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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

A ESTRANHA HISTÓRIA DE VARYA AKULOVA A MENINA MAIS FORTE DO MUNDO

Aos 14 anos, bateu um recorde mundial ao carregar sobre suas costas 350 quilos! Enquanto alguns asseguram que isto é impossível, médicos concluíram que sua força deriva de uma estranha mutação de um gene que inclusive poderia ser hereditário, já que sua irmãzinha de apenas 6 meses atualmente já treina em seu berço.


Varya Akulova é uma adolescente de 14 anos, originaria de Krivoy Rog, um povoado localizado na Ucrânia. Cursa a escola regular, é uma das melhores alunas de sua classe e adora comer espaguete. Até aí, nada fora do comum, salvo que a pequena Varya, de 40 quilos é capaz de levantar nada mais nada menos que 350 quilos!

Trata-se da menina mais forte do mundo, que inclusive já bateu vários recordes mundiais por suas façanhas. No entanto, há quem ponha em dúvida que tudo isto seja verdadeiro, enquanto outros, asseguram que tudo é devido a uma estranha mutação de um gene que permitiria que uma menina de sua idade possa ter tanta força.

Varya é de uma família Ucraniana bastante humilde e por diversas vezes chegou a passar fome na sua primeira infância. Seu pai trabalhou no circo e vendo um potencial nela, começou a treiná-la desde que tinha só seis meses. Como? Amarrava pequenos sacos de arroz nos braços e nas pernas para que começasse a levantar peso.

À medida que foi crescendo Varya começou a gostar de ser mais forte que outras meninas de sua idade, e começou a treinar com mais rigorosidade. Inclusive aos 5 anos, já levantava 150 quilos. E aos 12 entrou para o Livro Guiness dos Recordes por carregar toda sua família sobre suas costas, isto é, levantou 350 quilos.

Varya diz que algum dia será uma campeã olímpica e que gostaria de chegar a medir 1.90 m e pesar 100 quilos, "...tal como papai", diz.

Seu pai assegura que Varya só mostra 75% de sua verdadeira força, por motivos de segurança para a menina.

Sua força descomunal causou grande polêmica e a suspeita de muitos. Porque enquanto alguns asseguram que tudo isto se deve à obssessão de seu pai –inclusive há quem qualifique de maltrato infantil que ele tenha treinado-a desde bebê– outros dizem que tudo é uma farsa, já que é impossível que uma menina de sua idade e de seu peso (40 quilos) seja capaz de levantar tanto peso.

Mas, também estão os médicos, que assombrados por estes fatos, já examinaram adolescente da cabeça aos pés. Conquanto não têm uma explicação objetiva com respeito a este fenômeno, pensam que ela, assim como o pai e provavelmente o resto de sua família, são portadores de um estranho gene mutado que permite o alargamento e fortalecimento dos ossos, um trastorno que não implica nenhuma conseqüência negativa para a saúde.

Junto com seu caso, outra coisa que que não deixa de causar impacto é ver sua irmãzinha de somente 6 meses sendo treinada pelo pai com as mesmos saquinhos de arroz.>/p>
Varya Akulova: a estranha história da menina mais forte do mundo

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VÍDEOS







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UMA FORTALEZA NO CUME DO MONT BLANC - Aiguille du Midi é uma montanha no maciço do Mont Blanc nos alpes Franceses. No seu cume tem uma construção que mais parece uma fortaleza e que leva qualquer pessoa a pensar como este castelo foi construído ali.

Aiguille du Midi é uma montanha no maciço do Mont Blanc nos alpes Franceses. No seu cume tem uma construção que mais parece uma fortaleza e que leva qualquer pessoa a pensar como este castelo foi construído ali.

Esta montanha de 3.842 metros cativou a imaginação de exploradores e escaladores durante décadas devido tanto ao seu pontiagudo cume como pelo difícil acesso, sendo só conquistada em 1818 por Antoni Malczewski e J. M. Balmat. Hoje em dia chegar a seu cume é relativamente simples, só devemos pegar o teleférico na base da montanha em uma viagem vertical (1035m da base aos 3842 do topo -2800m ) de 20 minutos.

Todo um mérito da engenharia, já que construir semelhante fortaleza no cume desta particular montanha é um legado ao talento de seus construtores que em 1955 desafiaram a natureza para erigir este espetacular lugar.
Uma fortaleza no cume do Mont Blanc
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Uma fortaleza no cume do Mont Blanc
Uma fortaleza no cume do Mont Blanc


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CASTANHAS DE ORAÇÃO - Castanhas de Oração era um extravagante aparato religioso da Idade Média esculpido geralmente em buxinho que podia ser transportado e utilizado para a devoção privada. Não era para qualquer bolso, somente os ricos do norte da Europa de davam ao luxo de ter um. Uma Castanha de Oração era tanto um símbolo de status quanto um sinal de fé, uma vez que apenas aqueles com dinheiro podiam pagar por elas.

