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sexta-feira, 27 de março de 2015

aníbal, o furioso - O senhor presidente está descontente com a classe política a que ele, aliás, nunca pertenceu.

aníbal, o furioso

O senhor presidente está descontente com a classe política a que ele, aliás, nunca pertenceu. Os partidos, entenda-se os da oposição e não o dos seus nobres e queridos meninos que ele ajudou a criar, estão a portar-se mal, vão levar tautau no sítio onde as costas se dividem e cambiam de nome. É só intrigas atrás de intrigas, ignoram o fulgurante crescimento económico do País, não se preocupam nem com os desempregados nem com os esfomeados nem com os reformados, onde ele aliás se inclui, o mais alto indigente da Nação. Isto assim não pode ser. Os seus pimpolhinhos, oh miséria!, oh martírio!, são alvo constante de insultos, injúrias, desfeitas, mentiras, críticas injustificadas, eles que, a par do senhor presidente lá do assento etéreo onde subiu, salvaram a Pátria da bancarrota, do descalabro, da tragédia há muito anunciada, desde que Sócrates ganhou a Santana, não o Vasco mas o magriço da Misericórdia, do jet set, do túnel, da incubadora, conhecido também pelo Menino-Guerreiro, assim, com maiúsculas como maiúscula é a criatura, um crânio, uma cachola, uma moeda má ainda assim preferível à moeda falsa partejada no Rato.

O senhor presidente está furibundo. Já não vai lá com Xanax.




cris-sheandbobbymcgee.blogspot.pt

Do massacre, haverá quem se safe? Nem quem desliga se livra de os ter sempre em cima...

Do massacre, haverá quem se safe? Nem quem desliga se livra de os ter sempre em cima...


Não, do massacre ninguém se safa na audiência metralhada. A emissões são povoadas de "não notícias" e o total é um massacre: cerca de 12 horas de blá-blá-blá:
É a não-notícia do não ser oportuno dizer, porque os peritos vão reunir e depois é que vai ser.
É a não-notícia do livro que não chegou a ser pois não foi ele escrever.
É a não-notícia de Portugal ir ser uma das economias mais competitivas do mundo à custa do empobrecimento que continua acontecendo.
É a não-notícia do dono disto tudo ser/não ser o culpado de tudo isto.
É a não-notícia de os culpados a incriminar serem os que foram espreitar a inocente lista (no dizer da ministra). 
A verdadeira notícia é que a mudança está atada! E essa, embora haja quem fale, é voz que de pronto se abafa.


conversavinagrada.blogspot.pt

AS MORTAS - TRIBUTO AOS MORTOS NA MITOLOGIA ASTECA - FOTOGALERIA

Chalmecacihuilt é a Senhora dos Mortos na mitologia asteca. Entretanto, o fotógrafo Tim Tadder  decidiu trazê-la à vida mundana em sua evocadora série de fotografias intitulada "Las Muertas". Inspirado no Dia dos Mortos mexicano, a escolha das mulheres pintadas como caveiras rende uma sutil homenagem às raízes astecas deste festival, no qual Chalmecacihuilt, a guardiã dos ossos dos mortos e deusa do sacrifício e do inframundo Mictlan, era reverenciada.

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As Mortas: Belezas mortais posam em um colorido tributo ao Dia dos Mortos 01
Tim conta em seu perfil do Facebook  que as fotos foram criadas com a ajuda da artista da maquiagem Krisztianna e a estilista Julia Reeser, cujo trabalho são dignos de reverência e apreciação. As vibrantes cores destas Perséfones remarcam a importância das modelos, seu simbolismo sugere algo mortal e belo ao mesmo tempo, mas seus rostos parecem indiferentes ou curiosos. Caminham pela terra dos mortos como donas e senhoras, mas sua relação com o que lhes rodeia é impessoal.
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As Mortas: Belezas mortais posam em um colorido tributo ao Dia dos Mortos 02
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As Mortas: Belezas mortais posam em um colorido tributo ao Dia dos Mortos 08


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CIVILIZAÇÕES AFRICANAS (XXI) -O Reino de Genserico - Genserico foi rei dos vândalos e alanos entre 428 e 477. Durante os seus quase cinquenta anos de reinado elevou o seu reino à categoria de potência mediterrânea

O Reino de Genserico

Genserico foi rei dos vândalos e alanos entre 428 e 477. Durante os seus quase cinquenta anos de reinado elevou o seu reino à categoria de potência mediterrânea



Representação de Genserico saqueando Roma.


