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domingo, 5 de abril de 2015

Feminismo e pós-feminismo

Feminismo e pós-feminismo

Lucretia Mott (1793 - 1880), pioneira dos movimento pelos direitos das mulheres.
Pintura de Joseph Kyle (1815 - 1863). - no Smithonian National Portrait Gallery



Duas das maiores impulsionadoras do movimento pelos direitos das mulheres não eram propriamente anarquistas, nem militantes de esquerda. Lucrecia Mott era uma sacerdotisa Quaker e professora norte-americana. Quando descobriu que o seu salário era 1/3 daquele que qualquer colega seu homem auferia decidiu-se a lutar pela igualdade de géneros, ampliando assim o foco libertário de uma religião que desde a Revolução Americana defendia a abolição da escravatura.
Estátua de Emmeline Pankhurst inaugurada em 1930, Londres

Por sua vez, a inglesa Emmeline Pankhurst, depois de ver frustrada a sua tentativa de entrada no Independent Labour Party (ILP), acabaria por filiar-se, em 1927, um ano antes da sua morte, no Partido Conservador, depois de ter fundado, entre um episódio e outro, oWomen's Social and Political Union (WSPU). Em 1928, menos de um mês após a sua morte, o Partido Conservador estendia o direito de voto às mulheres com mais de 21 anos.
Fotografia do Chamado Bra ardente; 'Can Trash Freedmon' de 1968
A segunda grande vaga de feminismo deu-se nos anos 60 do século passado, sob o impulso do movimentos estudantil, anti-guerra (do Vietname) e hippie. O livro de Betty Friedan, The Feminine Mystique, publicado em 1963, foi o rastilho ideológico do qual saira, nomeadamente, o movimento NOW, National Organization for Women.
Madonna foi, nas décadas de 1980 e 1990, um dos marcantes fenómenos do pós-feminismo

Nos anos 80 do século passado começou a falar-se da morte do feminismo, de pós-feminismo, e o que vimos foi, na realidade, uma espécie de explosão neoliberal, sexista e comercial do feminismo em formatos, por vezes, misóginos e hiper-narcisistas—com todas as angústias que um tal fenómeno não poderia deixar de provocar entre muitas raparigas e mulheres nos seus vários trânsitos geracionais.

Sobretudo na música e na moda as mulheres tomaram as rédeas da sua exposição erótica e do seu próprio negócio corporal. Num certo sentido, podemos dizer que o feminismo atingiu aqui o seu zénite, assumindo os direitos e o controlo da exposição do corpo, da intimidade e das narrativas, incluindo o universo e o negócio da pornografia.

Estamos no século 21. Um século mais implosivo do que explosivo, marcado pelo regresso futurista, em modo Twitter e Instagram, de fantasmas do passado. O sexismo parece começar a ceder a um pós-feminismo envolvido em causas sociais e morais agudas, umas feministas e outras mais abrangentes, ou focadas nas novas vítimas da violência e exploração sem limites: os conflitos geo-políticos que usam o ultraje e a violência medieval contra as mulheres como agenda de terror mediático, ou a pedofilia.

Um bom artigo sobre este tema:
Quem tem medo do pós-feminismo? O que significa ser feminista hoje 
Jenna Goudreau, Forbes, 2011/12/13

explorado recentemente em Nova York da revista "The Rebirth Of The Feminist Manifesto", feministas os novos meios de comunicação e "blogosfera centrada-lady" criaram um novo vocabulário :. Womanist, girrl, mujerista, liberationist das mulheres, ativista anti-opressão "Eu me considero uma feminista hip-hop considerar", diz Latoya Peterson, 28, editor do blog Racialicious. "O termo" feminista "é complicado para mim, principalmente por razões de raça e classe." Mas as crenças subjacentes estão sempre presentes: "Em última análise, a idéia é uma sociedade equitativa e todos devem ser capazes de chegar por trás disso." " O que as mulheres, por vezes, fazem é dizer 'eu não sou feminista, mas ... "e, em seguida, tudo o que sai de sua boca é rip-rugindo, o feminismo furioso!", diverte-ativista de longa data Morgan. "A questão de fundo: Eu não me importo se uma mulher quer chamar-se" esquilo ", enquanto ela luta para ela e outras mulheres."

 o-antonio-maria.blogspot.pt

Portugal tem mais 200 mil pessoas em risco de pobreza desde 2010 - Quatro anos depois do início do resgate financeiro, a economia portuguesa voltou a crescer, mas há mais 210 mil pessoas em risco de pobreza e exclusão social do que em 2010, sendo esta uma das críticas da 'troika' ao Governo.

