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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

ELE FAZ ESTAS OBRAS DE ARTE DOBRANDO PAPEL - Nguyễn Hùng Cường é um artista, vietnamita de Hanói, que se dedica a criar lindos origamis. Nguyễn diz que nem se lembra direito quando começou a dobrar papel, mas, segundo sua mãe, começou aos cinco anos de idade. A criação de seu primeiro projeto original aconteceu em 1999, quando Nguyễn tinha apenas 10 anos, era um porquinho bem simples, baseado na obra de John Montroll.

Nguyễn Hùng Cường é um artista, vietnamita de Hanói, que se dedica a criar lindos origamis. Nguyễn diz  que nem se lembra direito quando começou a dobrar papel, mas, segundo sua mãe, começou aos cinco anos de idade. A criação de seu primeiro projeto original aconteceu em 1999, quando Nguyễn tinha apenas 10 anos, era um porquinho bem simples, baseado na obra de John Montroll.

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Os incríveis origamis de Nguyen Hung Cuong 01
Apesar de não ser um artista do origami em tempo integral, diz que é mais do que apenas um hobby para ele e espera um dia publicar um livro e inspirar outras pessoas com seus projetos de origami incríveis.

Nguyen é o tipo do discípulo que superou de longe mestre e em seu perfil no Flickr explica por que sente tanta atração pelo origami:

  - "O que eu amo no origami é a possibilidade de fazer qualquer coisa com uma simples folha de papel apenas dobrando-a. Como eu não sou muito bom com as palavras, uso o origami para compartilhar a minha ideia de como me sinto e de como o mundo é bonito".

Eu já vi muitos artistas do Origami no MDig, mas devo confessar que nenhum com a qualidade e a riqueza de detalhes dos realizados por este artista vietnamita. Vale a pena ressaltar que as obras que verá em seguida não tem corte, nem cola e são feitas apenas com dobraduras em um folha de papel.



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ALGARVE - Atrium de Faro ganhou nova vida e muitos clientes

Atrium de Faro ganhou nova vida e muitos clientes

Atrium_Centro Criativo baixa de Faro_HR_5O antigo centro comercial Atrium, em Faro, está, por estes dias, cheio de vida. Comerciantes, artesãos e associações tomaram conta deste espaço situado no coração da Baixa da capital algarvia, há muito encerrado, onde dão a conhecer os seus produtos e o trabalho que realizam.
 O Mercado de Natal que está a decorrer há uma semana, será reforçado por dezenas de expositores, se irão juntar aos que estão ali estabelecidos, todos os dias, durante duas semanas. E a população aderiu, com casa cheia no primeiro fim-de-semana e muita gente a circular, mesmo aos dias de semana.
Com este projeto da Ambifaro, concebido em estreita articulação com a Associação Nacional de Designers, da Associação Cultural Palácio do Tenente, da Sardinha de Papel e da Associação de Desenvolvimento Comercial da Zona Histórica de Faro, o  Atrium é, agora, o Centro Criativo da Baixa de Faro.
Aqui, cabe um pouco de tudo, desde lojas temporárias pop-up,  a espaços interdisciplinares, dinamizados por  entidades locais e outras infraestruturas empresariais públicas ou privadas da região do Algarve. Ao mesmo tempo, são promovidos projetos nas áreas criativas, workshops, exposições, mercados temáticos e oficinas de trabalho, entre outros.
«Este é um primeiro passo para algo que pode ser muito importante para todos nós», salientou à RUA FM Davide Alpestana, da Associação Cultural Palácio do Tenente, um dos mentores deste projeto, salientando o facto de se reutilizar um espaço que, apesar da sua localização privilegiada e de estar como novo, está fechado há muito. «Este edifício tem um potencial enorme», considerou.
Davide Alpestana não esconde que há «a vontade» da parte dos comerciantes e associações em tornar este evento temporário em algo mais permanente, mas não garante que isso venha a acontecer. «Mas, a existir esse projeto, teria de ser sustentável», ilustrou.
«A ideia é que o espaço esteja disponível para experiências comerciais e criativas, e que possa ser um local onde criadores e marcas possam operar em condições benéficas, potenciando uma dinâmica que torne o funcionamento do edifício sustentável», explicou.
Atrium_Centro Criativo baixa de Faro_Facebook_2Esta filosofia remete para a do evento Bívar, que por diversas vezes animou a zona nobre da capital algarvia, com base na Rua Conselheiro Bívar, o que não é uma coincidência. O Atrium – Centro Criativo da Baixa de Faro tem como dinamizadores as três estruturas que lançaram esta iniciativa.
Os três parceiros que idealizaram o Bívar e, agora, estão na base da iniciativa Atrium encontraram-se na Rua Conselheiro Bívar, onde pegaram em espaços inutilizados, dando-lhes nova vida.
«Os edifícios que estão fechados são sempre um diamante por explorar. Cá em Faro, temos tido várias iniciativas que têm aproveitado o facto de edifícios estarem fechados e este é mais um. A reativação do Atrium acabou por ser uma sequência natural desta dinâmica, que tem sido imprimida pelas associações, pelos jovens e, também, por alguns menos jovens», disse Davide Alpestana.
A Ambifaro tem, em todo o processo, uma atuação determinante, já que foi através dela que foi possível realizar um contrato de comodato com o banco Millenium BCP, detentor dos direitos de propriedade do Atrium, na sequência da falência do projeto, em 2009.
Às associações envolvidas, coube preparar o espaço, há muito inutilizado. «Primeiro, procurámos perceber em que estado estava. E a surpresa foi boa, pois estava tudo operacional. Luz, água – até tem uma cascata a funcionar, no centro – escadas rolantes…o edifício está como novo», revelou.

