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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A ORIGEM DE TODAS AS GUERRAS



Ainda que cultura popular reza que o trabalho mais antigo do mundo é o da prostituição, eu pessoalmente diria que é o de soldado ou guerreiro dependendo da época. Se tem algo que caracterizou a todas as sociedades e em qualquer momento da História foram sim as guerras. Independentemente dos motivos que as provocaram e dos néscios que as declararam, a origem de todas elas pode ser resumida nestas sábias palavras de Voltaire:


"Um genealogista prova para um príncipe que descende em linhagem direta de um conde cujos pais celebraram um pacto de família há três ou quatrocentos anos com uma nobre casa da qual nem sequer existe a lembrança.

Esta casa tinha vagas pretensões sobre uma província cujo último possuidor morreu de apoplexia. Esta província protesta inutilmente contra os supostos direitos do príncipe; diz que não deseja que a governem e expõe que para ditar leis a vassalos, estes têm que consenti-lo; mas o príncipe não liga para estes protestos porque crê que é seu direito incontestável. Reúne uma multidão de homens, veste-os de com um grosso tecido azul, manda-os marchar à direita e esquerda e dirige-se com eles à glória.

Outros príncipes ouvem falar desse grande número de homens postos em armas e tomam também parte na empreitada, cada um segundo seu poder, e enchem uma extensão do território de assassinos mercenários. Multidões se encarniçam umas contra outras, não só sem ter interesse algum na guerra senão sem saber por que está acontecendo.

maravilha desta empreitada infernal é que cada chefe dos assassinos pede que abençoem suas bandeiras e invoca a Deus solenemente antes de ir exterminar seu próximo. Quando um chefe tem a sorte de poder degolar dois ou três mil homens, não dá as graças a Deus; mas quando consegue exterminar dez mil e destruir alguma cidade, então manda cantar o Te Deum."
CANTO GREGORIANO

 


Krummlauf a arma para utilizar em esquinas - Se algum dia você já usou a infame piadinha sobre a arma para matar viado na curva, pois saiba que ela existiu. O Krummlauf era um acessório para o fuzil de assalto alemão Sturmgewehr 44 desenvolvido durante a II Guerra Mundial. Como é possível ver nas fotos (ou no vídeo ao final do post) este "alargador curvado", permitia atirar em um inimigo na esquina desde um lugar seguro. Para não disparar às cegas incluía ademais um visor periscópio.





Se algum dia você já usou a infame piadinha sobre a arma para matar viado na curva, pois saiba que ela existiu. O Krummlauf era um acessório para o fuzil de assalto alemão Sturmgewehr 44  desenvolvido durante a II Guerra Mundial. Como é possível ver nas fotos (ou no vídeo ao final do post) este "alargador curvado", permitia atirar em um inimigo na esquina  desde um lugar seguro. Para não disparar às cegas incluía ademais um visor periscópio.


Krummlauf
Foram fabricadas duas variantes do Krummlauf: o "I" empregado pela infantaria, e também o "P", que era usado dentro dos tanques para poder atirar nos ângulos cegos ante o assédio de tropas de infantaria inimiga. Assim mesmo existiam versões com dobras em ângulos de 30º, 45º, 60º e 90º.
Krummlauf
Tratava-se logicamente de uma arma experimental e não foi fabricada em grande escala. A versão que maior expansão teve foi a "I" com dobra de 30º. Este acessório tinha uma vida útil muito curta -somente 300 tiros para a versão de 30º e 160 disparos para a de 45º-.

Além de sua curta vida útil, possuía outras limitações. Por exemplo, as balas tendiam a fragmentar-se assim que atravessavam a curva, motivo pelo qual, em vez de disparar uma bala, terminava disparando uma rajada de fragmentos. Para minimizar o risco de explosão por acumulação de gases, incluía duas aberturas laterais que atuavam como válvulas de escape.
Krummlauf
Pese a que era inútil a longa distância, a arma resultava letal a curta distância. Diz-se que com o Krummlauf "I" de 30º era possível atingir um agrupamento desde uma distância de 100 metros.

Este conceito inspirou um acessório israelense atual chamado CornerShot.

VEJA VÍDEO







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Mudanças na política económica da UE - onde anda o Governo Português? - Um relatório da OXFAM veio ontem confrontar o Forum de Davos com o cálculo de que, no próximo ano, um por cento da população mundial vai deter mais riqueza do que o resto dos 99 por cento: a desigualdade está a atingir níveis obscenos com o sistema capitalista desenfreado e desgovernado.

Mudanças na política económica da UE - onde anda o Governo Português?


