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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O FASCINANTE MUNDO DE MADEIRA - O artista veneziano Livio de Marchi é uma espécie de Geppetto da vida real. Excepto, que ele não precisa lidar com um garoto mentiroso chamado Pinóquio e nem com uma fada madrinha para tornar suas obras vivas. As obras de arte de Livio são tão realistas, que às vezes é difícil dizer que são feitas de madeira.



O artista veneziano Livio de Marchi  é uma espécie de Geppetto da vida real. Excepto, que ele não precisa lidar com um garoto mentiroso chamado Pinóquio e nem com uma fada madrinha para tornar suas obras vivas. As obras de arte de Livio são tão realistas, que às vezes é difícil dizer que são feitas de madeira.
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O fascinante mundo de madeira de Livio De Marchi 01
As ferramentas que Livio trabalha são bastante simples: uma centena de variedades de cinzéis datados de 1964, um martelo velho e uma mão firme, mas as coisas que ele produz são nada menos do que espetacular. Uma réplica de madeira de uma jaqueta de couro que ele fez parece tão real, que a gente ficaria tentado a experimentá-la se não soubesse. O único fator de distinção entre o real e a madeira é que ele não pinta nenhuma de suas criações, porque acredita que os grãos e nós da madeira clara são muito intrigante. Ele passa horas na sua bancada a cada dia, produzindo obra após obra-prima.

Livio descobriu sua paixão pela escultura muito cedo na vida. Já muito criança se interessou em talha ornamental e praticava na oficina de um artesão. Ele estudou arte e desenho na "Accademia di Belle Arti", e tão logo se formou, começou a trabalhar com mármore. Logo migrou para o bronze, antes de finalmente se decidir pela madeira como seu meio preferido, por sua versatilidade.

Uma das obras mais notáveis de Livio é a Casa de Livros, que ele construiu em 1990, em Tambre D'Alpago, Itália. Seu objetivo final é a criação de 10 dessas estruturas em todo o mundo, dos quais esta foi a primeira e a que lhe rendeu fama e popularidade. Literalmente tudo dentro e fora da casa é feito de madeira, desde as estantes com os livros nas prateleiras. As mesas, pratos, talheres, toalhas de mesa, sofás e almofadas do sofá, as roupas no guarda-roupa e lingerie feminina penduradas no varal são todos de madeira. Mesmo os abajures e lustres. A casa se destina a descrever o sonho de um amante dos livros.

Livio ama a criação de objetos de fantasia e outra criação notável é "Um sonho em Veneza". Feito em 1994, é uma carruagem de abóbora enorme de madeira puxada por quatro cavalos, lógico, de madeira, bem como a Cinderela. Mas esta desliza ao longo das águas dos canais venezianos. Não é o única, a sua matriz de esculturas flutuantes incluem réplicas de famosos carros antigos, como um Mercedes que ele criou em 1997 e um Fusca em 1999.

As obras deste artista foram exibidas em mostras de arte em várias grandes cidades pelo mundo, incluindo Londres, Paris, Nova Iorque, Tóquio, Zurique, Milão e Florença. Várias revistas de arte, como a VogueInterior DesignDecoration e Madame Figaro já caracterizaram a sua história também.
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http://www.mdig.com.br/

Só 13% das investigações do Ministério Público resultam numa acusação


Só 13% das investigações do Ministério Público resultam numa acusação

Das mais de 533 mil investigações realizadas pelo Ministério Público só 70 mil acabaram com a acusação do arguido pelo crime de que era suspeito. 
 .

Destes, 40% não são condenados. Mais de 86% das investigações que o Ministério Público (MP) realizou em 2013 acabaram por ser arquivadas e apenas 13,2% resultaram numa acusação do arguido sob suspeita da prática de um crime. 

Esta tendência já se verifica há anos, com algumas variações, e o ano passado a percentagem de acusações face aos inquéritos abertos voltou a descer. 
Olhando em específico para a realidade da corrupção, o número de acusações que resultam das investigações abertas é ainda menor: 12%.

