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sábado, 21 de março de 2015

Entre tribos selvagens - Uma visita ao vale do Rio Omo, na Etiópia, um dos cantos mais isolados da África, onde as tribos guerreiam entre si como há milhares de anos

Entre tribos selvagens



Uma visita ao vale do Rio Omo, na Etiópia, um dos cantos mais isolados da África, onde as tribos guerreiam entre si como há milhares de anos


A festa dos nyagatons os guerreiros mais poderosos do vale do Rio Omo.

Depois de vinte dias navegando pelo Rio Omo, os sentidos começam a se adaptar. Especialmente o olfato. Não existem os perfumes, os cheiros e a poluição da civilização, que deixam o nariz atordoado. Aqui é o sertão do vale do Rio Omo, na Etiópia, a 800 quilômetros de Adis-Abeba. As duas margens do rio são altas, mas pelo cheiro dá para saber o que acontece acima do barranco. O odor da madeira queimada significa que alguém está acampando, o de excremento de gado é sinal de que estão tocando o rebanho em direção ao rio. Todas essas informações são trazidas a distância pela brisa morna. Desta vez, o cheiro de gado chega bem antes do ruído das reses e da visão dos guerreiros nyagatons, na contraluz, imóveis debaixo do sol da tarde, no alto da margem. O calor é de quase 40 graus, e os guerreiros contemplam, em silêncio, o pequeno barco em que viajamos.


Guerreiros Nyagatons.

O comportamento-padrão dos nyagatons é intimidatório, seja pela atitude, pela maneira de falar ou pelo armamento que carregam (desse lado do rio todos usam o G3, um fuzil de assalto alemão, com maior poder de fogo do que o AK-47, mais comum na região), e eles estão em guerra, expulsando as outras tribos. No momento estão de olho na tribo dos mursis, que, para escapar às emboscadas constantes, se retiraram para as montanhas. A atitude agressiva muda quando percebem que nosso guia é também um nyagatom. As apresentações são feitas, e tudo fica combinado: quando voltarmos amanhã encontraremos uma multidão de guerreiros que deixarão as armas de lado para dançar com as mulheres da tribo. Alegres, festejarão a presença de estrangeiros.




O acesso por terra ao vale do Rio Omo é precário. O melhor caminho é pelo rio, mas só quando está cheio, logo após a estação das chuvas, que termina em setembro. Um único empreendedor, o holandês Hallewjin Schurman, montou acampamentos na região e leva para lá pequenos grupos de turistas em barcos motorizados. É uma viagem fascinante a um mundo perdido. Entre o acampamento e os nyagatons navegamos quatro horas contra a correnteza do Omo, que, cheio de curvas, desliza entre matas de figueiras e tamarindos, cerrados e desertos. Sempre em alta velocidade, e em ziguezague, evitamos os pedaços de madeira que o rio arrasta e os hipopótamos que, sem avisar, emergem à nossa frente. Crocodilos de todos os tamanhos, alguns leões e um par de leopardos nos contemplaram indiferentes. Encontrar os nyagatons é um momento mágico emoldurado por uma paisagem bela e selvagem.

A Etiópia é o único país do continente africano que nunca foi colônia européia. Na década de 70, o último imperador, Haile Selassie, foi deposto por um violento golpe de Estado de orientação marxista, e a normalidade só voltou em 1995. Com suas verdes montanhas de picos impressionantes, seus vales cultivados e rios caudalosos, a Etiópia é uma espécie de caixa-d'água da África Oriental. O Nilo Azul, por exemplo, nasce nas montanhas etíopes. Apesar disso, o país é lembrado sobretudo pela fome tristemente famosa e pela guerra com a Eritréia, que terminou em 2000. O vale do Rio Omo, na fronteira com o Sudão e o Quênia, é uma área de mais de 4.000 quilômetros quadrados com intensa vida tribal e muito pouco visitada.


Delta do rio Omo.

O rio, que nasce ao sudoeste de Adis-Abeba, capital da Etiópia, percorre quase 1.000 quilômetros, mas não chega ao mar. É o principal afluente do Lago Turkana, no Quênia. O Omo divide a vida no vale: ao leste, as tribos dos karos, dos hamares e dos mursis. Do outro lado, os nyagatons e os quegos. Todos vivem da criação de gado. Mesmo os dassanechs, mais ao sul, na entrada do Lago Turkana, apesar de cultivar o sorgo (o cereal é armazenado em pequenas bolas feitas com galhos secos no alto de torres precariamente construídas para evitar a umidade), também são criadores de gado.


Guerreiros karos, que recentemente abandonaram a vida nômade
e agora vivem em três aldeias. Além do fuzil, cada homem
também leva um banquinho para não sentar no chão.


Casal karo diante de sua casa.

