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terça-feira, 3 de março de 2015

A luta contra a UE e a libertação dos povos: sobre a derrota da euro-esquerda grega

A luta contra a UE e a libertação dos povos: sobre a derrota da euro-esquerda grega

A luta contra a UE e a libertação dos povos: sobre a derrota da euro-esquerda grega
por João Vilela 


"A União Europeia, digamo-lo com todas as letras, é um utensílio de subjugação, de dominação, de exploração e de desapossamento da liberdade e da soberania dos povos periféricos pela burguesia dos seus potentados centrais, sobretudo a alemã. Qualquer luta que se trave contra ela pressupondo a bondade da UE, ou simplesmente a neutralidade da UE, levando a discussão para as suas instituições, promovendo alterações dentro do seu circuito de tratados, acordos, e demais parafernália jurídico-diplomática, apelando ao bom coração dos seus burocratas e à solidariedade dos Governos do centro imperialista para com os povos dominados, vai espatifar-se contra uma parede. Dentro da UE é-se, e ser-se-á sempre, escravo da burguesia alemã. A libertação implica romper com a UE. A discussão de como se pode permanecer na UE e ser um Estado livre e soberano roça o ridículo. "

“Só quem se mexe sente as correntes que o prendem”. 

Rosa Luxemburgo 

A solidariedade internacionalista para com o povo grego e a sua justa luta contra a austeridade (nome comumente atribuído às imposições imperialistas da União Europeia) não se exprime de forma correcta se tivermos uma posição sectária, de crítica pela crítica, para com o Governo do Syriza. É uma verdade indiscutível. Como é verdade que também não se é internacionalista defendendo esse mesmo Governo contra todas as evidências de capitulações, recuos, e traições a promessas eleitorais e a princípios óbvios de uma política de esquerda. 

A unidade das forças de esquerda, indispensável à derrota da investida capitalista, deve conservar-se com firmeza, certamente. Não deve conservar-se a todo e qualquer preço. E o preço de abdicar da crítica ao abandono de elementos incontornáveis e indiscutíveis de uma política de esquerda 1 devemos, todos os que nos reclamamos da esquerda e nos posicionamos contra a opressão ao lado dos dominados, recusar-nos terminantemente a pagar. 

Vamos a factos: logo no dia 11 de Fevereiro, na reunião do Eurogrupo, quando o Governo grego contava meros 16 dias de vida, Yanis Varoufakis esclarecia os parceiros europeus de que “[n]o que respeita às privatizações”, o executivo liderado por Alexis Tsipras afirma-se “totalmente não dogmático”. “Estamos prontos e dispostos a avaliar cada projeto pelos seus próprios méritos. Notícias como aquelas que anunciam a reversão da privatização do porto Pireus não poderiam estar mais longe da verdade” 2

Nesse mesmo documento, Varoufakis fez ainda saber que o aumento do salário mínimo nacional grego, medida proclamada pelo Syriza no dia a seguir à sua eleição, seria afinal de contas aplicado gradualmente, apenas a partir de Setembro, de comum acordo entre trabalhadores e patrões, e com compensações fiscais para o patronato em sede de contribuição para a segurança social, de modo a conservarem a sua competitividade, enquanto brindava os seus colegas com uma declaração de amor, rica de significado e de consequências, a que adiante regressaremos: “a Europa é una e indivísivel, e o Governo grego considera que a Grécia é um membro permanente e inseparável da União Europeia e da nossa união monetária (...) 