* PORQUÊ?



apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

O ARRISCADO NÚMERO DE BETTY & BENNY FOX - Betty e Benny Fox foram dois acrobatas do equilíbrio -se denominavam "dançarinos do ar"-, famosos em meados do século passado por suas arriscadas atuações em altas plataformas ou nos terraços de prédios. Às vezes eram apresentados como irmãos e em outras como casal, mas na realidade nem sequer eram parentes e Betty, ademais, nem sempre era a mesma pessoa e também não tinha este nome. Benny escolheu o nome da parceira só porque gostava do som da mesma, porque achava que combinava: Benny e Betty.



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O arriscado número de Benny e Betty Fox 01
Betty e Benny Fox foram dois acrobatas do equilíbrio -se denominavam "dançarinos do ar"-, famosos em meados do século passado por suas arriscadas atuações em altas plataformas ou nos terraços de prédios. Às vezes eram apresentados como irmãos e em outras como casal, mas na realidade nem sequer eram parentes e Betty, ademais, nem sempre era a mesma pessoa e também não tinha este nome. Benny escolheu o nome da parceira só porque gostava do som da mesma, porque achava que combinava: Benny e Betty.

Quando os dois atuavam, cada centímetro de espaço disponível na rua próximo da área de apresentação, era tomado por centenas de pessoas que se acotovelavam para vê-los atuar. Ruas, janelas, tetos e escadas de incêndios ao longo do perímetro se abarrotava de pessoas que se preparavam para presenciar o espetáculo, que acontecia sem nenhum dispositivo de segurança.

Tudo começou quando um famoso jornal do estado de Illinois decidiu fazer uma promoção para aumentar sua circulação e para tanto convidaram Benny e Betty para que se apresentassem em um parapeito do prédio do jornal fazendo loucas paradas acrobáticas desafiando a morte. Na época o diário disse que havia um médico e dois enfermeiros no telhado do prédio durante todas as apresentações e se por acaso o casal desse um passo em falso, uma ambulância esperava na calçada para levá-los depressa ao hospital. Isso se sobrevivessem a queda do 7º andar.

Alguns anos mais tarde, Benny e Betty acabavam de começar sua atuação em sua pequena plataforma de pouco mais de 45 centímetros, suspensa sobre uma viga a dezenas de metros de altura no edifício do teatro Fox. Eram quase 6 da tarde quando Compton, entre Long Beach e Los Angeles, recebeu toda a força de um terremoto.

- "Eu não sabia o que era. Primeiro pensei que tinha acontecido uma grande explosão, logo a plataforma começou a balançar e achei que alguém estava movendo seus cabos tensores. Olhamos para a rua e vimos as pessoas gritando e correndo em todas direções. Depois ouvimos um estrondo enorme e toda a frente do hotel no qual estávamos fazendo o número ruiu, matando uma dúzia de pessoas. Por toda a cidade, no limite do que podíamos ver os edifícios vinham abaixo como casas de papelão, foi terrível". Betty e Benny Fox acabavam de sobreviver a um dos tremores de toda uma corrente de terremotos que sacudiu Califórnia nos anos 40, que deixou muitos mortos e feridos causando ademais milhares de milhões de dólares em danos.

- "Nós não descemos, ficamos ali e seguimos com o ato, não baixamos até saímos dali até terminar o número", disse Benny.

As fotos de número 7 até 25 desta compilação, mostram Benny e Betty, já em fim de carreira, fazendo uma apresentação especial para a Convenção da Antiga Ordem Árabe dos Nobres do Santuário Místico, popularmente conhecida como Shriners, em Chicago, Illinois, em 13 de julho de 1955.
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A CUSPIDELA DA SERPENTE - QUEM É DUARTE MARQUES- DA VÍRGULA AO PONTO FINAL - Mas Duarte Marques não morreu (Duarte Marques é um boy e os boys vivem para sempre nas empresas dos papás). Não! Mofado até pelos seus correligionários, Duarte Marques sorriu o seu sorriso ufano, escarrou para o lado, arregaçou da testa o cabelinho à foda-se e continuou a emporcalhar o Expresso com a letradura mais escangalhada de toda a imprensa nacional.