O aumento da população e dos rebanhos tornou letal a disputa por território. A única maneira de expandir o próprio domínio é com a ajuda dos fuzis AK-47 que cada habitante do vale carrega displicentemente no ombro. Uma bala custa 25 centavos de real. Os hamares vivem nas montanhas e praticam uma economia de subsistência agropastoril. Organizam-se segundo um elaborado sistema de agrupamento social por idade. Passar de um grupo a outro envolve complicados rituais. A maturidade, dizem misteriosamente os mais velhos, só acontece quando o coração chega aos olhos. Os mursis são reconhecíveis pelos desenhos brancos que cobrem seu corpo e pelo pedaço circular de madeira que as mulheres usam no lábio inferior. A origem do adereço está nos tempos em que os mursis eram perseguidos para ser vendidos como escravos. Foi a maneira encontrada para tornar as mulheres menos atrativas. Hoje é um sinal de beleza. Os karos são pouco mais de 1.500 e abandonaram alguns anos atrás a vida nômade. Vivem essencialmente em três aldeias – Labuck, Duss e Korcho – e praticam um rígido controle de natalidade. Crianças nascidas fora do casamento são deixadas para morrer debaixo de um arbusto com a boca cheia de areia.


Quando os mursis eram perseguidos por caçadores de
escravos, suas mulheres tentaram ficar feias com a
deformação do lábio. Hoje, tribo acha bonito o ornamento.


Guarda nyagatom na beira do Rio Omo. O nome
da tribo significa "comedores de elefantes".

Os quegos são os menos numerosos. Eram escravos dos karos, mas recentemente foram liberados pelos nyagatons, a tribo mais numerosa e feroz. A palavra nyagatom significa "comedores de elefantes", e eles se esforçam para demonstrar que são realmente destemidos. Caçam crocodilos em pé sobre uma canoa, armados apenas de um arpão, ou passam temporadas servindo como mercenários para os conflitos do vizinho Sudão (a fronteira está a menos de 100 quilômetros dali). A circuncisão masculina e a infibulação feminina, as punições por chicotadas, tudo continua sendo feito da mesma maneira através de gerações. As crianças aprendem desde cedo que não existe a palavra "ladrão". Roubar é permitido, mas quem é apanhado acaba chicoteado.
A prática da escarificação e da pintura corporal atinge patamares sofisticadíssimos. Para eles, a escarificação é um atestado de bravura. Um guerreiro não pode ostentar nenhuma cicatriz até que tenha matado um inimigo. Para uma mulher, as cicatrizes são uma maneira de ficar atrativas para os homens. As escarificações são feitas com facas, pedras ou pregos. Depois a ferida é coberta com cinzas. Isso provoca uma pequena infecção, que, mais tarde, vai deixar a marca com relevo na superfície da pele. Com suas tradições preservadas, o vale do Rio Omo é um museu de história natural ao vivo e em três dimensões. 


.:: Revista Veja Online
civilizacoesafricanas.blogspot.pt

ALGUMAS DAS MAIS BELAS MONTANHAS DO MUNDO - O desporto de escalada de montanha nasceu em 1760, quando um jovem cientista genovês, Horace-Benedict de Saussure, ofereceu um prémio em dinheiro para a primeira pessoa que chegasse ao cume do Monte Blanc, o pico mais alto da Europa.

O desporto de escalada de montanha nasceu em 1760, quando um jovem cientista genovês, Horace-Benedict de Saussure, ofereceu um prémio em dinheiro para a primeira pessoa que chegasse ao cume do Monte Blanc, o pico mais alto da Europa. Mas muito tempo antes os humanos já escalavam montanhas pelo desafio que isso representa. Ou "porque está lá", como respondeu certa vez o famoso alpinista inglês George Mallory, quando lhe perguntaram por que ele queria escalar o Monte Everest. Poucos meses depois, ele desapareceu quando desafiava o cume.

Algumas das montanhas desta lista também proporcionam um grande desafio para o montanhista profissional, mas outros podem ser visitadas mais facilmente a pé ou de teleférico e até mesmo de carro. Mas todas eles podem ser apreciadas a partir de uma distância segura proporcionando vistas magníficas e paisagens espectaculares.


Flores de cerejeira e Monte Fuji, no Japão
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 01
Via: Pichost

Montes Chocolate, China
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 02
Via: George Steinmetz

Pilares de Lena, Yakutia, na Rússia
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 03
Via: 7chydessveta

Ferrovia nos Alpes Suíços
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 04
Via: Xtreme-photos

Majestosas Montanhas Altai, Rússia
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 05
Via: Sibnet

Descida do Monte Rainier, EUA
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 06

Retiros para meditação. Shlegeysspayher, Áustria
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 07
Via: Imgur

Pendurado na borda de um penhasco nos Alpes, Suíça
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 08
Via: Florin Biscu

Passeio de balão de ar quente sobre Yangshuo, China
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 09
Via: Carl Wilson

Leão da montanha, Sri Lanka
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 10
Via: Abctravels

Zona Buffer "Jurassic Coast", na Inglaterra
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 11

Parque Nacional de Seoraksan, Coreia do Sul
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 12
Via: An Chung Ho

Dolomitas, Itália
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 13
Via: David Bhutan

Pôr do sol nas montanhas, Egito
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 14
Via: Sergey Pesterev

