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sábado, 28 de março de 2015

Crime - Suspeito de ter matado namorada pode ser serial killer - Homem de 58 anos já foi condenado pela morte de uma menor, em 2010.

Crime Suspeito de ter matado namorada pode ser serial killer

Homem de 58 anos já foi condenado pela morte de uma menor, em 2010.
PAÍS
Suspeito de ter matado namorada pode ser serial killer
DR

Luís Artur Catarino Castro Marques, de 58 anos, apresentou na perícia psicológica sinais de elevada perigosidade e mostrou-se um homem “frio, calculista, muito inteligente e manipulador”.
Segundo indica o Jornal de Notícias, “existem fortíssimos indícios” de que possa ter matado e profanado o corpo da companheira, Maria Augusta Ernesto, de 32 anos e natural de Torres Novas.
O suspeito foi já condenado, em 2010, a 10 anos de prisão pelo assassinato da filha da amante, uma menor de 16 anos que se recusara a ter relações sexuais com ele.
O caso está nas mãos da Polícia Judiciária de Braga.

40 TRASTES A BERRAR O HINO DO SÓCRATES FRENTE À PRISÃO DE ÉVORA

Apoiantes Hino de apoio a Sócrates entoado em tarde de "Primavera em Évora"

Um hino de apoio a José Sócrates foi hoje entoado, com o auxílio de megafones, por perto de 40 pessoas, que se juntaram na prisão de Évora, em mais uma iniciativa de solidariedade com o ex-primeiro-ministro.
PAÍS
Hino de apoio a Sócrates entoado em tarde de Primavera em Évora
Lusa




"Primavera em Évora", foi organizada pelo Movimento Cívico "José Sócrates, Sempre", já oficialmente formado e que considera o ex-primeiro-ministro "um preso político" e que deveria aguardar julgamento em liberdade.
Depois de há um mês ter promovido uma vigília noturna de solidariedade junto ao Estabelecimento Prisional de Évora, onde o antigo primeiro-ministro está em prisão preventiva há mais de quatro meses, o grupo criou um hino a que 

deu o título "Obrigado, José Sócrates" e que fez circular nas redes sociais.
Com a "ajuda" de dois megafones instalados no tejadilho de um automóvel, os apoiantes, empunhando cravos, deram a volta à prisão, numa marcha lenta, cantando o hino e gritando "Sócrates, amigo, o povo está contigo" e "presos políticos nunca mais", na esperança que fossem ouvidos no interior do estabelecimento prisional.
Junto ao portão da cadeia, instalaram um cartaz onde se podia ler "José Sócrates, estaremos sempre contigo" e na parede colocaram cravos.
O empresário José António Pinho, promotor de uma excursão de apoiantes da Covilhã, que se concentraram, a 25 de janeiro, junto à cadeia de Évora, foi, tal como na vigília de 28 de fevereiro, um dos porta-vozes do movimento para manifestar "apoio incondicional" a "um preso político".
"Estamos aqui para ele [Sócrates] saber que há pessoas que não se esquecem dele e que estão ao lado dele", disse José António Pinho, acompanhado por apoiantes oriundos de vários pontos do país.
O apoiante adiantou à agência Lusa que o Movimento Cívico "José Sócrates, Sempre" prevê realizar todos os meses uma iniciativa solidária junto à prisão de Évora, estando a próxima marcada para 25 de Abril, data em que se assinalam 41 anos da Revolução dos cravos, como forma de assinalar o "Dia da Liberdade".
José Sócrates está em prisão preventiva, desde o dia 25 de novembro do ano passado, indiciado por corrupção, fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais, num processo que tem também como arguidos João Perna, o empresário Carlos Santos Silva, o advogado Gonçalo Trindade Ferreira e o administrador da farmacêutica Octapharma, Paulo Lalanda Castro.

A guerra de Obama no Ocidente e a Luta de Libertação Nacional da Venezuela

A guerra de Obama no Ocidente e a Luta de Libertação Nacional da Venezuela

A guerra de Obama no Ocidente e a Luta de Libertação Nacional da Venezuela
por James Petras


"A declaração de uma emergência de segurança nacional de Obama tem objetivos psicológicos, políticos e militares. Sua postura belicosa foi projetada para reforçar o espírito de seus agentes presos e desmoralizados para que eles saibam que eles ainda têm o apoio dos EUA. Para isso, Obama exigiu que o presidente Maduro libertasse os líderes terroristas. As sanções de Washington foram dirigidas, principalmente, contra as autoridades de segurança da Venezuela, que julgou procedente a constituição e manteve presos os capangas de Obama. Os terroristas em suas celas de prisão podem se consolar com o pensamento de que, enquanto eles passam por um "momento difícil" de servir como tropas e fantoches dos Estados Unidos, seus procuradores terão vistos negados pelo presidente Obama e não podem mais visitar a Disneylândia ou fazer compras em Miami ... Tais são as consequências das atuais "sanções" dos Estados Unidos nos olhos de uma América Latina altamente crítica."

Por que Obama declarou uma "emergência nacional", reclamando que a Venezuela representa uma ameaça para a Segurança Nacional dos Estados Unidos e para a Política Externa, assumindo prerrogativas executivas e decretando sanções contra os principais oficiais venezuelanos responsáveis pela segurança nacional, agora?

O apoio da Venezuela na Integração Latino-Americana é o maior medo de Obama

Para responder a essa questão, é essencial começar pela abordagem enganadora de Obama e pelas responsabilidades insubstanciais da Venezuela ser um "perigo para a segurança nacional e para a política externa".

Primeiramente, a Casa Branca não apresenta evidências... Porque não há nada para apresentar! Não há mísseis venezuelanos, planos de luta, navios de guerra, Força Especial, agentes secretos ou bases militares munidas para atacar facilmente as residências americanas ou instalações estrangeiras.

