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segunda-feira, 9 de março de 2015

PSD contra-ataca e diz que Costa “não pagou” contribuição autárquica. Líder do PS desmente

PSD contra-ataca e diz que Costa “não pagou” contribuição autárquica. Líder do PS desmente

ATUALIZADO
Sociais-democratas usam recorte do extinto Tal&Qual, para espalhar mensagem de que Costa não pagou a contribuição autárquica quando era ministro da Justiça. Costa desmente, como já o tinha feito.
PSD recuperou uma notícia do Tal & Qual, onde se dizia que Costa não tinha pago a contribuição autárquica. Líder do PS nega
AFP/etty Images
Depois da notícia da ausência de descontos de Passos Coelho para a segurança social entre 1999 e 2004, choveram críticas, em particular, do PS. Agora, vários elementos ligados ao PSD estão a espalhar pela internet um recorte de jornal do antigo Tal & Qual, em que se diz que o atual secretário-geral socialista não pagou a “contribuição autárquica” na altura em que era ministro da Justiça (1999-2002). O jornal fechou em 2007 e o artigo não está disponível online.
Entretanto, António Costa já reagiu à polémica e desmentiu que alguma vez tenha ficado a dever “qualquer quantia relativa à sisa ou à contribuição autárquica”.
“Dirigentes do PSD reeditaram hoje uma ‘notícia’ do extinto semanário Tal & Qual, publicada no ano 2000 (ou 2001). O desmentido que então fiz mantém plena atualidade: não devo nem devi qualquer quantia relativa à sisa ou à contribuição autárquica”, garantiu Costa em nota enviada ao Observador.
A polémica estalou quanto vários representantes do PSD publicaram no Facebook a notícia que consta no extinto jornal.
antonio costa
A imagem consta, por exemplo, no perfil de Facebook de Carlos Sá Carneiro. O assessor de Pedro Passos Coelho escreveu um texto em que acusa o PS de estar a “atirar pedras mal espreita uma pequena oportunidade”, depois de Sónia Fertuzinhos, vice-presidente da bancada socialista, ter dito que o PS “não aceita as explicações” do PM para os cinco anos em falta de contribuições.
“Da esquerda radical quase tudo se espera. Mas de um partido com ambições governativas aguarda-se uma postura menos inflamada. Não foi o que aconteceu com “este PS” e com sua a porta-voz destacada (Sónia Fertuzinhos) para a intendência, que pretendeu cavalgar uma falha – assumida e explicada – de uma obrigação que, apesar de prescrita, foi voluntariamente regularizada. Um PS cheio de telhados de vidro que desata a atirar pedras mal espreita uma pequena oportunidade.”
Carlos Abreu Amorim, deputado do PSD, também se manifestou na mesma rede social com o mesmo recorte do Tal e Qual. Fala em “telhados de vidro” e ironiza: “daqui a pouco andaremos em busca das multas de estacionamento e das faturas sem número de contribuinte”. Junto à imagem de António Costa, escreveu:
“Tudo isto é lamentável! Não é assim que se deve fazer política! Contudo, a velha máxima que ensina: “quem tem telhados de vidro deve ser prudente a atirar pedras” tem aqui plena aplicação. Era inevitável – este escarafunchar na arqueologia pessoal de cada um pode não deixar ninguém incólume. Daqui a pouco andaremos em busca das multas de estacionamento e das faturas sem número de contribuinte. Nada que não tenha já acontecido à esmagadora maioria dos cidadãos (exceto os “anjos sem asas” que pululam nos fóruns das rádios e TV’s) mas que uma onda puritanismo hipócrita tenta elevar à esfera do mínimo ético indispensável de todos os quotidianos. Repito: não pode ser assim que se faz política!”
Noutro registo, mas também em defesa de Passos, o deputado Duarte Marques passou ao ataque ao ex-presidente da Segurança Social e ao presidente dos Técnicos Oficiais de Contas, que esta segunda-feira vieram criticar o comportamento de Passos Coelho no caso das contribuições. Num post no Facebook, o ex-líder da JSD acusa  primeiro Edmundo Martinho: “Tem o desplante de acusar o PM quando o próprio foi incompetente”. E depois o presidente da OTOC, Domingues Azevedo:
“Ex-Deputado do Partido Socialista durante várias legislaturas, que de manhã fala pela OTOC e de tarde pelo Partido Socialista do qual é dirigente. Lidera a Comissão de Auditoria e Contas do Partido Socialista e passa a vida a fazer fretes ao PS sob a capa de Bastonário. Esta mistura de planos é lamentável, embaraçosa e revela falta de pudor (…). Passos errou, é verdade. Critique-se, mas não inventem tratamentos de favor ou amnistias especiais”.

