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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

UMA FANTOCHADA PROTAGONIZADA POR CRIMINOSOS E SEUS LACAIOS - Tratado sobre comércio de armas . clássicas entra em vigor na quarta-feira

Tratado sobre comércio de armas
. clássicas entra em vigor na quarta-feira 

 O primeiro tratado internacional sobre o comércio de armas clássicas, negociado em 2013 sob a égide da ONU, entra em vigor na quarta-feira, o que foi saudado pelos defensores dos direitos humanos. 
O RESULTADO  DAS ARMAS CLÁSSICAS
 O tratado tem de ser ratificado por um mínimo de 50 Estados para entrar em vigor 90 dias depois. 

Até ao momento, 130 países assinaram o tratado e 60 ratificaram-no, tendo Israel sido o último Estado a depositar, na quinta-feira, os instrumentos de ratificação do acordo junto das Nações Unidas em Nova Iorque. 

* Uma farsa, uma fantochada, só não dizemos que é um número de circo por respeito aos profissionais circenses.



apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

OS INCRÍVEIS RELÓGIOS DE MADEIRA DE VALERII DANEYYCH - Valerii, um mestre no trabalho com madeira da Ucrânia, dedicou sua vida a fazer relógios de pulso funcionais inteiramente de madeira, com a única exceção de uma mola de metal (corda) necessária para impulsionar o movimento.



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Os alucinantes relógios de madeira de Valerii Danevych 01
A popularização dos relógios chegou com os modelos de quartzo, com destaque para o Orient (o famoso orientô), mas até aí um relógio era reconhecido tanto por sua funcionalidade quanto como uma jóia de pulso, inclusive no concernente ao preço. Esta figura de adorno só foi esvaecer com a chegada dos relógios digitais nos anos 80, quando a Casio  se tornou referência dos primeiros relógios de plástico. A Champion ainda conseguiu, por um tempo, recuperar o glamour dos relógios como adorno de braço com suas pulseiras cambiáveis multicoloridas, não havia jovem que não usasse um. Mas, se hoje um relógio xing ling pode ser comprado por 1 real, os Champions não eram muito baratos não (ou eu era pobre demais?). Lembro que comprei um em 12 vezes na Big Ben em Curitiba.

O fato é que alguns jovens me perguntam porque uso relógio, às vezes de bolso, se tenho celular. Aí eu tento contar toda esta historinha anterior para explicar que um relógio pode ser muito mais que um simples gadget para ver as horas. Eu tenho uma grande coleção: antigos, novos, de corda, de bolso, turbilhão, calculadora, monitor cardíaco, gps, etc. e gostaria imensamente de ganhar de presente um dos relógios fabricados manualmente por Valerii Danevych.

Valerii, um mestre no trabalho com madeira da Ucrânia, dedicou sua vida a fazer relógios de pulso funcionais inteiramente de madeira, com a única exceção de uma mola de metal (corda) necessária para impulsionar o movimento.

Vindo de uma longa linha de marceneiros, o artesão ucraniano sempre teve um fascínio pela madeira. Ele começou a fazer miniaturas em seus primeiros dias letivos, incluindo uma guitarra de três centímetros impressionante com cordas de cabelo humano, mas como cresceu e suas habilidades melhoraram, passou a restaurar objetos de madeira e a criar pequenas obras de arte.

Ele simplesmente não conseguia deixar de pensar na ideia de criar coisas mecânicas complicadas, então em 2005, sem ter qualquer formação como um relojoeiro, começou a trabalhar em relógios de pulso de madeira funcionais. Demorou um pouco para que determinasse qual o tipo de madeira seria a mais adequada para as pequenas partes necessárias, e para aprender as noções básicas de relojoaria, mas em 2008, já havia terminado seu primeiro relógio de bolso de madeira funcional.

Inspirado pela família Bronnikov, que durante os anos 1800 fez relógios de bolso exclusivos de todos os tipos de materiais inusitados, Valerii Danevych se propôs a criar uma coleção de alucinante relógios de madeira. Trabalhando sob um microscópio para conseguir as peças, o artesão ucraniano imita mecanismos complexos, criando obras incríveis que, na verdade, cuja precisão pode variar em mais ou menos 5 minutos por dia para relógios de pulso.

Ele afirma que a série de engrenagens de madeira dentro de seus relógios impulsionados pela mola de metal pode armazenar até 20 horas de corda. Uma de suas maiores conquistas é um pequeno relógio colar com um diâmetro de 1,3 milímetros que funciona perfeitamente e não contém um único parafuso.

