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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Irmandade religiosa faz despejo de idosa - Mulher de 67 anos pode perder casa onde vive há 40.

Irmandade religiosa faz despejo de idosa 

Mulher de 67 anos pode perder casa onde vive há 40. 


 Liliana Rodrigues Uma reformada, de 67 anos, arrisca-se a ser despejada da casa onde vive há quase 40 anos, na praça Alexandre Herculano, em Braga, pela Irmandade de Santa Cruz. O caso chega a tribunal amanhã. "Sempre vivi naquele apartamento e a proprietária disse-me que ficaria para mim quando ela morresse", explica ao CM a reformada, que não quer ser identificada, por vergonha. Realizou obras de melhoramentos e, após a morte da proprietária, procurou um notário, onde, na presença de testemunhas, escriturou o apartamento. "Estava convencida de que não havia nada ilegal e era mesmo meu", explica. Mas cinco anos depois, em 2014, recebeu um processo do tribunal. "Fiquei a saber que havia um testamento de vários imóveis e mais de um milhão de euros para a Irmandade. Nunca me contactaram, foram logo para tribunal. Falei duas vezes com o bispo, mas de nada valeu", conta. "Querem que pague 350 euros de renda, mas recebo menos de 300 euros. Esperava-os mais humanos." Não foi possível um esclarecimento do Provedor da Irmandade. 

 http://www.cmjornal.xl.pt/

NÚMEROS DO DCIAP SOBRE AVERIGUAÇÕES PREVENTIVAS NÃO BATE CERTO

NÚMEROS DO DCIAP SOBRE AVERIGUAÇÕES PREVENTIVAS NÃO BATE CERTO

Segundo o relatório de inspecção do Ministério Público aos serviços do DCIAP, que abrange o período de 13 de setembro de 2009 a 13 de setembro de 2013, cruzando os números das AP com os que constavam do relatório anual de actividades de 2012, detecta-se uma "discrepância assinalável" entre o número de AP ali referidas como transitadas e o mencionado naquele relatório (362), como AP pendentes para o ano de 2013.
"Discrepância que se aproxima das 200 AP, para cujo desaparecimento a inspecção não logrou encontrar explicação razoável que não seja a da incapacidade para um efectivo e fiável controlo estatístico da actividade processual do DCIAP nesta sede", lê-se no documento divulgado pelo Ministério Público.
O relatório refere também que, neste domínio, se detectaram várias "situações de sobreposição de registos e até de confusão entre procedimentos de índole diversa, na medida em que se examinaram alguns ‘dossiers’" de acompanhamento, por parte da direcção com o mesmo número de registo das AP que supostamente acompanhavam.
Mais adiante, o relatório refere que a "duplicação e sobreposição" registada no DCIAP tinha continuidade na própria Polícia Judiciária, cuja Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) abriu, por sua vez, uma AP com numeração própria e diferente da registada no DCIAP.
"Este estado de coisas foi observado e confirmado mediante o exame das 33 AP que se encontravam fisicamente no DCIAP, não se tendo considerado necessário mandar recolher para exame as demais pendentes e em investigação, na aludida UNCC da PJ, sendo certo, por outro lado, que os mencionados ‘dossiers’, apesar da sua instrução desordenada e lacunosa, se constituíram em fonte acrescida e privilegiada de informação pertinente nesta matéria", lê-se no documento.
O relatório constatou que as AP funcionam como notícia do crime e como primeiro suporte físico do novo processo, mas observa que o procedimento suscita "alguma estranheza, mesmo reserva", na medida em que todo o procedimento decorre sob "grande sigilo, sem que aos suspeitos/visados e outros intervenientes se dê qualquer explicação ou satisfação, mesmo quando pessoal ou institucionalmente interpelados e, por vezes, até ouvidos em declarações registadas em auto, embora se diga que a audição foi informal".
A inspecção alerta ainda que o DCIAP - braço do MP que investiga a criminalidade mais complexa, organizada e sofisticada - não está organizado como uma estrutura interna com um quadro de pessoal devidamente hierarquizado e esquematizado, apontando ainda gastos elevados de despesas correntes e funcionamento.
Os inspectores do Ministério Público, responsáveis pelo relatório, João Rato e Maria Paula Peres, salientam, nas conclusões, a necessidade de "repensar toda a organização e funcionamento do DCIAP, num exercício próximo de um 'regresso às origens', revisitando os fundamentos da sua concepção e institucionalização".
Alertam para a necessidade de haver regras "claras e inequívocas" sobre as competências do DCIAP no âmbito da direcção do inquérito e por forma a assegurar a afectação dos magistrados a determinadas áreas de intervenção, segundo "critérios aleatórios e previamente definidos".
O relatório termina com propostas dirigidas ao director do DCIAP, Amadeu Guerra, à procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, e ao Conselho Superior do Ministério Público, para que suscitem, junto dos poderes legislativos e executivo, a adopção das medidas necessárias à alteração do enquadramento legal do DCIAP quanto à redefinição das suas competências e dotação dos meios humanos e materiais, entre outros pontos.
Solicitam ainda às mesmas entidades a "adopção imediata" de medidas para suprir "algumas das deficiências de organização e de funcionamento" do DCIAP.

