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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

UMA LINDA HISTÓRIA DE AMOR - - "Foi a mais linda história de amor que me contaram e agora eu vou contar..."Todos já devem ter ouvido a simplória música de Jorge Benjor, vergonhosamente plagiada por Rod Stewart, que imortalizou a história do príncipe Sha Jahan em nosso país. Pois foi, realmente, uma linda história de amor.

Taj Mahal, uma história de amor
- "Foi a mais linda história de amor que me contaram e agora eu vou contar..."Todos já devem ter ouvido a simplória música de Jorge Benjor, vergonhosamente plagiada por Rod Stewart, que imortalizou a história do príncipe Sha Jahan em nosso país. Pois foi, realmente, uma linda história de amor.


O Taj Mahal é poesia feita arte, um canto ao amor, uma obra sublime que só uma alma apaixonada seria capaz de oferecer ao mundo. Ali, justo sobre o pórtico na entrada pode ser lido alguns versos do Alcorão que descrevem o paraíso, que dá uma idéia do que vamos encontrar e do que vamos sentir; como palavras mágicas, aquele portão de bronze mostrará um "palácio de pérolas rodeado de jardins".
Taj Mahal, uma história de amor
Não há nada mais profundo para qualquer viajante que sentar-se em um dos bancos que há por todo o Jardim do Paraíso e admirar a silhueta do impressionante Mausoléu recortada sobre um céu limpo, que pouco a pouco se tinje de rosa ao cair à noite, enquanto de fundo, nas cercanias do Templo, ouvimos os cânticos e as orações próprias desta gente.

E assim, enquanto admiramos a soberba perfeição de todo o conjunto; na bela simetria do templo de mármore entre flores de lotos que flutuam sobre suas águas, nossa mente viaja absorta, solitária, esquecida e assim fica mais fácil rememorar com a triste história do imperador Sha Jahan.
Taj Mahal, uma história de amor
Sha Jahan conheceu a sua amada Arjumand num bazar onde ela vendia cristais. Admirado com sua beleza não foi capaz de lhe dirigir a palavra num primeiro momento. Seu pai, o Imperador, também não aceitou esta relação. Assim foi que depois de duas esposas e cinco anos desde aquele primeiro encontro, uniram-se em casamento. Arjumand passou a ser conhecida como Mumtaz Mahal, "a eleita do palácio". Durante anos foram um casal apaixonado, que viviam um pelo outro; ela era sua acompanhante fiel em todas suas campanhas; ele a cobria de presentes, de detalhes, de flores, de diamantes, de carinho... de amor. Depois da morte do imperador Jehangir, Sha Jahan ocupou o trono. Dois anos mais tarde, em 1630, veio a tragédia...

Em plena campanha militar em Burhanpur, avisaram o novo imperador de que o 13º parto de sua esposa estava complicado. Sha Jahan correu desesperado ao seu encontro, justamente a tempo de segurar-lhe a mão e dar-lhe seu último adeus. O imperador nunca mais voltou a ser o mesmo. Enclausurou-se no Forte Vermelho, na orla esquerda do rio Yamuna, e ali passou, encerrado nos últimos anos de sua vida, abandonando o Império nas mãos de seus sucessores.
Taj Mahal, uma história de amor
Em frente ao Forte, visível desde todas suas janelas, e no outro lado do rio, mandou construir o mais impressionante Mausoléu que jamais uma mente humana pudesse conceber. Os melhores construtores, os melhores operários, as melhores jóias, as melhores pedras... tudo era pouco para o local de repouso de sua amada; inclusive, o Yamuna foi desviado para que o Taj Mahal pudesse se refletir em suas águas. E ali, depois de duas décadas de construção, em 1648, foi enterrada sua amada Mumtaz Mahal. E ali, junto a ela, foi enterrado anos depois o próprio imperador para que repousassem sempre juntos eternamente.