UM EXCÊNTRICO MILIONÁRIO TURCO CONSTRUIU COMO MURO NA SUA CASA UM AQUÁRIO DE 50 METROS COM CENTENAS DE PEIXES E DE POLVOS (VEJA IMAGENS E VÍDEO)

Mehmet Ali Gökçeoğlu, um empresário de sucesso e engenheiro topográfico da Turquia, construiu o muro mais incrível do mundo para sua luxuosa casa de praia em Cesme, Izmir. Oito anos atrás, ele substituiu a cerca de metal na frente de sua propriedade com um aquário de 50 metros de comprimento repleto de centenas de peixes e polvos. Eu sei, você acha que estou mentindo. Felizmente, tenho fotos e vídeos para provar isso seu cético.


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Empresário excêntrico contrói aqua-muro para cercar sua casa 01
Localizado a poucos metros de distância da costa do Mar Egeu, a propriedade de Mehmet Ali Gökçeoğlu tornou-se uma das atrações turísticas mais populares em Cesme, atraindo milhares de visitantes todos os dias, de acordo com seu proprietário.

A moradia em si já é bastante impressionante, mas não é o que atrai tantas pessoas para este lugar. Eles vêm para ver o aqua-muro. Há oito anos, o empresário turco teve esta idéia excêntrica para substituir o muro da frente de sua casa com um aquário gigante cheio de várias criaturas marinhas do Mar Egeu.

A construção da estrutura transparente era realmente a parte mais fácil do projeto. A parte mais difícil foi ligar o aqua-muro com o mar Egeu através de uma tubulação enterrada de 400 metros, para que a água possa ser renovada continuamente mantendo o aquário com aspecto limpo e seus habitantes felizes.

Gökçeoğlu contratou uma equipe de mergulhadores particulares para executar a tarefa, e acabou pagando aproximadamente 40 mil liras turcas  para realizar seu sonho. O empresário diz que apenas ver as pessoas fazendo fila do lado de fora de sua casa para olhar a sua criação já faz tudo valer a pena.

Pargos, robalos, tainhas, enguias e polvos são apenas algumas das espécies marinhas encontradas no aqua-muro de Mehmet Ali Gökçeoğlu. De acordo com vários relatos, há agora quase 1.000 peixes vivendo ali. Mesmo que já tenham transcorridos oito anos desde que foi revelado pela primeira vez, o aquário único ainda atrai multidões de turistas a cada verão.

Para se certificar de que ninguém chegue perto o suficiente para prejudicar a sua vedação frágil ou roubar algum peixe, o proprietário criou uma rede de vigilância de 17 câmeras com sistema de reconhecimento facial. Os visitantes podem olhar, tirar fotos e gravar vídeos, mas chegar muito perto, provavelmente vai desencadear algum tipo de alarme.
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Empresário excêntrico contrói aqua-muro para cercar sua casa 03
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veja vídeo







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GIETHOORN A VENEZA RURAL DA HOLANDA - A pequena vila holandesa de Giethoorn, localizada bem no meio da reserva natural De Wieden, é carinhosamente conhecida como a Veneza da Holanda. Um nome muito apto para o local, uma vez que tem características distintas que são uma reminiscência da romântica cidade italiana: 7,5 km de canais, cerca de 50 pequenas pontes de madeira, passeios de barco, casas típicas e muito mais.

A pequena vila holandesa de Giethoorn, localizada bem no meio da reserva natural De Wieden, é carinhosamente conhecida como a Veneza da Holanda. Um nome muito apto para o local, uma vez que tem características distintas que são uma reminiscência da romântica cidade italiana: 7,5 km de canais, cerca de 50 pequenas pontes de madeira, passeios de barco, casas típicas e muito mais.

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Giethoorn, a Veneza rural da Holanda 01
Se há algo que Giethoorn não tem em comum com o Veneza, é história. A pequena vila foi habitada pela primeira vez no ano de 1230 por um grupo de fugitivos das regiões mediterrânicas. Diz-se que quando chegaram na área, eles notaram um número invulgarmente elevado de chifres de bode que sobraram após a grande enchente de St Elisabeth devastar a área em 1170. Assim, eles chamaram o local de Geytenhorn (chifre de cabras), mas com as mudanças no dialeto ao longo dos anos o nome mudou gradualmente para Giethoorn.

Há uma história sobre como todos os lagos foram criados também. Os primeiros colonizadores trabalhavam na coleta da turfa; eles cavavam onde lhes convinha em busca da turfa e, lógico, iam deixando um monte de buracos. Estes buracos se encheram com a água da chuva e se transformaram em lagos de diferentes tamanhos. Assim, para levar a turfa de uma área para outra, eles navegavam através dos canais e valas. O meio de transporte que antes era uma necessidade, agora é uma grande atração turística.

Foi no ano de 1958 que Geithoorn se tornou um popular destino turístico. A grande cineasta holandesa chamada Bert Haanstra fez um filme neste local, quando então os turistas começaram a chegar em grande número, chamando-o de Veneza da Holanda. Os barcos que circulam por Giethoorn tornaram-se famosos em todo o mundo. Eles são movidos por um motor elétrico que faz um som não mais alto do que um sussurro.

A aldeia em si é a principal atração, onde a atmosfera é conhecida por ser extremamente tranquila e relaxante. Os turistas também adoram admirar a arquitetura holandesa clássica, incluindo casas com telhados de colmo e algumas casas de fazenda do século 18 e 19 cuidadosamente preservadas. Não há estradas na parte antiga de Giethoorn, assim os turistas em geral, passeiam de barco ao redor da aldeia. A poucas ciclovias foram construídos recentemente para a população local para usar como transporte.


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Giethoorn, a Veneza rural da Holanda 02
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