Antecedentes

Em outubro de 409 d.C., os vândalos cruzaram os Pirenéus penetrando na Península Ibérica. Lá eles receberam terras dos romanos, como foederati, na Galécia (a noroeste) os Hasdingos, e os Silingos na Bética (no sul), enquanto os Alanos receberam terras na Lusitânia (a oeste) e na região em torno de Nova Cartago.

Em 416, o rei Visigodo Valia prometeu ao Imperador Honório libertar Espanha dos demais bárbaros: derrotou os Silingos, cujo rei Fredbal foi capturado e levado para Itália, e os Alanos.

Os vândalos Hasdingos foram derrotados pelos suevos e romanos nos montes "nervasi" . Perseguidos pelos romanos, o rei Hasdingo Gunderico e o seu exército dirigem-se ao sul, obtendo o reforço dos restos da tribo dos Alanos, que foi dizimada em combate pelos Visigodos, dos quais os sobreviventes saudaram Gunderico como seu rei.

Atingindo as férteis planícies da Bética, Gunderico tornou-se rei dos Vândalos Silingos. Gunderico tornou-se "rei dos Vândalos e dos Alanos". Reunia sob seu comando Vândalos Hasdingos, Silingos e remanescentes dos Alanos, o que é evidenciado pelo título real, Rex Vandalorum et Alanorum.

Altos funcionários do Império Romano do Oriente, corrompidos, forneceram os segredos da construção naval a Genserico, o meio irmão de Gunderico, que construiu uma esquadra naval.


Representação de Vândalos e Alanos
desembarcando no Norte da África.

Em 429, o novo rei, Genserico, avaliou as possibilidades abertas pelo acesso ao mar. Liderando Vândalos e Alanos, Genserico cruzou o estreito de Gibraltar e se deslocou a leste até Cartago.

Ascensão ao trono

Filho ilegítimo do rei vândalo Godegisilo, supõe-se que Genserico nasceu nas imediações do lago Balaton (atual Hungria) por volta de 389.

Foi escolhido rei em 428, com a morte do seu meio irmão Gunderico. Brilhante e muito versado na arte militar, buscou o modo de aumentar o poder e a prosperidade do seu povo, que residia na época na Hispania Bética e que havia sofrido numerosos ataques dos visigodos. Em 429, Genserico decidiu ceder a Hispania aos seus rivais, conduzindo o seu povo para o norte da África, atraído pelas suas riquezas e pela fertilidade da região, empregando para isso a poderosa frota criada no reinado do seu predecessor.

A invasão da África

Bonifácio, governador da província da África Proconsular, rebelou-se contra o governo imperial, motivando o envio de tropas contra suas forças em Cartago. O quadro se mostrava amplamente favorável ao rei vândalo.

Aproveitando a disputa, 80.000 vândalos - 15.000 deles homens de armas - cruzaram o estreito de Gibraltar na primavera de 429, partindo de Tarifa e desembarcando em Ceuta.

Depois de várias vitórias sobre os defensores romanos, fixaram-se com controle de um território que compreendia o atual Marrocos e o norte de Argélia, pondo sob assédio a cidade de Hipona, que tomariam ao cabo de catorze meses de duros combates. No ano seguinte, o imperador Valentiniano III teve que reconhecer Genserico como soberano de todos estes territórios.

Em 435, Genserico chegou a um acordo com o Império Romano pelo qual o reino vândalo passou a ser foederatus de Roma com a concessão da Numídia. Os romanos conservaram apenas conservaram o controle de Cartago. Em 439 Genserico tomou a cidade de Cartago, capturando a frota imperial ali atracada. Com este movimento fez os vândalos donos do Mediterrâneo Ocidental, apoderando-se em seguida de bases marítimas de grande valor estratégico e comercial: as Ilhas Baleares, Córsega, Sicília e Sardenha. Roma, privada de uma das maiores zonas de produção cerealista do velho mundo, teve que comprar em seguida os grãos do norte da África para o sua própria provisão.

O Reino Vândalo


Reino Vândalo por volta de 455 d.C.