a cuspidela da serpente

QUEM É DUARTE MARQUES – DA VÍRGULA AO PONTO FINAL

No princípio era a vírgula, e a vírgula estava mal posta. Depois, Duarte Marques criou o erro ortográfico, a parolice e a incultura e o PSD escolheu-o para a Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República. Sobre a educação, ciência e cultura de Duarte Marques já tudo foi dito: no Público chamaram-lhe analfabetono Inflexão corrigiram-lhe os errosno Malomil encostaram-no à paredeno Aventar deram-lhe dois pares de tabefes e até o Corporações achou por bem chamar-lhe “bronco”.

Os lábios dos estúpidos criam contendas e a sua boca pede açoites
Bíblia Sagrada, Provérbios 18-6

Mas Duarte Marques não morreu (Duarte Marques é um boy e os boys vivem para sempre nas empresas dos papás). Não! Mofado até pelos seus correligionários, Duarte Marques sorriu o seu sorriso ufano, escarrou para o lado, arregaçou da testa o cabelinho à foda-se e continuou a emporcalhar o Expresso com a letradura mais escangalhada de toda a imprensa nacional.

Até que Duarte Maques, porventura contagiado pelo espírito da quadra natalícia, quis deixar no sapatinho dos Portugueses uma prendinha, assim em jeito de compensação pela miséria a que nos condena, nas suas funções de deputado do PSD: nem mais nem menos que um dos textos mais reaccionários e repulsivos do mundo hodierno e, possivelmente, do espaço sideral.

O artigo em causa resume-se a isto: Duarte Marques está contente com o “fim do embargo” do EUA contra Cuba porque prova que Cuba está a mudar. Ao contrário do PCP, da “planície do avante” e da Coreia do Norte, que não são “normais” e carecem de uma “normalização”. Mais, é “socialismo e populismo mais radical que tem alastrado pela América latina” que, argumenta Duarte Marques, que agora ficam órfãos de referentes ideológicos.

Já sei o que estão a pensar: o artigo é demasiado estúpido para sequer ser comentado! Mas suspiremos fundo e recordemos o que diz o Velho Testamento, Livro de Provérbios capítulo 18 versículo 6: “Os lábios dos estúpidos criam contendas e a sua boca pede açoites”. É chegada a hora do açoite.

O primeiro problema é que depois do Inflexão o ter ensinado a não colocar vírgulas entre o sujeito e predicado, Duarte Marques precisa agora que o ensinem a capitalizar palavras. Por exemplo, “Castrista” não deve ser capitalizado, mas “ocidente” (enquanto civilização) sim. “Administração” não necessita de maiúscula, mas “América latina” e “história” sim. Também podíamos falar do festival de aspas (“bases”, “romântica”, “calçadeira” etc.) e das construções sintácticas absurdas, mas seriam cuidados paliativos: Duarte Marques engana-se a citar Phil Collins (quem é que cita Phil Collins?!) e a sua escrita está mórbida para lá da salvação.

Centremo-nos, pois, no essencial:
  • Duarte Marques não percebeu que aquilo a que chama embargo não acabou. E publicou um artigo no Expresso sobre não ter percebido. Segundo a sua página na Assembleia da República, Duarte Marques detém uma licenciatura em Relações Internacionais e até “frequentou” um bocadinho do mestrado, mas desconhece a diferença entre a normalização das relações diplomáticas e o fim de um embargo. De qualquer forma, a agressão estado-unidense é muito mais que um embargo: como prova o alcance das leis Torricelli e Helms-Burton, Cuba continua sujeita a um bloqueio, malgrado os importantes passos anunciados.
  • Por outro lado, Cuba não cedeu aos EUA, mas sim os EUA que cederam a Cuba: foi o próprio Obama que reconheceu o fracasso da estratégia de asfixia contra a ilha caribenha e, ao contrário do que Duarte Marques supõe, os dirigentes cubanos têm sido bastante claros sobre a natureza do modelo de actualização económica. Cuba pretende aperfeiçoar o socialismo e rejeita igualmente a cofragem da perestroika e o modelo chinês.
  • O artigo defende que uma "sociedade normal" é uma sociedade com explorados e exploradores, com oprimidos e opressores, com escolhidos e excluídos. O PCP, por se opor a este sistema é considerado uma anormalidade que importa "normalizar". Fica patente a escala de princípios e os critérios democráticos de Duarte Marques. 
  • Finalmente, o Avante não é uma planície, o PCP sempre defendeu o fim do bloqueio, a Coreia do Norte pôs recentemente em prática alguns mecanismos de economia privada e nada disto tem absolutamente nada a ver com Cuba.
Estabelecida a atroz estupidez do seu artigo, importa agora compreender quem é Duarte Marques. Prepara-te Dudu, agora é que vai doer.

