AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O ÓDIO A TSIPRAS e VAROUFAKIS


PETIÇÃO PÚBLICA - ESTRADAS DA FREGUESIA DE SANTA BÁRBARA DE NEXE

O povo volta a abrir passagem de nivél em Olhão.Sem Luta Não Há Vitórias! O povo ataca. - Nova passagem nivel aberta perto do nucleo do sporting em Olhao.

O povo volta a abrir passagem de nivél em Olhão.Sem Luta Não Há Vitórias!

O povo ataca. Nova passagem nivel aberta perto do nucleo do sporting em Olhao.

O povo nao desiste. Forca olhanenses
Partilhem.






Sobre a reunião do Comité Central do PCP de 9 de Fevereiro de 2015





Sobre a reunião do Comité Central do PCP de 9 de Fevereiro de 2015

A extensão e a gravidade dos problemas que se continuam a manifestar globalmente na sociedade portuguesa, espelham de forma indisfarçável o fracasso da política de direita na solução dos problemas nacionais.
A degradação dos rendimentos das famílias, a dimensão do desemprego, o caos verificado nas urgências hospitalares e na abertura do ano lectivo, os novos desenvolvimentos na privatização da TAP, no desmantelamento do sector ferroviário e no processo de venda da PT/Portugal à Altice agora consumada, são alguns exemplos da acção destruidora do governo PSD/CDS-PP e de uma realidade concreta que atinge milhões de portugueses.
Apesar das condições favoráveis para o relançamento económico com a descida significativa do preço do petróleo, da desvalorização do Euro e da baixa das taxas de juro da dívida pública, a economia portuguesa prossegue o caminho do marasmo, bem patente na anémica evolução do PIB, no agravamento da balança de mercadorias, na dimensão dos valores do endividamento público e privado, desmentindo de forma categórica a propaganda do governo em torno de uma alegada viragem.
Preocupante é, no plano social, a dimensão do desemprego e da pobreza. Expressão da política de exploração e empobrecimento em curso, a taxa de pobreza, segundo o INE, agravou-se 45%, entre 2009 e 2013, com mais de 800 mil portugueses a serem empurrados para esta situação.
Igualmente preocupante é a brutal escalada anti-social e anti-popular, que nos últimos três anos tem vindo a ser realizada em nome da crise e que não pode ser iludida pelas manobras eleitoralistas em curso, e outras que previsivelmente o Governo poderá vir a adoptar.
É neste quadro que se integra a ofensiva visando a reconfiguração do papel do Estado e a privatização de parte das suas funções, onde se inserem: a redefinição do aparelho administrativo orientada para a acelerada redução de funções e responsabilidades sociais do Estado e a municipalização de importantes áreas sociais, como a educação, a saúde, a segurança social e a cultura.
O Comité Central do PCP regista o conjunto de desenvolvimentos que, na sequência das eleições na Grécia, traduzem um inadmissível processo de ingerência, chantagem e pressões da União Europeia a propósito, designadamente, das dívidas soberanas. E sublinha, em particular, a atitude de subserviência e entrega de interesses do País – também ele confrontado com uma dívida insustentável - à usura dos mercados financeiros que o governo PSD/CDS e o primeiro-ministro têm confirmado nos últimos dias. Num quadro em que não é possível deixar de registar o alinhamento do PS e do seu secretário-geral com as posições do governo – designadamente na recusa da renegociação da dívida e da consideração de que ela é sustentável, e a sua renegociação desnecessária, o PCP reafirma, como desde 2011 tem feito, que o desenvolvimento soberano do País reclama a sua renegociação nos seus montantes, prazos e juros.
As recentes medidas avançadas na União Europeia de que se destacam as decisões do BCE de injecção de somas colossais no sistema financeiro, constituem, no essencial, a par com o chamado pacote Juncker, apoios ao grande capital, nomeadamente ao grande capital financeiro. Tais medidas vêm confirmar a persistência e profundidade da crise económica na União Europeia e na Zona Euro, e afirmam-se como paliativos sem impacto na dinamização da actividade económica.
O PCP considera que só uma ruptura com as políticas, normas e orientações que têm pautado o processo de integração capitalista europeu – como o Tratado Orçamental, entre outros instrumentos, poderá contribuir para a solução dos enormes problemas económicos e sociais que se agravam, para a melhoria das condições de vida, para a recuperação de direitos e para a afirmação e exercício da soberania dos povos.
O País e os portugueses estão confrontados com um quadro político, económico e social, a que urge pôr fim. O aprofundamento da crise económica e social, os desenvolvimentos da crise política e institucional, onde pontificam sucessivos escândalos de corrupção, bem como o desenvolvimento de uma postura de conivência e submissão de Portugal a interesses externos, coloca como um imperativo nacional, a derrota do governo PSD/CDS-PP e da política de direita.
Política que, invocando a crise, PS, PSD e CDS promoveram por via dos PEC e do Pacto de Agressão, e que sob a alçada da União Europeia e do FMI, lançou o País no maior período de recessão e estagnação económica das últimas décadas, liquidou ou negou direitos constitucionais, atrofiou o aparelho produtivo, alienou sectores estratégicos essenciais ao desenvolvimento, promoveu a reconfiguração do Estado ao serviço do capital monopolista, alimentou a corrupção.
