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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

MP concluiu que negócio dos submarinos rendeu 27 milhões a arguidos e membros do GES - o Ministério Público não conseguiu obter provas sobre os fluxos financeiros e arquivou o caso.

MP concluiu que negócio dos submarinos rendeu 27 milhões a arguidos e membros do GES  MP concluiu que negócio dos submarinos rendeu 27 milhões a arguidos e membros do GES

A aquisição por Portugal de dois submarinos alemães disponibilizou aos quatro arguidos e a membros do Grupo Espírito Santo 27 milhões de euros, mas o Ministério Público não conseguiu obter provas sobre os fluxos financeiros e arquivou o caso.
"No inquérito concluiu-se que a GSC pagou à ESCOM UK 30.063.265,17 de euros e que (...) terão ficado na disponibilidade dos arguidos e de membros do Grupo Espírito Santo cerca de 27 milhões de euros", lê-se numa nota do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) sobre o arquivamento do caso, hoje divulgada.
O inquérito, em investigação desde 2006, teve como arguidos Miguel Nuno Horta e Costa, Luiz Miguel Horta e Costa, Pedro Manuel de Castro Simões Ferreira Neto e Hélder José Bataglia dos Santos suspeitos de fraude fiscal qualificada, branqueamento e corrupção.
O Ministério Público considerou, contudo, "inviável, face à impossibilidade de reconstituição de todos os fluxos financeiros, recolher prova documental quanto ao destino de todas as quantias na medida em que não foi obtida resposta, nomeadamente, de carta rogatória enviada para a Bahamas".
Na nota lê-se que "sem recurso aos dados constantes do RERT (Regime Excepcional de Regularização Tributária) e às declarações dos arguidos -- não há elementos probatórios que permitam inferir quem eram os beneficiários das contas para onde foram feitas as transferências (MAXELLIS, MAARLEY, GAMOLA E ROBINSON) ou quem eram os titulares das acções da FELLTREE INC", inviabilizando, assim, a possibilidade de incriminação por fraude fiscal.
Segundo o DCIAP, "ponderada a prova existente não foi possível imputar o crime de corrupção e, não sendo provados crimes precedentes, não pode ser imputado o crime de branqueamento" de capitais.
O documento explica ainda que os membros do Conselho Superior do Grupo Espírito Santo -- António Luís Roquette Ricciardi, Ricardo Espírito Santo Salgado, Manuel Fernando Espírito Santo Silva e José Manuel Pinheiro Espírito Santo Silva -- receberam cada um milhão de euros, tendo regularizado a sua situação tributária através do RERT. 
Foi ainda depositado um milhão de euros em nome de "Mónica, Marta, Tiago e Pedro Mosqueira do Amaral, que regularizaram através de RERT a sua situação tributária", excepto Tiago Mosqueira do Amaral que não fez declaração de RERT, tendo sido extraída certidão e enviada à Autoridade Tributária, para esclarecimento da situação tributária e eventual pagamento.
O DCIAP garante que investigou também um eventual crime de prevaricação de titular de cargo político, tendo apurado que "as negociações entre o Estado Português e o adjudicatário [GSC] continuaram depois da fase de adjudicação, de forma opaca, sem a elaboração de atas das reuniões havidas, com intensas negociações que não se limitaram a aspectos acessórios".
Daí, resultou a celebração "de um contrato substancialmente diverso do adjudicado pela Resolução do Conselho de Ministros, com alteração de aspectos essenciais em matéria de direitos e deveres das partes".
No entanto, indica o MP, "não foi possível concluir que as decisões políticas, analisadas de forma isolada, se considerem lesivas do interesse do Estado ou que foram tomadas com vista a beneficiar o consórcio alemão".
O contrato da compra dos dois submarinos por mil milhões ocorreu em 2004, quando o primeiro-ministro era Durão Barroso e ministro da Defesa era Paulo Portas, tendo este último sido ouvido este ano pelo MP como testemunha no âmbito deste processo.
Na nota de quatro páginas sobre o arquivamento do inquérito são feitas ainda referências às condenações nos tribunais germânicos, tendo os investigadores portugueses lamentado que "as autoridades judiciárias alemãs nunca tenham facultado a documentação" que lhes foi pedida e que "era indispensável à reconstituição dos circuitos financeiros dos eventuais pagamentos de 'luvas'".
Lusa/SOL