Buscando o topo do Everest
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 15
Via: Blogspot

Uma dos mais alta montanhas de gelo , Nanga Parbat, no Paquistão
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 16


Kilimanjaro, na Tanzânia
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 17
Via: Kyle Mijlof

Montanhas da Perito Moreno, Argentina
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 18
Via: Yu Fumero

Moinhos de vento nas montanhas da Espanha
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 19
Via: Tony Park

Montanhas Surreais do Colorado, EUA
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 20
Via: Stephen Collector

Poderoso Elbrus, Kabardino-Balkaria, Russia
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 21


Passeio a pé pela Nova Zelândia
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 22
Via: Nico Nuzakki

Na fronteira da Suíça
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 23
Via: Wallpaperpod

Trilha dos trolls, Noruega
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 24
Via: Freeezzzz

O ponto mais alto da Sibéria, Belukha, Russia
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 25
Via: Sergey Ilkov

Monte Roraima, na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana.
Algumas das montanhas mais bonitas do mundo 26
Via: Pixshark


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SERÁ QUE QUANTO MAIS INTELIGENTES MENOS CRENTES SOMOS ?

A Ciência tem cada vez mais claro que existe uma correlação inversa entre inteligência e religiosidade: os mais inteligentes têm tendência a ser menos religiosos. Ao menos essa é a conclusão principal de uma pesquisa que revisa todos os estudos que analisaram esta relação polêmica entre intelecto e fé desde o início do século XX. Os autores sugerem que um maior intelecto perfaz as funções que a fé costuma cobrar.

Será que quanto mais inteligentes, menos crentes somos?: a pergunta da semana
Crédito da ilustração: Jose Antonio Penas.
A conclusão desta meta-análise indica que a religião cumpre uma série de funções para o ser humano que explicam sua sobrevivência ao longo da história. Para um número crescente de pessoas, no entanto, suas maiores habilidades intelectuais eximem a necessidade de um deus.

O trabalho, publicado na Personality and Social Psychology Review, recopilou todos os estudos que encontrou sobre religião e inteligência. Consultaram os arquivos na base de dados da Associação Americana de Psicologia que se ajustassem a termos de busca como "coeficiente de inteligência", "QI", "inteligência" ou "habilidades cognitivas" e, também temas como "religião", "espiritualidade", ou "crenças religiosas". Ademais revisaram um a um os artigos publicados em revistas científicas especializadas em religião e consultaram o Scholar, o buscador acadêmico do Google, com a combinação de palavras "religião + QI + inteligência".

Encontraram 62 estudos. A maioria media a inteligência com algum teste de QI ou, em particular no caso de pesquisa com estudantes, mediante exames de aptidão. As medições da religiosidade eram mais heterogêneas, desde escalas de crenças religiosas a perguntas do tipo "Você vai a missa?". Os cientistas codificaram todos esses valores para permitir uma comparação estatística.

- "53 estudos mostraram uma correlação negativa enquanto 10 apresentavam uma correlação positiva", diz o estudo. Isto é, desde um ponto de vista estatístico, altos valores na variável A (inteligência) correspondem-se com baixos valores na variável B (religiosidade). Ademais, em 33 deles a correlação negativa era para além do significativo. Mas correlação não significa causalidade.

- "Não sabemos se há uma relação causal e não descartamos outros possíveis fatores que possam influir na correlação", diz o professor do departamento de psicologia da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, e co-autor do trabalho, Miron Zuckerman, que também diz que analisaram outras variáveis como idade, sexo, raça ou educação. As três primeiras não afetavam à correlação e, na última, só um estudo estabelecia que sim, mas também era negativa.

A história desta problemática relação entre inteligência e religiosidade iniciou-se com uma série de estudos da Universidade de Iowa em 1928. Dois cientistas examinaram separadamente as correlações entre os sentidos, capacidades motoras e cognitivas com a religião. Para tanto incluíram testes de inteligência na bateria de tarefas que deviam ser realizadas pelos voluntários do estudo. Ambos os trabalhos concluíram que, maiores níveis de inteligência correspondem a menores graus de religiosidade.

30 anos depois, o pesquisador Michael Argyle recopilou todos os estudos publicados até então realizados com estudantes e jovens. Sua conclusão foi similar:

- "Os estudantes inteligentes tendem a aceitar menos as crenças ortodoxas e têm uma menor probabilidade para adota atitudes pró religiosas".

No entanto, os anos 60 concentram a maioria dos estudos que encontram uma correlação positiva ou inexistência dela entre religiosidade e inteligência. Em vários dos trabalhos destaca-se o papel mediador do ambiente social no qual alguém cresce para explicar o ateísmo ou teísmo.

Na última década a ciência voltou a meter o dedo na ferida e a totalidade dos estudos apontam uma relação inversa entre habilidades intelectuais e crenças religiosas. Em 2009, um amplo estudo em 137 países mostrou uma relação de novo negativa entre níveis médios de inteligência e religião.