Romper com a política de direita e fazer emergir uma alternativa política, patriótica e de esquerda, constitui um imperativo nacional. Imperativo que corresponde a uma legítima aspiração dos trabalhadores e do povo, de todos os democratas e patriotas que não aceitam o rumo de afundamento a que a política de direita vem condenando o País.
É na concretização dessa alternativa que o PCP está genuinamente empenhado. A política patriótica e de esquerda que Portugal precisa não depende apenas do PCP mas não é concretizável sem o PCP, e muito menos contra ele. Uma política alternativa e uma alternativa política cuja concretização é indissociável: da acção e da luta dos trabalhadores e do povo; do alargamento da convergência de sectores e forças sociais, de todos os democratas e patriotas, do reforço do PCP e da sua influência social e política, e da ampliação da expressão eleitoral da CDU - Coligação Democrática Unitária e do número de deputados que integrarão os grupos parlamentares do PCP e do PEV.
Inseparáveis da situação nacional e do conjunto dos factores que determinam a sua evolução, o Comité Central do PCP sublinha a importância que as eleições legislativas deste ano assumem no quadro da intervenção e da luta mais geral pela ruptura com a política de direita e a afirmação e concretização de uma política alternativa.
O Comité Central do PCP definiu nesta sua reunião as grandes linhas da campanha eleitoral, ao mesmo tempo que apela aos militantes e organizações do PCP e aos activistas da CDU para que se empenhem numa campanha de expressão e dimensão nacionais, que afirme com confiança que é possível uma outra política, que está nas mãos dos trabalhadores e do povo com a sua acção, a sua luta e o seu voto dar-lhe suporte e viabilidade.
Neste âmbito salienta-se a importância que assume o Encontro Nacional do Partido “Não ao declínio nacional. Soluções para o País” que terá lugar no dia 28 de Fevereiro, no Pavilhão Paz e Amizade, no concelho de Loures.
Um Encontro que tem como objectivo o exame da situação económica e social, a avaliação das políticas e dos responsáveis pelos problemas do País, bem como das linhas de ruptura com a política de direita, da política patriótica e de esquerda, e do caminho para a sua concretização.
Nesta reunião definiram-se também como direcções de intervenção eleitoral mais imediatas, e articuladas e integradas na acção geral do Partido, onde se inclui, nomeadamente: o desenvolvimento da acção nacional «A força do povo, por um Portugal com futuro, uma política patriótica e de esquerda»; o lançamento, a partir de 12 de Março, de uma grande acção de contacto e esclarecimento dirigida a afirmar a política alternativa que o PCP propõe, entre outras.
No contexto da grande e intensa actividade política a que o colectivo partidário vai ter que dar resposta nos próximos tempos, o Comité Central do PCP, chama ainda a atenção para a importância das eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira de 29 de Março; para as comemorações do 94º Aniversário do Partido; e no quadro de uma ampla iniciativa institucional em curso para o projecto de Resolução a apresentar na Assembleia da República para a realização de uma Conferência Intergovernamental visando a renegociação da dívida e a revogação do Tratado Orçamental, e a promoção de um conjunto de audições públicas sobre estas matérias.
O PCP alerta para as manobras que, face à inevitável derrota política e eleitoral da actual maioria, visam assegurar a manutenção dos elementos essenciais da política de direita.
Manobras e operações que promovem soluções populistas baseadas no discurso anti-partidos, nos apelos a pretensas novas expressões políticas valorizadas a partir da forma e escondendo conteúdos. Manobras e operações que têm na promoção dada ao PS, após o seu último Congresso, um elemento crucial.
O PCP salienta que mais do que um reposicionamento à esquerda ou de uma qualquer genuína busca de uma convergência para romper com a política de direita o que se vê no PS é a reafirmação da conhecida ambição de poder absoluto, desligando as políticas concretas e as propostas concretas do voto!
A alternativa que o País precisa, com toda a urgência, tem na proposta de política patriótica e de esquerda que o PCP apresenta, e tem tornado pública, a base essencial para a sua concretização.
Portador de um património ímpar na sociedade portuguesa, de luta e empenhamento pela convergência e unidade de todos os democratas e patriotas, por transformações progressistas no nosso País, o PCP, reafirma que o Partido está pronto a assumir todas as responsabilidades que o povo português decida atribuir-lhe na luta pela ruptura com a política de direita, na construção de uma alternativa patriótica e de esquerda ou no Governo do País, para concretizar uma nova política ao serviço dos trabalhadores, do povo e de um Portugal com futuro, liberdade, desenvolvimento, progresso social e soberania.

