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sábado, 14 de fevereiro de 2015

MESMO ASSIM O REI NUNCA PERDEU A GRANDE PAIXÃO PELAS ARMAS E PELA CAÇA GROSSA - A ESTRANHA MORTE DO IRMÃO DO REI DE ESPANHA - Em 29 de março de 1956, enquanto veraneava na residência familiar de Estoril (Portugal), Juan Carlos disparou acidentalmente no seu irmão Alfonso com um revólver (segundo algumas versões, presente de Franco) causando-lhe a morte instantânea.

Em 29 de março de 1956, enquanto veraneava na residência familiar de Estoril (Portugal), Juan Carlos disparou acidentalmente no seu irmão Alfonso com um revólver (segundo algumas versões, presente de Franco) causando-lhe a morte instantânea. A imprensa espanhola inicialmente difundiu a versão de que Alfonso tinha disparado nele mesmo enquanto limpava a arma. No entanto, logo circularam as versões mais condizentes à realidade, que causaram verdadeiro alvoroço.

O mistério da morte do irmão do Rei da Espanha
A versão mas respaldada é a seguinte: Juan Carlos, com 18 anos, e Alfonso, 14, brincavam no pátio com o revólver supostamente descarregado quando ficaram com fome. Alfonso se ofereceu a buscar algo na cozinha para comerem enquanto Juan Carlos ficou brincando com a pistola. Justamente quando este estava apontando para a porta, Alfonso abriu-a assustando o irmão, que disparou "acidentalmente" um tiro bem no meio da testa do irmão. Ainda tentaram reanimá-lo, mas Alfonso já estava morto.

Jaime, irmão de Juan de Borbón e tio de Juan Carlos e Alfonso, exigiu, em sua qualidade de chefe da Casa de Borbón, que abrissem uma investigação a respeito para apurar a responsabilidade do príncipe Juan Carlos, que não chegou a nenhuma conclusão. Este fato afetou muito emocionalmente a sua mãe, que estava presente durante o acidente e teve que se recuperar em uma clínica alemã por causa de depressão.

A grande imprensa espanhola e o governo franquista trataram de eximir Juan, que cursava a Academia Militar de Zaragoza, de toda a responsabilidade e acusação para que se coroasse rei, mas os fatos saltaram a barreira da manipulação.

É um fato lamentável, mas indispensável relatá-lo para demonstrar o manto de mistério sobre aqueles acontecimentos que mancham a imagem do rei Juan Carlos. É tanto assim, que você não conseguirá facilmente uma foto, uma referência jornalística ou relato do malogrado irmão, Alfonso de Borbón. É como se nunca tivesse existido.


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QUANDO AS DROGAS ERAM LEGAIS - Há muitos anos atrás, antes de que soubessem o perigo dos entorpecentes, estas substâncias, hoje proibidas, eram legais, curativas e vendidas em farmácias e em consultórios médicos.

Há muitos anos atrás, antes de que soubessem o perigo dos entorpecentes, estas substâncias, hoje proibidas, eram legais, curativas e vendidas em farmácias e em consultórios médicos.

Quando as drogas eram legais
Entre os anos 1890 e 1910, a Bayer colocou no mercado o Heroin, como um substituto da morfina, e também para acalmar a tosse severa em criança.
Quando as drogas eram legais
Mariani Wine  era um vinho energético e revitalizante que era recomendado pára ser tomado após a gripe e resfriados. Em 1875 este vinho, a base de coca, ficou famoso porque o Papa Leão XIII costumava sempre levar consigo uma garrafinha. O produtor, Ângelo Mariani, recebeu a Medalha de Ouro do Vaticano.
Quando as drogas eram legais
Em 1885, Cocaine, um remédio em gotas contra a dor de dentes, tornou-se muito popular. A propaganda dizia que as gotas tiravam a dor e "faziam as crianças felizes".
Quando as drogas eram legais
Vapor-Ol Treatment era um fluído para a asma, a base de ópio e álcool.
Quando as drogas eram legais
Paregoric  era um remédio em gotas, também a base de ópio e com 46% de álcool, que era utilizado para fazer os recém nascidos dormir. Na etiqueta as doses recomendadas: 5 gotas para os bebês de 5 dias; 8 gotas para os bebês de duas semanas; 25 gotas para as crianças de 5 anos; e uma colherada para os adultos.
Quando as drogas eram legais
Dragees Antiseptiques, eram drágeas mentoladas com borato de sódio e cocaína. Em 1900 eram receitadas a cantores, atores e oradores para suavizar as cordas vocais.
Quando as drogas eram legais
Embalagem publicitária de um tônico a base de quinino e cocaína. C.F. Boehringer & Soehne, de Manheim, Alemanha, eram os maiores fabricantes do mundo de produtos que continham quinino e cocaína.
Quando as drogas eram legais
Alguns anos mais tarde, o ópio, a heroína, a cocaína e diversas substâncias entorpecentes, tão presentes naqueles produtos farmacêuticos, foram -como todos sabemos- declaradas ilegais.