Um relatório da OXFAM veio ontem confrontar o Forum de Davos com o cálculo de que, no próximo ano, um por cento da população mundial  vai deter mais riqueza do que o resto dos 99 por cento: a desigualdade está a atingir níveis obscenos com o sistema capitalista desenfreado e desgovernado.

Para combater a desigualdade na América o Presidente Obama anuncia hoje medidas que incluem consideráveis aumentos de impostos sobre os muito ricos, sobre heranças e sobre os bancos.

Na Europa também se ensaiam mudanças mas nada disto ainda. E mudanças não apenas por causa das eleições na Grécia, onde torço para que ganhe o Syriza.

Na ultima semana, a Comissao Juncker, por pressão da Itália e do Grupo dos Socialistas Europeus, decidiu finalmente que algum investimento público deixará de contar para o défice; embora para já, a medida abranja apenas países com défices abaixo de 3% - portanto, não se aplique ainda a Portugal; Mas todos os países podem suavizar a austeridade, alargando o calendário, desde que realizem "reformas estruturais";

Mas isso exige que Governo e Presidente da República se batam na Europa pelo reconhecimento dos sacrifícios que já fizemos em Portugal; nós, Socialistas portugueses no PE, não temos descansado e não descansaremos. Mas sabemos que é também precisa uma linha de negociação permanente em Bruxelas em representação do Estado. Ora, capacidade diplomática e política é o que este Governo não tem, nem quer ter -  como está à vista no fiasco quanto à Base das Lajes, e no abdicar de controle, predador, na PT e na TAP.

Uma outra mudança anda a ser preparada pelo BCE: um programa de compra de obrigações dos Estados,  equivalente ao que na América se chama de Quantitative Easing. É um esquema de injector de liquidez na economia, crucial para inverter a ameaça de deflação associada à estagnação económica, que pode levar à total disrupção económica e financeira, e crucial para a capacidade da zona euro financiar a retoma económica e a criação de emprego. Na semana passada, o Tribunal de Justiça da UE veio declarar que o programa de compra de dívida é legal.

Mas continua uma fanática oposição alemã, que junta em coro políticos, académicos, economistas e banca de investimento. E também há oposição dos meios financeiros conservadores, em particular o britânico.

O argumento usado é o de que serão os contribuintes alemães a pagar os prejuízos dos eventuais incumprimentos de países financeiramente debilitados. Casos explícitos da Grécia, Portugal, Chipre, Irlanda e implícito da Itália e da Bélgica, pelo menos. E também - blasfêmia que ninguém ousa proferir ! - o da França.

Por isso os alemães põem como condição que a responsabilidade de eventuais perdas não seja assumida pelo BCE, mas sim, repartida pelos 19 bancos centrais dos países do euro. E insistem que a compra de dívida fique registada nas contabilidades de cada um dos 19 bancos centrais da Zona Euro, que devem dividir entre si as responsabilidades, para que não haja uma "transferência fiscal" dos contribuintes alemães para os contribuintes dos países prevaricadores.

Ora, as operações de compra do BCE podem perfeitamente ser registadas nos livros de contabilidade dos bancos centrais. E precisamente por isso nenhumas consequências impenderão sobre os contribuintes alemães. A responsabilidade dos prejuízos cairá apenas sobre países que entrem em incumprimento - e, naturalmente, sobre os contribuintes desses mesmos países.

A este falso argumento, os opositores juntam outro, "ad terrorem" - o de que o QE irá provocar uma "dramática desvalorização do euro". Ou seja, os alemães não só ficariam mais pobres,  como perante uma "dramática desvalorização do euro", ressurgiria o velho espectro da sociedade alemã: a hiperinflação.

Estes são argumentos de desespero. A Alemanha, insensível as consequências devastadoras para as economias do sul da Europa, não parece estar satisfeita com o atraso que impôs ao BCE - de pelo menos 5 anos - na adopção das políticas de QE em relação aos EUA. Esperemos que essa sabotagem tenha o seu fim na próxima 5.feira.

Uma questão se colocará depois: será o QE suficiente para impulsionar o crescimento e o emprego na Europa ? será importantíssimo, mas exige que, como aconteceu nos EUA, os bancos adoptem uma nova atitude.

Os bancos tem de deixar de estar focados nas operações do mercado de capitais - que quase sempre são meras aplicações especulativas de curto prazo. Os bancos tem de passar a estar mais envolvidos no financiamento à economia real e às empresas.