Castanhas de Oração era um extravagante aparato religioso da Idade Média esculpido geralmente em madeira que podia ser transportado e utilizado para a devoção privada. Não era para qualquer bolso, somente os ricos do norte da Europa de davam ao luxo de ter um. Uma Castanha de Oração era tanto um símbolo de status quanto um sinal de fé, uma vez que apenas aqueles com dinheiro podiam pagar por elas.

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Castanhas de Oração do Século 16 primorosamente esculpidas 01
Os itens decorativos são pequenos, medindo apenas alguns centímetros de diâmetro. Quando fechado, o objeto se assemelha a uma castanha talhada que poderia ser usada em um cinto ou um rosário. Depois de aberta, o interior revela cenas religiosas incrivelmente detalhadas, como a crucificação.

Fragrâncias  aromáticas foram muitas vezes inserida na madeira com a intenção de melhorar a experiência emocional para o usuário. Delicada e complexa, as Castanhas de Oração acabaram altamente valorizadas como obras de arte e podem ser encontradas em exibição em muitos dos principais museus do mundo atual.
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Castanhas de Oração do Século 16 primorosamente esculpidas 02
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Castanhas de Oração do Século 16 primorosamente esculpidas 16


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BASTONÁRIO DA ORDEM DOS MÉDICOS -Portugal está na bancarrota e não vai cumprir a dívida

BASTONÁRIO DA ORDEM DOS MÉDICOS

Portugal está na bancarrota e não vai cumprir a dívida

por Lusa08 outubro 2011
Portugal está na bancarrota e não vai cumprir a dívida
Fotografia © Pedro Rocha / Global Imagens
O Bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, disse sexta-feira à Agência Lusa que o País está na bancarrota e que Portugal não vai conseguir saldar a dívida.
"Estamos na bancarrota e não vamos cumprir com a nossa dívida, porque os juros são incomportáveis. Estamos falidos. Essa é a realidade do nosso País", afirmou José Manuel Silva, durante uma conferência em Pombal sobre a saúde em Portugal.
José Manuel Silva acredita que "dentro de alguns anos será perdoada parte da dívida" ou que se avançará para o seu reescalonamento.
O bastonário vaticinou que "a contabilidade ainda está para ser feita" e que "ainda vão ser encontrados mais buracos no País", alertando que "vai ser uma mudança radical" para os portugueses.
Crítico do "despesismo nacional nos últimos 30 anos", num cenário que considerou ser de "corrupção e enriquecimento ilícito", José Manuel Silva disse que são necessárias "decisões difíceis", também na Saúde, admitiu, mas que, face "à dimensão dos cortes", Portugal "corre o risco de morrer da cura"

O QUE SABIAMOS HÁ MUITO… Os disparos de snipers sobre polícias e manifestantes na Praça Maidan, em Kiev, foram um catalisador do conflito entre manifestantes ditos “pacíficos” e as forças policiais ao serviço do governo de Viktor Yanukovych. Abundava já então a semiologia da violência do fascismo,

O QUE SABIAMOS HÁ MUITO…

 Os disparos de snipers sobre polícias e manifestantes na Praça Maidan, em Kiev, foram um catalisador do conflito entre manifestantes ditos “pacíficos” e as forças policiais ao serviço do governo de Viktor Yanukovych. Abundava já então a semiologia da violência do fascismo, com suásticas tatuadas e bandeiras com insígnias dos descendentes directos dos colaboracionistas ucranianos da guerra de 1941-1945, mas o discurso dos “oprimidos” prevalecia.

Seguiu-se um golpe de Estado, que pretendeu legitimar a revolta contra a “violência” perante “protestos civilizados”. Mas desde logo surgiu a dúvida sobre a origem dos disparos que mataram dezena de pessoas. Uma conversa telefónica, não desmentida, entre a responsável pela política externa da União Europeia, a Baronesa Ashton, e o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Estónia, revelava informações locais credíveis sobre a origem dos disparos por parte das forças pró- Maidan. Agora a BBC aclarou esse facto, ao entrevistar um dos snipers, que confirmou a ligação aos organizadores do protesto.

A pseudo “superioridade moral” do “europeísmo” expresso nessas manifestações caiu por terra. Afinal tudo não passara de um miserável embuste. Tal com já o fora em Timisoara na Roménia, onde as “forças libertadoras do comunismo” desenterraram cadáveres para simular fuzilamentos, ou em Sarajevo, na Bósnia


CR

cris-sheandbobbymcgee.blogspot.pt

A paz na Ucrânia? - Quando todos falam em paz, mas a guerra prossegue e o que a originou também, é porque há “algo de estranho a palpitar”. E esse algo, que só parece estranho porque nunca é mencionado nos “média”, chama-se imperialismo.