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Nova edição do conto do vigário - Sabe-se que a vitória do Syriza nas recentes eleições legislativas gregas desagradou profundamente a Passos Coelho, que não só não escondeu o desgosto,

Nova edição do conto do vigário


Sabe-se que a vitória do Syriza nas recentes eleições legislativas gregas desagradou profundamente a Passos Coelho, que não só não escondeu o desgosto, como, indo mais longe, contra todas as regras da urbanidade e da diplomacia, se permitiu classificar o programa do Syriza, sufragado pelo gregos, como um "conto para crianças".
A afirmação de Coelho não foi particularmente bem recebida pela crítica da "especialidade" e com toda a razão, até porque não é fácil encontrar uma explicação para o insólito comportamento de Passos Coelho. Admito, porém, que a explicação possa ter algo a ver com o facto de o próprio Coelho ser também ele um cultor do género conto. E se é verdade que o público alvo de Coelho não são as crianças, pois ele cultiva apenas o modelo do "conto do vigário",  não é de excluir que haja da parte dele o receio de que pelo menos uma parte da sua clientela abandone o "conto do vigário" para passar a deliciar-se com os contos para crianças.
É compreensível, pois, a meu ver, o seu receio, até porque Passos Coelho é incapaz, como está amplamente demonstrado, de fugir do modelo que tem vindo a seguir. O mais que ele consegue é fazer sucessivas edições do mesmo conto e, há que reconhecê-lo, até tem alguma vantagem em assim proceder. 
A primeira edição do conto do vigário por ele apresentado aquando das últimas legislativas teve um sucesso inegável. A edição seguinte, sob o lema "Que se lixem as eleições", foi outro êxito pelo menos ao nível dos órgãos de comunicação social que encheram paginas e prencheram horas de comentários favoráveis ao dichote. 
Com a aproximação das eleições legislativas, estamos já a assistir a uma nova edição do mesmo conto do vigário. O lema  "que se lixem as eleições" já foi chão que deu uvas. Na nova edição, o conto do vigário é multifacetado: ora se inventam sucessos que só existem na imaginação de Passos e dos seus apaniguados, ora se negam os factos por demasiado evidentes que eles sejam. Ou seja, toda a mentira é permitida, desde que não se lixem as eleições.
Não sei se o conto do vigário na nova edição vai ter sucesso. O que sei sim é que vigarista continuamos a ter. Tolos suficientes é que não sei. Mas não juro nada.

terradosespantos.blogspot.pt

10 CIENTISTAS LOUCOS - Considerados gênios por alguns e loucos por outros, alguns de seus inventos e descobertas ainda têm repercussão em nossa vida cotidiana. Em outros casos foram uma insólita fraude. Veja abaixo a lista que comprova a frase de que "...de gênio e louco todos temos um pouco.

Considerados gênios por alguns e loucos por outros, alguns de seus inventos e descobertas ainda têm repercussão em nossa vida cotidiana. Em outros casos foram uma insólita fraude. Veja abaixo a lista que comprova a frase de que "...de gênio e louco todos temos um pouco.


10 cientistas loucos1. Johann Konrad Dippel (1673-1734)- Alemanha

Um fato que poucos conhecem é que este alquimista e teólogo do século XVII, inventor de uma das primeiras tintas sintéticas, trabalhou no Castelo Frankestein, próximo a Darmstadt, Alemanha. Não é sabido com exatidão se a escritora Mary Shelley se inspirou neste personagem para criar sua famosa novela. O verdadeiro é que Dippel investiu boa parte de sua vida na busca de um elixir da imortalidade, e ironicamente morreu na tentativa ao ingerir uma poção de sua invenção.
10 cientistas loucos2. Jack Parsons (1914-1952) - Estados Unidos

Pesquisador de foguetes de propulsão, um dos fundadores do Jet Propulsion Laboratory da NASA era também crente no ocultismo e praticante de magia negra. Parte do sucesso do programa espacial dos Estados Unidos deve-se ao trabalho deste notável cientista que era autodidata, amigo do mágico inglês Alesteir Crowley e L. Rum Hubbard, fundador da Dianética. A trágica morte de Parsons num laboratório caseiro cimentou sua lenda.
10 cientistas loucos3. Oliver Heaviside (1850-1925) - Inglaterra

É conhecido como um dos fundadores da teoria moderna de circuitos elétricos e análises de vetores em eletromagnetismo; suas idéias são palpáveis até os dias atuais. Esteve a ponto de ganhar o Nobel de Física em 1912. Substituiu os móveis de sua casa por pedras de granito; tinha a obsessão por atropelar galinhas com sua bicicleta; documentava tudo o que o que comia; podia tomar litros de leite diariamente; padecia de termofilia (adorava temperaturas altas) e por conseqüência tinha medo de não estar bem protegido do frio. Mas o mais bizarro foi que manteve a sua cunhada Marry Way como sua criada por sete ou oito anos em virtual estado de escravidão.
10 cientistas loucos4. Rene Blondlot (1849-1930) - França