Em contrapartida, os Estados Unidos tem navios de guerra no Caribe, sete bases militares na Colômbia com tripulação composta por dois mil oficiais da Força Especial dos Estados Unidos e bases da Força Aérea na América Central. Washington tem financiado mandatos políticos e operações militares na Venezuela com a intenção de derrubar a Constituição legal e o governo eleito democraticamente.

A reclamação de Obama se assemelha a um papel que os governantes totalitários e os imperialistas frequentemente usam: acusando essas iminentes vitimas dos crimes que eles mesmos preparam contra elas. Nenhum país ou líder, amigo ou inimigo, apoiou as acusações de Obama contra a Venezuela.

A acusação de Obama que a Venezuela representa uma "ameaça" para a política estrangeira dos Estados Unidos exige uma explicação: Primeiramente, quais elementos da política externa dos Estados Unidos estão ameaçados? A Venezuela propôs e ajudou com sucesso várias organizações de integração regionais, que são voluntariamente ajudados por seus companheiros Latino-Americanos e Caribenhos. Essas organizações regionais, em grande parte, copiam a estrutura de dominação americana, que serve os interesses imperiais de Washington. Em outras palavras, a Venezuela ajuda organizações com alternativas diplomáticas e econômicas, as quais os membros acreditam que será melhor servir ao próprio interesse político e econômico, do que servir ao regime de Obama.

A Petrocaribe, organização de países da América Central e Caribe ajudados pela Venezuela, atende melhor às necessidades de desenvolvimento de seus membros do que a organização dominante dos Estados Unidos, como a Organização dos Estados Americanos ou a então chamada "Iniciativa Caribenha". O mesmo vale para a ajuda da Venezuela para a CELAC (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos) e UNASUL (União das Nações Sul-americanas). Essas são organizações latino-americanas que excluem a presença dominante dos Estados Unidos e Canadá e são designadas para promover a grandiosa independência regional.

A reclamação de Obama de que a Venezuela representa uma ameaça para a política externa americanaé uma acusação direta a todos os governos que escolheram livremente abandonar as organizações centrais dos Estados Unidos e que rejeitam a hegemonia estadunidense.

Em outras palavras, o que desperta a ira de Obama e motiva sua agressividade em direcionar ameaças à Venezuela é o guia político de Caracas em mudar o Imperialismo da política externa dos Estados Unidos.

A Venezuela não tem bases militares no resto da América Latina e nem invade, ocupa ou patrocina golpes militares nos outros países latino-americanos – como Obama e seus antecessores fizeram.

A Venezuela condenou a invasão americana no Haiti, o suporte no golpe militar em Honduras (2009), Venezuela (2002, 2014, 2015), Bolívia (2008) e Equador (2010).

Claramente, a "emergência" de Obama decretada e sancionada contra a Venezuela, é fruto da imutável supremacia imperial dos Estados Unidos na América Latina e diminui a independência venezuelana, sua política externa democrática.

Para entendermos corretamente a política de Obama em atacar a Venezuela, nós temos que analisar por que ele escolhe fazer ameaças justamente nesse momento.

A Guerra de Obama ameaça resultados da falha política

A principal razão de Obama ter intervindo diretamente nas políticas venezuelanas é o que suas outras opções políticas designadas a derrubar o governo de Maduro falharam.

Em 2013, os Estados Unidos financiaram o opositor presidencial, Henrique Capriles, para derrubar o governo Chavista. O Presidente Maduro derrotou a escolha de Obama e desviou a "via eleitoral" de Washington para a mudança de regime.

Na sequência, Obama tentou boicotar e desacreditar o processo de votação da Venezuela através de uma campanha de difamação internacional. A Casa Branca boicotou por seis meses e não recebeu nenhuma ajuda da América Latina ou da União Europeia, já que houve grandes observadores internacionais na eleição, que vão desde o ex-presidente James Carter aos representantes da Organização dos Estados Americanos que certificaram o resultado.

Em 2014, o regime Obama apoiou tumultos violentos em grande escala, que deixaram 43 pessoas mortas e dezenas de feridos, (a maioria das vítimas foram civis pró-governo e agentes da lei) e milhões de dólares em danos à propriedade pública e privada, incluindo usinas de energia e clínicas. Dezenas de vândalos e terroristas de direita foram presos, incluindo o terrorista formado em Harvard Leopoldo Lopez. No entanto, o governo Maduro libertou a maioria dos sabotadores como um gesto de reconciliação.

Obama, por sua vez, escalou a campanha de terror da violência interna. Ele recrutou seus agentes e, em fevereiro de 2015, apoiou um novo golpe. Vários funcionários da embaixada dos Estados Unidos (os EUA tinham, pelo menos, 100 americanos em sua embaixada), eram agentes da inteligência e utilizaram cobertura diplomática para se infiltrar e recrutar uma dúzia de oficiais militares venezuelanos para tramar a derrubada do governo eleito e, assim, assassinar o presidente Maduro, bombardeando o palácio presidencial.

O Presidente Maduro e sua equipe de segurança nacional descobriram a tentativa de golpe e prenderam os líderes militares e políticos, incluindo o prefeito de Caracas.

Obama, agora furioso por perder seus agentes principais e seus representantes internos, voltou para o seu último recurso: a ameaça de uma intervenção militar americana direta.

Os múltiplos usos de Obama de 'emergência nacional'

A declaração de uma emergência de segurança nacional de Obama tem objetivos psicológicos, políticos e militares. Sua postura belicosa foi projetada para reforçar o espírito de seus agentes presos e desmoralizados para que eles saibam que eles ainda têm o apoio dos EUA. Para isso, Obama exigiu que o presidente Maduro libertasse os líderes terroristas. As sanções de Washington foram dirigidas, principalmente, contra as autoridades de segurança da Venezuela, que julgou procedente a constituição e manteve presos os capangas de Obama. Os terroristas em suas celas de prisão podem se consolar com o pensamento de que, enquanto eles passam por um "momento difícil" de servir como tropas e fantoches dos Estados Unidos, seus procuradores terão vistos negados pelo presidente Obama e não podem mais visitar a Disneylândia ou fazer compras em Miami ... Tais são as consequências das atuais "sanções" dos Estados Unidos nos olhos de uma América Latina altamente crítica.

