AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

ESTA É A ÚLTIMA GERAÇÃO DE ESCARIFICADOS EM ÁFRICA

A série de Joana Choumali "Hââbré, The Last Generation" traça os resquícios de uma tradição que está morrendo. A palavra do idioma   significa "escrita", mas também significa a prática de escarificação que era comum na África Ocidental. Seguidores da prática fazem incisões superficiais na pele, usando pedras, vidro ou facas, como forma de decorar o corpo permanentemente que manifesta uma infinidade de expressões culturais africanas antigas.

01
Esta é a última geração de escarificados na África 01
A escarificação quase sempre acontece em culturas onde há tanta melanina na pele que seria difícil ver uma tatuagem. Desde Papua Nova Guiné até a Etiópia, os cortes e cicatrizes podem simbolizar identidade de uma série de maneiras diferente, seja como status dentro de uma comunidade, ritual de passagem para a vida adulta ou conexão a um determinado grupo espiritual.

As escarificações também tinham propósito de reconhecimento durante as guerras tribais. Todo mundo sem roupa, era uma forma de evitar que matassem uns aos outros da própria tribo. Os traços eram tão distintivos que eram considerados uma espécie de Identidade marcada no rosto.

Mas à medida que o tempo foi passando, a prática começou gradualmente a desaparecer. Na verdade, as pessoas que tinham cicatrizes em homenagem a seu clã, família, tribo ou aldeia passaram a ser execrados e criticados nas áreas urbanas em expansão. Junte-se a isso a pressão das autoridades religiosas e estaduais para a "modernização", concomitantemente com a introdução das roupas, resultou na diminuição quase imediata da prática de escarificações forçadas ou voluntárias.

O caso é que, agora, se houvesse uma maneira de tirá-las, muitas pessoas iriam remover as suas cicatrizes. No entanto, muitos se perguntam por que uma forma de identificação cultural aceita e valorizada tornou-se inaceitável e desvalorizada. Como é que algo se tornou a causa de vergonha depois de ser um símbolo de honradez?

Os belos retratos de estúdio de Joanna não respondem a essas perguntas, necessariamente. Em vez disso, eles simplesmente documentam a última geração de pessoas que entendem o significado cultural melhor do que a fotógrafa.


02
Esta é a última geração de escarificados na África 02
03
Esta é a última geração de escarificados na África 03
04
Esta é a última geração de escarificados na África 04
05
Esta é a última geração de escarificados na África 05
06
Esta é a última geração de escarificados na África 06
07
Esta é a última geração de escarificados na África 07
08
Esta é a última geração de escarificados na África 08
09
Esta é a última geração de escarificados na África 09
10
Esta é a última geração de escarificados na África 10
11
Esta é a última geração de escarificados na África 11


http://www.mdig.com.br/

AS INTRICADAS ESCULTURAS EM MINIATURA DE TAKARONI AIBA - Nascido em Yokohama, Japão, em 1953, Takanori Aiba faz esculturas em miniatura que se aproximam do incrível indescritível. O nível de detalhe e complexidade do seu trabalho é verdadeiramente alucinante. Cada escultura é como um mundo em miniatura, cheio de vida e histórias. Acredito que deva ser umaexperiência única ver tais obras de bem perto. Abaixo você encontrará uma seleção de alguns dos trabalhos de Takanori, dos quais destaco aqueles que utilizam bonsais de forma complementar aos intricados labirintos criados pelo artista japonês.

Nascido em Yokohama, Japão, em 1953, Takanori Aiba  faz esculturas em miniatura que se aproximam do incrível indescritível. O nível de detalhe e complexidade do seu trabalho é verdadeiramente alucinante. Cada escultura é como um mundo em miniatura, cheio de vida e histórias. Acredito que deva ser umaexperiência única  ver tais obras de bem perto. Abaixo você encontrará uma seleção de alguns dos trabalhos de Takanori, dos quais destaco aqueles que utilizam bonsais de forma complementar aos intricados labirintos criados pelo artista japonês.