Sua obra mais recente é um relógio de pulso masculino com movimento de turbilhão e indicação retrógrada que ele gastou 1.800 horas de trabalho ao longo de um período de sete meses. O preço? 265 mil reais, refletindo o tempo e esforço que foi necessário para fazê-lo. De forma que este pobre blogueiro nunca vai poder ter um, a não ser que uma boa alma decida presentear-me. emoticom

Por suas realizações surpreendentes no campo da relojoaria, Valerii Danevych foi nomeado como membro honorário da Academia de Criadores Independentes da Horologia.
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BALANÇO DO ANO (Ricardo Araújo Pereira)

















OS EXTRAORDINÁRIOS GIGANTES DE RON MUEK - VEJA ESTE ESCULTOR FABULOSO EM IMAGENS E VÍDEOS - Muito provavelmente Neste momento rápido Você Já está familiarizado com como Obras gigantes fazer escultor australiano Ron Mueck, Filho de hum Fabricante de Brinquedos , Não É Realmente Muito Surpreendente Que tenha optado Por uma Carreira Semelhante, Fazendo SEUS PROPRIOS Brinquedos, APENAS em hum Nível infinitamente Mais detalhado. Suas Obras de Arte de São Tão Realistas Que fazem a gente Pensar Que Estamos olhando Pará gigantes tristes e sorumbáticos da vida real.



Muito provavelmente Neste momento rápido Você Já está familiarizado com as Obras gigantes do escultor australiano  Ron Mueck


Os assustadores gigantes de Ron Mueck

Os assustadores gigantes de Ron Mueck
Na Década de 1990, começou a SUA Própria  Empresa , criando modelos Pará Serem fotografados Pará anuncios. Naquela Época, uma maioria de SUAS Obras SOMENTE ERAM concluídas parcialmente, 
Os assustadores gigantes de Ron Mueck
Ron Mueck nunca fez Uma escultura em TAMANHO natural, Porque acha Que NÃO Parece Muito interessante:



VEJA VÍDEOS


PARTE 1
PARTE 2


Não Natal - Natal, tempo de paz, de tolerância, de solidariedade, de generosidade e de amor ao próximo. A insistência nas críticas a um aumento de um dos salários mínimos mais miseráveis de toda a Europa, que não chega a 1 euro por dia, que a Comissão incluiu no relatório ontem publicado, onde alegadamente avalia a evolução da economia portuguesa após a saída da troika que nunca sairá de cá enquanto não corrermos com ela, diz-nos várias coisas.

Não Natal


Natal, tempo de paz, de tolerância, de solidariedade, de generosidade e de amor ao próximo. A insistência nas críticas a um aumento de um dos salários mínimos mais miseráveis de toda a Europa, que não chega a 1 euro por dia, que a Comissão incluiu no relatório ontem publicado, onde alegadamente avalia  a evolução da economia portuguesa após a saída da troika que nunca sairá de cá enquanto não corrermos com ela, diz-nos várias coisas.

A primeira delas fala-nos sobre a forma como olham para nós: 505 euros está bastante acima daquele patamar de luxos a que podemos ambicionar. Se formos justos e virmos bem as coisas, decompondo aquela pequena fortuna nos 300 euros que, com alguma dose de sorte, custa arrendar uma casa modesta num bairro longínquo e problemático onde ninguém quer morar, nos 50 euros que, se vivermos às escuras e sem aquecimento e se tomarmos banhos de água fria, pagamos na conta da água, da electricidade e do gás, estes últimos entre os mais caros da Europa, os 50 euros que gastamos em transportes – e há passes que custam quase 90, ainda ficamos com 105 euros para nos alimentarmos durante 30 dias nos melhores restaurantes da cidade, para nos vestirmos nas lojas das melhores marcas, para irmos aos melhores médicos, para comprarmos os medicamentos que necessitarmos, para pagarmos a melhor Educação aos nossos filhos e ainda sobra para o telemóvel, a internet, o livro mensal a que temos direito e todas aquelas despesas imprevistas que não escolhem nem dia nem hora para nos baterem à porta. Aqueles senhores de Bruxelas insistem no seu direito a imporem-nos quotidianos de fome e de miséria.

E a segunda coisa que nos diz a mensagem de Natal destes senhores é que a essa fome e a essa miséria que vai engolindo um número cada vez maior de portugueses ainda juntam a ausência de serviços públicos universais e de qualidade. Os senhores de Bruxelas sabem que cerca de 4 em cada 5 euros das receitas do Estado provêm de rendimentos do trabalho. Ao imporem salários cada vez mais mínimos, uma vez que as receitas fiscais que pagam os serviços públicos têm esta proveniência e, recordemos a recente redução aprovada para o IRC num contexto de agravamento fiscal sobre salários (IRS) e sobre o consumo (IVA), o uma vez que os senhores de Bruxelas exigem também que os rendimentos sobre lucros e rendas contribuam ainda menos para a sociedade que enriquece quem deles beneficia, não é só de exploração do trabalho nem é só da riqueza de uma minoria assim obtida que estão a falar. Nem é só de desmantelamento dos serviços públicos que as receitas fiscais assim reduzidas deixarão de poder suportar.