O segundo objetivo da ameaça de Obama é testar a resposta dos governos da Venezuela e da América Latina. O Pentágono e a CIA buscaram conferir como os militares, a inteligência da Venezuela e os líderes civis vão lidar com este novo desafio, a fim de identificar os elos fracos da cadeia de comando, ou seja, os funcionários que irão correr para se esconder, que irão se acovardar ou buscar conciliar, por ceder às exigências de Obama.

Lembre-se de que, durante o apoiado golpe estadunidense em abril de 2002, muitos autointitulados "revolucionários chavistas'' passaram a se esconder, alguns em embaixadas. Além disso, vários oficiais militares desertaram e uma dúzia de políticos foi a favor com os líderes do golpe, até que a maré virou e mais de um milhão de venezuelanos comuns, incluindo moradores de favelas, marcharam para cercar o Palácio Presidencial e, com o apoio de paraquedistas legalistas, derrubou os golpistas e libertou seu Presidente Chavez. Só então é que os chavistas bundões saíram de debaixo de suas camas para comemorar a restauração de Hugo Chávez e o retorno da democracia.

Em outras palavras, a postura belicista de Obama é parte de uma "guerra de nervos", para testar a resistência, determinação e lealdade dos oficiais da Venezuela quando as suas posições são ameaçadas, suas contas bancárias nos Estados Unidos são congeladas, seus vistos negados e seu acesso à Disneylandia cortado.

Obama está colocando o governo venezuelano sobre a observação: o aviso, desta vez, é uma próxima invasão

A retórica da Casa Branca também se destina a testar o grau de oposição na América Latina - e se Washington pode esperar o apoio na América Latina e em outros lugares.

Cuba respondeu com força com o apoio incondicional à Venezuela. Equador, Bolívia, Nicarágua e Argentina repudiaram as ameaças imperiais de Obama. A União Europeia não adotou as sanções dos Estados Unidos, embora o Parlamento Europeu fosse a favor da demanda de Obama para libertar os terroristas presos. Brasil, Uruguai, Chile e México não apoiaram os EUA e nem o governo venezuelano. O vice-presidente uruguaio Raul Sendic foi o único oficial na América Latina que não foi contra a intervenção dos EUA. No entanto, no dia 16 de março em uma reunião emergencial da Unasul em Quito, Equador, os ministros das Relações Exteriores da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela denunciaram em unanimidade as sanções e a intervenção militar proveniente dos Estados Unidos.

Presidente Maduro se mantém firme: Eles não passarão

O mais importante, o presidente Maduro se manteve firme. Ele declarou uma emergência nacional e pediu forças especiais. Ele convocou, para todo o país, duas semanas de exercícios militares, envolvendo 100 mil soldados a partir do dia 14 de março. Ele deixou claro para o Pentágono e para a Casa Branca que a invasão norte-americana seria objeto de resistência, que milhões de combatentes da liberdade com quem os venezuelanos se confrontam não seriam uma "caminhada do bolo" - que haveria baixas americanas, sacos para corpos e novas viúvas e órfãos dos EUA a lamentar regimes imperiais de Obama.

Conclusão

Obama não prepara uma invasão imediata, porque seus agentes fracassaram em dois anos consecutivos, e nem desiste da "mudança de regime". Sua postura militarista é projetada para polarizar a América Latina: para dividir e enfraquecer as organizações regionais e para separar os chamados "moderados" no Mercosul (Brasil / Uruguai / Paraguai) da Venezuela e da Argentina. Apesar de suas falhas, até agora, Obama vai avançar para ativar a oposição às políticas de segurança venezuelanas entre os chilenos, peruanos, mexicanos, e regimes neoliberais colombianos.

Washington está construindo pressão externa e se preparando para uma nova rodada de manifestações internas violentas para provocar uma resposta do governo.

Em outras palavras - a invasão militar de Obama seguirá o cenário ensaiado de "intervenção humanitária" orquestrada na Iugoslávia, Líbia e Síria - com tais consequências desastrosas para os povos desses países. Obama, no momento, não tem apoio político internacional da Europa e América Latina, então, ele não pode se arriscar a invasão norte-americana unilateral e sangrenta, uma prolongada guerra imediatamente.

No entanto, ele está inexoravelmente se movendo nessa direção. Obama aproveitou as prerrogativas executivas para atacar a Venezuela. Ele alertou e mobilizou as forças de combate dos EUA na região. Ele entende que suas equipes atuais de cooperativas na Venezuela demonstraram ser incapazes de vencer as eleições ou de tomar o poder sem grande apoio militar estadunidense. Obama agora está envolvido em uma guerra psicológica, bem como física: derrubar a economia venezuelana, para intimidar os fracos de coração, e enfraquecer os militantes através de constantes ameaças e sanções alargadas ao longo do tempo.

O governo venezuelano de Nicolas Maduro aceitou o desafio. Ele está mobilizando as pessoas e as forças armadas: seu regime democraticamente eleito não vai se render. A resistência nacional estará lutando em seu próprio país para o seu próprio futuro. Eles estarão lutando contra um poder imperial invasor. Eles representam milhões e têm um mundo a perder se os “escuálidos” (a quinta coluna do país)sempre tomarem o poder, se não tomarem suas vidas, os seus meios de subsistência, a sua dignidade e seu legado como um povo livre e independente.

Epílogo

O presidente Maduro procurou e garantiu apoio militar russo, solidariedade aos venezuelanos e um acordo para participar de manobras militares conjuntas para enfrentar os desafios da guerra de Obama ... O presidente Putin enviou uma carta pública de apoio ao governo venezuelano em resposta às ameaças de Obama.