As intrincadas esculturas em miniatura de Takanori Aiba 01

As intrincadas esculturas em miniatura de Takanori Aiba 02

As intrincadas esculturas em miniatura de Takanori Aiba 03

As intrincadas esculturas em miniatura de Takanori Aiba 04

As intrincadas esculturas em miniatura de Takanori Aiba 05

As intrincadas esculturas em miniatura de Takanori Aiba 06

As intrincadas esculturas em miniatura de Takanori Aiba 07

As intrincadas esculturas em miniatura de Takanori Aiba 08

As intrincadas esculturas em miniatura de Takanori Aiba 09

As intrincadas esculturas em miniatura de Takanori Aiba 10

As intrincadas esculturas em miniatura de Takanori Aiba 11

As intrincadas esculturas em miniatura de Takanori Aiba 12


http://www.mdig.com.br/

Índia: o país dos estupros, mas não na área dos comunistas. - "É lógico que quando os monopólios de mídia falam da barbárie da onda de estupros na Índia, eles “esquecem” de relatar esse “detalhe”: na região controlada pelos comunistas os estupros não são uma “epidemia”. Considerando que o Estado Indiano, com apoio total da União Européia, Estados Unidos e Rússia, combate de forma feroz e brutal os comunistas maoistas, criando também uma forte propaganda contra-revolucionária, não é estranho esse silêncio. Mas o silêncio da ideologia dominante não destrói os fatos. Os comunistas promovem um avanço civilizatório indispensável à Índia. Um dia a história fará justiça a sua grande contribuição."


Índia: o país dos estupros, mas não na área dos comunistas.


"É lógico que quando os monopólios de mídia falam da barbárie da onda de estupros na Índia, eles “esquecem” de relatar esse “detalhe”: na região controlada pelos comunistas os estupros não são uma “epidemia”. Considerando que o Estado Indiano, com apoio total da União Européia, Estados Unidos e Rússia, combate de forma feroz e brutal os comunistas maoistas, criando também uma forte propaganda contra-revolucionária, não é estranho esse silêncio. Mas o silêncio da ideologia dominante não destrói os fatos. Os comunistas promovem um avanço civilizatório indispensável à Índia. Um dia a história fará justiça a sua grande contribuição."

A Índia vem sendo associada pela imprensa mundial a um país com forte indecência de estupros. A situação é de barbárie. Em 2011 mais de 24 mil mulheres foram estupradas, em 94% dos casos a vítima conhecia seu agressor, um terço dos casos eles eram vizinhos; parte considerável dos agressores eram familiares. É lógico que esses números não correspondem totalmente à realidade. A cultura político-social do machismo extremo penetra em todos os ramos da sociedade, as mulheres não sentem confiança em denunciar seus agressores às autoridades do poder público, a vítima também é culpabilizada e hostilizada pela violência que sofre e em casos familiares, a denúncia é mais difícil ainda.

Além da violência extrema do estupro, outras formas de violência contra a mulher também crescem muito: “Segundo a polícia [da Índia], o número de sequestros de mulheres aumentou 19,4% em 2011 (em relação ao ano anterior). O aumento dos casos assassinato foi de 2,7%, nos de torturas, 5,4%, nos de assédio sexual, 5,8%, e nos de violência física, 122%” [1]. Essa prática capilarizada da violência extrema contra mulheres é tão grande que o político Abu Azmi, do Estado de Uttar Pradesh, afirmou que “as mulheres que mantenham relações sexuais fora do casamento deveriam ser enforcadas, incluindo aquelas vítimas de estupro” [2]. Isso não chocou como deveria o establishment indiano. 

Todo aparelho do Estado é transpassado por essa cultura do estupro: “Um ano atrás, a revista Tehelka realizou uma reportagem escondida em diversas delegacias. Mais de doze oficiais explicaram frente a uma câmera que as mulheres quase sempre provocavam (ou desejavam) o estupro. Talvez por isso o nível de condenações por estupro é de 26% dos casos denunciados” [3]. Para termos uma idéia completa do nível de brutalidade na Índia:
“Sonali Mukerjee era estudante em Dhanbad, uma pequena cidade do nordeste. No dia 22 de abril de 2003, três jovens a assediaram sexualmente ao sair do colégio. A jovem se defendeu e chegou a sua casa ilesa. Durante a noite, os atacantes invadiram a casa dela e jogaram ácido em seu rosto e em boa parte de seu corpo enquanto dormia. Sua pele ardeu, seus olhos e orelha desapareceram quase por completo. Tinha 18 anos e hoje ainda necessita de cirurgias para continuar vivendo. Seus agressores passaram dois anos na cadeia.” 
Mas existe um lugar na Índia onde as mulheres não são constantemente violentadas, estupradas, humilhadas, mortas. Na Índia desenvolve-se há anos uma guerrilha maoísta, organizada pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta) (uma fusão de várias organizações). Os guerrilheiros, conhecidos como Naxalitas, dominam 1/3 do território indiano. Espaço conhecido como “corredor vermelho” [4].

Os maoistas desenvolvem um forte trabalho de educação política. Procuram desenvolver a noção de igualdade entre homens e mulheres através da formação pedagógica constante; homens e mulheres participam do Exército Popular (órgão político-social mais importante da área comunista), estupro é um crime punido com pena de morte e nos territórios comunistas se criou tribunais populares onde quem julga é o povo (a imensa maioria dos juízes na Índia capitalista são homens) em assembléia com base na legislação popular também criada pelo povo em assembleias [5]

As mulheres podem estudar, trabalhar, participar do exército (e a participação delas é indispensável para o desenvolvimento da guerra popular), divorciar-se (parece pouco, mas na parte capitalista da Índia, isso é quase impossível) e exercem direitos iguais ao homens. O PC maoista trata com a maior seriedade o combate ao machismo secular. Inclusive, essa situação digna das mulheres nos territórios comunistas é usada como propagada de recrutamento das mulheres em zonas rurais (a maioria dos territórios comunistas fica em zonas rurais).