Parlamento perde petição para investigar submarinos Subscrita por quase 10 mil pessoas, documento pedia a reabertura da comissão de inquérito sobre o caso, arquivado em dezembro

Parlamento perde petição para investigar submarinos

Subscrita por quase 10 mil pessoas, documento pedia a reabertura da comissão de inquérito sobre o caso, arquivado em dezembro

O Parlamento perdeu a petição subscrita por quase 10 mil pessoas, a pedir a reabertura da comissão de inquérito aos submarinos, noticia o «Jornal de Notícias». 
 
O documento foi entregue há quinze dias, a 22 de janeiro, através do site do Parlamento, mas segundo aquele diário, a Assembleia da república garante que não entrou qualquer texto na plataforma das petições online.
 
Os autores da petição - que pretendem que se concentra apenas na aquisição dos dois submarinos alemães Tridente e Arpão - garantem que têm o comprovativo do sucesso da submissão do documento e que não ficaram surpreendidos, uma vez que o texto «alude a novos dados sobre o caso, como as reuniões do Grupo Espírito Santo».

De qualquer modo, já submeteram novamente a petição e vão entregar o mesmo texto, à embaixada alemã, pelo facto de a Alemanha ter recusado colaborar com a investigação portuguesa. As autoridades daquele país realizaram buscas na Ferrostaal, mas não disponibilizaram os documentos apreendidos.
 
Ministério Público arquivou o caso dos submarinos, em dezembro, por alegada prescrição dos factos em junho de 2014.

Entretanto, a eurodeputada do PS Ana Gomes, que foi assistente do processo arquivado pelo Ministério Público, voltou a trazer o tema para os órgãos de comunicação social, ao defender que «há indícios para investigar» Paulo Portas e Durão Barroso: o primeiro por ter sido ministro da Defesa (2002 a 2005), com um «papel relevante» no negócio da compra; o segundo, porque era primeiro-ministro nessa altura.

Essas declarações motivaram uma reação do atual vice-primeiro-ministro , que acusou Ana Gomes de ser «compulsivamente mentirosa». A eurodeputada socialista usou o Twitter para responder a Paulo Portas, continuando a apresentar os seus argumentos para reabrir a investigação. 

Entretanto, no fim de semana, o «Expresso» noticiou que houve erros nas transcrições das escutas a Paulo Portas no caso dos submarinos. Esses erros levantaram suspeitas quanto a uma conversa de 2004, em que o na altura ministro da defesa falava de uma viagem ao Canal de Kiel, na Alemanha. Na transcrição feita pelo Ministério Público, «kiel» transformou-se em «aquilo» [um assunto] e «canal» em «Canalis»  [como sendo uma pessoa}.

Essa suspeita foi um dos argumentos utilizados por Ana Gomes para requerer a reabertura do caso, mas, ao que tudo indica, a transcrição foi mal feita.  

CONCENTRAÇÃO NACIONAL DE PROFESSORES DO ENSINO ARTÍSTICO JUNTO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (LISBOA, 9 DE FEVEREIRO DE 2015)





