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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

PAUL KRUGMAN PRÉMIO NOBEL DE ECONOMIA: Europa devia dar a Tsipras hipótese para acabar com pesadelo grego

Krugman: Europa devia dar a Tsipras hipótese para acabar com pesadelo grego

Paul Krugman

O Nobel da Economia, Paul Krugman, afirmou hoje que o novo primeiro-ministro grego "é mais realista" do que a troika e defendeu que a Europa devia "dar-lhe uma hipótese para acabar o pesadelo que a Grécia vive".
Num artigo de opinião publicado hoje no New York Times, e intitulado 'Acabar com o pesadelo grego', Paul Krugman disse que o programa de assistência aplicado pela 'troika' (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu) na Grécia não foi realista e que "foi pedido o impossível aos gregos".
O economista norte-americano considerou que o novo primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, "está a ser muito mais realista do que os oficiais" que querem continuar com a austeridade e defendeu que "o resto da Europa devia dar-lhe uma hipótese para acabar com o pesadelo que o seu país vive".
O prémio Nobel recordou o plano de assistência financeira acordado entre a 'troika' e a Grécia em 2010, descrevendo-o como "um documento notável, mas no pior sentido".
"A 'troika', enquanto pretendia passar por realista e determinada, estava a vender uma fantasia. E o povo grego tem estado a pagar o preço dessa ilusão elitista", criticou.
O resultado, de acordo com Paul Krugman, foi "um pesadelo", recordando que a recessão grega atingiu o pico no ano passado, com níveis de desemprego acima dos 28% (de 60% no desemprego jovem), e que os primeiros sinais de recuperação económica no país, que "mal se veem", não dão perspetivas de que num futuro próximo os níveis de vida regressem ao pré-crise.
O economista afirmou que as projeções da 'troika' foram "demasiado otimistas" porque a Comissão Europeia e o BCE acreditaram na "fada da confiança", ou seja, que o otimismo no setor privado compensaria "a destruição de emprego causada pela redução da despesa pública".
Perante as falhas apontadas no programa de ajustamento, e com a vitória do Syriza, Paul Krugman defendeu que "os oficiais europeus deviam ser aconselhados a deixar de parte as lições de moral, pedindo-lhe [a Alexis Tsipras] que aja de forma responsável e que apoie o programa da 'troika'. O facto é que eles não têm credibilidade: o programa que impuseram à Grécia nunca fez sentido. Não tinha qualquer hipótese de funcionar".
Admitindo ter dúvidas de que um alívio na austeridade e a reestruturação da dívida grega, como propõe o Syriza, "sejam suficientes para produzir uma recuperação económica forte" no país, o prémio Nobel considerou que os planos do novo Governo grego "podem não ser radicais o suficiente".
"Por outro lado, não é claro o que é que outro governo Grego pode fazer, a não ser que esteja preparado para abandonar o euro, e o povo grego não está pronto para isso", afirmou.
Alexis Tsipras tomou hoje posse como primeiro-ministro da Grécia após a vitória nas eleições legislativas de domingo do seu partido, o Syriza, que acordou uma aliança de governo com os nacionalistas Gregos Independentes.
O Syriza conquistou 36,34% dos votos nas eleições de domingo, ganhando 149 lugares no parlamento, menos dois do que o necessário para ter a maioria absoluta. Os gregos independentes obtiveram 4,75% dos votos, conquistando 13 deputados.

AUTARCAS NO FERRO-VELHO - O autarca de Lisboa decidiu restringir a circulação de veículos, baseado na idade desses mesmos veículos.

AUTARCAS NO FERRO-VELHO

O autarca de Lisboa decidiu restringir a circulação de veículos, baseado na idade desses mesmos veículos. 

Alegadamente pretendia diminuir a poluição atmosférica no centro da Capital. Para isso implementou Zonas de Emissão Reduzidas para matrículas anteriores a 2000 e para matrículas anteriores a 1996.

Aparentemente estas medidas seriam bastante progressistas e até bem intencionadas. Vejamos porém a realidade. Quais as causas reais do excesso de circulação automóvel, que tornam a cidade poluída? Em primeiro lugar, as inevitáveis deslocações diárias para o trabalho e para os serviços públicos hegemonicamente localizados no centro. Em segundo lugar, a falta de alternativa credível em termos de transportes públicos.  

Aqui chegados, bastaria lembrar ao autarca de Lisboa o tempo de espera, os níveis de conforto, os transbordos, o custo dos bilhetes, das soluções actuais dos transportes públicos.