É lógico que quando os monopólios de mídia falam da barbárie da onda de estupros na Índia, eles “esquecem” de relatar esse “detalhe”: na região controlada pelos comunistas os estupros não são uma “epidemia”. Considerando que o Estado Indiano, com apoio total da União Européia, Estados Unidos e Rússia, combate de forma feroz e brutal os comunistas maoistas, criando também uma forte propaganda contra-revolucionária, não é estranho esse silêncio. Mas o silêncio da ideologia dominante não destrói os fatos. Os comunistas promovem um avanço civilizatório indispensável à Índia. Um dia a história fará justiça a sua grande contribuição.




[1] http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/12/121230_india_mulheres_realidade_preconceito_mm.shtml

[2] http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/34797/politico+indiano+diz+que+vitimas+de+estupro+deveriam+ser+enforcadas+.shtml

[3] http://operamundi.uol.com.br/conteudo/reportagens/30927/sul+da+india+tem+aumento+de+70%25+no+indice+de+estupros+em+dois+anos.shtml

[4] https://www.youtube.com/watch?v=dGrpvipyQTc

[5] http://www.criticadodireito.com.br/todas-as-edicoes/numero-2---volume-45/a-experiencia-revolucionaria-em-curso-na-india-tribunais-populares-e-estado-de-novo-tipo







CONHEÇA OIMEKON O POVOADO MAIS FRIO DO PLANETA -Se você acha que o inverno da sua cidade é congelante, devia conhecer Oimekon e ia mudar de opinião facinho facinho. Esta cidadezinha no Leste da Sibéria é o povoado mais frio da Terra. A temperatura mais baixa foi registrada em 1933, absurdos 67,7ºC abaixo de zero, e a temperatura média durante o mês de Janeiro é de -50ºC. Fresquinho né? Por isso, este vilarejo ostenta o recorde do lugar permanentemente habitado mais frio do planeta.

Se você acha que o inverno da sua cidade é congelante, devia conhecer Oimekon e ia mudar de opinião facinho facinho. Esta cidadezinha no Leste da Sibéria é o povoado mais frio da Terra. A temperatura mais baixa foi registrada em 1933, absurdos 67,7ºC abaixo de zero, e a temperatura média durante o mês de Janeiro é de -50ºC.  Por isso, este vilarejo ostenta o recorde do lugar permanentemente habitado mais frio do planeta.


Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 01
O fotógrafo Amos Chapple  decidiu visitar Oimekon desde Yakutsk (a cidade grande mais fria do planeta) em uma viagem que durou 2 dias para captar como é a vida diária neste local tão extremamente gelado.

- "Quando cheguei ao povoado, usava uma calça fina e fazia -47ºC. Lembro de sentir o frio agarrando minhas pernas fisicamente, e também me surpreendeu que às vezes a saliva congelava como se fossem agulhas, espetando os meus lábios. Me senti um picolé!", explicou o fotógrafo.

Amos disse que o mais duro não foi o frio em si, senão que às vezes o foco e o zoom da câmera ficavam congelados sem condições de movimento.

O mercado central de Yakutsk só vende carne e pescado, já que é impossível cultivar qualquer coisa ali
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 02
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 03
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 04
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 05

A Rodovia dos ossos, a única estrada para Oimekon
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 06
Inclusive o cartaz do povo diz "Oimekon, o pólo do frio"
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 07

Uma mulher caminha junto a uma casa congelada no centro do povoado
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 08

Uma espessa camada de pelagem mantém os cães aquecidos
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 09

Quase todos os banheiros são construídos na área externa (casinha), já que o solo congelado torna impossível embutir encanamentos na área interna
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 10

Este fazendeiro local tem que manter suas vacas quentes pela noite neste apertado curral
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 12
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 11


Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 13
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 14
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 15
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 16
Só existe um armazém em Oimekon, que fornece tudo o que os habitantes precisam
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 17

Os carros só podem estacionar em garagens com calefação. Os que estão na área externa devem permanecer ligados ou não voltarão a arrancar
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 18
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 19

O que mantém os habitantes do povoado aquecidos é uma pequena planta térmica de carvão
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 20
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 21

Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 22
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 23
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 24
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 25
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 26
Conheça Oimekon, o povoado mais frio do planeta 27


http://www.mdig.com.br/