Ainda que tenha sido um cientista respeitado em sua época, especialmente por seus trabalhos com eletromagnetismo, é lembrado por ter descoberto os raios "N", uma nova forma de radiação que nunca pode ser comprovada e do qual se suspeita que tenha sido apenas uma alucinação do próprio Blondlot.
10 cientistas loucos5. Nikola Tesla (1856-1943) - Austria

Talvez um dos inventores mais importantes da história por sua contribuição ao desenvolvimento da indústria elétrica (a ele devemos o primeiro uso prático da corrente alternada). A lista de inventos (gerador elétrico de CA, motor de indução, etc.) e idéias que gerou em vida contrasta diametralmente com suas excentricidades. Nunca teve um lar fixo, pois preferia viver em quartos de hotel onde tinha demandas bastante peculiares: tinha um estranho caso de "trifilia", uma marcada obsessão de pedir diariamente toalhas, pratos e cobertores em múltiplos de três. Diariamente dava três voltas na quadra do hotel e contava seus passos; sempre escolhia o quarto 207. Ademais lavava as mãos a cada momento, pois tinha uma fobia terrível de germes; também desenvolveu um medo irracional contra objetos redondos. Além de sofrer alucinações visuais e auditivas, chegou a considerar às pombas como suas únicas amigas.
10 cientistas loucos6. Wilhelm Reich (1897-1957) - Alemanha

Discípulo de Freud e um dos reformadores da psicanálise, sua figura e obra ainda são objeto de controvérsia. Ainda que seja o criador de numerosas teorias no campo da psicologia, é recordado, talvez de forma injusta, por criar o conceito do orgone, uma classe de energia vital que podia ser armazenada nuns dispositivos que inventou para tal efeito; por causa disso foi preso por ordem do FDA dos Eua, que além de o considerar mentalmente instável ordenou queimar muitos de seus livros sobre o tema. Morreu na prisão. Fora este incidente, muitas de suas idéias influíram diretamente em outras mentes criativas.
10 cientistas loucos7. Theodore Kaczynski (nascido em 1942) - Estados Unidos

Com um QI de 170, este brilhante matemático especialista em funções geométricas egressado de Harvard, considerado como um jovem gênio, tinha hábitos bastante peculiares. Padecia de uma timidez patológica e detestava o contato humano, a ponto de viver isolado numa cabana nos bosques do estado de Montana, onde iniciou uma campanha de terrorismo com o sobrenome de Unabomber, tendo a polícia em seu encalço por quase vinte anos.
10 cientistas loucos8. Jacques Benveniste (1935-2004) - França

Sua brilhante carreira de biólogo veio abaixo quando publicou um artigo no qual estabelecia a existência de certos elementos na água que sugeriam que esta se encontrava biologicamente "ativa". Seus experimentos afirmavam que a água tinha "memória" das substâncias que tinham se dissolvido nela; lógico que isto foi declarado como uma fraude pela comunidade científica.
10 cientistas loucos9. Bruce Edwards Ivins (1946-2008) - Estados Unidos

Este biólogo estadunidense trabalhou no Instituto de Investigação de Doenças Infecciosas do exército de seu país; seu contato direto com antrax vinculadas aos atentados bioterroristas de 2001 fizeram-no um dos principais suspeitos. Ivins suicidou-se dias antes que o FBI fizesse acusações formais contra ele. Sua aparente participação nos fatos permanece até hoje como um mistério.
10 cientistas loucos10. Trofim Lysenko (1898-1976) - Ucrânia

Este personagem dirigia as ciências agrícolas na ex União Soviética. A ele é devido o conceito do "lysenkoismo", uma campanha contra a teoria genética que se manteve durante trinta anos, argumentando que esta ia na contramão dos conceitos marxistas e qualificava a como uma "ciência burguesa"; este modelo é interpretado atualmente como a submissão da ciência ante os interesses políticos do estado.


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A GRÉCIA NÃO É PORTUGAL. - O novo governo grego veio dizer e mostrar que não pode deixar de ouvir o seu povo. Não foram eleitos para ignorar o que disseram em campanha eleitoral.