Alguns de vós, sei-o, ficaram desagradados com a vitória de um partido de esquerda, de esquerda radical. A esses, tenho a dizer: seria uma oportunidade desperdiçada verem-nos como adversários. Somos europeístas dedicados. Preocupamo-nos profundamente com o nosso povo, mas não somos populistas que prometam tudo a toda a gente. Mais do que isso, podemos levar o povo grego a um acordo que seja benéfico para o europeu médio” 3

Se já encontrávamos aqui diversas cedências e traições às justas aspirações do povo grego na sua luta pela emancipação do garrote da troika, e a insinuação de uma predisposição a todos os títulos inadmissível, a carta seguinte de Varoufakis, escrita a 18 de Fevereiro, é já um resvalar absoluto, indecoroso, vexatório, para a capitulação em toda a linha: Varoufakis, eleito para derrotar a troika, propõe a “supervisão no quadro da UE e BCE e, no mesmo espírito, com o FMI durante a vigência do atual acordo”; o Syriza, uma semana antes propunha um plano de aumento salarial já tíbio, já amedrontado, já antipopular (pois compensava os aumentos de salários com menos impostos para os patrões), deixa implicitamente cair essa medida quando se compromete a evitar “ações unilaterais que enfraqueçam as metas fiscais, a recuperação econômica e a estabilidade financeira”; o Syriza, que durante anos e anos batalhou e fez elemento central da sua luta o combate à ditadura da dívida, a usura, a especulação, em nome de uma reestruturação que expusesse e levasse ao repúdio da componente ilegítima da dívida grega, recua, nesta carta, ao ponto de prometer que as “autoridades Gregas honram as obrigações financeiras para com todos os credores” 4

Todas e cada uma das medidas do Syriza são deitadas por terra no período ínfimo de uma semana, sem que tenha faltado sequer a suprema vergonha de o Syriza ter proposto, e feito eleger como Presidente da República, Prokopis Pavlopoulos, militante da Nova Democracia, grande promotor do FRONTEX e de uma política de mão pesada contra os imigrantes ilegais. Trata-se ainda do homem que estava em funções quando foi assassinado a sangue frio pela polícia o jovem de 15 anos Alexandros Grigoropoulos, durante uma onda sublevações anarquistas.

Mesmo dentro do Syriza, algumas vozes se têm levantado contra este rumo político. O membro do Comité Central do Syriza, Stathis Kouvelakis, escreveu num artigo recente que “a implementação das medidas fundamentais do programa eleitoral do Syriza de Salónica ficam sujeitas à aprovação prévia dos credores, o que corresponde de facto à anulação do programa. Além disso, reconhece os termos odiosos dos acordos com os credores, dessa forma enfraquecendo a posição negocial da Grécia sobre essa questão”. 

O mesmo autor faz ainda um reparo que, cotejado com a “declaração de amor” europeísta de Varoufakis citada acima, nos fornece a chave para deslindarmos o problema crucial da derrota do Syriza: «[t]odos os argumentos tranquilizadores que circularam nos últimos anos – acerca de um bluff europeu, acerca da possibilidade de derrotar a austeridade dentro da eurozona, de separar os acordos com os credores dos memorandos, de soluções na linha da conferência de Londres de 1953 sobre a dívida alemã (quer dizer, de uma reestruturação favorável ao devedor com o acordo do credor) – por outras palavras, os elementos constituintes da narrativa do "bom euro" – entraram todos em colapso.»5.

Aqui chegados, encontramos o ponto fundamental da discussão. É extremamente simplista, e em nada elucida quem acompanha o debate, reduzir o que se passa na Grécia a uma discussão moral sobre a falta de coragem do Syriza. Há traições, recuos, capitulações e derrotas que devem ser tratadas pelo nome. Isso é uma questão. Outra, que é a que importa, é a análise dos motivos subjacentes a essa mesma derrota. E é de todo evidente que o motivo central da derrota do Syriza foi, e será no caso de qualquer partido que perfilhe a grelha de leitura da euro-esquerda, a crença, que francamente chega a ter semelhanças com a religiosidade, nas instituições europeias, no projecto europeu, na natureza intrinsecamente solidária da União Europeia, e demais patacoadas. 