Obama está engajado em uma estratégia econômica e militar em duas vertentes, que irá convergir para uma invasão militar norte-americana.

As ameaças militares evidentes emitidas no início de março de 2015 são projetadas para forçar o governo Maduro a desviar recursos financeiros em larga escala, longe de satisfazer a crise econômica para a construção de defesa militar de emergência. Através de uma escalada de ameaças militares e econômicas, a Casa Branca espera diminuir os subsídios do governo para a importação de produtos alimentares de base e outros produtos essenciais durante uma campanha interna de açambarcamento e escassez artificial cometida por sabotadores econômicos. Obama está contando com seus representantes venezuelanos e com os meios de comunicação locais e internacionais para culpar o governo pela deterioração econômica e de mobilizar os grandes protestos de consumidores irados. Estrategistas da Casa Branca esperam uma enorme multidão, que vai servir como uma cobertura para os terroristas e franco-atiradores de se envolver em atos violentos contra as autoridades públicas, provocando a polícia e as forças armadas a responderem, repetindo o "golpe" em Kiev. Nesse ponto, Washington procurará assegurar alguma forma de apoio da Europa ou da América Latina (através da OEA) a intervir com tropas em que o Departamento de Estado vai dublar como "mediadores de paz em uma crise humanitária".

O sucesso do envio dos fuzileiros navais dos EUA para a Venezuela em uma missão de paz vai depender da eficácia das forças especiais e agentes do Pentágono na Embaixada dos Estados Unidos em garantir colaboradores de confiança entre os militares venezuelanos e as forças políticas, prontos para trair seu país. Uma vez que os colaboradores aproveitarem um pedaço de território, Obama pode montar a farsa de que fuzileiros navais dos EUA estão lá por convite ... das forças democráticas ...

Sob condições de ameaça militar explícita, Maduro deve mudar "as regras do jogo”. Em condições de emergência, segurar o tesouro não é mais apenas uma contravenção: torna-se um crime capital. Os políticos de reuniões e de consultoria com os representantes do país invasor devem perder a sua imunidade e ser sumariamente presos. Acima de tudo, o governo deve assumir o controle total sobre a distribuição de bens de primeira necessidade, estabelecer a política de racionamento para garantir o acesso da população; enfermagem escassa de recursos financeiros por limitar ou impor uma moratória sobre o pagamento da dívida; diminuir ou vender os ativos nos EUA (CITCO) para evitar a perda ou a sua colocação à liquidez ("congelado") por um novo decreto de Obama. Na frente externa, a Venezuela deve aprofundar os laços militares e econômicos com os países vizinhos e com as nações independentes para suportar os militares dos EUA e a ofensiva econômica. Se Obama agrava as medidas militares contra a Venezuela, as eleições parlamentares marcadas para setembro devem ser suspensas temporariamente até que a normalidade seja restabelecida.



Fonte e Tradução de Iris Tolonia para o Diário Liberdade.



Mafarrico Vermelho

RITA LELLO - Sacudir a água do pacote

RITA LELLO

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Sacudir a água

do pacote 

No seguimento das investigações ao passado do contribuinte Pedro Passos Coelho rebenta a bolha e o País fica com o menino ao colo. Numa malograda acção de formação de estagiários da AT avisam-se os formandos (em tom de ameaça segundo alguns presentes) que é necessário cautela nos acessos porque ele há contribuintes e "contribuintes". Pacote ou lista a informação fugiu e deu início ao já habitual dize tu direi eu; e consequente chutar de responsabilidades e sacudir águas do capote, ou dos capotes; que tanto tem credibilizado o nosso Executivo e os partidos que o compõem. A imprensa inunda-se de notícias, de opiniões, de desmentidos, de desculpas, de exigências de demissão, rolam umas cabeças, empossam-se outras. É preciso mudar para que tudo fique igual.

Que se instalou em Portugal a prática de haver dois pesos e duas medidas, cidadãos de primeira e de segunda, uns a quem tudo é perdoado e outros a quem só se exigem sacrifícios e que são expoliados dos seus direitos mais básicos e fundamentais já não é novidade, nem será assim de surpreender a existência de listas VIP, de reuniões de bastidores, de práticas nebulosas e opacas nos gabinetes na gestão dos dinheiros públicos e dos destinos do País. Grave é a estratégia de instalar no inconsciente colectivo de um povo a ideia de que nada há a fazer porque "eles" são os senhores do poder e legislam e agem de forma a permitir todas as falcatruas, as suas e as dos amigos. Grave é governar um País a instalar o medo, medo que toma conta das pessoas e é transversal a idades e estatutos sociais.

Medo de ser perseguido no emprego, de ser despedido, medo de ficar sem a casa, sem dinheiro para ir trabalhar, sem o almoço, medo de não ter futuro. Um medo que mina e conduz à apatia e a ausência de esperança. E não adianta Passos Coelho, depois do seu Governo ter sido o executante das políticas europeias que asfixiaram o País, vir dizer que a crise passou e que os jovens agora podem voltar ao ensino superior e que façam favor de voltar os emigrantes que ele mandou embora porque agora até já há uns pacotes de apoio aos que decidirem voltar e investir aqui; porque a esperança não se constrói com hipocrisias e arbitrariedades, a esperança constrói-se com autenticidade e coerência.

ACTRIZ

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
26/03/15


apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

MANIFESTO PARA UMA ESQUERDA QUE RESPONDA POR PORTUGAL

MANIFESTO


Os signatários, como tanta gente, indignam-se com a degradação de Portugal ao longo dos quatro anos da Troika. Constatamos os efeitos do esboroamento das regras constitucionais, enfraquecendo a democracia onde ela tem responsabilidade social – na justiça tributária, na segurança social, na escola pública, no serviço nacional de saúde – e reforçando uma distribuição cada vez mais desigual do rendimento, o desemprego, a precariedade e a pobreza.