ephemerajpp.files.wordpress.com

Europeus contestam tratado de comércio com Estados Unidos

Europeus contestam tratado de comércio com Estados Unidos

Se o tratado com os EUA for avante, especialistas alertam para produtos manipulados, perigosos para a saúde.
Reuters/Bernardo Montoya
09/02/2015 | 00:00 |  Dinheiro Vivo
Concluída em Bruxelas a oitava ronda negocial da Parceria Transatlântica para o Comércio e para o Investimento (TTIP), as posições de veto assumidas pela França, e agora pela Grécia, parecem ameaçar o acordo entre a União Europeia e os Estados Unidos. A petição assinada já por 1,4 milhões de europeus também ainda não parou de recolher assinaturas. O que está em causa?
Elementos de mais de 200 organizações não governamentais europeias manifestaram-se, esta semana, à entrada da reunião onde tudo é decidido, à porta fechada, incluindo três portugueses daPlataforma Não ao Tratado Transatlântico. "Quem tiver 10 mil euros pode comprar um bilhete para intervir no plenário, mas achamos que isso não é democracia, tal como nada nestas negociações tem sido democrático", comentou José Oliveira, um dos líderes do movimento português.
A posição da Grécia, tornada pública durante a semana, dá força ao movimento, mas não resolve tudo. "Temos a certeza que o acordo vai ser vetado, mas o "inimigo" pensou nisso e introduziu uma cláusula a dizer que o texto que for aprovado à mesa das negociações entra imediatamente em vigor, mesmo antes de os parlamentos decidirem se o querem ou não", explicou José Oliveira. "O tratado vai ainda ser gerido por comissões regulatórias, constituídas por elementos indicados por Bruxelas e pelas grandes corporações norte-americanas, que têm liberdade para acrescentar alterações sem terem de ser ratificadas pelos governos. Está tudo muito bem pensado para serem as grandes corporações a passar a tomar decisões em vez dos cidadãos", ironizou o responsável.
A palavra final caberá ao Parlamento Europeu, por isso foi lançada uma iniciativa de cidadãos europeus que recolheu já 1,4 milhões de assinaturas, representando no mínimo sete países da UE, para levar as objeções e preocupações das pessoas aos políticos. Alemanha, Áustria, Reino Unido, França, Espanha, Bélgica, Holanda e Eslovénia são os países onde a população está extremamente mobilizada para objetar ao tratado, ao passo que Portugal, Hungria, Itália, Grécia, Roménia e os restantes países mal deram conta do que está em causa.
"Muito simplesmente, se o tratado for aprovado, o português só vai notar quando for às compras, comprar vegetais geneticamente modificados, carne inundada de hormonas e quando ficar doente e pagar muito mais pelos medicamentos", explicou José Oliveira.
O Acordo de Comércio e Investimento tem sido mencionado como um tratado que elimina tarifas aduaneiras e burocracias entre a UE e os EUA, mas isso é algo que os ativistas chamam de "cavalo de Tróia". Há muito mais em cima da mesa das negociações desde que se iniciaram, em 2013. E é tão complexo, de parte a parte, que o acordo que deveria ter ficado concluído até final de 2014 já tem um novo prazo, previsto para 2016.
harmonização ou aceitação de diferentes regulamentações em vários sectores - desde o ambiente à saúde, passando pela agricultura e pelo sector financeiro - é o maior problema para ambos os lados. A Europa preocupa-se em defender os seus níveis elevados de proteção ambiental e de proteção ao consumidor, mantendo a sua agricultura livre de Organismos Geneticamente Modificados e os seus sistemas de saúde nacionais com custos suportáveis, enquanto a liberalização total ao estilo dos EUA poderá trazer, antes, maior exploração de fontes energéticas, carnes carregadas de químicos prejudiciais, privatização de serviços públicos e medicamentos mais caros.
Do lado dos defensores do tratado, como já afirmou Vital Moreira, ex-eurodeputado socialista e ex-relator do Parlamento Europeu para o TTIP, fala-se em "liberalização regulada" em vez de desregulação. Este acordo que une as economias dos EUA e da UE para fazer frente à China, como defendeu o socialista há dias, pode beneficiar particularmente Portugal. Será umaoportunidade única para as empresas do calçado, do vestuário e têxtil e da agricultura gourmet (azeites, vinhos, conservas e frutas) que, hoje, "face às exigências fitossanitárias impostas pelos EUA, não há pera ou maçã europeias que consigam lá entrar".
Com poucas outras vozes a assumir publicamente o apoio ao acordo, Vital Moreira apelou a que façam ouvir-se, não deixando "os inimigos sozinhos em campo". O governo português não declarou publicamente a sua posição, mas encarregou o secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Bruno Maçães, de seguir as negociações do acordo. Em entrevistas públicas, o secretário de Estado tem apontado inúmeras vantagens ao TTIP, nomeadamente a criação de 49 mil empregos em Portugal e o aumento de mil milhões de euros no PIB nacional.
A nona ronda negocial do tratado deverá ter lugar em abril, nos EUA, esperando-se que outras se sigam antes das férias de verão. Do lado da Comissão Europeia, ficou prometida a divulgação da proposta sobre cooperação reguladora, discutida durante a ronda que agora terminou, na respetiva página de internet, a partir de amanhã.

