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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

CAMPANHA SAGRES



Campanha Sagres!
Um tipo levou a namorada para uma praia deserta.

Desaperta-lhe o top do biquíni e ela começa a refilar porque ali não

dava jeito, que havia muita areia, que ainda se arranhavam e ia 

entrar areia por todo o lado, etc…

O rapaz disse então:

- Calma! Não há nada que não se resolva!!!


E foi ao carro buscar uma grande toalha da SAGRES, que estendeu.


A namorada deitou-se em cima da toalha. Ao puxar-lhe a cueca do

biquini, uma rajada de vento levantou a ponta da toalha e ela reage

novamente, dizendo que se iam encher de areia, que a toalha voava,

que se arranhavam, etc…
E ele:

- Calma! Tudo se resolve.


Foi ao carro e trouxe 4 latas de SAGRES, colocando uma em cada

canto da toalha, para esta não esvoaçar. Como ela estava sempre a

implicar com tudo, teve a ideia de trazer também uma venda do

carro e para lhe por à volta dos olhos. Continuaram…
Já a rapariga estava nua, quando perguntou:


- Trouxeste preservativo? E o namorado:


- Aqui não tenho, vou buscar ao carro.


Enquanto foi ao carro, passou um gajo que andava a fazer

‘jogging’. Ao deparar com a tipa nua e vendada, deitada na toalha,

primeiro aproxima-se, começa a mexer e, como ela não se nega,

não hesita e aqui vai disto, salta-lhe para cima!!!


Após ter comido a menina, afasta-se e diz:


– Fonix!


Com uma campanha destas, agora é que eles rebentam mesmo com

os gajos da Super Bock


AS IRMÃS HILTON - AS SIAMESAS BRITÂNICAS DEVORADORAS DE HOMENS

Esta é a história das irmãs Hilton, mas não da Paris nem da Nicky Hilton, senão de outras irmãs que foram igualmente belas e famosas no século passado. Chamavam-se Violet e Daisy, nasceram em 5 de fevereiro de 1908 em Brighton, Inglaterra. Eram siamesas unidas pela cintura e a pelvis, ainda que não compartilhavam órgãos vitais.

As Irmãs Hilton
Sua mãe, uma camareira solteira que chamava Kate Skinner, vendeu-as imediatamente a sua patroa, Mary Hilton, de quem as meninas tomaram o nome.

A senhora Hilton sempre viu nas meninas uma fonte inesgotável de rendimentos, para isso ainda muito jovens tiveram aulas de dança, canto, piano, clarinete, saxofone e violino. Violet e Daisy deviam dirigir-se a ela como "Tia Lou", e a seus sucessivos maridos como "senhor".

A Tia Lou sempre manteve as meninas em cativeiro, salvo para suas apresentações públicas -começaram a se apresentar aos três anos de idade-.
As Irmãs Hilton
As siamesas eram um grande negócio. Moviam-se com leveza no palco e eram ademais bastante bonitas. Converteram-se em uma mina de ouro.

A partir dos 17 anos, Violet e Daisy foram levadas aos EUA e exploradas intensamente por Mary Hilton nas feiras. Ela nunca deixava as moças sozinhas ou que conversassem com alguém e não poupava dinheiro para evitar que escapassem.

Quando Tia Lou morreu, elas ficaram como "herança" para a sua filha Edith que seguiu explorando e controlando qualquer movimento suspeito de fuga das moças.
As Irmãs Hilton
Naquela época proliferavam as bandas de jazz, de modo que as jovens foram novamente ter aulas de saxofone. Certo dia, numa destas aulas, fingiram que estavam indispostas e conseguiram escapar com o pouco dinheiro que tinham conseguido esconder e se apresentaram no escritório de um advogado, que ao ver que eram maiores de idade, tomou a defesa das jovens. Foi um caso muito célebre que a imprensa seguiu muito de perto.
As Irmãs Hilton
Ao fim, aos 23 anos, Violet e Daisy estavam livres. Organizaram seu próprio espetáculo e se tornaram personagens muito populares dos EUA.

Em 1932, o diretor Tod Browning contratou as moças para seu filme Freaks, hoje um clássico, mas que naquela época causou controvérsia. Você pode ver o filme na íntegra neste tópico.
As Irmãs Hilton
Os anos 30 foram sua época mais gloriosa. As siamesas, com um tremendo bom humor, converteram seu problema físico no cartaz de sua carreira. Daisy tingiu o cabelo de loiro com o argumento de "para que não me confundam com minha irmã".

