois ele faz parte, da Associação de moradores da Ilha dos Hangares.
O  ALDRABÃO do ministro do mau ambiente  Moreira da Silva, se não acredita na comunicação social e se não percebe nada de barcos para ver que a  maior parte dos barcos eram de pesca artesanal, que pergunte a Daniel Santana, se os barcos eram de moradores dos vários núcleos da Ilha da Culatra ou se eram de turistas em férias.
Daniel Santana com certeza que o elucidará,ou então o ministro está mais que bem informado está e a tentar desvalorizar a grandeza da manifestação.
O ministro do ambiente devia-se preocupar mais com estes crimes na Ria Formosa que estão a ocorrer em Faro e em Olhão, pois se  o veneno corre directo para as Aguas de Produção de Bivalves de sal e de pesca profissional,o veneno é tanto que a maior parte dos viveiros de bivalves do concelho de Olhão foram desclassificados e não foram as casas a causa da desclassificação mas sim o veneno que todos os dias corre para as aguas que deviam ser protegidas da Ria Formosa.
Para não deixar o Bacalhau com as culpas todas do veneno descarregado na Ria  Formosa diariamente, aqui fica a foto do esgoto do T situado ao pé das bilheteiras para as Ilhas da Cualtra Faro e Armona.


Para defender a Ria Formosa destes crimes e doutros crimes, e dar a resposta correcta que  o ALDRABÃo do ministro merece, é que todas as pessoas que amam a Ria Formosa, devem assinar a petição colocada hoje on line que é subscrita por:
 Antonio Terramoto do Movimento de Cidadania  Activa "Somos Olhão" e pelas  seguintes associações Associação de Moradores da Culatra ,Associação de Moradores da Ilha do Farol Associação de Moradores dos Hangares ADRIP – Cacela ( Defesa do Património) 



olhaolivre.blogspot.pt

O aval de Vital

O aval de Vital

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Confesso que não sei muito sobre Sampaio da Nóvoa.
O facto de “se rever” no generalíssimo Eanes e de ser apoiado por Mário Soares deixou-me, reconheço, primeiro perplexo - depois apreensivo.
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Mas a verdade é que não pode ser mau de todo um homem que um vira-casacas merdoso como Vital Moreira descreve como muito próximo das esquerdas radicais. Este pentelho caolho, grande luminária do pensamento jurídico português, acha mesmo (segurem-se) que Nóvoa pode vir a ser, se for eleito presidente, um perigoso “trouble maker” institicional, vejam bem.
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Depois de tal carta de recomendação receio que os dados já estejam lançados.  Agora é impossível a qualquer homem sensato não olhar para o senhor da Nóvoa com alguma benevolência, senão mesmo com bastante simpatia.
Da minha parte já conquistou, pelo menos, o benefício da dúvida.
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Este é o segundo retrato que faço deste trambolho infeliz. O primeiro foi aqui
Se no entanto  me perguntassem porquê a insistência em fixar os traços de um estafermo, responderia, como o grande George Grosz, que se trata "de um interesse digamos mais científico do que própriamente artístico".

É que, como referi nesta posta (a respeito de outro rematado idiota), “tal como Leonardo (os grotescos), Velásquez (os bobos e os anões) ou Gericault (os alienados) perscrutaram complexas psicopatologias no desenho de idiotas, também eu sinto uma irreprimível, embora modesta, vertigem pelos abismos da alma humana”.


ositiodosdesenhos.blogspot.pt


O objectivo imediato da invasão de Al Saud ao Iêmen e a sua meta final - A Arabia Saudita, sem qualquer autorização ou mandato de organismos internacionais, ataca um país soberano e a comunidade internacional não reage. A Casa Al Saud assassina civis, destrói cidades e o Conselho de Segurança mantêm-se mudo. Esta é uma imagem dos dois pesos, da moral dúplice de uma comunidade internacional que se move ao ritmo dos poderosos interesses da tríade directamente responsável: o imperialismo e a aliança sionista-wahabita.

