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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA ENTRARAM NA ERA NAZI - Os Estados Unidos da América, que nasceram, separando-se do colonialismo inglês, com o estandarte da democracia, desapareceram, com a evolução social e politica, do seu capitalismo, que entrou na decadência, e, procura sobreviver, em confronto com novas alternativas crescentes, incluindo um reforço da consciência de sectores importantes das classes laboriosas, pela via do poder político autoritário nazi-fascista, claro que noutras condições.


OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA ENTRARAM NA ERA NAZI

1 – Os Estados Unidos da América são, na actualidade, um Estado nazi.

É uma afirmação grave que faço, mas esta é a realidade e como tal deve ser encarada.

Os Estados Unidos da América, que nasceram, separando-se do colonialismo inglês, com o estandarte da democracia, desapareceram, com a evolução social e politica, do seu capitalismo, que entrou na decadência, e, procura sobreviver, em confronto com novas alternativas crescentes, incluindo um reforço da consciência de sectores importantes das classes laboriosas, pela via do poder político autoritário nazi-fascista, claro que noutras condições.

Não porque aquele país tenha já efectuado o que o regime hitleriano fez ao Mundo na segunda metade do século passado, mas porque o poder de Washington está a realizar, lenta e de maneira diferente, desde a Administração Reagan, exactamente a mesma política e actos similares, na situação actual.
Porque caminhamos – se não for sustida e destroçada - para uma guerra mundial, cujo centro de acção política é a supremacia imperial norte-americana, pejada de sangue, com o completo desprezo pelos direitos e interesses dos povos, em nome do seu «interesse nacional», o que leva às intervenções mais descaradas e inimagináveis nas soberanias dos povos e na actuação mais sanguenta em tudo que se considere revolucionário e contrário à sua expansão ideológica, económica e geo-política, temos de balizar, em termos de ideias e de debate político, o que representa, justamente, hoje, o Estado norte-americano.
A tortura nazi institucionalizada e autorizada secretamente

Os Estados Unidos da América emergiram, no final da II Grande Guerra, como uma grande potência vencedora, enquadrada, no que considerava ser a +sombra protectora+ da democracia parlamentar e do capitalismo dito liberal, em parceria com a outra grande potência vencedora da mesma guerra, a ex-URSS, assente, economicamente, no modelo de capitalismo de Estado, e, ideologicamente, defendendo o que considerava ser o seu socialismo e o caminho para o comunismo.

Como vencedores, particularmente, na Europa – desde Portugal até à antiga União Soviética – forjaram a sua reestruturação política, de uma maneira imperial, claro que atendendo à soberania, ainda que limitada de cada Estado, formando dois blocos político-económico-militares, um intitulado NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte), sob a dominância total dos Estados Unidos, o outro Pacto de Varsóvia, estritamente supervisionado pela ex-URSS.

Claro que esta divisão contratual, porque realmenteum Tratado de compromisso foi estabelecido em três conferências, Teerão, Ialta e Potsdam, vigorou, naturalmente com conflitos pontuais e concorrências acrescidas até ao desmembramento, primeiro da URSS, depois à separação – e nalguns casos desagregação - depois dos países que estavam na sua esfera de influência.

Com deste desenlace, nos princípios dos anos 90 do século passado, os Estados Unidos consideraram que o compromisso estava acabado e auto-intitularam-se *a única superpotência*, messianicamente capaz de impor, unilateralmente, o seu poder e a sua ideologia sobre todo o Mundo.

Desfizeram, deste modo, um compromisso que era mundial, e, fizeram-no, consciente e organizadamente, para controlar economicamente o mundo, sob a pata sanguenta do seu poder militar, sem qualquer pejo ou rebuço, nem sequer um mínimo de visão de que o modelo de capitalismo que defendem está a chegar ao fim.

Daí a sua arrogância, mas também o seu desespero, para procurar forjar um novo rearranjo geo-económico e geo-político que mantenha a sua visão de as diferentes nações se deveriam submeter a *uma liderança americana* (George W.Bush, a distinctly american internationalism, 1999).

Dois anos depois, após um nebuloso e sem explicação plausível de que tivesse havido um atentado terrorista organizado contra as Torres Gémeas, em Nova York, e contra o edifício do Pentágono, em Washington, de imediato foi posto em prática um plano, como se estivesse já programado com larga ante cedência, todo ele enquadrado por directivas secretas do Presidente no mandato do republicano lunático religioso George W. Bush, e reforçadas, curiosamente, pelo seu sucessor, dito democrata, Barack Obama, de actuação unilateral em várias partes do Mundo, desde o Iraque ao Afeganistão, mas também em território da Rússia, Irão, América Latina e Extremo-Oriente.


