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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

A PARTIR DE HOJE NO DESENVOLTURAS & DESACATOS PODERÁ VER: REINOS, PROTECTORADOS E POVOS DE ÁFRICA - O Reino de Benin

O Reino de Benin



Reino de Benin, Império de Benim ou Império Edo (1440-1897) foi um grande estado africano pré-colonial da moderna Nigéria. Não deve ser confundido com o país dos nossos dias chamado Benim (outrora chamado Daomé).




Origem


Segundo um conto tradicional, fala-se de um Estado, uma forma de república anterior ao reino. Os povos originais e fundadores do Império de Benim, o povo Bini, foram inicialmente governados pelos Ogisos (Reis do Céu). A cidade de Ubini (mais tarde chamada Benin City) foi fundada em 1180.

Cerca de 36 Ogiso conhecidos são contabilizados como príncipes do império. Uma tradição oral afirma que durante o último reinado o Ogiso, seu filho e evidente herdeiro Ekaladerhan foram banidos do Benim em conseqüência de uma mensagem do oráculo para Ogiso, modifica por uma das rainhas. O príncipe Ekaladerhan era um poderoso guerreiro e bem amado. Na partida do Benim se deslocaram no sentido oeste para à terra dos Yoruba. Nessa ocasião, o oráculo de Ifá disse que o povo Yoruba de Ile Ife (também conhecida como Ife) seria regida por um homem que sairá da floresta. Na sequência Ekaladerhans chegou à cidade Yoruba de Ife, ele finalmente subiu à posição do Oba (significado 'rei' ou 'soberano' na língua Yoruba) e depois recebeu o título de Ooni de Ife.

Ele mudou seu nome para 'Izoduwa', (que na língua dele diz, "Eu escolhi o caminho da prosperidade") e ser digno do Grande Oduduwa, também conhecido como Odudua, Oòdua e Eleduwa, dos Yorubas. Na morte de seu pai, o último Ogiso, um grupo de Chefes de Benim liderados pelo Chefe Oliha veio para Ife, implorar ao Oba (Rei) Oduduwa para voltar ao Benim para subir o trono. A resposta de Oduduwa foi "um governante não pode deixar o seu domínio", mas ele tinha sete filhos e iria pedir para um deles voltar ao Benim para se tornar o próximo rei.

Oranyan (também conhecido como Oranmiyan), um dos filhos de Oduduwa e filho da esposa Yoruba de Oduduwa Okanbi, concordou em ir para Benim. Ele passou alguns anos em Benim antes de voltar para as terras Yoruba e estabelecer o seu próprio reino Yoruba de Oyo. Diz-se que ele deixou o local com raiva e chamou-o "Ile Ibinu" (que significa, "terra de aborrecimento e irritação), e foi esta frase que se tornou a origem do antigo nome 'Ubini' de Benin City. Oranmiyan, em seu caminho de casa para Ife, parou brevemente em Ego, onde ele engravidou a princesa Erimwinde, a filha do Enogie de Ego e ela deu à luz uma criança chamada Eweka.





Durante o reinado do Oba Oduduwa como Alaafin de Oyo, Eweka tornou-se o Oba em Ile Ibinu. Oba Ewedo, um ancestral do Oba Ewaka I, mudou o nome da cidade de Ile Ibinu para Ubini, que o português, na sua própria língua, corrompeu-a para Benim ou Bini. Em 1440, Oba Ewuare, também conhecido como 'Ewuare o Grande ", chegou ao poder e transformou a cidade-estado em um império. Cerca de 1470, ele nomeou o novo estado Edo.

Idade de Ouro


Oba do Reino de Benin em procissão, século 17. Giulio Ferrario,
IL Costume Antico e Moderno (Milano, 1815 1827).

O Oba tornou-se o supremo poder na região. Oba Ewuare, o primeiro Oba Golden Age, é creditado com a Benin City que se converteu em uma fortaleza militar protegida por fossos e paredes. Foi a partir deste baluarte que ele lançou a sua campanha militar, e começou a expansão do reino.

Contato com os Portugueses

Quando os portugueses entram em contato com Benin, por volta de l480, o reino se encontrava em plena expansão. Teria umas oitenta léguas de comprimento por quarenta de largura. Benin vivia em intermináveis guerras em seu processo de expansão. Nos últimos anos do século XV, uma expedição portuguesa foi à capital do reino para estabelecer os primeiros contatos com Evaré, o Grande, o Oba em exercício (era o décimo quinto da dinastia). A Oba recebeu os portugueses de braços abertos.