A paz na Ucrânia?

Quando todos falam em paz, mas a guerra prossegue e o que a originou também, é porque há “algo de estranho a palpitar”. E esse algo, que só parece estranho porque nunca é mencionado nos “média”, chama-se imperialismo.
Vale a pena recordar a tese leninista sobre o tema. Esta tese, não é mencionada porque há quem queira ficar bem visto na fotografia do “arco da governação” e fazer ativo repúdio do “estalinismo”. 
A tese leninista diz-nos que “o imperialismo gera inevitavelmente guerras. O imperialismo continua a existir e portanto mantém-se a inevitabilidade das guerras.” (revelarei noutra altura a origem desta citação de um dirigente soviético...)
Os tratados de paz, não acabam com as guerras como se tem visto, são apenas períodos entre guerras e como se tem visto desde o final da II guerra mundial situações em que o imperialismo tem sido obrigado a retroceder. 
Em setembro, o exército de Kiev foi derrotado. Foi assinada a paz de Minsk. 
Durante este tempo receberam material da NATO, reforços em mercenários polacos e “consultores” da CIA. 
Como foi previsto, era apenas um interregno para os nazi-fascistas voltarem ao ataque. De novo foram derrotados. À beira do colapso EUA, Reino Unido, Canadá querem enviar tropas. Pura agressão imperialista sem passar pela ONU para salvar os seus títeres golpista de Kiev
A questão é que a supremacia capitalista dos EUA não sobrevive sem a hegemonia do dólar. E o dólar está numa inexorável decadência.
Em 2000 o dólar representava 55% das reservas mundiais. Em 2103 apenas 33%, mas os recentes acordos da Rússia, da China, Índia, Irão, países da América Latina e muitos  outros países reduzirão ainda mais aquele nível. 
Os EUA gastam por ano mais de 1 milhão de milhões de dólares em despesas militares, têm pessoal militar em mais de 800 bases por todo o mundo. Mas 50 milhões dos seus habitantes são classificados como em “insegurança alimentar”. 
Depois de 13 anos 2 guerras e milhões de milhões gastos em despesas militares, além dos golpes de Estado e outras guerras patrocinadas como na Líbia, Síria e Ucrânia, o terrorismo aumentou. Em 2000 registaram-se 1 500 incidentes terroristas contra cerca de 10 000 em 2013. 
Os EUA têm um défice orçamental de 10% do PIB. O FED compra 40 mil milhões ativos financeiros por mês aos bancos. Draghi – da mesma escola – no BCE vai fazer o mesmo (60 mil milhões de euros por mês). Os resultados serão idênticos.
A divida federal era em julho de 2013 de 16,8 milhões de milhões de dólares, passou num ano para 17,4 milhões de milhões. Um crescimento de cerca de 500 mil milhões por mês,
A economia dos EUA é um castelo de cartas diz Paul Craig Roberts. “Todos os seus aspetos são fraudulentos, a ilusão de recuperação é criada por estatísticas fraudulentas”
Como por cá



foicebook.blogspot.pt

AFINAL O QUE VEM A SER ISTO DO CARNAVAL

DIZ-SE CARNAVAL OU ENTRUDO !?

Diz-se o que se quiser, não só porque a liberdade de expressão assim o permite mas também porque Carnaval e Entrudo são designações diferentes para o mesmo período – os três dias anteriores à quarta-feira de cinzas, o primeiro dia da Quaresma cristã.
Carnaval é a expressão mais usada nos meios urbanos e deriva diretamente do italiano carnevale, que, por sua vez, tanto se pode dever a carnelevare, o retirar da carne antes dos tais quarenta dias (sem contar com domingos) de jejum, ou a carne vale, a despedida da carne (vale = adeus). Há também quem discuta esta raiz etimológica e prefira culpar a expressão carrus navalis, uma festa romana em que um carro em forma de navio desfilava pela capital do Império e oferecia grandes quantidades de vinho aos seus habitantes. Como é óbvio, tudo terminava naquilo que hoje se entende por um “grande Carnaval”.
Já a expressão Entrudo deriva, segundo os dicionários, do latimintroitus, que significa “entrada”, “acesso” ou “abertura”. Entrada onde? Na Quaresma, lá está. Os primeiros registos de utilização da palavra datam do século XIII, durante o reinado de Afonso III. Entrudo é uma expressão é muito mais usada nas zonas rurais e no norte do país. Curiosamente, em Trás-os-Montes também é sinónimo de pessoa obesa. Mas isso, passe a redundância, são outros Carnavais


Se a vida são dois dias e o Carnaval são três, porque é que se fala em terça-feira gorda?