Genserico transformou o reino dos vândalos e alanos num estado poderoso (a capital era Saldae, atual Bejaia, no norte da Argélia). Os vândalos ocuparam a atual Tunísia e o Leste da Argélia; o resto, «a Africa esquecida», como lhe chama C. Courtois, o maciço de Aures, os planaltos do Oeste, a Mauritânia, escapam-lhes como tinham de fato escapado à autoridade de Roma. Genserico também conquistou a Sicília, a Sardenha, a Córsega e as Ilhas Baleares.

Os reis vândalos, embora tivessem maior confiança em seus companheiros de tribo, necessitavam da colaboração romana para viabilizar sua administração. Os germânicos haviam conquistado um território vasto e uma população considerável, vivendo há muito sob a lei romana. A organização administrativa imperial estava assentada em bases sólidas, forçando os invasores a mantê-la. Os magistrados romanos, com relevo o proconsul de Cartago, continuaram a desempenhar suas funções. O único setor privativo em mão dos Vândalos era o militar. Até o governo das ilhas, Sardenha, Córsega e Baleares era confiado a chefes guerreiros.

Os Vândalos adotaram no norte do continente africano procedimentos semelhantes aqueles dos Visigodos no sul da Gália. Também eles se tornaram grandes proprietários e habitaram entre os romanos, para quem, aliás, reservavam tarefas de natureza burocrática, solução encontrada para viabilizar o domínio de milhões de romanos e africanos por uma minoria de bárbaros, fiada no desempenho das armas, cuja posse era monopólio dos recém-chegados guerreiros germanos.


Batalha entre Berberes e Vândalos.

Os berberes no interior permaneciam insubmissos, tal como fora nos tempos de domínio militar romano. Seu exército teve que defender a fronteira contra ataques organizados por chefes berberes. Genserico se opôs a crescente pressão desses chefes.

O exército, integrado exclusivamente por Vândalos, garantia a ordem com sua poderosa cavalaria e sua esquadra, ainda que admitisse equipagens africanas, tinha seu comando oficiais bárbaros. Sua frota controlou a maior parte do Mediterrâneo Ocidental. As pilhagens em todo o Mediterrâneo alimentavam o tesouro real.

A minoria vândala não procurou fundir-se com os Romanos e Africanos, sobretudo por razões militares e religiosas. Genserico e seus sucessores quiseram preservar o valor guerreiro dos seus homens, e por isso impediram todos os casamentos mistos e toda a conversão ao catolicismo.

Perseguição Religiosa

No campo religioso os Vândalos não fazem concessões. E, progressivamente, o preconceito dos vitoriosos se traduziu em manifestações de violência e intolerância, decorrendo daí o martírio de numerosos católicos, bem como o exílio de muitos clérigos fiéis a Roma.

No campo confessional os Vândalos se identificavam com o arianismo, seguindo os preceitos da Bíblia de Ulfila, chocando-se com o expressivo contingente de católicos convictos. A monarquia vândala tinha na igreja ariana e no exército dois pilares de seu domínio. O arianismo tornou-se enraizado entre os germânicos, atingindo o ápice com a monarquia vândala no norte da África, que teve a oposição maciça da Igreja africana.

Cristão ariano, Genserico procedeu a numerosos confiscos de bens da Igreja Católica e submeteu os católicos a fortes perseguições.
Segundo Victor de Vita, historiador das perseguições, clérigos e leigos foram deportados para o Sul da Tunísia, enquanto os bispos eram exilados para a Córsega e a Sardenha ou obrigados a trabalhar nas minas. Numerosos católicos se refugiarão em Espanha, na Gália e em Itália, levando consigo importantes manuscritos, em especial os de Santo Agostinho.

Essa migração em massa para outros reinos, provocou falta de trabalhadores, e uma diminuição da produção. No final do reinado de Genserico, a opressão aliviou um pouco e foi permitido o regresso dos clérigos desterrados.

O saque de Roma

Em 455, o imperador romano Valentiniano III foi assassinado, sucedendo-o Petrônio Máximo. Genserico, considerando rompido o tratado de paz firmado com Valentiniano em 442, desembarcou na Península Itálica e marchou sobre Roma, cuja população rebelou-se contra o novo imperador e o matou três dias antes que, em 22 de abril de 455, os vândalos tomassem sem resistência a cidade.


Saque de Roma, por Heinrich Leutemann (1870).

Os vândalos saquearam a cidade por duas semanas. O saque não produziu uma destruição notável, se bem que os vândalos fizeram provisão de grande quantidade de ouro, prata e objetos de valor. Eles partiram com valores incontáveis, pilhagens do Templo em Jerusalém trazidas para Roma pelo imperador Tito Flávio.