O objectivo imediato da invasão de Al Saud ao Iêmen e a sua meta final

O objectivo imediato da invasão de Al Saud ao Iêmen e a sua meta final
por Pablo Jofré Leal


A Arabia Saudita, sem qualquer autorização ou mandato de organismos internacionais, ataca um país soberano e a comunidade internacional não reage. A Casa Al Saud assassina civis, destrói cidades e o Conselho de Segurança mantêm-se mudo. Esta é uma imagem dos dois pesos, da moral dúplice de uma comunidade internacional que se move ao ritmo dos poderosos interesses da tríade directamente responsável: o imperialismo e a aliança sionista-wahabita.

A agressão contra o povo iemenita, liderada pela Arabia Saudita, tem um objectivo imediato: destruir o Movimento Popular Ansarolah, e tem como meta final, que tem começado pouco a pouco a revelar-se, contender contra a crescente influência do Irão no Médio Oriente.

Esse ascendente sobre sociedades do Médio Oriente foi ganho pelo apoio efectivo que o Irão dá à luta contra os movimentos terroristas de raiz takfirí, que assolam as sociedades da Síria e do Iraque, e que se enquistaram no Iémen. Ao contrário das outras potências da zona como a Arabia Saudita, o regime de Israel e a Turquia, a concretização desta política iraniana não se baseia na agressão aos seus vizinhos ou na imposição de políticas hegemónicas. E isto apesar da enorme campanha mediática internacional que pretende mostrar um Irão belicista a partir da decisão soberana de continuar com o seu Programa de Desenvolvimento Nuclear ao abrigo do Tratado de Não Proliferação (TNP), que se encontra no âmbito das conversações entre o Irão e o denominado Grupo 5 +1.

Conversações que têm sido torpedeadas tanto pela Arabia Saudita como por Israel, que vêm na possibilidade de concretizar estes acordos o fim das sanções ao Irão e com isso a elevação do prestígio persa e a elevação das suas capacidades económicas, tecnológicas e a confirmação do seu papel como potência regional. O Irão é signatário do TNP ao contrário do regime de Israel que não só não assinou esta Convenção, como ainda impede a visita de inspectores da Agencia Internacional de Energia Atómica (AIEA) e desenvolve uma política de ocupação de territórios palestinos e de contínua agressão e ameaças no Médio Oriente.

A monarquia saudita considera o Irão o seu principal rival no Médio Oriente, desde o exacto momento em que a República Islâmica de Irão é instaurada no ano de 1979 após o derrubamento da monarquia dos Pahlevi. Antagonismo que conta com o concurso de dois parceiros principais: Estados Unidos e o regime de Israel. E isto uma vez que a Casa Al Saud criou, ao longo das últimas 5 décadas, uma estreita aliança política e militar com o regime de Tel Aviv e com Washington destinada a impedir o desenvolvimento de uma política de influência por parte do Irão ou de qualquer outra potência, que não se insira nos objectivos hegemónicos da tríade Washington-Tel Aviv-Riad.

Por outro lado, a aliança Wahabita-Sionista desencadeou os demónios da guerra e o surgimento de movimentos terroristas cuja doutrina takfirí se encontra nas madrassas sauditas dispersas pelo Médio Oriente, Paquistão e Afeganistão. Com um fluxo generoso de petrodólares que procura criar uma base salafista que actuará ali onde as autoridades do regime de Tel Aviv e Riad assinalem como necessário para concretizar os seus objectivos políticos. Aliança que se manifesta, na sua real dimensão, no abandono da causa palestina, na criação de grupos terroristas takfiris que agem como ponta de lança da política externa saudita contra Iraque e Síria, e na decisão de derrubar o Governo de Bashar al-Asad financiando o EIIL (Daesh em árabe), a Al-Qaeda e as suas diferentes facções no Magreb, Iémen, Afeganistão e outras zonas do mundo, incluindo o Paquistão e ex. repúblicas da ex. União Soviética.

Um despacho estado-unidense do ano de 2010 (o denominado documento nº 242073 enviado pela ex. Secretaria de Estado Hillary Clinton), durante o primeiro mandato de Barack Obama às suas embaixadas de Riad, Abu Dhabi, Doha, Kuwait e Islamabad confirmava a implicação da Arabia Saudita na formação e financiamento dos grupos terroristas takfirís “os doadores da Arabia Saudita constituem a fonte mais significativa de financiamento dos grupos terroristas sunitas em todo o mundo… ainda que a Arabia saudita tome muito a serio a ameaça do terrorismo interno… este país continua sendo uma base crítica de apoio para a Al-Qaeda, os talibans, Lashkar e Tayba e outros grupos terroristas, que provavelmente recolhem milhões de dólares anualmente de fontes sauditas, frequentemente durante o hach e o ramadão”.