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HANS JURGEN MASSAQUOI, O NEGRO QUE SOBREVIVEU AOS NAZIS - "Mamãe, eu não sou ariano?" - perguntou o pequeno Hans, um pretinho de oito anos, a sua mãe Berta depois que foi proibido de brincar com as outras crianças na escola.

- "Mamãe, eu não sou ariano?" - perguntou o pequeno Hans, um pretinho de oito anos, a sua mãe Berta depois que foi proibido de brincar com as outras crianças na escola.

Hans Jürgen Massaquoi nasceu em 19 de janeiro de 1926 em Hamburgo, filho de mãe alemã e pai liberiano. Tinha seis anos quando Hitler chegou ao poder. O pai de Hans era filho do cônsul da Libéria na Alemanha. Sua mãe, Berta, era uma enfermeira alemã de classe média baixa. O rico filho do diplomata africano encaprichou-se pela bela jovem ao vê-la em uma festa, e dessa relação nasceu o pequeno Hans.
O negro que sobreviveu aos nazistas
Hans Massaquoi com a insígnia nazista.
Seu pai nunca se preocupou muito por ele e nunca lhe deu muita atenção, já que nessa época era um estudante universitário em Dublin. Mas seu refinado avô, o primeiro diplomata africano na Europa, o acolheu em seu palacete de Hamburgo junto a seus tios e primos africanos. O patriarca se orgulhava de ter um neto alemão que falava o idioma local com perfeição.

"Eu associava a pele negra com superioridade, porque nossos serventes eram brancos" - Hanz.
O negro que sobreviveu aos nazistas
Seu avô paterno quando era Momulu IV rei dos Vai, uma etnia liberiana.
Seu destino mudou drasticamente quando o Führer assumiu o poder e expulsou os diplomatas africanos da Alemanha. Todo o clã Massaquoi regressou a seu país, Libéria, mas Berta, a mãe de Hans decidiu ficar em sua pátria, porque o menino era doente e temia que viajando à África poderia morrer já que naquela época -e até hoje en dia- era um continente assolado pela malária. Praticamente sozinha, retomou seu trabalho de enfermeira e mudou-se com seu filho a uma zona operária de Hamburgo.

"Eu, que tinha aprendido a ver vantagens em meus traços raciais, de repente me vi obrigado a considerá-los um inconveniente".

No início, nem ele nem sua mãe consideraram como uma ameaça à ascensão do nazismo. Era algo que não os preocupava, afinal eles eram alemães.

"Assim como toda criança, eu estava fascinado pela parafernália nazista. Os uniformes, as bandeiras e os desfiles me deixavam encantado. Para mim, para meus colegas, Hitler estava envolvido nessa auréola divina que lhe protegia de qualquer crítica".
O negro que sobreviveu aos nazistas
As coisas foram mudando pouco a pouco. Primeiro foram os letreiros nos balanços que proibiam as crianças não-arianas de brincar. Depois, um misterioso e contínuo desaparecimento de seus professores que eram judeus. Depois sua mãe foi despedida de seu trabalho "por ter concebido o filho de um africano".

"Uma vez que as absurdas leis raciais entraram em vigor, ficou claro que minha vida ia se tornar muito difícil. Mas o amor e a proteção de minha mãe me deram a sustentação necessária".

