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domingo, 14 de dezembro de 2014

O PASQUIM SENSACIONALISTA - CORREIO DA MANHA - AGORA PEGOU-SE COM MÁRIO SOARES - A alegada paixão de Soares é notícia em Espanha

Imprensa A alegada paixão de Soares é notícia em Espanha

A revista ‘Vidas’, do Correio da Manhã, avançou que Mário Soares, aos 90 anos, teria uma relação com uma enfermeira, 40 anos mais nova. Curiosamente, um caso que habitualmente seria de imprensa cor-de-rosa chegou às páginas generalistas do espanhol El Mundo, que descreve o ex-presidente da República como um “nonagenário sedutor”.
PAÍS
A alegada paixão de Soares é notícia em Espanha
El Mundo/Reprodução
Sobre o caso, Mário Soares já terá negado a história – e amanhã mesmo outra revista cor-de-rosa, a Lux, chegará às bancas precisamente com o título “É mentira”. Ainda assim, nas páginas do El Mundo é possível ler-se não só o que é citado da ‘Vidas’ mas também a descrição de que este caso terá do “socialista causou um terramoto”.
No artigo, faz-se referência à enfermeira por quem o antigo governante se teria apaixonado, ele que tem um casamento há 65 anos com Maria Barroso. A enfermeira em causa seria supostamente a pessoa que dele cuida há cerca de dois anos, e que chegou a ser notícia no Expresso, em 2013, por altura dos 50 anos da morte de Aquilino Ribeiro, pelo facto de estar a acompanhar Mário Soares na cerimónia.
O jornal espanhol escreve ainda que “não é nenhum segredo em Portugal que o veterano socialista gosta muito de mulheres”. 

Socialismo à francesa - Os sinais que chegam de Paris apontam para um súbito agravamento das tensões no seio do Partido Socialista, com efeitos devastadores na sua potencial capacidade de sustentar futuros embates eleitorais.

Socialismo à francesa

Os sinais que chegam de Paris apontam para um súbito agravamento das tensões no seio do Partido Socialista, com efeitos devastadores na sua potencial capacidade de sustentar futuros embates eleitorais. As vozes dentro do PSF são cada vez mais divergentes e isso tem um efeito muito negativo na leitura que os franceses fazem da formação à qual, há pouco mais de dois anos, deram uma sólida maioria para governar o país.

Em 2012, François Hollande foi eleito sob uma agenda onde se acantonavam todos os clichés que sustentavam a possibilidade do país continuar a viver "à grande e à francesa", com a ideia mirífica de que os índices macroeconómicos poderiam ser objeto daquilo que se pensava ser uma discussão de poder com Berlim. A realidade é diferente, a Europa está mais exigente, a Alemanha mais "teimosa" e a França bem mais fraca. Tem mesmo de aturar agora a reprimenda pública e as recomendações do novo comissário para as questões económicas, o francês Pierre Moscovici, que foi o primeiro ministro das Finanças de Hollande, por cujo lugar europeu tanto se bateu. Ele há ironias...

Como num governo de coligação, Hollande juntou inicialmente todas as alas do partido, numa ilusão de que a partilha de pastas ministeriais acalmaria as várias tendências, anulando a anterior luta entre si. Viu-se o resultado. O primeiro-ministro Ayrault foi incapaz de federar o infederável e, tal como Mitterrand havia feito com Rocard, Hollande optou por chamar Manuel Valls, no velho sonho de que é possível governar em nome da esquerda sem assustar a direita, para isso utilizando a esquerda de que a direita gosta (Rocard era chamado pelos críticos de esquerda "Rocard d'Estaing" e Valls sonha em mudar o nome do partido para "meter o socialismo na gaveta").

O resultado aí está: por exemplo, de um ministro do "Redressement Productif" (ninguém melhor que os franceses para inventar nomes para ministérios) bem à esquerda e soberanista, que assustava o empresariado, Hollande saltou para um economista liberal, reformador à moda do mercado, que já incendeia o seu grupo parlamentar e os sindicatos (do setor público, porque só esses contam na França de hoje). O resto do governo tem sido uma fonte de conflitos (e demissões) e muito poucos ministros (alguns teimam ainda em impor agendas modernaças e fraturantes) contribuem para uma imagem positiva do executivo, que o mesmo é dizer, da governação presidencial. Valls está assim a ser "frito" em lume brando e as suas hipóteses de vir a suceder a Hollande começam a desvanecer-se.