Constatamos também que, depois destes quatro anos angustiantes, a corajosa resistência social que se levantou contra a austeridade pode não vir a produzir uma verdadeira alternativa política. À esquerda, quando é precisa convergência, acentuam-se dissensões. Quando é preciso mobilizar alternativas concretizáveis, ouvimos vozes de conformismo. Quando são urgentes programas detalhados para responder a cada problema, notamos superficialidade e palavras gastas. Quando é preciso responder à agressão dirigida por Merkel, com o Tratado Orçamental e a austeridade perpétua, encontramos submissão. Quando é preciso esquerda, ouvimos que é a vez do centro.

As esquerdas representam-se por vários partidos, aos quais compete, em exclusivo, a determinação da sua estratégia. Não nos incumbe, como signatários deste manifesto e com posições diferenciadas, interferir nessas decisões. Move-nos a obrigação de contribuir para uma solução de esquerda para Portugal, manifestando a nossa opinião, porque queremos promover diálogos com resultados.

Quarenta anos depois do 25 de Abril, com um milhão de desempregadas e desempregados, com a finança a cobrar um resgate que tem devastado a vida dos portugueses, com os contratos colectivos enfraquecidos, com a perda de acesso e de qualidade tanto na saúde como na educação e na cultura, com o risco anunciado de uma mudança da lei eleitoral feita à medida da perpetuação artificial do bloco central, as esquerdas não podem continuar a ser o que sempre foram. Resistir é pouco para salvar Portugal. Aguentar não é suficiente para mudar. Em nome dos trabalhadores, reformados e jovens, homens e mulheres, que no país continuam a sofrer, é preciso mais e queremos consegui-lo. O maior ataque que os direitos sociais e a democracia têm sofrido nos últimos 30 anos exige soluções corajosas.

Só a esquerda pode salvar Portugal, restaurar a esperança e reconquistar a democracia para resolver a crise, reestruturando a dívida em prejuízo da finança e assumindo a prioridade do emprego contra as imposições feitas em nome do euro.

Apelamos por isso a que os principais partidos da esquerda que recusa sem ambiguidades a austeridade, bem como milhares de independentes e activistas, se associem num pólo político, com uma resposta política clara para toda a gente. Um pólo de esquerda significa não somente afirmar uma razão mas também que passará a haver uma proposta de governo que quer disputar a vitória. O pólo das esquerdas unidas, que saiba merecer um resultado histórico, afirmar-se-á como a única alternativa para Portugal. Esse pólo ameaçará a bipolarização, mostrará a convergência de fundo entre o PSD e o PS em torno da austeridade – como fica claro na sua união na ratificação do Tratado Orçamental e dos mecanismos de subtracção de soberania a Portugal em matéria orçamental – e colocará na política as soluções que têm faltado. Nas eleições, esse pólo será a garantia de que um novo governo que aceite o Tratado Orçamental, com a continuação da austeridade e novos cortes contra os serviços públicos e o emprego, terá pela frente uma esquerda capaz de o substituir.

A direita trouxe o país ao empobrecimento e o PS limitou-se a prometer fazer melhor a mesma política nas mesmas restrições nacionais e europeias. Para ser governo, a esquerda tem de ser ruptura.

Ao apelarmos à constituição de um pólo político que tenha força bastante para enfrentar a inevitabilidade da austeridade e do mando do capital financeiro, queremos evitar que as esquerdas caiam na armadilha da resignação. Por melhores que pudessem ser os resultados de um ou outro partido, as eleições estarão perdidas para todas as esquerdas se, depois de três anos de Troika, o nosso povo tiver pela frente trinta anos de empobrecimento. As esquerdas ficarão reféns do voto útil e da alternância, a não ser que abram a porta para uma solução, comprometendo-se com uma proposta forte para salvar Portugal. Essa proposta é a esperança e trabalhamos para ela.

António Borges Coelho, historiador 
Carlos Mendes, músico
Cláudio Torres, arqueólogo
Domingos Lopes, advogado
Fernando Rosas, prof. univ.
Guilherme Statter, sociólogo Isabel Allegro de Magalhães, prof. univ.
Jaime Teixeira Mendes, médico
Joana Lopes, doutorada em filosofia
João Correia da Cunha, médico
Jorge Leite, prof. univ.
José Neves, prof. univ.
Luís Bernardo, historiador
Luís Cília, músico
Luís Reis Torgal, prof. univ.
Manuel Carlos Silva, prof. univ.
Manuel Loff, prof. univ.
Mariana Avelãs, tradutora
Mário de Carvalho, escritor
Pezarat Correia, militar
Santos Cardoso, administrador hospitalar

Ria Formosa Mais de 100 carros em marcha lenta contra demolições

Ria Formosa Mais de 100 carros em marcha lenta contra demolições

Mais de uma centena de veículos estão a participar hoje na marcha lenta na Estrada Nacional 125, entre Olhão e Faro, em protesto contra as demolições das casas consideradas ilegais nas ilhas-barreira da Ria Formosa.
PAÍS
Mais de 100 carros em marcha lenta contra demolições
Lusa

Os moradores consideram que estão a ser discriminados pela sociedade Polis em relação ao tratamento dado a outros núcleos habitacionais no concelho de Olhão.
No caso do Farol, os proprietários foram notificados para abandonarem as casas até ao dia 24 de abril, estando a posse administrativa da sociedade Polis prevista para 27 de abril.
Nos Hangares o prazo previsto para a retirada dos bens é de 11 de maio com a posse administrativa marcada para dois dias depois.
Segundo os moradores daqueles dois núcleos habitacionais, em causa estão 156 construções nos Hangares e cerca de 270 no Farol.
A marcha lenta integra moradores de todos os locais onde estão previstas as várias centenas de demolições, que pretendem chamar a atenção do Governo e principalmente da sociedade Polis, no sentido de evitarem as demolições das construções, algumas das quais asseguram ser de primeira habitação.
A caravana automóvel com cerca de três quilómetros foi vigiada de perto por dezenas de agentes da autoridade, PSP e GNR, que conseguiram garantir alguma fluidez no trânsito entre as duas cidades.
Ao todo, já foram demolidas na Ria Formosa 212 construções consideradas ilegais, na sua maioria nos ilhotes.