Em seu livro autobiográfico, Hans conta com detalhes as tentativas que fez para ser considerado um alemão a mais. A cada vez que era recusado reagia negando o evidente, e esta situação lhe levaria ao absurdo de querer fazer parte das Hitlerjugend, as juventudes hitlerianas, uma mistura de "boy scouts" e organização paramilitar.
O negro que sobreviveu aos nazistas
Hans Massaquoi junto a sua mãe.
No dia que descobriu que lhe negaram a entrada exclusivamente por sua cor de pele, Hans abriu os olhos e começou a entender do que se tratava o nazismo.

A partir daquele momento eliminou a necessidade de ser aceito pelos nazistas e libertou-se da dependência de Hitler como onipotente figura paternal dos jovens.

Ao começar a guerra, apesar de ser "indigno de usar o uniforme alemão", esteve a ponto de se alistar no exército. Só não foi para a frente de batalha por sua falta de importância, o que aumentou seus problemas emocionais, já que sendo um homem jovem e sadio se envergonhava por não estar combatendo junto a seus compatriotas.

Enquanto trabalhava em uma fábrica de munição, Hans observou como a maquinaria de guerra alemã começou a vir abaixo. Em 1943, os aliados, com a Operação Gomorra, bombardearam intensamente Hamburgo durante dez dias, até deixar a cidade em escombros, onde morreram mais de 40 mil pessoas.
O negro que sobreviveu aos nazistas
Hamburgo destruída após a Operação Gomorra em julho de 1943.
Hans estava tão deprimido que não fazia diferença morrer nas mãos da Gestapo ou do bombardeio aliado. De toda forma, a presença da Gestapo incomodou-o por muito tempo ainda e teve que conviver sob a constante ameaça de sua presença e interrogatórios. Desprezado por todos, era considerado um cidadão de segunda classe, a tal ponto que em um dia uma multidão quis linchá-lo achando que era um piloto aliado.

O fim da guerra com a tomada de Hamburgo pelos britânicos significou também uma nova vida para Hans. Pela primeira vez em sua vida não sentia medo. O medo de ser humilhado, ridiculizado, degradado, a ver-se privado de sua dignidade.
O negro que sobreviveu aos nazistas
Hans servindo na Guerra da Coréia para os EUA.
Após a Segunda Guerra Mundial sobreviveu como saxofonista de jazz, depois emigrou a Libéria, o país de seu pai, e por fim ancorou nos Estados Unidos, país que o acolheu como cidadão e onde foi recrutado como para-quedista e enviado à Guerra da Coréia durante dois anos.
O negro que sobreviveu aos nazistas
Graças aos benefícios dos veteranos de guerra ingressou na Universidade de Illinois, onde estudou jornalismo, carreira à qual dedicou mais de quatro décadas vindo a se aposentar quando era diretor da famosa revista Ebony.
O negro que sobreviveu aos nazistas
Hanz ao lado da atriz Veronica Ferres que faz o papel de sua mãe no filme para a TV Neger, Neger, Schornsteinfeger (2006) baseado em sua biografia.
Ao final e apesar de tudo há de se considerar que o destino resultou bastante benevolente com Hans Massaquoi. Olhando para o passado e recordando o horror também sofrido por outras inocentes etnias, ele pelo menos sobreviveu para contar a sua história.


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AS FAZENDAS DE ENGORDA NA MAURITÂNIA - O que parece o título de um filme de James Ivory não é senão a cruel realidade da Mauritânia mais profunda. Centenas de adolescentes são enviadas a fazendas particulares para uma "engorda" à força e converter sua insana obesidade em dote de futuros pretendentes.

O que parece o título de um filme de James Ivory  não é senão a cruel realidade da Mauritânia mais profunda. Centenas de adolescentes são enviadas a fazendas particulares para uma "engorda" à força e converter sua insana obesidade em dote de futuros pretendentes.


Meninas de 5 anos são internadas nestas fazendas para forjar corpos roliços e gordos. A veneração milenar pela obesidade como símbolo de riqueza transformou-se em um problema de saúde pública nas zonas rurais desde que a Junta Militar tomou o poder.
Fazenda para engorda de esposas jovens
Fátima. Antes e após seu tratamento de "engorda".

