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segunda-feira, 16 de março de 2015

UMA MESA DESDOBRÁVEL FEITA COM GÉNIO -Quem gosta de acampar ou simplesmente fazer um piquenique sempre recorre a utensílios que possam ser práticos e que possam ser carregados de cá para lá sem muito volume e peso. No entanto, há muitos artefatos e apetrechos dedicados à área que não costumam passar da primeira utilização. Nesse sentido me parece incrível a criação de Izzy Swan: uma mesa dobrável muito legal que é perfeita para quatro pessoas.

Quem gosta de acampar ou simplesmente fazer um piquenique sempre recorre a utensílios que possam ser práticos e que possam ser carregados de cá para lá sem muito volume e peso. No entanto, há muitos artefatos e apetrechos dedicados à área que não costumam passar da primeira utilização. Nesse sentido me parece incrível a criação de Izzy Swan: uma mesa dobrável muito legal que é perfeita para quatro pessoas.


http://www.mdig.com.br/

Atenas pagou hoje mais 580 milhões de euros ao FMI - A Grécia pagou hoje ao Fundo Monetário Internacional (FMI) 580 milhões de euros correspondentes à terceira tranche do empréstimo que deve pagar àquele organismo em março, assegurou uma fonte do Ministério das Finanças grego, citada pela EFE.

Atenas pagou hoje mais 580 milhões de euros ao FMI

por Lusa
PM grego Alexis Tsipras
PM grego Alexis Tsipras
A Grécia pagou hoje ao Fundo Monetário Internacional (FMI) 580 milhões de euros correspondentes à terceira tranche do empréstimo que deve pagar àquele organismo em março, assegurou uma fonte do Ministério das Finanças grego, citada pela EFE.
A Grécia tem de pagar ao FMI na próxima sexta-feira a quarta tranche no valor de 350 milhões de euros e outros 460 milhões de euros a 13 de abril.
A 06 de março último, a Grécia devolveu ao FMI a primeira tranche de 310 milhões de euros a 06 de março e a segunda, de 348 milhões de euros, na passada sexta-feira.
Entretanto, na próxima sexta-feira vencem-se 1.600 milhões de euros em 'Letras do Tesouro' que serão substituídas por uma nova emissão destes títulos a três meses que a agência de gestão da dívida pública grega (PDMA) lançará na quarta-feira.
O Governo grego tem de pagar até ao final de abril 2.600 milhões de euros em salários e pensões, outros 2.400 milhões de euros em ajudas sociais e gastos da Segurança Social e 1.100 milhões de euros em juros.
A Grécia enfrenta grandes problemas de liquidez, que o Governo grego não especificou, mas que resultam da decisão do Banco Central Europeu (BCE) de desde 11 de fevereiro deixar de aceitar os títulos gregos como garantia nas operações ordinárias de refinanciamento, como os leilões semanais.
Os bancos gregos podem conseguir liquidez através do Banco da Grécia, mas à taxa de juro de 1,55%, muito acima da de 0,05% atualmente praticada pelo BCE.
O BCE recusou repetidamente os pedidos do executivo grego para aumentar o teto de emissão de 'Letras do Tesouro', que está fixado em 15.000 milhões de euros.
No início deste mês, a Grécia colocou 2.100 milhões de euros em 'letras do Tesouro' a três e seis meses a taxas de juro mais elevadas do que as praticadas em leilões precedentes comparáveis.
Desde que a Grécia saiu do mercado primário da dívida só se pode financiar através de leilões de 'letras do Tesouro', mas com um limite de 15.000 milhões de euros, que já foi alcançado.
Os leilões de março de 'Letras do Tesouro' foram de especial importância porque Atenas enfrenta um mês decisivo em termos de liquidez, com numerosos pagamentos calendarizados e sem poder receber das instituições que formavam a 'troika' (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu) ajuda financeira senão quando cumprir uma série de requisitos pendentes.
O acordo alcançado com o Eurogrupo estipula que até ao final de abril, para quando está prevista a realização de uma avaliação das reformas prometidas, a Grécia não obterá os 7.200 milhões de euros que estão pendentes do segundo resgate.
O Governo grego reiterou nos últimos dias que não haverá problemas com os pagamentos dos salários e pensões nem com as devoluções dos empréstimos e espera que a amnistia fiscal que está a preparar melhore a liquidez das arcas públicas.
Esta amnistia prevê que os que têm dívidas ao fisco possam devolver de uma só vez sem pagar juros e as respetivas multas.

Ordem dos Médicos diz que OMS revela "excesso de cortes sem preocupações" na saúde -O bastonário da Ordem dos Médicos afirmou hoje que a análise da Organização Mundial de Saúde sobre o estado da saúde em Portugal só vem revelar que houve um "excesso de cortes sem preocupações" para com os doentes.