Genserico levou consigo Licinia Eudoxia como refém a Cartago, viúva de Valentiniano, e as suas duas filhas, Placídia e Eudoxia, que contrairia depois matrimônio com seu filho e sucessor Hunerico.

A paz com o Império Bizantino


Representação da batalha naval de 468.

Em 468, o reino de Genserico teve que enfrentar ao último esforço militar conjunto das duas metades do Império Romano. O rei vândalo derrotou, frente ao cabo Bon, no nordeste da Tunísia uma poderosa frota armada romana de mais de mil naves, comandada pelo futuro imperador bizantino Basilisco.

As repetidas tentativas militares e diplomáticas para conter e derrubar o poder dos Vândalos revelaram-se infrutíferas. No verão de 474, Genserico assinou a paz perpétua com Constantinopla, pela qual o Bizâncio reconheceu a soberania vândala sobre as províncias norte-africanas, Baleares, Sicília, Córsega e Sardenha.

Morte


Efígie de Genserico.

Com a morte de Genserico em 477, seu filho Hunerico tornou-se rei. O reino Vândalo quando da morte de Genserico, principal arquiteto e planejador do seu poderio, parecia consolidado dominando com sua frota todo o Mediterrâneo Ocidental e suas ilhas. Seus sucessores radicalizaram as perseguições, fazendo da deportação maciça de clérigos um instrumento de afirmação de poder. Ainda que soberanos como Guntamundo (484-496) e Trasamundo (496-523) tenham incentivado atividades culturais, essa atitude não arrefeceu a dura condição dos católicos sob o domínio arianista.


Fontes: Wikipédia / História do Mundo / Revista Mundo Estranho / Blog Antiguidade Tardia / www.nea.uerj.br / Infopédia
civilizacoesafricanas.blogspot.pt

´MEMÓRIAS DA REVOLUÇÃO - NACIONALIZAÇÃO DA BANCA E DOS SEGUROS
















NACIONALIZAÇÃO DA BANCA E DOS SEGUROS




No seguimento dos acontecimentos do 11 de Março, a maioria das instituições bancárias, com exceção das instituições de capital estrangeiro, foram nacionalizadas através do Decreto-Lei n.º 132-A/75, de 14 de março, e as campainhas de seguro, também com exceção feita às seguradoras de capital estrangeiro, foram nacionalizadas através do Decreto-Lei n.º 135-A/75 de 15 de março. Francisco Costa Gomes, Presidente da República entre 30 de setembro de 1974 e 13 de julho de 1976, e Vasco Gonçalves, Primeiro-ministro entre 17 de Julho de 1974 e 12 de Setembro de 1975, nos II, III, IV e V governos provisórios, foram duas das personalidades que mais se empenharam na defesa da nacionalização da banca - um dos acontecimentos mais marcantes de 1975.
NACIONALIZAÇÃO DA BANCA, OU UM DURO GOLPE NO SISTEMA CAPITALISTA
A banca portuguesa e os seguros foram nacionalizados a 14 de março de 1975, na sequência da tentativa de golpe de Estado do 11 de março. O Decreto-Lei justificava a nacionalização considerando “a necessidade de concretizar uma política económica antimonopolista que sirva as classes trabalhadoras e as camadas mais desfavorecidas da população portuguesa, no cumprimento do Programa do Movimento das Forças Armadas”. Sustentava também que “o sistema bancário, na sua função privada, se tem caracterizado como um elemento ao serviço dos grandes grupos monopolistas, em detrimento da mobilização da poupança e da canalização do investimento em direção à satisfação das reais necessidades da população portuguesa e ao apoio às pequenas e médias empresas. E ainda que “os recentes acontecimentos de 11 de Março vieram pôr em evidência os perigos que para os superiores interesses da Revolução existem se não forem tomadas medidas imediatas no campo do controle efetivo do poder económico”.
A nacionalização da banca respondia a uma efetiva «conspiração da alta finança» contra o novo regime. Desde o início de setembro de 1974 que as comissões de delegados sindicais dos bancários exerciam uma estreita vigilância sobre o sector financeiro, chegando os sindicalistas do Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa a detetar e denunciar uma extensa teia de financiamentos às movimentações da extrema-direita, compilando informações e documentos relativos ao envolvimento de vários administradores do Banco no financiamento ao Partido Liberal e ao Partido do Progresso, empregue nos preparativos da manifestação da maioria silenciosa de 28 de Setembro de 1974.
A questão da «sabotagem económica» tinha começado a 12 de outubro de 1974 com a intervenção do Estado no banco BIP, de Jorge de Brito, o qual, segundo Silva Lopes, ministro das Finanças, o utilizava para os seus negócios particulares. Foi este o primeiro passo para a nacionalização da banca. O respetivo diploma baseava-se já no pressuposto de que poderia existir uma contradição entre a propriedade privada e o interesse público.
A nacionalização da banca foi depois exigida, pela primeira vez, numa assembleia-geral do Sindicato dos Bancários realizada a 3 de Janeiro de 1975, que aprovou uma moção que a justificava “a bem da reconstrução‖ do país através de uma estratégia antimonopolista e de uma economia ao serviço do povo”.
Com a nacionalização da banca e dos seguros, o processo revolucionário entrou numa nova fase, em que a luta social e política deixava de passar pelo maior ou menor grau de intervenção do Estado na economia e pela luta a favor ou contra os grandes grupos económicos, e se centrava no modelo socialista a adotar ou criar, e das transformações que lhe deveriam dar forma. Com a nacionalização da banca, Portugal encontrou-se numa situação de desafio perante o complexo sistema político e de alianças em que até aí se inseria.
A nacionalização da banca foi uma revolução dentro da revolução. Ao decidir nacionalizar a banca e as companhias de seguros, o Conselho da Revolução abriu uma nova fase do processo revolucionário, colocando na ordem do dia as possibilidades e modalidades de transição para uma sociedade socialista. Este ato vinha na sequência do processo de radicalização das lutas nas empresas e a crescente intervenção do Estado na economia em constante evolução desde o 28 de Setembro.
As nacionalizações procuraram responder aos problemas políticos relacionados com as lutas sociais, as relações de dependência externa, as divergências e convergências entre partidos e fações político-militares. Tudo estava relacionado com a banca, por onde passava agora grande parte da resolução dos problemas de financiamento das empresas e da política económica.