A prática do Leblouh  ou –alimentação forçada- é uma herança cultural das tribos patriarcais do interior da África –Mali, Nigéria-; mas também é um antigo costume inerente a outras sociedades tribais em outros tantos continentes. Existe uma tradição muito similar nas etnias do pacífico sul (Norte da Austrália) onde as mulherespretendentes do patriarca são enjauladas como animais enquanto são "engordadas", durante seis meses, com batata e tapioca até atingir um peso que deixe o grande chefe excitado (ao menos 120 quilos).

O Leblouh está intimamente unido aos casamentos precoces. As meninas de nove, sete, e inclusive cinco anos são alimentadas à força pelas conhecidas "engordadoras" -velhas mulheres da tribo com experiência em dietas gordurosas-, obrigando-as a engolir enormes quantidades de mijo e leite de camelo ou inclusive seu próprio vômito se recusam os primeiros. Esta prática é considerada a maneira mais rápida de conseguir o casamento sem possuir uma dote material para oferecer ao pretendente. Com isso, a Mauritânia é um dos poucos países africanos nos quais, em média, as meninas recebem mais alimentos que os meninos. ë o mesmo que dizer que lá"o tamanho de uma mulher é proporcional à quantidade de espaço que ocupa no coração de seu marido".

A engorda é realizada durante as férias escolares ou na estação das chuvas quando o leite de camelo é mais abundante. As meninas são enviadas as fazendas sem entender muito bem o por quê. Fazem o tratamento convencidas de que a gordura lhes trará a felicidade. Enquanto são cevadas, as matronas utilizam rolos de pau para massagear as coxas, barriga e lombo, para romper os tecidos e acelerar o processo.

Com o novo despontar desta tradição o processo de engordamento está importando procedimentos ocidentais; consumindo hormônios animais ou medicamentos que aumentam o apetite, mas com perigosos efeitos colaterias e que são importados de maneira ilegal no mercado negro mauritano.

A tradição estava sendo engolida pelo peso da história e a sensatez do progresso até que a Junta Militar tomou o poder em um Golpe de Estado em 6 de Agosto de 2008. O novo governo mais conservador e tradicionalista, não reconhecido como legítimo pelo mundo, recuperou esses velhos hábitos caducos e bastardos e agora impostos nas zonas rurais onde as campanhas sanitárias de conscientização aina não chegaram. Segundo a BBC calcula-se que 11% das meninas do país ainda são submetidas a esta dieta.
Fazenda para engorda de esposas jovens
Palitos para distrair com dor a vontade de vomitar do tratamento. 






É interessante levar em conta o grau de perplexidade resultante desta história e trivializar com a estigmatização da magreza da mulher ocidental. Dois extremos, cada qual um paradoxo para o outro: magreza anoréxica contra a gordura extrema.

A conclusão não poderia ser menos terrível: em ambos casos o problema é cultural e subjetivo à concepção de beleza de cada povo. Resta esperar que algum dia o poder da globalização cultural canalize ambas tendências em uma prática intermediária mais saudável e coerente.