Os Estados Unidos têm tratado de desenvolver uma política de contenção a este apoio tão flagrante e têm-no expressado a Riad, mas entretanto as próprias dinâmicas internas deste regime, sobretudo dos membros mais radicais da família Al Saud, permite concluir que esse apoio ao terrorismo não cessará, como também não cessarão as suas próprias missões militares destinadas a agredir aqueles países que considera como seu pátio traseiro: Bahrein e Iémen principalmente.

Essa política belicista terá inevitavelmente que ser revista não apenas à luz do seu crescente deficit orçamental, após a decisão de baixar os preços do crude em função dos seus objectivos estratégicos, mas também em virtude das crescentes pressões políticas internas de uma população com altos índices de desemprego – sobretudo na juventude – e as tensões externas derivadas da acção dos grupos takfirí, filhos putativos da Monarquia Saudita, que mais cedo do que tarde terá que prestar contas pelas suas responsabilidades. Junta-se a tudo isto a última e mais equivocada das decisões tomadas por Riad: a agressão contra o Iémen.

Uma tormenta de morte e destruição

O Iémen situa-se numa zona geográfica e de navegação estratégica de onde se transporta 40% de todo o petróleo que o mundo europeu consome. É também zona de influência da V Esquadra estado-unidense do Golfo Pérsico, com base no Bahrein, e nos sectores sob a sua vigilância e acção: Corno de África, Golfo Pérsico, Asia Central, Médio Oriente e a zona sul-africana. Com uma população fundamentalmente crente no Islão, divide-se em 52 % de confissão sunita e 46% xiita. É uma zona onde operam movimentos de raiz takfirí como é o caso da Al-Qaeda da Península Arábica e o grupo Áden Abyan Islamic Army.

A corrupção, a submissão às políticas ocidentais no quadro da “guerra contra o terrorismo” na função de executor das políticas de Riad para a Península juntamente com as operações com drones contra a população iemenita foram isolando cada dia mais o regime do derrubado ex-presidente Ali Abdalá Saleh, que governou entre os anos 1990 e 2012, tal como também o seu sucessor Abd Rabbu Mansur Hadi. Mandatários que operavam não em função dos seus povos mas segundo a influência saudita e os seus interesses regionais. Para Guadi Calvo, estudioso de temas relacionados com o Médio Oriente, “a mediática e instrumentalizada primavera árabe contou o Iêmen como um dano colateral, uma vítima não desejada”.

Nesse quadro, a luta do movimento popular Ansarolah, as divisões internas dentro do núcleo governante e as crónicas rivalidades entre o norte e o sul, teceram o caminho para o levantamento da sua população contra governos incapazes de realizar o bem-estar dos seus povos. Aos factores decorrentes de um país com dificuldades económicas: com altos índices de desemprego, malnutrição, um desenvolvimento económico insuficiente para as necessidades dos seus 25 milhões de habitantes, há que unir aqueles componentes relacionados com a luta política, ideológica e religiosa em que o Iémen está afundado, que faz parte da confrontação maior entre um Irão que exige respeito pela sua condição de potência regional e uns Estados Unidos que, apoiados na aliança Sionista-Wahabita, tratam de manter a sua hegemonia na zona.

O analista iraniano Rasul Gurdarzi sustenta que “o Iêmen tem uma grande importância para a Arabia Saudita, como também para Estados Unidos, tanto pela sua situação geográfica como pelo facto dos actores envolvidos. O pátio traseiro de uma Casa Al Saud que não quer perder aí influencia e onde o Ansarolah ganha força, e ainda pela sua situação estratégica: está rodeado pelo Mar Arábico, o golfo de Aden e o mar Vermelho. Riad é um actor de muito peso, que não considera o território iemenita como o de um país estrangeiro mas como o seu pátio traseiro, pelo que não quer perder a sua influencia. A chegada ao poder no Iêmen do movimento popular Ansarolah pressuporia uma ameaça para esta influência, devido às suas divergências ideológicas e religiosas com os sauditas …”.