Violet era democrata e Daisy republicana. Qualquer assunto que rendesse publicidade gratuita para o espetáculo era bem vindo. A imprensa calculava que as siamesas ganhavam em torno de 5 mil dólares por semana, um valor enorme para essa época.
As Irmãs Hilton
Mas o que mais curiosidade causava era sua vida sentimental. Ainda que aparentemente Daisy e Violet tinham uma relação excelente, circulavam muitos rumores sobre uma suposta rivalidade entre elas, diziam que eram umas devoradoras de homens. O fato de que compartilhassem parte do sistema nervoso -e, por tanto, pudessem sentir o mesmo- aumentava ainda mais a curiosidade mórbida.
As Irmãs Hilton
Em 1934, Violet anunciou seu casamento com Maurice Lambert. O sonho de casar-se, não obstante, quase virou fumaça. Ao solicitar a licença para o casamento encontraram dificuldades em todos os estados que visitavam porque indicavam que, devido a sua especial compleição física, não iriam lhes conceder as licenças por considerar ditos casais indecorosos e contrários aos bons costumes. Por fim, obtiveram uma licença no Texas e se casaram. A relação durou exatas sete semanas.
As Irmãs Hilton
A experiência matrimonial de Daisy foi ainda mais breve. Diferente da irmã, conseguiu a permissão do estado de Nova York para se casar, e em 1941 se casou com o bailarino Buddy Sawyer. A união terminou 10 dias depois.

A partir daí, a fama e o interesse pelas siamesas começou a decair, mas elas tinham recursos de sobra. No final dos anos 40 abriram uma lanchonete em Miami chamada Irmãs Hilton. Quando o negócio faliu, Hollywood chegou em seu resgate.
As Irmãs Hilton
Em 1950 protagonizaram seu segundo filme, "Encadeadas pela vida", a história de duas siamesas que se apaixonam pelo mesmo homem. Quando uma se casa com ele, a outra o mata. A trama do filme gira em torno de como prender a assassina sem que a inocente também seja castigada. No entanto foi um fracasso de bilheteria e as pessoas não tardaram a esquecer das Hilton.
As Irmãs Hilton
Mas com sua astúcia as siamesas arranjaram para ser famosas novamente. Voltaram a percorrer o país e até participaram na campanha eleitoral de 1960: Violet apoiando a Kennedy e Daisy a Nixon.
As Irmãs Hilton
Estes foram seus últimos momentos de fama, o público se esqueceu delas e ao final terminaram como atendentes em uma loja de Charlotte, Carolina do Norte. Depois de vários dias de ausência ao trabalho, encontraram-nas mortas em sua casa em 4 de janeiro de 1969. A autópsia concluiu que tinham falecido com a famosa "Gripe de Hong Kong", que foi outra pandemia que se propagou pelo mundo naqueles anos.
As Irmãs Hilton


/www.mdig.com.br/

MODA FASHION FREAK

Várias pessoas com vestimentas das mais dispares. Uma moda  friki em roupa e complementos, os melhores modelitos para ser o centro das atenções. Sei não, mas esta gente escolhe a roupa no guarda roupa por sorteio: "... slamê minguê e o escolhido foi ...


Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009

Moda fashion freak 2009


 http://www.mdig.com.br/

o ai-jesus da tia e o outro, o estróina - Um é o ai-jesus da tia Ângela. Bom aluno, muito aplicado, atinado, queixinhas e manteigueiro, quem o quer ver é sentado ao lado da tia, sorrindo para a tia, amando a tia com um sorriso melado e acrobacias de cerviz.

o ai-jesus da tia e o outro, o estróina


Um é o ai-jesus da tia Ângela. Bom aluno, muito aplicado, atinado, queixinhas e manteigueiro, quem o quer ver é sentado ao lado da tia, sorrindo para a tia, amando a tia com um sorriso melado e acrobacias de cerviz. O outro é malandro e madraço, dado à desfaçatez de não pensar só nele, na sua ascensão social, no seu sucesso empresarial numa Tecnoforma de vão de escada. O primeiro vai ser qualquer coisa na vida. O segundo faz da vida uma qualquer coisa, um lugar mal amanhado onde o povo se atreve a ser gente, a ter voz, vontade, sonhos.