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PCP – POSTAIS COM MURAIS










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PASSEIO PELOS TELHADOS DE ESTOCOLMO - INCLÚI VÍDEO



Andar sem rumo por uma cidade desconhecida é uma das maneiras mais divertidas e eficientes de se conhecer um lugar novo. Eu gosto muito de entrar no metrô e escolher uma estação qualquer pra descer. Dar uma volta pelas redondezas, escolher um lugar pra comer e assistir o vaivém dos moradores locais é sempre bastante divertido.
Durante a nossa visita a Estocolmo, como parte da Nordic Bloggers' Experience, tivemos a chance de fazer isso algumas vezes e em todas a gente conheceu algum cantinho escondido e menos procurado da capital da Suécia.
Mas como uma simples caminhada pela cidade pode ficar ainda mais legal? Lá em Estocolmo a resposta é fácil e rápida:pelos telhados da cidade!
Isso mesmo: nós tivemos a chance de fazer um passeio guiado pelos telhados de alguns dos prédios mais antigos do centro da cidade. E garanto: se que você cogitar uma passadinha pela capital sueca, deve incluir essa atividade no seu roteiro!
Com duração de mais ou menos 50 minutos, o passeio acontece a 43 metros do chão (do alto de um prédio de 13 andares) e é feito por dois guias, que contam um pouco da história da cidade e do país a cada vez que um ponto de interesse surge no horizonte.
Igrejas, castelos, palácios, prédios históricos, pontes... tudo é detalhadamente explicado para que você possa entender todo o contexto histórico que faz de Estocolmo a "capital da Escandinávia".
No dia em que fizemos esse passeio, uma nevasca pesada estava caindo sobre a cidade, o que prejudicou um pouquinho a vista de alguns pontos mais distantes do prédio em que estávamos. Nada comprometedor, mas eu fico imaginando toda a beleza que dê pra ver lá de cima durante um lindo dia do verão sueco.
Mas chega de falatório, aperte o play do vídeo abaixo e curta um pouquinho essa aventura incrível:
E aí, gostou? Legal demais, não é?
Minha dica é: se você quer fazer esse mesmo tour, basta entrar no site da Takvandring, que é a empresa que opera o passeio, e reserve o seu horário. O endereço é esse aqui, ó: https://www.takvandring.com/shop/rooftop-tour-stockholm-in-english
O preço por pessoa é de 595 Coroas Suecas, o que hoje - fevereiro de 2015 - equivale a cerca de 170 reais.
Outra dica imperdível para sua viagem é pesquisar a sua hospedagem em Estocolmo usando o Detecta Hotel. Com ele, você encontra ofertas exclusivas e pode economizar até 80% do valor das suas diárias. Imperdível!
Agora fiquem com mais algumas imagens do nosso passeio pelos telhados de Estocolmo e não deixem de inscrever nonosso canal do Youtube!
Telhados de Estocolmo!
Telhados de Estocolmo!
Telhados de Estocolmo!
Telhados de Estocolmo!
Telhados de Estocolmo!
Telhados de Estocolmo!
Telhados de Estocolmo!

www.viagemcriativa.com.br

GENTE COM CHIFRE - Alguns sites questionam se poderia existir uma raça deles, outro diz que se trata do Homo cornutus ao mostrar a foto de um chinês com cornos. Mas ao que tudo indica é que estas pessoas devem sofrer de um mal ligado a calcificação como pode ser visto nestas impressionantes fotos. Na última, mostra o antes e o depois da retirada do chifre da senhora

Gente com chifre
Alguns sites questionam se poderia existir uma raça deles, outro diz que se trata do Homo cornutus  ao mostrar a foto de um chinês com cornos. Mas ao que tudo indica é que estas pessoas devem sofrer de um mal ligado a calcificação como pode ser visto nestas impressionantes fotos. Na última, mostra o antes e o depois da retirada do chifre da senhora
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Gente com chifre

Gente com chifre

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Os alemãezinhos (de calcinhas na mão) -Afinal, diz-nos o Público, Portugal está entre os países da zona euro que concederam até agora um menor volume de empréstimos à Grécia, quer em percentagem do PIB, quer levando em conta a dimensão da sua população, tudo pelo facto de Portugal, a partir do momento em que lhe foi aplicado também um programa da troika, ter ficado dispensado dos custos associados à ajuda financeira à Grécia.

Os alemãezinhos (de calcinhas na mão)


Afinal, diz-nos o Público, Portugal está entre os países da zona euro que concederam até agora um menor volume de empréstimos à Grécia, quer em percentagem do PIB, quer levando em conta a dimensão da sua população, tudo pelo facto de Portugal, a partir do momento em que lhe foi aplicado também um programa da troika, ter ficado dispensado dos custos associados à ajuda financeira à Grécia. Como se vê, os colaboracionistas estão a ficar cada vez mais encurralados. Passos Coelho e o seu gang de repetidores não arranjou melhor argumento do que um dado falso para justificar a sua opção de continuar alinhado com os credores que nos têm a saque em vez de explorar as vantagens da aliança com o novo Governo grego que a defesa do interesse nacional exigiria a qualquer Governo  decente de um país nas nossas condições.

Ignorância? Também. Ou desonestidade, que vai dar ao mesmo. Mas apostar tudo  na explicação estupidez natural é ingenuidade, é não perceber que a crise de quase todos fez a fortuna de uma casta muito seleccionada que enriqueceu como nunca. A troika deu-lhes o argumento dívida que os pôs a reconfigurar a distribuição de riqueza do país e em troca puseram o país ao serviço do pagamento dos juros agiotas exigidos por essa troika. É natural que estejam desesperados.

