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sábado, 20 de dezembro de 2014

AS PAISAGENS SABOROSAS FEITAS COM COMIDA (PEDAÇOS DE ALIMENTOS) DO LONDRINO CARL WARNER


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As paisagens com comida de Carl Warner 01
Carl e sua equipe  meticulosamente montam elementos da culinária peça por peça no topo de uma mesa criando interpretações de renomadas estruturas arquitetônicas, como o Taj Mahal ou a Grande Muralha da China, figuras humanas que variam motoristas a cowboys, e paisagens deslumbrantes que vão desde o skyline de Londres até a vastos desertos.

O bom Carl Warner, por verdade, é um velho conhecido e também entusiasta  da rede como fomentadora de cultura e de arte. Diferente da maioria dos autores da velha escola que ficavam bravos por verem fotografias de seus trabalhos na internet, cobrando autoria e ganhos relacionados a exposição de material com direitos autorais, ele foi um dos primeiros a alentar blogueiros a divulgar seu trabalho. Não é a toa que todos gostam tanto deste cara e de suas obras.
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CURIOSIDADES MAL CHEIROSAS - OS BANHEIROS PÚBLICOS DA ANTIGA ROMA - Os filmes de época que nos mostram estas instalações, em geral, exibem homens em vestes brancas impolutas conversando educadamente sobre política, filosofia e guerras, sentados sobre mármore de carrara branco. Sinto muito em dizer, mas a realidade era bem outra. Certamente trajavam roupas amareladas (quando não amarronzadas) e os ambientes não eram tão limpos e nem cheiravam muito bem.

OS BANHEIROS ROMANOS

Os perigos de utilizar os banheiros públicos na antiga Roma
Os filmes de época que nos mostram estas instalações, em geral, exibem homens em vestes brancas impolutas conversando educadamente sobre política, filosofia e guerras, sentados sobre mármore de carrara branco. Sinto muito em dizer, mas a realidade era bem outra. Certamente trajavam roupas amareladas (quando não amarronzadas) e os ambientes não eram tão limpos e nem cheiravam muito bem. 

A água que chegava à cidade de Roma através dos aquedutos era armazenada em grandes reservatórios de onde devia ser distribuída às padarias, as casas, os banheiros, etc. Parte da água restante destes usos prioritários era destinada à rede de esgoto: a Cloaca Máxima.

A mais antiga rede de esgoto do mundo, cuja construção iniciou no século VI a.C. pelo rei Tarquínio e foi ampliada em várias ocasiões nos séculos posteriores, drenava as águas residuais e o lixo das casas e das latrinas públicas (latrinae publicae) para levar até o rio Tibre, logicamente, não cobria toda Roma e muito menos as zonas das classes mais pobres e populares. O problema era quando as águas residuais voltavam a sua origem pelos transbordamentos do Tibre.
Os perigos de utilizar os banheiros públicos na antiga Roma
A cidade de Roma tinha dezenas de latrinas públicas distribuídas estrategicamente -no século IV haviam 144 com mais de 4.000 lugares- para satisfazer as necessidades fisiológicas dos cidadãos. Estas latrinas consistiam em um banco de pedras rústicas, sem acabamento, com vários buracos onde o cidadão se sentava para evacuar, e sob o qual passava uma pequena corrente de água que arrastava a matéria fecal.

Banheiros públicos tiveram uma função bastante estranha para a vida social dos romanos daquela época. E mesmo nos bairros pobres onde ainda não chegara o progresso das latrinas o assunto excrementos era o predileto das pessoas, uma vez que era rotina para os habitantes esvaziar seus penicos nas janelas.

Por isso não era incomum encontrar placas de advertência com o seguinte texto: "cacator, cave malum" (cuidado, área de defecação). Da mesma forma que é absolutamente fascinante que continuamos a usar a palavra latina "caca", para designar merda.