A BELEZA DAS TRIBOS SURMA E MURSI UMA CULTURA EM PERIGO NA ETIÓPIA - Enquanto milhares de seres humanos se cadastram para viajar a Marte sem passagem de volta, as tribos Surma e Mursi vivem em um estágio muito comparável ao Mesolítico. Estes indígenas do sul da Etiópia, que vivem principalmente do pastoreio de grandes rebanhos de gado no vale do Omo, também se dedicam à agricultura de cereais, sorgo, milho e sobretudo são coletores de mel. Calcula-se que restam uns 9.000 indígenas Mursi e uns 45.000 Surma.

Enquanto milhares de seres humanos se cadastram para viajar a Marte sem passagem de volta, as tribos Surma e Mursi vivem em um estágio muito comparável ao Mesolítico. Estes indígenas do sul da Etiópia, que vivem principalmente do pastoreio de grandes rebanhos de gado no vale do Omo, também se dedicam à agricultura de cereais, sorgo, milho e sobretudo são coletores de mel. Calcula-se que restam uns 9.000 indígenas Mursi e uns 45.000 Surma.

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A beleza das Tribos Surma e Mursi, uma cultura em perigo, no sul de Etiópia 01
Seu alimento é baseado no leite e carne de suas vacas, os cereais que cultivam e do próprio sangue das vacas que extraem espetando-as em uma veia. As vacas também são o padrão comercial. O pai, proprietário do rebanho, presenteia 30 vacas à cada filho quando se casam.
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A beleza das Tribos Surma e Mursi, uma cultura em perigo, no sul de Etiópia 02
Nas numerosas famílias os mais jovens costumam ficar sem este dote e têm que recorrer a outro tipo de recursos, normalmente bastante irregulares, para conseguir seu dote. Sendo a vaca tão importante não é incomum que ali também soprem suas vaginas para aumentar a produção de leite
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Em uma prática imemorial enfeitam-se, cotidianamente, com espetaculares penteados realizando também incríveis pinturas em seus corpos com pigmentos naturais extraídos de minerais e vegetais, que ademais tem uma segunda função como repelente de insetos ao misturar as tintas com cinza e urina de gado.
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A beleza das Tribos Surma e Mursi, uma cultura em perigo, no sul de Etiópia 04
Suas pinturas representam desde desenhos abstratos até padrões de cores das flores que formam uma deslumbrante variedade em todo o corpo, em uma expressão cultural mais elementar para eles que a própria música ou a dança.
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A beleza das Tribos Surma e Mursi, uma cultura em perigo, no sul de Etiópia 05
Consideram sua imagem como algo abstrato e pintam o corpo duas ou três vezes ao dia, como se mudassem de roupa em uma particular forma de sedução, de expressar seu estado de ânimo ou seu orgulho. As escarificações e mutilações que se infligem são também sinais de elegância, de força e de valor.
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Os Surma usam discos de abóbora ou pratos de argila incrustados em seus lábios e nas orelhas, que no caso das mulheres resultará em um dote matrimonial -normalmente em cabeças de gado- diretamente proporcional ao tamanho usado.
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A beleza das Tribos Surma e Mursi, uma cultura em perigo, no sul de Etiópia 07
Terminada a colheita os jovens Surma competem em lutas bastante violentas, com bastões de madeira como armas, que são conhecidas com o nome de "Donga". Com ela demonstram sua masculinidade, saldam picuinhas pessoais ou lutam para conseguir uma esposa. Os participantes competem de dois em dois e vão sendo eliminados até que só resta o vencedor do torneio. Os jovens Mursi também participam desta tradição.
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É costume entre as duas tribos elaborar uma bebida alcoólica bem parecida à cerveja que é feita a base de sorgo fermentado. Falam o suri e vários dialetos, como o tirma e o chai.
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A maioria dos indígenas conservam um temperamento belicoso. Lutar contra outras tribos sempre foi uma constante em toda sua história e alternam períodos de guerra com outros de paz. Se acontecem tensões muito graves, os Jalaba, conselho de homens de mas idade do povoado, são os responsáveis por tomar as decisões e ditar as leis de convivência.