De um momento para o outro, vêem-se na iminência de deixarem de poder contar com a chantagem da dívida à qual os gregos disseram basta. Sabem que sem  ela deixarão de poder continuar as "reformas estruturais" que fizeram estas fortunas: o desmantelamento de serviços públicos que fez crescer o negócio aos colégios e hospitais privados, os cortes salariais e a liberdade de despedir que enriqueceram os grandes empregadores e provocaram o encerramento de milhares de pequenas empresas cuja clientela foi absorvida pelas grandes que sobreviveram, as privatizações a preço de saldo, quem sabe por haver comissões combinadas em segredo entre os amigos vendedores e os amigos compradores, um dia haveremos de sabê-lo, a classe média que sobrecarregaram com impostos sobre os rendimentos do seu trabalho e com impostos sobre o consumo, ao mesmo tempo que aliviaram impostos sobre lucros e rendas e mantiveram as grandes fortunas à margem de qualquer contribuição.

E sabem que vão ter que explicá-lo, mais cedo do que tarde. Os amigos alemães explicarão a sua parte com as contas públicas, a balança comercial e o sector financeiro que salvaram e equilibraram com os nossos impostos, com a destruição económica do nosso tecido empresarial e com o desmantelamento dos nossos serviços públicos. Para eles, foi bom negócio. Já os nossos alemãezinhos não poderão explicar a sua parte com os ricos que fizeram semeando pobreza e destruindo o seu país. Para nós, o negócio foi péssimo. Não vai ser mesmo nada fácil contrariar a evidência de que o que Portugal afinal nunca foi não era a Grécia. Era a Alemanha.


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Os 10 maiores mistérios do corpo humano - Nos últimos anos, a ciência tem melhorado muito. A nossa compreensão científica do corpo humano é certamente muito melhor do que era 100 anos atrás, e as pessoas estão vivendo mais do que nunca. No entanto, não sabemos tudo sobre os nossos corpos. Ainda há mistérios para resolver e coisas novas para descobrir.

Os 10 maiores mistérios do corpo humano

Nos últimos anos, a ciência tem melhorado muito. A nossa compreensão científica do corpo humano é certamente muito melhor do que era 100 anos atrás, e as pessoas estão vivendo mais do que nunca. No entanto, não sabemos tudo sobre os nossos corpos. Ainda há mistérios para resolver e coisas novas para descobrir.


09. Por que temos impressões digitais?
Apesar da utilidade conhecida de nossas impressões digitais únicas e as inúmeras maneiras que podem ajudar a identificar uma pessoa, a ciência não está realmente certa de porque temos elas. Alguns cientistas projetaram modelos de computador para determinar como impressões digitais se formam, mas, apesar de entendermos como elas crescem, não estamos realmente perto de compreender a razão evolucionária do porquê temos impressões individuais em nossos dedos.

Os pesquisadores podem estar ficando perto de um avanço, no entanto. Eles se depararam com uma desordem genética muito estranha chamada adermatoglifia, que afeta apenas algumas famílias em todo o mundo e cujos portadores não têm impressões digitais. Além do efeito colateral incomum de suar um pouco menos, essas pessoas parecem ser tão saudáveis quanto as outras. Os pesquisadores esperam que, ao estudar essas famílias e seus genes, eles possam finalmente ser capazes de resolver o mistério evolutivo de impressões digitais.

08. O que os probióticos fazem?
Se você já assistiu a um comercial de iogurte, provavelmente você já ouviu a palavra “probiótico”. Muitos desses iogurtes anunciam que eles contêm culturas probióticas vivas, destinadas a melhorar a sua saúde geral. Na verdade, os probióticos são um tipo de boas bactérias que vivem em seu intestino o tempo todo. E estranhamente, as empresas de iogurte não dizem realmente o que especificamente estas culturas vivas vão fazer para a sua saúde.

A razão pela qual ninguém está anunciando um benefício específico é que ninguém sabe realmente o que qualquer uma dessas culturas faz. Na verdade, muitos dos probióticos em uso hoje como suplementos ou em produtos alimentares foram utilizados devido à sua vida útil e não necessariamente porque eles eram os melhores para os nossos corpos. Eles certamente não fazem mal nenhum, mas os cientistas estão apenas começando a trabalhar em desvendar os benefícios de saúde específicos de cada bactéria. Resolver este enigma provavelmente será uma longa jornada, já que há centenas de diferentes bactérias probióticas para estudar

07. Por que nós temos diferentes tipos sanguíneos?
Você provavelmente já está familiarizado com os tipos de sangue comuns, e se você já doou sangue, você provavelmente sabe qual é o seu. Apesar de sabermos como funcionam os tipos de sangue, nós realmente não sabemos porque temos vários.

Tipos sanguíneos são classificados pelos diferentes antígenos encontrados em células do sangue. Estes antígenos são os sinais de anticorpos que destroem as células estranhas no corpo. Estes anticorpos não vão causar nenhum problema para os antígenos do tipo correto, mas eles atacam intrusos, fazendo com que haja rejeição do tipo errado de sangue em uma transfusão ou transplante de órgão.

Embora seja difícil ter certeza do motivo, talvez grupos sanguíneos evoluíram como uma forma de combater as doenças infecciosas.

06. O cérebro permanece ativo após a decapitação?
Em muitas lendas urbanas populares, uma pessoa é decapitada, mas por alguns minutos terríveis, ela permanece consciente. Em algumas histórias, a pessoa pisca ou faz algum outro movimento para mostrar a sua consciência. Para alguns, soa como uma história fantasiosa para assustar as crianças pequenas, mas a verdade é que nós realmente não temos certeza de quanto tempo o cérebro pode ficar ativo em tal situação.

É evidentemente uma coisa difícil de pesquisar, já que os cientistas não podem sair por aí decapitando pessoas. A única oportunidade real de coletar dados foi na era da revolução francesa, quando a guilhotina era o principal método de execução. Enquanto vários experimentos foram realizados, só houve uma tentativa documentada de se comunicar imediatamente após a decapitação, realizada por um pesquisador chamado Dr. Gabriel Beaurieux. Depois de chamar o nome do homem decapitado múltiplas vezes, seus olhos se abriram e pareceram brevemente se concentrar antes de fechar pela última vez. O médico chegou à conclusão de que algumas funções inferiores permanecem ativas por cerca de 30 segundos após a decapitação, mas ele não foi capaz de determinar se alguma coisa que se aproximasse da consciência continuou.

05. Os humanos têm feromônios?
Farejar feromônios, especialmente para fins de reprodução, tem sido observado no reino animal. Isso levou os pesquisadores a estudar o possível papel de feromônios nas interações humanas, com resultados que têm sido muitas vezes confusos. Enquanto muitos estudos têm mostrado que os seres humanos são afetados pelo cheiro, a questão toda é um pouco mais complicada.

Os cientistas estavam certos por um longo tempo que nós nem sequer temos um órgão vomeronasal ativo, que é o órgão olfativo que os animais usam para detectar feromônios. Na verdade, nós temos um muito pequeno, mas não está claro se ele realmente faz algo. A ciência tem mostrado que os seres humanos têm os seus próprios cheiros exclusivos que são geneticamente influenciados, assim como as impressões digitais. Por exemplo, bebês muito jovens podem identificar suas mães pelo cheiro, e a exposição regular ao cheiro um do outro pode sincronizar um grupo de ciclos menstruais das mulheres. Claramente, ainda há muito a aprender sobre a resposta olfativa humana.

04. O que acontece quando alguém é atingido por um raio?
Se você já esteve na rua durante uma tempestade, especialmente perto de qualquer coisa de metal, provavelmente você já pensou sobre o risco de ser atingido por um raio. É uma perspectiva bastante assustadora. Você pode acabar com danos cerebrais permanentes, queimaduras horríveis, ou até mesmo morto. No entanto, apesar do que parece ser uma lesão horrível, a maioria das vítimas sobrevive. Alguns até mesmo ficam completamente ilesos e a ciência não tem ideia do porquê.