Investigação “Swissleaks”: há um português que tem 143 milhões na Suíça

Investigação “Swissleaks”: há um português que tem 143 milhões na Suíça

Entre os clientes descobertos, há artistas conhecidos, traficantes de armas e de diamantes, terroristas e, até, um português. Só não se revela quem.
O Banco já tomou medidas para prevenir crimes como a fraude fiscal
Autores
  • lusaAgência Lusa
    O Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (ICIJ) divulgou no domingo documentos confidenciais sobre o ramo suíço do banco britânico HSBC, que revelam alegados esquemas de evasão fiscal. Entre os mais de 100 mil clientes, há terroristas, traficantes de armas e de diamantes e artistas conhecidos, como a Tina Turner e John Malkovich. Há, também, um português que ali tem 143 milhões de euros. Só não se sabe quem.
    A investigação, batizada por “Swissleaks”, revela documentos fornecidos por um informático, Hervé Falciani, ex-trabalhador do HSBC em Genebra, ao jornal francês Le Monde e partilhado com aquele consórcio e com jornalistas de mais de 40 países.
    Portugal surge em 45.º lugar na lista, com um total de 969 milhões de dólares (855,8 milhões de euros) depositados no HSBC, distribuídos por 778 contas bancárias de 611 clientes. Das 778 contas bancárias, 531 foram abertas entre 1970 e 2006, e dos 611 clientes com ligações a Portugal, 36 por cento tem passaporte português, indicam as informações divulgadas pelo ICIJ. A informação divulgada refere ainda que a maior quantidade de dinheiro de um cliente do banco ligado a Portugal é de 161,8 milhões de dólares (142,9 milhões de euros), mas a identidade não é revelada.
    Os jornalistas analisaram cerca de 60.000 ficheiros, alguns dos quais com informações que denunciam que o banco tinha conhecimento de práticas ilícitas de alguns clientes. Entre os clientes, há traficantes de armas e de diamantes. Assim como personalidades públicas.
    O ICIJ publica informação sobre 61 pessoas, onde não surge qualquer português, mas inclui, por exemplo, Mohammed VI, rei de Marrocos, Abdullah II, rei da Jordânia, o designer de moda Valentino, a modelo Elle McPherson, o ator Christian Slater, o banqueiro Edouard Stern e o motociclista Valentino Rossi.
    A informação agora divulgada diz respeito a contas no valor de mais de 100 mil milhões de dólares de 106 mil clientes de 203 países. E pode ser vista aqui:http://www.icij.org/project/swiss-leaks/about-project-swiss-leaks.
    Apesar de expor estes documentos, o consórcio de jornalistas afirma que não pretende “sugerir ou presumir que quaisquer pessoas, empresas ou entidades mencionadas nos dados da informação revelada tenham violado a lei ou tenha tido outro tipo de conduta imprópria”.

    Tina Turner, Joan Collins e John Malkovich entre os clientes

    Tina Turner, a cantora que conseguiu a nacionalidade suíça, ou o ator John Malkovich são alguns dos clientes do banco. Malkovich já veio dizer, através de um representante, desconhecer por completo esta conta. E afirmou que tal poderá estar relacionado com Bernard Madoff, o presidente de uma financeira detido por fraude e a quem reclama milhões de euros.
    Um porta-voz da atriz Joan Collins disse ao ICIJ que ela depositou, em 1993, alguns fundos numa conta de um banco em Londres e que, depois, descobriu que “sem as suas instruções” o dinheiro seguiu para uma conta na Suíça do banco HSBC.

    Banco assume “transformação radical”

    A filial suíça do banco britânico HSBC Private Bank assegurou esta segunda-feira ter sofrido uma “transformação radical” após os “incumprimentos verificados em 2007″, para evitar casos de fraude fiscal e de branqueamento de capitais.
    “O HSBC (Suíça) realizou uma transformação radical em 2008 para evitar que os seus serviços sejam utilizados para defraudar o fisco ou para a lavagem de dinheiro”, disse o diretor-geral da filial, Franco Morra, no comunicado enviado à agência de notícias France Presse.