Passo os olhos pelo seu CV e descubro que Duarte Marques encontrou o seu primeiro trabalho, aos 21 anos, como “assessor” de Morais Sarmento, então Ministro da Presidência. Depois, o escalabitano continuou a ocupar lugares de jarra, aqui e ali, como “o jovem” de diferentes organismos e instituições. Para sempre jovem, como um Peter Pan beto e marialva, Duarte Marques foi dirigente da JSD até há um par de anos e foi assim que entrou no Parlamento.

Duarte Marques, já sabemos, integra a Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República, tem votado a favor de todos os cortes brutais contra a Educação, Ciência e Cultura. Mais, defende que é preciso acabar com a “investigação não-rentável” (ou seja tudo da sociologia à literatura passando pelo seu próprio curso). Nada de novo sob o sol, Duarte Marques sempre disse que não gosta de “ratos de biblioteca” e provavelmente nunca entrou numa, ou talvez não escrevesse como escreve. Já enquanto parlamentar, ficou mais conhecido pela sua grotesca mudança de posição sobre o casamento de pessoas do mesmo sexo, mas não é essa a sua principal função.

O Duarte Marques, que odeia a Cuba dos direitos, da educação gratuita, do investimento na ciência e da saúde pública para todos é o mesmo Duarte Marques que para Portugal defende o aumento dos impostos para quem trabalha, o fim de todos os direitos laborais e a privatização de todos os serviços públicos. Duarte Marques é só mais um dos nomes responsáveis pela austeridade, pela fome, pela miséria e pelas nossas casas frias. É um dos culpados por esta queixa horrível, que a ele não diz nada porque só conhecem os trabalhadores: não ter tempo nem dinheiro para nada. O mesmo Duarte Marques, que enquanto vice-presidente da associação de caridade HELPO, se dedica a combater as carências das crianças africanas, condena 1/3 das crianças portuguesas à miséria e à fome.

Mais adiante, no seu registo de interesses, ficamos a saber que Duarte Marques detém 5% do capital de uma empresa de publicidade curiosamente chamada “Mosca”. A “MOSCA” de Duarte Marques alimenta-se como o insecto que lhe traz o nome e vive no mesmo ambiente. O seu maior cliente é a Portuguese Investments LLC, uma empresa ramificada da Revigrés, que por sua vez é gerida pela colega de Duarte Marques, a deputada do PSD Maria Paula Cardoso. Se restarem dúvidas, debrucemo-nos sobre o que diz a Associação Sindical dos Juízes: 
Duarte Marques a representar o seu gang
Este Natal é pouco propício à paz e à harmonia. O povo português está a ser assaltado por bandidos como Duarte Marques. E enquanto o Expresso raramente encontra o espaço merecido para as notícias da luta de quem trabalha, basbaques incultos e analfabetos como Duarte Marques têm lugar cativo para dizer qualquer tolice e lutar, por todos os meios, pelos direitos de quem não trabalha; gente habituada a ter outros aos pés dos seus caprichos e que às vezes sonha que o mundo é mesmo assim. 

Mas nem Cuba abandonou o socialismo nem o PCP deixará de ser comunista. É você, Duarte Marques, que está mal. Começando na sua escrita e acabando nos seus valores.

António Santos (em manifesto74.blogspot.pt) 

cris-sheandbobbymcgee.blogspot.pt