NÚMEROS DO DCIAP SOBRE AVERIGUAÇÕES PREVENTIVAS NÃO BATE CERTO - A inspecção realizada ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) detectou "incongruência" nos números das Averiguações Preventivas (AP), procedimento relacionado com a função preventiva desta unidade, no combate à corrupção e criminalidade económico-financeira.

NÚMEROS DO DCIAP SOBRE AVERIGUAÇÕES PREVENTIVAS NÃO BATE CERTO


Segundo o relatório de inspecção do Ministério Público aos serviços do DCIAP, que abrange o período de 13 de setembro de 2009 a 13 de setembro de 2013, cruzando os números das AP com os que constavam do relatório anual de actividades de 2012, detecta-se uma "discrepância assinalável" entre o número de AP ali referidas como transitadas e o mencionado naquele relatório (362), como AP pendentes para o ano de 2013.
"Discrepância que se aproxima das 200 AP, para cujo desaparecimento a inspecção não logrou encontrar explicação razoável que não seja a da incapacidade para um efectivo e fiável controlo estatístico da actividade processual do DCIAP nesta sede", lê-se no documento divulgado pelo Ministério Público.
O relatório refere também que, neste domínio, se detectaram várias "situações de sobreposição de registos e até de confusão entre procedimentos de índole diversa, na medida em que se examinaram alguns ‘dossiers’" de acompanhamento, por parte da direcção com o mesmo número de registo das AP que supostamente acompanhavam.
Mais adiante, o relatório refere que a "duplicação e sobreposição" registada no DCIAP tinha continuidade na própria Polícia Judiciária, cuja Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) abriu, por sua vez, uma AP com numeração própria e diferente da registada no DCIAP.
"Este estado de coisas foi observado e confirmado mediante o exame das 33 AP que se encontravam fisicamente no DCIAP, não se tendo considerado necessário mandar recolher para exame as demais pendentes e em investigação, na aludida UNCC da PJ, sendo certo, por outro lado, que os mencionados ‘dossiers’, apesar da sua instrução desordenada e lacunosa, se constituíram em fonte acrescida e privilegiada de informação pertinente nesta matéria", lê-se no documento.
O relatório constatou que as AP funcionam como notícia do crime e como primeiro suporte físico do novo processo, mas observa que o procedimento suscita "alguma estranheza, mesmo reserva", na medida em que todo o procedimento decorre sob "grande sigilo, sem que aos suspeitos/visados e outros intervenientes se dê qualquer explicação ou satisfação, mesmo quando pessoal ou institucionalmente interpelados e, por vezes, até ouvidos em declarações registadas em auto, embora se diga que a audição foi informal".
A inspecção alerta ainda que o DCIAP - braço do MP que investiga a criminalidade mais complexa, organizada e sofisticada - não está organizado como uma estrutura interna com um quadro de pessoal devidamente hierarquizado e esquematizado, apontando ainda gastos elevados de despesas correntes e funcionamento.
Os inspectores do Ministério Público, responsáveis pelo relatório, João Rato e Maria Paula Peres, salientam, nas conclusões, a necessidade de "repensar toda a organização e funcionamento do DCIAP, num exercício próximo de um 'regresso às origens', revisitando os fundamentos da sua concepção e institucionalização".
Alertam para a necessidade de haver regras "claras e inequívocas" sobre as competências do DCIAP no âmbito da direcção do inquérito e por forma a assegurar a afectação dos magistrados a determinadas áreas de intervenção, segundo "critérios aleatórios e previamente definidos".
O relatório termina com propostas dirigidas ao director do DCIAP, Amadeu Guerra, à procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, e ao Conselho Superior do Ministério Público, para que suscitem, junto dos poderes legislativos e executivo, a adopção das medidas necessárias à alteração do enquadramento legal do DCIAP quanto à redefinição das suas competências e dotação dos meios humanos e materiais, entre outros pontos.
Solicitam ainda às mesmas entidades a "adopção imediata" de medidas para suprir "algumas das deficiências de organização e de funcionamento" do DCIAP.