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Se acontecem confrontos com outras tribos, uma delegação desses mesmos idosos se reúne com a delegação da outra tribo e negociam as soluções para alcançar a paz.
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A cultura milenar destes indígenas encontra-se atualmente em grave perigo já que estão sendo obrigados a renunciar, sem nenhum tipo de compensação, a suas terras no Parque Nacional do Omo, por servidores públicos do Governo segundo denúncia da ONG "Native Solutions to Conservation Refugees".
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Assessorados por eles, os Mursi declararam seu território como zona comunitária de conservação começando um projeto comunitário de turismo para o qual criaram sua própria página na internet, a Mursi Community.
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Por outra parte está em projeto a construção da represa
hidrelétrica Gibe III nesta zona. Uma vez terminada -está prevista sua abertura para o final deste ano- seria a maior hidrelétrica da África.
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Grupos defensores do meio ambiente locais e internacionais como a organização de defesa dos povos indígenas Survival International denunciaram graves impactos negativos tanto sociais quantos ao meio ambiente e estão criticando bastante a avaliação da obra.
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Stephen Corry, diretor da organização de direitos indígenas, Survival International, disse que a represa Gibe III será um desastre de proporções cataclísmicas para os povos do Vale do Omo. Sua vida e sustento serão destruídos, só alguns têm uma ideia do que lhes espera. Segundo ele, o governo violou a constituição da Etiópia e o direito internacional no processo de apropriação.
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Notícias ruins à parte, fascinado pelas tradições destes povos, o fotógrafo Hans Silvester dedicou quase 6 anos para conhecê-los e refletir em seus geniais fotografias os espetaculares adornos e extraordinárias pinturas que embelezam o corpo dos indígenas com um olhar muito especial e íntimo para uma cultura que pode estar a ponto de se extinguir.
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Para facilitar a integração contratou os serviços de uma guia etíope, Moulou, cujos conhecimentos e respeito pelas etnias e seus conselhos resultaram vitais. Para evitar os perigos que supõem para o homem ocidental a comida
indígena e a própria água, Moulou aconselhou Hans a contratação de um cozinheiro, que ademais serviu para estabelecer laços sociais com os indígenas com os quais iam se encontrando.
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Normalmente o primeiro contato com as tribos era estabelecido ao redor de uma comida compartilhada, sentados todos no chão e utilizando as mãos e dedos como utensílios e talheres.
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Hans Silvester é um fotógrafo e militante das causas relacionadas a defesa do meio ambiente nascido em Lorrach, Alemanha, em 1938. Sua ampla obra inclui o estudo de regiões de todo mundo, França, América Central, Japão, Portugal, Egito, Tunísia, Hungria, Peru, Itália e Espanha durante os anos 1960 e 1970. Mas tarde dirigiu sua atenção para os estragos da desflorestação no Amazonas.
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Seu trabalho mais recente documenta a vida destes indígenas com uma obra que o artista descreve como uma imersão na vida e na tradição das tribos etíopes em um esforço para salvar tanto quanto seja possível esta arte realmente viva e sujeita a uma variação infinita, produzida por estas culturas tribais, e cujos elementos constitutivos formam um vínculo entre o homem e a natureza.
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A obra de Silvester, das quais fazem parte estas fotografias que ilustram o artigo, foram exibidas em numerosas galerias de arte pelo mundo todo. Suas fotografias já foram objeto de quase 50 livros sendo o mas recente "Natural Fashion: Tribal Decoration from Africa" publicado em 2009.
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O EVANGELHO SEGUNDO SÃO MATEUS ROSÉ - Ricardo Araújo