Mas quem são os mais lesados com as medidas de Costa? Vejamos. São dispensados destas medidas os veículos do Estado, as ambulâncias, os veículos das forças de segurança, os residentes nessas zonas. Porquê? Mais, um reformado residente na zona de restrição pode ir no seu veículo utilitário, um pouco antigo (fruto de antigas poupanças) á praia da Costa da Caparica, mas o habitante da Costa não pode aceder ao centro da Cidade num veículo idêntico para transportar um neto á escola.

Esta injustiça social assim patente penaliza gente de baixos rendimentos e descora o potencial poluente de veículos de maior cilindrada.


CR
cris-sheandbobbymcgee.blogspot.pt

FRANCESES COMPRAM CINCO SUPER-MERCADOS PINGO DOCE POR 28,7 MILHÕES DE EUROS

Franceses compram cinco supermercados Pingo Doce 

por 28,7 milhões de euros

Os activos localizam-se na região norte de Portugal. A sua ocupação pelo grupo Jerónimo Martins foi vista como um factor favorável à compra.
28,7 Milhões de euros. O preço foi pago pelos investidores franceses da Corum Convictions. Na factura, contam-se cinco supermercados Pingo Doce localizados no norte do país.

Em causa, estão as superfícies comerciais de Monção, Vila Nova de Cerveira, Vila Verde, Vizela e Tondela. De acordo com a consultora imobiliária que mediou o processo, a JLL, os novos donos já detinham outros activos em Portugal.

A existência de um "inquilino de referência" [grupo Jerónimo Martins], de "contractos de longa duração" e uma "rentabilidade atractiva" são apontados como os motivos que impulsionaram a operação.

Os cinco supermercados representam uma área bruta locável de 22.600 metros quadrados.

A procura por activos de retalho é apontada como a grande tendência de 2015 no mercado imobiliário. No início do ano, foi já concluída a venda do Dolce Vita Tejo. O Freeport Alcochete foi também vendido no final de 2014.

Na margem sul do Tejo, também o Almada Forum e o Forum Montijo são apontados como prováveis activos a alienar.

Também a Blackstone adquiriu parte de um portefólio da ESAF avaliado em 220 milhões de euros onde se incluiam lojas Continente.

Apontamento 61: Lições - De um semanário nacional retirei a imagem em epígrafe. Achei, por razões diversas, que a foto sintetizava a pequenez mental de muita gentinha e a superioridade do Humanismo e da Cultura – obviamente com letras maiúsculas.

Apontamento 61: Lições



De um semanário nacional retirei a imagem em epígrafe. Achei, por razões diversas, que a foto sintetizava a pequenez mental de muita gentinha e a superioridade do Humanismo e da Cultura – obviamente com letras maiúsculas.

Apreciei o sublime porte socrático da escultura a contrastar com o ar “boquiaberto” que alguns chamados estadistas - tanto nacionais como estrangeiros - não conseguem disfarçar perante uma elevação inusitada, quer tenham formação nas chamadas ciências exactas como nas de economia. O que lhes falta, a todos, é, obviamente, uma sólida formação cultural e humana, ou por outras palavras, aquilo que distinguia o provinciano  de um “Eusebiozinho” do “Carlinhos estrangeirado”.

Sucede, ainda, que os “contadores de fadas” da inevitabilidade da desgraça acumulam, para além da impreparação democrática, contradições – quiçá paradoxos – insanáveis perante os seus semelhantes próximos.

No dia de hoje, 70 anos após uma página negra na História da Alemanha, os discursos sobre acontecimentos, vários e coincidentes, escondem a essência desumana e gritante dos 3 milhões de alemães que, empregados, vivem no limiar da pobreza por opções ideológicas e políticas.

O actual chefe holandês do Eurogrupo, juntando o seu ar moderno ao conservador “copinho de leite” do Bundesbank alemão, preferem assobiar para o lado, deixando que dentro da Zona Euro exista, para além do Luxemburgo, uma Holanda que capte as empresas com regras tributárias de excepção para uma imensa minoria. E o “menino” Weidmann saberá esclarecer quanto da fortuna de magnates gregos alimenta o sistema financeiro alemão ?

Por coincidência ou não, A. Merkel falou sobre Auschwitz e Tsipras foi relembrar outras atrocidades.

E, no final do dia, é a escultura de Sócrates que me reconcilia com o mundo e com o meu semelhante mais esclarecido.


 Post de HMJ

arpose.blogspot.pt

COMO NÃO HAVEMOS DE GOSTAR DE ANIMAIS - Olhando imagens como as seguintes é que entendemos o porquê a cada dia mais gostamos dos bichos do que do bicho-gente. Bastante tempo dispendido para completar esta recompilação de animais. Espero que gostem.

Olhando imagens como as seguintes é que entendemos o porquê a cada dia mais gostamos dos bichos do que do bicho-gente. Bastante tempo dispendido para completar esta recompilação de animais. Espero que gostem.

A bicharada está solta.
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