UM REPÓRTER ESPANHOL ENTRA NA FAVELA DO MORRO DOS MACACOS - Relato pavoroso de um jornalista espanhol, do jornal El Pais, que entrou na favela carioca do Morro dos Macacos depois dos incidentes entre os narcotraficantes e a polícia.

Relato pavoroso de um jornalista espanhol, do jornal El Pais, que entrou na favela carioca do Morro dos Macacos depois dos incidentes entre os narcotraficantes e a polícia. Note, pela narrativa do repórter, que os próprios moradores se alinham a bandidagem, muitos por receio, mas com certeza alguns, por puro prazer proporcionado pelo poder.


O percurso no interior de um táxi pela denominada faixa de Gaza e a favela Nelson Mandela, na zona norte do Rio de Janeiro, serve de pouco porque a operação lançada esta manhã pela Polícia Militar já foi concluída. Também não há movimentos destacáveis nas favelas Manguinhos e Jacarezinho, nas quais a polícia também entrou nas últimas horas, detendo suspeitos e apreendendo drogas e armas.

A ofensiva contra o narcotráfico desatado
no passado fim de semana nestes subúrbios pôs tudo de pernas para o ar e já se contabilizam mais de 33 mortos. Não é que a miséria tenha uma aparência diferente, mas hoje a gente caminha mais rápido pela rua e tenta não se expor demais ante um mais que provável tiroteio. É a cara mais sombria e angustiante do Rio de Janeiro.
Um repórter espanhol entra na favela do morro dos macacos
São cerca de duas da tarde da terça-feira e o acesso principal à favela Morro dos Macacos, o mesmo lugar que no sábado se converteu em zona de guerra -os narcotraficantes chegaram a derrubar um helicóptero da polícia a tiros-, aparenta normalidade. Só há uma patrulha da Polícia Militar com três policiais na vigia. Parecem tranqüilos, como se nada tivesse acontecido ultimamente. Identifico-me como jornalista e pergunto se no interior da favela há patrulhas policiais. Um agente responde-me que não pode dar essa informação. Pergunto se a situação está sob o controle da polícia, tal e como os máximos responsáveis pelas forças da ordem do Rio tinham assegurado à imprensa dois dias antes.

- "Não posso dizer. Aparentemente está tranquilo, mas não posso garantir nada. Se decidir entrar, estará sob sua total responsabilidade", diz o
policial, amável.