Um é uma laranja amarga a apodrecer na cesta. O outro, um Syriza no topo do bolo.



http://ouropel.blogspot.pt/

Documentário-- Nascidos em Bordéis: crianças da luz vermelha de Calcutá



O documentário ganhador do Oscar mostra a vida das crianças do bairro da Luz Vermelha, em Calcutá. O aparente enriquecimento da Índia deixa de lado os menos favorecidos. Nesse contexto, os menos privilegiados são as crianças filhas de prostitutas do bairro mais pobre da cidade. Porém, ainda há esperanças. Os documentaristas Zana Briski e Ross Kauffman procuram essas crianças e munidos de câmeras fotográficas pedem para ele fazerem retratos de tudo que lhes chama a atenção. Enquanto as crianças vão descobrindo essa nova forma de se expressar, os cineastas lutam para poder dar mais esperança e uma vida melhor as essas crianças, para as quais a pobreza é a maior ameaça à realização dos sonhos

ELE NÃO PÁRA DE CHORAR DESDE QUE O PASSOS COELHO FORMOU GOVERNO


CONCENTRAÇÃO A FAVOR DA GRÉCIA (LISBOA, 11 DE FEVEREIRO DE 2015)















ephemerajpp.files.wordpress.com

ISRAEL LIBERTOU MALAK A MAIS JOVEM PRISIONEIRA PALESTINA - MALAK TORNOUI-SE MAIS UM SÍMBOLO DA RESISTÊNCIA PALESTINIANA AO SIONISMO ISRAELITA

Não foi por acaso que Malak al-Khatib começou a atirar pedras aos carros dos colonos israelitas numa estrada da Cisjordânia ocupada. A rapariga, de 14 anos, está comprometida com a resistência à ocupação e, no seu quarto, diz a Associated Press que lá entrou, tem pulseiras e colares com as cores da bandeira palestiniana e um cartaz de um palestiniano num confronto com tropas — também tem um poster de Cristiano Ronaldo.




Quando foi presa, no dia 31 de Dezembro, tornou-se um símbolo da resistência e a referência das autoridades palestinianas que acusam o Governo de Israel de exagerar na forma como tratam os menores que atiram pedras aos colonos e aos soldados. Na sequência da prisão de Malak, a liderança palestiniana enviou uma carta às Nações Unidas acusando Israel de "apanhar crianças na calada da noite" e de as deter "por largos períodos de tempo", submetendo-as a "torturas psicológicas e físicas".
Por ano, diz a secção Palestina do grupo Defesa para as Crianças, as tropas israelitas prendem em média mil menores palestinianos. O Clube de Prisioneiros Palestinianos diz que, neste momento, são 200 os menores nas prisões israelitas. Entre eles há algumas raparigas, mas a maior parte são rapazes; Malak era a mais jovem e, por isso, o seu caso foi mediatizado, levando organizações de defesa dos direitos das crianças a criticarem a decisão de Israel e a pedirem a sua libertação.
Malak (que quer dizer anjo em árabe), esteve três semanas em prisão preventiva antes de ser julgada, por um tribunal militar, como acontece a todos os que vão a julgamento nos territórios ocupados. A acusação frisou que tinha na sua posse uma faca e que confessou que pretendia usá-la contra os soldados israelitas, caso tentassem prendê-la.
No dia 21 de Janeiro, foi condenada a dois meses de prisão e ao pagamento de uma multa no valor de 1300 euros. O seu pai, Ali al-Khatib, disse que a filha, que foi levada para o tribunal com mãos e pés algemados, foi forçada a confessar.
Atirar pedras é um acto habitual contra a ocupação israelita e o método já levou a duas vagas de resistência que ficaram conhecidos como Intifadas (levantamentos). Após o mais recente conflito armado entre Israel e a Palestina, no Verão do ano passado, a quantidade de ataques com pedras diminuiu na Cisjordânia, mas ainda são frequentes, relata a Associated Press. O Governo de Israel define este tipo de acto como perigoso e uma ameaça constante à vida dos colonos e soldados.
"Uma rapariga de 14 anos não constitui qualquer risco para os soldados. Eles estavam bem equipados e são bem treinados, por isso ela não era uma ameaça para eles", disse o pai de Malak, que protestou pela prisão da filha mas justificou a sua acção. "Estes miúdos crescem com os confrontos e com a opressão aos palestinianos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza e querem expressar o que sentem", disse.
Malak al-Khatib foi libertada junto ao posto de controlo de Tulkarem, na Cisjordânia ocupada. A família e os amigos que a foram buscar puseram-lhe um lenço palestiniano ao pescoço, antes de partirem para Beitin, a 40 quilómetros, onde vivem.