Curiosidades sobre o Egito Antigo...

Curiosidades sobre o Egito Antigo...


 Os idosos eram muito respeitados no Egito Antigo, pois eles valorizavam muito o conhecimento acumulado com o passar dos anos.

 No Egito Antigo, as crianças começavam a usar roupas a partir dos cinco anos de idade. Os meninos usavam uma tanga e um cinto, enquanto as meninas usavam um vestido.

 No dia do casamento, os noivos costumavam levar alimentos nos templos como oferenda aos deuses. Faziam isso para pedir benção ao casamento.

 Somente os templos e túmulos eram feitos de pedra. As outras construções eram feitas de tijolos de barro misturados com palha picada.

 As camadas mais populares da sociedade egípcia tinham como base da alimentação o pão, o peixe e uma espécie de cerveja. Já os mais ricos comiam carne de ganso, carne de vaca, vegetais, peixes, frutas e bolos. O vinho era uma bebida cara e também era consumida apenas por aqueles que tinham melhores condições sociais.

 Grande parte das roupas no Egito Antigo eram feitas de linho.

 As mulheres egípcias mais ricas faziam maquiagem usando pó de minerais colorido misturados com óleos vegetais. Usavam também, para ficarem mais bonitas, joias feitas de ouro e pedras preciosas.

 As meninos das famílias mais ricas iam para a escola, onde tinham aula com sacerdotes e sábios. As meninas só podiam ir para a escola a partir dos doze anos de idade. As crianças usavam pranchas de gesso e lascas de pedra para escreverem. A escola era muito rigorosa e os castigos físicos eram usados em caso de erros.

 Os filhos de famílias mais pobres (exceto de escravos) aprendiam a profissão do pai em casa ou no local de trabalho. Estas famílias não tinham condições de manterem os filhos numa escola.

 Os sarcófagos dos faráos eram feitos de ouro com adornos de pedras preciosas. Quanto mais poderoso e rico o faraó, mais luxuoso era seu sarcófago.

 O faraó começava o dia fazendo oração para os deuses, pedia proteção e força para resolver as questões da administração do Egito.

 No Egito Antigo havia o divórcio. As mulheres podiam ficar com os filhos e também com parte dos bens do casal. Elas podiam também, se casar novamente.

 As doenças pulmonares eram muito comuns do Egito Antigo. As pessoas costumam inalar muito pó de areia durante as tempestades de areia, o que comprometia, com o tempo, o funcionamento dos pulmões.

 O faráo Aquenáton (Amenófis IV), que governou o Egito Antigo entre 1353-1336 a.C., tentou instituir o monoteísmo. Este faráo tinha por objetivo tirar o poder dos sacerdotes, insitituindo o culto a um deus único: Aton. Como ele seria o único representante deste deus na Terra, concentraria também todo poder. Porém, a tentativa não foi para frente, sendo abandonada pelos governantes seguintes.

 Os egípcios eram muito supersticiosos e acreditavam que os sonhos sempre significavam algo. Se alguém sonhasse com a queda dos próprios dentes, isso significava que alguém da família poderia morrer.

civilizacoesafricanas.blogspot.pt

Paranapiacaba: saiba a verdade por trás do famoso mito do relógio

Paranapiacaba: saiba a verdade por trás do famoso mito do relógio


Paranapiacaba: saiba a verdade por trás do famoso mito do relógio

Paranapiacaba é uma vila localizada na cidade de Santo André, em São Paulo. Com seu estilo típico inglês, ela ganhou força com a inauguração de sua linha férrea em 1° de janeiro de 1867, que inclusive foi a primeira ferrovia do estado de São Paulo. Essa vila herdada dos ingleses é hoje um grande ponto turístico. Dentre suas atrações principais, está sua bela arquitetura, sua naturezaexuberante (com diversas trilhas em meio a magníficas cachoeiras), e claro, seusmitos populares... um deles é muito conhecido, que é o famoso mito do relógio de Paranapiacaba.

Relógios de torre são verdadeiros símbolos ingleses, e claro que emParanapiacaba não seria diferente. Nessa pequena vila de origem inglesa, existe um grande relógio de torre que até lembra o famoso Big Ben de Londres. Como de costume em relógios de época, os numerais utilizados eram os romanos, mas o grande relógio de Paranapiacaba tem algo de "diferente". Você consegue perceber o que há de errado com esse relógio?

Repare na grafia do número 4. No algarismo romano, o número 4 é escrito comoIV, mas nesse relógio encontramos o 4 como IIII. Seria um erro dos ingleses?

Segundo a lenda, a muitas décadas atrás, um maquinista de uma das composições estava prestes a sair da estação e cumprir o seu itinerário diário. Já dentro do trem, ele olhou para a torre do relógio através do espelho retrovisor do trem a fim de confirmar seu horário de partida, mas ele confundiu o IV com o VI por causa da imagem refletida, o que antecipou sua saída e acabou causado um acidente fatal com outro trem, matando muitas pessoas... e depois desse grande acidente, o número IV do relógio foi modificado para IIII, para evitar acidentes como esse no futuro. Mas será que essa lenda é verdadeira?
segredos de paranapiacaba

Nós do Curto e Curioso agimos como verdadeiros "James Bond", e fizemosmilhares de pesquisas na internet para descobrir se o mito tem algum fundo deverdade, e descobrimos que essa mudança do número IV para IIII em relógios é muito, muito mais antiga que a história de Paranapiacaba...