Decido ir até à parte baixa da favela, só ao primeiro trecho da ruela principal, para falar com alguns comerciantes sobre o sucedido no último fim de semana. Contam que a escola local já retomou as aulas, conquanto as portas permanecem fechadas. Na rua não há muito movimento e só algumas pequenas lojas de bugigangas funcionam a essa hora.

Uma vizinha narra que permaneceu presa em sua casa todo o final de semana. - "Tinha que estar louco para sair", explica, enquanto me olha com uma mistura de curiosidade e desconfiança. Um pouco mais adiante, em frente a um pequeno bar, há um sofá todo rasgado sobre a calçada. Sobre o móvel na parede leio: "Alô, drogas mil. ADA"Amigos dos Amigos é o nome da facção criminosa que controla o Morro dos Macacos. Com estas grafites os narcotraficantes marcam seu território.

São duas e meia. Vou um pouco mais adiante, a uns 250 metros da entrada da favela, faço minha última parada. No lado esquerdo da rua distingo uma pequena praça cercada e rodeada por pequenos bares e armazéns, a maioria já fechados. O fato chama-me a atenção e me aproximo-me de um dos únicos locais que ainda funcionam para perguntar por que quase ninguém está trabalhando. O encarregado, de uns 50 anos, se abana enquanto prepara sorvetes para duas garotas, uma adolescente e outra que não chega aos 10 anos. Depois de me apresentar, menciono a situação do fim de semana e pergunto se é verdade que parte da invasão protagonizada pelo bando de criminosos Comando Vermelho se produziu por aquele acesso principal.

- "Não teve nenhuma invasão. Foram os polícias militares que os trouxeram até aqui no interior do caveirão, e depois os soltaram", me responde a adolescente, sem me ocultar sua irritação por minha presença. O comentário é absurdo e soa à versão dos fatos dos criminosos locais. A garota retrocede uns passos e comenta algo com um rapaz de sua mesma idade que está presente no lugar. Não consigo ouvir o que dizem.

Não passa muito tempo até que se aproxima um indivíduo entre 40 e 50 anos com o torso nu e a cabeça raspada. No pescoço um grande cordão de ouro com um pingente: o dente de algum animal de grande porte. Depois de saudar-nos, aparecem por trás dele vários meninos armados com pistolas automáticas e fuzis de assalto. Minha primeira reação é a de abaixar a cabeça, levar as mãos à nuca e ficar de joelhos ante eles, mas irracionalmente dou-lhes as costas porque não suporto a imagem das pistolas encarando-me. O medo me invade. Tenho em frente a mim o dono do local sentado em uma cadeira, em estado de pânico.

O homem do pingente se aproxima e coloca uma pistola de grande calibre contra a minha têmpora. Todos falam e gritam ao mesmo tempo. Reconheço dois sub-fuzis UZI. Todos são muito jovens. Dois meninos me encaram. O chefe dirige-se a mim:

- "Agora vai dizer quem é você e o que anda fazendo aqui".

- "Sou jornalista e vim entrevistas algumas pessoas sobre o que aconteceu aqui durante o fim de semana".

- "Cara, se estiver mentindo te apagamos aqui mesmo".


Um repórter espanhol entra na favela do morro dos macacosDa carteira extraem minha carteirinha de jornalista e meu RG espanhol. O homem estuda a documentação enquanto alguns narcotraficantes advogam a gritos pela minha execução.

- "Tirem este espanhol daí e levem para o centro da praça", resolve o chefe. Enquanto empurram-me, um dos meninos me diz ao ouvido: - "Se você for um desses jornalistas que fazem reportagens sobre nós... vai-te preparando mané". Um suor frio percorre-me as espinhas.

Então o líder fala:

- "Jornalista, deixa de tremer, porque se quiséssemos ter te matado, já estaria". São as primeiras palavras minimamente tranquilizadoras. Revisam meu bloco de anotações e meu celular, e retiram do meu bolso um pequeno gravador digital. Um dos meninos tenta convencer o resto de que o gravador é uma câmera oculta.