Como diz o académico belga Paul de Grauwe, a Alemanha acabou por alinhar nos resgates, impondo o castigo do povo da Grécia, - mas também de Portugal, Irlanda e Espanha - para salvar os bancos do norte, os seus bancos, de imprudentes investimentos que tinham feito na Europa do Sul e nos EUA. É tempo dos bancos, incluindo os bancos alemães, ajudarem a suportar os custos do ajustamento e ajudarem a economia europeia a recuperar.



causa-nossa.blogspot.pt

BUFALINO - UMA CASINHA SOBRE RODAS

 É o bufalino, um conceito criado pelo designer alemão Cornelius Comanns, equipado para satisfazer as necessidades básicas de uma pessoa durante uma viagem. O modelo é inspirado na furgoneta de três rodas APE50 da marca italiana Piaggio.


Bufalino, uma casinha sobre rodas
Bufalino, uma casinha sobre rodas
Bufalino, uma casinha sobre rodas
Bufalino, uma casinha sobre rodas
Bufalino, uma casinha sobre rodas
Bufalino, uma casinha sobre rodas
Bufalino, uma casinha sobre rodas
Bufalino, uma casinha sobre rodas
Bufalino, uma casinha sobre rodas
Bufalino, uma casinha sobre rodas


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França, terror e islamofobia por Narciso Isa Conde - "Assim, o Estado francês do século XXI proclamou seu suposto horror pelo terror e seu hipotético amor pela liberdade. Enquanto isso, embarca na guerra mundial de “

França, terror e islamofobia



França, terror e islamofobia
por Narciso Isa Conde

"Assim, o Estado francês do século XXI proclamou seu suposto horror pelo terror e seu hipotético amor pela liberdade. Enquanto isso, embarca na guerra mundial de “quarta geração” contra os países periféricos do sistema e na fascistização do domínio do imperialismo ocidental comandado pelos EUA. Tudo em nome da suposta superioridade da civilização branca e cristã que eles encarnam.

A essa estratégia serve o desprezo às demais civilizações e o racismo praticado dentro e fora de suas civilizações e o racismo praticado dentro e fora de suas fronteiras, muito especialmente a islamofobia e sua construção ideológica em torno do fanatismo religioso como causa do terror, que inclui um capítulo especial contra o “terrorismo islâmico” em seus meios de difusão."

O Estado francês destinou oito mil soldados para fazer a guerra na denominada periferia terceiro-mundista, subordinando-se aos EUA e assumindo um importante papel nos bombardeios da OTAN contra cidades, povoados e estruturas, que procuram levar o caos a essas sociedades e tentar controlar territórios repletos de petróleo, gás, lítio, titânio, urânio, cobalto, ouro, água… ou situados em pontos de alto valor geopolítico planetário e rotas de tráficos diversos.

Cinco mil deles estão na África e outros na Ásia Central e Oriente Médio, ressaltando o papel francês na destruição do Estado líbio e junto à OTAN na Síria, prévia participação no plano imperial para depredar o IRAQUE e o AFEGANISTÃO.

Assim, o Estado francês do século XXI proclamou seu suposto horror pelo terror e seu hipotético amor pela liberdade. Enquanto isso, embarca na guerra mundial de “quarta geração” contra os países periféricos do sistema e na fascistização do domínio do imperialismo ocidental comandado pelos EUA. Tudo em nome da suposta superioridade da civilização branca e cristã que eles encarnam.

A essa estratégia serve o desprezo às demais civilizações e o racismo praticado dentro e fora de suas civilizações e o racismo praticado dentro e fora de suas fronteiras, muito especialmente a islamofobia e sua construção ideológica em torno do fanatismo religioso como causa do terror, que inclui um capítulo especial contra o “terrorismo islâmico” em seus meios de difusão.

A satanização do islamismo está sendo potencializada manipulando a cruel agressão a CHARLIE HEBDO, entidade vítima de uma sorte de neofascismo interessado em castigar bufões populistas a serviço da corte imperial e, assim, potencializar o nazi-racismo para agravar a superexploração da emigração de origem muçulmana. Assim, aumenta-se a cruzada belicista e o saqueio destrutivo, executados pelos Estados europeus ocidentais nos países de cultura islâmica, como contrapartida a suas graves dificuldades derivadas da recessão e das divisões que atrapalham sua aliança continental.

Neste caso, a suspeita de uma montagem perversa cresce ao revelar-se que os irmãos SAID KOUACHI – capturados e executados depois de serem sumariamente apontados como responsáveis do mesmo – foram previamente recrutados pela polícia francesa para penetrar no jihadismo.

A versão de sua identificação por, supostamente, deixar abandonado um documento de identidade no lugar dos eventos, se parece muito com a história da localização do sequestrador de um dos aviões das Torres Gêmeas; ato brutal usado para justificar a guerra global e infinita que continua em marcha ascendente.