A Arabia Saudita teme o triunfo do Ansarolah pois vê nele a ampliação da influência iraniana na zona, sobretudo com um acordo sobre o programa nuclear da nação persa que está aí, em vias de acordar posições e decisões. A desculpa esgrimida por Riad y sus aliados para impedir esse triunfo do Ansarolah foi a de “acorrer a um pedido de auxílio do presidente Hadi”, e com ela começará a bombardear quanta posição, cidade, assentamento ou sitio onde o Ansarolah possa estar, seja este real ou imaginário. Somando a esta missão da Liga Árabe os crónicos intervencionistas ocidentais como França, Inglaterra e inclusivamente o regime sionista. A ideia é gerar terror na população iemenita, apresentar o Ansarolah e o Irão como culpados das suas desgraças, em vez dos verdadeiros agressores.

A ideia é dar um claro sinal que a presa não se escapará das mãos da Casa Al Saud, que considera o Iémen o seu pátio traseiro. E se for necessário cortar de raiz toda erva ruim considerada contrária ao “verde relvado wahabita” Riad está disposta a utilizar todo o seu poderio bélico e o lógico veto dos sus aliados de Washington, Inglaterra e França dentro do Conselho de Segurança. O plano parece estar a funcionar na perfeição, mas com um grande inconveniente: a dura e clara resposta das forças do movimento popular Ansarolah pôs um travão aos ímpetos agressivos da Arabia Saudita, e esta agora não só está a considerar os bombardeamentos mas também realizar incursões por meio de operações terrestres, o que augura não só um aumento do número de mortos, feridos e de destruição, mas também a possibilidade de a guerra se transferir para solo saudita: o pior pesadelo para os 3 mil membros da Casa Al Saud.

A operação liderada pela Arabia Saudita, Asifat al-Hazm (“Tormenta Decisiva”, ao melhor estilo das intervenções estado-unidenses na zona), procura consolidar a hegemonia que a monarquia wahabita, juntamente com os seus aliados do regime de Tel Aviv e Washington, mantida nos últimos 50 anos, que está sendo ameaçada por levantamentos sociais que procuram derrubar estruturas monárquicas arcaicas e governos fantoches das grandes potências. A Arabia Saudita ataca um país soberano e a comunidade internacional não reage. A Casa Al Saud assassina civis, destrói cidades e o Conselho de Segurança mantêm-se mudo. Esta é uma imagem dos dois pesos, da moral dúplice de uma comunidade internacional que se move ao ritmo dos poderosos, e que na região apenas ouviu levantar-se a voz condenatória do Irão.

O papel do Irão

A política de silencio de ocidente e o apoio da Liga Árabe, do regime de Israel e Estados Unidos é a política da hipocrisia que hoje se materializa no Iêmen, onde se justifica o crime, a intervenção e a destruição de um país porque foi solicitada a intervenção estrangeira, ocultando que ao mesmo tempo que se quer destruir o Movimento Popular Ansarolah se deseja deter o apoio que Teerão tem dado aos movimentos que efectivamente combatem o terrorismo takfirí, o mesmo que é sustentado pelos petrodólares sauditas.

O Irão e o seu trabalho de luta contra os grupos takfirí, a sua decidida política de independência face a todas as grandes potências, situam-no como uma potência regional com a qual se deve necessariamente contar para alcançar a paz e a estabilidade dessa zona do mundo. Israel, que não perde oportunidade de criticar o Irão ou de procurar alternativas para o atacar, deu todo o seu apoio à Coligação liderada pela Arabia Saudita na sua agressão contra o Iêmen. Para o primeiro-ministro israelita “ O Irão pretende ocupar, através do Movimento Ansarolah, grande parte do Iémen e assim controlar o estreito de Bab el-Mandeb, a sudoeste do Iémen, o que alterará o equilíbrio da navegação marítima e o fornecimento mundial de petróleo”. Contraditória afirmação, porque quem agride militarmente, quem bombardeia território iemenita, inclusivamente com aviões israelitas e com o apoio dos serviços de informação do regime sionista é precisamente a Casa Al Saud, que provavelmente tem forma de se apoderar de Bab al-Mandeb.