A GRÉCIA NÃO É PORTUGAL.




O novo governo grego veio dizer e mostrar que não pode deixar de ouvir o seu povo. Não foram eleitos para ignorar o que disseram em campanha eleitoral.

O novo governo grego não veio fazer exigências radicais a ninguém: veio dizer que há um problema e que ele tem de ser resolvido e que quer negociar para que essa solução seja aceitável para todos.

O novo governo grego tem procurado atender às preocupações dos seus interlocutores: tem dito que quer cumprir as suas obrigações, que quer uma solução que lhe permita realmente cumprir, que não quer viver à custa dos contribuintes dos outros países europeus. Não veio fazer de conta que poderia pagar se tudo continuasse na mesma, porque não poderia.

O novo governo grego tem dito que sim, tem de fazer reformas, por exemplo acabar com a evasão fiscal massiva. E, certamente, quer uma função pública que funcione. Não se colocou na posição, que seria insustentável, de negar a necessidade de reformas. Mas, ao aumentar o salário mínimo, travar privatizações em curso e travar despedimentos na função pública, mostrou que nem todas as reformas são iguais. Há reformismos progressistas e há reformismos que só fazem recuar.

O novo governo grego não quer lá a "troika", quer dizer, aqueles funcionários que aparecem a fazer vistorias, e explica por quê: eles aparecem só para executar o passado e o governo grego quer discutir uma mudança de política, coisas que aqueles senhores de fato técnico não têm poder para discutir. Eles sabem que a discussão política se faz entre representantes eleitos e que burocratas não são interlocutores válidos para este efeito.

O novo governo grego pôs-se a caminho: o primeiro-ministro e o ministro das finanças sairam de casa para negociar com os seus parceiros, por toda a Europa.

Por tudo isto, a Grécia não é Portugal. Porque em Portugal temos um governo que, na Europa, se faz de morto. Temos um governo incapaz de perceber que, afastado do combate político europeu, Portugal nunca terá a sua própria voz. Temos um governo incapaz de um sobressalto patriótico. É, pois, verdade: a Grécia não é Portugal.


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HAKANI A MENINA QUE NASCEU DA TERRA - Ainda em pleno século XXI, na ribeira do Amazonas, dezenas de crianças e bebês são enterrados vivos por várias tribos indígenas. 200 clãs praticam o infanticídio como sacrifício em prol da sobrevivência do grupo.

NOTÍCIA DO EL PAÍS 

O tópico abaixo não representa minha opinião, exclusive o último parágrafo, senão traduções do referido jornal e de outros (aquiaqui e aqui e da página oficial de Hakani.)

Ainda em pleno século XXI, na ribeira do Amazonas, dezenas de crianças e bebês são enterrados vivos por várias tribos indígenas. 200 clãs praticam o infanticídio como sacrifício em prol da sobrevivência do grupo. Esta é a história de Hakani, uma menina que nasceu pela segunda vez quando foi exumada viva. Salva deste anacronismo irracional vive hoje o sonho da sobrevivência longe da família que nunca a quis.

O surpreendente desta antiga prática é o paradoxal relativismo cultural aplicados pelos coletivos pró-indígenas e as autoridades brasileiras durante décadas; beirando o genocídio em virtude da defesa e conservação de acervos e tradições indígenas, e pisoteando os mais elementares direitos individuais.
Hakani a menina que nasceu da terra
O debate gerado foi sempre pobre pela falta intencional de dados oficiais. Felizmente, grande variedade de reputados antropólogos e cientistas independentes têm juntado suficiente informação para executar uma denúncia mediática internacional. Hakani é a maior de todas as evidências.

Hoje em dia, aproximadamente 4% dos decessos anuais dos Waoranis, uma tribo de guerreiros em perigo de extinção, são devidos ao infanticídio mais cruel. Não há doenças congênitas escusáveis, simplesmente quando a criança fica órfã por diferentes causas é enterrada viva numa sorte de cerimônia ritual enquanto os homens escutam os gemidos que emergem da terra.

Hakani significa sorriso. Seu nome faz justiça a uma menina marcada desde seu nascimento pela desgraça e que sempre respondeu a ela com alegria. Pertencia à tribo dos Suruwaha, uma etnia em perigo de extinção da Amazônia ocidental composta por umas 120 pessoas e cujos contatos com o mundo exterior foram tão escassos como devastadores.