No antigo porto de Roma, as lápides de um cemitério próximo foram ironicamente reutilizadas como assentos sanitários na latrina pública local. Irônico porque as inscrições padrão em lápides geralmente imploram ou ameaçam aqueles que possam perturbar a santidade do túmulo.
Os perigos de utilizar os banheiros públicos na antiga Roma
Como papel higiênico, nas latrinas públicas, os romanos utilizavam uma esponja do mar (Spongia) presa a extremidade de um pedaço de pau (os mais chiques usavam sabugos de milho). E agora que temos uma ideia do ambiente, tão romantizado nos filmes de época, veremos os perigos de utilizá-los:
  • Como não havia separação entre os buracos, as pessoas tinham que compartilhar aqueles momentos de intimidade com desconhecidos e imagine só o constrangimento se o sujeito estivesse naqueles dias fartos de eructações e flatulências.
  • Em teoria, as espigas eram jogadas no lixo, mas as esponjas deviam ser lavadas em uma espécie de cocho com água que existia na frente dos vasos, e entregues para o seguinte utilizador. Somente a cada certo tempo, quando estivessem muito desgastadas, eram trocadas.
  • E a mais perigosa para a integridade física: existia um gracioso e estendido costume realizado por alguns baderneiros sacanas -sim já existiam trolls- de jogar uma bola de lã ardendo em chamas na rede de esgoto que promovia uma depilação a fogo dos fiofós mais cabeludos.
O curioso do assunto é que se os romanos utilizaram sua arte e seu talento na canalização, distribuição e uso da água, também o fizeram à hora de reciclá-la. Nas banheiros que a alta sociedade tinha em suas casas, reciclavam a pouca água utilizada durante os poucos banhos para as latrinas, e em casas nem tão abastadas -digamos classe média alta como forma de comparação-, mas que também dispunham de latrinas, os banheiros eram construídos perto das cozinhas para reciclar a água que ali era utilizada.


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Este parasita vale mais do que seu peso em ouro e pessoas mataram por ele.

Este parasita vale mais do que seu peso em ouro e pessoas mataram por ele.

Um fungo pouco comum, classificado como o “novo Viagra da Índia”, vem chamando a atenção por seu poder afrodisíaco e já se tornou um produto valioso, capaz de impactar as economias locais da região dos Himalaias, no norte do país.
Trata-se de um tipo de fungo que tende a crescer sobre o corpo de lagartas, conhecido como kira jari ou yakasumba. O fungo disseca sua presa e depois cresce sobre a cabeça da lagarta morta. Ele aparece sobre a superfície do solo quando a neve começa a derreter, em maio ou junho.
Na China, país vizinho à região, o kira jari já foi difundido como afrodisíaco e muitos atletas o utilizam como uma droga para melhorar seu rendimento físico.
Mas o que chama mais a atenção em torno da novidade é o impacto sobre a economia local.
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Lucratividade
Nos últimos cinco anos, muitos habitantes dos vilarejos da região montanhosa dos Himalaias passaram a coletar os fungos e vendê-los a comerciantes locais, que intermediam a venda para empresários de Nova Déli.
destino final da mercadoria tende a ser o Nepal e a China, maiores consumidores da iguaria.
Uma pequena quantia de kira jari pode render até 150 rúpias  valor considerável para a região.

Alguns chegam a coletar 40 fungos  num único dia e muitos já falam em uma verdadeira “corrida do ouro” em busca de mais Kira jari.
O fungo tem sido encarado como uma nova oportunidade pelos jovens que tradicionalmente buscam emprego em hotéis, no Exército e em indústrias de outras regiões da Índia.
Alternativa perigosa
Desde que o “boom” do fungo começou, em 2007, muitos passaram a percorrer grandes distâncias, muitas vezes em grande altitude e baixas temperaturas, em busca de mais kira jari.
Muitos regressam aos seus vilarejos doentes e sem ter conseguido achar um único exemplar do valioso fungo.
Recentemente uma pessoa chegou a morrer e outra ficou presa durante 13 dias na neve enquanto buscavam o novo “ouro do Himalaia”.
Mas, apesar dos riscos, muitos habitantes da região têm preferido arriscar a vida em busca do kira jari a se aventurar em empregos que não oferecem a mesma lucratividade.