É também da protecção no desemprego a que ainda vamos tendo direito, é também do dever de assistência que enquanto comunidade temos para com aqueles a quem temos a obrigação moral de garantir o mínimo dos mínimos e é também das reformas futuras de cada um de nós. Salários cada vez mais mínimos, ao gerarem descontos para a Segurança Social cada vez menores, comprometem  o direito a uma velhice digna que vamos conquistando mensalmente através dos descontos que fazemos sobre os nossos salários. Para que este direito seja uma improbabilidade ainda maior, os senhores de Bruxelas exigem que as empresas, às quais, como se sabe, é permitida toda a espécie de esquemas de evasão fiscal, também paguem uma TSU cada vez menor. Isto é, a terceira coisa que nos diz a mensagem de Natal dos senhores de Bruxelas é que as nossas reformas futuras devem ser sacrificadas para gerarem lucros no presente. E a quarta, pelos reparos que fizeram à ausência de medidas que substituam as reduções nas pensões de reforma chumbadas  pelo Tribunal Constitucional, é que também não temos o direito a organizar-nos enquanto comunidade soberana regida por leis que traduzem as nossas escolhas colectivas.

Natal, tempo de paz, de tolerância, de solidariedade, de generosidade e de amor ao próximo. Temos tido paz e tolerância a mais, temos sido muito pouco solidários, não temos tido amor nenhum ao próximo que vamos vendo cair nas teias que se vão tecendo para nos comerem vivos, a nossa inconsciência tem sido de uma generosidade a toda a prova. Quantos de nós conseguem perceber quatro coisinhas tão simples como as que se lêem acima? Um bom não Natal para todos. Que seja o último.

opaisdoburro.blogspot.pt

ESPECTACULAR !!!! ESTE ARTISTA TRANSFORMOU A SUA CIDADE NUM MUSEU AO TRANSFORMAR AS ÁRVORES MORTAS EM MARAVILHOSAS ESCULTURAS- Durante os últimos seis anos, a cidade ucraniana de Simferopol, foi transformada em uma galeria de arte urbana por um artista misterioso que esculpe estátuas de madeira de troncos de árvores mortas. Existem hoje dezenas destas incríveis obras de arte disseminadas por toda a cidade da Criméia.

Durante os últimos seis anos, a cidade ucraniana de Simferopol, foi transformada em uma galeria de arte urbana por um artista misterioso que esculpe estátuas de madeira de troncos de árvores mortas. Existem hoje dezenas destas incríveis obras de arte disseminadas por toda a cidade da Criméia.

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Artista autodidata transforma árvores mortas em bela obras urbanas 01
Muitos não tomaram conhecimento quando as primeiras obras-primas de madeira começaram a aparecer em várias áreas de Simferopol, mas com o tempo a cidade ficou cheia delas, e as pessoas começaram a se perguntar quem está por trás disso? As autoridades locais, um grupo de arte local ou as árvores magicamente se transformam em esculturas detalhadas? Havia todos os tipos de rumores, até que a mídia local finalmente conseguiu rastrear o artista anônimo. Seu nome é Igor Dzheknavarov, e notavelmente não é um escultor treinado ou carpinteiro, mas um cozinheiro.

  - "Cozinhar é a maior arte de todas"disse ele brincando aos surpresos repórteres. "Se você pode fritar batatas, pode fazer qualquer coisa!"  Dez anos atrás Igor aprendeu sozinho a esculpir, e até que um certo ponto começou a usar sua habilidade recém-descoberta para melhorar a aparência da sua cidade. Ele diz que é apenas um co-artista, o protagonista mesmo é a natureza já que todas as suas obras são inspiradas nas linhas exclusivas e reviravoltas das árvores esculpidas.

Perguntado sobre como ele decide o que esculpir, o artista de Simferopold disse que tem a mesma relação com a madeira que Michelangelo tinha com o mármore. Assim como ele olhava para um bloco de mármore e sabia que ia se tornar a Pietá ou David, ele sabe o que um tronco de árvore vai se tornar no momento em que vê. Ele não sabe exatamente quantas esculturas urbanas criou até agora, como também trabalha paralelamente em um número de encomendas particulares, é difícil dizer. Dzheknavarov disse à imprensa ucraniana que pode gastar até duas semanas de trabalho em uma única peça.
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Fonte: GreyWind.