No século passado um grupo de forasteiros assassinaram à maior parte dos pajés da tribo acusando-os de bruxaria. Todos menos um. Longe de defender-se, o último pajé acusou o devastador encontro pregando, enquanto destilava um potente veneno, que a falta de guias espirituais só podia ser combatida com o suicídio. A partir desse momento o povo Suruwaha decidiu que o suicídio era a melhor forma de tratar qualquer movimento de ira ou dor.

Durante os dois primeiros anos de vida de Hakani tudo parecia normal em sua família. A alegria da menina sobressaia além de suas carências até que, com 2 anos, seus pais detectaram a impossibilidade de Hakani para andar e falar. Imediatamente a pressão tribal obrigava seus pais a executá-la para preservar a sobrevivência de um grupo incapaz de resistir a propagação da doença da menina.

Os pais de Hakani, aterrorizados, suicidaram-se por conselho do pajé, deixando Hakani sozinha com seus quatro irmãos. Foi então quando a pressão do infanticídio recaiu no irmão maior de Hakani.

Seu irmão Bibi levou-a ao exterior de sua oca e enterrou a menina viva sob o olhar atento dos mais idosos. Normalmente os gritos abafados pela camada de areia duravam apenas um par de horas mas os de Hakani chegaram até o anoitecer quando seu avô, torturado por seu pranto, foi célere desenterrar a menina. Suas intenções estavam longes da piedade já que levou seu arco e flechas disposto a acabar com a vida de sua neta. O avô disparou e errou, ferindo à menina no ombro. Invadido pela culpa, o avô tomou o veneno que usava para suas flechas liberando com isso sua atormentada consciência.

A partir desse momento a vida de Hakani tornou-se um pesadelo. Perambulando como um pária junto a seus irmãos defenestrados pela tribo, pelo inferno verde do Amazonas. Comendo folhas e insetos, saciando sua sede com água da chuva e sofrendo o acosso físico e sexual de seus próprios irmãos.
Hakani a menina que nasceu da terra
Hakani com 5 anos, recém resgatada e aos 12 anos com sua família adotiva.
Com o tempo mudou o sorriso por um grito surdo de espanto e socorro. Três anos depois, quando Hakani estava com 5 anos seu irmão Bibi entregou a um casal de missionários da YWAM (Márcia e Edson Suzuki). Hakani pesava então 7 quilos e tinha não mais que 69 cm, carecia de expressões faciais e de emoções e chorava, presa ao pânico, quando alguém lhe tocasse um dedo.

O casal tomou conta da menina até que puderam levá-la a um hospital. Aos 6 meses já tinha dobrado de peso e recuperado o eterno sorriso que nunca mais abandonaria. Hoje, já com 12 anos e recuperada, vive placidamente com o casal Suzuki. O pesadelo terminou.

No princípio deste ano o governo brasileiro iniciou a retificação ao problema pressionado por uma ampla comunidade de ativistas. O congresso aprovou em junho a Lei de Muwaji (nome de uma mulher que se negou a enterrar seu bebê vivo). Um decreto que reconhece os povos indígenas como cidadãos do mundo e merecedores dos direitos humanos fundamentais. O problema agora é a indulgência na aplicação desta lei. É difícil entrar num acordo na maneira de evitar o infanticídio sem melindrar nem perturbar os delicados ecossistemas e tradições indígenas. O debate está servido.


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A INSATISFEITA FOI O PRIMEIRO VEÍCULO A ATINGIR OS 100 KM HORA - Além do estranho nome, Insatifeita, o automóvel tinha uma outra característica ímpar, era impulsionado por energia elétrica.

Além do estranho nome, Insatifeita, o automóvel  tinha uma outra característica ímpar, era impulsionado por energia elétrica. O recorde foi atingido em primeiro de maio de 1899, no suburbio de Achéres, próximo a Paris e o carro era dirigido pelo belga Camilla Janetzy.


Insatisfeita
O veículo tinha dois motores elétricos que impulsionavam às rodas traseiras. O chassis era de uma liga de alumínio e tungstênio chamada partinio, criada pelo francês Henri Partin. Atingiu a velocidade de 105.88 km/h. Apesar do logro desta marca na história do automobilismo, os carros elétricos, lamentavelmente foram perdendo demanda ante os de combustão interna.