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EMPRESÁRIO EXCÊNTRICO CONTRÓI CASA SERRANA NO BICO DE PRÉDIO DE 26 ANDARES

Zhang Biqing, um empresário chinês bem-sucedido de Pequim, passou os últimos seis anos construindo uma espécie de resort serrano de aparência realista bem no topo de um edifício de apartamentos na capital da China. Olhando de longe, parece um amontoado de lixo, mas quando visto de perto a construção chama atenção por suas características e, lógico, sobretudo por sua localização.


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Empresário excêntrico constrói casa serrana no topo de um prédio em Beijing 01
Não seria ótimo se você pudesse retirar-se em algum lugar tranquilo e ficar longe de tudo, sem ter que deixar sua casa? Isso é provavelmente o que Zhang Biqing, um ex-assessor do governo que virou empresário bem sucedido, pensou quando decidiu construir sua casa dos sonhos de montanha no topo de um edifício de apartamentos de luxo de 26 andares no Pequim Park View.

Durante os seis anos que levou para completar, os moradores reclamaram incessantemente do barulho infernal da construção, mas depois de ver a enormidade do complexo que abrange toda a parte superior do prédio, eles começaram a se preocupar com danos estruturais.

montanha em que o resort parece ter sido esculpida pode ser falso, mas os materiais usados para fazê-lo são declaradamente muito pesado, bem como, ameaçam enfraquecer a resistência estrutural do edifício residencial. Acontece que todo o projeto do terraço é ilegal, como Zhang nunca recebeu a permissão de planejamento necessário para sua extrema habitação, mas nunca ninguém se preocupou ele foi fazendo a revelia, até os jornais chineses cobrirem recentemente o tema que provocou indignação pública.

Aparentemente, Zhang Biqing, que prefere ser chamado de Professor Zhang, é um personagem muito bem relacionado nas esferas do poder chinesas. De acordo com o South China Morning Post, ele é um médico da medicina tradicional chinesa e ex-membro de uma Conferência Consultiva Política do Povo do distrito que possui uma cadeia nacional de clínicas de acupuntura.

Confrontado por jornalistas sobre o problema de seu resort e as queixas de seus vizinhos, o empresário disse:

- "Eu não estou preocupado com as queixas, os incomodados que se mudem". Outros jornais locais informaram que os moradores que ousaram reclamar sobre a estrutura ilegal de Biqing sofreram assédio e ameaças do proprietário. Um homem de 77 anos foi espancado por Zhang várias vezes e acabou por ser forçado a se mudar.

O complexo serrano no último andar dispõe de árvores e arbustos reais, uma série de passarelas e enfeites gigantes. É realmente muito impressionante. Infelizmente para Zhang, não vai ser por muito mais tempo. A cobertura recente da imprensa fez com que sua audácia seja muito difícil de ser ignorada e as autoridades de Pequim decidiram agir. Eles deram ao Professor 15 dias para derrubar sua casa ou eles vão fazer isso por ele.

Pois abundando e aproveitando o assunto arquitetura, vários sites e blogs dão conta de que o maior prédio residencial da UE, em Benidorm (Espanha), com 47 andares -um prédio horrível, para falar a verdade-, foi construído sem elevadores. Eu às vezes me pergunto o que leva um jornalista ou blogueiro a publicar uma notícia como esta. Como um projeto deste alcance, com um investimento milionário iria cometer um erro tolo como esse? Ao que parece tudo começou no famoso El Pais, que desconhece o projeto de que há três elevadores principais por torre, além de outros auxiliares.
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Empresário excêntrico constrói casa serrana no topo de um prédio em Beijing 02
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AS ESCADAS DE HAIKU NO HAVAI - As guerras sempre deixam para trás monumentos vazios que servem como lembranças de tempos difíceis. Embora assombrado pelas memórias do conflito e muitas vezes pela morte, estas estruturas abandonadas às vezes misturam-se com seu meio natural, revelando paisagens de proporções poéticas de tirar o fôlego.