O ataque às Torres Gémeas: uma operação que teve de ser controlada e autorizada internamente

Essa linha orientadora foi definida taxativamente numa *Mensagem à Nação* (Adress to the Nation) nos seguintes termos: quem não estivesse com os EUA na sua acção contra o que considerava ser terrorismo, estava ao lado dos “terroristas”, e, sofreriam as consequências.

Faço uma longa citação do que afirmou, pois estes são os eixos fundamentais da arrogância imperialista nazi.

(Naturalmente os terroristas para a plutocracia norte-americana são, acima de tudo, os que se opõem à sua hegemonia – grupos como a Al Qaeda são, pelo contrário, formações para-militares ao serviço de Washington).

“Vamos direccionar – vociferou Bush - todos os recursos que temos -  todos os meios da diplomacia, todas as ferramentas dos serviços secretos, todos os nosso meios judiciais, toda a influência financeira e todas as armas necessárias à guerra – para a destruição e para a derrota da rede global do terror(sublinhado nosso)”.

E continuou, eufórico: “Na actualidade, esta guerra não vai ser como a guerra contra o Iraque, iniciada há uma década, com uma libertação decisiva do território e uma rápida conclusão. Não será semelhante à guerra aérea lançada por nós contra Kosovo, há dois anos, em que não foram utilizadas tropas terrestres e um único americano perdeu a vida em combate”.

“A nossa resposta envolverá – sustentou - muito mais do que a retaliação imediata e as acções isoladas. O país não deve contar apenas com uma batalha, mas uma campanha longa, diferente de qualquer outra que já assistimos. Pode incluir actos dramáticos visíveis na TV (massacres e assassinatos, nota nossa) e operações secretas que tenham sucesso”.

E a sanha fascista: “Nós vamos fazer com que morram de fome por falta de financiamento, fazer com que actuem uns contra outros, entrar nos países onde vivam e obrigá-los a fugir até que não possa obter refúgio ou descanso”.

E atentar com a soberania das países:

“Vamos actuar contra as nações que dêem apoio ou refúgio seguro aos terroristas. Cada nação em qualquer região terá, agora, de tomar uma decisão: ou se coloca ao nosso lado ou serão considerados cúmplices dos terroristas”. ( A tradução é minha).

2 – Para conseguir tais pretensões, o poder de Estado norte-americano não agiu sob o descontrolo de um Presidente desmiolado, havia uma sintonia no seu interior entre o domínio económico e os seus representantes políticos principais – desde o governo ao legislativo, passando pelo aparelho militar.

No decorrer da década de 80 do século XX, com o afrouxamento do pensamento e da acção revolucionários, em particular na Europa e nas diferentes Américas, e com o declínio e inversão do papel progressista das descolonizações em África e no Extremo-Oriente, começou a emergir, primeiro e acima de tudo, nos Estados Unidos da América, todo um arquétipo conservador, que rapidamente evoluiu para um processo expansivo contra-revolucionário, que atingiu, depois, sumamente, o continente europeu, e, colateralmente, a Rússia e a China.

Todavia, a partir do final do século passado,apareceram *violadores* do acordo unilateral que o poder norte-americano tentou estabelecer, como Império, para construir «o seu espaço vital». Assunto que referiremos mais à frente.

E este «espaço vital», tal como o regime hitleriano tentou edificar em pouco tempo para vigorar mil anos, estava assente, em primeiro lugar, no domínio absoluto e sem concorrentes do capital financeiro especulativo estabelecido em Wall Street e na existência de uma moeda única prevalecente sobre todas as outras: o dólar estadunidense.

E o seu avanço mundial, para os mentores dominantes do sistema social actual norte-americano, teria de ser formatado sob um programa político, cujo modelo é - era, e sempre foi - a democracia oligárquica rotativa, entre dois partidos, que, progressivamente arredaram a representação de interesses  de outros sectores da sua classe burguesa (a industrial, a camponesa e a pequena burguesia) para se involucrarem, unicamente, na defesa da +monarquia+ bancária-financeira de Wall Street.

(Claro que esta orientação estava em marcha já desde Brenton Woods, mas este sistema, nessa época, tinha entraves geo-políticos, pois foi criado, precisamente, numa altura em que havia um compromisso contratual efectuado com o outro vencedor da II Grande Guerra, a antiga União Soviética).

Todo o percurso do poder político dos EUA, desde a Administração Ronald Reagan (1981-89), esteve apostado na constituição de uma espécie de governo mundial do capitalismo financeiro especulativo, +omnipotente, omnipresente e omnisciente+, com toda a carga real repressiva que estas «metáforas» comportam.