Militar vítima de bullying homofóbico encontrado morto no quarto - O jovem de 23 anos era frequentemente perseguido e insultado por outros militares da Base Área de Beja pelos seus “maneirismos femininos”.

Militar vítima de bullying homofóbico encontrado morto no quarto

O jovem de 23 anos era frequentemente perseguido e insultado por outros militares da Base Área de Beja pelos seus “maneirismos femininos”.
O militar tinha sido colocado na Base Aérea de Beja há cerca de três semanas.
Segundo a edição desta segunda-feira do Correio da Manhã, um militar de 23 anos, vítima de bullying pelos seus “maneirismos femininos” e por ser considerado homossexual”, foi encontrado morto no quarto onde dormia.
Fontes militares citadas pelo jornal referiram que a alegada homossexualidade do jovem "era alvo de chacota constante dentro da Base Aérea" de Beja e terá atingido o seu limite na madrugada da passada quinta-feira, numa festa do clube de praças, quando a pressão psicológica terá sido levada "ao extremo".
Na manhã seguinte, relata o jornal, o corpo da vítima foi encontrado no alojamento masculino.
O militar tinha sido colocado na Base Aérea de Beja há cerca de três semanas.
A Força Aérea Portuguesa aguarda a conclusão do inquérito da Polícia Judiciária Militar para se pronunciar sobre um alegado caso de 'bullying' ocorrido na base Aérea de Beja com um jovem militar, que se terá suicidado.
O porta-voz da Força Aérea Portuguesa, coronel Rui Roque, disse esta segunda-feira à agência Lusa que, "mediante as conclusões a que esse inquérito chegue, a Força Aérea agirá em conformidade".

www.esquerda.net

Bloco de Esquerda quer impedir que bancos tenham participações em empresas - O Bloco de Esquerda já tirou lições do caso Espírito Santo. Quer dar mais poder aos supervisores para suspenderem os gestores que causem dúvidas e também para comandarem as relações dos bancos com as auditoras.

Bloco quer impedir que bancos tenham participações em empresas

O Bloco de Esquerda já tirou lições do caso Espírito Santo. Quer dar mais poder aos supervisores para suspenderem os gestores que causem dúvidas e também para comandarem as relações dos bancos com as auditoras. 
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Os bancos não podem ser donos de empresas. Os bancos não podem vender instrumentos financeiros associados a empresas que com eles têm relações. Estas são duas novidades legislativas que o Bloco de Esquerda quer introduzir tirando ilações do que aconteceu com o Banco Espírito Santo e o grupo que o sustentava, o GES.

"Sem prejuízo de revisões mais alargadas dos modos e regras de funcionamento da banca, há aspectos que decorrem directamente da experiência recente do caso Espírito Santo e que podem (e devem) ser identificados e corrigidos, evitando assim a repetição da história", indica o partido para justificar alterações ao Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (RGICSF).

Uma das principais novidades é a de impedir os bancos de terem posições em empresas não financeiras. "As instituições de crédito não podem deter, directa ou indirectamente, uma participação qualificada no capital de uma sociedade" é a leitura proposta pelo BE, representado na comissão de inquérito pela deputada Mariana Mortágua. Neste momento, a proibição corresponde a uma participação "que lhes confira mais de 25% dos direitos de voto "por prazo seguido ou interpolado, superior a três anos". Também se quer proibir a participação dos bancos em operações que envolvem valores "emitidos por si ou por entidades directa ou indirectamente relacionadas".

O Bloco também pretende alargar as restrições nas relações com off-shores, entidades sedeadas em paraísos fiscais em que, muitas vezes, se desconhece o beneficiário final - factos que aconteceram no caso Espírito Santo. O actual regime proíbe a concessão de crédito; o BE quer alargar a proibição a "todos e quaisquer pagamentos e transferências" a off-shores.

O Banco de Portugal também deve ter mais poder, na óptica do partido da esquerda do espectro político. "Os revisores oficiais de contas ao serviço de uma instituição de crédito e os auditores externos que auditem uma instituição de crédito são nomeados pelo Banco de Portugal, sendo a sua remuneração paga pelo fundo de resolução", propõe o Bloco. Neste momento, cabe aos bancos garantir esse pagamento. O regulador do sector financeiro também fica obrigado a assegurar a rotatividade das empresas de auditoria.

"Ponderação da idoneidade, ou da sua retirada, pelo Banco de Portugal que não fique refém da eventual instauração de processo ou das decisões que dele decorrerem" é outra das propostas para que não aconteça aquilo que o governador Carlos Costa defende ter acontecido na sua relação com Ricardo Salgado.

Qualquer oferta de produtos tem de ser supervisionada
Em conferência de imprensa realizada esta manhã, com a coordenadora Catarina Martins, a bloquista Mariana Mortágua também mencionou a necessidade de alterar o Código dos Valores Mobiliários. A deputada quer evitar situações como a da venda de papel comercial de sociedades do GES aos balcões do BES que escaparam à supervisão.

As várias emissões foram destinadas a menos de 150 pessoas, ou seja, eram ofertas particulares. O código só considera as ofertas públicas, e daí sujeitas a supervisão, se tiverem pelo menos 150 destinatários não qualificados "com residência ou estabelecimento em Portugal". O Bloco de Esquerda quer que qualquer "oferta dirigida a qualquer investidor não qualificado" seja considerada. 


- Depois de uma pessoa considerada acima de qualquer suspeita se revelou o trafulha mor...
- Depois de por obra e graça do trafulha mor a PT ficar na merda...
- Depois de grande crânios perderem a memória num estantinho...
- Depois de haver nos bancos portugueses dinheiro ensanguentado do povo angolano...
Se calhar o que o BE propõe é demasiado brando.



apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

aqui d'el-rei que nos querem prolongar o suplício - Cavaco, desta vez, escreveu. Para ditar o perfil do sucessor na qualidade de ocupante do casarão cor de rosa, com cama, mesa e roupa lavada, serventia de cozinha e de estábulos para quem goste de cavalgar em toda a sela e montar em todo um povo.

aqui d'el-rei que nos querem prolongar o suplício


Cavaco, desta vez, escreveu. Para ditar o perfil do sucessor na qualidade de ocupante do casarão cor de rosa, com cama, mesa e roupa lavada, serventia de cozinha e de estábulos para quem goste de cavalgar em toda a sela e montar em todo um povo.

Se é uma questão de sucessão dinástica, tenho uma ideia melhor do que a de sua excelência: que tal nomear desde já o filho varão, ou até o genro que, como toda a gente sabe, é bom gestor e de boas contas, segundo dizem as más línguas mas eu cá não sei e não vi, à Justiça o que é da Justiça é a palavra de ordem que me ocorre e que corre por aí proferida por almas benfazejas até lhes serem apertados os próprios calcanhares e, então, vai disto que amanhã não há, sai uma directa para a cela do canto!

Depois da reinação cavaquista, seria reinar com o pagode termos um sucedâneo a suceder-lhe. Era mais do que um azar dos Távoras, era a azar de dez milhões de portugueses, subtraindo-se deste número aqueles que, contentinhos da Silva com o Silva que nos coube em sorte, gostariam que, mesmo fora de prazo, continuasse a marcar Passos, entre marchinhas na Avenida e marchas militares na parada da paródia em que se transformou Portugal.


ouropel.blogspot.pt

A Farsa do Salmão - Seria bom, se não fosse um enorme porém: o salmão que encontramos nas prateleiras do supermercado não é tão benéfico assim. É salmão criado em cativeiro, vindo do Chile, que é diferente do salmão selvagem encontrado na América do Norte

A Farsa do Salmão 


Seria bom, se não fosse um enorme porém: o salmão que encontramos nas prateleiras do supermercado não é tão benéfico assim. É salmão criado em cativeiro, vindo do Chile, que é diferente do salmão selvagem encontrado na América do Norte

Damos como certo de que a carne do peixe é rosa-alaranjada – ou ‘salmão’. Porém, esta a regra aplica-se somente ao peixe de alto-mar, que passa a vida em liberdade no oceano para subir os rios na época da reprodução e morrer em seguida. Esse peixe é raro, caro, delicioso e belamente colorido por conta de sua dieta à base de camarão e krill. No total, ele representa uns míseros 5% do salmão vendido nos Estados Unidos.

A esmagadora maioria do peixe encontrado nos mercados de todo o mundo é criado em aquacultura, e tem uma cor que vai do cinza ao bege-claro, passando no máximo por um rosa-pálido. Para ficar com o mesmo tom do salmão selvagem ele recebe uma ração com aditivos sintéticos derivados de petróleo.

Além disso, estudos apontam que consumir uma média mensal de 200 gramas deste pescado, apresenta riscos cancerígenos inaceitáveis.

A verdade é que este peixe, que recebeu a fama de super alimento, repleto de Ómega 3, que combate o colesterol mau, é antiinflamatório e traz inúmeros benefícios para o consumidor, não passa de um produto perigoso. Para piorar a situação, muitas vezes os peixes são criados em ambientes anti-higiénicos, recebem antibióticos, tem o dobro de gordura – na sua maioria de gordura saturada (má) e quase nada de Ómega 3 (boa). Por causa disto, os peixes recebem altas doses de antibióticos e fungicidas. Ou seja: mais contaminação na sua carne.

Quando se imagina que consumir com frequência o salmão fará bem à sua saúde, sem saber, vai acabar por desenvolver problemas de saúde que não tinha. Eu passo muito, muito longe de salmão e de qualquer peixe criado em cativeiro. Peixe bom, rico e saudável MESMO, é o peixe de pesca.

Em Portugal pescam-se vários tipos de peixe de grande qualidade, chamado selvagem, peixe saído da LOTA que sem dúvida é muito mais saudável do que os de aquacultura naturalmente mais baratos.

Um assunto a ter em mente quando comprar peixe.


portugalglorioso.blogspot.pt

Juiz Carlos Alexandre suspeito de passar informações a jornalistas e suspeitas mais graves (vídeo)

Juiz Carlos Alexandre suspeito de passar informações a jornalistas


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Carlos Alexandre, o juíz do Tribunal Central de Instrução Criminal, está a ferro e fogo. Pela segunda vez em dois meses, foi chamado ao Ministério Público para prestar declarações. O inquéritos foram abertos por violação de segredo de Justiça, que, no caso mais recente, apontam para suspeitas mais graves.

A comédia da vida real - Kenne Gregoire pintor holandês

A comédia da vida real


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Gregoire pinta sensações.

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FOTOGALERIA ESPECIAL NO DESENVOLTURAS & DESACATOS - TEATRO DE SAN CARLO - NÁPOLES

Teatro San Carlo

O Teatro Real de San Carlo, conhecido como Teatro San Carlo é uma casa de ópera em Nápoles,Itália. É o mais antigo teatro da Europa ainda em atividade.
Fundado pelo Bourbon Carlos III da Espanha, sendo inaugurado em 4 de novembro de 1737 - o "dia do "nome do rei - com uma performance de Achille in Sciro de Domenico Sarro, uma ópera baseada na vida do famoso poeta e dramaturgo Metastasio. Sarro também conduziu a orquestra em dois balés como intermezzi, criados por Grossatesta. Na época, essa era a maior casa de ópera do mundo, com 3.300 lugares.Construção
O teatro foi desenhado pelos arquitetos Giovanni Antonio Medrano e Angelo Carasale para o rei Carlos, pois ele queria substituír o velho Teatro San Bartolomeo de 1621 por um maior.
O novo teatro foi muito admirado por sua arquitetura, decoração em ouro e seu estofamento azul (azul e dourado é a cor oficial dos Bourbons.

Reconstrução

No dia 12 de fevereiro de 1816 o Teatro foi destruído por um incêndio. Entretanto, ele foi re-desenhado pelo arquiteto Antonio Niccolini e reconstruído em dez meses, por ordem do reio Fernando I das Duas Sicílias, outro monarca Bourbon e filho de Carlos III da Espanha.
Dia 12 de janeiro de 1817, exatamente dez meses depois, o teatro reconstruído estava sendo inaugurado com uma performance de Il sogno di Partenope deJohann Simon May. Na segunda noite, Stendhal estava presente e escreveu: "Não existe nada assim em toda a Europa, não sei comparar esse teatro, ele deslumbra os olhos e arrebata a alma". Foi concebido com um auditório tradicional em forma de ferradura, com 1.444 lugares e um proscênio de 33,5 metros de largura e 30 metros de altura. O palco tem 34,5 metros de profundidade.

Em 1844 ele passou por uma nova decoração sob Niccolini e seus filhos Fausto e Francesco Maria dei Giudice. A principal mudança foi a nova aparência interior, com vermelho e o já tradicional dourado. Outra mudança na criação do lugar da orquestra foi sugerida por Giuseppe Verdi, em 1872, com a instalação de eletricidade em 1890. O teatro não passou por nenhuma outra alteração significativa até o bombardeio, na Segunda Guerra Mundial em 1943. Entretanto, o teatro foi rapidamente reparado pelas forças aliadas de ocupação e reaberto em seis meses, dia 16 de dezembro de 1943
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

IMAGEM DO INCÊNDIO




FOTOGALERIA









































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