Ordem dos Médicos diz que OMS revela "excesso de cortes sem preocupações" na saúde

LUSA
O bastonário da Ordem dos Médicos afirmou hoje que a análise da Organização Mundial de Saúde sobre o estado da saúde em Portugal só vem revelar que houve um "excesso de cortes sem preocupações" para com os doentes.
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"O estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) vem confirmar tudo aquilo que a Ordem dos Médicos tem sublinhado relativamente ao impacto negativo na saúde dos portugueses e chamar a atenção para a ausência de interesse por parte do Ministério da Saúde em fazer essa avaliação. Houve um excesso de cortes sem preocupação de avaliação, a capacidade de resposta do sistema foi afetada e os doentes sentiram mais dificuldades no acesso aos cuidados de saúde", disse José Manuel Silva à agência Lusa.
Para o mesmo responsável, a incapacidade de resposta dos serviços de urgência hospitalares à procura dos doentes durante o inverno foi "um bom exemplo" dos problemas que são apontados no estudo da OMS.
O estudo, intitulado "O impacto da crise financeira no sistema de saúde e na saúde em Portugal", foi realizado em 2013 e publicado em 2014, sendo hoje apresentado publicamente em Coimbra.
Entre outros assuntos, o estudo alerta para que "piorar as condições de trabalho" no Serviço Nacional de Saúde pode comprometer a sua sustentabilidade, alem de considerar que as taxas moderadora reintroduzem "certificados de pobreza" e comprometem a universalidade do SNS.
Segundo o documento a que a Lusa teve acesso, foram implementadas num curto espaço de tempo um grande número de medidas, sem a consideração das suas consequências ou "da capacidade de implementação da administração de saúde" portuguesa.
De acordo com o bastonário, a análise dos dados "possíveis e disponíveis" do impacto da crise na saúde em Portugal salienta "vários aspetos negativos" e é, sobretudo, uma "crítica à ausência de vontade em fazer essa avaliação por parte dos responsáveis políticos.
"Foram tomadas uma série de medidas muito gravosas para a saúde sem que fosse antecipado o seu impacto daí que haja vários indicadores que demonstrem os efeitos negativos para as pessoas mais desprotegidas, nomeadamente na saúde mental", salientou José Manuel Silva.
O bastonário referiu ainda que foram também afetados os apoios ao transporte de doentes, além de terem sido afastados recursos das populações mais desfavorecidas.
"Não foi feita uma aposta clara na reforma dos cuidados de saúde primários, nem disponibilizado médicos de família, através dos médicos reformados e dos estímulos para fixação de médicos no interior do país, só agora estão a ser aplicados", concluiu.
RCP (JYGA) // ARA
Lusa/Fim

Supremo não tem certezas sobre quem deve julgar Sócrates Ao 112º dia, José Sócrates continua detido. Esta segunda-feira, 16 de Março, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decidiu julgar improcedente o pedido de habeas corpus formulado pelo ex-primeiro-ministro, considerando que, apesar da "relevância das questões suscitadas" e da sua "importância processual",