E, esta predisposição estava alicerçada, num programa político, montado, paulatina e progressivamente, por *uma elite cultural-pseudo académica* organizada por fundações de «estruturação política», como a Heritage Foundation ou American Enterprise Institute, ligadas ao capital financeiro de Wall Street, orientada pelos capitalistas judeus e fanáticos religiosos cristãos (desde católicos a mórmons) e os seus ideólogos espalhados, estrategicamente, por universidades e grupos de pressão.



O controlo da propaganda presidencial pelos lobbies judeus

Um dos primeiros desses ideólogos, que vai ter largamente influência na política externa de Ronald Reagan é, precisamente, Jeane Kirkpatrick, que passou do Partido Socialista dos EUA para o Partido Democrata e acabou na extrema-direita fascista do Partido Republicano.

Foi a primeira mulher embaixadora dos EUA na ONU, abertamente defensora do nazismo norte-americano: expansão imperialista, alianças com todos países fascistas contra o que ela considerava comunismo.

Os seus pares e homólogos vieram a dominar toda a estrutura decisória da Administração norte-americana e a sua política imperial, nos governos seguintes: George Bush, Bill Clinton e George W.Bush.

Convém referir e relembrar alguns e os seus cargos, quase todos judeus e apoiantes do lobby judaico e interligados com Wall Street:

Três responsáveis por crimes de guerra

Donald Rumsfeld, Dick Cheney, Paul Wolfowitz, Lewis `Scooter`Libby, Peter Rodman, Dov Kahein, Joh Bolton, Douglas Feth, Richard Perle, Robert Zoollick, Ken Adelman, entre outros.

Rumsfeld, que pertenceu – e pertence – aos lobbies do American Enterprise e o Jewish Institute for National Security Affairs, desde a sua juventude, entrou na política governamental, ainda no tempo de Nixon, a quem *aconselharam* a colocá-lo como responsável do Departamento das Oportunidades Económicas, em 1969, e, tempos depois em embaixador dos EUA junto da NATO.

Com Gerald Ford, como Presidente sucessor de Nixon, Rumsfeld é investido no cargo importantíssimo de Secretário da Defesa, com 40 anos, cujo predecessor tinha sido, justamente, um  judeu e capitalista: William Cohen.

Rumsfeld veio a ser o superpoderoso Secretário da Defesa de George W.Bush, já com toda a ascensão da “quadrilha neocons” no poder político e económico.

Outra personalidade política e capitalista que vai abrir caminho à fascização actual dos EUA é um senhor chamado Dick Cheney, que foi vice-presidente de George W. Bush, e o ideólogo e promotor das “acções secretas” sem controlo do poder militar e securitário da Administração norte-americana.

Estava ligado desde a sua entrada na política activa ao poderoso complexo militar-industrial (entre cargos em empresas de destacar a administração da Halliburton Company), mas foi, justamente no aparelho de Estado que representou, realmente, esses interesses: chefe de gabinete de Gerald Ford, secretário da Defesa de George H. W. Bush e, finalmente, vice-Presidente de George W.Bush. 

Paul Wolfowitz – começou como subsecretário de Estado para os assuntos do Extremo Oriente e Pacífico, com Reagan, subsecretário da Defesa para a Orientação Política, com George H.W. Bush e Secretário da Defesa adjunto (nº. 2 do Pentágino) com George W.Bush, seguindo depois para Presidente do Banco Mundial.

Lewis `Scooter`Libby, foi o braço direito de Cheney, como seu chefe de gabinete e assessor político do Presidente George W.Bush.

Peter Rodman. Iniciou-se como assessor político especial do secretário de Estado Henry Kissinger (Presidentes Nixon e Ford), depois director na Secretaria de Estado do Departamento de Planeamento Político, depois adjunto do subsecretário da Defesa, adjunto (e mais tarde assessor especial) do Presidente para os Assuntos de Segurança Nacional (consulado de Reagan), acabando como subsecretário da Defesa para os assuntos de Segurança Externa.

Dov Zakhein. Exerceu diversos cargos de assessor na Secretaria de Defesa no governo de Reagan, vindo a assumir a função de subsecretário da Defesa na era de Bush filho.

John Bolton. Acabou como embaixador dos EUA junto da ONU, mas iniciou-se nos meandros da política neoconservadora como subsecretário de Estado para os Asuntos de Política Externa, com Bush pai e subsecretário de Estado para o Controlo de Armamento e Segurança Externa, com Bush filho.

Douglas Feith. Trabalhou com o secretário da Defesa Caspar Wienberger (era Reagan), como conselheiro especial e foi subsecreário da Defesa, de Bush filho, com a incumbência de definir os planos de actuação externa castrense e policial.

Richard Perle. Nos anos 70, entrou no Comité do Senado que supervisiona as Forças Armadas, envolvendo-se depois com a Administração Reagan, com cargos de assessor especial do Secretário da Defesa e Presidente do Comité do departamento de Orientação Política de Defesa de Bush filho.

Robert Zoollick, Secretário da Defesa adjunto e mais tarde Presidente do Banco Mundial.
Ken Adelman. Trabalhou com Jeanne Kirkpatrick, como seu embaixador adjunto nas Nações Unidas, mas iniciou-se nos bastidores da governação, em 1969, como assessor na Secretaria do Comércio. Com Gerald Ford, foi assessor especial de Rumsfeld, na Secretaria da Defesa, sendo mais tarde, membro do Conselho da Política de Defesa.

Foi colocado, durante 17 anos, editor da política nacional do semanário Washington.

Foram estes – e outros que não se indicam por se tornar fastidioso - que formataram e enquadraram, ao longo de dezenas de anos, toda a estrutura da Administração do Estado norte-americano para os objectivos pretendidos: tornar o mundo um espaço único serviçal do capital financeiro norte-americano.
Sem olhar a meios, sem recuar em tudo o que fosse necessário fazer para manter essa supremacia, incluindo as guerras sujas, os massacres, as torturas, a destruição de Estados, fomentando o caos.

Não houve qualquer interrupção, com o negro Barack Obama. 

O branco ou negro não é indicativo de mudança política. 

O homem da finança de Chicago prosseguiu as orientações: ordens secretas, fomento de guerras (Síria, Afeganistão, Iraque, confrontos e intervenções na Ucrânia, militarização das fronteiras europeias com a Rússia).

Indicação de um homem dos neocons para Secretário da Defesa, Ashton Carter.

Este, passando de lacaio do capital (Global Tecnology Partners, Goldman Sachs, MITRE Corporations, Milretek Systems, MIT Lincoln Laboratory, entra na estrutura dos negócios da Defesa, como membro da governamental Departamento de Política de Defesa e Departamento de Ciência de Defesa, em paralelo com os grupos conservadores Conselho de Relações Externas e Grupo de Estratégia Aspen. Depois cargos de subsecretário da Defesa, secretário da Defesa Adjunto, acabando no posto actual.

3 – Será abusivo escrever que um Estado, como o norte-americano, é nazi, quando existe, formalmente, um sistema parlamentar eleitoral a funcionar?.

A questão, tal como iniciamos este artigo, não é a formalidade de uma existência política, aparentemente, democrática.

A questão é o exercício do poder absoluto de um sector de uma classe social exploradora de impor a sua supremacia, através da força, ou da guerra: interna e externamente face à maioria (s) da população (ões).

E isso tanto diz respeito a uma ditadura visível, propriamente dita, ou a um sistema de poder absoluto, encoberto por uma pretensa democracia.

Claro que o poder norte-americano não actua, despoticamente, no mundo, porque tem uma visão religiosa da sua missão.

Ela não quer impor a democracia, e pouco se preocupa com a religião, quer controlar as produções e distribuições comerciais do globo.
Acha-se com esse direito, como «interesse nacional».

Amachuca-se, em nome dele, as soberanias e os direitos dos povos, ameaçam com represálias os próprios aliados servis que se lhe submetem.

E fazem isso, porque em causa estão, justamente, não questões políticas, mas sim interesses económicos do sector que domina toda a administração da coisa pública nos EUA: 

o lúmpen capitalismo financeiro, que, face às ofensas que foram feitas aos compromissos geo-políticos no passado, os atacados estão a responder à ruptura do compromisso multilateral que existia então.

Desde os meados dos anos 70 do século passado que essa resposta se iniciou.

E essa marcha para forjar toda a argamassa autoritária e ditatorial (os EUA têm mais de 400 mil soldados destacados em cerca de 140 países) deu-se com mais veemência e evidência quando nos anos 70 do século XX, os países organizados na OPEP (Organização dos Países Produtores de Petróleo) começou a fazer frente ao poder das chamadas *sete irmãs*.

Citámo-las: Royal Dutch Shell. Actualmente, é conhecida apenas por  Shell; Anglo-Persian Oil Company (APOC). Depois denominada, British Petroleum Amoco, ou BP Amoco. Hoje, BP; Standard Oil of New Jersey (Esso); Exxon, que se fundiu com a Mobil, e deu a ExxonMobil; Standard Oil of New York (Socony). Conhecida depois por Mobil, que fundiu-se com a Exxon, formando a ExxonMobil: Texaco. Fundiu-se com a Chevron, formando a ChevronTexaco;
Standard Oil of California (Socal). Posteriormente formou a Chevron, que incorporou a Gulf Oil e posteriormente se fundiu com a Texaco.



São estas e outras multinacionais norte-americanas (ou sob forte presença do capital sedeado naquele país) ligadas ao controlo e distribuição de outras matérias-primas, como diamantes, urânio, lítio, cobalto, e mesmo no sector agro-industrial que estão ameaçados pelo despertar de outras Nações que se sentem com capacidade de defender os seus interesses e entram em concorrência, aberta ou subterrânea.

Mas, acima de tudo, porque evolui, no Mundo, uma consciência crescente de que terá de surgir, dentro de algum tempo, um novo tipo de poder, mas consentâneo com os interesses dos explorados, que leva a oligarquia política e financeira de Washington, em cumplicidade, principalmente com os seus lacaios europeus, que mostram o desespero com o rompimento de todos compromissos e acordos estabelecidos no passado.

No fundo, está a forjar-se, ainda sem um programa definido e extensivo em territórios e Estados, um partido da Revolução.

Daí, a resposta nazi, que se fomenta e evoluciona, desde os Estados Unidos até ao Japão, passado por grande parte da União Europeia, com leis secretas, actividades securitárias anti-subversivas crescentes, com preparação dos Exércitos para intervir, como sucedeu, precisamente, no interior dos EUA, no caso dos acontecimentos de Ferguson, Missouri, com as forças paramilitares no terreno, imposição de censuras, com restrições à liberdade de informação, prisões arbitrárias e mortes em crescendo por forças policiais, treinadas, justamente, para atirar primeiro e depois inquirir.

Não é de hoje, é um caminho que o grande capital financeiro está a traçar através dos poderes político e securitário-militar.

São os investigadores e jornalistas ligados aos grandes meios de comunicação social estadunidenses, que assinalam esta entrada no campo do poder fascista.

Referenciamos excertos de livros recentes e os seus autores:

*Os contornos históricos das guerras do Afeganistão e do Iraque são hoje bem conhecidos. Mas, ao longo de mais de uma década, tem sido travada uma guerra separada e paralela, um reflexo sombrio das +grandes guerras+ iniciadas pela América após os ataques do 11 de Setembro. Numa guerra obscura conduzida à volta do globo, a América tem perseguido os seus inimigos por meio de robôs assassinos e tropas de operações especiais. Tem contratado sicários para estabelecer redes clandestinas de espionagem e confiou em ditadores temperamentais, serviços estrangeiros de informações suspeitos e exércitos maltrapilhos que agem por procuração. Em locais para onde os Estados Unidos não podiam mandar tropas para o solo, personagens marginais materializaram-se para desempenhar papéis de destaque, incluindo um oficial do Pentágono, fumador inveterado, que juntou  forças com uma figura da CIA dissidente do escândalo Irão-Contras para conduzir uma operação clandestina de espionagem no Paquistão, e uma herdeira do clube de equitação da Virgínia, que fixou obcecada com a Somália e convenceu o Pentágono a contratá-la para apanhar membros da Al-Qaeda naquele país*.

*A guerra estendeu-se a múltiplos continentes, das montanhas do Paquistão até aos desertos do Iémen e do norte de África, das latentes guerras de clãs na Somália às densas florestas das Filipinas. As fundações da guerra secreta foram lançadas por um presidente conservador do Partido Republicano e abraçadas por um liberal do Partido Democrata, que se enamorou daquilo que herdou*.

“A Guerra nas Sombras – O Exército Secreto da Cia” – Mark Mazzetti (vencedor do prémio Pulitzer em 2009), jornalista do New York Times. Pertenceu às redacções do Los Angeles Times (redactor principal) e US News and World (correspondente permanente no Pantágono). Edição portuguesa `Vogais`, Junho de 2014.

O assassinato de Lumumba: programado pelos EUA

*Este livro é um resumo de algumas das 300 operações ilegais ou “actividades altamente voláteis” conduzidas pela CIA, tanto dentro como fora do território dos Estados Unidos, e retiradas das 703 páginas tornadas públicas pela CIA*.

“CIA – JÓIAS DE FAMíLIA” – Eric Frattini, escritor, investigador e guionista de documentários para as principais estações de televisão espanholas, escreve regularmente para a rádio e televisão, Edição portuguesa, Bertrand Editora, 2014.

*Debaixo desse vasto arco de acontecimentos globais, há uma história secreta da CIA e da Administração Bush, e, especialmente depois do 11 de Setembro. É uma história premonitória, uma história que demonstra de que modo é que os instrumentos mais secretos da política de segurança nacional americana foram incorrectamente utilizados. Envolve espionagem interna, abusos de poder e operações ultrajantes. É uma história que só agora pode começar a ser contada*.

“ESTADO DE GUERRA – A história secreta da CIA e da Administração Bush” – James Risen (vencedor do Prémio Pulitzer 2002). Foi jornalista do New York Times, edição portuguesa Quidnovi, Março de 2007.

tabancadeganture.blogspot.pt

O CONTABILISTA DO BES APARECEU E TELEFONOU PARA O PARLAMENTO

Contabilista dos Espírito Santo apareceu e telefonou para o Parlamento
Machado da Cruz é o antigo ‘commissaire aux comptes' da Espírito Santo Internacional, a holding do GES, e é também o ex-responsável mais procurado pelos deputados da comissão parlamentar desde ontem.
Todos os julgavam desaparecido ou em parte incerta, entre Portugal, Suíça ou Estados Unidos.
No entanto, o contabilista, que Ricardo Salgado acusa de ter falsificado as contas do GES, está contactável.
Machado da Cruz garante que “não está fugido”. Aliás, telefonou para a Assembleia da República, mostrando disponibilidade ao presidente da Comissão para ser ouvido. “Machado da Cruz manifestou a sua total disponibilidade para vir à comissão de inquérito”, afirmou Fernando Negrão.
A audição será agendada na reunião de coordenadores da comissão.
Ontem, Salgado garantiu nunca ter dado instruções ao contabilista para ocultar passivos das contas da ESI, afirmando que tudo o que aconteceu foi uma “surpresa”.
Por sua vez, José Maria Ricciardi disse que dificilmente o ‘commissaire aux comptes' será o único responsável pela incorrecção nas contas, justificando com a liderança “centralizadora” e “ditadora” de Ricardo Salgado.
O ex-presidente do BES afiançou que desconhecia o paradeiro de Machado da Cruz. Já Ricciardi referiu que a última conversa com Machado da Cruz foi em Lisboa.

DÁ PARA ACREDITAR !? - 'As irmãs de Salgado têm de vender bolos a restaurantes e ele não as defende'

'As irmãs de Salgado têm de vender bolos a restaurantes e ele não as defende'  

Pedro Queiroz Pereira (José Sérgio / Lusa)
'As irmãs de Salgado têm de vender bolos a restaurantes e ele não as defende'
Já se sabia que a relação entre Ricardo Salgado e o empresário Pedro Queiroz Pereira andava pelas ruas da amargura. Mas o tom de confronto atingiu hoje um novo patamar, na comissão de inquérito ao caso BES.
O dono da Semapa, que entregou ao Banco de Portugal (BdP) documentação com denúncias sobre o Grupo Espírito Santo (GES), acusou o ex-presidente do BES de “hipocrisia”, quando disse ontem na comissão que o GES se aliou às irmãs  de Queiroz Pereira apenas para ajudá-las.
“As irmãs do Dr. Ricardo Salgado têm de fazer bolos à noite para vender a restaurantes e ele não as defende”, disse Pedro Queiroz Pereira no Parlamento, onde chegou também a dizer que Salgado “tem um problema: não lida maravilhosamente bem com a verdade” .
Ontem, Ricardo Salgado atribuiu as denúncias que Queiroz Pereira entregou ao BdP como uma retaliação pelo apoio que o Grupo Espírito Santo deu às irmãs do empresário. “A Margarida Queiroz Pereira apareceu-nos um dia desesperada porque já não se entendia com o irmão e queria vender as suas acções [do Ritz]", disse o antigo banqueiro. 

NO BLOG: A INDIVIDUALIDADE CRIATIVA de Vasco Barreto - lamento para a língua portuguesa

lamento para a língua portuguesa

não és mais do que as outras, mas és nossa,
e crescemos em ti. nem se imagina
que alguma vez uma outra língua possa
pôr-te incolor, ou inodora, insossa,
ser remédio brutal, mera aspirina,
ou tirar-nos de vez de alguma fossa,
ou dar-nos vida nova e repentina.
mas é o teu país que te destroça,
o teu próprio país quer-te esquecer
e a sua condição te contamina
e no seu dia-a-dia te assassina.
mostras por ti o que lhe vais fazer:
vai-se por cá mingando e desistindo,
e desde ti nos deitas a perder
e fazes com que fuja o teu poder
enquanto o mundo vai de nós fugindo:
ruiu a casa que és do nosso ser
e este anda por isso desavindo
connosco, no sentir e no entender,
mas sem que a desavença nos importe
nós já falamos nem sequer fingindo
que só ruínas vamos repetindo.
talvez seja o processo ou o desnorte
que mostra como é realidade
a relação da língua com a morte,
o nó que faz com ela e que entrecorte
a corrente da vida na cidade.
mais valia que fossem de outra sorte
em cada um a força da vontade
e tão filosofais melancolias
nessa escusada busca da verdade,
e que a ti nos prendesse melhor grade.
bem que ao longo do tempo ensurdecias,
nublando-se entre nós os teus cristais,
e entre gentes remotas descobrias
o que não eram notas tropicais
mas coisas tuas que não tinhas mais,
perdidas no enredar das nossas vias
por desvairados, lúgubres sinais,
mísera sorte, estranha condição,
mas cá e lá do que eras tu te esvais,
por ser combate de armas desiguais.
matam-te a casa, a escola, a profissão,
a técnica, a ciência, a propaganda,
o discurso político, a paixão
de estranhas novidades, a ciranda
de violência alvar que não abranda
entre rádios, jornais, televisão.
e toda a gente o diz, mesmo essa que anda
por tal degradação tão mais feliz
que o repete por luxo e não comanda,
com o bafo de hienas dos covis,
mais que uma vela vã nos ventos panda
cheia do podre cheiro a que tresanda.
foste memória, música e matriz
de um áspero combate: apreender
e dominar o mundo e as mais subtis
equações em que é igual a xis
qualquer das dimensões do conhecer,
dizer de amor e morte, e a quem quis
e soube utilizar-te, do viver,
do mais simples viver quotidiano,
de ilusões e silêncios, desengano,
sombras e luz, risadas e prazer
e dor e sofrimento, e de ano a ano,
passarem aves, ceifas, estações,
o trabalho, o sossego, o tempo insano
do sobressalto a vir a todo o pano,
e bonanças também e tais razões
que no mundo costumam suceder
e deslumbram na só variedade
de seu modo, lugar e qualidade,
e coisas certas, inexactidões,
venturas, infortúnios, cativeiros,
e paisagens e luas e monções,
e os caminhos da terra a percorrer,
e arados, atrelagens e veleiros,
pedacinhos de conchas, verde jade,
doces luminescências e luzeiros,
que podias dizer e desdizer
no teu corpo de tempo e liberdade.
agora que és refugo e cicatriz
esperança nenhuma hás-de manter:
o teu próprio domínio foi proscrito,
laje de lousa gasta em que algum giz
se esborratou informe em borrões vis.
de assim acontecer, ficou-te o mito
de haver milhões que te uivam triunfantes
na raiva e na oração, no amor, no grito
de desespero, mas foi noutro atrito
que tu partiste até as próprias jantes
nos estradões da história: estava escrito
que iam desconjuntar-te os teus falantes
na terra em que nasceste, eu acredito
que te fizeram avaria grossa.
não rodarás nas rotas como dantes,
quer murmures, escrevas, fales, cantes,
mas apesar de tudo ainda és nossa,
e crescemos em ti. nem imaginas
que alguma vez uma outra língua possa
pôr-te incolor, ou inodora, insossa,
ser remédio brutal, vãs aspirinas,
ou tirar-nos de vez de alguma fossa,
ou dar-nos vidas novas repentinas.
enredada em vilezas, ódios, troça,
no teu próprio país te contaminas
e é dele essa miséria que te roça.
mas com o que te resta me iluminas.
 


Desenho: Vasco Barreto

EU VOS DESAFIO A ENCONTRAR O CORPO NESTA IMPRESSIONANTE PINTURA CORPORAL



O premiado pintor Paul Roustan  criou uma pintura de uma traça absolutamente alucinante. Quando você olha para a foto em preto e branco, tudo o que a gente pode ver é uma mariposa com as asas abertas. Nada parece errado, nem mesmo quando você olha de perto. Mas depois que você assistir o making-of em vídeo, vai ter que pegar seu queixo no chão: na verdade há uma modelo oculta na pintura.


Eu te desafio a encontrar o corpo escondido nesta impressionante pintura corporal

Se o artista não criasse o vídeo, creio que ninguém poderia adivinhar o segredo perfeitamente camuflado da pintura. A imagem inteira consiste de uma mulher pintada em pé com os braços cruzados, contra um fundo semelhante. Audrey Biernacki, a modelo, se mistura com o ambiente tão bem que é impossível dizer que está ali. Paul levou sete horas para terminar o projeto: cinco para pintar o fundo e dois para a modelo.

Paul predominantemente utiliza aerógrafos em suas telas humanas e vem pintando pessoas desde 2005. Ele costumava ser um ilustrador editorial para revistas de conteúdo adultas, até que um dia ele teve a idéia de pintar uma das modelos publicitando a edição. A revista concordou, e ele não parou mais desde então.

  - "A coisa mais legal sobre a pintura corporal é que, quando elas começam a se mover evoluem para uma obra diferente da concebida, e você pode olhar para ela como se fosse outro alguém que pintou", disse Paul.   - "Eu sou viciado nisso. Acho que a maioria das pessoas pode se relacionar com a frustração de não gostar de seu trabalho artístico acabado. Afinal somos nossos críticos mais contumazes, e a pintura corporal permite que você seja seu próprio espectador."



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DESENHOS SUPPER REALISTAS FEITOS A LÁPIS PELO ARTISTA CANADIANO RANDY HANN E PARA SE MARAVILHAR VERÁ TAMBÉM AQUI OS DESENHOS DO PORTUGUÊS SAMUEL SILVA FEITOS COM CANETAS BIC

É necessário um grande artista para mostrar o verdadeiro poder que tem um lápis e definitivamente o canadense Randy Hann é um desses artistas. Sua atenção aos detalhes se traduz em desenhos de tirar o fôlego,  que mais parecem filmados com uma câmera profissional do que com um simples lápis. Randy Hann é sim um dos mais talentosos artistas do hiperrealismo canadenses de nosso tempo.


O nativo de Newfoundland se inspira no local onde mora, na vida selvagem e paisagens que presencia todos os dias para criar obras de arte espetaculares. Nascido em 1961, Randy diz que até onde consegue lembrar, já desenhava desde criancinha, mas demorou um pouco para levar seu talento a sério.

Randy nunca foi a uma escola de arte, mas dedicou anos de sua visa a desenvolver e aperfeiçoar sua técnica de desenho. Hoje, o artista autodidata  é internacionalmente conhecido por suas alucinantes obras hiperrealistas, que já foram exibidas em várias galerias de arte, e muitas são encontradas em acervos particulares em todo Canadá e no o mundo.

Embora Randy tenha seu próprio estilo, suas foto-realistas estão na mesma linha de outros artistas consagrados como Paul Cadden.
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Desenhos a lápis realistas por Randy Hann 01

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Desenhos a lápis realistas por Randy Hann 02

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Desenhos a lápis realistas por Randy Hann 03

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Desenhos a lápis realistas por Randy Hann 32


SAMUEL SILVA DESENHADOR PORTUGUÊS

Quando vimos pela primeira vez o retrato do artista português Samuel Silva, que mostra uma linda ruiva, a maioria de nós ficamos completamente maravilhados de como Samuel, mais conhecido por seu nick VianaArts, consegue tal riqueza de detalhes incríveis com apenas um punhado de canetas.


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Outras incríveis pinturas feitas com caneta Bic de Samuel Silva 01

Desde então, o paciente e hábil artista desenvolveu uma extensa coleção de criações realistas, que apresentam detalhes tão nítidos como finos fios de cabelo e textura de pele de todos os tipos de pessoas e animais. Criados com canetas esferográficas Bic coloridas, os desenhos impressionantemente realistas são preenchidos com tal energia e vida que ainda é difícil acreditar que as imagens não são realmente fotos! 


A dedicação apaixonada de Samuel por suas peças pode variar de um número de horas para um número de semanas. Por exemplo, como ele conta em seu perfil do Facebook, seu tigre irritado levou aproximadamente 50 horas para ser concluído, enquanto o sua Menina Afegã levou muito mais tempo: 120 horas em 40 dias


Atualmente morando em Londres, Samuel se considera apenas um autodidata amador paciente: 


  - "Comecei a desenhar e desenvolver o meu próprio estilo de desenho com caneta esferográfica quando eu ainda estava na escola", diz o artista. - "Foi ali que comecei a fazer esboços simples na parte de trás dos meus cadernos sala de aula. Eu nunca imaginei que houvesse tantos artistas esferográficas brilhantemente magistrais ai fora."


Engana-se porém quem acha que as canetas Bic são seu único meio de fazer arte


- "Este é apenas o meio que eu estou atualmente tentando dominar. Neste ponto da minha vida eu estou bastante acostumado com giz, lápis, lápis de cor, pastel, óleos e acrílicos. Talvez um dia eu crie uma conta apenas para compartilhar esses trabalhos", explica o artista.


Samuel acredita que as canetas Bic são muito subestimadas e ele tem toda a razão porque parte do encanto de ver suas obras é imaginar que estas maravilhas foram feitas com elas.


- "A caneta esferográfica é apenas mais uma ferramenta de arte. A ferramenta é tão poderoso quanto o artista que a usa", considera e finaliza com uma frase profunda:


- "Não é sobre o que você usa, é sobre como você usa".
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Outras incríveis pinturas feitas com caneta Bic de Samuel Silva 02
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