Até hoje os especialistas e historiadores não chegaram a um consenso sobre a origem desse costume, e existem diversas teorias para explicar esse fato intrigante. Segundo estudiosos, as hipóteses mais aceitas sobre a troca doalgarismo IV pelo IIII em relógios antigos são:

Facilidade na produção


mito do relógio de paranapiacaba
Como os numerais dos relógios eram forjados em metal ou esculpidos em madeira ou pedra, o numeral mais fácil de ser feito era o "I", afinal, se produzia uma grande barra fina que depois era cortada em várias partes para ter diversas unidades do mesmo algarismo. Por conta disso, alguns fabricantes optavam pelo 4 em forma de IIII do que o antigo (e correto) IV

Simetria e beleza


Segundo relatos de diversos especialistas na área, os números IV (4) eram trocados por IIII apenas por que era mais bonito de se ver. Do outro lado do relógio, temos um número muito pesado visualmente: o número 8, escrito como VIII, mas o lado oposto tinha o número IV, que não passava uma simetria no relógio, o que explicaria essa troca que perdura até os dias atuais. Essa teoria pode (facilmente) ser a verdadeira origem dessa mudança curiosa.

Romanos em respeito a Júpiter


deus jupiter simbolo
Desde a época em que relógios de Sol eram usados, os romanos já trocavam o IV por IIII como uma atitude respeitosa ao deus Júpiter, o deus de todos os deuses (equivalente a Zeus para os gregos). Isso era feito porque o número 4 (que se escrevia IV) simbolizava o deus de todos os deuses, Júpiter. Desde então, outras civilizações teriam adotado a forma romana de grafar os os relógios. Como os relógios de Sol realmente tinham a grafia IIII, essa história é a melhor aceita por alguns especialistas.



Voltando à lenda do relógio de Paranapiacaba, chegamos a conclusão de que pode até ter acontecido um acidente com os trens, mas com certeza esse não foi o motivo real da mudança nos numerais do relógio, afinal, o mundo inteiro também utiliza a forma "errada", e a muito mais tempo...

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Crianças de 14 anos podem dirigir carros na França - Esta é uma época muito boa para se morar na França, principalmente se você tem 14 anos e algum dinheiro guardado. Por que se você atende esses dois pré-requisitos, você pode dirigir tranquilamente pelas ruas do País.

Crianças de 14 anos podem dirigir carros na França

Esta é uma época muito boa para se morar na França, principalmente se você tem 14 anos e algum dinheiro guardado. Por que se você atende esses dois pré-requisitos, você pode dirigir tranquilamente pelas ruas do País.

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O fato é que na França, pessoas de 14 anos podem tirar um tipo de “Carteira de Motorista Kids” (Road Safety Certificate), que permite que eles dirijam quadriciclos legalmente pelas ruas. E um veículo da Renault chamado Twizy foi adaptado pela montadora para ser considerado um quadriciclo.
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O Twizy é um carro elétrico que possui airbag, tem lugar para 2 pessoas, cintos de segurança epode chegar até 80 km/h. É verdade que ele não possui muito espaço para bagagens e passageiros, mas convenhamos que já é mais do que suficiente para um criança de 14 anos dar um rolê por aí, não?
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As baterias do carrinho elétrico tem autonomia de aproximadamente 100km e ele custa 7600 dólares (aproximadamente 24500 reais). Inicialmente, ele foi projetado para adultos, como sendo uma alternativa mais segura para bicicletas e scooters dentro do perímetro urbano. Mas agora,com as novas regras, ele vai fazer mesmo é a festa das crianças!
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Não sei bem o que pensar sobre o assunto. Óbvio que se eu tivesse 14 anos eu iria querer um destes, mas não sei se daria um para minha filha de presente. 



www.pausaparanerdices.com

Propaganda dos EUA na Coreia: TV como ferramenta de 'engenharia social' - "Leitores da mais recente ação de propaganda paga pelos EUA e divulgada pela revista Wired tampouco viram que, se os seriados norte-americanos são considerados ferramentas para engenharia social na Coreia do Norte, eles também, muito provavelmente, são usados para a mesma finalidade de engenharia social também nos EUA.

Propaganda dos EUA na Coreia: TV como ferramenta de 'engenharia social'

Propaganda dos EUA na Coreia: TV como ferramenta de 'engenharia social'
por Pravda.ru


"Leitores da mais recente ação de propaganda paga pelos EUA e divulgada pela revista Wired tampouco viram que, se os seriados norte-americanos são considerados ferramentas para engenharia social na Coreia do Norte, eles também, muito provavelmente, são usados para a mesma finalidade de engenharia social também nos EUA. 
A degradação da educação nos EUA, o esvaziamento da família, o enfraquecimento das comunidades locais versus a dominação cada vez mais uniformizante e centralizada, pelos grandes monopólios empresariais-financeiros - e o estado de vigilância e sua Polícia cada vez mais draconiana - são resultados diretos do mesmo processo."

Quando a revista Wired publicou o artigo "Plano para libertar a Coreia do Norte (com cópias contrabandeadas de episódios do seriado Friends)", a revista provavelmente contava com que seu público leitor, impressionável e politicamente ignorante, não captaria os fatos subjacentes e respectivas implicações, e leria ali apenas mais uma matéria 'engraçadinha', que cobriria de (mais) ridículo o país do leste da Ásia e reforçaria, naquele mesmo público leitor ignorante consumidor de Wired, a sensação de imorredoura superioridade cultural.

O que a revista não viu, claro, é que o programa divulgado por Wired como se fosse trabalho do "Centro Estratégico Coreia do Norte" e de seu fundador Kang Chol-hwan, 46 anos" é, na verdade, organizado e financiado pelo Departamento de Estado dos EUA.

Fato é que o Centro Estratégico Coreia do Norte trabalha em parceria muito íntima com o Gabinete de Direitos Humanos, Democracia e Trabalho do Departamento de Estado dos EUA, com a Rádio "Free Asia" da rede de propaganda do Departamento de Estado dos EUA e com a Dotação Nacional para a Democracia (National Endowment for Democracy, NED), também do Departamento de Estado dos EUA, que é um verdadeiro "departamento para 'mudança de regime'", mantido pelos "500" de Wall Street da revista Fortune e exclusivamente a serviço dos interesses dos "500".

Leitores da mais recente ação de propaganda paga pelos EUA e divulgada pela revista Wiredtampouco viram que, se os seriados norte-americanos são considerados ferramentas para engenharia social na Coreia do Norte, eles também, muito provavelmente, são usados para a mesma finalidade de engenharia social também nos EUA. 

A degradação da educação nos EUA, o esvaziamento da família, o enfraquecimento das comunidades locais versus a dominação cada vez mais uniformizante e centralizada, pelos grandes monopólios empresariais-financeiros - e o estado de vigilância e sua Polícia cada vez mais draconiana - são resultados diretos do mesmo processo.

Wired até admite, no artigo citado que:

Para Kang, os seriados são semelhantes à pílula vermelha de Matrix: tratamento para modificar a mente que tem o poder de estilhaçar um mundo de ilusões. "Quando os norte-coreanos assistem a Desperate Housewives eles veem que os norte-americanos não são todos imperialistas obcecados por guerras" - diz Kang. - "São simplesmente pessoas que têm negócios, que têm casos. Eles tomam conhecimento do que seja lazer, liberdade. Aprendem que nada disso os ameaça, que os norte-americanos não são o inimigo. Que o que veem é o que desejam também para eles. A experiência cancela tudo que eles tenham ouvido. E quando isso acontece, começa neles uma revolução mental."

Não há dúvidas de que convencer um povo inteiro a ser cada dia mais autista e autorreferente no plano moral, e mais degenerado no plano social, é altamente modificador de mentes, mas tem pouco, ou nada, a ver com a busca pela liberdade. A fragilidade que é disseminada entre as populações, ensinadas a burlar primeiro a própria família, depois a própria comunidade, é o correspondente 'doméstico' de uma campanha militar-sociopolítica de "dividir para conquistar." 

Em comunidades locais incapazes de se auto-organizar, porque os próprios indivíduos são incapazes de viver em família ou em comunidade, é baixa a probabilidade de que brotem concorrentes capazes de ameaçar o status quo que Wall Street e Washington demarcaram.

Mais importante, a campanha de "dividir para conquistar" encoraja um determinado tipo de paradigma de consumo desenvolvido, aperfeiçoado e exclusivamente dominado por interesses ocidentais, que opera como retroalimentador do comportamento autista e autorreferente infindavelmente propagandeado pela mídia-empresa ocidental.

Na verdade, o Centro Estratégico Coreia do Norte não está trabalhando para "libertar" ninguém. Em vez disso, estão trabalhando para encurralar os norte-coreanos, fazendo-os trocar uma gaiola por outra. Há quem argumente que a 'outra gaiola' é mais confortável. Bobagem. Nenhuma gaiola será jamais confortável e nem se fosse confortabilíssima deixaria de ser gaiola. 

Nada disso é feito para objetivos altruístas, mas, simplesmente, para 'alistar' mais alguns milhões de seres humanos, de outra região do planeta, no mesmo paradigma de consumo globalizante de exploração, não sustentável, de Wall Street - paradigma que estrangula o meio ambiente, a sociedade e os seres humanos.

Como o tal Centro Estratégico Coreia do Norte poderia mostrar alguma 'verdade' aos norte-coreanos, se não diz a verdade nem sobre quem o mantém e paga os salários dos seus 'especialistas'?

Aí está também um paradigma de consumo que está sendo assumidamente construído e ampliado com dinheiro dos contribuintes norte-americanos, pelo Departamento de Estado dos EUA, cuja missão deveria ser a de representar o povo dos EUA e seus interesses legítimos, mas que, em vez disso, vive a impor os interesses de empresários e banqueiros dos EUA sobre outros povos, mediante truques de propaganda, onde possível; e por força militar, quando necessário.

O artigo publicado em Wired, como muitos outros que essa revista publica, foi escrito para gerar 'pauta' dita 'jornalística' de propaganda do que se pode chamar "colonialismo 2.0": para dar aos leitores uma sensação de superioridade moral sobre os muitos inimigos que o ocidente 'designa' para ele mesmo.

Mas Wired nunca se refere ao papel do Departamento de Estado nessa específica campanha de propaganda. Isso mostra que não apenas os leitores 'comuns' estão sendo manipulados, mas muitos 'especialistas' e muitos 'jornalistas' também estão sendo igualmente manipulados nessa campanha extraordinariamente desonesta. Será que a ação de Kang seria igualmente bem recebida pelos norte-coreanos, se eles fossem honestamente informados de que tudo aquilo é mantido e sustentado - que, na verdade, tudo aquilo foi inventado - pelo Departamento de Estado dos EUA? 

Será que essa informação verdadeira, devidamente divulgada, confirmaria a opinião de Kang, de que os norte-coreanos seriam injustificadamente paranoicos, sempre temerosos de que os EUA apareçam para subverter, destruir e esmagar o país deles? Ou o fato de que Kang está integralmente a serviço dos EUA e de que seu trabalho é controlado e supervisionado pelo Departamento de Estado dos EUA exporia as mentiras que Kang usa para defender o próprio salário?

Verdade e transparência são indispensáveis a quem queira oferecer "liberdade" a outros. Gente mal informada ou desinformada não pode tomar decisões realmente consequentes sobre o próprio futuro. Se o crime da Coreia do Norte seria enganar o próprio povo sobre o mundo fora de suas fronteiras, nesse caso Kang e a campanha de propaganda do Centro Estratégico Coreia do Norte para mostrar-lhes o "mundo de verdade", mas com ações pagas pelo Departamento de Estado dos EUA são, no mínimo, igualmente criminosos.

Como diz o ditado, dois erros não fazem um acerto (e, isso, só se alguém acreditasse que o Departamento de Estado dos EUA estaria tentando fazer alguma coisa certa).*****


Tony Cartalucci, New Eastern Outlook, NEO