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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

ARTE E ILUSÕES DEÓPTICA - ESTAS IMAGENS ESCONDEM SEMPRE OUTRAS IMAGENS - DIVIRTA-SE !

Mais conhecido por seu traço inimitável de "pin-ups", o artista estadunidense Donald Rust se dedica também a um tipo de pintura que desagrada aos puristas, mas que embevecem a nós pobres mortais que não necessitamos  verarte em riscos e traços abstratos. Resulta difícil designar a categoria: arte ou ilusão de óptica?

Ilusão 01
repare nas montanhas

Ilusão 02
aqui  há cinco lobos, descubra

Ilusão 03
casas formam silhuetas de animais

Ilusão 04
estas árvores riacho e animais formam um rosto
Ilusão 05
nestas pedras há a silhueta de uma mulher
Ilusão 06
há por aqui animais camuflados

Ilusão 07
veado e lobos e uma cabeça de lobo acentuada a branco azulado

Ilusão 08
nas flores 
há um rosto

Ilusão 09
quantos animais haverá por aqui

Ilusão 10
as aves formam uma frase

Ilusão 11
raposo e...coelho
Ilusão 12
pescador

Ilusão 13
leões, espreite na árvore

Ilusão 14
vários gamos incluindo na casa

Ilusão 15
aguias - a da direita forma um rosto

Ilusão 16
muitos cavalos
Ilusão 17
lobos e urso polar
casa que forma um rostoIlusão 18


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AS MÃOS - Benditas são as mãos sempre abertas acariciam o bebê para não chorar; Que levantadas dão o triste adeus, mas podem também dizer olá. Benditas são as mãos que com carinho alentam e dão o real significado do verbo amar.

Benditas são as mãos sempre abertas acariciam o bebé para não chorar;
Que levantadas dão o triste adeus, mas podem também dizer olá.
Benditas são as mãos que com carinho alentam e dão o real significado do verbo amar.

Mãos...

Mãos que sonham

Mãos que adivinham

Mãos que desejam

... que se escondem

... que se entregam

... que gritam

... que rogam

... que lastimam

... que amam e acariciam

... mãos pequenas

... mãos grandes

... mãos que esperam...


Mãos 01
Mãos 02
Mãos 03
Mãos 04
Mãos 05
Mãos 06
Mãos 07
Mãos 08
Mãos 09
Mãos 10
Mãos 11
Mãos 12
Mãos 13
Mãos 14
Mãos 15
Mãos 16
Mãos 17
Mãos 18
Mãos 19


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O GATO


Sendler, o anjo do Gueto de Varsóvia

Irena Sendler, o anjo do Gueto de Varsóvia
Em plena II Guerra Mundial, durante a ocupação da Polônia, uma mulher desafiou os nazistas e conseguiu salvar 2.500 crianças judias. Nem a Gestapo, nem suas torturas conseguiram que Irena Sendler revelasse onde estavam os pequenos.


Irena Sendler, o anjo do Gueto de VarsóviaA história de Irena Sendler é repleta de heroísmo com proporções quase míticas. No entanto, ficou extraviada entre as barras do tempo durante mais de meio século. Desconhecida e oculta de maneira inexplicável para a maioria das pessoas, como um tesouro antigo esperando para ser descoberto.

Durante anos, a história da heroína polonesa permaneceu oculta, até que, em 1999, um grupo de estudantes estadunidenses descobriram a história numa pesquisa sobre os heróis do Holocausto.

Quando Irena caminhava pelas ruas do Gueto, levava um bracelete com a estrela de David, como sinal de solidariedade e para não chamar a atenção sobre si mesma. Não demorou a contatar famílias para tirar os seus filhos do gueto. Mas não podia dar garantias de sucesso. A única coisa que tinham certeza era que as crianças morreriam se permanecessem ali. Muitas mães e avós ficaram reticentes a entregar seus filhos e netos, algo absolutamente compreensível mas que resultou fatal para eles. Algumas vezes, quando Irena ou suas garotas voltavam a visitar as famílias para tentar convencê-los a mudar de opinião, ficavam sabendo que todos tinham sido levados para o trem que os conduziria aos campos da morte.

Ao longo de um ano e meio, até a evacuação do Gueto no verão do 42, Irena conseguiu resgatar mais de 2.500 crianças por diferentes maneiras: começou a tirá-los em ambulâncias como vítimas do tifo e assim se valia de todo tipo de subterfúgios que servissem para escondê-los: sacos, cestos de lixo, caixas de ferramentas, cargas de mercadorias, carroça de batatas, caixões... em suas mãos qualquer elemento transformava-se numa via de fuga.

Irena queria que um dia pudessem recuperar seus verdadeiros nomes, sua identidade, suas histórias pessoais e suas famílias. Então criou um arquivo no qual registrava os nomes dos pequenos e suas novas identidades.

Assim ela persistiu no seu plano de salvar o maior número de menores possível, até que os nazistas descobriram as suas atividades e em 20 de outubro de 1943, Irena Sendler foi presa pela Gestapo e levada à temida prisão de Pawiak onde foi brutalmente torturada. Quebraram-lhe os ossos dos pés, mãos, braços... mas ela não se dobrou, não conseguiram que revelasse o paradeiro das crianças que tinha escondido e muito menos a identidade de seus colaboradores.