Na tentativa de entender melhor isso, os investigadores foram para a África do Sul, onde as trovoadas são mais comuns e perigosas. Eles descobriram que o raio tem a sua própria maneira de viajar através de nossos corpos e eles acreditam que isso tem a ver com a incrível quantidade de energia que está passando por nós em um curto espaço de tempo. Há muitas perguntas em aberto, mas os pesquisadores esperam uma melhor compreensão em breve e mais vidas poderão ser salvas.

03. Como as mitocôndrias funcionam?
As mitocôndrias são uma parte essencial de nossos corpos. O único objetivo das organelas microscópicas é pegar todas as coisas que nós consumimos e transformá-las em energia para nós usarmos. Durante muito tempo, não sabíamos quase nada sobre as mitocôndrias, mas a ciência tem vindo a fazer grandes saltos na compreensão desses organismos importantes.

Recentemente, os cientistas aprenderam como mitocôndrias transferem energia. Eles também aprenderam que elas realmente gostam de cálcio, o que às vezes pode causar problemas. Se mitocôndrias tomam cálcio em excesso, elas pode matar as células, e isso tem sido associado a doenças como a diabetes do tipo 2. Os pesquisadores acreditam que essas doenças afetam o processo de sinalização pelo qual o corpo diz as mitocôndrias o quanto de cálcio elas acumularam. Uma equipe de Harvard conseguiu recentemente catalogar cada proteína nas mitocôndrias, incluindo todos os envolvidos na ingestão de cálcio. Por hora, as mitocôndrias são um mistério, mas em breve podemos resolve-lo totalmente.

02. Por que temos três ossos do ouvido?
A audição é algo que nós tomamos por concedido na maioria das vezes, o que é bastante compreensível. A não ser que os submetemos a indevida tensão, nossos ouvidos tendem a funcionar muito bem e geralmente não exigem muita manutenção. Nem todas as pessoas são felizes em apenas aceitar que os nossos ouvidos são o que são, no entanto. Um pesquisador de Stanford chamado Sunil Puria apontou que os répteis e as aves têm apenas dois ossos do ouvido, enquanto os mamíferos têm três, e ninguém entende o porquê.

De acordo com Puria, nós na verdade ouvimos de várias maneiras. A primeira é a mais óbvia que envolve o som passando por nossos ouvidos, mas também ouvimos coisas quando as vibrações do movimento de nossas cordas vocais são realizadas através dos ossos do nosso crânio. Quando você fala, você está realmente ouvindo a sua voz de uma forma diferente de todo mundo. Isso explica por que odiamos ouvir nossas próprias vozes gravadas.

A melhor teoria de Puria a respeito de porque nós temos um terceiro osso do ouvido envolve uma estranha síndrome chamada de deiscência do canal semicircular. Esta doença pode levar a uma diminuição no tecido no canal do ouvido, o que fez com que as pessoas ouçam sons que normalmente não ouvimos, como o próprio batimento cardíaco. Puria sugere que talvez o terceiro osso do ouvido é feito para minimizar esses efeitos, mas ele acredita que muito mais estudos são necessários.

01. Que tipo de bactérias estão à espreita em nossas línguas?
A boca humana não parece ser um lugar misterioso. Nós sabemos o que são os dentes e como eles funcionam, entendemos as gengivas, e nós temos um bom controle sobre o paladar. Parece, então, que a língua não tem muito a esconder, mas na verdade ela contém um tesouro de segredos. Os médicos gostariam de ter em suas mãos um controle de todas as bactérias que ali vivem, tanto quanto possível para salvar mais vidas, mas a maioria das bactérias encontradas na boca humana não vão crescer em uma placa de Petri. Isso faz com que a compreensão e classificação delas seja uma grande dor de cabeça.

Esta falta de entendimento tem provado ser um grande obstáculo para o tratamento de doenças da gengiva como a periodontite. Os médicos não têm nenhuma maneira fácil de tratar esta doença, pois muitas bactérias diferentes estão envolvidas, e eles entendem muito pouco sobre elas. Pesquisadores recentemente conseguiram sequenciar uma bactéria encontrada na boca com várias seções de DNA, e eles esperam que isso possa dar-lhes um melhor conhecimento sobre como lidar com as doenças da boca, mas ainda há muitas mais bactérias para estudar. Por enquanto, muitos dos microorganismos em nossa boca permanecem um mistério. 

bauzaodanet.blogspot.pt