Portugal tem mais 200 mil pessoas
 em risco de pobreza desde 2010

Quatro anos depois do início do resgate financeiro, a economia portuguesa voltou a crescer, mas há mais 210 mil pessoas em risco de pobreza e exclusão social do que em 2010, sendo esta uma das críticas da 'troika' ao Governo.
.
No ano passado, uma em cada quatro pessoas residentes em Portugal vivia em risco de pobreza ou exclusão social, segundo números ainda preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE), que revelam uma deterioração das condições de vida desde 2011.

Entre 2010 e 2014, ficaram em risco de pobreza ou exclusão social mais de 200 mil pessoas, uma vez que este indicador passou dos 24,4% da população residente em 2011 para 27,5% em 2013, estimando o INE que esta proporção se tenha mantido no ano passado.

Na próxima segunda-feira faz quatro anos desde que a 06 de abril de 2011, o então ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, reconheceu ao Jornal de Negócios que Portugal precisava de ajuda externa. Horas mais tarde, foi o então primeiro-ministro, José Sócrates, que falava ao país para confirmar o que já se esperava: "O Governo decidiu hoje mesmo dirigir à Comissão Europeia um pedido de assistência financeira por forma a garantir as condições de financiamento do nosso país, ao nosso sistema financeiro e à nossa economia".
 .
O Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) viria a ser assinado em maio de 2011 e concluído em junho de 2014, tendo o Governo dispensado a última 'tranche' do empréstimo, o que quer dizer que não chegou a haver uma conclusão formal da última avaliação.

Ainda assim, o programa foi concluído, embora o fim do resgate não tenha afastado os credores internacionais, que vão continuar a realizar visitas regulares a Portugal até que o Estado devolva a maioria dos empréstimos recebidos.

Tanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) como a Comissão Europeia continuam a produzir relatórios sobre a economia portuguesa e ambas as instituições insistem que há muito por fazer, não só no combate à pobreza, mas também na reforma do Estado e na educação e formação profissional.
 .

Concluído o programa, Bruxelas criticou precisamente a forma como Portugal lidou com a pobreza nas recomendações específicas a Portugal, conhecidas em fevereiro, referindo que o Governo "não foi capaz de lidar" com o aumento da pobreza nos últimos anos, sublinhando que medidas como o corte nos apoios sociais "tiveram um impacto negativo no rendimento disponível" afetando "desproporcionalmente os mais pobres" e "as crianças com menos de 10 anos".
 .
Outra crítica que os credores internacionais têm feito prende-se com a reforma do Estado: o FMI escreveu, num relatório divulgado em março, que é preciso "rever as reformas" que não tiveram os resultados esperados e que pode ser preciso "reexaminar algumas reformas do setor público".
Em março, o FMI pediu mesmo "maior rigor" aos decisores políticos para combater as restrições à competitividade e ao investimento, destacando que "o desafio para os decisores políticos é consolidar" as reformas já realizadas.

Também Bruxelas exigiu mais reformas estruturais para melhorar a competitividade da economia, nomeadamente nos setores da habitação e dos transportes, bem como no combate à corrupção.
Na saúde, dados do Governo indicam que das 45 medidas previstas no memorando de entendimento, foram adotadas 31, estando 12 em curso e duas por aplicar: o valor a atingir com taxas moderadoras (que ficou aquém do esperado) e a não acumulação de dívidas vencidas (que também não se cumpriu).

Quanto ao mercado de trabalho, a Comissão refere que há um risco de a taxa de desemprego estabilizar em níveis muito elevados, tendo em conta o baixo crescimento económico e o aumento da discrepância entre as competências dos trabalhadores e as procuradas pelas empresas.

Bruxelas diz mesmo que a correspondência entre a oferta e a procura de trabalho se tornou "menos eficiente durante a crise", uma vez que tanto o desemprego como as vagas de trabalho aumentaram.
Em 2014, a economia voltou a crescer (0,9%) e o défice caiu (para os 4,5%), mas o desemprego continua acima do nível em que estava antes da crise (13,9% no final do ano passado) e a dívida continua a subir (ultrapassou os 130% do PIB em 2014).