Foi condenada a morte, sentença que não foi cumprida porque no caminho à execução um soldado alemão levou-a para um "interrogatório adicional". Ao sair da visão dos outros, gritou-lhe em polonês:
- "Corre Dona... corre". No dia seguinte seu nome estava na lista dos poloneses executados.

Desde então viveu na clandestinidade e permaneceu escondida até o final da guerra, porém continuou participando ativamente na resistência.

Em 1944, durante o Levante de Varsóvia, colocou suas listas em dois frascos de vidro e enterrou-os no jardim de sua vizinha para assegurar-se de que chegariam às mãos indicadas se ela morresse. Ao terminar a guerra, a própria Irena desenterrou os vidros e entregou as notas ao doutor Adolfo Berman, o primeiro presidente do comitê de salvamento dos judeus sobreviventes.

As crianças só conheciam Irena pelo seu nome de código "Jolanta". Mas anos depois, sua fotografia saiu num jornal ao ser premiada pelas suas ações humanitárias durante a guerra. A partir daí começou a receber muitas chamadas de pessoas que diziam:
- "Eu conheço você... você me salvou... você foi o anjo que Deus mandou para me salvar...".

Enquanto, todos se perguntam como é possível que uma história como esta tenha permanecido tantos anos no esquecimento, pese às vezes que se tratou o tema do Holocausto e das pessoas que o protagonizaram. Inclusive suas amigas lhe recriminavam que nunca contasse nada sobre seu heroísmo e suas façanhas juvenis. No entanto, ela somente sorria em sua cadeira de rodas, devido às lesões que trazia depois das torturas que sofreu e se enfadava quando alguém se atrevia a dizer que era uma heroína.

Em 1965 a organização Yad Vashem de Jerusalém outorgou-lhe o título de Justa entre as Nações e nomeou-a cidadã honorária de Israel. Em 2007 Irena Sendler foi apresentada como candidata para o prêmio Nobel da Paz pelo Governo da Polônia, prêmio entregue ao estadunidense Al Gore.

Irena faleceu em Varsóvia na última segunda-feira 12 de maio aos 98 anos de idade.
"Não se plantam sementes de comida. Plantam-se sementes de bondade e amor.
Tratem de fazer um círculo de bondade e estas sementes crescerão mais e mais... muito mais".

Irena Sendler


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A VIRGEM VERMELHA - Um brutal caso real que comoveu a toda a sociedade da época. A história de uma mãe que concebeu à mulher perfeita e seu trágico final.

Um brutal caso real que comoveu a toda a sociedade da época. A história de uma mãe que concebeu à mulher perfeita e seu trágico final. É o mito de Frankenstein que converte-se em realidade neste incrível caso.

Hildegart, a virgem vermelha
Hildegart foi uma menina prodígio, concebida por sua mãe como modelo de mulher do futuro. Aos três anos já escrevia, e aos oito falava seis idiomas. Licenciou-se em filosofia e letras, bem como em direito, e quando morreu estava estudando medicina. Concebida como experiência científica, a menina não teve infância. Dedicou-se ao estudo constante, com dois temas prioritários: a filosofia racionalista e tudo que fosse relacionado com o sexo. Sua mãe pensava que essa era a única forma de não cair na armadilha que esteriliza o talento de muitas mulheres.

Separar a vida de Hildegart da de sua mãe, Aurora Rodriguez Carballeira, é praticamente impossível. É um caso no qual a realidade supera à ficção. Como se tratasse de uma personagem de alguma novela de Garcia Marquez, Aurora urdiu um plano com toda uma riqueza de detalhes: daria à luz a uma menina que levaria a Espanha a um nova ordem social. E como não tinha banco de sêmen na época, selecionou a dedo aquele que viria a ser o pai de Hildegart. Uma menina, tal como ela queria, nasceu em 9 de dezembro de 1914 com o nome de "Hildegart", que segundo explicava sua mãe, significa "jardim da sabedoria".

Hildegart foi uma das pessoas mais ativas de seu tempo no movimento pela reforma sexual na Espanha, e esteve conectada com a vanguarda européia nesse tema, tendo correspondência com Havelock Ellis, de quem era tradutora. Ademais, era uma solicitada palestrante. Manteve uma extensa correspondência com personalidades européias da época, entre elas com H. G. Wells admirador de sua inteligência, a quem acompanhou extensamente quando visitou Madri e cuja pretensão de leva-la a Londres como secretária deu lugar às paranóicas conspirações de sua mãe.

Foi co-fundadora, com o Dr. Gregório Marañón e outros, da "União para a Reforma Sexual Espanhola". Este movimento considerava a vida sexual como positiva, defendia a emancipação da mulher, seu acesso à educação e a igualdade de direitos em geral, entre homens e mulheres. Nesta época, a Espanha, assim como a Alemanha, era um país com idéias muito avançadas em relação à igualdade entre os sexos e à sexualidade.