Neste quadro, com uma esquerda à procura de um novo registo e uma direita democrática que, apesar do regresso de Sarkozy às lides, não fez desaparecer as recorrentes "zizanias" entre os seus ambiciosos barões, sente-se a ascensão da extrema-direita, cujo discurso de egoísmo nacional e de rejeição da solidariedade começa a sedimentar caminho entre pessoas com mais problemas do que esperança.

François Hollande, cuja popularidade, por "gaffes" e desartes de avanços-e-recuos, está de rastos (exceto num certo "terreno" onde, pelos vistos, tem insuspeitados encantos e surpreendente tempo para os pôr em prática), parece um pouco "déboussolé" (uma expressão gaulesa magnífica, que por cá poderia designar o comportamento de catavento), tentando hoje o que ontem parecia impensável. Deve rezar para que ninguém se lembre do seu programático discurso de Le Bourget e, muito em particular, do que anunciou que faria como "Moi, président", no debate em que calou Sarkozy. Naquilo que é a tragédia dos governos que entram em agonia, avança agora medidas que desaparecem na espuma do dia imediato e apenas parece ter como destino acorrer às sucessivas crises (embora, no plano político-militar externo, tenhamos de convir que foi uma surpresa positiva). 

A V República havia criado no imaginário francês um perfil de presidente que, manifestamente, não se cola ao de Hollande. Ser um "presidente normal" é tudo aquilo que os franceses não esperam do ocupante do Eliseu. E daí a vê-lo como um presidente "vulgar" não vai uma grande distância...

Mas voltemos ao Partido Socialista Francês. Este PSF é uma criação de François Mitterrand e, por muito tempo depois dele, ficou preso à matriz do seu programa não realizado. Não será totalmente de estranhar que um futuro desaire eleitoral, que se adivinha de grandes proporções, possa pôr em causa a sua própria existência, cindindo-o entre duas alas. É que o atual PSF, nos tempos que correm, parece já estar mais "in office than in charge", para utilizar uma categoria do outro lado da Mancha. Posso (e espero) estar enganado, mas já esteve mais longe. 


duas-ou-tres.blogspot.pt

é só TAP (adas)



TAP (ada) de um lado TAP (de outro lado)

OBAMA, CINCO ANOS DE CRIMES COM O PRÉMIO NOBEL DA PAZ NAS MÃOS

Obama, cinco anos de crimes com o Nobel da Paz nas mãos

Obama, cinco anos de crimes com o Nobel da Paz nas mãos
Fonte:  RT  -  [Tradução do Diário Liberdade]




"Ultimamente, a retórica agressiva contra a Rússia é cada vez mais frequente nos discursos de Obama. Assim, o presidente dos EUA tenta apresentar a Rússia como "um dos maiores perigos que afronta a comunidade internacional". Ao mesmo tempo, a OTAN se aproxima cada vez mais das fronteira com a Rússia. "É a OTAN e não a Rússia quem tem bases militares por todo o planeta", indicou o presidente russo Vladimir Putin em uma recente entrevista. A tática de Obama de pressionar a Rússia por meio de sanções econômicas tampouco parece ser muito amistosa."
Cinco anos atrás o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi presenteado com o Prêmio Nobel da Paz. Desde então, os EUA bombardearam sete países, armaram o Estado Islâmico e provocaram conflitos militares em vários países.

Em dezembro de 2009, apenas dois meses após se converter em nobel da paz, Obama ordenou reforçar a presença dos EUA no Afeganistão com 30 mil soldados. Ainda que desde 1942 os EUA não tenha declarado nenhuma guerra, isso não o impediu de atacar e invadir outros países. Durante a presidência de Obama, as forças dos EUA bombardearam os territórios de Afeganistão, Líbia, Somália, Paquistão, Iêmem, Iraque e Síria.