Fonte: Aniceto Afonso, Carlos Matos Gomes e Maria Inácia Rezola.
media.rtp.pt

Custo do trabalho cai 8,8% em Portugal

Custo do trabalho cai 8,8% em Portugal
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  • O custo da mão-de-obra caiu 8,8 por cento, em Portugal, no último trimestre de 2014, face ao mesmo período do ano anterior.
  • Segundo dados do Eurostat divulgados dia 19, trata-se da maior queda do custo do trabalho entre os estados-membros da União Europeia (UE).
  • O gabinete oficial de estatísticas europeias revela que, entre Outubro e Dezembro de 2014, o preço por hora da mão-de-obra cresceu 1,1 por cento na zona euro e 1,4 por cento no conjunto dos 28 países da UE.
  • Em Portugal, depois de o custo horário da mão-de-obra ter aumentado nos segundo e terceiro trimestres (3,2% e 0,5%, respectivamente), no quarto trimestre voltou a afundar-se.
  • Os salários e vencimentos caíram 9,7 por cento, enquanto as despesas não salariais diminuíram 5,8 por cento.
  • Além de Portugal, os países em que o custo da mão-de-obra caiu no quarto trimestre foram Chipre (2,2%), Croácia (0,5%), Itália (0,3) e Irlanda (0,1%).
  • Em sentido contrário, verificaram-se os aumentos na Roménia (7,9%), Estónia (6,5%), Letónia (6,1%), Lituânia (5,7%) e Eslováquia (5,1%).

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Cidadão sob ataque do estado policial lituano e o mundo sob o ataque de Washington - " crescente impulso rumo à guerra com a Rússia. A imprensa presstituta [1] por toda a Europa, especialmente nos estados bálticos e na Polônia, trabalha arduamente para criar no povo o medo de uma invasão russa.