Cabeça de marfim, Império de Benim,
século XVI (Metropolitan Museum of Art).

O cobre era um dos principais produtos que os Edos obtinham no comércio do Níger. A cola guineense era tradicionalmente trocada pelo cobre e o algodão sudanês. O Oba Esigi que sucedeu Evaré foi ainda mais favorável aos portugueses. Permitiu que missionários cristãos construíssem igrejas no reino, que seus súditos batizassem, porém ele não se converteu ao cristianismo, como fez seu contemporâneo manikongo Afonso, rei do Kongo. O único traço cristão que permaneceu em Benin foi à crucificação de seus inimigos, ou seja, o cristianismo não vingou. Tal castigo era desconhecido na África antes da chegada dos cristãos. O comércio entre os portugueses e Benin, além de escravos, envolvia armas, pimenta, vestimentas, marfim, etc.

Fontes: Wikipédia / Prefeitura de Barra Mansa

civilizacoesafricanas.blogspot.pt

SUPER MORCEGO

O único dos mamíferos com capacidade de voar e que representam 1/4 de toda a fauna de mamíferos do planeta. Este rato com asas tem cerca de mil espécies, que possuem uma enorme variedade de formas e tamanhos, podem ter uma envergadura de cinco centímetros até dois metros; enorme capacidade de adaptação a qualquer ambiente e ampla variedade de hábitos alimentares, nunca vista em nenhuma outra ordem animal.

Apesar do que mostra o cinema de terror, somente três espécies são hematófagos, ou seja, se alimentam desangue, e apenas são encontrados aqui no Brasil e alguns outros países da América Latina. O bichinho contribue substancialmente para o equilíbrio dos ecossistemas, pois atua como polinizador, dispersor de sementes e controlador das populações de insetos. O morcego tem o extraordinário sentido de ecolocalização ou biosonar ou ainda orientação por ecos, que utiliza para voar por entre obstáculos ou para caçar suas presas. Aqui sete fotografias de um exemplar gigante.
Super morcego
Super morcego
Super morcego
Super morcego
Super morcego
Super morcego
Super morcego


 http://www.mdig.com.br/

Melhor pugilista da história “matou” rival e depois deu dinheiro a sua mãe - Normalmente quem pensa em boxe identifica em Muhammad Ali a figura mais famosa e midiática que já pisou sobre um ringue. No entanto, quase 100% das listas de respeito apontam Sugar Ray Robinson como o maior pugilista de todos os tempos. Em seus 200 combates, o meio-médio americano apresenta uma coleção de nocautes, números impressionantes, mas também a morte de um adversário para lamentar.


Melhor pugilista da história “matou” rival e depois deu dinheiro a sua mãe


Normalmente quem pensa em boxe identifica em Muhammad Ali a figura mais famosa e midiática que já pisou sobre um ringue. No entanto, quase 100% das listas de respeito apontam Sugar Ray Robinson como o maior pugilista de todos os tempos. Em seus 200 combates, o meio-médio americano apresenta uma coleção de nocautes, números impressionantes, mas também a morte de um adversário para lamentar.