    “Se a Grécia sair, quem irá a seguir? Portugal?”, pergunta Yanis Varoufakis

    “Se a Grécia sair, quem irá a seguir? Portugal?”, pergunta Yanis Varoufakis

    Um alerta de Yanis Varoufakis para Portugal e para toda a zona euro. Se a Grécia sair da união monetária, esta irá "desmoronar-se como um castelo de cartas", garante o ministro das Finanças da Grécia.
    Getty Images
    O ministro das Finanças da Grécia lançou no domingo um “alerta contra qualquer pessoa que esteja a considerar uma estratégia que passe por amputar a Grécia da zona euro, porque isso seria muito perigoso“. Yanis Varoufakis pergunta: “E quem irá a seguir, depois de nós? Portugal? O que vai acontecer quando Itália se aperceber que é impossível continuar presa ao colete de forças da austeridade?”
    Em entrevista à cadeia televisiva italiana RAI, citada pela Reuters, Yanis Varoufakis avisa que se a Grécia sair da zona euro outros países irão, inevitavelmente, seguir-se-lhe e a união monetária irá “desmoronar-se como um castelo de cartas“. “O euro é frágil. E, como quando se constrói um castelo de cartas, se retirarmos uma carta que é a Grécia, o castelo irá colapsar”, afirma o ministro das Finanças da Grécia.
    Varoufakis esteve em Roma no final da semana passada, onde esteve reunido com o seu homólogo italiano Pier Carlo Padoan. Aí, recebeu palavras de apoio – como o primeiro-ministro Alexis Tsipras já tinha recebido de Matteo Renzi – mas foi-lhe dito que não há margem para qualquer perdão de dívida. Mas, segundo Varoufakis, essa foi a mensagem oficial, porque nos bastidores o discurso foi diferente.
    Responsáveis políticos italianos, não posso dizer de qual grande instituição, abordaram-nos para nos dizer que nos apoiam mas não podem dizer a verdade porque a Itália também está em risco de bancarrota etêm medo da reação da Alemanha“, afirmou o ministro das Finanças grego. “Porque, convenhamos, a dívida de Itália é insustentável“, atirou.
    Em Roma, Yanis Varoufakis voltou a pedir uma renegociação dos pagamentos de dívida e mais tempo para que o governo a que pertence negoceie um “novo acordo” com os credores. O grego tem, também, insistido num programa massivo de investimentos em vários países europeus liderado pelo Banco Europeu de Investimento (BEI).

    Confirmado Encontro Bilderberg 2015 nos Alpes Austríacos - Enquanto a grande mídia evita cobrir o encontro Bilderberg, considerando-o apenas um grupo de debates, inúmeros exemplos de poder da organização e seus impactos diretos sobre a política global foram documentados nos últimos anos, com diversas acusações de que o grupo é fundamentalmente de natureza antidemocrática.

    Confirmado Encontro Bilderberg 2015 nos Alpes Austríacos

    segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015 
    Enquanto a grande mídia evita cobrir o encontro Bilderberg, considerando-o apenas um grupo de debates, inúmeros exemplos de poder da organização e seus impactos diretos sobre a política global foram documentados nos últimos anos.

    Interalpen

    A localização e datas do encontro do grupo Bilderberg em 2015 foi confirmada. O evento será realizado no opulento hotel Interalpen, nos Alpes austríacos, próximo a Telfs.

    Em uma nota de imprensa a polícia austríaca revelou que a segurança para a reunião estará em operação entre 09 e 15 de junho. Como é de costume nos encontros Bilderberg as reuniões acontecem entre 11 e 14 de junho.

    A nota à imprensa da polícia observa que a segurança na reunião Bilderberg será parte da mesma operação de segurança para a reunião do G7, que está programada para ocorrer no início da mesma semana, de 07-08 de junho, em Schloss Emau, na Alemanha.

    O local da reunião do G7 fica a apenas 3,6 km da fronteira austríaca. Ambos os eventos vão cobrir questões semelhantes e ocorrem em sequência. A cúpula do G7, entre 7 e 8 de junho; a conferência Bilderberg, entre 9 e 14 de junho, avisa o comunicado.

    A unidade anti-terrorista COBRA vai estar sob o controle da operação. Uma zona de 30 milhas em torno do hotel será considerada zona área proibida para vôos, incluíndo paragliders e paraquedas.

    Os rumores sobre a localização da reunião dos Bilderberg em 2015, no Interalpen Hotel, foram notadas pela primeira vez em agosto de 2014, após investigadores do grupo descobrirem que o hotel estava reservado para os primeiros fins de semana de junho de 2015. A confirmação oficial veio mais cedo do que nos outros encontros, talvez refletindo a grande notabilidade que o grupo vem ganhando nos últimos anos.