O Governo iraniano exigiu a cessação imediata dos ataques contra o Iémen considerando que violam a soberania do Iémen sem quaisquer outros resultados que não sejam derramar sangue e que apenas servirão os interesses dos movimentos takfirís. Para a União Europeia, que foi mais cautelosa que o seu parceiro estado-unidense “a acção militar liderada pela Arabia saudita não é a solução para a crise iemenita. A chefe da diplomacia da UE, Federica Mogherini, afirmou que “os últimos acontecimentos agravam a já frágil situação no país e o risco de graves consequências regionais. A acção militar não é uma solução para a crise que o Iémen vive. Apenas um amplo consenso político nas negociações pode proporcionar uma solução sustentável, restaurar a paz e preservar a integridade e unidade territorial no Iémen”.

A intervenção da Arabia Saudita inscreve-se na defesa dos seus interesses regionais, a propagação do Wahabismo e a intensificação da repressão contra qualquer movimento que se proponha gerar ares de liberdade. Assim sucedeu no Bahrein, onde a Casa al Saud interveio com punho de ferro sem que o ocidente levantasse a voz para a condenar. A monarquia saudita interveio política e militarmente no Bahrein, temerosa de que a influência da luta neste pequeno país se expandisse a outras latitudes, como começou a suceder.

As operações de bombardeamento empreendidas pela Arabia Saudita sem qualquer autorização de organismos internacionais, por muito que se lhe pretenda atribuir certa legalidade após a Cimeira da Liga Árabe dos dias 28 e 29 de Março no Egipto, são violadoras do direito internacional. Esses bombardeamentos demonstram que o que se pretende não é restaurar um governo ilegítimo como o de Mansur Hadi, mas influir sobre as negociações que decorrem entre o G5+1 e o Irão, retirar do centro da notícia a ineficácia das operações militares da chamada Coligação Internacional contra Daesh na Síria e Iraque e, sobretudo prosseguir a tentativa de cercar o Irão e apresentá-lo como responsável pelos problemas que afligem o Médio Oriente.

O sangrento jogo geopolítico levado a cabo pela tríade Washington-Tel Aviv-Riad desviou os seus dardos mediáticos e políticos para a Península Arábica, pretendendo definir o que deve ou não ser condenado, que governos, por mais totalitários que sejam, se devem defender com a desculpa do respeito pela legalidade e, sobretudo, continuar a criar condições que permitam manter uma hegemonia desde o Magreb ao Médio Oriente, hegemonia que se desmorona dia a dia e que se mantém de pé graças à morte de dezenas de milhares de sírios, palestinos, iemenitas, iraquianos, bahreinos e líbios.

Se, para concretizar as ambições hegemónicas das grandes potências e seus aliados regionais, especialmente Arabia Saudita e o regime de Israel, há que incrementar o genocídio dos povos que se opõem aos seus desígnios, apoiar grupos terroristas takfiris: Daesh, Al-Qaeda no Magreb, Al-Qaeda na Península Arábica, Ansar al-Dine, Al-Shabab, Boko Haram entre outros, como o têm feito até agora numa acção hipócrita e criminosa, continuarão a fazê-lo com todos os custos humanos que daí decorrem. Isto, pois nesta zona do mundo os interesses energéticos, ideológicos, políticos e religiosos se conjugam sob os nomes de petróleo, gás, neocolonialismo, Wahabismo e Sionismo numa amálgama cujas vítimas principais são as sociedades do Magreb e Médio Oriente, mas sem perder de vista a presa maior: o Irão.


Fonte: Resumen Latinoamericano/Pablo Jofré Leal/HispanTV


Texto em português em http://www.odiario.info/?p=3606



VITAL MOREIRA KLU KLUX


NOTAS - CORRER COM OS PORCOS DESTA POCILGA GOVERNATIVA





CORRER COM OS PORCOS DESTA POCILGA GOVERNATIVA

ESTOU REALMENTE CANSADO COM ESTA PAZ PODRE, COM ESTE AR PESADO DO SILÊNCIO PERANTE TANTAS INJUSTIÇAS COMETIDAS PELOS GOVERNANTES DE HOJE E PELOS GOVERNANTES DE ONTEM, COM ESTA IMPUNIDADE PERANTE GATUNOS E ASSASSINOS.