Para 2015, o Governo prevê que esta trajetória de melhoria do desempenho da economia se acentue: o PIB deverá 1,5%, o défice deverá cair para os 2,7%, o desemprego para os 13,4% e a dívida pública para os 125,4%, estimativas que estão próximas das dos credores internacionais à exceção da previsão para o défice, uma vez que tanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) como a Comissão Europeia esperam que seja de 3,2% este ano.

No ano passado, uma em cada quatro pessoas residentes em Portugal vivia em risco de pobreza ou exclusão social, segundo números ainda preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE), que revelam uma deterioração das condições de vida desde 2011.

Entre 2010 e 2014, ficaram em risco de pobreza ou exclusão social mais de 200 mil pessoas, uma vez que este indicador passou dos 24,4% da população residente em 2011 para 27,5% em 2013, estimando o INE que esta proporção se tenha mantido no ano passado.
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Na próxima segunda-feira faz quatro anos desde que a 06 de abril de 2011, o então ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, reconheceu ao Jornal de Negócios que Portugal precisava de ajuda externa. Horas mais tarde, foi o então primeiro-ministro, José Sócrates, que falava ao país para confirmar o que já se esperava: "O Governo decidiu hoje mesmo dirigir à Comissão Europeia um pedido de assistência financeira por forma a garantir as condições de financiamento do nosso país, ao nosso sistema financeiro e à nossa economia".

O Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) viria a ser assinado em maio de 2011 e concluído em junho de 2014, tendo o Governo dispensado a última 'tranche' do empréstimo, o que quer dizer que não chegou a haver uma conclusão formal da última avaliação.

Ainda assim, o programa foi concluído, embora o fim do resgate não tenha afastado os credores internacionais, que vão continuar a realizar visitas regulares a Portugal até que o Estado devolva a maioria dos empréstimos recebidos.

Tanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) como a Comissão Europeia continuam a produzir relatórios sobre a economia portuguesa e ambas as instituições insistem que há muito por fazer, não só no combate à pobreza, mas também na reforma do Estado e na educação e formação profissional.

Concluído o programa, Bruxelas criticou precisamente a forma como Portugal lidou com a pobreza nas recomendações específicas a Portugal, conhecidas em fevereiro, referindo que o Governo "não foi capaz de lidar" com o aumento da pobreza nos últimos anos, sublinhando que medidas como o corte nos apoios sociais "tiveram um impacto negativo no rendimento disponível" afetando "desproporcionalmente os mais pobres" e "as crianças com menos de 10 anos".

Outra crítica que os credores internacionais têm feito prende-se com a reforma do Estado: o FMI escreveu, num relatório divulgado em março, que é preciso "rever as reformas" que não tiveram os resultados esperados e que pode ser preciso "reexaminar algumas reformas do setor público".
Em março, o FMI pediu mesmo "maior rigor" aos decisores políticos para combater as restrições à competitividade e ao investimento, destacando que "o desafio para os decisores políticos é consolidar" as reformas já realizadas.
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Também Bruxelas exigiu mais reformas estruturais para melhorar a competitividade da economia, nomeadamente nos setores da habitação e dos transportes, bem como no combate à corrupção.
Na saúde, dados do Governo indicam que das 45 medidas previstas no memorando de entendimento, foram adotadas 31, estando 12 em curso e duas por aplicar: o valor a atingir com taxas moderadoras (que ficou aquém do esperado) e a não acumulação de dívidas vencidas (que também não se cumpriu).

Quanto ao mercado de trabalho, a Comissão refere que há um risco de a taxa de desemprego estabilizar em níveis muito elevados, tendo em conta o baixo crescimento económico e o aumento da discrepância entre as competências dos trabalhadores e as procuradas pelas empresas.

Bruxelas diz mesmo que a correspondência entre a oferta e a procura de trabalho se tornou "menos eficiente durante a crise", uma vez que tanto o desemprego como as vagas de trabalho aumentaram.
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 Em 2014, a economia voltou a crescer (0,9%) e o défice caiu (para os 4,5%), mas o desemprego continua acima do nível em que estava antes da crise (13,9% no final do ano passado) e a dívida continua a subir (ultrapassou os 130% do PIB em 2014).