As guerras sempre deixam para trás monumentos vazios que servem como lembranças de tempos difíceis. Embora assombrado pelas memórias do conflito e muitas vezes pela morte, estas estruturas abandonadas às vezes misturam-se com seu meio natural, revelando paisagens de proporções poéticas de tirar o fôlego. Um desses lugares é a Escada Haiku popularmente conhecida como "Stairway to Heaven", no Havaí, uma subida de 3.922 degraus em um dos cenários naturais mais belos da Terra.


Os primeiros degraus começam no Vale do Haiku perto de Kaneohe, na ilha de Oahu e sobem até 85 metros em um ângulo de 30 graus. A primeira escada foi construída durante a Segunda Guerra Mundial, de madeira, para ancorar cabos de antena de um lado ao outro do vale. Assim, o pessoal da Estação Rádio Naval do Vale Haiku, localizada a cerca de 90 metros acima do nível do mar, foi capaz de se comunicar com os submarinos da Marinha dos Estados Unidos em lugares tão distantes quanto a Baía de Tóquio.
Na década de 1950 a escada foi reconstruída em aço galvanizado e ampliada, a fim de acomodar a atividade da estação Omega do Sistema de Navegação da Guarda Costeira dos EUA. Um total de 3.922 degraus largos de 5 metros foram construídas nas colinas escarpadas.
Subir os degraus é bastante fácil para o pessoal que tem experiência em caminhada, mas muitos aventureiros dizem que chegar até as escadas é que são elas, porque você tem que rastejar através de uma mata fechada enquanto lida com um terreno acidentado escorregadio ao mesmo tempo.
Mas o maior desafio está em transpor o portão no fundo da pista de caminhada. Embora as escadas tenham sido reparadas em 2003, subir a Stairway to Heaven é proibido por razões de segurança. Ainda assim, são relatadas uma média de 150 aventureiros que chegam ao fim da trilha íngreme a cada semana, e até agora não houve feridos graves nem ninguém foi preso.
Dizem que, em um dia ensolarado, tudo vale para ver a paisagem cênica das montanhas, vales e água se corre sob seus pés, fazendo com que o turista se sinta como realmente tenha subido aos céus. As autoridades locais podem querer que as pessoas mantenham-se fora , mas olhar para essas fotos e o vídeo permite entender por que algumas pessoas simplesmente não conseguem resistir à tentação de ver toda essa beleza natural, mesmo que isso signifique violar a lei.


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AS 7 IRMÃS -OS SETE ARRANHA CEUS DE STALIN - No fim da Segunda Guerra Mundial, o Presidente do Conselho de Ministros da União Soviética, José Stalin, foi reconhecido como o indiscutível líder que havia conseguido a vitória do povo soviético em frente à Alemanha Nazi e o patriotismo russo começou a ascender.

No fim da Segunda Guerra Mundial, o Presidente do Conselho de Ministros da União Soviética, José Stalin, foi reconhecido como o indiscutível líder que havia conseguido a vitória do povo soviético em frente à Alemanha Nazista e o patriotismo russo começou a ascender. 


As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
Amanhecer em Moscou. O edifício Kotelnicheskaya Embankment se destaca ao fundo na fotografia Sergey Shaposhnikov.
Em 1946, durante o processo de reconstrução do pós-guerra, Stalin declarou ante Nikita Khrushche:

  - "Ganhamos a guerra… mas quando os estrangeiros chegarem em Moscou e passearem pela cidade não verão nenhum arranha-céu. Se compararmos Moscou com outras as cidades , é um golpe moral para nós". Assim, no ano seguinte, em 1947, começou o projeto de construção de oito prédios, em comemoração do VIII centenário da cidade de Moscou, que finalmente ficaram em sete, conhecidos popularmente como as "7 irmãs".
As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
Edifício principal da Universidade Estatal de Moscou, coberto pelo nevoeiro. D_NV
Foram construídos, entre 1947 e 1953, com uma peculiar combinação de estilos barroco Naryshkin  (uma fusão entre a arquitetura russa tradicional com elementos barrocos importados da Europa) e gótico, utilizando a tecnologia de construção dos arranha-céus norte-americanos. Os sete são: a Universidade Estatal de Moscou, o edifício de apartamentos Kotelnicheskaya Embankment, o hotel Ukraina, o hotel Leningradskaya, o edifício Kudrinskaya Square, o Edifício Administrativo Red Gates e o Ministério de Assuntos Exteriores. Sete ícones da construção civil que dominaram Moscou durante 40 anos, aproximadamente.
As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
O reflexo da Universidade Estatal na noite de Moscou. Andrei Linde
Segundo as palavras do fotógrafo Andrei Linde, no corredor central, desde o rio até o edifício principal da Universidade Estatal de Moscou, existe uma grande piscina de água com várias fontes e pela noite é possível ver refletida nela a Universidade. Para fazer esta foto a câmera foi colocada bem perto da superfície da água, o que explica a simetria.
As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
A Universidade Estatal de Moscou no inverno. Andrew Beirne
O edifício principal do complexo universitário da Universidade Estatal Lomonosov foi inaugurado em 1º de setembro de 1953 nos arredores de Moscou. Hoje em dia a localização está a meio caminho entre o centro de Moscou e os limites atuais da cidade. Com 240 metros de altura foi o edifício mais alto do mundo, fora Nova York, no momento de sua construção, e permaneceu como o edifício mais alto da Europa até 1990. A torre principal tem 36 andares flanqueada por quatro enormes asas que hospedam faculdades, alojamentos para estudantes e todo tipo de instalações que incluem o Museu de Ciências da Terra, uma sala de shows, teatro, biblioteca, piscina, uma delegacia, escritório dos correios, lavanderia, um salão de cabeleireiros, refeitórios, escritórios bancários, caixas automáticos, lojas, cafeterias e até um refúgio antiaéreo.