No meio da gritaria e com uma UZI apontando ao estômago, imploro misericórdia e tento explicar que no gravador não há nenhum material que possa comprometê-los. Consigo manipular o aparelho até que soa a última entrevista gravada essa manhã com um conhecido experiente brasileiro em pobreza. O líder conclui que devo ser libertado. Devolve-me a carteira e meu material de trabalho. No entanto, assalta-me o pressentimento de que nem tudo tinha terminado.

Minha intuição não falha. Aparece um indivíduo que aparenta ser outro cabeça do narcotráfico local, bem mais jovem e um pouco gordo, também bem mais agressivo. Dá a ordem de que me retenham e se aproxima. Encarando-me,
pisa ano meu pé direito e rasga a minha camisa. Outros dois me dão um par de golpes na cabeça e me sacodem, o recém chegado busca como um possesso alguma câmera. Não encontra nada, mas pega o celular e a gravadora e me diz:

- "Corre rua abaixo e não olhe para trás se não quiser morrer".

Acato a ordem e percorridos alguns metros, ouço gritos: - "Põe a camisa ou eu atiro!". Visto-me apressadamente com os trapos que sobraram. São 14:40. Quando saio da favela e me aproximo dos polícias que estão de campana.

- "Retiveram-me durante 10 minutos. Quase me matam".

- "Tinham muitas armas?"

- "Sim, muitas. E eles também eram muitos.

- "Seguem aí adentro..."


Cai a madrugada e olho absorto uma foto surpreendente publicada na edição digital de um jornal local: dentro de um carrinho de supermercado abandonado em um dos acessos ao Morro dos Macacos há um homem executado a tiros com o rosto desfigurado. A foto foi feita duas horas após minha libertação. Na imagem há vários curiosos tirando fotos com os celulares, e em primeiro plano distingue-se uma garota que observa a cena de costas à câmera. Pela roupa e o cabelo poderia jurar que é a mesma que pouco antes pôs em perigo minha vida.


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40 OBRAS PRIMAS DE PINTURA DIGITAL DE FAMOSOS - A demanda pela pintura tradicional nunca diminuiu através dos séculos, mas a era mais moderna de aplicações informáticas nos trouxe outra técnica que não exige sujar as mãos, pincéis ou espátulas para aplicar pigmento em forma líquida a uma superfície, a fim de colori-la, atribuindo-lhe matizes, tons e textura. A pintura digital não exige tanto tempo para a criação de ilustrações no computador em comparação com as pinturas tradicionais, mas há que, de qualquer forma, ter muito talento para criar boas obras.

A demanda pela pintura tradicional nunca diminuiu através dos séculos, mas a era mais moderna  de aplicações informáticas nos trouxe outra técnica que não exige sujar as mãos, pincéis ou espátulas para aplicar pigmento em forma líquida a uma superfície, a fim de colori-la, atribuindo-lhe matizes, tons e textura. A pintura digital não exige tanto tempo para a criação de ilustrações no computador em comparação com as pinturas tradicionais, mas há que, de qualquer forma, ter muito talento para criar boas obras.

Adriana Lima
40 obras-primas da pintura digital de celebridades 01
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Evidentemente que a arte digital nos possibilita um grande número de ferramentas para mudar as texturas e cores na tela, o problema começa quando não sabemos quais ferramentas são essas e como devem ser utilizadas e isso, antes de ser apenas uma questão de aptidão adquirida, deve conjuminar com uma necessária aptidão natural para a arte. 

É bem verdade que os artistas digitais têm um monte de recursos adicionais nestes aplicativos. Eles podem, por exemplo, desfazer ou remover qualquer ação indesejada realizada na imagem usando um comando "Undo" ou/e salvando várias cópias do mesmo desenho para posterior comparação da obra de arte melhor selecionada. Infelizmente, há nesse meio pessoas que são sacanas: editam uma fotografia real para que pareça o resultado de uma edição. Inclusive, há alguns anos eu promovi um artista assim, que se dizia "o cara" da pintura digital e na verdade era só um impostor. 