A INCRÍVEL IGREJA NA CAVERNA DE ZABBALEENS - O Mosteiro de São Simão, também conhecido como a Igreja da Caverna, está localizada na montanha Mokattam no sudeste do Cairo, Egito, em uma área que é conhecida como "cidade do lixo" por causa da grande população de coletores de lixo Zabbaleens que vivem por lá. A história do templo se confunde com a história deste povo que viveu um bom tempo como nómada sendo expulso de um lugar para o outro.

O Mosteiro de São Simão, também conhecido como a Igreja da Caverna, está localizada na montanha Mokattam no sudeste do Cairo, Egito, em uma área que é conhecida como "cidade do lixo" por causa da grande população de coletores de lixo Zabbaleens que vivem por lá. A história do templo se confunde com a história deste povo que viveu um bom tempo como nómada sendo expulso de um lugar para o outro.

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A incrível Igreja da Caverna dos Zabbaleens no Cairo 01
Os Zabbaleens são descendentes de agricultores que começaram a migrar do Alto Egito para o Cairo na década de 1940 por causa de períodos prolongados de más colheitas e da pobreza extrema. Decidiram ir para a cidade em busca de trabalho e terminaram em assentamentos improvisados ao redor da cidade. Inicialmente, mantinham-se presos a tradição de criar porcos, cabras, galinhas e outros animais, mas finalmente descobriram que a coleta e triagem de lixo produzidos pelos moradores da cidade eram mais rentáveis.

Os Zabbaleens classificam o lixo doméstico, recuperando e vendendo coisas de valor, enquanto o lixo orgânico proporciona uma excelente fonte de alimento para seus animais. Na verdade, esse arranjo funcionou tão bem, que as sucessivas ondas de migrantes vieram do Alto Egito para viver e trabalhar nas aldeias de lixo recém-fundadas no Cairo.

Durante anos, os assentamentos precários dos Zabbaleens foram movidos de um lado ao outro dos arredores da cidade tentando evitar as autoridades municipais. Finalmente, um grande grupo resolveu se estabelecer próximo as falésias das pedreiras Mokattam na borda oriental da cidade, que agora é a maior comunidade de coletores de lixo do Cairo, com aproximadamente 30.000 habitantes .

O Egito é um país de maioria muçulmana, mas pelo menos 90% dos Zabbaleens são cristãos coptas. Comunidades cristãs são raras de encontrar no Egito, de modo que eles preferem ficar em Mokattam dentro de sua própria comunidade religiosa, embora muitos deles podem pagar casas em outro lugar.

A Igreja Copta local da vila Mokattam foi criada em 1975. Após o estabelecimento da igreja, os Zabbaleens sentiram-se mais seguro em sua posição e só então começaram a usar materiais de construção mais permanentes, como pedra e tijolos, para suas casas.

Dada a sua experiência anterior de despejo de Giza em 1970, os Zabbaleens viviam em cabanas de estanho temporários. Em 1976, um grande incêndio em Manshīyat Nasir, levou ao início da construção da primeira igreja debaixo da montanha Mokattam em um local de 1.000 metros quadrados. Várias outras igrejas foram construídas em cavernas encontradas no Mokattam, um das quais é o Mosteiro de São Simão, com uma capacidade de 20.000 pessoas. Na verdade, a Igreja da Caverna de Mokattam é a maior igreja do Oriente Médio.
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A incrível Igreja da Caverna dos Zabbaleens no Cairo 02
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A incrível Igreja da Caverna dos Zabbaleens no Cairo 03
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A cidade do lixo.

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A incrível Igreja da Caverna dos Zabbaleens no Cairo 15


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