A União Europeia, digamo-lo com todas as letras, é um utensílio de subjugação, de dominação, de exploração e de desapossamento da liberdade e da soberania dos povos periféricos pela burguesia dos seus potentados centrais, sobretudo a alemã. Qualquer luta que se trave contra ela pressupondo a bondade da UE, ou simplesmente a neutralidade da UE, levando a discussão para as suas instituições, promovendo alterações dentro do seu circuito de tratados, acordos, e demais parafernália jurídico-diplomática, apelando ao bom coração dos seus burocratas e à solidariedade dos Governos do centro imperialista para com os povos dominados, vai espatifar-se contra uma parede. Dentro da UE é-se, e ser-se-á sempre, escravo da burguesia alemã. A libertação implica romper com a UE. A discussão de como se pode permanecer na UE e ser um Estado livre e soberano roça o ridículo.  

Que a derrota da euro-esquerda grega, forçada a recuar em toda a linha, elucide o povo grego, e elucide todas as organizações em luta contra a opressão da chamada austeridade, para esta evidência: nenhuma luta em nome dos interesses dos trabalhadores, em nome dos interesses das classes populares, em nome da sua libertação, da garantia de que viverão numa sociedade mais justa e poderão almejar a construir o socialismo e o comunismo será possível sem que, primeiro e antes de mais, tenham quebrado as correntes que os prendem à União Europeia. Bem sabemos que, como dizia Rosa Luxemburgo, só quem se mexe sente as correntes que o prendem. Os gregos mexeram-se. E sentiram-nas nos pulsos, nas pernas, detendo-os e mantendo-os no redil. Sabem que existem. Sabem que importa parti-las para que  se livrem do cárcere em que a UE se tornou. Para com essa luta, para com essa consciencialização, a minha mais absoluta solidariedade internacionalista.


João Vilela 


Notas:

N. do A.: Todas as citações foram propositadamente retiradas do esquerda.net, site oficial do Bloco de Esquerda, partido português congênere do Syriza e seu parceiro no Partido da Esquerda Europeia, de modo a evitar qualquer enviesamento na informação fornecida. 

1 Esqueçamos, por agora, e pese embora não seja um detalhe, o abandono de elementos cruciais de uma política anticapitalista. 


3 www.protothema.gr/files/1/2015/02/18/varouf0.pdf . O texto original, em inglês, é "Europe is whole and indivisible, and the government of Greece considers that Greece is a permanent and inseparable member of the European Union and our monetary union. (...) Some of you, I know, were displeased by the victory of a leftwing, a radical leftwing, party. To them I have this to say: It would be a lost opportunity to see us as adversaries. We are dedicated Europeanists. We care about our people deeply but we are not populists promising all things to all people. Moreover, we can carry the Greek people along an agreement that is genuinely beneficial to the average European.". A tradução é da responsabilidade do autor. 







Dívidas superiores a 3500 euros à Segurança Social passam a dar prisão

Dívidas superiores a 3500 euros à Segurança Social passam a dar prisão

As dívidas superiores a 3500 euros à Segurança Social podem ser consideradas a partir de agora fraude e levar a uma pena de prisão até três anos.
Segundo o jornal i, estas dívidas podem também resultar em multas de 180 mil euros, para as pessoas singulares, ou até 3,6 milhões de euros, para as empresas.
A nova regra está prevista no Orçamento do Estado para 2013 e até agora o limite da dívida era de 7500 euros. O objectivo do Executivo liderado por Pedro Passos Coelho é obrigar as empresas a pagar à Segurança Social os descontos relativos aos seus trabalhadores. Contundo, a nova medida não vai ter efeitos retroactivos.
Mas a aplicação da nova medida poderá vir a prejudicar os trabalhadores independentes, segundo o i.
Em 2012, houve perto de cem mil cobranças coercivas a trabalhadores independentes. Com as alterações do Governo, a partir de 2013 75% do rendimento dos trabalhadores independentes vão ficar sujeitos a IRS. Além disso, estes trabalhadores vão sofrer os mesmos aumentos de impostos que os restantes contribuintes devido às alterações nos escalões do IRS e da sobretaxa de 3,5%.