Para 2015, o Governo prevê que esta trajetória de melhoria do desempenho da economia se acentue: o PIB deverá 1,5%, o défice deverá cair para os 2,7%, o desemprego para os 13,4% e a dívida pública para os 125,4%, estimativas que estão próximas das dos credores internacionais à exceção da previsão para o défice, uma vez que tanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) como a Comissão Europeia esperam que seja de 3,2% este ano.

* Exclusão social, aquilo que os governos de Socrates e Coelho/Portas produziram em abundância.




apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

As incríveis esculturas de arame com mulheres, anjos e árvores de Richard Stainthorp

As incríveis esculturas de arame com mulheres, anjos e árvores de Richard Stainthorp


Stainthorp é um artista inglês que desde os anos 2000, sobrevive de seu trabalho artístico como escultor. Usando como matéria-prima fios de arame, Richard Stainthorp cria belíssimas esculturas de arame com figuras metalizadas, retratando desde lindas e sensuais mulheres, a anjos, demônios, árvores e um bode. Entretanto, o destaque vai para as esculturas com formas femininas, sejam elas mulheres ou figuras femininas na forma de anjos.


De fato, o trabalho de Richard Stainthorp é bastante variado em seus temas, lembrando muito outros escultores que também trabalham com arame e metal. Suas pequenas esculturas de árvores feitas com arames enrolados, por exemplo, lembram o trabalho de Clive Maddison ou então suas esculturas de figuras angelicais femininas que lembram muito as esculturas de fadas de Robin Wight.

Vejam as incríveis esculturas de arame com mulheres, anjos e árvores de Richard Stainthorp:


Richard Stainthorp esculturas arame metal mulheres árvores anjas sensuais beleza

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estou-sem.blogspot.pt

PINTORES FAMOSOS (VII) - Nasreddine Dinet, as suas pinturas incidem sobre pessoas e temas orientais

Nasreddine Dinet

Da Wikipédia, a enciclopédia livre

Nasreddine Dinet (nascido como Alphonse-Étienne Dinet em 28 março de 1861 - 24 dezembro de 1929, Paris) foi umfrancês orientalista pintor.

Biografia 

Dinet nasceu filho de um proeminente juiz francês.
A partir de 1871, ele estudou no Liceu Henrique IV, onde o futuro presidente Alexandre Millerand também estava entre os estudantes. Após a formatura, em 1881, matriculou-se na Ecole Nationale Superieure des Beaux-Arts e entrou no estúdio de Victor Galland. No ano seguinte, ele estudou com William Bouguereau e Tony Robert-Fleury na Académie Julian . Ele também exibiu pela primeira vez no Salon des Artistes Français .
Dinet fez sua primeira viagem para Bou Saâda pelo Ouled unha Gama , no sul da Argélia em 1884, com uma equipe de entomologistas . No ano seguinte, fez uma segunda viagem COM uma bolsa do governo, desta vez para Laghouat . Na época,  pintou suas duas primeiras pinturas argelinas: les Terrasses de Laghouat el'après l'Oued M'Sila Orage .

Em 1903,  comprou uma casa em
 Bou Saâda e passou três trimestres de cada ano lá. Ele anunciou sua conversão ao Islão  numa carta privada de 1908, e completou sua conversão formal em 1913, sobre a qual se mudou seu nome para Nasr 'Eddine Dinet.  Em 1929, ele e sua esposa assumiu o Hajj para Meca  O respeito que  ganhou dos nativos da Argélia foi refletida pela 5.000 que compareceram ao seu funeral em 12 de janeiro 1930 em Bou Saâda. Lá, ele foi elogiado pelo ex- governador-geral da Argélia Maurice Viollette . Ele ganhou a medalha de prata para a pintura na Exposição Universal em 1889, e no mesmo ano, fundou o Société Nationale des Beaux-Arts , juntamente com Meissonier , Puvis de Chavannes , Rodin , Carolus-Duran e Charles Cottet . Em 1887 ele fundou com  Léonce Bénédite , diretor do Musée du Luxembourg , a Société des Peintres Orientalistes Français .

FOTOGALERIA


As imagens foram recolhidas da net por António Garrochinho












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