Paradoxalmente, os conhecimentos de Hildegart sobre a sexualidade eram teóricos. Sua mãe desprezava "o prazer carnal" e nunca permitiu que a filha tivesse intimidade alguma, nem amigos, nem oportunidade de passar algum tempo sozinha com um homem. Havelock Ellis, chamava-a "a virgem vermelha", fazendo referência a suas tendências esquerdistas e a sua nula experiência sexual.

Mas o plano de Aurora não saiu como tinha previsto. Hildegart chegou a maioridade, e cada vez demandava mais autonomia e seguramente não lhe faltava vontade de experimentar a intimidade sexual sobre a qual tanto tinha escrito. Uma certa manhã, na cabeceira de sua cama, sua mãe disparou quatro tiros mortais à queima-roupa. Com 18 anos de idade morreu assassinada pela própria mãe em 9 de junho de 1933.

Resulta surpreendente saber que as mulheres européias dos anos 30 eram interessadas em sexologia, de que promoviam o amor livre e que a luta pela igualdade da mulher não é tão nova como parece.


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MONA LISA - A ILUSÃO

As vezes surge a vontade de ser um expert em assuntos relacionados ao cérebro ou de entender como funcionamos nossos neurônios para que possamos entender o porquê de uma ilusão de óptica nos deixar de boca aberta. Nesta, por exemplo, não existe a imagem da famosa Monalisa. É o seu cérebro que por auto-sugestão forma a imagem baseada nos traços que a formam. Significa dizer que se você não conhecesse a imagem não a veria aqui.


Efeito Monalisa

Os Açores São Mais Do Que A Base Das Lajes

Catia Miriam Costa

Os Açores São Mais Do Que A Base Das Lajes

28 Janeiro, 2015
A questão da base das Lajes nos Açores fez-me lembrar um livro que me surpreendeu há muitos anos. Trata-se de “A crónica de uma morte anunciada”. Há, pelo menos, um par de anos que sabíamos que a intenção americana de abandonar as Lajes era uma realidade. No entanto, não foi preparado um plano de contingência ao nível nacional (sim, porque o impacto pesa sobre todos nós), para melhor se negociar a saída e aproveitar outras possibilidades que surjam. Ou melhor, ainda, criar essas alternativas.
O arquipélago dos Açores tem atualmente mão-de-obra qualificada, pequenas e médias empresas com interesse na inovação e vontade de estabelecer parcerias interessantes. Chegaram boas notícias para a mobilidade, com o anúncio dos voos low cost, e vai ser lançada a marca global Açores. Este dinamismo é, sem dúvida, importante para dar resposta a um problema que não se pode protelar ou ignorar. Investir em novos ramos de atividade, como a tecnologia, e fortalecer os que já existem, como o turismo, pode constituir a saída.
O arquipélago tem uma posição geoestratégica invejável e não apenas no que concerne a fins militares. Quer isto dizer que também pode ser uma plataforma interessante para outros negócios, dada estar a meio caminho entre a Europa e a América. A tecnologia e a logística poderão ser saídas que minorem a dependência face a soluções únicas como a que existiu nas Lajes até aqui.
Assim sendo, não parece nada fora de mão pensar-se que a China poderia ter interesse em ter aqui uma plataforma de logística aérea enquanto um dos maiores exportadores do mundo. Claro que numa perspetiva de negócios e assegurando que seria uma relação de ganhos mútuos e compromisso. O anúncio desta possibilidade feito pelo presidente do governo regional, Vasco Alves Cordeiro, é uma alternativa a uma saída americana.
Neste momento, nem o governo regional nem o governo nacional conseguirão reverter a decisão tomada pelos norte-americanos. O interesse, que as Lajes tinham, esgotou-se numa perspetiva pragmática do governo dos EUA. Neste momento, há que olhar para o interior do arquipélago e ver como se pode dar resposta e procurar outros parceiros. E se a escolha da China levanta alguma dúvida, proponham-se outras possibilidades. Mas convém lembrar que as enormes lojas chinesas com presença nos Açores parecem não ter levantado grandes oposições.
Na verdade, os Açores são muito mais do que as Lajes e têm dentro de si as respostas necessárias para poder avançar. É com gosto que se veem novos projetos em diferentes áreas desempenhados por jovens, que se sabe que o Festival Walk and Talk (importantíssimo para o desenvolvimento do potencial das indústrias culturais) ultrapassa fronteiras e é mencionado pelo New York Times. A verdadeira resposta à retirada da base das Lajes pode encontrar-se mesmo aí, na diversificação da atividade, na inovação e na procura de novas parcerias internas e externas.
Cátia Miriam Costa
Investigadora do Centro de Estudos Internacionais, ISCTE – IUL

TRABALHO NAS ALTURAS - Uma ou outra impressiona pela altura, dá vertigem só de ver a fotografia, mas as mais antigas impressionam pelas condições de segurança que os trabalhadores se sujeitavam à época.

Uma ou outra impressiona pela altura, dá vertigem só de ver a fotografia, mas as mais antigas impressionam pelas condições de segurança que os trabalhadores se sujeitavam à época.


Alturas 01
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