Robinson é o número um de listas top 100 produzidas pela Ring Magazine, ESPN (2007) e pelo cultuado expert de boxe Bert Sugar, entre outras relações. No total, a máquina de bater do Estado da Geórgia venceu 173 combates e mandou para a lona 108 adversários. Mas um desses êxitos o marcou negativamente até o fim de sua vida.
SUGAR RAY SONHOU NA VÉSPERA QUE MATARIA JIMMY DOYLE
O campeão mundial dos meio-médios acordou no dia 24 de junho de 1947 transtornado. Sugar Ray Robinson sonhou que mataria Jimmy Doyle em cima do ringue e, por isso, queria desistir do combate marcado para aquela noite, em Cleveland.
Imediatamente, os organizadores do combate providenciaram a ajuda de um padre, que acabou convencendo Robinson a lutar depois de muita conversa.
Doyle era um desafiante de cartel inconstante, com sete derrotas até ali. Assim, aos 26 anos, no auge de seu vigor atlético, Robinson não encontrou dificuldades em dominar a ação. O campeão teve vantagem em todos os assaltos até o sétimo, com exceção do sexto, quando sofreu dois golpes duros e foi ferido.
A luta acabou no oitavo round, graças a um gancho de esquerda bem colocado por Robinson.  Doyle desabou de costas, com os calcanhares apoiados, como se estivesse preso ao chão por eles. Na queda, o desafiante acabou batendo a cabeça com violência na lona. Em seguida, o juiz Jackie Davis abriu contagem e prosseguiu até dez. O pugilista se apoiou brevemente sobre seus cotovelos, mas acabou apagando de vez.
Atendido, Doyle foi levado imediatamente ao St. Vincent's Charity Hospital, mas morreu horas depois, aos 22 anos. Funcionários da clínica relataram que o pugilista apresentou coágulos de sangue, concussões, em um quadro que acabou com a parada respiratória.
Jimmy Doyle já havia sofrido uma concussão em 11 de março daquele mesmo ano, ao ser nocauteado por Artie Levine em Nova York.
CAMPEÃO CUMPRE DESEJO DE RIVAL MORTO PARA SUA MÃE
Ainda na noite da tragédia, questionado pelo xerife Samuel Gerber se pretendia colocar Doyle em dificuldades, Sugar Ray Robinson rebateu: “senhor, é meu trabalho colocar ele em dificuldades''.
Mais tarde Robinson enfrentou investigações sobre o incidente, que consideravam até a possibilidade de processar o campeão pelo homicídio involuntário de Doyle. No entanto, o caso acabou não prosseguindo na Justiça americana.
Neste período, o famoso campeão dos meio-médios acabou sabendo do desejo de Doyle de destinar a bolsa de uma eventual vitória à compra de uma casa para a mãe. Assim, Sugar Ray cedeu o dinheiro de suas quatro lutas seguintes à família do adversário morto. E mais: pagou mensalmente US$ 50 aos parentes de Jimmy, por um período de dez anos.
ROBINSON REVOLUCIONOU O BOXE DENTRO E FORA DO RINGUE
Campeão dos meio-médios e dos médios, Robinson se aposentou com cartel de 200 lutas, com 173 vitórias. Como amador, jamais foi derrotado em 85 combates [69 triunfos no por nocaute, 40 no primeiro assalto].
De 1943 a 1951, Robinson ostentou a sequência de 91 lutas sem derrotas, na terceira maior série da história do boxe. Além disso, Sugar Ray bateu todos os grandes nomes de sua era: Jake LaMotta, Carmen Basilio, Gene Fullmer, Bobo Olson, Henry Armstrong, Rocky Graziano e Kid Gavilan.
Robinson ainda foi a razão para que os especialistas em boxe resolvessem criar os ranking que cruzassem a análise de pugilistas de categorias diferentes, as famosas listas “pound-for-pound''.
Especialistas descrevem Robinson como um pugilista dono de um pacote completo. O americano tinha velocidade, boa técnica e originalidade. Era capaz de bater com as duas mãos e ocasionalmente inventava novos golpes ou ângulos.
Carismático e extravagante, Robinson tinha como marca registrada fora dos ringues um chamativo Cadillac rosa. Também é ataibuído ao campeão a inspiração para a criação do termo “entourage” no esporte moderno – em referência ao grupo de amigos e ajudantes que andavam junto com Sugar Ray.
Robinson lutou de 1940 a 1965. Até o final da vida foi reverenciado pelos maiores do boxe, como o próprio Ali, que chamava o ex-campeão de “o rei'' e “o mestre''. O ídolo dos ringues morreu em abril de 1989, aos 67 anos.

uolesporte.blogosfera.uol.com.br

IMAGENS FEITAS PELO FOTÓGRAFO STEVE COMBER NO PORTA AVIÕES CHARLES de GAULLE

Rafale Marine
Belíssimas imagens feitas pelo renomado fotógrafo e escritor Steve Comber, à bordo do FS Charles de Gaulle (R91), o 1º porta-aviões de propulsão nuclear da Marine Nationale (Marinha Francesa), durante um exercício realizado em novembro de 2014.
Um dos aspectos chaves do exercício foi testar a projeção de força do FS Charles de Gaulle com apenas umtipo de aeronave, o Dassault Rafale M, haja vista logo após a revisão programada do R91 em 2017, os Super Etendard serão retirados de serviço.
O exercício também contou com a presença de helicópteros Dauphin e Alouette III.
Voilà:
A27O7186
A27O8742
MG_0087
MG_0243
MG_0137
MG_0172
MG_0193
MG_0239-2
MG_0268
MG_0298
MG_0305
MG_0479
MG_0530
A27O7204
MG_0579
MG_0597
MG_0619
MG_0675
MG_0866
A27O0136
A27O0241
A27O0281
A27O0290
A27O0365
A27O6982
A27O6998
A27O7117
A27O7437
A27O7710
A27O8541
A27O8584
A27O8800
A27O8966
A27O9038
A27O9062
A27O9122
A27O9127
A27O9325
A27O9959
A27O7577

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