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50 PRÉDIOS MUITO ESTRANHOS QUE EXISTEM NO NOSSO MUNDO - Ainda que falte a casa da árvore, a casa de cabeça para baixo e algumas outras estranhas contruções, o blog ianque Vilagge of Joy conseguiu fazer uma ótima compilação de construções estranhas pelo mundo afora. Confira.

Ainda que falte a casa da árvore, a casa de cabeça para baixo e algumas outras estranhas contruções, o blog ianque Vilagge of Joy  conseguiu fazer uma ótima compilação de construções estranhas pelo mundo afora. Confira.


01. A Casa Dobrada (Sopot, Polônia)
Prédios estranhos

02. Espiral da floresta - Hundertwasser Building (Darmstadt, Alemanha)
Prédios estranhos

03. Torre Galatea Figueres (Espanha)
Prédios estranhos

04. Palácio Ferdinand Cheval (França)
Prédios estranhos

05. A Cesta (Ohio)
Prédios estranhos

06. Biblioteca pública da cidade do Kansas (Missouri)
Prédios estranhos

07. Wonderworks (Flórida)
Prédios estranhos

08. Habitat 67 (Montreal, Canadá)
Prédios estranhos

09. Casas cúbicas (Rotterdam, Países Baixos)
Prédios estranhos

10. Casa Louca (Vietnã)
Prédios estranhos

11. Capela da pedra (Arizona)
Prédios estranhos

12. Edifício dançarino (Praga, República Tcheca)
Prédios estranhos

13. Calakmul (México, México)
Prédios estranhos

14. Casa da chaleira (Texas)
Prédios estranhos

15. Prédio Central da Justiça Civil de Manchester (Manchester)
Prédios estranhos

16. Torre Nakagin (Tóquio, Japão)
Prédios estranhos

17. Casa da mente (Barcelona, Espanha)
Prédios estranhos

18. Casa da pedra (Guimarães, Portugal)
Prédios estranhos

19. Casa do sapato (Pennsylvania)
Prédios estranhos

20. Casa estranha nos Alpes
Prédios estranhos

21. Casa do OVNI (Sanjhih, China)
Prédios estranhos

22. Casa do Buraco (Texas)
Prédios estranhos

23. Hotel Ryugyong (Pyongyang, Coréia do Norte)
Prédios estranhos

24. Biblioteca Nacional (Minsk, Bielorussia)
Prédios estranhos

25. Grand Lisboa (Macau)
Prédios estranhos

26. Casa da parede (Groningen, Países Baixos)
Prédios estranhos

27. Museu de Guggenheim (Bilbao, Espanha)
Prédios estranhos

28. Templo de Lotus (Nova Delhi, Índia)
Prédios estranhos

29. Cidade dos containers (Londres)
Prédios estranhos

30. Casa do ataque (Viena, Áustria)
Prédios estranhos

31. Casa do Gagster de madeira (Archangelsk, Rússia)
Prédios estranhos

32. Capela da Academia da força aérea (Colorado)
Prédios estranhos

33. Forno solar (Odeillo, França)
Prédios estranhos

34. Casa da cúpula (Flórida)
Prédios estranhos

35. Estádio Nacional de Pequim (Beijing, China)
Prédios estranhos

36. Fasghion Show Mall (Las Vegas)
Prédios estranhos

37. Hotel Luxor & Cassino (Las Vegas)
Prédios estranhos

38. Prédio Zênite (Strasbourg, França)
Prédios estranhos

39. Centro cívico (Santa Mônica)
Prédios estranhos

40. Armário da Mammy (Natchez, MS)
Prédios estranhos

41. Casa do barril de pepino em conserva (Minnesota)
Prédios estranhos

42. Ovo (Albany, Nova Iorque)
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43. Prédio Gherkin Building (Londres)
Prédios estranhos

44. Prédio Nord LB (Hannover, Alemanha)
Prédios estranhos

45. Prédio do Lloyd (Cidade de Londres)
Prédios estranhos

46. Centro de recreações Druzhba (Yalta, Ucrânia)
Prédios estranhos

47. Prédio da Fuji TV(Tóquio, Japão)
Prédios estranhos

48. Biblioteca Geisel (San Diego, Califórnia)
Prédios estranhos

49. Prédio da Ripley (Ontario, Canadá)
Prédios estranhos

50. Banco da Ásia (Bangkok, Tailândia)
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