    Hotel

    O hotel Interalpen está rodeado por florestas e montanhas ao lado de uma estação de esqui e próximo ao aeroporto de Innsbruck. Suas instalações oferecem espaços para reuniões e eventos. Está situado a uma altitude acima de 1.300 metros do nível do mar em um ambiente exclusivo nos alpes austríacos.

    O local é propriedade do grupo Liebherr. Conta com um centro de conferências com capacidade para 400 participantes. O hotel já sediou o encontro em 1988. É a terceira vez que a conferência é realizada na Áustria.

    O encontro deste ano segue o modelo da reunião realizada em 2011 em St.Moritz na Suíça. Essa região fica protegida por montanhas, florestas e estradas sinuosas.

    Enquanto a grande mídia evita cobrir o encontro Bilderberg, considerando-o apenas um grupo de debates, inúmeros exemplos de poder da organização e seus impactos diretos sobre a política global foram documentados nos últimos anos, com diversas acusações de que o grupo é fundamentalmente de natureza antidemocrática.

    Em 2010, Willy Claes, ex-secretário da OTAN e membro do Bilderberg, admitiu que os participantes do grupo são obrigados a implementar as decisões políticas que são formuladas nos encontros.

    Em 2013, o advogado italiano Alfonso Luigi Marra solicitou ao Ministério Público de Roma para investigar as atividades criminais clandestinas do grupo, questionando se a reunião de 2011 foi responsável pela escolha de Mario Monti como primeiro-ministro da Itália. Leia mais em "[VÍDEO] Parlamentar Italiano: Grupo Bilderberg é a Raiz de Todo o Mal".

    Em 2009, o presidente do Bilderberg, Étienne Davignon, se gabava que a criação da moeda única da Comunidade Européia, o Euro, foi uma criação do grupo.


    http://www.anovaordemmundial.com

    Angola quer “renegociação da dívida” - Conselho de Ministros angolano aprovou esta sexta-feira o Orçamento rectificativo para 2015.

    Angola quer “renegociação da dívida”

    Conselho de Ministros angolano aprovou esta sexta-feira o Orçamento rectificativo para 2015.
    José Eduardo dos Santos liderou Conselho de Ministros que aprovou o novo orçamento AFP/STEPHANE DE SAKUTIN
    O Conselho de Ministros de Angola aprovou esta sexta-feira uma “estratégia que visa a revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) e da Programação Macroeconómica” para este ano.
    O encontro do Governo, liderado pelo presidente angolano, José Eduardo dos Santos, definiu diversos objectivos para combater os efeitos económicos da queda do preço do petróleo nas contas do país, incluindo, de acordo com a agência de notícias estatal, a Angop, “a renegociação dos actuais acordos de dívida e negociação de novos acordos”. Nada mais é referido sobre a questão das dívidas.
    De acordo com os últimos dados do Ministério das Finanças, Angola devia 1455 milhões de dólares a Portugal (1284 milhões de euros ao câmbio actual) no final de 2013, dos quais 897 milhões eram dívida garantida pelo Estado e o restante dívida directa do Estado angolano. Ao contrário desta última, que tem vindo a descer, a dívida com garantia subiu em 2010 e 2011, na sequência da queda do preço do petróleo que ocorreu com a crise financeira. No final de 2009 estava em 686 milhões de dólares
    De acordo com a Angop, entre os objectivos definidos esta sexta-feira está a redução da despesa pública, bem como a manutenção da estabilidade do nível geral de preços, o controlo e a manutenção do nível das reservas internacionais líquidas, bem como a redução da despesa pública.
    “A estratégia aprovada durante a primeira sessão ordinária visa, igualmente, a manutenção de recursos para atender as necessidades mínimas dos 54 programas do sector social previstos no OGE 2015, bem como o aumento das receitas não petrolíferas (tributárias e patrimoniais) ”, refere a Angop, destacando ainda “a aceleração da diversificação da economia nacional” e “a manutenção do ritmo de crescimento económico”.
    Para isso, serão conduzidas “ acções diplomáticas necessárias junto da comunidade internacional e organizações multilaterais”. De acordo com o comunicado de imprensa do Conselho de Ministros, citado pela Angop, o governo formado pelo MPLA garante que a estratégia delineada“ não compromete os objectivos preconizados pelo Executivo e definidos no Plano Nacional de médio prazo 2013/2017”, mas “contempla um conjunto de medidas conjunturais, estruturais, administrativas e político–diplomáticas”.
    O Orçamento rectificativo, agora aprovado, vai ser encaminhado para a Assembleia Nacional, e deverá incorporar vários cancelamentos ouadiamentos de investimentos considerados menos prioritários, com impactos directos em sectores como o da construção. Também as exportações para Angola deverão ser atingidas, além das que já contam com novas quotas de importação.
    No final da reunião do Conselho de Ministros, o ministro das Finanças, Armando Manuel, afirmou, citado pela Lusa, que a compensação pelas quebras nas receitas petrolíferas será feita pelo corte a fundo na despesa, que sofre “uma desaceleração de um terço” do valor, sem que haja mudanças nos salários da Função Pública.
    Esta sexta-feira, Víctor Lopes, economista do Standard Chartered, afirmou aoFinancial Times (FT) que deverá haver um “corte massivo” ao nível dos projectos de infra-estruturas. O FT adiantava ainda que o executivo de José Eduardo dos Santos estava em negociações com várias instituições, desde o Banco Mundial à Goldman Sachs, para garantir mil milhões de dólares em empréstimos.
    O OE ainda em vigor foi elaborado com o preço do barril em 81 dólares, quando actualmente ronda os 50 dólares. O novo OE aponta para o preço de 40 dólares por barril, o que representa uma previsão de menos 14.000 milhões de dólares (cerca de 12.300 milhões de euros) em receitas.