Cidadão sob ataque do estado policial lituano e o mundo sob o ataque de Washington

Cidadão sob ataque do estado policial lituano e o mundo sob o ataque de Washington
por Paul Craig Roberts
" crescente impulso rumo à guerra com a Rússia. A imprensa presstituta [1] por toda a Europa, especialmente nos estados bálticos e na Polônia, trabalha arduamente para criar no povo o medo de uma invasão russa. O medo orquestrado proporciona-lhes então a base para os governos fantoches mendigarem tropas e tanques e mísseis junto a Washington – o complexo militar e de segurança dos EUA que, contando seus lucros, agradece.
Mas o que a Rússia vê é uma ameaça, não uma oportunidade de fazer dinheiro para o complexo militar e de segurança e para subornos aos corruptos governos lituano e polaco, os quais assemelham-se cada vez ao governo neo-nazi com que Washington dotou a Ucrânia. "
De acordo com notícias publicadas e conforme este apelo de Kristoferis Voishkao governo pró americano instalado na Lituânia está a perseguir lituanos que discordam da propaganda anti-russa que está a levar os fantoches da NATO de Washington à guerra com aquela potência. Ao contrário do seu governo fantoche, os lituanos entendem que uma guerra com a Rússia significa que a Lituânia seria totalmente destruída, um resultado que em nada incomodaria Washington, assim como Washington permanece imperturbável quando suas forças aniquilam festas de casamentos, funerais e jogos de bola de crianças. 
O que é a Lituânia? Para Washington é um nada. 
Kristoferis Voiska dirige um sítio web alternativo na Lituânia. Não há muito ele entrevistou-me e a entrevista foi publicada em ambos os jornais lituanos e no seu programa de notícias na Internet sob a forma de vídeo. Achei-o sincero e bem informado. Adverti-o que entrevistar-me poderia trazer-lhe transtornos, mas já estava ciente disso. 
Tenho dito muitas vezes que os americanos são o povo mais mal informado do planeta. 
Ele está inconsciente do crescente impulso rumo à guerra com a Rússia. A imprensa presstituta [1] por toda a Europa, especialmente nos estados bálticos e na Polônia, trabalha arduamente para criar no povo o medo de uma invasão russa. O medo orquestrado proporciona-lhes então a base para os governos fantoches mendigarem tropas e tanques e mísseis junto a Washington – o complexo militar e de segurança dos EUA que, contando seus lucros, agradece



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AS MISTERIOSAS GRUTAS DE AJANTA - Ajanta, é uma cidade da Índia no estado de Maharashtra, famosa por um complexo monumental no meio de uma região arborizada: uma série de grutas que permaneceram ocultas pela selva durante 1.300 anos. São ao todo 29 grutas pintadas e esculpidas e talhadas na montanha de pedra.

Ajanta, é uma cidade da Índia no estado de Maharashtra, famosa por um complexo monumental no meio de uma região arborizada: uma série de grutas que permaneceram ocultas pela selva durante 1.300 anos. São ao todo 29 grutas pintadas e esculpidas e talhadas na montanha de pedra.

Maravilhas do mundo - As grutas perdidas de Ajanta, na Índia
As grutas de Ajanta, encontram-se sobre um escarpado em forma de ferradura no meio de uma área  arborizada. São uma obra faraônica dedicada ao culto budista de 2.200 anos atrás e surpreendem por suas dimensões, com salas modeladas no interior da rocha decoradas com esculturas e pinturas.
Maravilhas do mundo - As grutas perdidas de Ajanta, na Índia
Lamentavelmente, a chegada do turismo em massa e sem controle, deixou seus efeitos, degradando grande parte das pinturas. No entanto, algumas estão bem conservadas, especialmente naquelas grutas melhor resguardadas.
Maravilhas do mundo - As grutas perdidas de Ajanta, na Índia
As grutas de Ajanta foram declaradas como Patrimônio da Humanidade.
Maravilhas do mundo - As grutas perdidas de Ajanta, na Índia
A forma de ferradura do escarpado, que atinge até 34 metros de altura, deve-se ao modelamento feito pelo curso d'água ao descer a montanha.

O local era um monastério e lugar de reclusão abandonado no ano 480, assim as grutas permaneceram ocultas na selva durante 1300 anos. Seu redescobrimento só aconteceu no ano 1819 por parte de um explorador europeu.
Maravilhas do mundo - As grutas perdidas de Ajanta, na Índia
O local é um bom exemplo da magnífica arquitetura com o método de entalhamento em rocha da Índia, um método de construção que se repete em diferentes regiões do país.
Maravilhas do mundo - As grutas perdidas de Ajanta, na Índia

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Embaixadora portuguesa na Finlândia alvo de chacota? O que ela diz - "Sabe que sou embaixadora e já o meu pai era embaixador?" Terá sido com este grito que Fátima Perestrello forçou a entrada numa cerimónia na Finlândia. A embaixadora nega e fala em exagero do jornal.