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A greve que protege os emigrantes e o país - MARIANA MORTÁGUA

A greve que protege os emigrantes e o país

 
Ao avançar para a requisição civil, o Governo veio reconhecer que a TAP não é uma empresa como as outras. 
Em quantas empresas não estratégicas é que o Governo decretou a requisição civil? Em nenhuma, claro. 
E essa é a maior prova, por um lado, da centralidade da empresa para a economia e, por outro, dos perigos 
decorrentes da sua privatização. 
O mesmo governo que avança para a requisição civil na TAP, alegando a sua importância estratégica para a 
economia e para os emigrantes que "não têm alternativa para se deslocarem a Portugal", quer privatizar a 
operadora aérea nacional e não tem pejo em colocar em causa a presença da TAP junto das comunidades 
portuguesas.
Não julguem que é exagero ou cliché.  Nem é preciso irmos muito longe. Olhemos aqui ao lado, para o que 
aconteceu depois da privatização da Iberia. Uma das primeiras decisões dos novos donos foi a supressão de 
rotas históricas, essencialmente na América Latina. Olhemos para trás. Se, no início da década, Guterres
 tivesse vendido a TAP à Swissair, hoje a TAP faria parte de uma empresa falida. 
Diz o Governo que avança com uma requisição civil, de contornos legais mais do que duvidosos, para 
assegurar a tranquilidade do natal de milhares de famílias. E a reunião familiar natalícia no próximo ano, 
quem a protege se a empresa for privatizada a um qualquer fundo abutre? E no ano seguinte? E daqui a 10 
anos? Quem é que a protege? Os trabalhadores em greve. 
Os argumentos do Governo não se aguentam dois segundos porque o interesse desta privatização, feita à 
pressa e quando o Governo está em fim de mandato, não tem nada a ver com critérios económicos, de 
eficácia ou gestão. É o fanatismo ideológico de quem é contra tudo o que é público e aí encontra uma 
oportunidade de negócio.
Nunca é demais lembrar a importância da TAP. É a companhia que fala a nossa língua onde quer que
 estejamos. É a companhia que junta o continente às ilhas e o país todo aos seus emigrantes. É a companhia 
que, sempre que há portugueses em risco em qualquer canto do mundo, os vai resgatar em segurança.
 Isto acontece porque é uma empresa nacional de capitais públicos.
Todos estes serviços estarão em causa com a privatização da empresa. Que interesses manterão os capitais 
sabe-se lá de onde na ligação às ilhas ou aos países onde temos comunidades emigrantes?  
Aí já não interessa o Natal e o impacto dos emigrantes na economia nacional? 
Claro que o Governo nos vai dizer que, no fabuloso acordo de serviço público que irá assinar, vai garantir 
que os interesses dos cidadãos vão ser acautelados. Na verdade já disse isso com a ANA ou com os CTT. 
O que é que aconteceu? No primeiro caso as tarifas aéreas subiram várias vezes num ano, 
aumentando 33%, enquanto os correios se entretêm a tentar impingir créditos ao consumo com juros 
abusivos e insustentáveis. 
O governo tenta intoxicar a opinião pública, apresentando-se como o defensor da reunião familiar contra os
madraços dos trabalhadores apresentados como inimigos dos interesses nacionais. Nada mais falso. 
O governo é responsável pela emigração, sim.  Mas quem protege o que é nosso, e o nosso futuro como
 entidade coletiva, são os trabalhadores da TAP que se unem em greve. Merecem o nosso respeito. E apoio.


http://expresso.sapo.pt/

AS DELICADAS E DESLUMBRANTES OBRAS DE ARTE EM CABAÇAS DE MARILYN SUNDERLAND - e você por acaso acha que a cabaça da abóbora d'água serve somente para fazer cuia, moringa ou chocalho, pense de novo. A artista Marilyn Sunderland, nativa de Columbia, Missouri (EUA), usa o fruto da cabaceira para fazer suas obras que impressionam pela delicadeza e pelo preciosismo dos detalhes que ela entalha na casca dos porongos. Marilyn usa um cinzel especial para fazer suas gravações e depois dá mais vida a obra usando tinta e verniz.

Se você por acaso acha que a cabaça da abóbora d'água serve somente para fazer cuia, moringa ou chocalho, pense de novo. A artista Marilyn Sunderland, nativa de Columbia, Missouri (EUA), usa o fruto da cabaceira para fazer suas obras que impressionam pela delicadeza e pelo preciosismo dos detalhes que ela entalha na casca dos porongos. Marilyn usa um cinzel especial para fazer suas gravações e depois dá mais vida a obra usando tinta e verniz.

A temáticas preferida de Marilyn está relacionada a natureza: flores, paisagens pitorescas de montanha, animais, enfim... a natureza que rodeia a artista e que ela personifica em uma cabaça.

As incríveis esculturas na cabaça não apenas participam de concursos e exposições internacionais, senão que por sua criatividade já receberam vários prêmios. Veja que giro e criativo.
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