Assim, selecionamos 40 obras de pinturas digitais de celebridades, com links que levam a página de seus criadores para que notem que quase todos apresentam um "speed painting" -passo a passo da pintura digital em alta velocidade-, usando as técnicas de simulação de pintura tradicional com ajuda do mouse, caneta digital ou muitas vezes com o próprio dedo. Veja que bacana esta vitrine de pinturas digitais fotorrealistas de celebridades!
Jared Leto
40 obras-primas da pintura digital de celebridades 02
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Angelina Jolie
40 obras-primas da pintura digital de celebridades 03
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Charlize Theron
40 obras-primas da pintura digital de celebridades 04
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Christina Aguilera
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Doutzen Kroes
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Jimi Hendrix
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Johnny Depp
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Katie Melua
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Katy Perry
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Keira Knightley
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Megan Fox
40 obras-primas da pintura digital de celebridades 12
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Morgan Freeman
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Rihanna
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Rosie Huntington Whiteley
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Scarlett Johansson
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Taylor Swift
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Matt Damon como Thomas Ripley
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Anne Hathaway
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Bradley Cooper
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Kate Beckinsale
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Liv Tyler
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Natasha Romanoff
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Olivia Wilde
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Audrey Hepburn
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Bono
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Brooke Addamo
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Gisele Bundchen
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Jennifer Lawrence
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Jennifer Lopez
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Jessica Biel
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John Watson
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Kate Winslet
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Kristen Kreuk
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Lady Gaga
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Kate Upton
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Natasa Kocevska
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Jessica Simpson
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Robert Downey Jr.
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Ewan McGregor
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UM PASSEIO LUNAR NO CHILE - O Vale da Lua fica em uma depressão dentro da Cordilheira de Sal no Chile, uma área que está a 2.500 metros acima do nível do mar, mas que parece uma paisagem de outro planeta, ou ao menos uma paisagem da Lua.

Vale da Lua fica em uma depressão dentro da Cordilheira de Sal no Chile, uma área que está a 2.500 metros acima do nível do mar, mas que parece uma paisagem de outro planeta, ou ao menos uma paisagem da Lua. Milhares de anos de erosão no deserto deixaram formações caprichosas, mas sobretudo, pelas tonalidades, as formações de sal, e a arte do vento e a pouca chuva, a região brinda postais quase irreais.


Maravilhas do mundo - Um passeio lunar no Chile
Maravilhas do mundo - Um passeio lunar no Chile
E entre tanta paisagem lunar, a Lua também se faz presente:
Maravilhas do mundo - Um passeio lunar no Chile
Mas a água, nem tanto...
Maravilhas do mundo - Um passeio lunar no Chile
Maravilhas do mundo - Um passeio lunar no Chile
Maravilhas do mundo - Um passeio lunar no Chile
Maravilhas do mundo - Um passeio lunar no Chile
Maravilhas do mundo - Um passeio lunar no Chile
A pouca vida observada no local, às vezes são os turistas, e suas sombras:
Maravilhas do mundo - Um passeio lunar no Chile
Maravilhas do mundo - Um passeio lunar no Chile
Maravilhas do mundo - Um passeio lunar no Chile
Entre tanta atmosfera estranha, há sinais que lembram que ainda estamos na terra.
Maravilhas do mundo - Um passeio lunar no Chile
E surpreendentemente, alguns sinais de vida em zonas limítrofes. Talvez poderia existir algo mais irreal que um flamingo voando na Lua?
Maravilhas do mundo - Um passeio lunar no Chile
Vale da Lua está situado na Região de Antofagasta, a somente 13 quilômetros do pequeno povoado de San Pedro de Atacama. A área, é parte da Reserva Nacional dos Flamingos, uma zona desértica que se divide em 7 regiões segundo sua altitude e variações no ecossistema.


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