ESTA PAZ PODRE ONDE POUCO SE LUTA PARA QUE CONCRETAMENTE ALGO POSSA MUDAR NO TANTO QUE SE RECLAMA E COM RAZÃO.


NÃO ! NADA TEM MUDADO, OS VIGARISTAS, OS CORRUPTOS, QUALQUER DIA SEM DÚVIDA ALGUMA ESTARÃO TODOS CÁ FORA COM AS ALGIBEIRAS RECHEADAS APESAR DE TEREM PAGO FORTUNAS (QUE ELES JÁ CALCULARAM CEDO TER QUE PAGAR NO CASO DAS FALCATRUAS SEREM DIVULGADAS)AOS ADVOGADOS QUE LHES CHAMAM UM FIGO.

NÃO ! NADA TEM MUDADO, OBSERVO NAS PESSOAS A MESMA IGNORÂNCIA POLITICA E O MESMO CARNEIRISMO QUE NOS IRÃO DAR AINDA MAIS DESGOSTOS.

DEPOIS DAS ELEIÇÕES A NÃO SER QUE O POVO TENHA JUÍZO E VOTE NA VERDADEIRA ESQUERDA, TUDO IRREMEDIAVELMENTE IRÁ VOLTAR AO MESMO, COMEÇARÁ DE NOVO A DESBUNDA QUE TEM VINDO A SER PRATICADA HÁ QUARENTA ANOS.

É DESESPERANTE OLHAR PARA A CARA DAS PESSOAS, UMAS DE SORRISO PARVO APESAR DA MISÉRIA EM QUE VIVEM MAS QUE NÃO TÊM CORAGEM DE COMBATER E ESPERAM SEMPRE QUE OUTROS O FAÇAM POR ELAS.

JÁ COMPREENDI ESTE POVO, JÁ TIVE MUITA ESPERANÇA E SOU DOS QUE FAÇO AUTOCRÍTICA EMBORA NUNCA VOTASSE EM NENHUM DESTES MERDAS E ALDRABÕES QUE NOS TÊM (DES)GOVERNADO SEI QUE SE NÃO TEMOS MELHORES GOVERNANTES É PORQUE NÃO OS SABEMOS ESCOLHER.

DAQUI A POUCO VAI COMEÇAR A CAMPANHA ELEITORAL (A OFICIAL) COM OS MESMOS TRUQUES, AS MESMAS MENTIRAS, OS MESMOS CASOS PARA BOI DORMIR, A MESMA BANHA DA COBRA QUE ME ENOJA E ME ENTRISTECE.

NO FUNDO, CÁ DENTRO DE MIM AINDA GUARDO UMA LUZINHA QUE ME DIZ QUE VEREI UM DIA O POVO TOMAR CONSCIÊNCIA DO QUANTO TEM SIDO ENGANADO E CORTAR DE VEZ O MAL PELA RAÍZ DAR O TRATAMENTO DEVIDO A ESTES PORCOS, A ESTA POCILGA QUE É A CLASSE POLÍTICA NEO LIBERAL E FASCISTA QUE TEM DESTRUÍDO PORTUGAL


António Garrochinho

Será esta rosa flor que se cheire? - Os ataques aos funcionários públicos vêm de longe. Embora poucos se recordem, começaram timidamente quando Manuela Ferreira Leite (hoje uma defensora da dignidade da função pública) era ministra das finanças; intensificaram-se com os cortes de salários de

Será esta rosa flor que se cheire?