MOTAS DO OUTRO MUNDO

Traquinas e o espermatozoide voador - O irrevogável Portas já percebeu que Passos Coelho se livraria dele de bom grado, se encontrasse um pretexto consensual para o divórcio, dentro do PSD..

Traquinas e o espermatozoide voador





O irrevogável Portas já percebeu que Passos Coelho se livraria dele de bom grado, se  encontrasse um pretexto consensual para o divórcio, dentro do PSD..
Vai daí, esqueceu as humilhações que lhe têm sido infligidas pelo pm e entrou numa fase de  auto-promoção, procurando tirar dividendos de medidas do governo pretensamente impostas pelo CDS/PP.  Presumo que tenha sido nessa onda que Adolfo Mesquita Nunes  tenha sido chamado  a desempenhar o papel de Cavaleiro da Triste Figura, naquela entrevista à RTP 2, em que atribuiu ao governo o sucesso pelo aumento do turismo no Porto e região Norte.
Ontem, Portas dizia que as pessoas iam sentir nos recibos de salários e pensões os sinais de recuperação da economia.
Portas esqueceu-se (?)  que a recuperação dos salários dos funcionários públicos e das pensões dos reformados foi imposta por uma decisão do Tribunal de Contas e não por iniciativa do governo mas, sendo esses esquecimentos seletivos do líder do CDS  uma característica da sua personalidade, relevo-lhe o lapso memorial e vou ao mais importante.
Mais grave é a denúncia feita pelo sindicato dos quadros técnicos do Estado, de que há trabalhadores da função pública  a receberem menos do que recebiam antes da “devolução” de 20% dos cortes, por força da carga fiscal. Noutros casos, há discrepâncias entre o valor que os funcionários deviam ter recebido e o que efectivamente estão a receber.
Resumindo: quando olharem para os recibos, muitos funcionários públicos vão perceber que Marilú foi suficientemente ardilosa para  recuperar, por via fiscal, as deduções que deveria devolver. Como de costume, Portas só saberá disso pelos jornais.  Será então que muitos funcionários públicos vão perceber que as declarações de Paulo Portas são  tão fiáveis como as destas jovens americanas e  brasileiras do Estado de Minas Gerais que acusam  um espermatozoide voador de as ter engravidado




cronicasdorochedo.blogspot.pt

MARAVILHAS DO MUNDO -O gigantesco domo, conhecido como a "meia cúpula" por sua forma, se encontra no lado oriental do vale de Yosemite, dentro do Parque Nacional do mesmo nome na Califórnia, Estados Unidos. A altura do topo da rocha por sobre a base do nível do vale é de nada menos que 1.440 metros, um mirante natural que hoje é visitada por centenas de praticantes de caminhada diariamente.

O gigantesco domo, conhecido como a "meia cúpula" por sua forma, se encontra no lado oriental do vale de Yosemite, dentro do Parque Nacional do mesmo nome na Califórnia, Estados Unidos. A altura do topo da rocha por sobre a base do nível do vale é de nada menos que 1.440 metros, um mirante natural que hoje é visitada por centenas de praticantes de caminhada diariamente.

Half Dome
Hoje, o mito da ascensão ao Half Dome é coisa do passado, mas teve um tempo que foi considerado como um gigante impossível de escalar. Milhares de montanhistas atingem o cume a cada ano através de várias rotas desde a zona mais baixa do vale. A parte de maior vertigem, pode ser alcançada através de uma via resguardada por cabos desde o ano 1919.
Half Dome
Aqui, podemos vê-lo sobressaindo em seu não menos magnífico meio:
Half Dome
E mais imagens do Half Dome para aproximar-nos de sua escala:
Half Dome
Atualmente, o número de pessoas que vão até o pico do Half Dome é de uma média de 800 por dia. A parte mais difícil são os últimos 120 metros finais, o trecho resguardado por cabos de aço fixados à rocha com postes metálicos. Uma vez no topo é possível relaxar, descansar e desfrutar das paisagens do vale.
Half Dome
Conquanto os riscos são mínimos, há muito que respeitar: desde de 1919, cinco pessoas morreram por decorrência de quedas no caminho até o pico.
Half Dome
Os dias mais concorridos costumam ser em fins de semana de verão, quando mais de 1.000 excursionistas chegam até ali.
Half Dome
O número, chega a ser tão elevado que os responsáveis pelo cuidado do parque decidiram regular o número outorgando permissões para os fins de semana e dias feriados. Por isso, é recomendado solicitar a permissão para ir até ao Half Dome com ao menos uma semana de antecipação.
Half Dome
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Half Dome
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