Embaixadora portuguesa na Finlândia alvo de chacota? O que ela diz

"Sabe que sou embaixadora e já o meu pai era embaixador?" Terá sido com este grito que Fátima Perestrello forçou a entrada numa cerimónia na Finlândia. A embaixadora nega e fala em exagero do jornal.
Fátima Perestrello está a ser gozada na Finlândia por atitude menos diplomática. A embaixadora diz que tudo foi empolado
AFP/Getty Images
A notícia fez manchete num jornal da Finlândia. A embaixadora portuguesa naquele país, Maria de Fátima Perestrello, terá forçado a entrada numa cerimónia organizada pelo Governo finlandês que contou com a presença de Federica Mogherini, Alta Representante da União Europeia para Política Externa e Segurança. Um evento para o qual não se tinha inscrito. Segundo descreve o jornal, Maria de Fátima ter-se-á dirigido ao segurança para forçar a entrada: “Você não compreende que sou a embaixadora portuguesa? Você sabe que sou embaixadora e já o meu pai era embaixador?”.
Quem começou por contar a história foi o jornal finlandês Iltalehti, um tablóide, que relatava como uma furiosa Maria de Fátima Perestrello terá chocado os presentes depois de forçar a entrada numa cerimónia que exigia inscrição prévia. Em Portugal, o caso foi dado aconhecer pelo Clube de Jornalistas e rapidamente se tornou viral nas redes sociais. Uma embaixadora alvo de chacota na Finlândia? Mas, qual é a versão da própria?
O Observador conseguiu falar com Maria de Fátima Perestrello, representante do país em Helsínquia, que não negou o sucedido. Mas, garante, todo o caso foi exageradamente empolado.
A embaixadora começou por contar que soube da cerimónia depois de “consultar a agenda do Ministério dos Negócios Estrangeiros finlandês” e que, por iniciativa própria, decidiu marcar comparência no evento. Todavia, nunca lhe ocorreu que “fosse necessária inscrição” para tal.
Assim, chegada ao local, Perestrello, que ocupou, entre outros cargos, o lugar de embaixadora portuguesa na Estónia, começou “por se apresentar a duas raparigas” que estavam a receber os convidados. Sempre de forma “educada”, diz, até porque, garante, não é “pessoa de se impor“.
No entanto, as duas funcionárias disseram-lhe que não poderia entrar porque o seu nome não constava na lista de convidados. O passo seguinte foi “pedir para falar com a delegada da União Europeia”, pedido, esse, que lhe foi recusado. Sem alternativa, Fátima Perestrello, que se revelou “surpreendida” e “tristíssima” com a forma como foi relatado o episódio, pediu para falar com alguém responsável pelas Organizações Não Governamentais (ONG’s) que ajudaram a organizar a cerimónia.
Logo se lhe dirigiu um “rapaz” que lhe explicou que “por uma questão de segurança” seria difícil deixá-la entrar. Fátima Perestrello tratou de o sossegar: “Sou uma pessoa calma e educada”. E foi neste momento que terá pronunciado a frase controversa: “Você não compreende que sou a embaixadora portuguesa? Você sabe que sou embaixadora e já o meu pai era embaixador?“. Algo que confirma ter dito, mas não no tom relatado pelo jornal.
Ora, aqui as versões voltam a divergir. O jornal finlandês, que cita uma fonte anónima que estaria presente na cerimónia, conta que Fátima Perestrello terá pronunciado esta frase em tom irritado e com altivez. O Observador falou com a jornalista que escreveu o artigo e esta garantiu não ter “dúvidas sobre os motivos da fonte ou a validade do seu testemunho”. A mesma jornalista disse também ter tentado contactar a embaixadora, que se escusou a comentar o episódio – comportamento confirmado por Fátima Perestrello que justificou dizendo que fazia parte do protocolo não comentar este tipo de questões.
Já a versão da embaixadora é diferente: “Falei do meu pai para que ele [o terceiro funcionário com quem falou] associasse o meu nome a uma família educada, que não oferecia perigo”. Aliás, acrescentou Fátima Perestrello, “nunca me iria comportar daquela maneira, até porque os títulos não têm valor se não tivermos educação. O mais importante é o bom senso e nunca poria, de nenhuma forma, a bandeira do meu país em cheque”.”Até me custa a acreditar nesta situação”, rematou a embaixadora.
Resta saber quem tem razão: se a embaixadora se o jornal finlandês.