Os ataques aos funcionários públicos vêm de longe. 
Embora poucos se recordem, começaram  timidamente quando Manuela Ferreira Leite (hoje uma defensora da dignidade da função pública) era ministra das finanças; intensificaram-se com os cortes de salários de Sócrates e atingiram o pico com a cambada actualmente no poder, que os identificou como alvo preferencial da sua política de austeridade.  
Para além da redução de salários e do corte do subsídio de férias e de Natal ( travados pelo Tribunal Constitucional) a troika Coelho, Portas, Gaspar/ Marilú aumentou brutalmente os descontos para a ADSE, congelou definitivamente as progressões nas carreiras, diminuiu férias, aumentou horário de trabalho, partidarizou a administração pública desde os lugares de topo às chefias intermédias e fez passar insistentemente para a opinião pública, a mensagem de que a administração pública é um bando de incompetentes, viciosos e gastadores que consome os recursos do Estado.
Muitos funcionários públicos terão acreditado que o PS de António Costa poderia inverter o ciclo e restituir a dignidade aos funcionários públicos. Bem podem desenganar-se! 
A pretexto da transparência, o PS apresentou uma proposta em que defende a divulgação pública dos salários de todos os funcionários públicos.
O projecto -  elaborado por José Magalhães -  indicia que também os socialistas olham para o aparelho do Estado como um grupo de bandidos corruptos que deve ser despido em praça pública, para que a populaça os aponte a dedo como privilegiados do sistema e responsáveis pelo estado a que esta merda de país chegou. Quiçá, como fonte da corrupção que grassa no país.
Já aqui escrevi- e não mudei de opinião-  que muitos funcionários públicos são merecedores desta caça às bruxas, porque vivem num sistema de castas onde ninguém quer perder privilégios ( que existem, como  demonstra de modo exuberante o sistema remuneratório diferenciado, que  favorece desigualdades gritantes, graças a subsídios e complementos por vezes inexplicáveis) e nunca souberam unir-se na defesa de interesses comuns. 
Não deixa de ser preocupante, porém, constatar que numa altura em que se discute o direito ao sigilo fiscal e à protecção de dados, o PS  apresente uma proposta que visa expor nominal e publicamente os rendimentos dos funcionários públicos. Proposta de alcance pouco claro, já que as tabelas salariais são públicas e estão ao alcance de qualquer cidadão. Individualizar essa exposição,tornado-a nominal desde o lugar de topo até à base,  só contribui para prosseguir a política de demonização e suspeição do funcionalismo público iniciada pelo actual governo. Sem acusar ninguém, mas levantando suspeitas, o PS olha para a administração pública com os mesmos olhos da coligação PSD/CDS. 


Será esta rosa, flor que se cheire?
Não chega acenar com políticas sociais para ganhar eleições. É preciso fazer diferente e ser assertivo nas políticas económicas e laborais. Ser claro na política fiscal e distributiva e sobre o papel do Estado. Sei que o PS apresentará o seu programa no dia 6 de Junho mas... se é para fazer mais do mesmo - ou pior- então um voto no PS nas legislativas do outono é absolutamente inútil. Não me restrinjo, obviamente, à posição do PS em relação ao funcionalismo público. Só utilizei como exemplo, porque o partido da rosa optou por dar a cara nesta matéria. E fez bem, para que nenhum funcionário público vote enganado.


cronicasdorochedo.blogspot.pt

A DIVERTIDA RELAÇÃO AMOR ÓDIO ENTRE GATOS E ASPIRADORES

ESPECTACULAR ! AGORA VOCÊ VAI FICAR SURPREENDIDO(A) COM A ARTE DE MAQUILHAGEM DESTA MULHER - CHAMAM-LHE A MAQUILHADORA DAS MIL FACES E FAZ COISAS INCRÍVEIS - VEJA O VÍDEO

Pode parecer um cervo, mas realmente é uma mulher levando a maquiagem ao extremo
Ela é conhecida como a maquiadora das mil faces. Maria Malone-Guerbaa tem um dom à hora de usar o pincel e os cosméticos, já que sem utilizar nenhuma prótese, é capaz de transformar qualquer rosto no de um personagem famoso ou no de um animal. Sua técnica é bem mais próxima à pintura que da maquiagem, por isso consegue essas mudanças tão radicais que em vez de realçar a beleza de uma pessoa, como faria qualquer outra maquiadora, transforma por completo seus modelos.

No seguinte vídeo vemos Maria emulando vários animais: um cervo, uma foca e um leopardo das neves. Surpreende o realismo de suas criações, especialmente quando abre os olhos e vemos a pessoa que se esconde debaixo.



 http://www.mdig.com.br