RADIO MOSCOVO NÃO FALA VERDADE


26 LUGARES REAIS QUE PARECEM TER SIDO RETIRADOS DE UM CONTO DE FADAS

Quando falamos em conto de fadas o senso comum mediano logo recorre a Disney e por consequência a Disneylândia. No entanto não existe erro tão flagrante quanto esse. Ainda que os parques temáticos explora e esquadrinha os personagens de fábulas de fantasia, tem pouco a oferecer para alguém ávido por aventuras reais e que sofre de um grave caso de vontade de viajar. Portanto, se você gosta de contos de fadas e é recorrentemente afetado por um inclemente wanderlust, esta lista foi feita para você.

Algumas destas paisagens, que nos convidam a sonhar, realmente parecem tiradas de um conto de fadas e alguma vezes nem parecem reais. A lista foi criada com base em uma discussão sobre o asssnto no Cora.


Castelo de Neuschwanstein, na Alemanha
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 01
Via: Andreas Zerndl

Caverna de Glowworm, Nova Zelândia
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 02
Via: Opticoverload

Colmar, França
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 03
Via: Flickr: fonz86

Caverna Batu, Malásia
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 04
Via: Shaun Robinson

Catedral de São Basílio, na Rússia
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 05
Via: Pavel L

Rúnel de Wisteria, Japão
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 06

Paro Taktsang, Butão
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 07
Via: Photopictures

Caverna dos Cristais, México
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 08
Via: CARSTEN PETER

Angkor Wat, no Camboja
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 09
Via: Sam Garza

Angel Falls, na Venezuela
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 10
Via: Vadim Petrakov

Petra, Jordânia
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 11


Zhangye Danxia, China
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 12
Via: MelindaChan

Mont Saint-Michel, França
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 13
Via: Flickr: grandyann

Pamukkale, Turquia
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 14
Via: Serghei Starus

Viaduto Glenfinnan, Escócia
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 15
Via: Martin M303

Baía Ha Long, no Vietnã
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 16


Santuário Las Lajas, Colômbia
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 17
Via: Rafal Cichawa

Mar de estrelas nas ilhas Vaadhoo, Maldivas
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 18
Via: Doug Perrine

Sintra, Portugal
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 19
Via: Flickr: pedrosz

Avenida dos Baobás, Madagascar
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 20
Via: Todd Gustafson

Castelo de Peles, Romania
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 21


Floresta do Paqrqu Nacional de Zhangjiajie, China
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 22
Via: Gil.K

Taj Mahal, na Índia
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 23
Via: Flickr: nothing3

Dark Hedges, Irlanda
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 24
Via: Daz Brown

Palácio de Versalhes, França
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 25
Via: euclem

Campo de tulipa no Vale de Skagit, Estados Unidos
26 Lugares reais que parecem que foram retirados dos contos de fadas 26
Via: RuthChoi


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A MAIOR ROTURA (QUEDA) DE UM ICEBERG JAMAIS FILMADA

Um notável vídeo que merece ser resgatado entre a enorme quantidade de informação que circula a rede cotidianamente. Parte do documentário Chasing Ice, este time-lapse transmite o estremecimento e o pânico telúrico da histórica ruptura do Glaciar Illuissat na Groenlândia, captado por Adam LeWinter e Jeff Orolwski.



Este evento cataclísmico durou 75 minutos e longos blocos de gelo desta geleira de mais de 900 metros de altura (a maioria submarinos) explodiram no transcurso: a geleira retraiu mais de 1,5 km e a fratura do gelo ficou espalhada por uma área de 5 km de largura. Não há dúvida de que há enorme beleza também na destruição.