A inteligência substitui a religião

Na segunda parte do trabalho, os pesquisadores, sem afirmar que existe uma relação causal, tentam explicar porquê os inteligentes costumam ser menos religiosos. Três são as hipóteses propostas. Por um lado, o ateísmo seria uma expressão de inconformismo. Os inteligentes têm uma menor probabilidade de conformar-se com a ortodoxia religiosa. Uma segunda possibilidade tem a ver com as habilidades cognitivas. Para estas pessoas más explicações e dogmas não lhes bastam, não podem aceitar as crenças que não estão sujeitas a exame empírico ou razoamento lógico. Seu estilo cognitivo, mais analítico que intuitivo, lhes torna refratários à religião. Esta é a tese mais aceita na atualidade.

Mas os pesquisadores apostam pelo que chamam equivalência funcional. Se a religião sobreviveu durante tantos milênios é porque cobre uma série de necessidades humanas. Para os autores do estudo, a inteligência também pode cobri-las. Assim, a religião permite um encaixe emocional, oferece a visão de um mundo ordenado e previsível. Também ajuda a autorregular os impulsos, ajustando a conduta em prol de objetivos. Outra de suas características é que eleva a autoestima. Por último, oferece uma área de conforto, um sistema de coesão que dá segurança em tempos de incerteza. A inteligência, segundo este trabalho, também pode prestar estes serviços, só que sem a necessidade do medo.

- "Uma das funções da religião é oferecer respostas às questões existenciais. Eu acho que uma alta inteligência também oferece estas respostas", opina Zuckerman. Mas há uma das funções características da religião na qual a inteligência não pode substituir e por isso os pesquisadores não a incluíram em seu conceito de equivalência funcional:

- "A única reserva que temos sobre isto é que a religião, ao responder às perguntas existenciais, alivia em certa medida, o medo à morte. Como informamos no estudo, não conhecemos pesquisa que demonstrem que a inteligência proporciona uma função similar".

O caso das crianças superdotadas

Há dois estudos que mereceram uma especial atenção por parte dos pesquisadores. Em 1921, Lewis Terman iniciou um estudo com crianças superdotados que ainda acompanha na atualidade. Ele buscava as bases genéticas de sua inteligência. Mas o acompanhamento de 1.500 crianças, com um QI médio superior a 135, ao longo de sua vida, incluía análise em profundidade de cada uma enquanto crescia, também de opiniões e sentimentos religiosos. Em uma escala de zero a quatro (onde zero significava que não davam nenhuma importância à religião), os pequenos apresentam níveis muito inferiores comparados com os da sociedade em geral. Ademais, sua religiosidade reduziu com a idade. Assim, os últimos dados disponíveis, de 1991, mostram um valor médio de 1,45 entre os superdotados já idosos em frente aos 3,50 da população.

Em 1989, outro estudo com superdotados resultou muitas similaridades. Naquela ocasião, pesquisaram crianças da escola elementar Hunter College. Esta instituição nova-iorquina é famosa por ser frequentada apenas por crianças superdotadas. Os pesquisados tinham então entre 38 e 50 anos e quando entraram à escola, o QI médio era de 140. Este estudo era diferente do original de Terman; aqui perguntaram pelas possíveis fontes de sua satisfação pessoal e na lista de múltiplas repostas aparecia a religião. Só 0,4% atribuiu os valores religiosos como parte do mérito de sua situação pessoal.

Religiões agonizando?

- "O fato é que as pessoas sem nenhuma afiliação religiosa constituem o grupo religioso que mais cresce em qualquer parte do mundo onde há um bom fluxo de informação. E as pessoas sem afiliação já são maioria em vários lugares. Nosso modelo sugere que esta tendência continuará", explicou um estudo publicado na revistaPhysical Review Letters, por Daniel M. Abrams, professor do departamento de Ciências da Engenharia e Matemática Aplicada na Universidade de Northwestern.

Em seu livro "Breaking the Spell: Religion as a Natural Phenomenon, o filósofo americano Daniel Dennett propugna a pesquisa científica das religiões e tenta predizer seu futuro. Em uma de suas hipóteses mais radicais, o fenômeno religioso já agoniza:

- "Neste cenário, ainda que possa existir algumas manifestações de ressurgimento locais e temporárias, ou inclusive algumas catástrofes violentas, as grandes religiões do mundo logo se extinguiriam, como aconteceu com centenas de religiões menores que sumiram antes que os antropólogos pudessem sequer registrá-las", reflexiona Dennett, Diretor do Centro de Estudos Cognitivos da Universidade de Tufts, nos EUA. Nesse cenário extremo, ele crê que nossos netos viverão uma nova realidade:

- "Muito provavelmente nossos netos viverão a transformação da Cidade do Vaticano em um museu europeu do Catolicismo Romano, e Meca será o Mágico Reino de Alá de Walt Disney".