A biblioteca principal da universidade é uma das maiores da Rússia, com 9.000.000 livros e uma média de 55.000 leitores. Segundo alguns historiadores, o edifício possui mais de 33 quilômetros de corredores e 5.000 salas. Só a estrela na parte superior da torre, que pesa 12 toneladas, é suficientemente grande para albergar uma pequena casa e uma plataforma de observação. Assim como os outros enormes edifícios da Rússia, a torre foi concebida com uma infra-estrutura de serviços públicos municipais própria onde, em teoria, o estudante podia permanecer em um ano acadêmico completo sem sair do complexo universitário.
As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
Kotelnicheskaya Embankment, Moscou. Oleg Bartunov
O edifício Kotelnicheskaya Embankment, situado na confluência do rio Moskva e o rio Yauza, foi o primeiro arranha-céus de Moscou. É um edifício de 176 metros de altura com 32 níveis. O edifício aumenta gradualmente seus andares da borda em direção ao centro, o que lhe confere um aspecto em massa e parece ocupar a superfície de um bairro inteiro. 
As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
Kotelnicheskaya Embankment. Zubetto
Na fachada do edifício Kotelnicheskaya Embankment encontram-se muitas placas comemorativas de famosas figuras culturais, o revestimento das paredes do vestíbulo principal é de mármore e cada andar é recoberto com placas de granito polido e mármore. O edifício conta com 700 apartamentos, lojas, um escritório dos correios, o Museu apartamento da bailarina Galina Ulánova e um cinema.
As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
O antigo Hotel Ukraina agora Radisson Royal Hotel. Kristin Elizabeth
O hotel Ucrânia é o segundo arranha-céus mais alto das "7 irmãs" e foi o hotel mais alto do mundo desde o momento de sua construção até que o hotel Peachtree Praça de Atlanta, na Georgia, abriu suas portas em 1976. Tem 198 metros de altura, com 34 andares, e está situado nas margens do rio Moskva. Em março de 2007, o hotel renovou-se em sua totalidade e o edifício foi reequipado novamente em conformidade com os últimos avanços tecnológicos. Em 28 de abril de 2010, uma vez terminados os trabalhos de restauração, o hotel foi reaberto com o novo nome de Radisson Royal Hotel.
As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
O antigo Hotel Ukraina agora Radisson Royal Hotel. Elohim Ilya
O hotel conta com uma coleção de 1.200 pinturas originais de reconhecidos pintores russos da primeira metade do século XX e no vestíbulo principal exibe um diorama da cidade que representa o centro histórico de Moscou, em uma escala reduzida de 1:75, tal e qual era no ano 1977.
As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
Estrela na agulha do hotel Leningradskaya. Roman Wershinin
O edifício do Hotel Leningrádskaya, com seus 136 metros de altura, é o menor arranha-céus das "7 irmãs". O hotel foi desenhado por Leonid Polyakov para ser o melhor hotel de luxo em Moscou. O vestíbulo conta com formosas estátuas de bronze, brilhantes candelabros e móveis no estilo imperial russo. Sobre a escada principal está suspensa uma dos maiores luminárias do mundo e nos salões e corredores dos andares superiores todas as paredes são revestidas com madeira de cerejeira.
As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
Leningradskaya Hotel, Moscou. Mike Popov
A torre do hotel Leningradskaya domina a praça Komsomolskaya junto a três preciosas estações de trem (Leningradsky, Yaroslavsky e Kazansky), situadas nas cercanias, ao lado da principal estrada de circunvalação da cidade de Moscou. Após uma renovação multimilionária, em 2008, o hotel passou a ser chamado de Hilton Moscow Leningradskaya.
As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
Arranha-céus de Kudrinskaya Square. Andrey Zudilin
O enorme edifício Praça Kúdrinskaya foi desenhado como um complexo de apartamentos de alta gama destinados inicialmente aos líderes culturais soviéticos. Tem 160 metros de altura com 22 andares, das quais só 17 são utilizáveis, e está situado em um dos extremos da rua Krasnaya Presnya. No térreo do edifício existia originalmente um cinema que desapareceu posteriormente e no sótão se encontra um clube. O edifício tem mais de 450 apartamentos e é conhecido popularmente como "A Casa dos aviadores" porque muitos de seus inquilinos eram astronautas, pilotos ou projetistas aeronáuticos.
As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
Edifício Administrativo Red Gates. Mike Popov
O Edifício Administrativo Red Gates consta de um edifício principal de 24 andares, destinado à administração estatal, e dois edifícios residenciais de 11 e 15 andares. A zona entre níveis é decorada com o emblema da antiga URSS e a asa direita do edifício é uma das duas entradas da estação do metro Krasnye Vorota.

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Escalada urbana do Edifício Administrativo Red Gates

youtuber GooDok13 subiu alguns vídeos onde mostra a escalada urbana de vários arranha-céus dos denominados "Seven Sisters" e aqui é possível vê-lo subindo no topo do Edifício Administrativo Red Gates sem utilizar nenhum equipamento de segurança, uma loucura...
As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
Ministério de Assuntos Exteriores. Adam Jones

As 7 irmãs - Os sete arranha-céus de Stalin
Ministério de Assuntos Exteriores, Moscou. Dcharbach
O edifício do Ministério de Assuntos Exteriores é o único dos arranha-céus das "7 irmãs" cuja agulha não termina em uma estrela de cinco pontas provavelmente devido a que a estrutura da agulha não podia suportar seu peso. O edifício mede 172 metros com 27 andares e assim como o Edifício Administrativo Red Gates conta com um grande emblema da URSS em sua fachada. Seu interior é muito luxuoso e à direita e esquerda dos portais é possível encontrar grandes obeliscos de pedra.


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