FreeTheNipple. Estão a circular mamilos no Twitter por solidariedade a uma adolescente islandesa - Jovem islandesa de 17 anos gera onda de apoio após ter sido humilhada na Internet por ter partilhado uma fotografia dos mamilos

#FreeTheNipple. Estão a circular mamilos no Twitter por solidariedade a uma adolescente islandesa

Jovem islandesa de 17 anos gera onda de apoio após ter sido humilhada na Internet por ter partilhado uma fotografia dos mamilos.
O movimento #FreeTheNipple gerou uma enorme onda de popularidade o ano passado, onde até celebridades, como a Miley Cyrus ou Scout Willis, mostraram apoio
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Estudantes, mães, doentes de cancro e até políticos estão a expor fotografias dos seus mamilos nas redes sociais, em solidariedade a uma adolescente islandesa que, ao partilhar uma fotografia do seu mamilo no Twitter, foi humilhada.
Adda Þóreyjardóttir, estudante islandesa de 17 anos e presidente da sociedade Feminista da Escola Comercial da Islândia, expôs o mamilo após ter anunciado um dia “Free the Nipple (Liberta o mamilo) ” na sua escola dia 26 de março. Um amigo de Adda não concordou com a iniciativa e afirmou que, caso colocasse uma fotografia em topless nas redes sociais, também ia receber críticas. Mas quem acabou por receber as críticas foi mesmo Adda, que foi vítima de bullying na internet.
“Foi difícil e tive de apagar a fotografia durante uns breves minutos. Isso bastou para começar uma revolução”, escreveu Adda no Facebook. Foi quando a história começou a circular que uma onda de apoio caiu sobre a jovem islandesa.











Até Björt Ólafs­dót­tir, membro do parlamento Islandês, decidiu juntar-se à causa.


A fotografia mamilar segue sempre acompanhada pelohashtag #FreeTheNipple, invocando o movimento que “luta contra a opressão feminina” e defende a igualdade entre o homem e a mulher. A luta do Movimento passa pela exposição dos mamilos femininos, que é crime em 35 estados americanos, por exemplo.
“São só partes do corpo. Os rapazes têm peitos e mamilos e podem mostrá-los sem problemas. O mesmo devia aplicar-se às mulheres”disse Heiður Anna Helgadóttir, líder da Associação Feminina da Universidade da Islândia, que defendeu os ideais do Movimento, deacordo com o Independent.
O movimento #FreeTheNipple gerou uma enorme onda de popularidade o ano passado, onde até celebridades, como Miley Cyrus ou Scout Willis, mostraram os seus mamilos apoiando o movimento.

Teixeira dos Santos apontado para a presidência do Montepio - Ex-ministro das Finanças está a ser apontado pela SIC como provável presidente do Montepio. Contactado pelo Observador, Teixeira dos Santos prefere não comentar.

Teixeira dos Santos apontado para a presidência do Montepio


Ex-ministro das Finanças está a ser apontado pela SIC como provável presidente do Montepio. Contactado pelo Observador, Teixeira dos Santos prefere não comentar.
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    Fernando Teixeira dos Santos, o ex-ministro das Finanças de José Sócrates, está a ser apontado pela SIC como próximo presidente do Montepio Geral, substituindo Tomás Correia, cujo mandato de três anos termina este ano.
    Contactado pelo Observador, Teixeira dos Santos resguarda-se: “Prefiro não comentar”, limitou-se a dizer.
    O Montepio tem em curso uma auditoria forense, pedida pelo Banco de Portugal, um trabalho que Carlos Costa tem desvalorizado como rotineiro. Em entrevista em agosto à TVI, Tomás Correia explicou que “o que está em causa é uma avaliação de procedimentos na carteira de crédito, sendo a maioria crédito à habitação e não crédito às empresas do Grupo Espírito Santo”.
    A auditoria, que começou durante a avaliação à qualidade dos ativos na banca da zona euro (avaliação que serviria de base aos testes de stress a 130 bancos), “é um procedimento de rotina, normal e desejável”, garantiu Tomás Correia, salientando que “os clientes e os mutuários podem estar descansados. O Montepio é um grupo muito bem capitalizado, muito líquido e com um balanço e ativos muito bem provisionados”, garantiu o gestor, na entrevista à TV