    Austeridade fazem os alemães

    Austeridade fazem os alemães



    Austeridade fazem os alemães
    só se dá ao luxo de ser austero quem, podendo gastar mais, gasta menos.
    É portanto uma escolha. A moderação dos gastos que constatei espantado nas ruas de Berlim ou de Oslo.
    Os países pobres não vivem em austeridade mas sim na penúria ou, em certos casos, na miséria extrema. No fundo precisam de tomar medidas no plano económico, social e cultural para um dia poderem, se quiserem, decidir ser austeros.
    O "engenheiro" José Sócrates acaba de contribuir, involuntáriamente, para a demonstração da incompreensão social desta abordagem.
    Instado sobre a sua vida sumptuosa em Paris, sem meios para tal, achou que seria uma boa resposta dizer que o fazia com empréstimos de um amigo.
    Mesmo admitindo que tal seja verdade é revelador que ele exiba essa falta de austeridade na presunção de que será compreendida e bem recebida pelos portugueses.

    dotecome.blogspot.pt

    E já perguntaram aos gregos se querem ser como os portugueses?

    E já perguntaram aos gregos se querem ser como os portugueses?

    Anda por aí muita gente que não se cansa de dizer que não são como os gregos, que Portugal não é como a Grécia, aqui podemos ser pobres mas estamos sempre lavadinhos,que não somos caloteiros, que temos muito respeitinho pela senhora Merkel.

    Mas já alguém se lembrou de perguntar aos gregos se querem ser como os portugueses ou se queem que a Grécia seja como Portugal?

    Sugiro que lhes façam dez perguntas muito simples:
     photo _Perguntas-9_zps1b4c5977.jpg

    Perguntem aos grego se querem um presidente que não defenda a Constituição
        
     photo _Perguntas-8_zpsd7f16147.jpg

    Perguntem aos gregos se querem ter políticos que não se cansam de dizer alarvidades
      
     photo _Perguntas-10_zps16a003b0.jpg

    Pergunte-se aos gregos se querem juízes que acham que a prisão preventiva é pouco para um arguido
       
     photo _Perguntas-6_zps4624b8f0.jpg

    Perguntem aos gregos se querem banqueiros que sejam donos dos seus polítcos
       
     photo _Perguntas-3_zpsdcb40da9.jpg

    Perguntem aos gregos se querem ministros que quando as situações se complicam fogem
      
     photo _Perguntas-4_zps8100d05d.jpg

    Perguntem aos gregos se querem políticos que enriquecem rapidamente
       
     photo _Perguntas-7_zpsb01f74f9.jpg

    Perguntem aos gregos se querem políticos inimputáveis que acusam outros e não assuem os erros
       
     photo _Perguntas-2_zpsdf58e4e5.jpg

    Perguntem, aos gregos se lá também se tiram cursos com requerimentos

      
     photo _Perguntas-5_zpsd2dd3bd6.jpg

    Perguntem aos gregos se lá os políticos amigos sabem são avisados das decisões do banco Central a

      
     photo _Perguntas-1_zps00a38fef.jpg

    Perguntem aos gregos se querem aturar o D. Duarte.



      
    jumento.blogspot.pt