Supremo não tem certezas sobre quem deve julgar Sócrates



Ao 112º dia, José Sócrates continua detido. Esta segunda-feira, 16 de Março, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decidiu julgar improcedente o pedido de habeas corpus formulado pelo ex-primeiro-ministro, considerando que, apesar da "relevância das questões suscitadas" e da sua "importância processual", não serviam para fundamentar o pedido em causa. No entanto, lê-se no acórdão elaborado pelo juiz conselheiro Santos Cabral, dada a sua importância, essas mesmas questões devem ser equacionadas "em sede adequada", ou seja, através da apresentação de um recurso e não de uma providência de habeas corpus, que "está reservado para os casos indiscutíveis de ilegalidade".
No pedido agora rejeitado, a defesa do ex-primeiro-ministro sustentava que o tribunal competente para julgar o ex-primeiro-ministro deveria ser o STJ e não o Tribunal Central de Instrução Criminal e, no caso, o juiz Carlos Alexandre. Os advogados alegavam que só agora ficaram a saber que a acusação situa os actos atribuídos a Sócrates no período em que este era líder do Governo, pelo que se deveria aplicar o artigo do Código de Processo Penal segundo o qual o Presidente da República, o presidente da Assembleia da República e o primeiro-ministro devem ser julgados pelo STJ pelos crimes praticados no exercício das suas funções.
Nunca uma tal questão se tinha colocado ao STJ e Santos Cabral elaborou um extenso acórdão, cheio de referências à jurisprudência, doutrina, e ao direito comparado em que conclui que "a questão da incompetência para a prática dos actos judiciais do inquérito não reveste um caracter indubitável e acima de qualquer interpretação divergente". Ou seja,  "não se apresenta com a linearidade, e caracter incontroverso, que é pressuposto da providência de habeas corpus requerida e da afirmação duma manifesta violação do direito à liberdade".
E por isso decide não se pronunciar sobre ela, mas avisa: "assumindo tal questão um papel nuclear, que não deve ser menorizado, a mesma deverá ser equacionada em sede adequada". O juiz relator chega mesmo a explicar o que aconteceria à prisão preventiva numa "hipotética declaração de competência do STJ": esta não conduziria à libertação do arguido por prisão ilegal, tendo no entanto de ser reapreciada pelo novo tribunal.
Advogado diz que Supremo "sufragou" a posição da defesa
Ao final da tarde, à saída do Estabelecimento prisional de Évora onde visitou José Sócrates, João Araújo (na foto) salientou a posição do STJ e o facto de este considerar que "a competência deve ser tratada noutra sede em que as questões possam ser mais trabalhadas e mais amadurecidas". Apesar de afirmar que não é essa a sua opinião, e que achava que é ao STJ que cabe definir o direito e que neste caso devia já ter "ditado esse direito", João Araújo salientou que "pelo menos", considera "um enorme avanço ver sufragado pelo STJ aquilo que estamos a dizer". "Não é tão claro como parece às almas simples", concluiu. 
A atestar que a questão está, de facto, longe de ser incontroversa, No final do Acórdão um dos magistrados da terceira secção criminal do STJ, que era, neste caso, o juiz conselheiro adjunto, fez questão de incluir e assinar uma declaração. Oliveira mendes sublinha aí que é a seu ver "indiscutível ser inaplicável ao caso" de José Sócrates a norma do Código de Processo Penal invocada pela defesa segundo a qual deveria ser o Supremo a julgar o ex-primeiro-ministro. 

A farsa dos sacos e das chanatas era uma farsa

Opinião - Rafael Barbosa

A farsa dos sacos e das chanatas


A farsa dos sacos e das chanatas era uma farsa
Há imagens que ficam na memória. E na nossa memória coletiva ficou guardada a que retratou o nosso atual primeiro-ministro em férias, nos idos do verão de 2011 - quando a tormenta social e económica já se anunciava mas ainda não se sentia -, com os sacos de plástico na mão e as chanatas nos pés. O homem normal que passava férias em Manta Rota, na casa modesta de sempre, que fazia as suas compras familiares no supermercado da rua, o cidadão remediado e cumpridor que não apreciava os excessos dos que viviam acima das suas possibilidades e prometia corrigi-los. Pela primeira vez, um primeiro-ministro que era igual à maior parte dos portugueses.
É essa imagem inicial, cuidadosamente concebida e estrategicamente divulgada, mas ainda assim verosímil, que justifica a notável resistência política de Passos Coelho durante estes quatro anos de chumbo. O desemprego subiu a níveis nunca vistos, a pobreza alastrou e afetou sobretudo as crianças e os jovens, os serviços públicos regressaram aos níveis disfuncionais do século passado, os contribuintes portugueses foram espremidos com impostos "brutais", as empresas públicas foram vendidas ao desbarato à China, a dívida pública continuou a crescer sem travão, mas, a tudo isso, Passos Coelho resistiu e resiste, como bem mostram as sondagens mais recentes. Talvez porque a maioria o tenha sempre visto à luz dessa imagem inicial do fulano de gostos simples e boas contas, de um homem probo e desprendido.
O problema com as imagens construídas no "Photoshop" da política é que, mais tarde ou mais cedo, os retoques transformam-se em distorções. Até pela tentação de abusar da fórmula. Como fez Passos Coelho, há pouco mais de um ano, quando, em pleno Congresso do PSD, dedicou uma parte da sua pregação aos que "deviam pagar os seus impostos e não pagam". De novo a faceta do cidadão remediado e de boas contas que não tolera privilégios, sobretudo em tempos difíceis: "Se há quem se ponha de fora das suas obrigações para com a sociedade, sendo muito ou pouco, esse alguém está a ser um ónus para todos os outros, que têm um fardo maior". Sabemos agora que Passos Coelho foi um dos que contribuiu para que o fardo seja agora maior. Está de facto tudo esclarecido, como muito bem disse António Costa. A imagem do homem remediado e cumpridor da Manta Rota, com os seus sacos de plástico e chanatas, era uma farsa.

ESTA É A ADMINISTRADORA DOS REVOLTADOS ONLINE QUE NÃO ACEITAM O GOVERNO DE DILMA - VEJA VÍDEO

CONHEÇA A ADMINISTRADORA DO REVOLTADOS ONLINE: ” SOU RICA … SEUS MISERÁVEIS, BURROS “

 15/03/2015


DA150315
” Eu sou rica, bem sucedida, muito bem de vida … meu pai tem casa em Miami ”
assista o vídeo: