AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


sábado, 13 de dezembro de 2014

Breve história do Banco de Portugal

Breve história do Banco de Portugal

Camara Municipal de Lisboa onde o Banco de Portugal funcionou até 1887

O Banco de Portugal foi criado por decreto régio em 19 de Novembro de 1846, tendo a função de banco comercial e de banco emissor. Surgiu da fusão do Banco de Lisboa e da Companhia Confiança Nacional, uma sociedade de investimento especializada no financiamento da dívida pública.

Foi fundado com o estatuto de sociedade anónima e, até à sua nacionalização, em 1974, era maioritariamente privado.

Até 1887, o Banco de Portugal partilhou com outras instituições o direito de emissão de notas. Com a publicação do Decreto de 9 de Julho de 1891, o Banco de Portugal passou efectivamente a deter o exclusivo da emissão para o Continente, Açores e Madeira.

Durante a primeira década de existência, o Banco de Portugal atravessou um período agitado, findo o qual entrou numa longa fase de crescimento vigoroso, como banco comercial mais importante do país, a qual durou até à I Guerra Mundial. Contribuiu significativamente para isto o facto de a dívida pública, que era persistente, se ter podido monetizar, em grande parte, à custa de empréstimos públicos e não através da emissão de moeda. Enquanto durou o padrão-ouro (até 1891), uma das principais preocupações do Banco de Portugal foi assegurar a convertibilidade em moeda metálica das notas que emitia. 

Sem que oficialmente isso fosse parte das suas atribuições, o Banco de Portugal assegurava paralelamente a função de "prestamista de última instância" no sistema bancário, prevenindo ou atenuando várias crises do mesmo. 

A partir da crise financeira e monetária de 1891 e do estabelecimento da inconvertibilidade das notas do Banco de Portugal, cessou esta política monetária activa, fixando-se a taxa de desconto num nível que perdurou até 1914. Em contrapartida, manteve-se e desenvolveu-se a função de "banco dos bancos", acompanhada de um certo grau de supervisão informal do sector. 

Em Junho de 1931, operou-se uma profunda reforma nas funções e nos estatutos do Banco de Portugal. Foram definidas novas regras que limitavam a expansão do passivo do Banco de Portugal, relacionando-o com o montante de reservas em divisas. Estas regras, juntamente com outras de aplicação rigorosa, que limitavam a capacidade do banco para financiar o Estado, criaram condições para o controlo monetário efectivo. A dependência administrativa do Governo aumentou e o Banco de Portugal assumiu o compromisso de prosseguir uma política de taxas de juros e de câmbios fixos. 

Em seguida, o comércio e os movimentos de capitais foram totalmente liberalizados. O facto de haver excedentes orçamentais possibilitou esta liberalização e assegurou a viabilidade de uma política monetária de modo geral passiva, até meados da década de setenta. Durante todo este período, as funções do Banco de Portugal modificaram-se substancialmente, e o seu âmbito foi alargado à área dos pagamentos internacionais, à gestão das reservas e à política monetária interna. 

Pós-guerra

Durante a II Guerra Mundial e no pós-guerra voltaram a ser introduzidas restrições às transacções internacionais, o que levou ao desenvolvimento de um sistema muito complexo de controlo cambial, abrangendo as operações de capitais, de mercadorias e de invisíveis correntes. As competências normativas nesta área, assim como a supervisão do sistema, passaram a ser da responsabilidade do Banco de Portugal, o qual começou a actuar como agente do Governo nas relações com organizações monetárias internacionais. 

No final da década de 50, foi criado um enquadramento normativo regulador da actividade dos bancos comerciais e de outras instituições de crédito. 

Entre 1957 e 1960, foram aprovadas leis que obrigaram os bancos a constituir reservas mínimas de caixa e que conferiam ao Banco de Portugal grandes responsabilidades, permitindo-lhe maior intervenção nas áreas de controlo do crédito e na fixação das taxas de juro. 

Da nacionalização até 1997

Depois da sua nacionalização, em Setembro de 1974, as funções e estatutos do Banco de Portugal foram redefinidos através da Lei Orgânica publicada em 15 de Novembro de 1975, que lhe atribuía o estatuto de banco central e incluía, pela primeira vez, a função de supervisão do sistema bancário. 

Devido às alterações sociais, a política monetária tornou-se mais activa e o Banco de Portugal assumiu importantes responsabilidades nas áreas do controlo monetário e do crédito e na organização e regulamentação dos mercados monetários, principalmente após a adesão de Portugal à Comunidade Europeia, em 1986. 

À medida que a política orçamental ia sendo controlada e se verificava uma integração crescente nos mercados europeus, as funções do Banco de Portugal aproximavam-se das dos restantes bancos centrais europeus. 

Em Outubro de 1990, foi promulgada nova Lei Orgânica, cujas principais inovações diziam respeito às limitações impostas ao financiamento dos défices do Estado, sendo incluídas outras disposições garantindo maior independência ao Conselho de Administração do Banco de Portugal. 

O enquadramento da política económica sofreria, entretanto, uma modificação substancial ao longo de 1992, traduzindo a opção das autoridades por políticas voltadas para a estabilidade nominal. 

Assim, em Abril, ocorreu a adesão do Escudo ao Mecanismo das Taxas de Câmbio (MTC) do Sistema Monetário Europeu (SME). 

Em Dezembro, foi decidida a completa liberalização dos movimentos de capitais, tornando o escudo plenamente convertível. 

Também no quadro das adaptações decorrentes da preparação para a União Económica e Monetária (UEM), a Lei Orgânica do Banco de Portugal viria a sofrer alterações profundas em 1995. 

A estabilidade dos preços surge como a principal missão do Banco de Portugal; é alargada a sua autonomia na condução da política monetária; e aumentam as suas atribuições no domínio dos sistemas de pagamentos. 


União Económica e Monetária

Em Janeiro de 1998, a Lei Orgânica do Banco de Portugal voltou a sofrer profundas alterações, que visaram reforçar a sua autonomia, nos termos exigidos pela participação de Portugal na terceira fase da UEM, e preparar a sua integração no Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC) a partir de 1 de Janeiro de 1999. 

Em Março de 1998, a Comissão Europeia propôs a participação na área do euro, a partir de 1 de Janeiro de 1999, de 11 Estados-membros, Portugal incluído. Nesse mesmo mês, o Banco de Portugal emitiu a pedido do Governo um parecer segundo o qual a recomendação formulada pela Comissão Europeia correspondia ao espírito e à letra do Tratado da União Europeia (UE). 

Em 2 de Maio de 1998, os chefes de Estado e de Governo da UE decidiram que a UEM se iniciaria em 1 de Janeiro de 1999 com 11 Estados-Membros, Portugal incluído. Na mesma altura, os ministros dos Estados-Membros que adoptam o euro como moeda única, os governadores dos bancos centrais dos referidos Estados-Membros, a Comissão Europeia e o Instituto Monetário Europeu (IME) chegaram a acordo quanto ao método de determinação das taxas de conversão irrevogáveis para o euro na data de início da Terceira Fase da UEM. Decidiram também que as então taxas centrais bilaterais do MTC das moedas dos Estados-Membros participantes seriam utilizadas para determinar as taxas de conversão irrevogáveis para o euro. 

A partir de 1 de Junho de 1998, o Banco de Portugal passou a fazer parte do SEBC. 

Em 1 de Janeiro de 1999, depois de na véspera o Conselho da UE ter aprovado as taxas irrevogáveis de conversão entre o euro e as moedas dos 11 Estados-Membros participantes, deu-se início à Terceira Fase da UEM, marcada pela existência de uma política monetária única e de uma moeda única - o euro. As moedas dos 11 Estados-membros participantes, entre os quais o escudo, passaram assim a ser meras denominações nacionais do euro. 

Nesta data entrou em vigor uma nova versão da Lei Orgânica do Banco de Portugal, incorporando as alterações decorrentes da sua integração no SEBC que apenas careciam de entrar em vigor a partir do início da Terceira Fase da UEM.

Em 1 de Janeiro de 2002, entraram em circulação as notas e moedas de euro. Na introdução física do euro em Portugal, bem como na campanha de informação que lhe esteve associada, o Banco de Portugal desempenhou um papel determinante.

FdP, NAZIS UCRANIANOS -Na noite de 10 de Dezembro, um grupo de 20 jovens neonazis de cara tapada e armados de barras de ferro, martelos e bastões atacaram as instalações do Comité do Partido Comunista de Ucrania no distrito de Shevchenko em Kiev (veja vídeo)



FdP, NAZIS UCRANIANOS



Na noite de 10 de Dezembro, um grupo de 20 jovens neonazis de cara tapada e armados de barras de ferro, martelos e bastões atacaram as instalações do Comité do Partido Comunista de Ucrania no distrito de Shevchenko em  Kiev. Como resultado do ataque, um membro do partido resultou ferido e teve que receber tratamento médico e a sede ficou destruída.

O ataque teve lugar no mesmo dia em que as Juventudes Comunistas e organizações de veteranos participaram num acto de protesto frente á Câmara de Kiev contra a abolição dos benefícios sociais para os veteranos, estudantes e outros grupos sociais vulneráveis. O protesto reuniu mais de 150 pessoas.

cris-sheandbobbymcgee.blogspot.pt

Os POBRES DA UNIÃO EUROPEIA - Disparidade europeia começa na protecção aos mais pobres dos mais pobres

Os POBRES DA UNIÃO EUROPEIA


Disparidade europeia começa na protecção aos mais pobres dos mais pobres


ANA CRISTINA PEREIRA 

12/12/2014 


Análise comparativa dos sistemas de rendimento mínimo feita por peritos da Rede Europeia Antipobreza a pedido do Parlamento Europeu.











O rendimento mínimo atribuído a uma pessoa que viva sozinha e não disponha de qualquer outra fonte de rendimento varia entre 22 euros na Bulgária e 1433 euros na Dinamarca – Portugal fica-se pelos 178,15 euros. Pode a União Europeia sobreviver a tamanha desigualdade? A pergunta foi esta quinta-feira lançada em Bruxelas numa conferência que esmiuçou dados recolhidos pela Rede Europeia de Rendimento Mínimo, um projecto da Rede Europeia Antipobreza (EAPN) encomendado pelo Parlamento Europeu e financiado pela Comissão Europeia, a apontar para uma directiva sobre sistemas de rendimento mínimo adequado.

Sistemas de 30 países foram analisados por peritos dos vários países – os Estados-membros, tirando a Eslovénia e a Croácia, acrescentando a Sérvia, a Islândia, Noruega e a Macedónia. Todos, excepto a Itália e a Grécia, têm algum tipo de rendimento mínimo, destinado a pessoas pobres, que não podem trabalhar, trabalham mas auferem um salário demasiado baixo ou estão desempregadas e já não têm direito a subsídio.

Há uma acepção de pobreza no espaço comunitário. Convencionou a Comissão Europeia situar o limiar nos 60% do rendimento mediano por adulto equivalente. Está em risco de pobreza quem, após as transferências sociais do Estado, vive com menos do que isso – 409 euros em Portugal.

Não há, porém, um conceito europeu de rendimento adequado. Cada país instituiu um valor mínimo necessário, por vezes sem noção do que pode garantir vida digna. Uma proposta deverá ser apresentada à União Europeia, atendo a diferente contextos, diferentes custos de vida.

Por ora, só a Dinamarca tem um rendimento mínimo que excede os 60% do rendimento mediano. Nenhum outro país analisado chega aos 50%. Islândia, Luxemburgo, Bélgica e Malta situam-se entre os 40 e os 49. Suécia, Estónia, Roménia, Letónia, Eslováquia, Bulgária ficam abaixo dos 20%. Portugal ronda os 27%.




Os valores praticados revelam a disparidade que existe dentro do velho continente em termos de desenvolvimento e em termos de protecção social, declarou ao PÚBLICO, Carlos Farinha Rodrigues, especialista em desigualdades, exclusão social e políticas públicas, por telefone. Em Portugal, o chamado rendimento social de inserção “não é uma medida de combate à pobreza, mas à pobreza extrema”.

Portugal foi um país chave no encontro. Um vídeo sobre a queda abrupta de beneficiários de RSI, de resto, é que abriu a conferência.

Com níveis de pobreza na ordem dos 20%, Portugal nunca teve mais de 5% de beneficiários. E a Carlos Farinha Rodrigues parece paradoxal que o número tenha caído a pique desde 2010, ano em que o último plano de estabilidade e crescimento apertou as regras de acesso. Em vez de reforçar a medida e a sua eficácia na redução da pobreza, os governos trataram de a neutralizar, tornando-a menos acessível, reduzindo-lhe o valor, aumentando-lhe a carga burocrática, diz. Na sua opinião, tal reflecte uma forma do olhar a pobreza, denota “falta de sensibilidade”.

Também presente no encontro, a socióloga Liliana Pinto, co-autora do relatório sobre Portugal, destaca a proposta de directiva europeia sobre rendimento garantido adequado. Um valor baixo funciona como uma rede para quem caiu na pobreza extrema, não como um trampolim para sair dela, comentou.

Com base em informação recolhida nos 30 países, a autora do relatório, Anne Van Lancker, defende que um rendimento mínimo adequado é bom não só para quem dele beneficia, mas para toda a sociedade. Ajuda a estabilizar a economia, combate a desigualdade, incentiva a vida activa, enuncia.

Será fraca a ligação entre o rendimento mínimo adequado e os outros dois pilares da estratégia de inclusão activa: o acesso a serviços de qualidade e a integração laboral. Em vez de abordagem integrada, muitos países colocam enfase na vontade de trabalhar. Em todos eles, quem está em idade activa tem de estar inscrito nos centros de emprego, de procurar, de estar pronto para aceitar formação, ocupação ou trabalho. Só alguns dispensam quem está incapaz e tem de tomar conta de crianças ou adultos dependentes. Em muitos, tem de se aceitar qualquer proposta que seja feita, sob pena de se ficar sem prestação. E cada vez mais países introduzem actividade socialmente útil, espécie de voluntariado forçado.


lusibero.blogspot.pt

ANTI-COMUNISMO , GUERRA FRIA E A AMÉRICA LATINA: O CASO DA NICARÁGUA
















http://www.revistacontemporaneos.com.br/

As bandas e os acontecimentos que fizeram a história do rock

As bandas e os acontecimentos que fizeram a história do rock

Arquivo Hoje em Dia
Chuck Berry
Chuck Berry é apontado por muitos como o inventor do rock
Chuck Berry

Apontado por muitos como o inventor do rock and roll é autor da canção que possui a mais famosa introdução de guitarra da história do rock: “Johnny B. Goode”. Aclamado e regravado pelos Beatles, Elvis e Rolling Stones, é também responsável pelos clássicos “Roll Over Beethoven”, “Rock and Roll Music”, “Around Around”, “Down The Road Apiece”, entre outras grandes canções.

Bill Haley & His Comets

Quando “Rock Around the Clock" apareceu na trilha sonora do filme “BlackBoard Jungle” (1955) encadeou uma revolução musical que abriu as portas para talentos como Elvis Presley. Haley emplacou outros sucessos como “Shake, Rattle and Roll” e “See You Later Alligator”, além de estrelar o primeiro musical cinematográfico de rock and roll.

Elvis Presley

Responsável por popularizar o rock, encarado, até então, como uma música essencialmente negra e underground. “Elvis Presley”, de 1956, foi o álbum de estreia do artista. Desse trabalho, "Blue Suede Shoes", "Tutti Frutti" e "Money Honey" são as músicas que o denominariam adiante como o Rei do Rock.

Bob Dylan

Lenda do chamado folk-rock, Dylan encarnou a voz de uma geração a partir de 1962 e ainda hoje não tem substituto à altura. Das suas canções, “Like a Rolling Stone” foi escolhida como a melhor de todos os tempos pela revista Rolling Stone declarando que "nenhuma outra canção confrontou e transformou tão completamente as regras comerciais e as convenções artísticas da sua época".

The Beatles

Formado a partir de 1962, o grupo era formado por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. Os britânicos lançaram “I Want to Hold Your Hand”, sua maior referência com raiz no rock, em 1963. Composta pela dupla Lennon/McCartney, a faixa é considerada o marco inicial da “Beatlemania - a Era dos garotos de Liverpool”.

The Who

Sabe aquela tradição de roqueiro destruir os instrumentos no palco? Pois bem. Quem inaugurou o feito foram os meninos do The Who, ainda em 1964. Em uma das apresentações a banda não apenas destruiu a guitarra e os amplificadores, como também usou explosivos para jogar a bateria pelos ares.

Movimento Jovem Guarda

Nasce a partir de um programa da TV Record, em São Paulo, em agosto de 1965. Apresentado por Roberto Carlos, Erasmo e a cantora Wanderléa, a Jovem Guarda tornou-se o primeiro movimento musical no país que pôs a música brasileira em sintonia com o fenômeno internacional do rock da época, catalisado especialmente pelos Beatles, dando origem a toda uma nova linguagem musical e comportamental com influência e essência do rock´n´roll.

Pink Floyd

O nome Pink Floyd é a abreviação de “The Pink Floyd Sound” que homenageia os músicos de blues Pink Anderson e Floyd Council. Formado em 1965, o grupo foi vanguardista em investir em uma música psicodélica e progressiva. “The Wall” (1979) é o décimo primeiro álbum de estúdio do Pink Floyd e foi posteriormente tocado ao vivo com efeitos teatrais e adaptado para o cinema.

Os Mutantes

Apostando no rock psicodélico, Arnaldo Baptista, Rita Lee e Sérgio Dias criaram a mescla do rock com elementos musicais e temáticos brasileiros. Ainda hoje, Os Mutantes são considerados mundialmente como um dos grupos mais criativos, dinâmicos, radicais e talentosos da era psicodélica.

Janis Joplin

Considerada a "Rainha do Rock´n´Roll”, lançou apenas quatro discos, o primeiro deles (Big Brother and the Holding Company) em 1967. Cultuada pela voz e comportamento marcantes, Janis morreu em 1970, aos 27 anos, em decorrência de uma overdose de heroína.

Jimi Hendrix

Considerado por críticos e músicos como o melhor guitarrista da história do rock, é um dos mais importantes e influentes músicos de sua era. Dava preferência a amplificadores distorcidos e crus. Parte do estilo único de Hendrix se deve ao facto dele ter sido um canhoto e embora usasse diversos modelos de guitarra durante sua carreira, tinha como preferida uma Fender Stratocaster. Com seu perfeccionismo notório, Hendrix deixou mais de 300 gravações inéditas.

Led Zeppelin

De 1968 a banda se destaca pelos riffs de guitarras criados por Jimmy Page, considerado um dos melhores guitarristas de todos os tempos. O guitarrista inovou ao criar uma espécie de som orquestral, como se tocasse, simultaneamente, várias guitarras.

Festival de Woodstock

Com lema "Três Dias de Paz, Amor e Rock and Roll" e a presença de 32 mais conhecidos músicos da época, o Woodstock aconteceu entre os dias 15 e 17 de agosto de 1969 – um fim de semana chuvoso e com um público de meio milhão de pessoas.

The Doors

Um dos mais polêmicos astros da música, responsável pela difusão do lema “Sexo, Drogas e Rock´n´Roll” (que nascera na década de 1960), o vocalista do The Doors, Jim Morrison, morreu em circunstâncias misteriosas em 3 de julho de 1971, aos 27 anos de idade. Embora recebesse grande parte da atenção frente à banda, Morrison mantinha-se inflexível de que todos os integrantes deveriam ser igualmente reconhecidos. Antes de um concerto, quando o apresentador introduziu o grupo como "Jim Morrison and The Doors", o vocalista recusou-se a entrar no palco enquanto o grupo não fosse novamente anunciado como simplesmente "The Doors".

Rolling Stones

Eles já são vovôs e comemoram neste ano 50 anos de estrada. A trupe é dona de uma das mais clássicas e inconfundíveis logos. O desenho foi usado pela primeira vez no álbum “Sticky Fingers” (1971) e foi criado por John Pasche porque o vocalista da banda, Mick Jagger, não estava contente com as versões feitas por sua gravadora. Em entrevista à revista Rolling Stone, Pasche contou que o conceito de design da língua do logo era “representar a atitude antiautoritarismo da banda, a boca de Mick e as óbvias conotações sexuais”.

Queen

Apontados como os sucessores dos Beatles, a banda era composta por Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor. De Londres e formada em 1971, as apresentações ao vivo do grupo foram um dos seus maiores trunfos. Vanguardistas, investiram em luzes, pirotecnias e efeitos especiais durante os shows. Entre os clássicos produzidos, impossível não citar “We will rock you” e “We are the champions”.

Raul Seixas

Um dos pioneiros do rock brasileiro, o Maluco Beleza gravou 21 discos em 26 anos de carreira. "Let Me Sing, Let Me Sing" foi a primeira canção que fez o músico despontar no cenário musical – isso enquanto ele ainda integrava o grupo “Raulzito e os Panteras” (1968). No entanto, o artista só ganhou notoriedade crítica e de público com o disco "Krig-ha, Bandolo!" (1973), como as faixas “Ouro de Tolo”, “Mosca na Sopa”, “Metamorfose Ambulante”, “Al Capone” e “As Minas do Rei Salomão”.

Sex Pistols

Formada em 1975 e uma das bandas que disseminaram as vertentes do punk e rock alternativo, o Sex Pistols tiveram carreira meteórica (pouco mais de dois anos), mas com potência musical suficiente para influenciar bandas como The Clash. Em 1996, Johnny Rotten, ex-vocalista do grupo, afirmou que o Sex Pistols pertencia “a um grupo muito seleto de artistas que podem afirmar, com convicção, terem mudado o mundo”.

Ramones

Para homenagear o produtor Phil Ramone, Joey, Dee Dee e Johnny não apenas batizaram a banda de Ramones, como passaram a usar “Ramone” como sobrenome - como se fizessem parte de uma família. Em 1976, lançaram o primeiro LP, tido como o primeiro disco de punk rock da história. Hoje, o álbum é considerado um dos álbuns mais influentes de todos os tempos.

Movimento Rock Brasil

Na década de 1980 o rock nacional teve seu último grande estouro com o aparecimento de dezenas de bandas libertárias. Era o fim da ditadura militar e o início da campanha "Diretas Já". Bandas com perfil contestador agitavam o país. Dentro desse contexto nasceram artistas que entrariam para a história do rock nacional como Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Titãs, Ira, Capital Inicial, B
arão Vermelho (com Cazuza), Blitz, RPM, Plebe Rude, Camisa de Vênus (com Marcelo Nova) e Lobão.


HISTÓRIA DA PALESTINA - OS MASSACRES - Nakba – a grande catástrofe

Nakba – a grande catástrofe

Se dissermos que os árabes são os agressores e nós apenas nos defendemos, isso é uma meia-verdade. O que concerne nossa segurança e nossas vidas, nós nos defendemos… mas a luta é somente um aspecto do conflito, que em seu âmago é político. E visto politicamente, nós somos os agressores e eles se defendem”.
[Ben-Gurion]

Quer fazer justiça? Comece por aqui!
Houve muitas deportações ao longo da história humana… apresentamos uma aqui não muito divulgada. Um acontecimento que nunca ocorreu… embora tenha acontecido de fato.
Entre dezembro de 1947 e dezembro de 1950, cerca de 530 cidades e vilarejos palestinos foram destruídos com tratores de esteira e explosivos, e eliminados do mapa. A metade dos palestinos vivenciou esta limpeza ética através dos grupos de luta sionistas clandestinos, antes mesmo da formação do Estado de Israel.
Os vândalos sionistas saqueadores assassinaram pessoas inocentes, destruíram milhares de residências, aplainaram centenas de vilarejos e expulsaram a maior parte dos palestinos de sua Pátria de origem. Os palestinos denominam esta deportação como Nakba, ou a grande catástrofe. 

Fuga dos palestinos em 1948
Os palestinos são o maior grupo de refugiados do mundo. Sete milhões ou dez milhões de palestinos são deportados ou apátridas. Eles são impedidos de voltar a suas cidades ou a seus vilarejos, embora o Direito Internacional e diversas resoluções da ONU assim o exijam.
O Parlamento Knesset israelense aprovou uma série de leis, as quais contrariam totalmente o Direito Internacional, para assegurar que não seja permitido a qualquer refugiado palestino retornar e que seu país possa ser confiscado por Israel. Esta limpeza de 75 a 80% da população não-judaica da região, que depois tornar-se-ia Israel, foi assim consolidada.
Mas isso não bastou para satisfazer os planos sionistas de um Estado judeu. As fronteiras são ampliadas sistematicamente desde então, outras terras palestinas são incorporadas, os habitantes palestinos expulsos e seus pertences confiscados. Veja sobre isso: “Como funciona o roubo de terras na Palestina”.
O fundador do Estado de Israel e Primeiro-Ministro David Ben-Gurion disse:
“Tem que estar claro que não há lugar nesta terra para ambos os povos. Se os árabes desaparecerem, então a terra está aberta e será grande o suficiente para nós. A única solução é um país para Israel, pelo menos a parte ocidental de Israel, completamente sem árabes. Não há lugar para compromissos. Só existe uma solução, deportar todos os árabes para os países vizinhos, todos devem ir embora, menos alguns em Belém, Nazaré e velha Jerusalém. Nenhum vilarejo pode permanecer de pé, nenhuma cidade. A transferência tem que ser direta para o Iraque, para a Síria e até mesmo para a Jordânia. Para este objetivo, nós temos que arranjar meios suficientes. E somente após esta retirada, a terra estará em condições de receber os muitos milhões de nossos irmãos, e não existirá mais o problema judaico. Não existe outra solução”.
O mito do país deserto
A deportação necessária da população nativa árabe na Palestina colocou os sionistas diante de um problema. Eles deveriam espalhar o mito que de fato não existia ninguém na Palestina. Para possibilitar esta desinformação, os sionistas inventaram um lema para motivar os judeus europeus a emigrar para a Palestina:
“Uma terra sem povo para um povo sem terra”
Caso os sionistas tivessem admitido a existência de uma população nativa na Palestina, então eles deveriam explicar em primeiro lugar como eles pretenderiam expulsá-la. Por isso eles inventaram o mito da terra vazia. Como se a “Terra prometida” tivesse esperado por eles 2.000 anos sem população; uma absurda imaginação.
Mas o país nunca esteve vazio, ele era até muito povoado e cultivável. 

O próprio Ben-Gurion explicou já em 1918: “Palestina não é uma terra vazia… sob qualquer pretexto podemos violar o direito dos habitantes”.
Ele explicou que no ano de 1914, somente 12% da totalidade da população palestina era constituído por judeus. E ainda mais que a maioria dos judeus na Palestina não era sionista e não queria um Estado próprio, eles nem eram cidadãos do país, pois haviam fugido recentemente da Rússia czarista.
Como mostra o recenseamento do Império Otomano, ao qual pertencia a Palestina, o país era bem povoado, especialmente as terras com próspera atividade agrária. No ano 1914, a população da Palestina era composta de 657.000 árabes muçulmanos, 81.000 árabes cristãos e 59.000 judeus, inclusive os recém chegados judeus europeus da primeira e segunda Aliá (1882 e 1914 – NR).
Sendo assim, em 1914, a população judaica perfazia um total de menos de 8%.
Por isso os sionistas tiveram que executar através de ações terroristas uma maciça desapropriação, deportação e limpeza ética, para que a população nativa árabe desaparecesse da Palestina, para criar lugar para os emigrantes judeus de todo o mundo. Depois eles retocaram este crime com falsificação histórica e desinformação.
Seria este um caso único de falsificação histórica e desinformação? – NR.
Desde a fundação do país a 14 de maio de 1948, cerca de 3 milhões de emigrantes foram para Israel.
Até a passagem para o novo século, havia muito pouco judeus nativos na Palestina, estes viveram conjunto e totalmente em paz com seus vizinhos árabes. Mesmo quando a primeira onda de emigrantes começou, principalmente da Rússia e para fundar os primeiros Kibbuz, havia uma convivência tolerante. Somente a agressiva política sionista de desprezo ao ser humano, na década de 30 e 40, foi capaz de destruir a paz e criou o conflito israelense-palestino que dura até o presente.
A afirmação dos sionistas – a Palestina seria uma terra vazia, onde no máximo alguns beduínos perambulavam em seus camelos – é um mito divulgado de forma muito efetiva através da mídia controlada por eles. Esta mentira propagandística está profundamente enraizada nas cabeças da maioria das pessoas dentro e fora de Israel; ela funciona perfeitamente.
Por isso a maioria dos israelenses nega o fato que houve até mesmo uma Nakba, a destruição maciça da subsistência e a deportação de 800.000 palestinos da terra de seus ancestrais. Eles também não entendem o que querem os palestinos; um retorno a sua Pátria e uma reparação pelos crimes que foram cometidos contra eles.
Nós temos a situação, onde os sionistas acreditam em sua própria propaganda sobre uma “terra vazia”. Se eles afirmam que nunca aconteceu uma deportação, então eles não devem se sentir responsáveis, então não existe o tema “retorno”, pois um reconhecimento deste fato iria por em dúvida todas as questões.
Este acontecimento histórico é negado totalmente em Israel e completamente reprimido. Eles simplesmente não querem reconhecer que aconteceu uma grande injustiça e ainda acontece todos os dias. Eles não perguntam se nunca aconteceu a Nakba, por que existem refugiados palestinos há mais de 60 anos? De onde eles vieram?
Mas está mais do que claro o porquê de ser negado, ignorado e energicamente refutado. Como se pode comemorar com consciência limpa o 60º aniversário de Israel, se este país apareceu graças a uma limpeza étnica e expulsão da população árabe?
Como é possível realizar uma festa e celebrar este acontecimento, se seus vizinhos palestinos e co-cidadãos vivem há 60 anos em Campos (‘de Concentração” – NR) de refugiados, e agora são presos em Guetos atrás de um grande muro, e como vemos na Faixa de Gaza, vegetam sem energia, sem abastecimento d’água, sem víveres, tratamento médico adequado e outras necessidades primárias; totalmente desprovidos de direitos e tratados pior do que animais?
O que os palestinos fizeram para serem punidos coletivamente desta forma?
Eles são vítimas de uma política internacional que foi levada a cabo com seu sacrifício. A Europa e o ocidente em geral viram a criação de Israel como uma longa e esperada oportunidade para se livrar de um problema, acalmar sua consciência, reparar o longo anti-semitismo secular, que culminou no Holocausto.
Sacrificaram os palestinos, tomaram sua Pátria, destruíram seus vilarejos e cidades, e expulsaram-nos, para que Israel pudesse aparecer. Seus justos protestos e resistência são tachados, por outro lado, de “terror”, e utilizados para uma ação ainda mais enérgica contra eles.
No ano de 1934, Ben-Gurion reconheceu quem é o real agressor, quando afirmou: “Se dissermos que os árabes são os agressores e nós apenas nos defendemos, isso é uma meia-verdade. O que concerne nossa segurança e nossas vidas, nós nos defendemos… mas a luta é somente um aspecto do conflito, que em seu âmago é político. E visto politicamente, nós somos os agressores e eles se defendem”.
Os palestinos estão ainda fixados em sua Pátria, apesar do alto preço que devem pagar, principalmente com seu próprio sangue e de suas crianças inocentes.
É totalmente inaceitável que uma injustiça cometida contra o povo judeu justifique uma injustiça contra o povo palestino. Somente haverá paz se esta injustiça for superada, a repressão suspensa e os palestinos forem tratados com igualdade de direitos.
A Nakba aconteceu, Israel e o mundo devem finalmente reconhecer isto.
O massacre de Deir Yassin
Na sexta-feira pela manhã, 9 de abril de 1948, comandos do Irgun (organização sionista de extrema-direita clandestina), liderados por Menachem Begin, futuro primeiro-ministro e ganhador do prêmio Nobel da Paz, membro do grupo Stern (organização sionista terrorista), atacaram o vilarejo de Deir Yassin, com cerca de 750 habitantes palestinos. Isso aconteceu algumas semanas antes do final do mandato britânico na Palestina. O vilarejo situava-se fora da área recomendada pela ONU para um futuro Estado judeu.
Deir Yassin situava-se numa região alta entre Tel-Aviv e Jerusalém e, como foi esclarecido posteriormente num plano secreto, tinha sido condenado à destruição para criar lugar a uma pequena pista de pouso que serviria ao abastecimento. 

Até o meio-dia, mais de 100 pessoas – a maioria mulheres e crianças – foram sistematicamente assassinadas. Quatro dos agressores foram mortos pelos palestinos da resistência. 25 moradores homens foram colocados em caminhões e desfilados pelas ruas do quartel de Zakhron Yosef, em Jerusalém, e então conduzidos até uma pedreira na estrada entre Givat Shaul e Deir Yassin, e lá fuzilados. Os moradores restantes foram expulsos para o lado árabe oriental de Jerusalém.
O jornal The New York Times publigou a 13 de abril de 1948, no dia que finalmente ocorreu o sepultamento, que foram contados 254 cadáveres.
Das 144 casas do vilarejo, 10 foram explodidas com dinamite. O cemitério foi planificado com uma pá-carregadeira e, como outras centenas de vilarejos que seguiram, Deir Yassin foi totalmente destruído e retirado do mapa.
Em setembro de 1948, judeus ortodoxos emigrantes da Polônia, Romênia e Eslováquia foram colocados lá. O centro do vilarejo foi rebatizado para Givat Shaul Bet. Quando Jerusalém cresceu, o lugar que outrora foi Deir Yassin transformou-se em parte da cidade e é conhecido agora como a área entre Givat Shaul e o assentamento Har Nof.
Quando a notícia do massacre se espalhou, a liderança do Haganah (organização judaica paramilitar, que posteriormente se transformou no exército israelense), reconheceu que “o massacre mancha a questão do combatentes judeus e teria desonrado a tropa de luta judaica e a bandeira”. Eles abafaram depois o fato que sua própria milícia cometeu o ato.
Até Ben-Gurion enviou uma desculpa ao rei Abdullah da Transjordânia.
Mas o fato assustador serviu muito bem ao Estado de Israel. A população palestina estava em pânico e temia o mesmo destino.
Begin disse sobre isso: “Os árabes por todo o país estão totalmente em pânico por causa deste ‘massacre do Irgun’ e temem por suas vidas. Esta fuga em massa virou um estouro de manada. O ganho político e econômico deste acontecimento não pode ser mensurável”.
O massacre em Deir Yassin é um dos acontecimentos mais importantes na história de palestinos e israelenses. Não por causa da dimensão ou brutalidade desta limpeza étnica, mas sim porque representa o alarme para o planejado despovoamento de outros 500 vilarejos árabes e cidades na Palestina e a expulsão de 800.000 habitantes.
“Nós chegamos e transformamos os árabes nativos em refugiados. E nós ainda ousamos negá-lo, difamá-los, macular seus nomes. Ao invés que nós nos envergonhemos por nossos atos e tentemos reparar o mal que fizemos… nós vamos lá e justificamos estes atos repugnantes e tentamos ainda santificá-los”.
Por Nathan Chofshi… pacifista sionista russo e escritor, que emigrou em 1908 para a Palestina. Ele foi testemunha ocular da deportação dos árabes palestinos e teceu críticas sobre isso até 1959.


 www.radioislam.org

6 histórias verídicas mais assustadoras do que qualquer filme de terror.

6 histórias verídicas mais assustadoras do que qualquer filme de terror.

228457

Os livros de história estão cheios de detalhes escabrosos sobre quem foi esfaqueado, quais cidades queimaram até virarem cinzas, e quais reis casaram-se com seus primas – então imagine as coisas que não foram editadas. Ou, então, leia essa matéria abaixo. Como parte de nossa missão de continuar a dizer-lhe as coisas seus professores não querem que você saiba, aqui estão alguns adendos horríveis e pouco conhecidos de alguns dos momentos mais famosos da história.
1) O homem que ficou louco após tentar salvar a vida de Lincoln e tentou matar toda sua família
225935_v1

Aquele é, obviamente, John Wilkes Booth, à direita, seguido por Abraham Lincoln, “Mas eu quero saber o que acontece em seguida! D’aww …” e a primeira-dama Maria T, mas a menos que você seja um fã de história você provavelmente não sabe que os outros dois são major Henry Rathbone do Exército da União e sua esposa, Clara Harris, filha de um proeminente senador dos EUA. Rathbone é mais conhecido por tentar parar Booth e conseguir um pedaço do punhal que você vê lá em cima.
Rathbone ficou gravemente ferido enquanto participava do encontro duplo mais desastroso da história e, apesar de ele ter sobrevivido fisicamente ao ataque, sua mente nunca se recuperou. O oficial se culpava por não ter impedido Booth, e mesmo quando ele se casou com Clara, dois anos depois, casado vida só aaumentou a sua insanidade.
225933

Gradativamente, a mente de Rathbone foi se deteriorando ao ponto que em 23 de dezembro de 1883, ele decidiu cobrir o chão dos salões com o sangue de sua família. Enquanto servia como cônsul dos EUA em Hanover, Alemanha, Rathbone tentou matar seus três filhos, e quando sua esposa o impediu, ele atirou e a esfaqueou, em seguida, esfaqueou-se – repetindo mentalmente ações de Booth de 18 anos antes.
A polícia encontrou Rathbone coberto de sangue e completamente fora de sua mente. De acordo com um relatório amplamente repetido, mas não confirmado, ele alegou que haviam pessoas se escondendo atrás dos quadros na sua parede.

225937_v1

Rathbone passou o resto de sua vida em um hospício, onde ele se queixava de máquinas de gás secretas nas paredes de seu quarto a dar-lhe dores de cabeça. Ele morreu em 1911, tornando-se a última vítima do assassinato de Lincoln quase meio século após o fato. Aliás, a casa em Hanover, onde ele viveu está à procura de um dono!

2) Zumbis sifilíticos andandos nas ruas da Itália durante a Alta Renascença
225961

Quando a maioria das pessoas pensa na Alta Renascença, elas provavelmente imaginam pessoas italianas em roupas chiques admirando as obras de da Vinci, Michelangelo, entre outros. O que eles não costumam retratar é o seguinte:

225971_v1

Sim, enquanto Florença renascentista pode ter sido um bom lugar para as artes (e parkour, se Assassins Creed II é para ser verídico), ao mesmo tempo, a Itália experimentou algo semelhante a um filme de zumbis durante o primeiro grande surto de sífilis em 1494. Antes de existirem antibióticos, essa DST em vez de ser uma “vergonha secreta” estava mais para”literalmente apodrece a sua cara.” De acordo com uma descrição, a doença (que pode ter transportada do Novo Mundo para Nápoles via franceses) “fez a carne cair dos rostos de pessoas e as levou à morte em poucos meses.” Mais especificamente, o surto causou “a destruição completa dos lábios, em outros do nariz, e em outros de todo o seus órgão genital.”
Ou seja, ele não incomum ver na rua vítimas da doença que haviam perdido mãos, pés, olhos e nariz. Então, se os contos Renascentistas forem precisos, metade das pessoas parecia com os zumbis do “Walking Dead”.

Por mais horrível que o pensamento de ter genitália destruída possa parecer, a pior parte é realmente a frase “morreram em poucos meses” – o que significa que os aflitos de alguma forma viveram durante meses nesta condição, o tempo todo gritando de dor tendo a sua carne devorada, em alguns casos, até o osso. O que é apropriado, porque o osso é o lugar onde a sífilis começa.
Em suma, por um breve período durante o tempo dos grandes mestres do Renascimento, era comum ver as pessoas, andando por aí com seus rostos caindo e seus crânios expostos até que finalmente cairem mortas. Por que diabos não colocaram isso no Assassins Creed II?

3) Cabeças literalmente explodiram na erupção do vulcão Vesúvio 
225963

O  Monte Vesúvio na Itália é famoso principalmente por sua erupção tão forte ao lado de Pompéia que toda a cidade romana (e todas as suas esculturas pênis, uma vez que era a capital do sexo do império) manteve-se enterrado em cinzas pelos sguintes milênio e meio. O que você pode não saber é que os deuses, na verdade, tiveram misericórdia de Pompéia em comparação com o horror que caiu em Herculano, uma cidade pequena situada ainda mais perto do Vesúvio, quando começou a soltar magma para todos os lados.

225941_v1

O que Pompéia presenciou foi um desastre clássico de filme: enorme nuvem de fumaça, pessoas correndo,cinzas cobrindo tudo. Herculano, por outro lado, presenciou um filme de terror sobrenatural pois foram atingidos com “fluxos piroclásticos superaquecidos de rocha derretida, lama e gás”, que é uma maneira elegante de dizer que aconteceu isso com muitas pessoas:






Sério mesmo. O crânio humano é composto por muitos líquidos, e se você aquecê-lo muito rápido, reage muito parecido com um hamster no microondas. Sabemos disso porque isso é precisamente o que aconteceu em Herculano quando a cidade foi atingida por uma nuvem de gás com uma temperatura de cerca de 540º C. Em menos de dois décimos de segundo, pele vaporizada, cérebros cozidos, e os crânios explodindo. Sem precisar de nenhum tiro de shotgun pra isso, aconteceu tudo por conta própria, assim como a Mãe Natureza destina. De dentro para fora.
Aqui estamos esperando que isso não aconteça com o povo de Nápoles, que teimosamente insiste em viver no local preciso onde o Vesúvio espera pacientemente para limpá-los novamente para fora.

4) O holocausto Britânico de bichos de estimação na Segunda Guerra Mundial
225965_v1


Há tantas histórias de horror na guerra que alguns apenas se perdam no meio. Isso é muito ruim, porque muitas vezes por discutir os mainstreams heróicos – os bombardeios, as invasões, as cidades reduzidas a escombros – passam despercebidos os horrores mais pessoais que ocorreram no dia-a-dia. Por exemplo:

petsaa
“Animais indesejados humanamente destruídos” diz o cartaz

Durante a preparação para a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico criou em 1939 o Comitê Nacional de Animais para decidir o que fazer com todos os seus animais, vendo que a guerra já havia começado. A principal preocupação do comitê foi a escassez de alimentos agravada devido às pessoas que alimentam seus animais de estimação, como forma de reduzir esse problema em potencial, eles enviaram um panfleto chamado “Conselhos para os proprietários dos animais” … que veio com um anúncio de um tipo específico de arma. Você pode ver onde isso vai dar.

pets

O panfleto alertou a população que se eles não poderiam enviar seus animais de estimação para o campo, “é realmente gentil da sua parte destruí-los” (o texto parece ter sido escrito por um robô sem sentimentos). Como é que a população britânica reagiu a esta ordem? Com protestos em todos os cantos, não é? Não exatamente. No curso de uma semana, 750 mil animais de estimação foram “destruídos”.
Além disso, observe que isso aconteceu durante o verão de 1939 – ou seja, antes de a Alemanha invadir a Polônia e, durante um momento em que o governo britânico poderia ter feito muito mais contra a Alemanha nazista se eles simplesmente atacarassem em vez de massacrar os animais de estimação e imprimir pôsteres para quando os nazistas conquistassem Londres.

2) A primeira serial-killer registrada na história durante a Pax Romana.
225967

A Pax Romana é conhecida como períodos mais pacíficos da história: Os romanos pensaram, “Meh, o império é grande o suficiente agora”, e conseguiram facilmente com todas as decapitações e esfaqueamentos se concentrar em coisas mais produtivas como melhorar as leis que ainda usamos hoje em dia. De que outra forma poderia Roma ter se mantido unida por tanto tempo sem coleta de lixo de rotina e leis destinadas a manter as pessoas como serial killers fora da rua?
Na verdade, ignore a última parte. O primeiro serial killer registrado na história reinou como uma rainha louca por 15 anos, durante este período: O nome dela era Locusta, e sua história é mais o menos como o que aconteceria se Hannibal Lecter ganhasse o seu próprio colégio estadual.
A história macabra de Locusta começa no meados da metade do primeiro século AD, em que ela foi presa por envenenar pessoas. A sorte sorriu para ela quando Agripina decidiu envenenar o imperador Cláudio, e você pode adivinhar para quem ela pediu ajudar para fazer isso? É isso mesmo, Locusta, que posteriormente recebeu o perdão para sua dose letal de poder feminino
Então, como Lacusta aproveitou sua liberdade? Ela foi presa um ano depois, em 55 AD por envenenar as pessoas. (Mais uma vez, serial killer.) Felizmente, o novo imperador Nero precisava dela para um novo trabalho, e Locusta foi perdoada mais uma vez para que ela pudesse fazer um milkshake mortal para Britannicus o meio irmão de Nero de apenas 13 anos de idade. Depois disso, Locusta foi premiada com uma casa de campo e até mesmo alunos para ajudá-la em suas artes. Isso é certo, mesmo que ela fosse uma assassina conhecida e reincidente, Locusta recebeu tudo que precisava para abrir sua própria escola de assassinato.
nero
No entanto, a sorte de Locusta acabou quando Nero se suicidou, deixando-a com poucos aliados e uma reputação semelhante a de uma feiticeira. A louca foi presa e imediatamente executada pelo imperador Galba em 69 dC. Como ela morreu? Talvez com um gosto de irônia de seu próprio remédio? Não. Ela supostamente foi estuprada publicamente até a morte por um animal selvagem [algumas fontes dizem que era uma girafa]. Essa é a lei romana para você.

1) O compranheiro de batalha de Joana D’Arc que foi um dos maiores seriais-killers de crianças da história.
rais

Enquanto Joana recebe a maior parte do crédito por ajudar a França a enfrentar a Inglaterra no século 15, ela não poderia ter feito isso sem o apoio de aliados como Gilles de Rais, seu “companheiro ardente”, e um dos cavaleiros mais valentes no exército francês. De Rais ainda conseguiu entrar no filme de grande orçamento Joana d’Arc, estrelado por Milla Jovovich, onde ele é interpretado por Vincent Cassel.
Então, por que as pessoas não nomeiam igrejas com o nome desse cara também?
Provavelmente por causa do ‘trabalho noturno” de Rais como um serial killer horrível que matava particularmente crianças entre 6 e 18 anos.

de rais

Reforçando, estamos falando de um dos poucos homens no exército francês que ajudaram a fazer da carreira de Joana d’Arc e sua canonização possível … e que também foi um monstro da tortura, assassino de crianças. Os relatos do seu julgamento e suas confissões são leituras capazes de criar uma cicatriz na alma. Não contente com a matar e abusar de suas vítimas de formas horríveis, de Rais também brincava com eles psicologicamente, convencendo-os de que era apenas um jogo antes de desencadear algo ainda pior. Esse cara teria sido expulso de Arkham Asylum por assustar o Coringa.
Dependendo de para quem você perguntar, de Rais pode ter matado “apenas” 80 ou até relatos que citam o absurdo número de 800 crianças, tornando-o um dos assassinos em série mais prolíficos da história. Obviamente, Joana d’Arc nunca soube de nada disso. E, assim como a sua velha amiga, de Rais acabou sendo queimado pelas autoridades (o método preferido de se livrar de pessoas indesejáveis na época), apesar de, neste caso, ele saber que era isso que o seu futuro guardava.

eobambu.com.br