Como já havia escrito em outro artigo, a conclusão da correlação negativa entre inteligência e religiosidade deve ser considerada, nesse caso, em relação a inteligência analítica e lógica, sem levar em conta aspectos importantes como a inteligência emocional e a criatividade, quando também precisamos lidar e razoar com ideias complexas e aprender com a própria experiência. O que quero dizer é que é fácil demonstrar, sob critérios restritos, que pessoas com um QI superior não se envolvem em práticas religiosas, mas isso definitivamente não quer dizer que pessoas religiosas não são inteligentes.

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NOTAS -SOBRA SEMPRE TUDO PARA QUEM TRABALHA E TUDO PAGA

SOBRA SEMPRE TUDO PARA QUEM TRABALHA E TUDO CUMPRE



SOBRA SEMPRE TUDO PARA QUEM TRABALHA E TUDO CUMPRE.
NÃO SEI SE CARLOS QUEIROZ DEVE AO FISCO NO IRÃO MAS QUE EXISTE UM "VÍCIO" DA PARTE DE QUEM GANHA BEM EM NÃO PAGAR E CUMPRIR COM AS RESPONSABILIDADES E DEVERES LÁ ISSO EXISTE ! SERÁ EPIDEMIA NESTE PAÍS ?
NADA ME MOVE CONTRA O TRABALHO DE CARLOS QUEIROZ QUE FOI UMA PESSOA QUE ADMIREI TAL COMO OUTRAS NOS VÁRIOS CAMPOS SOCIAIS DESTE PAÍS ALGO CONFUSO E CHEIO DE VÍCIOS DESDE QUE A CORJA NEO-LIBERAL DO PS/PSD/CDS DECIDIRAM QUE NÓS, O POVO, SOMOS UNS PARVINHOS E COMO TAL ACREDITAMOS EM TUDO E TEMOS QUE ACEITAR TODAS AS EXPLICAÇÕES OU SENÃO CORRENDO O RISCO DE SERMOS ACUSADOS DE FALTA DE PATRIOTISMO E TAMBÉM DE INTELIGÊNCIA.
OU SEJA ! DESDE QUE A MERDA POLÍTICA SE COMEÇOU A APROVEITAR DO DESPORTO PARA SE AUTO PROMOVER E ASSIM CONSPURCAR O QUE ERA SAUDÁVEL E BOM PARA TODOS, O DESPORTO TORNOU-SE UM NEGÓCIO SUJO E OS SEUS ADEPTOS COMEÇARAM TAMBÉM A DISCUTIR SUJIDADES ENQUANTO O SISTEMA CORRUPTO E DOENTE SE REFORÇA CADA VEZ MAIS.
HÁ JÁ MUITO TEMPO QUE NÃO ENVEREDO AQUI NO FACEBOOK EM DEBATES DESPORTIVOS EMBORA TENHA EXCELENTES AMIGOS DE QUE ME ORGULHO EXISTINDO SIM A DIFERENÇA CLUBÍSTICA QUE FAZ TODO O SENTIDO E SENDO SAUDÁVEL ORNAMENTA TODA A ACTIVIDADE DOS ATLETAS E DOS SEUS FÃS.
JÁ ASSISTI A JOGOS IMPORTANTES E DECISIVOS NO FUTEBOL SEM QUE ME SENTISSE AMEAÇADO E PODENDO DEMONSTRAR À VONTADE A COR DA MINHA CAMISOLA SEM QUALQUER PROBLEMA PARA LÁ DE UMAS BOCAS MAIS ACALORADAS QUE SÃO PRÓPRIAS DO FERVOR DO JOGO.
ISSO FOI ANTES ! ANTES DESTE PAÍS COMEÇAR A SER MINADO PELOS GANGTERS E PELOS MAFIOSOS QUE TAMBÉM VIRAM NO FUTEBOL UMA MANEIRA DE ROUBAR E SUJAR O DESPORTO SEJA ELE O FUTEBOL O ATLETISMO, O BASQUETE, O ANDEBOL,A NATAÇÃO O HÓQUEI ETC.
TAMBÉM JÁ TIVE UM AMIGO QUE CONHECI PESSOALMENTE QUE POR EU PUBLICAR UMA NOTÍCIA NO MEU BLOGUE COM DECLARAÇÕES DO PINTO DA COSTA A CASCAR NO BES QUE LHE FEZ PERDER DINHEIRO CHEGOU AO PONTO DE ME DIZER QUE POR TAL CONDUTA EU NÃO PODERIA SER UM BOM COMUNISTA.
A NOTÍCIA NÃO FAZIA ALUSÃO AO DESPORTO NEM A ARBITRAGENS, NEM AOS SEUS FAVORES DE QUE BENEFICIAM OS CLUBES GRANDES E OS COM ASPIRAÇÃO A SEREM GRANDES E MESMO ASSIM O FANATISMO O SECTARISMO DESPORTIVO FALOU MAIS ALTO POR PARTE DO MEU AMIGO E COMO TAL DECIDI QUE O MELHOR ERA CORTAR POIS NÃO ANDO AQUI PARA ARRANJAR QUEZÍLIAS NEM INIMIZADES COM QUEM NÃO DEVO.
TUDO ISTO A PROPÓSITO DA ACUSAÇÃO QUE FOI FEITA AO CARLOS QUEIROZ DE TER FUGIDO AO FISCO NO IRÃO ONDE TREINA UMA EQUIPA DESSE PAÍS.
NADA DE ADMIRAR, OS JOGADORES QUE GANHAM MAIS DINHEIRO DO QUE O PIB DE MUITOS PAÍSES FOGEM DO FISCO COMO O DIABO DA CRUZ E SENDO ASSIM OS TREINADORES (NÃO GENERALIZANDO) TAMBÉM ! TODOS ELES SÃO OS QUE PROTAGONIZAM ESTAS NOTÍCIAS E PARECE QUE SE ACHAM NO DIREITO DE ASSIM PROCEDER.
POR VEZES ATÉ ME ADMIRO COMO AINDA HÁ MUITA GENTE NOS ESTÁDIOS A PAGAR BILHETES QUE JÁ CUSTAM UMA FORTUNA ENQUANTO OUTROS CUJO PAGAMENTO DE IMPOSTOS NÃO PASSA DE UMA GOTA DE ÁGUA NO OCEANO SE CONSIDERAM NO DIREITO DE NÃO PAGAR NADA A NINGUÉM
CLARO QUE ISSO TEM SEMPRE AS SUAS CONSEQUÊNCIAS.
QUANDO OS RICOS NÃO PAGAM QUEM É QUE PAGA A DOBRAR !?
António Garrochinho

SORRIA ! VOCÊ ESTÁ SENDO MANIPULADO ! . O PARTIDO COMUNISTA É ALVO DE DISCRIMINAÇÃO.

(...) Com base na amostra de um mês, o Provedor do Leitor do Público conclui que o PCP é discriminado, na medida em que «é menos vezes fonte de notícia do que o PP». Mas Jorge Wemans preocupou-se também em averiguar as causas dessa discriminação. Em sua opinião, «o PCP é prejudicado por três ordens de razões»:
- em primeiro lugar, «não desenvolve uma política de protagonismo e exposição individual dos seus dirigentes»; 
-em segundo lugar, «não expõe na praça pública questões de estratégia que dividem a sua direcção»;
-em terceiro lugar, as suas iniciativas políticas e sociais «não constituem surpresa face ao seu passado».
Ora, finaliza ele, como «protagonismo, divergência de opinião e surpresa são factores de acrescida atenção informativa e, superlativamente, de registo fotográfico», percebem-se assim as razões de uma menor quantidade de notícias sobre o PCP.


Ruth Moreira (facebook)

OS COMUNISTAS NA TELEVISÃO
HOJE COMO ONTEM, A DISCRIMINAÇÃO!!
Fernando Correia
10.Mar.2015

publicação de Paulo Telheiro (facebook)


A discriminação mediática do PCP – da sua acção, da sua intervenção na sociedade, das suas opiniões, das suas propostas – continua a ser uma realidade, seja através do silenciamento, da deturpação ou de outras várias formas. É uma das pedras de toque para verificar o carácter “democrático” e até “de esquerda” de muitos dos que são pessoalmente responsáveis por que tal suceda.
Iniciado um novo ano, por sinal ano de eleições, o panorama que a nível de pluralismo no comentário político os canais generalistas de TV nos oferecem é verdadeiramente singular – no sentido literal do termo. Com presença semanal certa e a dia certo, em horário nobre, dir-se-ia que enquanto comentadores oficiais do canal, temos Marcelo de Sousa na TVI, Marques Mendes na SIC e Nuno Morais Sarmento na RTP1. Cada um com o seu estilo, cada um com a sua lógica argumentativa, mas os três, ainda que seguindo o seu próprio itinerário, visando levar a água ao mesmo moinho: todos são conhecidos pela sua carreira política em lugares de alta responsabilidade no PPD/PSD ou em sua representação, todos são presumíveis candidatos a uma carreira política mais activa, dentro do partido ou fora dele.
Na sua brutal crueza esta realidade sintetiza (quase) tudo o que seria necessário dizer para ilustrar a resposta a duas simples perguntas: qual a matriz político-ideológica do poder que está por detrás do poder da televisão? A que tipo de opiniões sobre a actualidade política têm acesso os mais de três milhões de portugueses que vêem os jornais televisivos? Acrescentem-se três pormaiores: em causa não está aqui apenas a TV, mas a generalidade dos principais media informativos, onde a situação é semelhante, seja na imprensa, na rádio ou na net; no que se refere estritamente às afinidades partidárias, o panorama nos canais informativos daquelas três estações (SIC Notícias, TVI 24 e RTP informação, só acessíveis no cabo) é um pouco diferente, mas deixa praticamente de o ser se tivermos em conta o amplo predomínio dos comentadores que se movem no quadro da social-democracia; e, de qualquer modo, o facto é que as audiências dos três canais generalistas se medem na casa das (muitas) centenas de milhares de telespectadores, e a dos noticiosos na das (muito poucas) dezenas de milhares.
Entretanto, no início deste ano a RTP Informação anunciou a introdução de um comentário político diário. Houve quem supusesse que a RTP, concessionária do serviço público, lembrando-se das suas obrigações de pluralismo, claramente expressas no contrato de concessão, viesse de algum modo «corrigir» o despudor do canal 1 – ainda que sem nunca o conseguir, visto a audiência deste ser dez vezes superior. Por exemplo, adoptando o critério da vizinha Antena 1, que nas suas manhãs informativas tem em cada um dos cinco dias de semana um comentador de um dos cinco maiores partidos parlamentares.
Ilusória suposição. Os cinco comentadores escolhidos foram, de 2.ª a 6.ª f., Carlos César, presidente do PS, Marco António Costa, coordenador da comissão política nacional do PSD, Rui Moreira, candidato independente eleito presidente da Câmara do Porto com o apoio do CDS, Carvalho da Silva e Nuno Melo, vice-presidente e deputado europeu do CDS. Dois factos saltam à vista: a repetida ausência de um representante do PCP e a importância dada ao CDS, sobrevalorizando um partido cujo protagonismo mediático, com a consequente rentabilidade eleitoral tem assentado (para além de outras sinuosas razões para as quais não cabe agora aqui abrir portas…) na presença nos governos, primeiro com o PS e depois com o PSD, por meros interesses eleitorais destes partidos.
A DESVANTAGEM DO PCP É NOTÓRIA!
Evocar o passado é sempre instrutivo. Há pouco menos de duas décadas um leitor do Público questionou o respectivo Provedor acerca da «deficiente» cobertura fotográfica feita no diário a militantes e dirigentes do PCP, «contrastando com o que se passa no tratamento dado a outros partidos»1. Para fundamentar a sua resposta («Dirigentes sem rosto”, Público, 6.4.1997) o Provedor, na altura o jornalista Jorge Wemans, procedeu a uma análise comparativa dos espaços dedicados ao PCP e ao CDS/PP (justificou a escolha deste partido pela sua semelhante dimensão parlamentar) nas secções de «Política» e de «Sociedade» durante um mês (Março de 1997), tendo chegado aos seguintes resultados:
«O PCP (incluindo a CDU) foi objecto de 18 notícias (três das quais sob a forma de breves); em contrapartida, o CDS/PP mereceu 34 notícias (10 breves). Fotograficamente: nas quatro vezes que foram ilustradas notícias sobre o PCP, Carlos Carvalhas fez o pleno (numa das quais acompanhado por outros dirigentes do partido); nas 13 vezes que se ilustraram textos sobre o PP a situação é mais variada: Manuel Monteiro (então líder) teve direito a oito fotos, três outros dirigentes surgiram em edições diferentes e dois textos sobre o partido foram acompanhados de fotos sobre o tema da notícia sem a presença de nenhum dirigente.» E o Provedor conclui: «A desvantagem do PCP é notória!»
Com base na amostra de um mês, o Provedor do Leitor do Público conclui que o PCP é discriminado, na medida em que «é menos vezes fonte de notícia do que o PP». Mas Jorge Wemans preocupou-se também em averiguar as causas dessa discriminação. Em sua opinião, «o PCP é prejudicado por três ordens de razões»: em primeiro lugar, «não desenvolve uma política de protagonismo e exposição individual dos seus dirigentes»; em segundo lugar, «não expõe na praça pública questões de estratégia que dividem a sua direcção»; em terceiro lugar, as suas iniciativas políticas e sociais «não constituem surpresa face ao seu passado». Ora, finaliza ele, como «protagonismo, divergência de opinião e surpresa são factores de acrescida atenção informativa e, superlativamente, de registo fotográfico», percebem-se assim as razões de uma menor quantidade de notícias sobre o PCP.
SISTEMATICAMENTE SUB-REPRESENTADOS
As conclusões do Provedor levantam questões que, mesmo tendo em conta a altura em que foram feitas e o tempo que passou, mereceriam um comentário desenvolvido e aprofundado. Mas o que agora e aqui interessa sublinhar é como, passado todo este tempo, as coisas não se alteraram no essencial. Azeredo Lopes, presidente entre 2005 e 2011 da Entidade Reguladora da Comunicação (ERC), ouvido pelo diário i, em 26 de Setembro último, a propósito de as eleições primárias no PS terem «secado» nos noticiários os outros líderes partidários, declarou, em certo passo da sua resposta: «No caso dos comunistas, desde que passei pelo regulador que considero que estão sistematicamente sub-representados, embora se possa dizer que têm, depois, representação indirecta pela CGTP, mas não é a mesma coisa».
A verdade é que, hoje como ontem, o problema de fundo permanece. A discriminação do PCP – da sua acção, da sua intervenção na sociedade, das suas opiniões, das suas propostas – continua a ser uma realidade, seja através do silenciamento, da deturpação ou de outras várias formas. E hoje como ontem, personalidades insuspeitas ligadas à comunicação social dizem aquilo que outros, que gostam de se proclamar de esquerda e de se arvorar nos grandes defensores das liberdades, fingem não ver nem perceber.
1 Referimos e comentámos este facto no livro Jornalismo e Sociedade, edições Avante!, 2000, pp. 97 a 100.
*Este artigo foi publicado no “Avante!” nº2053, 5.03.2015

Vanessa Fernandes discriminada pela autarquia de V.N. Gaia por representar o SL Benfica

Vanessa Fernandes discriminada pela autarquia de V.N. Gaia por representar o SL Benfica

By Hugo Gil on Março 20, 2015


Ao que isto chegou, é uma vergonha o que esta gente faz. Seja do Benfica do sporting do porto ou de outro clube qualquer, discriminação é discriminação. Mas em que tempos vivemos hoje?
É uma vergonha, que venham as eleições que eles vão ver o que é discriminação.


enfim


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enfim3

hugogil.pt

Origem e significado do mês de março

Origem e significado do mês de março

in: 3.bp.blogspot.com
MARÇO - Do latim mars, foi assim batizado em honra ao deus romano da guerra, Martes, tido também como o pai natural de Rômulo (segundo a lenda um dos fundadores de Roma; o outro era Remo). 

in http://www.etimologista.com/


MARÇO - Dedicado a Marte, deus da guerra. Nesse mês - o primeiro do ano antes da reforma feita por Pompílio -, escudos sagrados eram levados pelos sacerdotes em volta da cidade, em homenagem à divindade. 

in http://mundoestranho.abril.com.br/
ocatarrodaformiga.blogspot.pt

NOTAS - QUANTO MAIS ME BATES MAIS GOSTO DE TI



QUANTO MAIS ME BATES MAIS GOSTO DE TI.


É REALMENTE SURPREENDENTE E QUASE QUE PENSO SER EXCLUSIVO DESTE TRISTE POVO E PAÍS SEREM OS ANALISTAS DE DIREITA NA ÁREA SÓCIO POLÍTICA E ECONÓMICA COMPROMETIDOS SOBRETUDO COM O PSD VIREM ELES A CADA MINUTO ACONSELHAR E ABRIR O MANUAL DE COMO SE DEVERIA FAZER PARA QUE NÃO FOSSE-MOS VÍTIMAS DOS GATUNOS QUE NOS ROUBAM SEM QUALQUER ENTRAVE DA JUSTIÇA.
HÁ SEM DÚVIDA ALGUMAS INTERVENÇÕES DE COMENTADORES COMPROMETIDOS COM O ARCO DA DESGOVERNAÇÃO QUE DE VEZ EM QUANDO NOS TENTAM ABRIR OS OLHOS SABENDO DE ANTEMÃO QUE A RAMELA JÁ É TANTA QUE NUNCA MAIS VAMOS ENXERGAR NADA DO QUE SE PASSA À NOSSA VOLTA, POR ISSO OS DITOS CUJOS APESAR DE APONTAREM ALGUMAS SOLUÇÕES SABEM QUE OS BASBAQUES TUGAS NADA CONSEGUEM PÔR EM PRÁTICA E COMO TAL FICAM SEMPRE BEM NA CHAPA (ELES OS JORNALISTAS E COMENTADORES) NÃO PODENDO SER ACUSADOS DE NÃO ALERTAREM OS QUE OS ESCUTAM JUSTIFICANDO ASSIM PERANTE O CRÉDULO E INOCENTE ZÉ POVINHO AS MIGALHAS E MORDOMIAS QUE RECEBEM DO CAPITAL QUE DOMINA A INFORMAÇÃO.
SABEMOS JÁ, QUE ESTÁ EM MODA O LANÇAR DA CONFUSÃO POR PARTE DOS FASCISTAS, MANOBRAS DE DIVERSÃO PARA O MEIO DE UM POVO QUE NÃO ENXERGA NADA DOS PONTOS CARDEAIS E PERDEU O RUMO DA SUA VIDA TAL É A DESORIENTAÇÃO E A ATITUDE QUE TEM PERANTE UM BANDO DE GATUNOS QUE O LEVA À MISÉRIA, AO SOFRIMENTO E ATÉ À MORTE.
VAMOS MORRENDO LENTAMENTE ACOMPANHADOS PELOS DEUSES DA GOVERNAÇÃO, PELO DIABO DA TENTAÇÃO (INFILTRADO NO SEIO DO DESCONTENTAMENTO) QUE NOS GOZA SABENDO DA NOSSA COVARDIA E PELOS SACRISTÕES EUNUCOS QUE TAMBÉM ELES JÁ FAZEM DESTE POVO GATO SAPATO.
NÃO HÁ GOVERNO AO CIMO DA TERRA QUE COM ESTE REBANHO NÃO PROSPERE, AS OVELHAS BERRAM, E O SEU BALIDO DE PROTESTO RAPIDAMENTE É SUFOCADO PELOS CÃES PASTORES QUE JÁ CONHECEM SOBEJAMENTE COMO DEVEM LEVAR O REBANHO PARA O CURRAL ONDE OS LOBOS SE SACIAM SEM QUALQUER ESFORÇO.
António Garrochinho