ATENÇÃO ESTE VÍDEO CONTÉM LEGENDAS EM PORTUGUÊS



BASTA CLIKAR NO RECTÂNGULO NO CANTO INFERIOR DIREITO ACTIVAR LEGENDAS QUE APARECERÃO EM INGLÊS E DEPOIS CLIKAR NA RODINHA DENTADA TRADUZIR LEGENDAS PROCURANDO O IDIOMA



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O HOMEM MAIS ELÁSTICO DO MUNDO (Vídeo)

Gary Turner é o dono de um recorde inusitado, o de Homem mais elástico do mundo. Gary é portador da Síndrome de Ehlers-Danlos, que faz com que sua pele tenha menor resistência da molécula de colágeno, tornando se elástica. Ele que não é bobo e nem nada, aproveitou para capitalizar a doença e fez do seu problema uma fonte de renda.


O idioma do vídeo é o espanhol, mas não deve constituir uma grande barreira para entendê-lo.


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SURPREENDENTES IMAGENS DO PLANETA VERMELHO

Desde 2006, o Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) da NASA está em órbita ao redor do planeta Marte, atualmente a uns 300 quilômetros de altura. A bordo do MRO encontra-se a HiRISE, uma câmera de altíssima resolução que vem fotografando o planeta por vários anos. Aqui você uma bela coleção de imagens com intricados detalhes das paisagens tanto familiares como verdadeiramente estranhas da superfície de nosso planeta vizinho.


Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Intersecções de caminhos deixados por tormentas de pó no passado.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Uma enorme duna em forma de meia lua, em uma região onde algumas dunas vem reduzindo seu tamanho ao longo de vários anos.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Dunas de areia onduladas no hemisfério sul de Marte, mostrando geladas estacionais na vertente oposta.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
O pólo sul de Marte é coberto todos os anos por uma camada de gelo de dióxido de carbono. O gelo é transparente e a luz solar pode penetrar e aquecer a superfície que jaz embaixo do gelo.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Dunas em um cratera em Newton Basin em processo de erosão ou que cobrem uma estrutura de rocha abaixo.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Dunas lineais na região polar norte de Marte. Polígonos formado por redes de gretas cobrem o substrato entre as dunas lineais.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
A borda de um cratera de 6 km de diâmetro no hemisfério sul.Erosão na camada de gelo residual do pólo sul, com estratos expostos em buracos rodeados de características poligonais.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Exposição de camadas e minerais em Candor Chasma.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
A erosão pelo vento talhou padrões em forma de V ao longo da borda das camadas.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Uma parte do Pólo Sul de Marte, mostrando camadas estratificadas expostas por um longo processo de sublimação.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Mesetas rochosas na região Nilosyrtis Mensae. Minerais como filosilicatos foram detectados nesta região e são de grande interesse na busca de vida no passado de Marte.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Parte do campo de dunas Undae Abalos. A areia parece azulada devido a sua composição basáltica.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Plataformas de escombros lobulados na região de Deuteronilus Mensae. Os solos desta região exibem complexas alinhamentos de cristas e poços.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Um cratera de impacto nos depósitos estratificados do pólo sul.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Uma tormenta de pó na superfície marciana ao sul de Reüll Vallis. O diâmetro deste pequeno redemoinho é de 200 metros.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Descongelamento de dunas no pólo norte. Na primavera o gelo é sublimado (evapora-se) e este processo ativo move as diminutas partículas de pó.

Surpreendentes imagens do planeta vermelho
Cratera Vitória em Meridiani Planum. A cratera tem aproximadamente 800 metros de diâmetro.


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MOCHILA DRAGÃO PARA GÓTICOS

Nada mais sugestivo para um gótico que uma mochila com um sinistro dragão, um elemento para fechar o circulo freak desta gente que vive no lado negro da força. É só colocar a peça que o monstro parece estar agarrado tal e qual um papagaio de pirata. Apesar do aspecto bizarro da coisa, não deixa de ser uma ideia original.


Mochila para góticos
Mochila para góticos
Mochila para góticos
Mochila para góticos
Mochila para góticos
Mochila para góticos
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Mochila para góticos
Mochila para góticos


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