Primavera Árabe

Washington orquestrou a Primavera Árabe na Líbia e na Síria, segundo vários especialistas. O politólogo francês Thierry Meyssan revelou o importante papel do senador John McCain durante o início da primavera árabe, assim como sua relação com uma milícia do Estado Islâmico. Meyssan sugere que McCain não é o líder da oposição política nos EUA, mas um alto funcionário que trabalha para o Governo desse país. Segundo o historiador estadunidense Robert W. Merry, os EUA criaram com suas próprias mãos a oportunidade para que o inimigo real – islamistas radicais empenhados em atacar o Ocidente – obtivesse tanto poder.

Líbia

Os EUA, sob o mandato de Obama, conseguiu deixar seu rastro de destruição na Líbia, onde a partir de março de 2011 participou de uma operação militar para derrubar o ex-líder líbio Muammar Gadafi. Como resultado, o mandatário líbio foi assassinado sob falácias democráticas, o que marcou o começo de um período de instabilidade e de luta armada pelo poder na Líbia e desembocou na desintegração efetiva do país e no crescimento do islamismo e do tribalismo.

Iraque e Síria

Em cumprimento de suas promessas eleitorais, em outubro de 2011 Obama anunciou a retirada das tropas estadunidenses do Iraque. No entanto, as tentativas de Obama de derrubar o líder sírio Bashar al-Assad, para o qual os EUA armaram a oposição síria e possibilitaram a ampliação e o fortalecimento do Estado Islâmico, acreditam especialistas. Agora este grupo radical aterroriza não só a população da Síria, mas também a do Iraque. Em agosto, Obama autorizou os ataques aéreos contra as posições do EI no Iraque e em setembro os EUA começaram a bombardear a Síria sem o consentimento das autoridades deste Estado soberano. Com isso, a estratégia de Obama para lutar contra o EI não ajuda a acabar com os radicais. O Estado Islâmico segue esmagando o Exército iraquiano, executa uma campanha de propaganda ativa nas redes sociais e obtém milhões de dólares da venda do petróleo das jazidas ocupadas.

Ucrânia

"A situação na Ucrânia é o resultado das tentativas de Washington e Bruxelas de deter a crescente influência de Moscou", acreditam os especialistas. Durante os protestos no Maidan, os países ocidentais reforçaram sua retórica em apoio à oposição ucraniana com o objetivo de derrubar o governo democraticamente eleito de Viktor Yanukovich, opinam os analistas. Antes e depois das eleições presidenciais na Ucrânia, Obama deu seu apoio moral ao presidente atual do país, Petro Poroshenko. Além disso, o líder estadunidense aprovou o envio de armas letais a Kiev para empregá-las na ofensiva contra o leste do país, segundo uma série de documentos do Departamento de Estado dos EUA, filtrados recentemente.

"Os EUA atualmente apoiam uma aventura criminosa mortal das autoridades de Kiev que pouco têm a ver com a unificação do país", afirmou o cientista estadunidense Steven Cohen em uma entrevista à RT. Também apontou que Barack Obama colocou os EUA a bordo de uma guerra com a Rússia.

Rússia e OTAN

Ultimamente, a retórica agressiva contra a Rússia é cada vez mais frequente nos discursos de Obama. Assim, o presidente dos EUA tenta apresentar a Rússia como "um dos maiores perigos que afronta a comunidade internacional". Ao mesmo tempo, a OTAN se aproxima cada vez mais das fronteira com a Rússia. "É a OTAN e não a Rússia quem tem bases militares por todo o planeta", indicou o presidente russo Vladimir Putin em uma recente entrevista. A tática de Obama de pressionar a Rússia por meio de sanções econômicas tampouco parece ser muito amistosa.

Segundo vários especialistas, os EUA continuam financiando o setor militar de Israel e se opõe a que este seja julgado pelos crimes de guerra cometidos na última ofensiva contra os palestinos em Gaza. Os Estados Unidos estão tratando de impor suas regras na política exterior da China no que se refere às disputas territoriais do país asiático com seus vizinhos e aumenta sua presença militar na região. Inclusive na luta contra o vírus Ebola na África, Obama mandou soldados reservistas e não empresas construtoras ou engenheiros.




HOMENS ESTÁTUAS, ESSES ARTISTAS QUE ANIMAM AS NOSSAS RUAS - FOTOS E VÍDEOS




























































































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