Pergunta 2 de 7
Porque é nessa terça-feira gorda, aquilo a que os franceses (e os americanos de Nova Orleães, já agora) chamam de Mardi , que as festas atingem o seu ponto mais alto ou, se preferir, o seu ponto mais gordo, já que a ideia original da celebração era tirar a barriga de misérias antes do período de abstinência alimentar obrigatório antes da Páscoa.

New Orleans Holds Citywide Mardi Gras Celebration

Comemorações do Mardi , em Nova Orleães.


A terça-feira de Carnaval é feriado ou não?

Pergunta 3 de 7
Pode ser ou pode não ser, já que não é um feriado oficial mas sim facultativo. É assim que o trata o artigo 235º do Código de Trabalho. Ou seja, só é feriado caso o Contrato Coletivo de Trabalho em que trabalhador se insere ou o seu próprio Contrato de Trabalho considere o dia como tal. Apesar de não ser um feriado oficial, os funcionários públicos gozaram sempre respetiva tolerância de ponto até 1993, ano em que, de forma inédita, o então primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva decidiu que não a iria conceder. “Um erro político”, segundo admitiu posteriormente na sua autobiografia. Desde 2012 que o atual Governo também não concede tolerância de ponto no Carnaval. O ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Luís Marques Guedes, já confirmou que a situaçãoirá manter-se este ano. Já no poder local o cenário é diferente: a grande maioria das autarquias vai oferecer o dia.

Sempre houve máscaras no Carnaval?

Pergunta 4 de 7
Nem sempre. Nos seus primórdios o Carnaval era uma festa de rua, caótica, feita de excessos e libertinagem. Quiçá infelizmente, a Igreja Católica e o espírito Renascentista vieram pôr ordem e decoro na celebração. Assim, e com influência daCommedia dell’Arte, criaram-se os desfiles e bailes de máscaras para tornar a festa carnavalesca mais requintada e menos promíscua. Não é certo que o tenham conseguido.

Qual é o Carnaval mais português?

Pergunta 5 de 7
Esta é uma pergunta sem resposta certa possível. Há várias vilas e cidades que reclamam para si esse título. É comum dizer-se que esse título pertence ao Carnaval de Torres Vedras, já que, de entre os maiores, é dos poucos que não cedeu à influência brasileira e mantém-se hoje num formato próximo ao que tinha nos anos 30 do século passado, quando se organizaram os primeiros desfiles.

Não se deve, no entanto, ignorar algumas tradições locais específicas da época, como os Caretos de Podence (Trás-os-Montes) e Lazarim (Douro), os Cardadores de Vale do Ílhavo, bem como a famosa Dança dos Cus de Cabanas de Viriato (Viseu). Ali bem perto, em Canas de Senhorim, o Entrudo também é tipicamente português, com uma guerra secular (e pacífica) entre dois bairros: o Paço e o Rossio. Os enterros e as cegadas são outras formas típicas de festejar a data: são famosos o Enterro do Pai Velho, no Lindoso, o do Bacalhau, em Soutocico (Leiria) e as cegadas de Sesimbra e da Nazaré.


Porque é que, apesar do frio, há cidades portuguesas que reproduzem o Carnaval carioca?

Pergunta 6 de 7
Para quem não sente o apelo carnavalesco é sempre bizarro ver jovens com trajes minúsculos a desfilar debaixo de temperaturas que, por vezes, nem chegam aos . E isto quando não chove. Mas é uma tradição como qualquer outra. No caso do Carnaval da Mealhada, que se auto-intitula “o mais brasileiro de Portugal”, tudo começou no início dos anos 70, com a participação de alguns estudantes brasileiros da Universidade de Coimbra. Em Ovar, a primeira escola de samba desfilou em 1983 e em Sesimbra há a escola de samba mais antiga do país, o Grupo Recreativo Escola de Samba Bota no Rego, que existe há 38 anos. O famoso Carnaval da Madeira é que não conta para este campeonato: o historiador Alberto Vieira, do Centro de Estudos da História do Atlântico, defende que terá sido este a influenciar a celebração brasileira (através da rota do açúcar, no século ) e não o contrário.

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Desfile de Carnaval no Funchal

O que aconteceu às raspas, aos estalinhos e às bombinhas de Carnaval?

Pergunta 7 de 7
Na maior parte dos casos, deixaram de ser vendidos. Atualmente é necessária a chamada carta de estanqueiro para vender todo o tipo de brinquedos pirotécnicos, bem como uma autorização para a sua aquisição e uso. Aqui estão as recomendações da PSP acerca do assunto.




http://observador.pt/